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Filme

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  • Filme,  Música

    Trailer de documentário lembra colapso de Brian Wilson em busca do pop perfeito

    28 de outubro de 2021 /

    A Screen Media divulgou o pôster e o trailer do documentário “Brian Wilson: Long Promised Road”. Apesar de contar com depoimentos de artistas tão variados quanto Elton John, Bruce Springsteen e Nick Jonas, o ponto alto do trailer é a emoção transmitida pelo próprio Brian Wilson, que volta à casa em que compôs os maiores hits dos Beach Boys para falar sobre sua inspiração e os problemas mentais que o afligiram em sua busca por realizar uma obra-prima da música pop. O filme encontra Brian prestes a fazer um show com o repertório exclusivo daquela época e daquele que é considerado um dos melhores discos de todos os tempos, “Pet Sounds”. A prévia combina imagens históricas das gravações de 1966 com as reminiscências do cantor, músico e compositor, em preparação para a performance ao vivo de clássicos como “Good Vibrations”, “Wouldn’t It Be Nice” e “God Only Knows”. O disco é tão bom que, ao tentar superá-lo, os Beatles criaram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, e Brian Wilson pirou ao buscar ir além no inacabado “Smile”, mítico disco perdido de 1967, que só veio a ganhar edição oficial em 2011, completada pelo artista. Com direção de Brent Wilson (sem parentesco), que fez o documentário sobre doo-woop “Streetlight Harmonies” (2020), o filme foi premiado no Festival de Nashville e estreia em 19 de novembro nos EUA.

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  • Filme

    Armeira envolvida na tragédia de “Rush” já teve problemas com Nicolas Cage

    28 de outubro de 2021 /

    A armeira Hannah Gutierrez-Reed, responsável pelo armamento do filme “Rust”, em que a diretora de fotografia Halyna Hutchins foi morta durante o disparo acidental de um revólver com munição real, já havia se envolvido em polêmica em seu trabalho anterior, e com ninguém menos que o astro Nicolas Cage. O conflito entre Gutierrez-Reed e Cage aconteceu durante as gravações de “The Old Way”, segundo apurou o site The Wrap. O ator teria surtado no set, após a armeira disparar três vezes seguidas com um revólver sem dar aviso prévio aos seus colegas. Stu Brumbaugh, maquinista chefe do faroeste estrelado por Cage, afirmou que, após os disparos, o ator teria gritado: “Dê um aviso antes, você acabou de explodir a p*r*a dos meus tímpanos!”. Brumbaugh também contou que pediu a um assistente de direção para que Gutierrez-Reed fosse demitida ainda naquele mesmo dia por conta de sua inexperiência, decisão que teria sido apoiada por Cage. “Falei com ele [o assistente de direção]: ‘Ela precisa ser afastada’. Depois de uma segunda ocorrência similar à anterior [disparar sem dar avisos] fiquei mais furioso. (…) Ela era uma novata”, relatou. O site Daily Beast já tinha afirmado que as filmagens de “The Old Way” chegaram a ser interrompidas porque ela teria entregue uma arma para uma menina de 11 anos de idade sem verificar corretamente seu carregamento. Segundo uma fonte da produção, membros da equipe interviram para que a arma dada à atriz infantil Ryan Kiera Armstrong fosse verificada antes do começo das filmagens, porque Gutierrez-Reed tinha descarregado a arma no chão, “onde havia pedrinhas e outras coisas”, segundo relato. “Não a vimos checar, não sabíamos se tinha alguma coisa no barril ou não”, disse a fonte à publicação. Vale ressaltar que o site The Wrap buscou comentários de um produtor de “The Old Way”, que disse não se lembrar de incidentes envolvendo a armeira. Já Hannah Gutierrez-Reed preferiu não comentar. “The Old Way” marcou o primeiro trabalho da jovem de 24 anos como armeira. “Rust” foi apenas o segundo. Ela conseguiu emprego nesta área por ser filha de um dos maiores atiradores dos EUA, Thell Reed, grande campeão de competições de tiros e que também é um dos armeiros mais requisitados de Hollywood, responsável pelas armas usadas em filmes como “Tombstone” (1993), “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997), “Os Indomáveis” (2007) e o recente “Era uma Vez em… Hollywood” (2019).

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  • Filme

    “Eternos” tem pior nota da Marvel no Rotten Tomatoes

    28 de outubro de 2021 /

    A decepção com “Eternos”, novo filme da Marvel, tem aumentado consideravelmente nos EUA, em proporção inversa à nota do filme do Rotten Tomatoes, que não para de cair. Atualmente com 63% de aprovação, o longa dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (“Nomadlands”) tem a pior avaliação de todos os filmes da Marvel. A recepção da crítica já é pior que a recebida por “O Incrível Hulk” (67% de aprovação) e “Thor: O Mundo Sombrio” (66%), os patinhos feios do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). E a nota poderia ser ainda mais baixa, não fossem os elogios de sites com as palavras ComicBook (quadrinhos) e Fans em seus nomes, que sempre aplaudem qualquer lançamento da Marvel. É possível ponderar que parte dessa aparente decepção se deva à expectativa elevada, após Chloé Zhao vencer o Oscar, e por ver Angelina Jolie e outros astros famosos numa produção da Marvel. “‘Eternos’ pode não ser o pior dos filmes da Marvel, mas sem dúvidas é o mais decepcionante”, descreveu o site oficial da rede britânica BBC, incluindo a palavra “decepcionante” no título publicado no domingo passado (24/10), logo que o embargo foi levantado. “Está claro que Zhao, ao assinar para fazer este projeto, decidiu deixar seu estilo expressivo de lado e abraçar as convenções expositivas da Marvel. Isso é um pouco decepcionante”, elaborou a revista Variety. E este tem sido o tom geral. Atualmente, o Rotten Tomatoes contabiliza 93 críticas. O número deve dobrar conforme a data de estreia se aproxima. Resta saber quantos blogs de fãs de quadrinhos ainda restam para entrar nesta contabilidade.

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    Assembleia aprova projeto para acabar com meia-entrada em São Paulo

    28 de outubro de 2021 /

    A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou um Projeto de Lei que determinada o fim da meia-entrada no cinema e outros eventos culturais em São Paulo. Mas a mudança não deverá entrar em vigor. O projeto será vetado ao chegar à mesa de Carlão Pignatari, governador em exercício enquanto João Dória participa de missão no exterior. O motivo é que se trata de uma lei ineficaz, uma vez que o benefício da meia-entrada para estudantes e idosos é garantido por lei federal. Músicos sertanejos e Dedé Santana chegaram a pedir a Jair Bolsonaro que revogasse a lei nacional, com a justificativa de que prejudicava lucros de artistas e empresas do setor cultural. O projeto paulista é de outro representante da direita brasileira, o deputado Arthur do Val, do Patriota, que afirma não ver lógica em uma pessoa com menor poder aquisitivo pagar mais para que um estudante rico pague menos. Seu projeto define que todas as pessoas de 0 a 99 anos poderão ter acesso ao ingresso pela metade do preço Na prática, o projeto cria uma nova inteira. Todo mundo pagaria o mesmo. Mas não seria metade do preço, como alega a justificativa, uma vez que o próprio proponente indica que o fim da meia-entrada é uma reivindicação de empresários do setor. “Todo mundo sabe que a meia-entrada destrói todo um setor cultural”, escreveu Arthur do Val em seu Twitter, revelando o interesse financeiro por trás da “benesse”. “Foi o setor de eventos que me pediu, inclusive, me fez cartas de apoio de que queria a aprovação desse PL porque, basicamente, quando você tem uma casa de show ou é produtor de eventos, você precisa ter previsibilidade de quanto vai arrecadar, e você só fica sabendo disso sabendo quanto pode cobrar de ingresso”, detalhou o político, demonstrando que o objetivo não é diminuir o preço. Assim, o preço médio subiria até atingir o atual valor cobrado por uma entrada inteira. Todos pagariam inteira para “construir” “todo um” setor cultural, na definição do deputado. Trata-se, como costumam ser os projetos da direita brasileira que dizem pensar nos mais pobres – o deputado afirma defender direitos de empregadas domésticas! – uma tentativa de acabar com direitos adquiridos da população para beneficiar os mais ricos – notadamente, os promotores de evento. O deputado e todos que votaram a favor também demonstram profunda ignorância sobre a função social da meia-entrada, instituída como incentivo para os mais pobres estudarem e não abandonarem a escola ao obter a Carteira de Trabalho, além de permitir a socialização e acesso a Cultura para aposentados constantemente prejudicadas por reformas insensíveis no Congresso. Se todos pagassem o mesmo, a função social inexistiria.

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    Terror e Família Addams são destaques de cinema no Halloween

    28 de outubro de 2021 /

    O fim de semana do Halloween traz vários monstros aos cinemas, com tamanhos, orçamentos e climas diferentes entre si. Estreia mais ampla desta quinta (28/10), “A Família Addams 2 – Pé na Estrada” entra em cartaz em 700 salas. O subtítulo nacional indica o tema da continuação do desenho de 2019, ao acompanhar os famosos monstrinhos criados por Charles Addams numa viagem de férias por diversos pontos turísticos dos EUA, como as cataratas do Niágara, o Grand Canyon e uma praia de Miami. Preocupados por Vandinha estar se afastando da família ao chegar na adolescência, Gomez e Mortícia resolvem colocar todo mundo dentro de um trailer assombrado para uma excursão ao redor dos EUA. A crítica americana não embarcou junto, resultando em míseros 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sem graça, foi considerado um horror involuntário. Em clima oposto, “Espíritos Obscuros” é um programa extremamente dark, dirigido por Scott Cooper (“Aliança do Crime”) e produzido pelo vencedor do Oscar Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). A trama explora a tensão crescente da relação de um menino e uma criatura que vive em sua casa e que ele alimenta de animais mortos. Quando o monstro escapa, deixando um rastro de mortes sangrentas para a polícia investigar, a professora da criança (Keri Russell, de “The Americans”) começa fazer a conexão entre o menino e mitos da região. Bons efeitos e terror bastante atmosférico renderam 68% de aprovação. A programação tem outro terror de monstro folclórico da floresta, igualmente sangrento, mas com grande diferença orçamentária. “Curupira – O Demônio da Floresta” é um trashão brasileiro filmado a sério, tão a sério que chega a ser engraçado, porém rendeu até polêmica. Foi criticado por lideranças indígenas por demonizar uma figura de proteção importante da religião dos povos originários. A favor do diretor Erlanes Duarte, há um contexto de proteção ambiental. O circuito ainda recebe um dos piores filmes do ano, o thriller “A Mensageira”, que tem o vencedor do Oscar Gary Oldman no elenco e vergonhosos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e mais cinco lançamentos limitados. A lista inclui o curioso suspense literário francês “Os Tradutores”, que é basicamente um whodunit (quem matou) de Agatha Christie sem cadáver, e “Lamaçal”, bom drama argentino sobre um monstro real e trauma insuperável, além da dramédia “Jupiter”, primeira obra de ficção do documentarista Marco Abujamra (“Todas as Melodias”). São, ao todo, nove estreias. Confira cada um dos dos títulos e seus respectivos trailers logo abaixo.     A Família Addams 2 – Pé na Estrada | EUA | Animação     Espíritos Obscuros | EUA | Terror     Curupira – O Demônio da Floresta | Brasil | Terror     A Mensageira | Reino Unido | Ação     Os Tradutores | França, Bélgica | Suspense     De Volta a Itália | Reino Unido | Comédia     Jupiter | Brasil | Drama     Lamaçal | Argentina | Drama     Uma História de Família | EUA | Drama

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    Kristen Stewart agradece poder interpretar Diana após “The Crown”

    28 de outubro de 2021 /

    A atriz Kristen Stewart (“As Panteras”) se disse agradecida por “The Crown” ter abordado a história da monarquia e de Diana antes da estreia de “Spencer”, seu novo filme, em que interpreta a princesa. A série da Netflix teria ajudado a preparar o público ao ilustrar a relação da princesa com a família real, dispensando maiores comentários, porque o objetivo do filme dirigido por Pablo Larrain (“Jackie”) não é ser educativo ou antimonarquista. “Não estamos tentando educar ninguém nem tentando resolver nada”, comentou Stewart na noite de estreia do filme em Los Angeles para a revista Variety. “Também não estamos tentando descobrir se devemos ou não ter uma monarquia. É como ela se sentia, pensar em como eram aquelas noites, aquelas refeições”. “Eu li tudo [sobre Diana]. E de alguma forma, o roteiro comprovou tudo o que aprendi em detalhes. Então foi muito bom que ‘The Crown’ existisse. E foi muito bom termos todos esses documentários e essa evolução da relação com o que aconteceu.” O roteiro foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e mostra a Princesa Diana no momento em que decide, durante as férias de Natal com a família real, encerrar seu casamento e sair da monarquia. O título faz referência ao nome de solteira da mãe dos príncipes Harry e William. O lançamento comercial do filme foi marcado para 11 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos cinemas dos EUA e Reino Unido.

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    Denis Villeneuve planeja transformar “Duna” numa trilogia

    27 de outubro de 2021 /

    Após ter a continuação de “Duna” confirmada, o diretor Denis Villeneuve revelou que imagina a saga de “Duna” como uma trilogia. “Eu sempre imaginei três filmes”, disse Villeneuve em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Não é que eu queira fazer uma franquia, mas isso é ‘Duna’, e ‘Duna’ é uma grande história. Para honrá-la, acho que precisaria de pelo menos três filmes. Esse seria o sonho. Seguir Paul Atreides e seu arco completo seria bom”. Segundo Villeneuve, a ideia não é esticar a história do livro original de Frank Herbert, que foi dividido em duas partes, sendo concluída no próximo longa, mas filmar também o livro seguinte, “O Messias de Duna” (Dune Messiah). Publicado em 1969, quatro anos após o livro original, a obra expande o universo da saga e conclui a história de Paul Artreides com o nascimento de seus filhos – o livro seguinte se chama, justamente, “Os Filhos de Duna”. Ambos os livros foram adaptados numa minissérie do canal pago SyFy, “Children of Dune”, em 2003. “Herbert escreveu seis livros, e quanto mais ele escrevia, mais psicodélico ficava, então eu não sei como alguns deles poderiam ser adaptados”, disse Villeneuve sobre as adaptações. “Se eu tiver a chance de fazer ‘Duna: Parte Dois’ e ‘O Messias de Duna’, eu serei abençoado”. A primeira parte de “Duna” está atualmente em cartaz nos cinemas. O filme que traz Thimotée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) no papel de Paul Artreides já faturou mais de US$ 220 milhões em todo o mundo.

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    Teaser de “Casa Gucci” traz moda, fortuna e Lady Gaga

    27 de outubro de 2021 /

    A Universal divulgou um novo teaser de “Casa Gucci” (House of Gucci), esperadíssimo filme do cineasta Ridley Scott (“O Último Duelo”). A prévia destaca moda, fortuna e Lady Gaga. O papel representa o primeiro projeto da cantora no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow” – , numa produção sobre o maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, centrado em Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocar Patrizia por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, Reggiani assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Como vingança, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O elenco grandioso de “Casa Gucci” também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que aparece careca e irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. A estreia está marcada para 25 novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Buzz Lightyear vira herói espacial em trailer épico da Disney

    27 de outubro de 2021 /

    A Disney divulgou o pôster e o trailer legendado de “Lightyear”, animação derivada da franquia “Toy Story”. E a primeira coisa que se nota na prévia é que ela não parece nada com “Toy Story”. Para começar, o personagem não é um boneco, mas um astronauta de verdade, e a trama é uma aventura sci-fi legítima, acompanhando uma missão espacial ao “infinito e além”, com clima épico e dramático reforçado pela escolha de uma música de David Bowie (“Starman”) em sua trilha sonora. O filme vai acompanhar o jovem astronauta Buzz Lightyear na jornada que o levou a se tornar lendário – e inspirar a produção de brinquedos. Mas ele não estará sozinho. O vídeo mostra alguns companheiros, incluindo um gato e outros astronautas, além de ameaças alienígenas. Outra diferença marcante é a voz do protagonista. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. Evans se pronunciou sobre o trailer na rede social, afirmando: “Estou arrepiado. E estarei toda vez que assistir esse trailer. Ou ouvir uma música do Bowie. Ou ter qualquer pensamento que seja entre agora e julho porque nada me faz sentir mais alegria e gratidão do que saber que sou parte disso, e basicamente isto está sempre na minha mente”. “Lightyear” tem direção de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story”, assinando dois curtas da franquia e animando “Toy Story 3”. A estreia está marcada para junho de 2022. I’m covered in goosebumps. And will be every time I watch this trailer. Or hear a Bowie song. Or have any thought whatsoever between now and July cause nothing has ever made me feel more joy and gratitude than knowing I’m a part of this and it’s basically always on my mind💙🚀💫 pic.twitter.com/bq5573GcrM — Chris Evans (@ChrisEvans) October 27, 2021

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    Bill Murray diz que está no novo filme do Homem-Formiga

    26 de outubro de 2021 /

    O ator Bill Murray, estrela de clássicos como “Caça-Fantasmas” (1984) e “Feitiço do Tempo” (1993), entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, por ocasião da divulgação de seu novo filme, “A Crônica Francesa”, ele comentou, sem entrar em detalhes, seu próximo trabalho, revelando que filmou “recentemente” uma participação em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. “Eu conheci o diretor [Peyton Reed], ele fez ‘As Apimentadas’ anos atrás, um filme que acho ótimo”, acrescentou Murray. Por enquanto, nem a Disney nem o Marvel Studios se manifestaram sobre a fala do astro. “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” voltará a reunir Paul Rudd (Scott Lang, o Homem-Formiga), Evangeline Lilly (Hope van Dyne, a Vespa), Michael Douglas (Dr. Hank Pym) e Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), e ainda introduzirá Kathryn Newton (estrela de “Freaky – No Corpo de um Assassino”) como a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga. O filme também vai trazer o vilão Kang, o Conquistador, interpretado por Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), e tem estreia marcada apenas para fevereiro de 2023.

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    Richard Evans (1935–2021)

    26 de outubro de 2021 /

    Richard Evans, que estrelou o western “O Pequeno Billy” e antagonizou Ryan O’Neal na popular novela americana “A Caldeira do Diabo” (Peyton Place) em 1965, morreu de câncer no dia 2 de outubro, em sua residência na Ilha Whidbey, no estado de Washington (EUA), aos 86 anos. Evans e a esposa moraram em Whidbey Island por 32 anos, desde que deixaram Los Angeles no final dos anos 1980, quando a carreira do ator estagnou. Antes disso, e por cerca de quatro décadas, ele apareceu em várias atrações clássicas da TV, de “Caravana” (em 1958) a “Esquadrão Classe A” (1986), passando por “Jornada nas Estrelas” (1968) e quase todas as séries de western da era de ouro do gênero. Entretanto, a participação em “A Caldeira do Diabo” foi seu único papel recorrente. Ele teve projeção em 26 capítulos da 1ª temporada, vivendo Paul Hanley, personagem que acusou falsamente Rodney Harrington (O’Neal) de assassinar sua irmã num dos muitos escândalos do melodrama, baseado no filme de mesmo nome, indicado a nove Oscars em 1958. Como ator, também participou de vários filmes, tendo seu maior destaque em 1972 no papel de Goldie, o mentor psicopata do famoso pistoleiro Billy the Kid (Michael J. Pollard) em “O Pequeno Billy”, última produção da vida de Jack L. Warner, um dos fundadores e presidente da Warner Bros. Outros longas de sua carreira incluem “Cedo Demais para Amar” (1960), de Richard Rush, “Os Ressuscitados” (1965), de Richard Quine, “Jogos de Azar” (1974), de Robert Mulligan, “A Ilha do Adeus” (1977), de Franklin J. Schaffner, e até o telefilme “Madonna – A Inocência Perdida” (1994) sobre o começo da carreira da cantora Madonna. Além de atuar, Evans também escreveu, dirigiu e produziu quatro filmes independentes, três deles em longa-metragem, que tiveram lançamentos bastante limitados. A primeira iniciativa autoral em longa-metragem foi em 1972, a comédia “Original: Do Not Project”. E, após longo hiato, ele vinha tentando um retorno atrás das câmeras nos últimos anos, com o lançamento de “Harry Monument” (2004) e “Shuffle & Cut (A Question for Godard)” (2010). No biográfico “Shuffle & Cut”, ele interpretou a si mesmo, apresentando-se como um cineasta independente que se via sem futuro numa indústria dominada pela mentalidade dos blockbusters. Foi seu último longa atrás e à frente das câmeras, mas não sua última obra artística. Meses antes de morrer, Evans publicou um livro com uma coleção de peças de sua autoria, para serem encenadas de graça por qualquer interessado, desde que parte dos lucros fosse destinado a ajudar os sem-teto.

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    Diretor de “Namorados para Sempre” fará “O Lobisomem” com Ryan Gosling

    26 de outubro de 2021 /

    A nova versão do clássico “O Lobisomem”, que será estrelada por Ryan Gosling (“La La Land”), definiu seu diretor. O ator vai voltar a trabalhar com o cineasta Derek Cianfrance, que já o dirigiu em dois dramas, “Namorados para Sempre” (2010) e “O Lugar Onde Tudo Termina” (2012). A principal diferença é que desta vez a produção será um terror. Além de dirigir, Cianfrance também assinará o roteiro da adaptação. “O terror foi meu primeiro amor. Me mostrou do que o cinema era capaz em termos de narrativa, psicologia e estética”, disse Cianfrance em comunicado. “Com a oportunidade de trabalhar novamente com Ryan Gosling, [fazer ‘O Lobisomem’] é um sonho que se torna realidade. Estou animado e inspirado para trabalhar com a gente boa da Blumhouse e da Universal para trazer esse monstro de volta às nossas vidas e nosso imaginário coletivo”. Anunciado no ano passado, o projeto estava sendo tocado por Leigh Whannell, diretor de “O Homem Invisível”, mas a pandemia acabou atrapalhando os planos. Envolvido com a série baseada em seu filme “Upgrade” (2018), Whannell acabou tendo conflito de agenda. Não há detalhes adicionais ou previsão de estreia para o novo “O Lobisomem”, mas ele deve se diferenciar do filme original, repetindo a estratégia que resultou no sucesso do novo “O Homem Invisível”. Um dos motivos para buscar uma versão alternativa é que o clássico teve um remake recente da própria Universal. Em 2010, o estúdio produziu outro “O Lobisomem”, estrelado por Benicio del Toro, que repetia a trama vivida por Lon Chaney Jr. em 1941.

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    Novo “Evil Dead” encerra filmagens “sangrentas”

    26 de outubro de 2021 /

    O diretor Lee Cronin anunciou o fim das filmagens de “Evil Dead Rise”, novo capítulo da franquia de terror “Evil Dead”, com um post cheio de imagens sangrentas nas redes sociais. De acordo com o texto que acompanha as imagens, a produção não economizou no sangue falso. Foram utilizados nada menos que 6,5 mil litros de groselh… isto é, de “sangue”, ao longo dos oito meses de filmagens – contando nesse tempo uma paralisação por covid-19. Rodado na Nova Zelândia, o filme agora entra em fase de pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia. “Evil Dead Rise” será o segundo longa do diretor irlandês, selecionado pessoalmente por Sam Raimi, produtor e criador da franquia, após sua estreia com o terror “The Hole in the Ground” – premiado em 2019 no Fant, festival de cinema fantástico de Bilbao, na Espanha, e com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Assim como o reboot “A Morte do Demônio” (Evil Dead), de 2013, a produção não contará com o personagem Ash. O ator Bruce Campbell tinha resgatado o personagem da trilogia de Raimi, iniciada nos anos 1980, na série “Ash vs. Evil Dead”, mas o cancelamento daquela atração aposentou sua serra elétrica. A nova trama vai girar em torno de duas irmãs distantes, vividas por Alyssa Sutherland (“Vikings”) e Lily Sullivan (“Mental”), que decidem reatar após longo afastamento, apenas para ter sua reunião atrapalhada pelo ataque de demônios que as obrigam a lutar pela sobrevivência. Produzido para a plataforma HBO Max, o filme ainda vai inovar em relação à premissa original. Em vez de se passar numa cabana no meio da floresta, desta vez as possessões demoníacas acontecerão numa cidade grande. 8 months, 1 Covid Lockdown, 6,500 litres of blood, and more memories than my brain can even process. That is a wrap on #EvilDeadRise. Thank you New Zealand, it’s been a blast. Time to head home and cut this beast together. pic.twitter.com/iyah4vEEqL — Lee Cronin (@curleecronin) October 26, 2021

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