“Lulli” lidera Top 10 de filmes não falados em inglês da Netflix
A comédia brasileira “Lulli’, estrelada por Larissa Manoela, é o filme em língua não inglesa mais visto da semana na Netflix. O título não chegou a figurar no Top 10 em sua estreia na semana passada, mas rendeu 15,21 milhões de horas de consumo dos assinantes da plataforma entre 27 de dezembro e 2 de janeiro. O número parece baixo comparado aos sucessos da língua inglesa, representando 10% do movimento gerado pelo líder americano da semana, “Não Olha para Cima”, visto durante 152,2 milhões de horas no mesmo período. Só que equivale a um 5º lugar geral entre todos os filmes da semana, à frente de “Alerta Vermelho”, que teve 14,5 milhões de horas assistidas após dois meses no catálogo da plataforma. “Luli” não é o único filme brasileiro no Top 10 semanal. O policial “Intervenção”, com Bianca Comparato, estreou na Netflix nesta semana, ocupando o 6º lugar ao gerar uma audiência de 3,6 milhões de horas. Com direção de César Rodrigues (“Modo Avião”), “Lulli” estreou em 26 de dezembro. Veja o trailer abaixo.
“And Just Like That” corta participação final de Chris Noth
A produção da série “And Just Like That”, continuação de “Sex and the City”, decidiu cortar uma participação já gravada do ator Chris Noth no final da temporada. Segundo o site americano TV Line, ele retomaria o papel de Mr. Big no último capítulo, para ter uma conversa imaginária com Carrie (Sarah Jessica Parker). Spoiler: Mr. Big morreu no primeiro episódio de “And Just Like That”, ao sofrer um ataque cardíaco. Na cena que foi cortada, a personagem de Parker iria até a Pont des Arts, em Paris, para espalhar as cinzas do marido, e neste momento imaginava uma última conversa com ele. A decisão de cortar o diálogo foi feita após o ator ser acusado por assédio e abuso sexual por quatro mulheres. Ele também foi demitido da série “The Equalizer”. Os episódios de “And Just Like That” vão ao ar todas as quintas-feiras pela HBO Max. O episódio final tem previsão de exibição no dia 3 de fevereiro.
Trailer de “Sundown” explora tensão enervante com Tim Roth
O estúdio Bleecker Street divulgou o pôster americano e o trailer enervante de “Sundown”, novo filme do cineasta mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”, “New Order”). O drama é estrelado por Tim Roth (“Os Oito Odiados”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) como parte de uma família rica em férias no litoral mexicano. Quando um parente perturba a ordem restrita da família, as tensões latentes vêm à tona. “Sundown” marca um reencontro entre Franco e Roth. O cineasta já tinha comandado o ator britânico em seu primeiro filme rodado em inglês, “Chronic”, premiado no Festival de Cannes em 2015. Exibido nos festivais de Veneza, Toronto e Londres, e premiado no El Gouna, o novo filme estreia em 28 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão para o Brasil.
Vanessa Kirby substitui Jodie Comer no épico de Napoleão de Ridley Scott
A atriz Vanessa Kirby negocia interpretar a Imperatriz Josefina em “Kitbag”, após a desistência de Jodie Comer por conflito de agenda. Comer revelou que não faria o filme nesta terça (4/1), durante participação no podcast Awards Chatter, do crítico Scott Feinberg (The Hollywood Reporter). Ela deveria repetir sua parceria com o diretor de “O Último Duelo” em “Kitbag”, que tem filmagens agendadas para as próximas semanas. “O Último Duelo” rendeu as primeiras indicações a prêmios cinematográficos para Comer, até então mais conhecida pela série “Killing Eve”. Kirby também se destacou inicialmente numa série, “The Crown”, mas já teve uma indicação ao Oscar – por sua atuação angustiante em “Pieces of a Woman” – no ano passado. Ela será vista a seguir em “Missão: Impossível 7”, previsto para setembro. “Kitbag” é uma produção da Apple e pretende ser uma “história de origem”, traçando a ascensão de Napoleão de soldado a imperador, além de retratar seu relacionamento volátil e intenso com sua mulher, Josephine (ou Josefina, como era chamada no Brasil). O roteiro foi escrito por David Scarpa, que escreveu “Todo o Dinheiro do Mundo” para Scott, e o papel de Napoleão será desempenhado por Joaquin Phoenix (o “Coringa”). A produção deve começar a ser filmada na Europa na última semana de janeiro.
“Não Olhe para Cima” já é 3º filme mais visto da Netflix em todos os tempos
A comédia apocalíptica “Não Olhe para Cima” entrou em sua segunda semana na liderança do ranking da Netflix, assistida durante 152,2 milhões de horas em todo o mundo, entre a segunda-feira (27/12) e o domingo (2/1) passados. O pico de consumo representa um aumento de quase 40% no interesse pela produção desde sua estreia na semana anterior, quando a sátira ao negacionismo estrelada por Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e grande elenco totalizou 111 milhões de horas dos assinantes do streaming. Contabilizando seus 10 primeiros dias de disponibilidade, “Não Olhe para Cima” já atingiu mais de 263 milhões horas de exibição, o que representa a 3ª maior audiência de todos os tempos para filmes da Netflix. Só perde para “Birdbox” (282 milhões) e “Alerta Vermelho” (364 milhões). Entre as séries, a 4ª temporada de “Cobra Kai” estreou na sexta (31/12) e precisou apenas de três dias para assumir a liderança do Top 10 semanal. Os novos episódios da continuação de “Karatê Kid” foram vistos durante 120 milhões de horas ao redor do mundo, superando as audiências de “The Witcher” (94 milhões) e “Emily em Paris” (91 milhões) contabilizadas por quatro dias a mais. Não por acaso, “Cobra Kai” já tem a 5ª temporada confirmada e seus criadores atualmente fazem campanha antecipada para garantir o 6º ano de produção.
Jodie Comer abandona filme de Napoleão de Ridley Scott
Ridley Scott vai ter que encontrar uma nova Josefina. A atriz Jodie Comer desistiu de repetir sua parceria com o diretor de “O Último Duelo” em “Kitbag”, que deveria começar a ser filmada nas próximas semanas. No filme, Comer viveria a imperatriz da França, dividindo a tela com Joaquin Phoenix (o “Coringa”) no papel de Napoleão Bonaparte. A revelação foi feita pela atriz durante participação no podcast Awards Chatter, do crítico Scott Feinberg (The Hollywood Reporter). “Infelizmente, devido à covid e às mudanças na programação, não acho que possa fazer ‘Kitbag’ agora devido a um conflito de agenda”, disse a atriz. Ela lamentou o problema, chamando a situação de “lixo”. A produção é da Apple e pretende ser uma “história de origem”, traçando a ascensão de Napoleão de soldado a imperador, e retratando ainda seu relacionamento volátil e intenso com sua mulher, Josephine (ou Josefina, como era chamada no Brasil). O roteiro foi escrito por David Scarpa, que escreveu “Todo o Dinheiro do Mundo” para Scott. A produção estava agendada para começar a ser filmada na Europa neste mês de janeiro. Mas a atriz limpou sua agenda cinematográfica para se concentrar no teatro no começo deste ano. Ela inicia em março os ensaios para “Prima Facie”, sua primeira produção teatral no West End londrino.
Chris Evans pode viver Gene Kelly no cinema
O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), pode interpretar o famoso astro Gene Kelly (1912–1996) no cinema. Atualmente sem título, o projeto é baseado em uma ideia original concebida pelo próprio Evans e acompanha um menino de 12 anos que trabalha nos estúdios da MGM em 1952, época do grande hit de Kelly, “Cantando na Chuva”. A criança cria uma amizade imaginária com a lendária estrela de cinema enquanto trabalha em seu próximo filme. O roteiro está sendo escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”) e a produção vai incluir o cineasta Rian Johnson, marcando um reencontro do diretor com Evans após o hit “Entre Facas e Segredos” (2019). Em estágio inicial, o projeto ainda não tem nenhum estúdio anexado no momento.
Sexta animação da franquia “A Era do Gelo” ganha novo trailer
A Disney divulgou dois pôsteres e um novo trailer de “A Era do Gelo: As Aventuras de Buck”, sexto longa animado – ou primeiro spin-off – da franquia “A Era do Gelo”, que terá lançamento exclusivo na plataforma Disney+. A trama acompanha os irmãos gambás pré-históricos Crash e Eddie numa volta ao mundo selvagem dos dinossauros, quando eles decidem viver uma nova aventura com a doninha caolha Buck. Os demais personagens também aparecem na prévia, em pequenas participações. Mas o que mais chama atenção no trailer é o visual com menos detalhes – e acabamento inferior – em relação aos outros filmes. Vale lembrar que a Disney se desfez do estúdio Blue Sky, que faturou mais de US$ 5 bilhões com o lançamento de 13 filmes de sucesso, incluindo as franquias “A Era do Gelo” e “Rio”, além de “O Touro Ferdinando”, que recebeu indicação ao Oscar, todos com direção do brasileiro Carlos Saldanha, após comprar o conglomerado 21th Century Fox. Com direção de John C. Donkin, que trabalhou como produtor nos filmes anteriores, a estreia de “A Era do Gelo: As Aventuras de Buck” está marcada para 28 de janeiro na Disney+. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão com legendas, que destaca a voz de Simon Pegg (das franquias “Missão: Impossível” e “Star Trek”) como Buck.
Sony adia “Morbius” para abril
A Sony anunciou um novo adiamento de “Morbius”, filme do universo do Homem-Aranha estrelado por Jared Leto, que deveria estrear neste mês. O filme chegaria aos cinemas americanos em 28 de janeiro, um dia depois do lançamento no Brasil, mas agora só será lançado em 1 de abril. Esta é a quarta vez que a Sony Pictures empurra a produção para frente. Inicialmente, “Morbius” estrearia em julho de 2020, mas aí veio a pandemia e o estúdio atrasou o lançamento para março, depois para outubro e tinha expectativas de finalmente exibi-lo agora em janeiro de 2022. Com o novo adiamento, o filme entrará em cartaz com quase dois anos de atraso em relação à data originalmente prevista. O estúdio não ofereceu um motivo oficial para a mudança, mas especula-se que a culpa seja do Homem-Aranha. O sucesso fenomenal de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” estimulou a Sony a decidir manter o filme mais tempo em cartaz. Lançar “Morbius” em três semanas seria concorrência desnecessária contra seu hit. O longa gira em torno de Michael Morbius (Leto), um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que, ao tentar descobrir a cura para uma doença terminal, transforma-se acidentalmente num vampiro. Embora tenha ficado superpoderoso como efeito colateral, ele precisa lutar contra o desenho de matar e se alimentar de sangue humano. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”), a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”) e o elenco inclui ainda Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”), Jared Harris (“Chernobyl”), Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) e Michael Keaton, retomando seu papel de Abutre, do filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). Veja abaixo um trailer a produção.
Vídeos de “Sing 2” destacam vozes de Vanessa Camargo, Fiuk, Sandy, Lexa e Paulo Ricardo
A Universal divulgou sete vídeos para destacar os dubladores brasileiros de “Sing 2”, sequência da animação musical de 2016. A lista é formada por cantores muito conhecidos. Três já tinham participado do primeiro filme, Sandy, Wanessa Camargo e Fiuk. As novidades incluem Fábio Jr, dublando o pai de Fiuk na trama, além de Lexa, Any Gabrielly e Paulo Ricardo, que dão vozes a novos personagens. Nos EUA, os dubladores originais incluem Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, que cantaram no primeiro filme. Já a maior novidade internacional de “Sing 2” é ninguém menos que Bono Vox, do U2, como um roqueiro icônico. O papel coube a Paulo Ricardo no Brasil. Na sequência, os integrantes do concurso de calouros do primeiro filme preparam um grande espetáculo e, para tirar o projeto do papel, convencem o patrocinador que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para a Illumination, mesma produtora das animações de “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia vai acontecer na quinta-feira (6/1) no Brasil, duas semanas depois dos EUA.
“Turma da Mônica” lota mais cinemas brasileiros que “Matrix”
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” continua liderando as bilheterias no Brasil. O filme levou 872 mil pessoas aos cinemas brasileiros e arrecadou R$ 17,9 milhões entre quinta-feira e domingo, segundo dados da consultoria Comscore. Desde a estreia, já foi visto por 12,3 milhões de espectadores e rendeu R$ 227,6 milhões em ingressos vendidos. Com ingressos mais caros, graças à exibição em salas especiais, “Matrix Resurrections” ficou em 2º lugar, visto por 111 mil pessoas e com R$ 2,4 milhões em bilheteria. Apesar disso, a estreia de “Turma da Mônica – Lições” foi mais vista que a continuação da Warner. A adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa teve o segundo maior público nos cinemas brasileiros no fim de semana, com 112,8 mil espectadores, mas por não estar em cartaz no circuito IMAX ou em salas 3D, teve arrecadação menor que “Matrix”, com R$ 2 milhões. Veja abaixo o top 10 das bilheterias nacionais do fim de semana do Ano Novo, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 30/12 -2/121. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #MatrixResurrections 3. #TurmaDaMonica Lições 4. #sing2 – pré-estreia5.#Encanto 6. #festivaldoamor7. #casagucci 8. #KingRichard 9. #cronicafrancesa10. #marighella — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 3, 2022
Max Julien (1933–2022)
O ator Max Julien, que estrelou o clássico blaxploitation “The Mack”, morreu no dia de Ano Novo no Hospital de Sherman Oaks, em Los Angeles, aos 88 anos. A causa da morte ainda não foi determinada. Julien começou a carreira em outro famoso título de blaxploitation, como coadjuvante em “The Black Klansman” em 1966, antes do gênero dos filmes criminais com astros negros e trilha funk virar uma vertente cinematográfica. Sua filmografia repleta de cult movies ainda inclui o psicodélico “Busca Alucinada” (Psych-Out, 1968), com Jack Nicholson roqueiro, o sensacional “O Poder Negro” (1968), em que Jules Dassin antecipou “Judas e o Messias Negro” (2021) com roteiro da ativista Ruby Dee, e “À Procura da Verdade” (Getting Straight, 1970), com Elliott Gould e Candice Bergen, sobre os protestos estudantis do período. Mas o filme que o consagrou foi mesmo “The Mack”, em que interpretou Goldie, um ex-presidiário que se tornou um cafetão famoso em Oakland com a ajuda de Slim, personagem vivido pelo jovem comediante Richard Pryor. Com músicas do cantor Willie Hutch, o filme de 1973 virou um dos mais elogiados exemplares da era. Segundo Quentin Tarantino, trata-se do “melhor e mais memorável filme de crime de todo o gênero blaxploitation”. Além disso, a banda eletrônica The Chemical Brothers criou sua própria versão de um dos hits da trilha, “Brothers Gonna Work It Out”, que inclusive batizou um de seus álbuns de discotecagem em 1998. Julien aproveitou o sucesso do longa para escrever o roteiro de “Cleopatra Jones” (1973), que virou outro cult, estrelado por Tamara Dobson. Apesar disso, o filme de gângster de época “Thomasine & Bushrod” (que ele também escreveu), lançado no ano seguinte como um “Bonnie & Clyde negro”, foi seu último trabalho no cinema em décadas. Ele fez algumas produções off-Broadway, incluindo “Shakespeare in the Park” para o famoso produtor Joseph Papp, e participações em séries como “Mod Squad” e “Os Audaciosos”, mas só foi voltar aos cinemas uma última vez em 1997, na comédia “Armadilhas do Amor” (How to Be a Player), como tio do protagonista – que por sinal era fã de “The Mack”. Veja abaixo o trailer da produção cultuada e a cena com diálogo sampleado pelos Chemical Brothers.
“Homem-Aranha” passa “Pantera Negra” e vira 12ª bilheteria mundial
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” atingiu US$ 1,37 bilhão em todo o mundo, o que equivale à 12ª maior bilheteria mundial de todos os tempos, deixando para trás “Pantera Negra” (US$ 1,35 bilhão). Deste total, US$ 609,9 milhões foram conquistados com arrecadação doméstica, o suficiente para a coprodução da Sony e da Disney/Marvel entrar no Top 10 de todos os tempos da América do Norte. Só neste fim de semana, a conta aumentou US$ 52,7 milhões nos EUA e Canadá. Valor igualmente impressionante veio do mercado exterior, onde atingiu US$ 759 milhões ao todo, feito conquistado sem lançamento na China. Graças ao sucesso do filme, a receita de Hollywood com venda de ingressos de 2021 foi o dobro de 2020 – mas continua 60% menor que a de 2019, antes da pandemia. Embora os lançamentos de super-heróis tenham sido a melhor notícia do mercado, aos poucos a vacinação das crianças tem melhorado também o desempenho das animações. Não por acaso, o segundo filme mais visto na América do Norte foi “Sing 2”, da Illumination/Universal, com US$ 19,6 milhões no fim de semana e um total de US$ 89,8 milhões em 14 dias nos cinemas dos EUA e Canadá. Em todo o mundo, a produção está com US$ 144,5 milhões. Enquanto isso, “King’s Man: A Origem” e “Matrix Resurrections” sofrem para se pagar. O prólogo de “Kingsman” ficou em 3º lugar com US$ 4,5 milhões, atingindo um total doméstico de US$ 19,5 milhões em 14 dias e uma soma global de US$ 47,8 milhões. Já “Matrix Resurrections” – que foi lançado simultaneamente na HBO Max nos EUA – teve uma queda de arrecadação maior do que qualquer outro título no top 10 – 64% – , revelando o impacto negativo da estratégia da Warner de lançar seus filmes nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo. Em 5º lugar, a retomada da franquia “Matrix” fez apenas US$ 3,8 milhões para atingir um total doméstico de US$ 30 milhões em 14 dias. Seu desempenho foi tão ruim que foi ultrapassado até por “American Underdog”, um filme cristão sobre um jogador de futebol americano que faturou US$ 4,1 milhões – e US$ 15 milhões em 9 dias, sem distribuição internacional. “Matrix Resurrections” tem se saído melhor no exterior, onde não está disponível em streaming, com uma bilheteria internacional de US$ 75,1 milhões e um total global de US$ 106 milhões. O problema é que isso não paga nem a campanha de marketing do filme, que teria custado US$ 190 milhões para ser produzido.












