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  • Filme

    Michael B. Jordan vira suspeito de chacina no Ceará

    7 de janeiro de 2022 /

    O ator americano Michael B. Jordan, destaque nas franquias “Pantera Negra” e “Creed”, virou suspeito de homicídio, após ter uma foto incluída em um catálogo da Polícia Civil do Ceará para reconhecimento de possíveis responsáveis pela chacina da Sapiranga, que mantou cinco pessoas na noite de Natal. A foto do astro de Hollywood, que só veio ao Brasil em 2018 para participar da CCXP, foi descoberta pelo jornal Diário do Nordeste como uma das três imagens presentes num Termo de Reconhecimento Fotográfico da Polícia Civil do Ceará (PCCE). Em nota enviada à imprensa local, a polícia informou que o trabalho de reconhecimento fotográfico é “apenas uma das etapas que podem levar ao indiciamento de um acusado”. Sem explicar porque a foto do ator foi parar em seu catálogo, a polícia afirmou usar também outros métodos para chegar aos suspeitos, como “elementos comprobatórios por meio de provas técnicas, através de perícias, e testemunhas”. A chacina aconteceu no bairro de Sapiranga, em Fortaleza. Além dos mortos, outras seis pessoas ficaram feridas. Até o momento, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificou e prendeu 28 pessoas suspeitas de envolvimento na chacina. O sistema de reconhecimento de suspeitos por meio de fotos tem sido amplamente usado pela polícia brasileira, entretanto apresenta várias falhas, que contribuem para a perpetuação do racismo. É recorrente que, em reconhecimentos por fotografias, imagens de pessoas negras sejam colocadas para serem apontadas como suspeitos, selecionadas por algoritmos que refletem preconceitos de seus programadores brancos e relacionam as pessoas negras com crime.

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  • Filme

    Filmes com Will Smith e Ben Affleck estreiam em streaming

    7 de janeiro de 2022 /

    A programação das plataformas de streaming e locadoras digitais traz ótimos filmes para o fim de semana, com destaque para “King Richard”, o longa que pode render o Oscar para Will Smith. Outros astros de Hollywood chegam em títulos inéditos no circuito cinematográfico, como Ben Affleck no drama “The Tender Bar” e Chlöe Grace Moretz na sci-fi “Mãe x Androides”. E ainda há Dev Patel em “A Lenda do Cavaleiro Verde”, um dos melhores filmes de 2021, que desembarca no Brasil direto em VOD (locação digital). Confira abaixo as 10 melhores opções de estreias, de sugestões de terror a títulos cinéfilos, para aproveitar o cinema em casa.     KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | HBO Max e VOD*   Will Smith (“Esquadrão Suicida”) busca sua terceira indicação ao Oscar após “Ali” (2001) e “À Procura da Felicidade” (2006) com uma nova cinebiografia, dando vida à perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams. O drama edificante mostra como Richard Williams (Smith) lutou contra todas as expectativas raciais para transformar suas filhas nas primeiras tenistas negras campeãs mundiais. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), “King Richard” tem música-tema inédita de Beyoncé, 91% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega ao streaming apenas um mês depois de passar pelos cinemas.     THE TENDER BAR | Amazon Prime Video   O drama de formação dirigido por George Clooney (“O Céu da Meia-Noite”) destaca o trabalho do ator Ben Affleck (“Liga da Justiça”), que eleva a história convencional com um ótimo desempenho. Na trama, ele é o tiozão proprietário de um bar decadente que ensina lições de vida ao sobrinho, enquanto o menino cresce e atinge idade suficiente para virar Tye Sheridan (“X-Men: Fênix Negra”) e entrar na faculdade. A trama é adaptação do livro autobiográfico do jornalista JR Moehringer, lançado no Brasil como “Bar Doce Bar”, e tem roteiro do superestimado William Monahan, que venceu o Oscar por piorar a trama do thriller de Hong Kong “Infernal Affairs” (2002) em “Os Infiltrados” (2006).     A LENDA DO CAVALEIRO VERDE | VOD*   Um dos melhores filmes do ano pulou os cinemas para chegar direto nas locadoras digitais. Em clima de terror medieval e repleto de imagens impressionantes, “A Lenda do Cavaleiro Verde” oferece uma visão alternativa para a fábula dos Cavaleiros da Távola Redonda. Na trama, Sir Gawain (Dev Patel, de “Lion”) parte em uma jornada condenada e cheia de desafios para enfrentar uma criatura sobrenatural gigante, mesmo sabendo que viaja rumo à morte certa, com a esperança de que seja uma morte com honra. O filme tem direção de David Lowery (“Meu Amigo, O Dragão”), especialista em fantasias de visual deslumbrante, e ainda destaca em seu elenco Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Joel Edgerton (“O Rei”), Sean Harris (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) e Barry Keoghan (“Eternos”).     O REI DA ESCÓCIA | VOD*   Sequência não oficial – e de baixo orçamento – de “Coração Valente”, este épico modesto começa após a derrota de rebelião de William Wallace (Mel Gibson, no filme de 1995). Sem o mesmo êxito em inflamar as massas, seu aliado Robert the Bruce se vê sozinho, ferido e caçado pelas forças da Inglaterra, mas reencontra forças ao ser salvo por uma família simples, cujos filhos se tornam os primeiros soldados em seu novo exército. Além de abordar o período histórico imediatamente posterior a “Coração Valente”, a produção é protagonizada por Angus Macfadyen, que retoma o papel de Robert the Bruce após dar vida ao personagem no filme de Mel Gibson. O ator também assina o roteiro. Mas vale dizer que esta história foi melhor contada em “Legítimo Rei”, da Netflix.     MÃE X ANDROIDES | Netflix   A sci-fi apocalíptica traz Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) como uma grávida que foge com o namorado, quando androides (robôs de aparência humana) usados em trabalhos domésticos declaram guerra contra a humanidade. O casal tenta se esconder dos ataques brutais na floresta, com a esperança de encontrar um lugar seguro para dar a luz. A premissa que sugere “O Exterminador do Futuro” em “Um Lugar Silencioso” foi concebida por Mattson Tomlin, mais conhecido por seu trabalho como roteirista de “Power” (o filme de super-heróis genéricos da Netflix) e do novo longa de Batman. Por curiosidade, Tomlin também desenvolve uma série de animação sobre “O Exterminador do Futuro” na Netflix, que ainda não tem previsão de estreia.     PÂNICO NA FLORESTA: A FUNDAÇÃO | Telecine   O sexto filme da longeva franquia de terror surpreende por ser o melhor e o mais violento. Praticamente um reboot, acompanha um novo grupo de jovens incautos que resolve andar por onde não devia e acaba vítima das armadilhas mortais de uma comunidade isolada, que odeia visitantes em suas montanhas. O roteiro é do criador da franquia, Alan B. McElroy, que concebeu o primeira variação montanhesa de “O Massacre da Serra Elétrica” em 2003. O elenco inclui vários atores conhecidos de séries, como Emma Dumont (“The Gifted”), Daisy Head (“Guilt”), Charlotte Vega (“Warrior Num”), Adain Bradley (“Riverdale”) e o veterano Matthew Modine (“Stranger Things”).     SARAH INTERPRETA UM LOBISIOMEM | Filmicca   Apesar do título, não se trata de terror, mas um drama sobre uma jovem demasiadamente apaixonada pelo clube de teatro de sua escola. A Sarah do título é uma confusão de raiva, frustração e medo, cheia de problemas familiares, mas também de energia criativa, que encontra no teatro um espaço para explorar suas emoções mais sombrias, inclusive fantasias de suicídio. Exibido no Festival de Veneza, o filme da suiça Katharina Wyss também explora a natureza teatral da vida cotidiana dos adolescentes, idade em que se experimenta novos papéis, roupas, gírias, parceiros e gostos.     OS MEMBROS DA FAMÍLIA | Filmicca   Vencedor do Festival de Valência, a dramédia argentina acompanha um adolescente obcecado por fitness e sua irmã mais velha com inclinações místicas, que se veem presos numa cidade litorânea quase deserta ao tentarem cumprir os últimos desejos de sua mãe morta. A situação deprimente e tediosa é amenizada por momentos de humor sutil, da mesma forma como a atmosfera enganosamente minimalista, com cores desbotadas, dá vida a belas imagens, especialmente nas cenas de praia, sob a direção criativa de Mateo Bendesky (“Acá Adentro”).     WHAT DO WE SEE WHEN WE LOOK AT THE SKY | MUBI   Premiado pela crítica internacional no Festival de Berlim de 2021, o drama do georgiano Aleksandre Koberidze narra uma história de amor à primeira vista digna das melhores fábulas encantadas, com direito à indefectível maldição inesperada. Após um casal se ver e se apaixonar à distância nas ruas de Kutaisi, na Geórgia, Europa Oriental, um evento sobrenatural acontece e, antes que possam ter seu primeiro encontro romântico, suas aparências mudam drasticamente, impedindo que se reconheçam. Assumidamente romântica, a obra tem uma fotografia belíssima, que encontra mágica nos aspectos mais banais do cotidiano.     RESPIRE FUNDO | VOD*   Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) vive uma autora de best-sellers infantis, que faz sucesso ensinando as crianças a se libertar de seus medos. Mas quando sua filha nasce, a depressão pós-parto faz com que ela tenha que aprender sua própria lição de sobrevivência. Primeiro longa dirigido por Amy Koppelman, que adapta seu próprio livro, o drama detalha, de forma quase didática, o desequilíbrio químico que afeta muitas mulheres após a gravidez.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Vivo Play e YouTube, entre outras.

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    Sidney Poitier (1927–2022)

    7 de janeiro de 2022 /

    Sidney Poitier, primeiro ator negro a vencer o Oscar, morreu nesta sexta (7/1), aos 94 anos. O falecimento foi anunciado pelo ministro das Relações Exteriores das Bahamas, país de origem de Poitier, e a causa da morte não foi revelada. O ator tinha dupla cidadania já que nasceu inesperadamente em Miami durante uma visita dos pais aos Estados Unidos. Ele cresceu nas Bahamas, mas mudou-se para os EUA aos 15 anos. Com uma carreira repleta de papéis marcantes, sua trajetória se confunde com a luta pelos direitos civis nos EUA. O tema racial esteve presente em sua filmografia desde o primeiro papel, em “O Ódio é Cego” (1950), como um médico negro que precisa tratar de dois irmãos racistas. Na juventude, também integrou o elenco de “Sementes de Violência”, o filme sobre estudantes delinquentes que foi responsável por colocar o primeiro rock nas paradas de sucesso em 1955 – “Rock Around the Clock”, de Bill Haley & His Comets. Em 1958, Poitier se tornou o primeiro negro indicado ao Oscar de Melhor Ator, pelo longa “Acorrentados”, que ainda lhe rendeu o prêmio de intérprete no Festival de Berlim daquele ano. No filme de Stanley Kramer, ele aparecia acorrentado a Tony Curtis. Os dois davam vida a prisioneiros fugitivos que deviam aprender a se relacionar bem para evitar a captura. A lista de clássicos do período o colocou a encenar a revolução sangrenta dos Mau Maus no Quênia colonial em “Sangue Sobre a Terra” (1957), estrelar a adaptação do musical de blues “Porgy & Bess” (1959), liderar soldados racistas durante a 2ª Guerra Mundial em “Os Invencíveis” (1960), levar às telas a peça “O Sol Tornará a Brilhar” (1961) sobre a situação de pobreza da população negra nos EUA, celebrar a era do cool jazz em “Paris Vive à Noite” (1961) e ser o psicólogo de um presidiário neonazista em “Tormentos D’Alma” (1962). Ele venceu o Oscar por “Uma Voz nas Sombras” (1963), que ainda lhe rendeu o segundo prêmio de Melhor Ator no Festival de Berlim. Sem tema polêmico, o filme o trazia como um faz-tudo que ajuda um grupo de freiras a construir uma capela no meio do deserto. Depois desse feito, passaram-se quase quatro décadas até que outro astro negro fosse reconhecido como Melhor Ator pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Isto só aconteceu com Denzel Washington por “Dia de Treinamento” (2001), coincidentemente no mesmo dia em que Poitier recebeu um novo Oscar, numa homenagem pelo conjunto de sua obra. Embora já tivesse uma carreira repleta de obras icônicas, depois do Oscar Poitier viu sua filmografia se tornar ainda mais influente, acrescentando vários outros trabalhos que denunciavam o racismo da época. Curiosamente, isto aconteceu ao mesmo tempo em que seus filmes ganharam maior apelo comercial. Duas de suas obras mais populares depois do Oscar o colocaram como par romântico de jovens brancas. Em “Quando Só o Coração Vê” (1965), ele alimentava o afeto de uma garota cega que não distinguia diferenças raciais. E em “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967) era apresentado como noivo da filha de brancos supostamente liberais. Este filme marcou época, denunciando com humor constrangedor a hipocrisia de uma sociedade que apenas fingia tolerância racial, com uma força poucas vezes vista no cinema. 1967 foi, definitivamente, um ano impactante na carreira do ator, pois ainda incluiu mais dois clássicos absolutos: “Ao Mestre, com Carinho” (1967), em que Poitier interpretou um professor que conquista o respeito de adolescentes brancos rebeldes de Londres, e “No Calor da Noite” (1967), no qual deu vida ao detetive policial Virgil Tibbs, investigando um assassinato numa região racista do sul dos EUA. Numa cena marcante, ele retribuía um tapa num racista. Foi a primeira vez que um negro estapeava um branco racista num filme. “É uma escolha clara”, disse Poitier sobre os papéis que aceitava, numa entrevista concedida naquele ano. “Se a estrutura da sociedade fosse diferente, eu gritaria aos céus para bancar o vilão e lidar com diferentes imagens da vida do negro que seriam mais dimensionais. Mas eu seria amaldiçoado se fizesse isso nesta etapa do jogo”. Ele retomou o papel do detetive Tibbs em mais dois filmes, “Noite Sem Fim” (1970) e “A Organização” (1971), confrontando brancos poderosos. E então, no auge de sua popularidade, decidiu virar diretor, assinando o cultuado western “Um por Deus, Outro pelo Diabo” (1972). Ao todo, Poitier dirigiu oito filmes até 1990. Um dos mais simbólicos, “Dezembro Ardente” (1973), foi motivado pelo desejo simples de viver um romance com uma mulher negra nas telas, algo que nunca tinha feito em sua longa e prestigiosa carreira, porque Hollywood não estava interessada em mostrar romances entre casais negros. Os demais filmes que assinou foram comédias estreladas por ele mesmo com Bill Cosby, ou protagonizadas por Gene Wilder e Richard Pryor – incluindo o sucesso “Loucos de Dar Nó” (1980). Mas esta dedicação à direção teve um efeito colateral, afastando-o das telas. Ele passou a aparecer basicamente nos filmes que dirigia, voltando a atuar para terceiros apenas no fim dos anos 1980, em obras como “Espiões sem Rosto” (1988), ao lado de River Phoenix, e “Quebra de Sigilo” (1992), com Robert Redford. Nos anos 1990, ainda fez algumas produções televisivas. Duas lhe renderam indicações ao Emmy: a minissérie “Separados, Mas Iguais” (1991) e o telefilme “Mandela e De Klerk” (1997), em que viveu Nelson Mandela. Sua última aparição cinematográfica foi no thriller “O Chacal” em 1997, e quatro anos depois abandonou as telas com o desempenho no telefilme “Construindo um Sonho” (2001). O que o motivou a se afastar do cinema foi o convite para ser embaixador das Bahamas no Japão, cargo que ele serviu entre 1997 e 2007. Mas mesmo afastado das telas, o mestre continuou a receber o carinho de Hollywood e do mundo, com vários prêmios pela carreira – em homenagens do Oscar, da Academia Britânica, do Globo de Ouro, etc – em reconhecimento ao seu enorme talento e por tudo o que representou para a Cultura e a civilização.

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    Nicolas Cage vai ser pai pela terceira vez

    6 de janeiro de 2022 /

    O ator Nicolas Cage vai ser pai pela terceira vez aos 57 anos. O artista, que já é pai de Weston, um metaleiro de 31 anos, e de Kal-El, de 16 anos, espera seu primeiro filho com a atual mulher, a dançarina Riko Shibata, de 27 anos. A informação foi confirmada por um representante do casal à revista People, que afirmou que os dois estão “eufóricos” com a novidade. Cage e Shibata se casaram no dia 16 fevereiro do ano passado em uma cerimônia intimista no Wynn Hotel em Las Vegas, Estados Unidos. A data foi escolhida como forma de homenagear o aniversário do já falecido pai do ator. O casal se conheceu em Shiga, no Japão, quando Cage foi ao país filmar “Ghostland: Terra Sem Lei”, do cineasta Sion Sono. Shibata faz uma figuração no filme, que foi disponibilizado em VOD no final de dezembro no Brasil.

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    Denzel Washington vive “A Tragédia de Macbeth” em trailer da Apple TV+

    6 de janeiro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou um novo trailer do drama em preto e branco “A Tragédia de Macbeth”, que junta pela primeira vez os vencedores do Oscar Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Frances McDormand (“Nomadland”). A prévia traz cenas plasticamente impressionantes e destaca elogios da crítica internacional para a obra, que também marca o primeiro trabalho solo de direção de Joel Coen, após romper a famosa e premiada parceria com seu irmão Ethan. Exibido na abertura do Festival de Nova York, o filme é uma nova versão da famosa peça “Macbeth”, de William Shakespeare, trazendo Washington como o homem que seria rei e McDormand no papel de sua esposa maquiavélica, que transformam suas ambições num banho de sangue. Além de Washington e da esposa do diretor, o elenco também inclui Alex Hassell (“The Boys”), Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”), Kathryn Hunter (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Harry Melling (“O Gambito da Rainha”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Bertie Carvel (“Bagdá Central”) e Brendan Gleeson (“Mr. Mercedes”). “A Tragédia de Macbeth” estreia na plataforma Apple TV+ em 14 de janeiro.

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    Trailer de “Moonfall” mostra novo apocalipse do diretor de “Independence Day”

    6 de janeiro de 2022 /

    O filme “Moonfall” ganhou pôsteres internacionais e um novo trailer legendado. A prévia mostra cenas típicas das sci-fi apocalípticas de Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”), com o mundo sendo destruído por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra. Várias cenas lembram o recente fenômeno “Não Olhe para Cima”, da Netflix, mas feitas à sério. Além da direção, Emmerich também assina o roteiro ao lado de outros especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Já o elenco destaca Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”), Wenwen Yu (“Between Us”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). “Moonfall” tem estreia marcada para 3 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Peter Bogdanovich (1939-2021)

    6 de janeiro de 2022 /

    O diretor Peter Bogdanovich, de clássicos como “A Última Sessão de Cinema”, “Lua de Papel” e “Marcas do Destino”, morreu nesta quinta (6/1) de causas naturais em sua casa em Los Angeles, aos 82 anos. Filho de um pintor sérvio, ele decidiu estudar para virar ator aos 16 anos, mas já aos 20 fez a transição para a direção, numa montagem teatral off-Broadway de “The Big Knife”, que ganhou muitos elogios em 1959. Seu primeiro contato com o cinema foi por meio de críticas e artigos publicados na revista Esquire. Acabou encorajado a se mudar para Hollywood, onde conheceu Roger Corman, que o colocou a trabalhar como seu assistente no clássico de motoqueiros “Os Anjos Selvagens”, estrelado por Peter Fonda em 1966. A estreia como diretor aconteceu dois anos depois com “Na Mira da Morte”. Escrito pelo próprio Bogdanovich, o filme destacava em seu elenco o astro de terror Boris Karloff (“Frankenstein”), que devia dois dias de filmagem a Corman. Mesmo com esta restrição, virou um clássico de suspense, contando a história de um atirador que começava a disparar num cine drive-in, durante a aparição de um antigo astro de Hollywood (Karloff). Em troca deste filme, ele topou dirigir um trash para Corman, “Viagem ao Planeta das Mulheres Selvagens” (1968), sobre mulheres belíssimas que habitavam o planeta Vênus. Mas usou um pseudônimo para não se queimar. Decidido a virar um diretor sério, conseguiu assegurar produção de um grande estúdio, a Columbia Pictures, para seu longa seguinte. E fez questão de filmar em preto e branco. Lançado em 1971, “A Última Sessão de Cinema” o consagrou com duas indicações ao Oscar, como Melhor Diretor e Roteirista. O drama baseado no romance homônimo de Larry McMurtry acompanhava estudantes do ensino médio que viravam adultos em uma cidade isolada e decadente no norte do Texas em 1951, momento em que o local começava a definhar, tanto cultural como economicamente. O elenco da produção projetou os jovens astros Timothy Bottoms, Jeff Bridges e Cybill Shepherd, e rendeu Oscars de Melhores Atores Coadjuvantes aos veteranos Cloris Leachman e Ben Johnson. Com apenas 31 anos, Bogdanovich viveu o auge e chegou a ser comparado a Orson Welles. “Ele realizou o mais difícil de todos os feitos cinematográficos: tornou o tédio fascinante”, definiu a revista Time ao elogiar sua obra-prima. Bogdanovich ainda conseguiu um novo amor com “A Última Sessão de Cinema”: Cybill Shepherd, que ele transformou em atriz após vê-la como modelo na capa da revista Glamour. O caso levou ao rompimento de seu casamento com a designer de produção Polly Platt, com quem o cineasta teve duas filhas. A fase de ouro de sua carreira continuou com a comédia “Essa Pequena é uma Parada” (1972) e o drama “Lua de Papel” (1973), ambos estrelados por Ryan O’Neal. Também filmado em preto e branco, “Lua de Papel” foi a última unanimidade crítica de Bogdanovich, acompanhando um golpista e uma menina durante a Grande Depressão. Nos papel principal, O’Neal contracenou com sua própria filha, Tatum O’Neal, que pelo desempenho se tornou a atriz mais jovem a vencer um Oscar, aos 10 anos de idade. Depois destes lançamentos, Bogdanovich decidiu rodar mais dois filmes com sua musa. Shepherd estrelou a comédia de costumes “Daisy Miller” (1974) e o musical “Amor, Eterno Amor” (1975), que também trouxe Burt Reynolds cantando e dançando corajosamente músicas de Cole Porter. Mas ambos fracassaram, já que a crítica – que anos antes o elogiava por revigorar a indústria – se voltara contra o cineasta. “Eles ficaram revoltados porque eu estava tendo um caso com Shepherd”, disse Bogdanovich em uma entrevista de 2019 ao site Vulture . “Eu vi fotos nossas em que parecia um cara arrogante e ela uma garota sexy. E éramos ricos e famosos e fazíamos filmes juntos. Nesta época, Cary Grant me ligou. Ele diz: ‘Peter, pelo amor de Deus, você pode parar de dizer às pessoas que está feliz? E pare de dizer que você está apaixonado. Eu disse: ‘Por quê, Cary?’ ‘Porque eles não estão felizes e não estão apaixonados.’ Ele estava certo.” O status de menino dourado durou pouco e os filmes seguintes não foram incensados. Apesar disso, “No Mundo do Cinema” (1976), novamente estrelado por Ryan e Tatum O’Neal, foi exibido no Festival de Berlim. Sua carreira sofreu outro baque quando um novo affair o devolveu aos tabloides. Ele se envolveu com a ex-playmate Dorothy Stratten, ao dirigi-la na comédia romântica “Muito Riso e Muita Alegria” em 1980, e a jovem acabou assassinada por seu marido, Paul Snider, que depois se matou. Diante do crime, o estúdio desistiu de lançar o filme. Abalado, Bogdanovich comprou os direitos da 20th Century Fox e tentou distribuir a comédia sozinho. Mas ninguém encarou as sessões com risos e alegria, e o diretor acabou falindo. Em 1984, ele escreveu o livro “The Killing of the Unicorn: Dorothy Stratten 1960-1980”, no qual atribuiu grande parte da culpa pela morte de Stratten a Hugh Hefner, argumentando que o fundador da Playboy desencadeou a ira de Paul Snider quando o baniu de sua mansão. O cineasta recuperou seu prestígio com o lançamento de “Marcas do Destino” (1985), um drama romântico sobre um adolescente deformado. O filme estrelado pelos jovens Eric Stoltz e Laura Dern também incluiu em seu elenco a cantora Cher e foi um grande sucesso de público e crítica. Revigorado, ele decidiu retomar os personagens de seu principal clássico em 1990, voltando a se juntar com Timothy Bottoms, Jeff Bridges e Cybill Shepherd em “Texasville”, continuação colorida de “A Última Sessão de Cinema”. Mas o revival não teve a repercussão esperada. Sua vida privada voltou a render notícias quando ele se casou com Louise Stratten, irmã mais nova de Dorothy Stratten, em 1988. Ela tinha apenas 20 anos e ele estava com quase 50. Mesmo assim, o casamento durou até 2001 e eles permaneceram amigos depois do divórcio, chegando a morar juntos novamente no final de 2018, quando Bogdanovich precisou de ajuda após quebrar o fêmur. Stratten também escreveu o roteiro de “Um Amor a Cada Esquina”, último filme dirigido pelo cineasta em 2014. Antes disso, ele ainda filmou as comédias “Impróprio para Menores” (1992), com Michael Caine, “Um Sonho, Dois Amores” (1993), com River Phoenix, e “O Miado do Gato” (2001), com Kirsten Dunst, além de vários telefilmes e um documentário sobre a banda Tom Petty and the Heartbreakers. Mas os trabalhos de direção foram ficando cada vez mais escassos e espaçados, o que o fez reconsiderar sua incipiente carreira de ator. Bogdanovich costumava aparecer em seus filmes e tinha participado como ele mesmo de um episódio da série “A Gata e o Rato”, estrelada por Cybill Shepherd e Bruce Willis nos anos 1980. Mas foi só após ser estimulado por Noah Baumbach a coadjuvar em “Louco de Ciúmes” (1997), que passou a levar a sério a ideia de virar ator. Ele virou figura frequente no elenco de diversos filmes e séries dos anos 2000, incluindo o grande sucesso da HBO “Família Soprano” (The Sopranos), no qual viveu o terapeuta Dr. Elliot Kupferberg. A variedade de títulos que contaram com sua presença abrangem do terror blockbuster “It – Capítulo 2” (no papel de um diretor) ao drama indie “Enquanto Somos Jovens” (novamente dirigido por Baumbach), até se despedir da atuação na série “Get Shorty” em 2019. Ele também deu aulas de cinema, publicou diversos livros com entrevistas com os grandes mestres da sétima arte e desenvolveu um show solo chamado “Monstros Sagrados”, no qual contava anedotas sobre sua carreira. Mais recentemente, apresentava um podcast chamado “Plot Thickens”. A notícia de sua morte foi repercutida por dezenas de cineastas, como Guillermo del Toro e Francis Ford Coppola, e os mais variados astros de Hollywood nas redes sociais. “Ele foi meu Céu e meu Chão”, escreveu Tatum O’Neal, emocionada. Veja abaixo o trailer original da obra-prima do diretor.

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    “Sing 2” é a principal estreia de cinema da semana

    6 de janeiro de 2022 /

    Os cinemas recebem cinco lançamentos nesta quinta (6/12), com destaque para a animação musical “Sing 2”, com distribuição no maior número de salas. A segunda estreia mais ampla é um filme de ação: “King’s Man: A Origem”, prólogo ultraconservador da franquia “Kingsman”. Os demais lançamentos são um derivado da série anime “My Hero Academy” e dois títulos de circuito limitado – o novo Woody Allen e uma produção japonesa premiada. Confira abaixo os trailers e mais detalhes de cada estreia. SING 2   A continuação de “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” (2016), animação-karaokê em que bichos buscam o estrelato cantando sucessos da música pop, volta a reunir os integrantes do concurso de calouros do primeiro filme. Desta vez, eles convencem um magnata do entretenimento a bancar seu grande show, mentindo que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso. Além da volta dos dubladores originais, incluindo Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, “Sing 2” traz ninguém menos que Bono Vox, do U2, como o cantor icônico que os protagonistas tentam convencer a retomar a carreira. Envolvida na produção – e com várias músicas na trilha – , a banda U2 compôs a música-tema do desenho. Para não ficar atrás, a versão dublada em português também incluiu alguns cantores brasileiros, com destaque para Sandy, Lexa, Wanessa Camargo, Paulo Ricardo, Any Gabrielly e até a dupla de pai e filho Fábio Jr e Fiuk. Uma boa alternativa, já que a maioria das cópias chegam dubladas. KING’S MAN – A ORIGEM   Concebido como prólogo da franquia “Kingsman”, este filme também pode ter virado o epílogo das adaptações dos quadrinhos de Mark Millar após fracassar nas bilheterias e com a crítica dos EUA (43% de aprovação no Rotten Tomatoes). Passada na época da 1ª Guerra Mundial, a trama conta a origem da agência de espionagem britânica escondida nos fundos de uma alfaiataria de Londres, mas sem a diversão dos primeiros filmes e com um subtexto assumidamente pró-conservadorismo, enaltecendo a suposta superioridade da elite britânica em plena era da brutalidade colonialista. Novamente dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, o filme reúne um elenco grandioso, encabeçado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”), Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Djimon Honsou (“Capitão Marvel”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), que vive o vilão/alívio cômico Rasputin. O FESTIVAL DO AMOR   O último filme de Woody Allen foi realizado em meio à campanha de difamação movida por seus filhos, Dylan e Ronan Farrow, que retomaram antigas acusações por um suposto abuso cometido contra Dylan quando ela tinha sete anos, em 1992. Inocentado na época, mas condenado 30 nos depois na opinião pública, Allen perdeu parceiros de negócios e viu atores que venceram o Oscar com sua ajuda virarem-lhe as costas. Por conta disso, “O Festival do Amor” é o mais independente de seus filmes, sem produtora americana ou grandes astros. Rodado no verão de 2019 em San Sebastián, na Espanha, a trama gira em torno de um casal americano que participa do Festival de cinema local. O elenco é basicamente europeu, formado pelos espanhóis Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Sergi López (“O Labirinto do Fauno”), o francês Louis Garrel (“O Oficial e o Espião”), o austríaco Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e dois atores americanos nos papéis principais, Gina Gershon (“Riverdale”) e Wallace Shawn (“Young Sheldon”). RODA DO DESTINO   Premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim do ano passado, o filme de Ryûsuke Hamaguchi (“Asako I & II”) acompanha três casais em histórias paralelas de romance. As situações incluem um inesperado triângulo amoroso, uma armadilha de sedução que dá errado e um encontro resultante de um mal-entendido, que conduzem a escolhas e arrependimentos. Hamaguchi terminou o ano em alta devido a outro drama lançado em 2021, “Drive My Car”, considerado favorito para o Oscar de Melhor Filme Internacional. MY HERO ACADEMIA – MISSÃO MUNDIAL DE HERÓIS   Terceiro longa derivado da série animada japonesa, o filme acompanha a ameaça de uma organização sinistra, que planeja eliminar todos os humanos com superpoderes, forçando os heróis em treinamento a trabalhar como equipe. O detalhe é que eles têm apenas duas horas para salvar o mundo. Atualmente em sua 5ª temporada, a série original é disponibilizada na plataforma Crunchyroll.

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    Netflix lança trailer de novo romance teen

    5 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster espanhol e o trailer legendado do romance teen “Através da Minha Janela”. Produção espanhola, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy e conta a história de amor entre dois vizinhos adolescentes, que não podem ser mais diferentes. Dirigido por Marçal Flores (“Amor Eterno”), o filme destaca Clara Galle (“O Internato: Las Cumbres”) como a vizinha apaixonada e Julio Peña (“Bia”) como o vizinho convencido. A estreia está marcada para 4 de fevereiro.

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    Vídeo de “Uncharted” recria cena dos jogos com Tom Holland

    5 de janeiro de 2022 /

    A Sony divulgou uma cena completa de “Uncharted: Fora do Mapa”, que volta a trazer Tom Holland demonstrando sua habilidade “aracnídea” para malabarismos “impossíveis” que desafiam a gravidade. A cena da luta aérea recria situações conhecidas do terceiro game da franquia, “Uncharted 3: Drake’s Deception”, com direito a saltos em pleno ar e objetos caindo constantemente para atrapalhar o herói. Exibido nesta quarta (5/1) no primeiro dia da CES 2022, feira de consumo eletrônico em Las Vegas, o vídeo seria prova da fidelidade do filme em relação aos jogos. Só que não. A trama do filme “Uncharted” tem pouco a ver com o game homônimo sobre o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Ciente de que Tom Holland é muito novo para o papel, o roteiro apresenta uma origem do personagem que nunca foi vista nos games, com seu primeiro encontro com um caçador de tesouros que se torna seu mentor. Mark Wahlberg vive o segundo protagonista, após ser cotado para o papel de Drake numa versão anterior do projeto – há mais de uma década. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”) e Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que está tirando o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A estreia está marcada para 17 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Emma Watson faz piada com gafe do especial de “Harry Potter”

    5 de janeiro de 2022 /

    A atriz Emma Watson resolveu faz piada com a gafe do especial “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, que colocou uma foto de outra atriz como se fosse ela aos oito anos de idade. A imagem, na verdade, era de outra Emma, a atriz Emma Roberts de “American Horror Story”. Nesta quarta (5/1), Watson resolveu publicar em seu Instagram a foto errada, em que Roberts aparece com orelhas de Minnie Mouse, e escreveu: “Eu não era tão fofa assim, Emma Roberts!”. Ela ainda acrescentou a hashtag #IrmãsEmmaParaSempre, em inglês. Emma Roberts respondeu nos stories de seu Instagram, duvidando que Watson não fosse tão fofa. “Ha! Ha! Eu não acredito nisso”, ela escreveu. O equívoco aconteceu logo no começo do especial, aos 5 minutos e 52 segundos, quando a intérprete de Hermione Granger fala do sucesso do primeiro livro, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Ela afirma: “Eu acho que deveria ter uns 8 anos quando o primeiro livro foi lançado”. E para ilustrar sua fala é exibida a foto da sobrinha de Julia Roberts. Em um comunicado à imprensa, a HBO Max reconheceu o erro: “Bem notado, fãs de Harry Potter. Vocês trouxeram um erro de edição à nossa atenção. Uma nova versão [do especial] será disponibilizada em breve”. Além deste erro, o especial também trocou os nomes dos irmãos gêmeos Oliver e James Phelps aos identificá-los na tela. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emma Watson (@emmawatson)

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    Festival de Sundance será virtual após pico de contágio nos EUA

    5 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Sundance cancelou seus planos de realizar uma edição presencial neste ano. Os organizadores do principal festival de cinema independente dos EUA anunciaram nesta quarta-feira (5/1) o cancelamento de toda as exibições previstas devido à rápida propagação da variante ômicron do coronavírus nos Estados Unidos. Na segunda-feira (3/1), o país registrou o recorde de mais de 1 milhão de casos de covid-19 em um único dia, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. Por conta deste pico de contágio, o Sundance Institute, responsável pelo evento, decidiu realizar uma edição virtual entre 20 e 30 de janeiro, repetindo iniciativa do ano passado. “Apesar dos protocolos mais ambiciosos, a variante ômicron, com sua esperada alta transmissibilidade, está desafiando limites da segurança sanitária e das viagens, entre outros, nos Estados Unidos”, disseram os organizadores em um comunicado. “É por isso que estamos anunciando que os eventos presenciais do festival em Utah serão realizados em formato virtual este ano”. “Embora seja uma grande perda não ter uma experiência pessoal em Utah, não acreditamos que seja seguro nem viável reunir milhares de artistas, público, funcionários, voluntários e parceiros de todo o mundo por um período de 11 dias enquanto as comunidades sobrecarregadas já estão lutando para fornecer serviços essenciais”, segue o texto. “Nos últimos dias, tornou-se cada vez mais claro que esta é a decisão certa para o cuidado e o bem-estar de toda a nossa comunidade.” Não está claro se a mudança impactará a lista de filmes selecionados. Muitos cineastas podem não concordar com a transmissão digital de obras inéditas, por temor à pirataria. A relação original de filmes reúne mais de 80 títulos, entre novas obras de cineastas consagrados e muitas novas vozes que esperavam surpreender o público no final deste mês. Entre os títulos selecionados, estão documentários sobre Bill Cosby, Lucille Ball e Kanye West, o primeiro longa-metragem dirigido por Lena Dunham em mais de 10 anos e filmes estrelados por John Boyega, Dakota Johnson e Regina Hall, entre outros.

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    Grammy 2022 é adiado devido a variante ômicron

    5 de janeiro de 2022 /

    A Academia de Gravação dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (5/1) que o Grammy 2022 não vai mais acontecer em 31 de janeiro. A maior premiação da indústria musical americana foi adiado devido ao crescimento de casos de covid-19 nos Estados Unidos provocados pela variante ômicron. Os organizadores do prêmio não anunciaram uma nova data, mas prometeram divulgar “em breve” novidades sobre o evento. “A saúde e a segurança dos integrantes da nossa comunidade da música, do público presente, e das centenas de pessoas que trabalham incansavelmente para produzir nosso evento continuam a ser nossa maior prioridade”, disse a entidade em comunicado, assinado conjuntamente pela rede CBS, responsável pela transmissão televisiva do Grammy nos EUA. “Dada a incerteza em relação à variante ômicron, realizar a apresentação em 31 de janeiro simplesmente continha muitos riscos”, conclui o texto. Em 2021, o Grammy aconteceu em um local ao ar livre, o Los Angeles Convention Center, com uma plateia reduzida, e se tornou o mais bem-sucedido evento de premiação da era pandêmica. Este ano, porém, os organizadores e a CBS pretendiam realizar o evento em um formato mais tradicional. A lista de artistas indicados a prêmios destaca a jovem cantora Olivia Rodrigo, que disputa quatro das categorias principais: Melhor Álbum, Música, Gravação e Revelação do ano. O mais indicado no geral, porém, foi o pianista Jon Batiste, autor da trilha do filme “Soul”, que aparece em 11 categorias, seguido por Justin Bieber, Doja Cat e H.E.R., com oito indicações cada um.

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