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  • Filme

    Elenco de “Três É Demais” homenageia Bob Saget

    10 de janeiro de 2022 /

    O falecimento de Bob Saget, encontrado morto durante a noite de domingo (10/1) em um quarto de hotel em Orlando, pegou amigos e colegas de surpresa. Protagonista da série clássica “Três É Demais” (Full House), ele foi lembrado com carinho pelo meio artístico nesta segunda-feira (10/1), especialmente pelos colegas de sua série mais famosa. “Eu escrevi o papel de Danny Tanner para meu amigo Bob Saget”, mencionou Jeff Franklin, criador de “Três É Demais” e “Fuller House”, em sua conta no Instagram. “O personagem era gentil, genuíno, neurótico, um pouco nerd, um homem que abraçava, tinha um coração de ouro e era carinhosamente engraçado. Mas esse era Bob. O charme e a capacidade de amor de Bob foi a razão pela qual as pessoas abraçaram Danny Tanner. Foi uma grande honra ser irmão de Bob por 42 anos. Ícone da comédia e ser humano excepcional. Seu espírito e seu trabalho viverão para sempre”. John Stamos, que interpretou um dos melhores amigos de Saget em “Três É Demais”, não encontrou tantas palavras, dizendo-se destruído com a morte daquele que também era um de seus melhores amigos fora das telas. “Estou arrasado. Eu estou destruído. Estou em choque total. Nunca terei outro amigo como ele. Eu te amo muito Bobby”, escreveu nas redes sociais. Dave Coulier, o outro melhor amigo do personagem de Saget em “Três É Demais”, falou ainda menos, postando uma foto de mãos dadas com o ator. “Nunca vou deixar você ir”, ele escreveu ao lado da imagem. As gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, que ficaram mundialmente conhecidas em “Três É Demais”, dividindo o papel de uma das filhas de Saget entre 1987 e 1995, emitiram um comunicado para a imprensa, onde exaltaram seu antigo “pai” televisivo: “Bob era o homem mais amável, cheio de compaixão e generoso. Estamos profundamente tristes que ele não esteja mais conosco, mas sabemos que ele continuará ao nosso lado nos guiando graciosamente, como sempre fez. Nossos pensamentos estão com suas filhas, esposa e família, e estamos mandando nossas condolências.” A atriz Candace Cameron Bure, que viveu a filha mais velha de Saget em “Três É Demais” e repetiu o papel na sequência “Fuller House”, da Netflix, demonstrou seu choque em dois tuítes. No primeiro disse não saber o que dizer: “Não tenho palavras. Bob foi um dos melhores seres humanos que conheci em toda a minha vida. Eu o amava tanto”. Em seguida, voltou a expressar a dor da perda: “Eu não quero dizer adeus”. A filha do meio de “Três É Demais” e “Fuller House”, Jodie Sweetin manifestou-se no mesmo tom chocado: “Não há palavras suficientes para expressar o que estou sentindo hoje. Nem são grandes o suficiente para definir uma fatia de quem ele era. Uma coisa que eu sei é que nunca perdemos a chance de dizer um ao outro: “Eu te amo”. Toda vez que conversávamos… ele geralmente tinha que ter a última palavra, “Eu te amo mais…'” Andrea Barber, que também fazia parte do elenco mirim original de “Três É Demais” e virou coprotagonista de “Fuller House”, também se emocionou com um post no Instagram: “Esta perda doeu. Ele tinha o maior coração de qualquer pessoa em Hollywood. Ele deu os maiores abraços. Estou arrasada por nunca mais ser capaz de abraçá-lo novamente. Bob terminava cada texto, cada interação com “Eu te amo”. Não importava quanto tempo estivéssemos separados. Ele amava tão profundamente e ferozmente. E ele nunca hesitou em dizer o quanto você significava para ele. Esta é a maior lição que aprendi com Bob Saget – não hesite em dizer às pessoas que você as ama. Sinto-me em paz sabendo que Bob sabia exatamente o quanto eu o adoro”. Scott Weinger, intérprete de Steve Hale nas duas séries, o descreveu como mais que um amigo, um verdadeiro irmão. No fim do dia, o elenco inteiro de “Três É Demais” se juntou para compartilhar um post coletivo de despedida: “Trinta e cinco anos atrás, nos reunimos como uma família de TV, mas nos tornamos uma família de verdade. E agora sofremos como uma família. Bob nos fez rir até chorar. Agora nossas lágrimas fluem de tristeza, mas também de gratidão por todas as belas lembranças de nosso doce, gentil, hilário e querido Bob. Ele era um irmão para nós, os caras, um pai para nós, as meninas e um amigo para todos. Bob, nós te amamos muito. Pedimos em homenagem ao Bob, abrace as pessoas que você ama. Ninguém deu abraços melhores do que Bob”. Assinam John Stamos, Dave Coulier, Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Ashley e Mary-Kate Olsen, Andrea Barber, além de Lori Loughlin, que está sem redes sociais desde o escândalo da universidade das filhas, e o criador da série Jeff Franklin. Além dessas mensagens, vários outros artistas se manifestaram. Nem todos conheciam Saget pessoalmente. Outros trabalharam com ele em outras séries, como Kat Dennings, que recentemente esteve em “WandaVision” e foi uma das filhas televisivas do ator na sitcom “Raising Dad”. “Eu simplesmente não consigo acreditar. Que cara maravilhoso. Ele sempre se esforçava para me deixar confortável e falava sem parar sobre seus filhos. Que perda”, escreveu a atriz. I am broken. I am gutted. I am in complete and utter shock. I will never ever have another friend like him. I love you so much Bobby. — John Stamos (@JohnStamos) January 10, 2022 I don’t know what to say 💔. I have no words. Bob was one of the best humans beings I’ve ever known in my life. I loved him so much. — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 I love you sooooo much. I don’t want to say goodbye 💔. 35 years wasn’t long enough. https://t.co/QIN2pE41FL — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Franklin (@fullerhouseguy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jodie Sweetin (@jodiesweetin) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrea Barber (@andreabarber) Bob Saget was more than a friend. He was a big brother to me. Nobody ever made me laugh harder, the kind of laughter where your ribs are sore the next day. He was also a wonderful human being who never missed a chance to say "I love you" to the people he cared about. 💔 — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Bob was a passionate supporter of the Scleroderma Research Foundation, and fought hard to find a cure for the disease that took his sister. In his memory, please consider making a donation today. @srfcure https://t.co/N8ySggGHUU — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Candace Cameron Bure (@candacecbure) I just can’t believe it. What a wonderful guy. He always went out of his way to make me comfortable and talked nonstop about his kids. Such a loss 💔 pic.twitter.com/Yr6C3R4lEW — Kat Dennings (@OfficialKat) January 10, 2022

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  • Filme

    Elenco de “Jackass para Sempre” se arrebenta em novo trailer

    10 de janeiro de 2022 /

    A Paramount divulgou novos pôsteres e mais trailer de “Jackass para Sempre” (Jackass Forever), que mostra a trupe liderada por Johnny Knoxville se machucando de várias maneiras diferentes. O filme reúne o elenco original de “Jackass” para mais uma rodada de piadas cruéis com eles mesmos, geralmente perigosas e quase sempre absurdas, agora com o auxílio de novos integrantes no elenco. A direção é de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” na MTV no ano 2000 e responsável pelos filmes da franquia desde “Jackass: Cara-de-Pau – O Filme” em 2002. Também como sempre, roteiro e produção levam a assinatura do cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é cocriador da série com Tremaine e Knoxville. Originalmente previsto para outubro passado, o filme agora vai estrear em 4 de fevereiro nos EUA, duas décadas após o primeiro longa da trupe, mas perdeu a previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    “Ataque dos Cães” e “Amor, Sublime Amor” vencem o Globo de Ouro

    10 de janeiro de 2022 /

    Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou neste domingo os vencedores da 79ª edição do Globo de Ouro. Sem transmissão do evento, os premiados foram revelados nas redes sociais, com destaque para dois filmes. “Ataque dos Cães” conquistou três Globos de Ouro: Melhor Filme de Drama, Ator Coadjuvante (Kodi Smit-McPhee) e Direção (ambos de Jane Campion). O western estrelado por Benedict Cumberbatch conta a história de um cowboy que reluta em aceitar a própria homossexualidade e atormenta a esposa do irmão e o filho gay dela. A versão de Steven Spielberg para o clássico da Broadway dos anos 1950 “Amor, Sublime Amor” também levou três prêmios, dominando a categoria Comédia ou Musical: Melhor Filme, Atriz (a estreante Rachel Zegler) e Atriz Coadjuvante (Ariana DeBose). Já os Melhores Atores de Drama foram Will Smith, por “King Richard – Criando Campeãs”, e Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos”. As categorias televisivas foram dominadas por duas séries da HBO. Em Drama, o destaque foi “Succession”. A produção ficou com os troféus de Melhor Série de Drama, Ator (Jeremy Strong) e Atriz Coadjuvante (Sarah Snook). Entre as comédias, “Hacks”, da HBO Max, venceu como Melhor Comédia e Atriz (Jean Smart). Mas o prêmio televisivo mais importante foi conquistado por MJ Rodriguez. Vencedora como Melhor Atriz por “Pose” (do canal FX), ela se tornou a primeira trans a vencer um Globo de Ouro. Outro destaque, Oh Young Soo, de 77 anos, também fez História ao virar o primeiro ator sul-coreano a vencer o prêmio da HFPA – na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. Nenhum dos premiados estava presente na cerimônia para receber seus troféus. Desprestigiado por Hollywood, o Globo de Ouro aconteceu na noite de domingo (9/1) em Los Angeles sem tapete vermelho, artistas ou presença da imprensa. Segundo apurou a revista Variety, a HFPA até chegou a contatar alguns famosos para participarem da apresentação de prêmios, mas praticamente todos recusaram. Emissoras ao redor do mundo, incluindo a norte-americana NBC e a brasileira TNT, já tinham cancelado a transmissão do prêmio pela TV. Apenas Jamie Lee Curtis teve a coragem de apoiar publicamente o evento. Ela fez uma participação gravada e publicada nas redes sociais do Globo de Ouro durante a premiação, citando o empenho humanitário da HFPA. “Por muito tempo, eu não percebi que a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood era, na verdade, uma organização de caridade e usavam os fundos gerados pela transmissão do Globo de Ouro para financiar incríveis programas na nossa comunidade. Eles financiam criadores, educadores e instituições de aprendizado e preservação”, disse ela. “E eles fazem de um jeito muito sutil, sem estardalhaço. Eu quero honrá-los e ficar junto deles.” A premiação sem entrega de prêmios foi um esforço para melhorar a imagem do Globo de Ouro, já que, diante das dificuldade, a HFPA aproveitou para convidar apoiadores de suas atividades beneficentes, com o objetivo de destacar o aspecto filantropo da organização. A decisão de tirar a premiação da TV integrou o boicote de vários setores de Hollywood contra a HFPA, após o jornal Los Angeles Times publicar uma reportagem reveladora. Além de denunciar que a organização não tinha integrantes negros, a publicação também trouxe à tona acusações de histórico sexista e falta de ética dos responsáveis pelo Globo de Ouro, levando ao questionamento da honestidade da premiação. Por conta disso, a HFPA se comprometeu a mudar, abrindo vagas para novos membros e mudando várias de suas regras, incluindo a adoção de um manual de ética. Poucos levaram fé nas promessas e o boicote ao evento foi mantido. Após os esforços iniciais para se renovar, a organização aprovou seis integrantes negros em 1 de outubro – um resultado pífio, que tornou os eleitores do Globo de Ouro apenas 5,7% mais diversos que no ano passado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. CINEMA Melhor filme (drama) “Ataque dos Cães”, de Jane Campion Melhor filme (comédia ou musical) “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg Melhor animação “Encanto” Melhor roteiro Kenneth Branagh, por “Belfast” Melhor direção Jane Campion, por “Ataque dos Cães” Melhor trilha sonora Hans Zimmer, por “Duna” Melhor canção original Billie Eilish por “No Time to Die”, de “Sem Tempo para Morrer” Melhor ator (drama) Will Smith, por “King Richard: Criando Campeãs” Melhor atriz (drama) Nicole Kidman, por “Apresentando os Ricardos” Melhor ator (musical ou comédia) Andrew Garfield, por “Tick, Tick Boom!” Melhor atriz (musical ou comédia) Rachel Zegler, por “Amor, Sublime Amor” %u200B Melhor ator coadjuvante Kodi Smit-McPhee, por “Ataque dos Cães” Melhor atriz coadjuvante Ariana DeBose, por “Amor, Sublime Amor” Melhor filme em língua estrangeira “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi (Japão) TELEVISÃO Melhor série de drama “Succession” Melhor série de comédia “Hacks” Melhor minissérie ou filme para TV “The Underground Railroad” Melhor ator (drama) Jeremy Strong, por “Succession” Melhor atriz (drama) MJ Rodriguez, por “Pose” Melhor ator (comédia) Jason Sudeikis, por “Ted Lasso” Melhor atriz (comédia) Jean Smart, por “Hacks” Melhor ator (minissérie ou filme para a TV) Michael Keaton, por “Dopesick” Melhor atriz (minissérie ou filme para a TV) Kate Winslet, por “Mare of Easttown” Melhor ator coadjuvante Oh Yeong-su, por “Round 6” Melhor atriz coadjuvante Sarah Snook, por “Succession”

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  • Filme,  Música

    Música famosa de Chico Buarque vai virar filme

    9 de janeiro de 2022 /

    A canção “Geni e o Zepelim”, que integra o musical “Ópera do Malandro”, de 1978, vai virar filme. A música de Chico Buarque, que marcou época com o refrão “joga pedra na Geni”, teve os direitos comprados pela Migdal Filmes, mesma produtora de “Minha Mãe é uma Peça”. A direção do longa será de Anna Muylaert (“Que Horas Ela Volta?”), que não lançava um filme de ficção desde “Mãe É Só Uma”, de 2016. Depois disso, ela realizou o documentário “Alvorado” (2021) sobre os bastidores do Impeachment de Dilma Rousseff. O roteiro ainda não começou a ser escrito e a atriz que interpretará Geni tampouco foi escolhida. Em processo muito inicial, o filme só começará a ser produzido em 2023. Lembre a canção abaixo.

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  • Filme

    “Homem-Aranha” atinge US$ 1,5 bilhão nas bilheterias

    9 de janeiro de 2022 /

    “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue imbatível no topo das bilheterias. Já é a 6ª maior bilheteria de todos os tempos no mercado norte-americano e a 8ª do mundo, superando a marca de US $ 1,5 bilhão de arrecadação mundial neste domingo (9/1). Só nos EUA e Canadá, a coprodução da Sony e da Disney/Marvel somou mais US$ 33 milhões em seu quarto fim de semana em cartaz. Com isso, atingiu US$ 688,8 milhões, deixando para trás o faturamento de “Titanic” (US$ 659,4 milhões). E até o próximo fim de semana ultrapassará “Vingadores: Guerra do Infinito” (US$ 678,8 milhões) e possivelmente “Pantera Negra” (US$ 700 milhões). A animação “Sing 2” foi o segundo filme mais visto na América do Norte, faturando US$ 12 milhões em seu terceiro fim de semana. Ao todo, a produção da Universal/Illumination chegou a US$ 109 milhões, tornando-se o primeiro filme animado a ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões desde o começo da pandemia. Em todo o mundo, o total é US$ 190 milhões, o que reflete o aumento no número de crianças vacinadas contra a covid-19. A principal estreia da semana, “As Agentes 355”, faturou apenas US$ 4,8 milhões, abrindo em 3º lugar. Com este desempenho, o filme de ação estrelado por Jessica Chastain, Penélope Cruz, Fan Bingbing, Diane Kruger e Lupita Nyong’o ganhou a distinção de ser oficialmente o primeiro fracasso de 2022. A produção da Universal não foi rejeitado apenas pelo público. A crítica achou horrível, com apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma reprise da rejeição vista no filme anterior do diretor Simon Kinberg – “X-Men: Fênix Negra”, com apenas 22% de críticas favoráveis e prejuízo nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para 20 de janeiro. Enquanto isso, mais abaixo no ranking, “King’s Man: A Origem” e “Matrix Resurrection” confirmaram o final de suas franquias com desempenhos sofríveis, respectivamente no 4º e no 6º lugares. O primeiro terminou o fim de semana com US$ 25,1 milhões no mercado doméstico e US$ 74,3 milhões no exterior. O segundo chegou a US$ 34,3 milhões na América do Norte e a US$ 124,5 milhões no mundo todo.

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  • Filme,  Música

    Marilyn Bergman (1929–2022)

    8 de janeiro de 2022 /

    A compositora Marilyn Bergman, vencedoras de três estatuetas do Oscar, morreu neste sábado (8/1) aos 93 anos, vítima de uma parada respiratória não relacionada à covid-19. Ao lado do marido Alan Bergman, com quem colaborou por décadas, ela conquistou o Oscar pela composição das canções “The Windmills of Your Mind”, do filme “Crown, o Magnífico” (1968), e “The Way We Were”, sucesso musical de “Nosso Amor de Ontem” (1973). O terceiro Oscar foi pela trilha sonora de “Yentl” (1983). Ao todo, o casal recebeu 16 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA, entre 1968 e 1990 – a última foi por “Moonlight”, do remake de “Sabrina”. Já o primeiro trabalho de Marilyn, por coincidência, foi a letra da música-tema do filme “No Calor da Noite” (1967), estrelado por Sidney Poitier, que morreu na sexta-feira (7/1). Marilyn e Alan Bergman também trabalharam, ao longo da carreira, com artistas como Neil Diamond (“You Don’t Bring Me Flowers”), Quincy Jones (“The World Goes On), o brasileiro Sergio Mendes (“Look Around”) e Barbra Streisand, para quem compuseram a oscarizada “The Way We Were” e as músicas de “Yentl” (três delas indicadas individualmente ao Oscar), além de terem roteirizado um especial televisivo de 1995, “Barbra: The Concert”. Em suas redes sociais, Streisand descreveu os Bergman como parte de sua família. “Nós nos conhecemos há mais de 60 anos nos bastidores de uma pequena boate, e nunca paramos de nos amar e de trabalhar juntos. Suas canções são atemporais, e nosso amor também”, ela escreveu. Lembre abaixo as músicas do casal que venceram o Oscar de Melhor Canção Original.

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  • Filme

    Sidney Poitier ganhará documentário na Apple TV+

    8 de janeiro de 2022 /

    A empresária Opha Winfrey está produzindo um novo documentário sobre Sidney Poitier, primeiro ator negro a vencer o Oscar, que faleceu na sexta-feira (7/1) aos 94 anos. Desenvolvido para a Apple TV+, o documentário terá direção do cineasta Reginald Hudlin (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o documentário já estava sendo realizado em segredo há mais de um ano, com participação do ator e de sua família. Celebrado como um dos maiores atores de todos os tempos e o mais importante ator negro da história de Hollywood, Poitier estrelou inúmeros clássicos, quase sempre denunciando o racismo, o que o tornou símbolo da luta pela igualdade racial nos EUA. Ele venceu o Oscar por seu trabalho menos “polêmico”, “Uma Voz nas Sombras” (1963), mas é mais lembrado por um trio de produções icônicas de 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, “Ao Mestre, com Carinho” e “No Calor da Noite”. Hudlin também está desenvolvendo outros dois filmes sobre a Hollywood negra para a AppleTV+: “Number One on the Call Sheet”, um sobre os protagonistas negros do cinema americano, que ele próprio dirigirá, e outro ainda sem título sobre as protagonistas negras, a ser dirigido por Shola Lynch (“Libertem Angela Davis”).

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  • Filme

    Ben Affleck confirma despedida de Batman em “The Flash”

    8 de janeiro de 2022 /

    O ator Ben Affleck revelou que viver Batman no filme “Liga da Justiça” foi o “pior momento” de sua carreira. E que sua participação no filme “The Flash” marca sua despedida do papel. Falando ao jornal Herald Sun, ele atribuiu a avaliação negativa de “Liga da Justiça” a uma série de fatores, que vão desde a questões pessoais, como o fim de seu casamento com a atriz Jennifer Garner, a problemas internos na produção, que culminou na substituição do diretor Zack Snyder por Joss Whedon. “Para mim, ‘Liga da Justiça’ foi o fundo do poço. Foi uma experiência ruim por uma série de fatores: Minha vida pessoal, meu divórcio, estar longe o tempo todo, as agendas em conflito e então a tragédia pessoal de Zack e as refilmagens”, iniciou. “Foi só a pior experiência. Foi horrível. Foi tudo que eu não gostava. Esse foi o momento em que eu disse ‘basta’. Nem foi sobre a ‘Liga da Justiça’ ser ruim, porque poderia ter sido qualquer coisa”, afirmou. Zack Snyder precisou se ausentar das gravações de “Liga da Justiça” após sua filha cometer suicídio em 2017. O longa passou por refilmagens sob o comando de Joss Whedon, que foi acusado de criar um ambiente tóxico e praticar abuso moral por atores como Ray Fischer (o Ciborgue) e Gal Gadot (a Mulher-Maravilha). Para piorar, a produção recebeu críticas muito críticas negativas tanto da imprensa quanto por fãs dos quadrinhos da DC, que exigiram que a Warner lançasse a versão original imaginada por Zack Snyder. No ano passado, a Warner Bros. atendeu a estes pedidos e produziu uma nova versão do longa, com maior tempo de duração e totalmente dirigida por Snyder. Antes de “Liga da Justiça”, Affleck já tinha interpretado Batman nos filmes “Batman vs. Superman”(2016) e “Esquadrão Suicida” (2016). Ele foi convencido a voltar ao papel recentemente, aparecendo pela última vez como o herói em “The Flash”, filme estrelado por Ezra Miller. Affleck considerou sua participação em “The Flash” a melhor experiência que teve como Batman no cinema. “Minhas cenas favoritas e a minha melhor interpretação de Batman estão em ‘The Flash’. Espero que eles as mantenham completas porque são verdadeiramente interessantes. Diferentes, mas não de uma maneira incongruente com o personagem. Foi muito divertido e muito, muito satisfatório e encorajador, e eu pensei: ‘Uau, acho que finalmente entendi'”. A vida pessoal em boa fase também pode explicar a diferença de sensação em relação ao trabalho. Ben Affleck superou o alcoolismo e reatou um antigo namoro com a cantora Jennifer Lopez. Os dois assumiram o relacionamento em 2021, 17 anos após o rompimento. E o ator diz estar feliz por ter retomado a relação com a estrela pop. Ele confirmou que está se despedindo de Batman ao dizer que filmar “The Flash” “colocou um ponto final muito bom na minha experiência com o personagem”. “The Flash” também contará com a volta de Michael Keaton ao papel de Batman, 30 anos após viver o herói pela última vez em “Batman: O Retorno” (1992). O ator veterano também está confirmado em “Batgirl”, alimentando boatos de que seria oficializado como o novo Batman do DCU (Universo Cinematográfico da DC), mas numa posição transitória, apenas para lançar sua sucessora feminina, vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”). O filme “Batman”, estrelado por Robert Pattinson (“Tenet”), não faria parte do mesmo universo cinematográfico.

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  • Filme

    Benedict Cumberbatch vai protagonizar primeiro filme de Wes Anderson na Netflix

    8 de janeiro de 2022 /

    O diretor Wes Anderson, de “A Crônica Francesa” e “O Grande Hotel Budapeste”, vai estrear na Netflix. Ele fechou contrato para dirigir uma adaptação do conto “A Incrível História de Henry Sugar” (The Wonderful Story of Henry Sugar), do escritor Roald Dahl, para a plataforma de streaming. A adaptação do livro de 1977 será estrelada por um grande elenco, como é típico dos filmes de Anderson. Os primeiros nomes revelados são Benedict Cumberbatch (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), Dev Patel (“A Lenda do Cavaleiro Verde”) e Ben Kingsley (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) Cumberbatch interpretará Henry Sugar, o protagonista do título, que levanta a questão: “Se você pudesse ver com os olhos fechados… você usaria seu poder para o bem ou para ganho pessoal?”. “A Incrível História de Henry Sugar” será a segunda adaptação de uma obra de Dahl dirigida por Anderson, que em 2009 assinou a animação “O Fantástico Sr. Raposo”. No ano passado, a Netflix comprou a Roald Dahl Story Company, empresa que detinha os direitos sobre as obras do autor britânico, com planos de lançar um universo amplo de adaptações. A produção deve começar em breve e ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    “Beavis & Butt-head” vai ganhar filme na Paramount+

    8 de janeiro de 2022 /

    O criador de “Beavis & Butt-head”, Mike Judge, anunciou no Twitter que está preparando um novo filme da dupla, para ser lançado ainda em 2022 pelo serviço de streaming Paramount+. Junto com o anúncio, Judge revelou as primeiras artes conceituais do projeto, que mostram Beavis e Butt-head em versões envelhecidas. “Eles precisam de um tempo para voltar a ficar em forma”, brincou. Judge volta ao projeto não só como roteirista, diretor e produtor, mas também como dublador dos dois protagonistas. Lançado em 1993, “Beavis e Butt-Head” teve grande impacto na cultura pop, ao trazer dois adolescentes roqueiros comentando clipes de bandas da época. A série durou sete temporadas e no auge de sua popularidade foi parar até nos cinemas, com o longa animado “Beavis e Butt-Head Detonam a América” (1996). O programa foi exibido até 1997 na MTV, saindo do ar quando o consumo de clipes começou a declinar. A dupla até voltou para uma temporada adicional no final de 2011, buscando se reinventar, mas não deu certo na ocasião. Em 2020, Judge fechou contrato para produzir mais duas temporadas para o canal pago Comedy Central, mas até hoje a estreia do revival televisivo não foi marcada. Beavis and Butt-Head will be returning this year with a brand new movie and more on Paramount+. No exact date yet, but soon. They need some time to get back in shape. pic.twitter.com/tN5rePP9Kn — Mike Judge (@MikeJudge) January 5, 2022

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    Red: Nova animação da Pixar troca cinemas pela Disney+

    7 de janeiro de 2022 /

    A Disney não vai mais lançar “Red: Crescer É uma Fera” nos cinemas. O estúdio anunciou nesta sexta (7/1) que a animação chegará diretamente na plataforma Disney+ em 11 de março, mesmo dia em que entraria em cartaz. A mudança inclui o destino do filme no Brasil. Já é o terceiro longa consecutivo da Pixar que a Disney tira dos cinemas. A mesma decisão afetou “Luca” (2021) e “Soul” (2020), distribuídos em streaming apesar de terem sido concebidos para a tela grande. “Soul”, inclusive, venceu o Oscar de Melhor Animação. “Red” é o primeiro longa da cineasta Domee Shi, que venceu o Oscar de Melhor Curta de Animação com outra produção da Pixar, “Bao”, em 2019. Ela assina roteiro e direção da animação que conta a história de Mei, uma adolescente determinada de 13 anos que vira uma panda vermelha gigante quando fica muito agitada. O elenco destaca a menina Rosalie Chiang (“Clique Wars”) como a voz original da protagonista e Sandra Oh (“Killing Eve”) na dublagem de sua mãe superprotetora Ming. Veja abaixo o anúncio oficial da mudança. Disney and Pixar’s #TurningRed will stream exclusively on #DisneyPlus beginning March 11. pic.twitter.com/QrOKVtkktY — Disney+ (@disneyplus) January 7, 2022

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    Terminam as filmagens de “Enola Holmes 2”

    7 de janeiro de 2022 /

    A Netflix anunciou o final das filmagens de “Enola Holmes 2”, sequência do longa estrelado por Millie Bobby Brown em 2020. A notícia foi revelada nas redes sociais da plataforma, acompanhada por um vídeo com cenas dos bastidores, em que os astros comemoram o fim dos trabalhos. O filme estrelado por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) é baseado numa franquia literária, “Os Mistérios de Enola Holmes”, e o segundo título deve ser também o segundo livro da coleção de seis romances de Nancy Spinger, “O Caso da Senhorita Canhota”. Como o filme inaugural, que girou em torno do desaparecimento da mãe da protagonista, a trama do segundo volume repete o enredo da busca por uma mulher desaparecida: a jovem Srta. Cecily, que sumiu sem deixar rastros. Além da volta de Millie ao papel de Enola, a produção contará novamente com Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como seu irmão mais velho e mais famoso, Sherlock Holmes, e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe da protagonista. Quem também volta, para alegria das fãs, é Louis Partridge (“Medici: Mestres de Florença”), que vive o jovem Visconde Tewksbury. Embora o personagem seja exclusivo do primeiro livro, “O Caso do Marquês Desaparecido”, Partridge continua na franquia. Ele até aparece no vídeo divulgado nesta sexta (7/1), dançando com Millie para celebrar a conclusão das filmagens. O diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”), que fez sua estreia em longas no filme anterior, e o roteirista Jack Thorne (“Extraordinário”) também retornam no filme número 2. Já as novidades incluem David Thewlis (“Landscapers” e “Harry Potter”), Sharon Duncan-Brewster (“Duna”), Hannah Dodd (“Eternos”) e Abbie Hern (“The Pact”). Ainda não há previsão para a estreia. É o último dia de gravação e o primeiro da minha ansiedade pra estreia de Enola Holmes 2 💃 É aquele ditado, né: VEM AÍ! pic.twitter.com/CLCrNv8aDP — netflixbrasil🍿 (@NetflixBrasil) January 7, 2022 The sequel to Enola Holmes has officially finished filming! Until it premieres, enjoy this first clue to Enola’s next great adventure pic.twitter.com/I8DecmKGnF — Netflix (@netflix) January 7, 2022

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    Rooney Mara viverá Audrey Hepburn em filme biográfico

    7 de janeiro de 2022 /

    A atriz Rooney Mara (“Carol”) vai estrelar o filme biográfico de uma das maiores estrelas da história do cinema, a icônica Audrey Hepburn. A produção está sendo desenvolvida para a Apple TV+ pelo cineasta Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O filme conta com roteiro de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”), mas ainda não tem título definido nem maiores detalhes revelados. Isto é, não se sabe se terá abrangência geral ou se focará uma parte específica da vida da estrela, por exemplo. Audrey Hepburn teve uma das carreiras mais impressionantes de Hollywood. Nascida na Bélgica, ela se destacou como modelo na Europa antes de virar sensação no cinema, vencendo o Oscar em seu primeiro papel de protagonista, em “A Princesa e o Plebeu” (1953). Ela foi indicada mais quatro vezes ao troféu da Academia e acabou recebendo um prêmio especial por seu trabalho beneficente, entregue postumamente. Belíssima, marcou época por ditar moda, sendo a principal responsável pela popularização do visual “pretinho básico”, a roupa preta que fica bem sempre. Modelo favorita de Givenchy, sua elegância e vestidos de alta-costura tiveram impacto enorme na forma como as estrelas de cinema passaram a se relacionar com o mundo da moda, transformando o tapete vermelho das premières em passarelas de grifes. Mas nem todo o glamour do mundo lhe deu fama de frívola. Ao contrário. Adorava papéis que a tirassem da zona de conforto. Muitos esquecem que a protagonista de “Bonequinha de Luxo” era uma prostituta. E que ela foi pioneira ao abordar a intolerância contra homossexuais na tela, ao estrelar “Infâmia” (1961), como uma professora acusada de ter um relacionamento lésbico com a colega vivida por Shirley MacLaine. A partir dos anos 1970, Hepburn passou a se dividir entre o cinema e seu trabalho com a Unicef, onde também foi pioneira ao usar sua imagem de estrela em prol de uma causa humanitária, promovendo um fundo monetário que ajudava crianças em situação de extrema pobreza na África e na América Latina. Ela também foi um das poucas estrelas a vencer os quatro prêmios principais da indústria do entretenimento dos EUA: Oscar (cinema), Emmy (TV), Tony (teatro) e Grammy (música). O último filme da atriz foi “Além da Eternidade”, lançado em 1989, onde foi dirigida por Steven Spielberg. Hepburn morreu em 1993, aos 63 anos, após uma breve batalha contra o câncer.

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