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    “Alerta Vermelho” bate recorde como filme mais visto da Netflix

    30 de novembro de 2021 /

    Com pouco mais de três semanas no catálogo da Netflix, “Alerta Vermelho” virou o filme mais visto da plataforma em todos os tempos, acumulando 328,8 milhões de horas de exibição entre os assinantes do streaming. A novidade foi revelada nesta terça (30/11) na atualização semanal do Top 10 mundial da Netflix. A audiência gigante já tinha sido comemorada pelo trio Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase), Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) no próprio fim de semana de estreia da produção. Uma semana depois, a atração atingiu o 2º lugar global. Na contagem de 22 a 28 de novembro, o longa acrescentou mais 50,6 milhões de horas à sua conta, mantendo a liderança do ranking da plataforma pela terceira semana consecutiva. Graças a esse sucesso, já deixou bem para trás o antigo líder global, “Bird Box”, terror apocalíptico protagonizado por Sandra Bullock, que contabiliza 282 milhões de horas. Para completar o pódio, o 3º filme mais visto da história da Netflix é o thriller de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth, que vai ganhar sequência. A produção começou a ser filmada na segunda-feira (29/11). Diante de seu desempenho, “Alerta Vermelho” também deve ganhar novos filmes. No plural. Mesmo sem confirmação oficial, o diretor Rawson Marshall Thurber revelou há duas semanas ter planos de produzir não uma, mas duas sequências de uma vez, juntando novamente Dwayne “The Rock” Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds. Escrito e dirigido por Thurber, o filme é uma mescla de ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, ao mostrar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) alistando “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gadot).

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    Halle Berry vira exclusiva da Netflix após estreia forte de “Ferida”

    30 de novembro de 2021 /

    A Netflix revelou que “Ferida” (Bruised), estreia de Halle Berry na direção, foi seu filme mais visto da semana nos EUA e o segundo mais visto do mundo. Ao todo, o filme foi transmitido durante 47,7 milhões de horas em seus primeiros cinco dias disponíveis, de acordo com a empresa. E para marcar o feito, a plataforma decidiu ampliar a parceria com a estrela. Berry firmou uma contrato nesta terça (30/11) para estrelar e produzir novos filmes com exclusividade para a Netflix. “A equipe da Netflix não tem sido apenas colaborativa e criativa, mas extremamente apaixonada e é um prazer trabalhar com ela. Estou muito grata pela parceria e ansiosa por mais”, ela disse no comunicado sobre o novo acordo. “Existem poucas pessoas com uma carreira como Halle Berry”, acrescentou o diretor de cinema da Netflix, Scott Stuber. “Ela é uma atriz e produtora premiada e, como o público viu na semana passada, ela também é uma diretora incrível. Ficamos entusiasmados por estar ao seu lado enquanto ela forneceu sua energia na frente e atrás das câmeras em ‘Ferida’ e esperamos contar mais histórias juntos. ” A atriz também postou no Instagram um vídeo em que celebra o desempenho de “Ferida” com champanha e dancinha. Veja abaixo. Antes de fechar o contrato, ela já tinha dois filmes encaminhados na Netflix: a sci-fi “The Mothership” e o thriller de ação “Our Man from Jersey”, ao lado de Mark Wahlberg. Nos cinemas, Berry será vista a seguir em “Moonfall”, de Roland Emmerich (“Independence Day”), que tem estreia prevista para 10 de fevereiro no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halle Berry (@halleberry)

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    Investigação aponta origem das balas reais na tragédia do set de “Rust”

    30 de novembro de 2021 /

    A investigação da morte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por uma bala disparada pelo ator Alec Baldwin no set do filme “Rust”, chegou a um possível responsável pela presença de munição real nas filmagens. As descobertas resultaram num mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (30/11) numa loja de armamentos da região das filmagens, no Novo México. Em seu depoimento, a armeira de “Rust”, Hannah Gutierrez-Reed, revelou que a munição da produção foi comprada de Seth Kenney, proprietário da loja revistada, PDQ Arm & Prop. Este fato se junta a um depoimento espontâneo do pai da jovem, Thell Reed, um armeiro veterano de Hollywood, que informou aos investigadores do caso ter trabalhado com Kenney em agosto e setembro em outro filme, em que houve treinamento com munição real para o elenco em um campo de tiro. De acordo com o depoimento, Kenney pediu a Thell Reed que trouxesse mais munição para o set, porque havia o risco de seu suprimento acabar. Ele contou ter levado uma lata de balas contendo entre 200 e 300 balas reais. E depois que a produção foi encerrada, Kenney levou embora o que tinha sobrado da munição real, dizendo para o armeiro considerar as balas perdidas, quando ele perguntou sobre o material. Thell Reed sugeriu que a munição real levada por Kenney pode coincidir com as balas recolhidas no set de “Rust”. A investigação criminal está sendo conduzida pelo Gabinete do Xerife da Comarca de Santa Fé e pelo Primeiro Procurador do Distrito Judicial do Novo México. Apesar do recente desdobramento, essa investigação ainda pode levar meses para ser concluída, as autoridades observaram anteriormente. Mesmo com a investigação em andamento, integrantes da equipe de “Rust” já deram entrada em processos contra os produtores do filme, incluindo o ator Alec Baldwin. A família de Halyna Hutchins, entretanto, segue acompanhando os trabalhos da polícia.

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    Tommy Lane (1936–2021)

    30 de novembro de 2021 /

    O ator Tommy Lane, que participou de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” e “Shaft”, morreu na segunda-feira (29/11) no Florida Medical Center em Fort Lauderdale após uma longa luta contra a doença pulmonar obstrutiva crônica. Ele tinha 83 anos. Nascido e criado no bairro de Liberty City, em Miami, Lane começou a carreira de ator com participações da série “Flipper”, filmada na Flórida, entre os anos de 1964 e 1966, e chegou em Hollywood durante o auge da tendência blaxploitation, de filmes criminais de trilha soul e elenco negro. Sua estreia no cinema foi em “Rififi no Harlem” (1970), um dos primeiros lançamentos de blaxploitation. E logo em seguida foi enfrentar Shaft. No filme de 1971, Lane deu vida a um pequeno gângster chamado Leroy, capanga do rei do crime do Harlem, Bumpy (Moses Gunn). O destino de seu personagem foi ser jogado pela janela pelo detetive particular eternizado por Richard Roundtree. A participação marcante em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) também foi como capanga. Filmadas na Jamaica e no estado de Louisiana, as cenas de Lane envolveram uma famosa perseguição de barco, além do característico racismo policial, a tentativa de transformar o James Bond vivido por Roger Moore em ração de crocodilos e uma saída de cena literalmente explosiva, com chamas para todos os lados. Ele também figurou em “Paixão pelo Perigo” (1973), estrelado por Burt Reynolds, “Ganja & Hess” (1973), “O Piloto” (1980), estrelado e dirigido por Cliff Robertson, “Eureka” (1983), dirigido por Nicolas Roeg, e na série “Carga Dupla” (Simon & Simon). Como a carreira de ator não lhe rendeu o reconhecimento que buscava, ele acabou trocando as telas pela música nos anos 1980, assumindo sua paixão pelo jazz como integrante da banda do clube Blue Note, em Nova York. Tocou trompete e flugelhorn por vários anos no clube mais tradicional do jazz americano.

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    Nicolas Cage será Drácula em novo filme da Universal

    30 de novembro de 2021 /

    O ator Nicolas Cage fechou contrato para viver Drácula em “Renfeld”, novo filme da Universal Pictures, marcando sua volta às grandes produções dos principais estúdios de Hollywood e à temática vampírica de um de seus primeiros – e mais cultuados – filmes, “Um Estranho Vampiro”, de 1988. O detalhe é que Drácula será coadjuvante na produção, centrada pela primeira vez no capanga mais famoso do vampiro. Embora nunca tenha merecido um filme próprio, Renfeld marcou época no cinema, graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula”, originando algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Criado pelo escritor Bram Stoker no romance gótico original de “Drácula”, o personagem também foi vivido pelo cantor Tom Waits no longa dirigido por Francis Ford Coppola em 1992. No novo filme, ele será vivido pelo ator Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”). “Renfield” tem como ponto de partida uma história original de Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, que foi roteirizada por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. A produtora Skybound Entertainment, de Kirkman, assina a coprodução do longa com a Universal. O filme está em desenvolvimento desde 2019 e já teve Dexter Fletcher (“Rocketman”) em negociações para assumir sua direção. Na ocasião, o projeto foi descrito como um mockumentary (documentário falso), mostrando como Renfield descobre que está num relacionamento ruim e co-dependente com Drácula. A premissa lembrava o tom de “O Que Fazemos nas Sombras” (2014), falso documentário de vampiros de Taika Waititi. Não há informações sobre o tom da atual produção, mas o diretor contratado é conhecido por comédias infantis. Trata-se de Chris McKay, de “Lego Batman: O Filme” e da série “Frango Robô”, que recentemente dirigiu “A Guerra do Amanhã, estrelado por Chris Pratt na Amazon Prime Video. A produção de “Renfield” ainda não tem data para começar a ser filmada nem previsão de lançamento aos cinemas. Afastado das grandes produções e estrelando filmes cada vez mais “exotéricos”, Cage não trabalhava com um estúdio tradicional há uma década, desde o fracasso de “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”, em 2011. A situação começou a mudar neste ano, quando o estúdio Lionsgate, aspirante ao clube dos gigantes de Hollywood, colocou em produção “The Unbearable Weight of Massive Talent”, filme em que Cage interpreta, paradoxalmente, seu papel mais bizarro: ele mesmo. Escrito e dirigido por Tom Gormican (criador da série “Ghosted”), este filme estreia em abril.

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    Batgirl: Filmagens começam com novidades

    30 de novembro de 2021 /

    Os cineastas belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) revelaram em suas redes sociais que já começaram a filmar “Batgirl” para a plataforma HBO Max. Cada um deles postou a mesma imagem em suas respectivas contas do Instagram, com uma claquete do filme ao lado de uma placa reveladora, em que se lê “oficial Barbara Gordon”. O cargo da personagem indica que ela será uma policial na trama. Este desenvolvimento reflete vagamente o futuro da heroína na série animada “Batman do Futuro”, que também inspirou o filme “Lego Batman” e a recente série “Titãs”, onde Barbara apareceu como comissária da polícia de Gotham City – emprego de seu pai, James Gordon, nos quadrinhos de Batman. Já nas histórias clássicas da DC Comics, Barbara era formada em Biblioteconomia e chefe da Biblioteca de Gotham. Posteriormente, ela entrou na política e, mais recentemente, virou especialista em inteligência (no sentido de informações cruciais) e hacker. Dentre todas as encarnações, porém, ela nunca tinha sido retratada como policial comum, tendo aparecido direto como chefe da polícia. De todo modo, esta nem será a principal inovação do filme, que trará Barbara Gordon interpretada por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira vez que a personagem aparecerá negra e latina em qualquer mídia. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. O elenco vai contar com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, retomando seu papel de “Liga da Justiça”. Já o papel de vilão coube ao ator Brendan Fraser (o Homem-Robô na série “Patrulha do Destino”), que pode viver o Vagalume na trama. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e ainda não possui previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adil El Arbi (@adilelarbi) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bilall Fallah (@fallahbilall)

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    Pré-venda de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” bate recordes

    30 de novembro de 2021 /

    A venda de ingressos antecipados de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” começou na segunda-feira (29/11) em todo o mundo e já bateu vários recordes. Para começar, em duas horas já tinha vendido nos EUA mais ingressos que o primeiro dia inteiro de “Viúva Negra”, a maior pré-venda norte-americana da pandemia. Mas o grande impacto veio quando foram contabilizadas todos os ingressos do primeiro dia, com a constatação de que o movimento na América do Norte chegou ao nível de “Vingadores: Ultimato”, segunda maior bilheteria de todos os tempos. O sucesso deixou para trás os primeiros dias de todos os três filmes da trilogia mais recente de “Star Wars”, além dos filmes anteriores do Homem-Aranha no país. Um dono de cinema de Kentucky, EUA, Rick Roman, foi às redes sociais agradecer ao estúdio. “Eu não vi nada parecido com isso desde ‘Star Wars: O Despertar da Força’. Assim que os ingressos foram colocados à venda, eles acabaram. Precisei adicionar mais telas. Obrigado Sony”, escreveu. O site de vendas de ingressos Fandango descreveu o longa como “o mais esperado de 2021”, apontando que a procura reflete “expectativas estourando o teto com fãs ansiosos para ver como a trilogia de Tom Holland será concluída”. Neste sentido, pouco importa que a produtora Amy Pascal tenha revelado na segunda (29/11) que, após esta trilogia, há outra planejada para o ator. No Brasil, a abertura da pré-venda no site Ingresso.com foi cerca de 5% maior que as 24 horas iniciais do antigo recordista, “Vingadores: Ultimato”. O filme anterior do herói, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, arrecadou US$ 1,13 bilhão em todo o mundo, o que representa a maior bilheteria já atingida pela Sony e a 25ª de todos os tempos. A estreia de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” está marcada para 16 de dezembro nos cinemas brasileiros. Check this out, #SpiderMan fans…#SpiderManNoWayHome had Fandango's biggest first 24-hours in pre-sales since Avengers: Endgame. pic.twitter.com/emrsTxLCW4 — Fandango (@Fandango) November 30, 2021

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    Novo pôster de “Turma da Mônica - Lições” recria capa dos quadrinhos originais

    30 de novembro de 2021 /

    A Paris Filmes divulgou um novo pôster de “Turma da Mônica - Lições”, que recria a capa dos quadrinhos originais em que a produção se baseia. Compare abaixo. Assim como o primeiro filme, “Turma da Mônica - Laços”, a continuação é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. A produção traz de volta os quatro protagonistas, Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira), que desta vez enfrentam as dores do crescimento. A trama mostra como o excesso de brincadeira e falta de estudos faz a família da Mônica a trocar a menina de escola, separando-a de seus amiguinhos. A nova situação conduz os personagem a uma jornada de amadurecimento, que amplia seu mundinho com novas amizades e permite introduzir vários personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa nas telas. As novidades ficam por conta de Malu Mader (professora) e os vários intérpretes de personagens conhecidos dos quadrinhos, como Isabelle Drummond (a Tina), Gustavo Merighi (o Rolo), Emily Nayara (Milena) e muitos outros. Novamente dirigido por Daniel Rezende, o filme tem estreia agendada para o fim de semana do Natal, no dia 23 de dezembro.

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    “A Filha Perdida” vence Gotham Awards

    30 de novembro de 2021 /

    O Gotham Awards deu início à temporada de premiações do cinema americano na noite de segunda-feira (29/11) com a consagração de “A Filha Perdida”, produção da Netflix que marca a estreia na direção da atriz Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”). O filme já tinha recebido o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, em setembro passado, e dominou a noite do evento nova-iorquino com a conquista de quatro prêmios: Melhor Filme, Melhor Atuação para Olivia Colman (“A Favorita”) e dois troféus para Gyllenhall – Cineasta Revelação e, novamente, Melhor Roteiro. Vencer o Gotham costuma ser bom sinal para a temporada, que se estende até a entrega do Oscar. No ano passado, o vencedor foi “Nomadlands”, que acabou conquistando o prêmio máximo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas o resultado deste ano foi além de definir um filme específico como favorito. Também representou a consagração do streaming. O segundo filme mais premiado foi “No Ritmo do Coração”, vencedor do Festival de Sundance e adquirido pela Apple TV+ nos EUA, com dois troféus para seu elenco: Melhor Coadjuvante para Troy Kotsur (“Número 23”) e Revelação para a jovem Emilia Jones (“Locke & Key”). Os dois títulos foram os únicos longas de ficção premiados. Para completar, a Netflix e a Hulu/Star+ dividiram as honras nas categorias de séries, com conquistas para o fenômeno “Round 6” e “Reservation Dogs”. Dedicado ao melhor do cinema independente americano, o resultado do Gotham Awards celebrou com seus prêmios o negócio multibilionário e nada indie das big techs e grandes plataformas de streaming de Hollywood. Não é exagero revelar que só a Netflix tinha 14 indicações. Veja abaixo o trailer de “A Filha Perdida”, que estreia em 17 de dezembro em streaming, seguido pela lista completa dos premiados. MELHOR FILME “A Filha Perdida” MELHOR DOCUMENTÁRIO “Flee” MELHOR FILME INTERNACIONAL “Drive My Car” (Japão) PRÊMIO BINGHAM RAY PARA CINEASTA REVELAÇÃO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ROTEIRO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO Olivia Colman (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”) ATUAÇÃO REVELAÇÃO Emilia Jones (“No Ritmo do Coração”) SÉRIE REVELAÇÃO (MAIS DE 40 MIN) “Round 6” SÉRIE REVELAÇÃO (MENOS DE 40 MIN) “Reservation Dogs” SÉRIE REVELAÇÃO DOCUMENTAL “Philly D.A” MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA Ethan Hawke in (“The Good Lord Bird”) Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”)

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    Diretor de “Jurassic World” vai filmar história real dos sobreviventes dos Andes

    30 de novembro de 2021 /

    O cineasta espanhol JA Bayona, de “O Impossível” e “Jurassic World: Reino Ameaçado”, anunciou nesta segunda (29/11) o começo de sua nova produção, “Sociedade da Neve” (Society of the Snow), um filme de desastre e canibalismo, que pretende contar a verdadeira história dos sobreviventes dos Andes. O anúncio foi feito pelo Instagram com um vídeo gravado no local exato em que uma equipe de rúgbi uruguaia ficou isolada, após sofrer um acidente de avião em 1972 nas cordilheiras dos Andes. Apenas 16 dos 45 passageiros foram resgatados com vida, após serem forçados a recorrer a medidas extremas para sobreviver num dos locais mais ermos e gelados do mundo por vários meses. Baseado no livro “La Sociedad de la Nieve”, de Pablo Vierci, o filme tem roteiro do próprio Beyona em parceria com Bernat Vilaplana (editor de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), Jaime Marques e Nicolás Casariego (ambos de “Intrusos”), e será lançado na Netflix. As filmagens vão incluir locações na Sierra Nevada, na Espanha, em Montevidéu, no Uruguai, e em vários locais da Cordilheira dos Andes, tanto no Chile quanto na Argentina, incluindo o Valle de las Lágrimas, local onde ocorreu o verdadeiro acidente – e onde Bayona gravou seu anúncio. “Foi durante o processo de preparação de ‘O Impossível’ que descobri ‘Sociedade da Neve’, a fascinante crônica de Pablo Vierci sobre a tragédia dos Andes”, disse Bayona sobre o projeto. “Mais de dez anos depois, o meu fascínio pelo romance permanece intacto e fico feliz por enfrentar o desafio que se avizinha: contar um dos acontecimentos mais lembrados do século 20, com toda a complexidade que implica uma história que dá muita relevância para os sobreviventes, bem como para aqueles que nunca voltaram das montanhas. Também enfrento isso em espanhol, idioma ao qual volto com entusiasmo depois de 14 anos sem filmar em meu próprio idioma e com uma equipe de jovens atores uruguaios e argentinos, com quem estou totalmente entusiasmado”. O elenco inclui Enzo Vogrincic Roldán, Matías Recalt, Agustín Pardella, Tomas Wolf, Diego Ariel Vegezzi, Esteban Kukuriczka, Francisco Romero, Rafael Federman, Felipe González Otaño, Agustín Della Corte, Valentino Alonso, Simón Hempe, Fernando Contigiani García, Benjamim Segura, Jerónimo Bosia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JA Bayona (@filmbayona)

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    Filme estrelado por Javier Bardem bate recorde de indicações do prêmio Goya

    30 de novembro de 2021 /

    A Academia Espanhola de Cinema anunciou as indicações para seu prêmio anual, o Goya, considerado o Oscar espanhol, e a lista resultou num recorde de nomeações para a comédia “El Buen Patrón”, do diretor Fernando León de Aranoa, que traz Javier Bardem como protagonista. Foram nada menos que 20 indicações em 17 categorias, incluindo Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original e um impressionante segundo recorde nas categorias de interpretação, com nada menos que sete integrantes de seu elenco concorrendo a troféus – com destaque, claro, para Bardem. Produzido pela Mediapro, “El Buen Patrón” traz Bardem no papel de um intrigante chefe de fábrica cujos planos de controlar sua força de trabalho começam a sair pela culatra. O filme também foi selecionado para representar a Espanha na busca por uma vaga ao Oscar deste ano, superando outro favorito, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar. O longa de Almodóvar também vai concorrer com “El Buen Patrón” na disputa do Goya de Melhor Filme, ao lado de “Libertad” de Clara Roquet, “Maixabel” de Iciar Bollain e “Mediterráneo” de Marcel Barrena. A cerimônia de premiação do Goya Awards será realizada em 12 de fevereiro de 2022 na cidade de València. Veja abaixo o trailer de “El Buen Patrón”.

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    Arlene Dahl (1925–2021)

    29 de novembro de 2021 /

    A atriz Arlene Dahl, que estrelou a versão clássica de “Viagem ao Centro da Terra”, morreu nesta segunda (29/11) aos 96 anos. O anúncio foi feito por seu filho, o também ator Lorenzo Lamas (“Falcon Crest”) em seu Facebook. “Ela foi a influência mais positiva em minha vida”, ele escreveu. Dahl era conhecida pela beleza e por seus cabelos cor de fogo, que a transformaram em modelo de lingerie nos anos 1940 e namorada de John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, quando ele era senador por Massachusetts. Ela foi “descoberta” em Hollywood por ninguém menos que Jack Warner, fundador do estúdio Warner Bros., que se encantou ao vê-la numa campanha publicitária. Mas após ser aproveitada como simples figurante em seu primeiro filme, “Nossa Vida com Papai” (1947), Dahl fechou com a MGM para viver a personagem-título do musical “Minha Rosa Silvestre” (1947) – a irlandesa Rose Donovan, paixão da vida do tenor Chauncey Olcott (Dennis Morgan) – , chegando ao estrelato instantâneo com a ajuda de um colorido glamouroso. Mas apesar de seus cabelos vermelhos serem perfeitos para o technicolor, ela também estrelou alguns filmes famosos em preto e branco, como o drama de época “A Sombra da Guilhotina” (1949), sobre a Revolução Francesa, o western “Armadilha” (1950), dois dramas noir, “A Cena do Crime” (1949) e “O Mistério da Casa Grande” (1953), e três comédias com Red Skelton (outro ruivo famoso de Hollywood), “Pisando em Brasas” (1948), “Três Palavrinhas” (1950) e “O Homem das Calamidades” (1950). Neste período, ela se casou com o ator Lex Barker, um dos intérpretes mais conhecidos de Tarzan, mas o matrimônio durou só um ano (ele a trocou por Lana Turner). O relacionamento, porém, a influenciou a enveredar por aventuras épicas, colocando-a à frente do primeiro “Pantera Negra” (1952), filme sobre piratas do caribe, e “Legião do Deserto” (1953), em que viveu a princesa de uma cidade perdida do deserto argelino. Num desses filmes, “Sangari” (1953), sobre a luta pela independência dos EUA, conheceu o segundo marido, o argentino Fernando Lamas. Os dois voltaram a contracenar em “O Caçador de Diamantes”, lançado no mesmo ano, e se casaram no ano seguinte. Alguns de seus melhores papéis são desta fase, incluindo a comédia “O Mundo é da Mulher” (1954) e as tramas noir em que se consagrou como femme fatale: “O Poder do Ódio” (1956), “Lodo na Alma” (1956) e “A Fortuna é Mulher” (1957). Lançado em 1959, “Viagem ao Centro da Terra” acabou se tornando seu filme mais popular. Na superprodução da 20th Century Fox, ela interpretou uma viúva determinada que vai para o centro do planeta com Pat Boone e um pato de estimação. Concebido como resposta da Fox a “20.000 Léguas Submarinas” (1954), da Disney – ambos eram adaptações de clássicos literários de Jules Verne – , acabou impressionando público e crítica com seus efeitos visuais, indicados ao Oscar da categoria. Além do sucesso nas telas, a atriz se consagrou como empresária, transformando o convite par escrever uma coluna de beleza no jornal Chicago Tribune num negócio extremamente lucrativo. Ela fundou a Arlene Dahl Enterprises, que passou a comercializar lingerie e cosméticos, inventou o Dahl Beauty Cap, um boné de tricô para as mulheres usarem para dormir e evitar que o cabelo ficasse bagunçado e também desenvolveu uma linha de roupas boudoir, incluindo camisolas, négligées e pijamas relaxantes. Paralelamente, passou a publicar livros com dicas de beleza. O primeiro foi publicado em 1965 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Vieram mais 14 nos anos seguintes. O começo da década também marcou o fim de seu casamento com Llamas e uma mudança de prioridades. Não por acaso, optou por se afastar das telas, voltando apenas em 1969 pelo prazer de fazer filmes franceses – ela estrelou duas produções na França, “Os Caminhos de Katmandou”, de André Cayette, e “Du Blé en Liasses”, de Alain Brunet. Milionária, Dahl se desinteressou por Hollywood. Entretanto, sua vida sofreu uma reviravolta inesperada. Um de seus seis maridos a deixou com uma pilha de dívidas impagáveis e, em 1980, ela pediu concordata, o que a levou a voltar a atuar. A partir daí, participou como convidada de vários episódios de “O Barco do Amor” e entrou na novela “One Life to Live”, onde permaneceu por alguns anos. Em 1991, contracenou pela primeira e única vez com o filho Lorenzo no thriller de ação “A Noite do Guerreiro Americano”, despedindo-se das telas no final daquela década, com passagens pelas série “Renegade” e “Air America”.

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    Casa Gucci: Herdeiros da família protestam contra o filme

    29 de novembro de 2021 /

    Os herdeiros da família e do império de moda Gucci pretendem abrir uma ação legal contra os responsáveis pelo filme “Casa Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Em comunicado de tom indignado enviado à imprensa italiana nesta segunda-feira (29/11), eles se disseram “perturbados” pela forma como seus familiares foram retratados, chamando o longa de “extremamente doloroso”. “A família Gucci reserva-se o direito de tomar todas as iniciativas (incluindo precesso) para proteger seu nome e imagem e a de seus entes queridos”, manifestaram-se os herdeiros do ex-presidente da Gucci, Aldo Gucci – interpretado no filme por Al Pacino. “Casa Gucci” é centrada no maior escândalo dos bastidores da grife, envolvendo Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário trocá-la por uma mulher mais nova. Como vingança, Patrizia encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. Além desta história, a produção também mostrou outros integrantes do clã, em performances exageradas que encontram paralelos em filmes sobre a máfia. A família Gucci afirma que Scott e os produtores de House of Gucci “não se preocuparam em consultar os herdeiros” do império da moda antes de retratar seus familiares como ‘bandidos, ignorantes e insensíveis ao mundo ao redor eles'”. “Isto é extremamente doloroso do ponto de vista humano. E um insulto ao legado sobre o qual a marca é construída hoje”, diz o comunicado. Eles se ressentiram especialmente da forma como Reggiani foi retratada “como uma vítima” no filme, situação que teria sido reforçada por declarações de Gaga e outros membros do elenco feitas durante a promoção do filme. Entretanto, a vítima é Maurizio Gucci, que foi assassinado, enquanto Regianni é reconhecidamente uma criminosa condenada. Ironizando a forma “misteriosa” encontrada pelo roteiro para mostrar Reggiani como “uma vítima tentando sobreviver em uma cultura corporativa machista”, os herdeiros lembraram que Gucci já era uma empresa inclusiva desde os anos 1970, e na década de 1980, retratada no filme, vários dos principais executivos da marca, entre eles a Presidente da Gucci América, a chefe de Relações Pública e Comunicação Global e uma integrante do conselho de diretores da Gucci América eram mulheres. “A Gucci é uma família que vive honrando o trabalho dos ancestrais, cujas memórias não merecem ser perturbadas para um espetáculo falso e injusto com os protagonistas”, finalizaram. O protesto acontece poucos dias após o estilista Tom Ford, ex-diretor criativo da Gucci, escrever uma crítica negativa do filme, apontando incongruências e invenções, além do tom equivocado da produção. “Foi difícil para mim ver a transformação de algo que foi tão sangrento em humor e breguice. Na vida real, nada daquilo foi cafona. Às vezes foi absurdo, mas no final das contas foi trágico”, ele descreveu.

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