Disney+ diz que “Pantera Negra 2” foi maior estreia da Marvel na plataforma
O filme “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” teria quebrado o recorde de estreia da Marvel no streaming da Disney+. Lançado no dia 1º de fevereiro, o longa se tornou o filme mais assistido do estúdio na plataforma em seus primeiros cinco dias de disponibilidade. Apesar de comemorar a façanha, a Disney não divulgou nenhum número ou ranking de melhores estreias de seu catálogo. A notícia foi publicada nas redes sociais da empresa com o seguinte texto: “Obrigado, fãs de todo o mundo, por fazerem de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ a estreia global número 1 de filme da Marvel na Disney+ até hoje!” A consultoria independente Samba TV, que mede a audiência em um painel de 3 milhões de Smart TVs nos EUA, diz que a audiência doméstica do filme foi de 2,1 milhões. É um número notável para o pequeno universo avaliado pela empresa, mas abaixo de “Thor: Amor e Trovão”, que foi visto em 2,2 milhões de Smart TVs, de acordo com a Samba. Thank you fans around the world for making Marvel Studios’ Black Panther: #WakandaForever the #1 Marvel Film Premiere Globally on #DisneyPlus to date! pic.twitter.com/BbBszy1AzX — Disney+ (@DisneyPlus) February 6, 2023
Musical de Bob Dylan vai virar filme com Woody Harrelson e Olivia Colman
O musical da Broadway “Girl From the North Country”, que é todo encenado com canções de Bob Dylan, vai virar filme. Os atores Chlöe Bailey (“Grown-ish”), Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”) vão estrelar a adaptação. O projeto tem roteiro e direção de Conor McPherson, o dramaturgo responsável pelo musical, que usa o extenso catálogo de músicas de Dylan – incluindo “Forever Young”, “All Along the Watchtower” e “Like a Rolling Stone” – para marcar uma história da era da Depressão sobre pessoas do meio-oeste dos EUA, que se cruzam em um ponto de virada em suas vida. Apesar das críticas positivas, o musical não conseguiu vender muitos ingressos em sua temporada pós-covid e saiu de cartaz após poucos meses na Broadway. A produtora Blueprint Pictures está apoiando o filme, que será levado ao mercado internacional no próximo Festival de Berlim. Passado em 1934 em Duluth, Minnesota, durante a Grande Depressão, “Girl From the North Country” acompanha um grupo de viajantes rebeldes enquanto suas vidas se cruzam em uma pousada. As coisas estão difíceis para o proprietário Nick Laine (Harrelson), cuja esposa Elizabeth (Colman) está sofrendo de demência. Enquanto isso, o banco está executando a hipoteca de sua casa e sua filha adotiva Marianne (Bailey) tem um segredo bem guardado que ninguém pode explicar. Mas quando um fugitivo Joe Scott (Tosin Cole) encontra abrigo na pousada, um relacionamento se desenvolve entre ele e Marianne que muda tudo para sempre. A produção vem com o selo de aprovação de Dylan, que permitiu o uso de suas músicas no espetáculo. “Estar associado a Conor é um dos destaques da minha vida profissional”, disse o cantor em comunicado. “Nem é preciso dizer que o homem é um gênio por montar essa coisa e estou emocionado por fazer parte da experiência. Minhas músicas não poderiam estar em melhores mãos. A peça me fez chorar no final. Eu não posso nem dizer por quê. Quando a cortina desceu, fiquei atordoado”. McPherson considerou um privilégio dar vida às canções de Dylan. “Ter a confiança de Bob Dylan para criar uma história usando suas canções incomparáveis é um grande privilégio que trouxe alegria ao meu mundo”, disse McPherson. “Mas trabalhar com esse elenco incrível para dar vida a esses personagens é quase inimaginável”.
Terror dos anos 1990 “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” vai ganhar sequência
A Sony Pictures está planejando realizar uma nova sequência do terror clássico “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. Segundo apurou o site americano Deadline, o projeto ainda está nos estágios iniciais, mas o estúdio negocia o retorno dos atores Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr, cujos personagens sobreviveram aos dois filmes anteriormente produzidos, em 1997 e 1998. O roteiro estaria sendo escrito por Leah McKendrick (“M.F.A.”) e a direção ficaria a cargo de Jennifer Kaytin Robinson (“Justiceiras”). “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” foi um dos filmes responsáveis por revitalizar o subgênero “slasher”, dos serial killers mascarados, nos anos 1990. Muito de seu sucesso, que rendeu continuação, deveu-se ao ótimo elenco jovem, encabeçado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr. Depois de se conhecerem na produção, Gellar e Prinze acabaram se casando, tiveram dois filhos e estão juntos até hoje. A trama do primeiro longa era uma adaptação do livro homônimo de 1973, escrito por Lois Duncan, sobre um grupo de adolescentes privilegiados que atropela uma pessoa na estrada após uma festa e, em vez de prestar socorro, decide jogá-la no mar para fingir que nada aconteceu. Só que, tempos depois, eles começam a receber recados com o texto “eu sei o que você fez no verão passado”, que os enche de paranoia. Então, um a um, passam a ser assassinados por um homem que usa um gancho para matar. A premissa chegou a render uma produção de baixo orçamento, lançada em direto em vídeo, chamada “Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (2006), que trazia um elenco totalmente diferente. E também foi adaptada numa série homônima lançada pela Amazon, que, entretanto, não fez o sucesso esperado e acabou cancelada em janeiro do ano passado, após sua única temporada produzida. A aposta no resgate da franquia reflete o sucesso recente de outras grifes clássicas de terror slasher, como “Halloween” e principalmente “Pânico”, que foi criada pelo mesmo roteirista de “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, Kevin Williamson. Veja abaixo o trailer do filme original.
Remake de “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” com Jack Harlow ganha primeiro teaser
A 20th Century Studios divulgou o primeiro vídeo de “White Men Can’t Jump”, remake da comédia “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992). A prévia mostra o ator Sinqua Walls (“Nanny”) e o rapper Jack Harlow nos papéis antes interpretados pelos então jovens Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”) e Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”). O vídeo mostra a dupla jogando basquete e, em certo momento, o personagem de Harlow defende que Paul Thomas Anderson é o melhor cineasta da atualidade. Walls rebate: “Spike Lee é o maior diretor vivo”. E isso dá início a uma discussão. Escrito e dirigido por Ron Shelton, “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” era uma homenagem ao basquete de rua. Na trama, Sidney Deane (Snipes) e Billy Hoyle (Harrelson) são dois grandes atletas amadores que se conhecem nas quadras, e quase brigam de imediato (o título deriva de uma provocação de Sidney a Billy). Um dia, eles decidem deixar as diferenças de lado e se aliar para vencer um grande torneio. A nova versão foi escrita por Kenya Barris e Doug Hall (respectivamente o criador e o roteirista da série “Black-ish”), e dirigida por Calmatic (“House Party”). O elenco ainda conta com Lance Reddick (“Bosch”), Teyana Taylor (“Um Príncipe em Nova York 2”) e Laura Harrier (“Hollywood”). O projeto será o primeiro trabalho de Harlow como ator. Em entrevista à rádio Apple Music 1, ele contou que “eu gastei bastante tempo no roteiro… Tentei não ter ego durante o teste de elenco, fazer anotações, fazer o que tinha que fazer. Eu só quero manda bem. Eu só quero ser bom e quero fazer tudo o que puder para que seja bom”. O novo “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” estreia em 19 de maio na plataforma de streaming Hulu.
Diretor de “Deixando Neverland” critica cinebiografia de Michael Jackson
O documentarista Dan Reed, responsável pelo polêmico documentário “Deixando Neverland” (2019), em que relata os abusos sexuais cometidos pelo cantor Michael Jackson, criticou a cinebiografia do cantor, atualmente em produção. Em um artigo publicado no jornal britânico The Guardian, Reed explicou a sua motivação para fazer o documentário e tratar do tema do abuso infantil. “É claro que o fato de o molestador de crianças neste caso ser um dos homens mais famosos do mundo significava que muitas pessoas iriam assistir”, explicou ele. Ainda assim, Reed falou que “a total ausência de indignação que acompanha o anúncio deste filme nos diz que a sedução de Jackson ainda é uma força viva, operando além do túmulo. Parece que a imprensa, seus fãs e o vasto grupo demográfico mais velho que cresceu amando Jackson estão dispostos a deixar de lado seu relacionamento doentio com as crianças e apenas seguir a música”. Intitulado “Michael”, o projeto está a cargo do produtor Graham King, que renovou o interesse pelas cinebiografias musicais com o sucesso de “Bohemian Rhapsody”. O roteiro foi escrito por John Logan, que já foi indicado três vezes ao Oscar – por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011) – , e será dirigido por Antoine Fuqua (de “O Protetor”). Já o papel principal será interpretado por Jaafar Jackson, de 26 anos, que é filho de Jermaine Jackson, um dos irmãos mais velhos de Michael Jackson. E a presença do sobrinho do cantor comprova que o filme não deve abordar nenhuma das polêmicas envolvendo a sua vida. “Mesmo que você não acredite em uma palavra do que seus muitos acusadores disseram; mesmo que você não esteja preocupado com as investigações policiais e os enormes pagamentos para interromper os processos legais, como você explica o fato completamente incontestável de que durante anos Jackson passou inúmeras noites sozinho na cama com meninos?”, questionou Reed. “O que ele estava fazendo com eles, sozinho em seu quarto Neverland, com sinos de alarme no corredor? Isso não pode ser aceitável de forma alguma”. A cinebiografia de Michael Jackson começará a ser rodada em breve, mas ainda não tem previsão de lançamento. Confira abaixo o trailer de “Deixando Neverland”.
“Batem à Porta” tira “Avatar 2” do topo das bilheterias dos EUA após oito semanas
O mais novo terror do diretor M. Night Shyamalan, “Batem à Porta”, liderou as bilheterias dos EUA e Canadá com uma arrecadação de US$ 14,2 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição – em 3.643 cinemas. Embora possa se gabar de ter sido o filme que tirou “Avatar: O Caminho da Água” do topo, após oito semanas, o desempenho representa a pior abertura de qualquer lançamento de Shyamalan na América do Norte. Em 2021, em meio à pandemia, “Tempo” estreou com US$ 17 milhões no mercado interno. Os dois filmes anteriores de Shyamalan, “Vidro” (2018) e “Fragmentado” (2016), abriram cada um com US$ 40 milhões. O boca a boca negativo pode ser um culpado. “Batem à Porta” recebeu nota C na pesquisa do CinemaScore, feita na saída dos cinemas, mostrando que o público considerou o longa medíocre. Já a avaliação da crítica foi mais positiva, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes. No exterior, a produção da Universal Pictures arrecadou US$ 7 milhões, o que rendeu um total global inicial de US$ 21,2 milhões. A trama acompanha um casal gay e sua filhinha adotiva durante um fim de semana no campo. Quando menos esperam, eles se veem cercados por pessoas violentas que invadem sua cabana, os aterrorizam com comportamento de seita e os obrigam a fazer uma escolha: um deles deve se sacrificar para que o mundo não acabe. Submetidos à tortura psicológica, aos poucos os reféns começam a ponderar a possibilidade de tudo ser verdade. Para fãs do diretor, a maior reviravolta é o fato de “Batem à Porta” não ter reviravolta, algo raro na carreira de Shyamalan, que desta vez entrega um suspense claustrofóbico e pouco sangrento, que conduz a um desfecho incontornável. Outra estreia ficou em 2º lugar no ranking. A comédia “80 for Brady” fez US$ 12,5 milhões em 3.912 telas e também superou a continuação de “Avatar” (2009). Sem previsão de lançamento no Brasil, o longa da Paramount Pictures volta a juntar Jane Fonda e Lily Tomlin após o fim da série “Grace & Frankie” no ano passado, além de Sally Field (“Lincoln”) e Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”). “80 for Brady” conta a história real de um grupo de amigas na terceira idade que resolve realizar o sonho de ir ao estádio assistir ao Super Bowl e, consequentemente, ver o último jogo de Tom Brady, o Pelé do futebol americano e ex-marido de Gisele Bündchen, que vem prometendo se aposentar há anos. Com isso, “Avatar: O Caminho da Água” caiu para o 3º lugar em seu oitavo fim de semana de exibição. Fez mais US$ 10,8 milhões em 3.310 cinemas norte-americanos, o que o ajudou a atingir um total global de US$ 2,174 bilhões, a 4ª maior arrecadação mundial de todos os tempos – e não muito atrás de “Titanic” no Top 3 (US$ 2,194 bilhões). A expectativa é que o novo filme de James Cameron ultrapasse o antigo filme de James Cameron no próximo fim de semana ou no seguinte. No exterior, a sequência de “Avatar” já superou “Titanic” (US$ 1,538 bilhão contra US$ 1,535 bilhão). Mas vale lembrar que uma versão 3D de “Titanic” será lançada em 10 de fevereiro, que pode ajudar o filme de 1997 a resistir em seu posto. O Top 5 norte-americano se completa com a animação “Gato de Botas 2: O Último Pedido”, que fez mais US$ 7,9 milhões e chegou num total de US$ 368,5 milhões mundiais, e o documentário musical “BTS: Yet to Come in Cinemas”, com US$ 5,1 milhões contabilizados em 1.125 cinemas. Veja abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana. 1 | BATEM À PORTA | 2 | 80 FOR BRADY | 3 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 4 | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO | 5 | BTS: YET TO COME IN CINEMAS |
George R. Robertson, ator da franquia “Loucademia de Polícia”, morre aos 89 anos
O ator canadense George R. Robertson, que interpretou o chefe Hurst nos primeiros seis filmes de “Loucademia de Polícia”, morreu aos 89 anos. Sua família disse que ele faleceu em 29 de janeiro no Sunnybrook Health Sciences Centre, em Toronto, no Canadá, mas não deu mais detalhes. Robertson trabalhava na TV e no cinema há quase 15 anos, quando foi escalado como o exigente chefe Henry Hurst na sátira policial de 1984 estrelada por Steve Guttenberg. Seu personagem era o chefe da Academia de Polícia onde o protagonista, Carey Mahoney (Guttenberg), se matricula, após a recém-eleita prefeita de sua cidade anunciar que o departamento deveria aceitar qualquer um que se candidatasse. Responsável por supervisionar o treinamento dos cadetes, o chefe Hurst muitas vezes se via enfrentando situações hilárias causadas pelos próprios alunos, tornando-se uma das principais fontes de comédia na franquia. O filme de 1984 se provou um imenso sucesso e gerou mais seis sequências. Robertson só não participou da última, lançada uma década depois, em 1994. Sua longa carreira abrange mais de meio século de produções, iniciando-se com uma figuração no terror clássico “O Bebê de Rosemary”, em 1968. Ele também apareceu em pequenos papéis em três indicados ao Oscar de Melhor Filme: “Aeroporto” (1970), “Norma Rae” (1979) e “JFK” (1991). Robertson continuou a trabalhar de forma constante nas telas ao longo das décadas, com créditos que se estendem até 2017. Entre seus destaques mais recentes estão o papel do vice-presidente Dick Cheney na minissérie “The Path to 9/11” (2006), e do senador Barry Goldwater na minissérie “The Reagans” (2000). Ele foi nomeado Humanitário do Ano no Prêmio Gemini (o Oscar canadense) de 2004, apresentado pela Academia de Cinema e Televisão Canadense por sua “extraordinária compaixão e envolvimento comunitário [que teve] um enorme impacto na vida das crianças no Canadá e em todo o mundo.”
Melinda Dillon, indicada ao Oscar por “Contatos Imediatos”, morre aos 83 anos
A atriz Melinda Dillon, indicada ao Oscar por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) e “Ausência de Malícia” (1981), morreu aos 83 anos. Sua família informou que ela faleceu em 9 de janeiro em Los Angeles, mas não deu mais detalhes. Nascida em 13 de Outubro de 1939, Dillon começou sua trajetória no teatro antes de se mudar para Hollywood. Ela fez sua estreia no cinema em 1969 com a comédia “Um Dia em Duas Vidas” e teve seu primeiro papel de destaque em “Esta Terra é Minha Terra” (1976), cinebiografia do cantor folk Woody Guthrie, onde interpretou a esposa do protagonista, vivido por Keith Carradine. O desempenho lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Estreia do ano. No ano seguinte, fez seu papel mais lembrado, como a mãe que tem o filho abduzido em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”. O filme foi um grande sucesso de bilheteria e recebeu várias indicações ao Oscar, inclusive para Melinda, que disputou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante. Em 1981, ela foi novamente indicada como Melhor Atriz Coadjuvante por “Ausência de Malícia”, interpretando uma amiga próxima do protagonista, vivido por Paul Newman – com quem ela já tinha contracenado na comédia “Vale Tudo” (1977). Além desses desempenhos consagrados pela Academia, ela também marcou época em outro grande sucesso, vivendo a mãe de Ralphie no clássico da Disney “Uma História de Natal” (1983). Com uma carreira repleta de sucessos, ela ainda se destacou como a esposa do personagem de John Lithgow na comédia “Um Hóspede do Barulho” (1987), a mãe do Capitão América na adaptação de 1990, a paciente da psiquiatra vivida por Barbra Streisand em “O Príncipe das Marés” (1991), no elenco do filme coral “Magnólia” (1999) e como a sogra de Adam Sandler no drama “Reine Sobre Mim” (2007), seu último papel antes de se aposentar. Ao longo de cinco décadas, Melinda ainda fez participações em várias séries, sem nunca integrar um elenco fixo, estrelou montagens da Broadway e trabalhou com alguns dos diretores mais premiados de Hollywood, como Steven Spielberg, Sydney Pollock, Norman Jewison, Paul Thomas Anderson, Hal Ashby, George Roy Hill e Barbra Streisand. Ao saber da morte da atriz, Steven Spielberg se manifestou: “Melinda foi generosa de espírito e emprestou tanta gentileza ao personagem que interpretou em ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’. Ela era uma atriz maravilhosa e tão talentosa em dramas – incluindo sua passagem inesquecível em ‘Ausência de Malícia’ – quanto em comédias amadas como ‘Uma História de Natal’, ‘Um Hóspede do Barulho’ e ”Vale Tudo'”. Todos sentiremos a falta dela.” Lembre de duas das cenas mais famosas de “Contatos Imediatos” com Melinda Dillon.
Filmes: “Pantera Negra 2” chega ao streaming. Veja as novidades
A continuação do blockbuster “Pantera Negra” (2018), da Marvel, é a principal novidade de streaming da semana. O lançamento exclusivo da Disney+ chega a destoar da programação, que se completa com produções de fora de Hollywood – terror australiano, thriller de ação sul-coreano, comédias e dramas europeus, além de dois documentários. Confira as 10 estreias que rendem as melhores sessões de cinema em casa nesse fim de semana. | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | DISNEY+ A continuação de “Pantera Negra” é um grande tributo ao ator Chadwick Boseman, o intérprete do herói do título, que morreu de câncer em 2020. Os temas do luto e sua superação dominam a narrativa, embora o diretor Ryan Coogler também aproveite para expandir o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) para novas fronteiras com a ameaça de uma invasão à Wakanda comandada por Namor, o Príncipe Submarino. Seu surgimento também introduz duas novas heroínas: a Pantera Negra e a Coração de Ferro. Sucesso de público, o filme foi a 6ª maior bilheteria do mundo em 2022 e ainda teve aprovação da crítica, com 84% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. O elenco conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e apresenta Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023, além do mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) no papel de Namor. | NAVIO DE SANGUE | VOD* O terror australiano combina nazistas, navio fantasma e vampiros num bom passatempo, que venceu cinco prêmios no circuito especializado. Tudo começa com a chegada de um pequeno bote com sobreviventes de um naufrágio a uma embarcação abandonada da 2ª Guerra Mundial. Na nave à deriva, eles descobrem bandeiras nazistas e cadáveres apodrecidos, além de caixões misteriosos, que, claro, contém criaturas sanguinárias e precipitam uma luta pela sobrevivência. A ideia dos vampiros marítimos vem do romance “Drácula”, de Bram Stoker, que descreveu a viagem do Demeter, navio responsável por conduzir o caixão do vampiro da Transilvânia até a Inglaterra. A premissa tem sido explorada no cinema desde o clássico “Nosferatu”, de 1922. Roteiro e direção são assinados por Justin Dix, técnico de efeitos da franquia “Star Wars”, que trabalhou no cultuado terror australiano “O Babadook” (2014) e o elenco destaca Alyssa Sutherland (a rainha Aslaug, de “Vikings”), Robert Taylor (o xerife “Longmire”) e Nathan Phillips (Flynn na série “Hunters”). | FORÇA BRUTA | VOD* O divertido filme de ação sul-coreano é continuação de “The Outlaws” (2017), disponível em VOD no Brasil, e traz novamente o policial Ma Seok-do (vivido por Ma Dong-seok de “Invasão Zumbi”) como protagonista. Ele recebe a missão de ajudar na repatriação de um criminoso foragido no Vietnã. Porém, ao chegar no país estrangeiro, descobre que o caso é ligado a um assassino em série que atacou turistas por muitos anos. Com uma pancadaria elogiadíssima, o filme de Lee Sang-yong (“Os Invencíveis”) tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. | DESTEMIDA | NETFLIX A aventura narra a história real de Jessica Watson, a mais jovem velejadora a dar a volta ao mundo sozinha a bordo de um barco. Em um clima similar a “As Aventuras de Pi” (2012), o filme mostra como a australiana de 16 anos (vivida por Teagan Croft, a Ravena de “Titãs”) enfrenta dificuldades ao longo da sua jornada por alguns dos trechos mais desafiadores do planeta, numa viagem que dura 210 dias, ao mesmo tempo que apresenta a beleza da natureza. A direção é de Sarah Spillane (“Ao Redor do Bloco”) e o elenco ainda conta com Anna Paquin (“True Blood”), Josh Lawson (“Mortal Kombat”) e Cliff Curtis (“Avatar: O Caminho da Água”). | BEM-VINDOS A BORDO | VOD* O drama francês acompanha o cotidiano de uma comissária de bordo vivida por Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). Levando sua rotina de trabalho no modo automático, um dia é dispensada pela empresa de aviação e se vê obrigada a lidar com o que a vida lhe reservou em seu retorno para casa. Vencedor do Festival de Gijón e premiado em Cannes, o filme é o primeiro longa do casal Julie Lecoustre e Emmanuel Marre, que chamou atenção ao conquistar o troféu de Melhor Curta no Festival de Locarno de 2018 (com “D’un château l’autre”). Adèle Exarchopoulos também disputa o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz pelo papel principal. | DOIS DIAS, UMA NOITE | MUBI Um dos melhores filmes dos irmãos belgas Luc e Jean-Pierre Dardenne (“A Garota Desconhecida”), o drama social sobre a classe trabalhadora e as dificuldades para se manter empregado acompanha o desespero da protagonista diante da ameaça da demissão, num desempenho que rendeu indicação ao Oscar para a estrela francesa Marion Cotillard (que venceu a estatueta por “Piaf”). Ela tem apenas um fim de semana (dois dias e uma noite) para convencer seus colegas de trabalho a abrirem mão de um bônus salarial para que possa manter seu emprego. Na corrida contra o tempo, acaba encontrando aliados, mas também quem não queira perder o dinheiro extra apenas para que ela permaneça empregada. O elenco ainda inclui os atores Fabrizio Rongione e Olivier Gourmet, que trabalharam em outros filmes dos irmãos Dardenne, como o “O Garoto de Bicicleta” (2011). Elogiadíssimo pela crítica internacional, venceu 41 prêmios e atingiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. | A BRIGADA DA CHEFE | VOD* A francesa Audrey Lamy (“O Tesouro do Pequeno Nicolau”) vive uma chef estourada, que após ser demitida de um restaurante chique vê as oportunidades de emprego diminuírem. Ao aceitar a única oferta de trabalho que lhe oferecem, acaba descobrindo que irá comandar a cozinha de um abrigo para crianças imigrantes. Lá, seu mau-humor soma-se à penúria do local, mas quando os jovens se oferecem como voluntários para ajudar, seu coração de gelo começa a se derreter. A comédia humanista tem direção de Louis-Julien Petit, que trabalhou com Lamy em outra comédia sobre segmentos marginalizados da sociedade: “As Invisíveis” (2018), passado num centro de acolhimento para mulheres sem domicílio prestes a fechar por decisão política. | MISS FRANÇA | GLOBOPLAY A comédia francesa de Ruben Alves (“A Gaiola Dourada”) trata de identidade de gênero. Alexandre Wetter (visto em “Emily in Paris”) é um jovem que, desde a infância sonha virar Miss França. E quando começa a assumir cada vez mais características femininas, resolve se inscrever no disputado concurso beleza, surpreendendo muitos ao conseguir ser aprovado(a). Apoiado por sua excêntrica família, Alex enfrenta as fases do concurso, conforme descobre um mundo de beleza, exigência e sofisticação, no qual o maior prêmio é a felicidade de ser si mesmo(a). | FUGA DE CABUL | HBO MAX O documentário impactante apresenta imagens nunca antes vistas da retirada das tropas americanas do Afeganistão, estampando o desespero dos cidadãos afegãos e a busca por evacuação depois que o Talibã tomou a cidade de Cabul. O filme intenso conta com três diferentes pontos de vista – de marines americanos, civis afegãos e guerrilheiros talibãs – e usa como fontes depoimentos exclusivos, vídeos de celulares, de câmeras de capacetes militares e a cobertura jornalística, que captam cenas de partir o coração. Entre os registros, há famílias jogando bebês por cima do arame farpado para os braços de soldados, crianças perdidas dos pais e até um avião decolando com homens agarrados a sua fuselagem, para escorregar e se estatelar numa queda de centenas de metros. O diretor Jamie Roberts já tinha chamado atenção no ano passado com “Four Hours at the Capitol”, sobre o ataque da extrema direita americana ao prédio do Capitólio (o Congresso dos EUA), que também pode ser visto na HBO Max. | PAMELA ANDERSON – UMA HISTÓRIA DE AMOR | NETFLIX A atriz Pamela Anderson não esconde sua motivação para realizar o documentário: a minissérie “Pam e Tommy”, sobre seu casamento com o músico Tommy Lee e a famosa sex tape que eles gravaram e se tornou viral. Além de querer dar sua própria versão para o escândalo do VHS mais famoso de todos os tempos e de seu casamento com o baterista do Mötley Crüe, Pamela também aborda outros relacionamentos célebres na produção, como com o cantor Kid Rock, e sua relação com os dois filhos, Brandon e Dylan, que a convenceram a “contar sua história em seus próprios termos”. O filme, claro, também cobre sua carreira, especialmente sua luta para ser considerada uma “atriz série” após virar um símbolo sexual em “S.O.S. Malibu” e nas páginas da revista Playboy, numa persistência que a levou a estrear na Broadway no ano passado, num dos papéis principais do musical “Chicago”. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Leonardo DiCaprio e J. J. Abrams vão produzir adaptação de Stephen King
O ator Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) e o cineasta J. J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) vão produzir a adaptação do livro “Billy Summers”, escrito por Stephen King. E embora não tenha sido confirmado, também não foi descartada a possibilidade de DiCaprio estrelar o filme, e Abrams dirigí-lo. O livro conta a história do personagem-título, um assassino de aluguel que quer se aposentar, mas aceita um último trabalho altamente lucrativo. Para esse trabalho, Summers precisará matar Joel Allen, um sujeito que será levado a julgamento por ter atirado em dois homens durante um jogo de pôquer. Além desse crime pelo qual será julgado, Allen já matou diversas outras pessoas, o que fez com que os mafiosos para quem ele trabalha ficassem receosos sobre possíveis acordos que ele pudesse fazer com a promotoria. Para conseguir realizar o traballho, Summers precisa se infiltrar numa cidade tranquila, onde finge ser um aspirante a escritor. Mas as coisas dão errado para o protagonista depois que ele conclui o trabalho. Inicialmente, “Billy Summers” seria transformado em uma série de TV, que foi oferecida para diferentes emissoras e plataformas de streaming. Agora, porém, o plano é transformar o livro num filme. O roteiro da adaptação está sendo escrito por Ed Zwick e Marshall Herskovitz (ambos de “Jack Reacher: Sem Retorno”). “Billy Summers” ainda não tem previsão de estreia. Vale lembrar que J. J. Abrams tem experiência com adaptações de histórias de Stephen King. O cineasta produziu as séries “11.22.63” (baseada no livro “Novembro de 63”), “Lisey’s Story” (adaptação do livro “LOVE – A História de Lisey”) e “Castle Rock” (inspirada nos personagens e cenários criados por King). Leonardo DiCaprio será visto a seguir no thriller “Assassinos da Lua das Flores”, sua nova parceria com o cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), ainda sem data de lançamento.
James Gunn revela quadrinhos que influenciaram a reformulação da DC
O cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) revelou quais são as histórias em quadrinhos que servirão de base para a sua reestruturação dos filmes da DC. Em uma publicação no seu Twitter, Gunn afirmou que as HQs em que ele está se baseando são “Superman: All Stars” (lançada no Brasil como “Superman: Grandes Astros”) de Grant Morrisony, “The Authority Omnibus” de Warren Ellis, “Batman Omnibus – Vol. 1 (também conhecida como “Batman & Robin – Edição Definitiva”) de Grant Morrison e “Absolute Swamp Thing”, de Alan Moore. Ainda assim, o diretor explicou que os próximos filmes e séries não serão, necessariamente, adaptações diretas dessas graphic novels e edições encadernadas. Em vez disso, ele pretende usar a “sensação e o tom” dessas histórias para guiar a sua equipe criativa. No caso de “Superman: All Stars”, a graphic novel vai servir de base para o filme “Superman: Legacy”, que Gunn está escrevendo e – provavelmente – irá dirigir. Inspirada no famoso arco de quadrinhos de Morrison, a trama vai mostrar o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. “Ele é bondoso demais em um mundo onde isso é cafona”, relatou o produtor Peter Safran, parceiro de Gunn, durante a divulgação dos novos projetos. Já “The Authority Omnibus” de Warren Ellis, vai dar origem a um filme sobre o Authority, grupo de super-heróis polêmicos criados nos anos 1990 por Jim Lee. “Essa não é uma história sobre heróis e vilãos. Nem todo filme ou programa de TV será sobre os caras bonzinhos brigando com os malvados ou sobre coisas enormes que caem do céu. Eu acredito que esses heróis são como Jack Nicholson em ‘Questão de Honra’. Eles sabem o que vocês querem deles. Ou, pelo menos, acreditam nisso”, descreveu James Gunn. O “Batman” de Grant Morrison não terá relação com o filme estrelado por Robert Pattinson. Em vez disso, será um projeto a parte, que vai se chamar “The Brave and the Bold”. O filme vai mostrar o Batman conhecendo um filho que ele nem sabia existir: Damian Wayne, um adolescente criado pela mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos. “É uma história bem estranha sobre paternidade”, descreve James. E “Absolute Swamp Thing”, de Alan Moore, conta uma nova história de origem do Monstro do Pântano. O projeto é descrito como um terror um pouco diferente das demais produções da TV, mas que deve contar com a participação de alguns personagens conhecidos. O diretor James Mangold (“Logan”) já deu pistas de que está envolvido no projeto ao publicar uma imagem do personagem no seu Twitter, que foi curtida por Gunn. Outra história em quadrinhos importante, também mencionada por Gunn, foi “Supergirl: Woman of Tomorrow”, escrita por Tom King, que vai gerar um filme-solo da heroína. “Nós iremos mostrar as grandes diferenças entre Superman e Supergirl. Enquanto ele foi criado por pais adoráveis na Terra, Supergirl viu todos que ama serem mortos aos 14 anos. Só depois disso, ela veio para o nosso planeta, passando mais alguns anos sozinha numa nave. Ela é muito mais hardcore do que pensamos”, relatou James Gunn. O anúncio foi recebido com alegria pelos criadores da HQ. “’Supergirl’ foi um título pequeno e ambicioso que saiu e chamou a atenção por causa da paixão de todos os fãs que de arriscaram, leram e compartilharam. Nós vimos o que vocês fizeram; Bilquis e eu só temos a agradecer”, disse King no seu Twitter. “’Supergirl: A Mulher do Amanhã – O Filme’ está acontecendo!”, completou a desenhista Bilquis Evely. Vale mencionar que todos os títulos de quadrinhos mencionados por Gunn dispararam suas vendas no site da Amazon. Por conta disso, a versão em inglês da graphic novel de Supergirl esgotou em poucas horas. We're talked a lot about Woman of Tomorrow, but these are more of the comics inspiring #DCStudios and the new #DCU in these early days. That doesn't mean we're adapting all these comics, but that the feel, the look, or the tone of them are touchstones for our team. Check 'em out! pic.twitter.com/34KrVPeEL5 — James Gunn (@JamesGunn) February 2, 2023 Supergirl was a small, ambitious book that got out there and got attention because of the passion of all the fans who took a chance, read it, and shared it. We saw what you did; @BilquisEvely and I are nothing but grateful. pic.twitter.com/lgpBjCAidv — Tom King (@TomKingTK) January 31, 2023 Supergirl: Woman of Tomorrow movie is coming! @TomKingTK @_matlopes_ @ms_brittanyjean @JamesGunn pic.twitter.com/j0EAumiVuO — Bilquis Evely (@BilquisEvely) January 31, 2023
Jude Law e Nicholas Hoult farão filme sobre supremacistas brancos
Os atores Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Nicholas Hoult (“O Menu”) vão estrelar “The Order”, filme sobre supremacistas brancos que será dirigido por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”). A trama foi escrita por Zach Baylin (“King Richard: Criando Campeãs”) com base no livro “The Silent Brotherhood”, de Kevin Flynn e Gary Gerhardt, que narra os crimes reais de um grupo de terroristas da extrema direita dos EUA e mostra o agente que os perseguiu. O caso aconteceu em 1983, quando uma série de violentos assaltos a banco, operações de falsificação e assaltos a carros blindados assustaram as comunidades em todo o Noroeste dos Estados Unidos. Enquanto a polícia não tinha pistas sobre os crimes, um solitário agente do FBI (Law) passou a acreditar que os crimes não eram obra de criminosos tradicionais com motivação financeira, mas de um grupo de perigosos terroristas domésticos, inspirados por um líder radical e carismático (Hoult) que estava tramando uma guerra contra o governo dos EUA. O diretor Justin Kurzel já tem experiência com dramatização de casos reais. Seu primeiro filme foi o pesado “Os Crimes de Snowtown” (2011), sobre uma série de assassinatos que aconteceram na Austrália. Ele também dirigiu o longa “A Verdadeira História de Ned Kelly”, sobre um famoso criminoso australiano. “The Order” ainda não tem previsão de estreia. Jude Law será visto a seguir na série “Skeleton Crew”, nova atração do universo de “Star Wars”, que ainda não tem data de lançamento. E Nicholas Hoult estrelou a comédia “Renfield – Dando o Sangue pelo Chefe”, em que interpreta o mais famoso ajudante do Drácula. Este filme chega aos cinemas brasileiros em 14 de abril.
Toni Collette vai estrelar novo thriller do diretor de “Halloween”
A atriz Toni Collette (“Hereditário”) vai estrelar o thriller de vingança “The Prima Donna”, que será produzido pelo cineasta David Gordon Green (responsável pela nova trilogia de “Halloween”). O filme vai se passar em Roma e acompanhar uma lendária diva da ópera (Collette) que está prestes a interpretar o papel mais importante da sua vida. Mas seus planos seu atrapalhados pela chegada da sua filha, que acabou de sair da clínica de reabilitação. A filha também sonha em ser cantora de ópera e pede para ser a substituta da mãe. Quando o pedido é negado, ela inicia sua vingança. A jovem será interpretado por Odessa Young (“The Stand”), que já trabalhou com Collette na minissérie “A Escada” (2022). “The Prima Donna” foi escrito e será dirigido por Nathan Silver (“Uma Escala em Paris”) e ainda não tem previsão de estreia. Toni Collette será vista a seguir na comédia de ação “Mafia Mamma”, dirigida por Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), que deve estrear em abril, e na sci-fi “Mickey 17”, de Bong Joon Ho (“Parasita”), com lançamento agendado para março de 2024. Ela também está na série “The Power”, que chega na Amazon Prime Video em 31 de março.












