Astro de Breaking Bad anuncia pausa na carreira e o motivo é comovente
O ator Bryan Cranston, conhecido como Walter White na série “Breaking Bad”, está considerando dar uma pausa na carreira em 2026. Durante entrevista à revista britânica GQ, o ator de 67 anos revelou que seus planos para o futuro incluem fechar sua produtora e vender sua parte no negócio de destilados Dos Hombres, co-fundado junto ao ator Aaron Paul, seu colega de elenco em “Breaking Bad”. Diante desse cenário, o ator quer se mudar para outro país, provavelmente a França, ao lado da esposa Robin Dearden. O casal planeja passar pelo menos seis meses explorando a cultura e a vida francesa. O ator explicou que a decisão é uma forma de agradecer a esposa pelo apoio incondicional ao longo dos anos. “Nos últimos 24 anos, Robin tem levado sua vida segurando o meu rabo”, declarou. “Ela tem sido a acompanhante, ela tem sido a esposa de uma celebridade. Ela teve que girar e ajustar sua vida com base na minha. Ela tem um tremendo benefício com isso, mas nós somos desiguais. Eu quero nivelar isso. Ela merece”. Aposentadoria aos 70 anos Ele expressou seu desejo de “mudar o paradigma mais uma vez” e mergulhar fundo na nova experiência. Ele planeja aprender a língua do país para onde se mudar, aproveitando seus dias cozinhando e cuidando do jardim. “Trata-se de correr riscos. Estou acostumado com essa sensação de não saber o que virá [pela frente]”. disse. “Quero vivenciar essa experiência”, explicou. “Quero fazer passeios diários, acender a lareira e desfrutar de vinho com novos amigos, sem ter que ler roteiros. Não será do tipo ‘Vou ler e ver o que farei’. Não, será uma pausa. Será um momento de descanso. Não vou pensar em trabalho. Não vou atender telefonemas”. Revival de “Malcolm” Antes da pausa, porém, Cranston pretende revisitar um dos seus primeiros sucessos na televisão, a sitcom “Malcolm” (2000-2006), na qual interpretou o pai de uma família incomum, com um filho gênio. “Estou curioso sobre aquela família 20 anos depois”, disse o ator sobre a produção em desenvolvimento, que marcará um reencontro dos personagens. “O que aconteceu com eles? Onde eles estão? O que as crianças estão fazendo? Eles são homens adultos agora. Além disso, ele também comentou sobre os rumores de uma possível reunião com a equipe de “Breaking Bad” (2008-2013) para comemorar os 15 anos do lançamento da série. “Daqui a cinco anos, faremos 20 anos, depois 25… Não vamos tentar fazer tudo de uma vez”, ponderou, sobre a atração que lhe consagrou com seis prêmios Emmy – como ator e produtor. Desde o final de “Breaking Bad”, ele também foi indicado ao Oscar de Melhor Ator, por “Trumbo: Lista Negra” (2015). Cranston será visto a seguir em “Asteroid City”, nova comédia de Wes Anderson, que estreia em 10 de agosto no Brasil.
Ryan Reynolds vai estrelar novo filme de ação dos diretores de “Dungeons & Dragons”
A Apple está desenvolvendo um novo filme de ação, intitulado “Mayday”. Estrelado por Ryan Reynolds (“O Projeto Adam”) e Kenneth Branagh (“Morte no Nilo”), o longa será escrito e dirigido pela dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley (“Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”), que também atuam como produtores. De acordo com o Deadline, o roteiro já foi finalizado. Embora detalhes sobre a trama estejam sendo mantidos em sigilo, o longa começou a ser desenvolvido no início do ano pela dupla junto a produtora Skydance. Pouco tempo depois, Reynolds se interessou em participar da produção e o projeto ganhou força com a Apple. O longa será mais uma colaboração entre a Apple e Reynolds, que estrelou recentemente o musical de Natal “Spirited – Um Conto Natalino”, ao lado do ator Will Ferrell, lançado em novembro do ano passado. Sucesso entre o público, o filme se tornou um dos maiores lançamentos da Apple, atraindo 174 mil espectadores em dois dias nos EUA. Mais uma produção da dupla de diretores “Mayday” também marca a quarta parceria de Goldstein e Daley como diretores. Os dois foram responsáveis por “Férias Frustradas” (2015), “A Noite do Jogo” (2018) e seu mais recente lançamento, “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes” (2023). A dupla participou ainda do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017), do diretor Jon Watts. Além de Reynolds, Goldstein e Daley, o time de produtores ainda conta com David Ellison (“Top Gun: Maverick”), Dana Goldberg (“A Guerra do Amanhã”), Don Granger (“A Guerra do Amanhã”), Ashley Fox (“Bela Vingança”), Johnny Pariseau (“Hue 1968”) e Patrick Gooing (“O Projeto Adam”). “Mayday” ainda não tem previsão de estreia.
DC programa rodada de testes para novo Superman do cinema
A Warner Bros e o DC Studios estão cada vez mais perto de definir os protagonistas do filme “Superman: Legacy”. Depois de analisar inúmeras fitas de audição ao longo de meses, a produção está se preparando para uma segunda rodada de testes, que definirá os novos Superman e Lois do cinema. Fontes envolvidas no processo de seleção revelaram ao site Deadline que os primeiros testes presenciais com Peter Safran e James Gunn, presidentes do DC Studios, deverão acontecer por volta do final de semana do Dia dos Pais (13 de agosto) ou na segunda ou terça-feira subsequente. Os atores Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), David Corenswet (“Pearl”) e Tom Brittney (“Greyhound”) são cotados para interpretar Clark Kent, também conhecido como Superman. Emma Mackey (“Sex Education”), Rachel Brosnahan (“Maravilhosa Sra. Maisel”) e Phoebe Dynevor (“Bridgeton”) farão testes para o papel de Lois Lane. Algumas negociações para os testes ainda estão em andamento, mas esses são nomes já previstos para participarem das audições. Os atores são os mesmos citados em reportagens sobre os preferidos do estúdio. Até o momento, eles foram vistos apenas em fitas de audição. Esse processo contou com a atenção especial de Gunn, após finalizar o trabalho de divulgação de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Ele expressou o desejo de ser meticuloso e assistir a todas as fitas, resultando nessa lista de potenciais atores. Quanto a outros papéis importantes como Lex Luthor e Jimmy Olsen, espera-se que essas escolhas sejam feitas após a definição dos intérpretes de Superman e Lois. Procurado para confirmar a notícia, o DC Studios se absteve de comentar sobre a segunda rodada de testes.
Pobres Criaturas: Emma Stone vira um “experimento” em trailer de fantasia gótica
A Fox Searchlight divulgou um pôster surreal e o trailer de “Pobres Criaturas” (Poor Things), fantasia gótica estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e dirigida por Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) com visuais e humor excêntricos. A prévia revela similaridades com “A Prometida” (1985), ao explorar uma variação da história da Noiva de Frankenstein. Stone vive Belle Baxter, uma mulher de comportamento bizarro, descrita pelo cientista vivido por Willem Dafoe (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) como “um experimento”. Dafoe, por sua vez, tem o rosto deformado, como se fosse o cientista e o monstro de Frankenstein. Todos se comportam de forma caricatural em cenários marcadamente artificiais, mas de grande beleza. O longa marca o retorno de Stone, que estava longe das telas desde “Cruella”, lançado em 2021 pela Disney. A obra também marca a segunda vez em que ela é dirigida por Lanthimos, após receber uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Favorita”. Os dois ainda estarão juntos pela terceira vez no vindouro “And”, novamente com Dafoe. O elenco também inclui Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), Jerrod Carmichael (“On the Count of Three”), Ramy Youssef (“Ramy”), Christopher Abbott (“Urso Negro”), Margaret Qualley (“Maid”), Kathryn Hunter (“A Tragédia de Macbeth”), Suzy Bemba (“L’Opéra – Nos Bastidores do Balé”) e Wayne Brett (“The Witcher”). O roteiro é de Tony McNamara (também de “A Favorita”), que adapta a obra homônima do escritor escocês Alasdair Grey, publicada em 1992. A estreia está marcada para 8 de setembro nos Estados Unidos e apenas em 2 de novembro no Brasil.
“Transformers: O Despertar das Feras” é o blockbuster da semana nos cinemas
A temporada de blockbusters segue em cartaz com a estreia de “Transformers: O Despertar das Feras” em 1,1 mil telas. O longa da franquia dos carros-robôs se junta a “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, “Velozes e Furiosos 10” e “A Pequena Sereia” na programação atual dos cinemas, que ainda recebem lançamentos europeus e nacionais em circuito limitado, além da transmissão da final da Copa UEFA Champions League 2023 no sábado (10/6), com show de Anitta. Confira abaixo os filmes que estreiam nesta quinta (8/6). | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS | A franquia “Transformers” é revivida num filme melhor que os anteriores, graças a um equilíbrio maior entre a ação robótica e seu enredo humano. A volta dos robôs gigantes tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”) e se baseia em “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Evocando a época, a produção é ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994 – e é cheia de referências do hip-hop. A trama segue Noah Diaz, um ex-militar interpretado por Anthony Ramos (“Em um Bairro de Nova York”), que acaba se envolvendo com os Autobots quando participa de um assalto e descobre que o Porsche que está roubando é, na verdade, o Autobot Mirage. Noah e uma pesquisadora (Dominique Fishback, de “Judas e o Messias Negro”) encontram o artefato cobiçado pelos vilões – capaz de destruir o mundo – e unem forças para ajudar os Autobots a achar a outra metade dessa chave no Peru. Uma novidade na franquia são os Maximals, robôs com características de animais. Assim como os transformers originais, os novos personagens também se dividem em facções rivais. Os Maximals são as versões animais dos Autobots, e a trama envolve um pedido de ajuda desses animais-robôs aos carros-robôs para “proteger o lar que dividimos” contra a ameaça dos Terrorcons e a chegada do Unicron, um monstro devorador de planetas. E entre os personagens alistados nessa luta estão velhos conhecidos do público, como Bumblebee (com o visual de seu filme solo) e Optimus Prime, além personagens das séries animadas, como Arcee (a Autobot feminina) e Mirage. O elenco também conta com Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Michelle Yeoh (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Pete Davidson (“Morte, Morte, Morte”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Michaela Jaé Rodriguez (“Pose”), Cristo Fernández (“Ted Lasso”), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe – quase todos como dubladores dos robôs. | TRÊS MULHERES – UMA ESPERANÇA | Inspirado em eventos reais, o drama europeu é ambientado nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial, após um trem carregado de prisioneiros judeus ser abandonado por soldados nazistas em fuga das tropas soviéticas. Interceptados pelos comunistas, os passageiros famintos e doentes encontram refúgio numa pequena aldeia alemã sob controle do Exército Vermelho. A protagonista do filme, Simone (Hanna van Vliet, de “Anne+: O Filme”), é instruída pela líder comunista Vera (interpretada por Eugénie Anselin, de “Nós Duas”) a morar na casa de uma órfã chamada Winnie (Anna Bachmann, de “Loverboy”), que teve os pais assassinados durante a invasão. A situação é complicada pela epidemia de tifo que os soviéticos tentam controlar. Enfrentando circunstâncias difíceis, as três mulheres acabam unindo seus destinos, enquanto cada uma enfrenta suas próprias injustiças e tormentos. Roteiro e direção são da holandesa Saskia Diesing (“Nena”). | UMA VIDA SEM ELE | O filme francês traz Isabelle Huppert (“Elle”) como uma mulher independente, com um espírito livre e aventureiro, que um dia se depara na rua com seu primeiro amor. Diante do encontro fortuito, ela decide não contar que, há muitos anos, engravidou dele e teve um filho. Enquanto esconde sua história, os flashbacks revisitam sua vida: sua juventude empolgante (quando é vivida por Freya Mavor, de “Industry”), seu sucesso profissional, seus amores conturbados e sua relação com o filho. Uma vida de melodrama, com direção de Laurent Larivière (“Alice”). | DEMÔNIO DOS MARES | Uma família resolve tirar férias de verão, mas acaba presa em alto mar sob o ataque de uma versão barata do “Megatubarão”. A direção é de Adrian Grunberg, que conseguiu superar as críticas negativas de “Rambo: Até o Fim” com esse trash de baixo orçamento. Perigo para seu bolso, o filme tem apenas 12% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes. | MARES DO DESTERRO | O drama em preto e branco acompanha uma família isolada em uma praia remota em Santa Catarina. Após uma crise, uma das filhas (Débora Ingrid, de “Pacarrete”) assume a responsabilidade de cuidar da família, enquanto guarda um segredo que gradualmente revela as complexidades das relações de amor, desejo, poder e violência entre eles. O segundo longa de Sandra Alves (“Rendas no Ar”) tem roteiro de Amilcar Claro (“Nasce uma Mulher”), que dedicou dez anos ao trabalho antes de seu falecimento em 2015. | CORPOLÍTICA | Produzido pelo ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”), o documentário discute a importância da representatividade LGBTQIA+ em cargos políticos do Brasil, país que mais mata pessoas de minorias sexuais no mundo. A produção faz um recorde de candidaturas LGBTQIAPN+ nas eleições brasileiras de 2020, em um momento histórico no país e no mundo, com candidatos e políticos relatando suas experiências e as violências vividas dentro de seus processos de afirmação e na luta por direitos. A direção é de Pedro Henrique França, roteirista de “Quebrando o Tabu” (2019).
Disney interferiu no terror “Boogeyman” por causa de “Star Wars”
O mais recente lançamento da 20th Century Studios, “Boogeyman: Seu Medo é Real”, dirigido por Rob Savage, foi marcado por uma interferência peculiar da Disney, dona do estúdio. A obra cinematográfica, baseada em um conto de terror de Stephen King, precisou fazer uma alteração significativa em sua trama devido à franquia “Star Wars”. Na trama do filme, a atriz Vivien Lyra Blair, que interpretou a jovem Leia Organa na série Obi-Wan Kenobi, deveria utilizar um sabre de luz defeituoso em determinadas cenas. No entanto, por causa da ligação da atriz com “Star Wars”, a Disney vetou a ideia, forçando a produção a substituir o sabre de luz. De última hora, Savage encontrou uma bola de luz, comprada pela Amazon. O diretor detalhou a mudança em uma entrevista ao Polygon. “Originalmente, era para ser um sabre de luz de brinquedo quebrado e com defeito. Mas eu esqueci que ela foi a princesa Leia e a Disney, de forma perfeitamente compreensível, não queria que a princesa Leia estivesse segurando um sabre de luz estragado. Então, pesquisamos no Google, tipo: ‘brinquedos infantis que acendem’. A gente reescreveu as cenas em uma tarde, e acabou virando a melhor coisa do filme”. Em uma entrevista diferente com o Collider, o diretor acrescentou que a personagem Sawyer deveria ter um sabre de luz falso, que se desintegraria em uma cena crucial. A Disney não gostou nada de o filme apresentar o brinquedo desta forma. A interferência também levantou a curiosidade sobre o destino da jovem Leia Organa, interpretada por Vivien Lyra Blair, no universo “Star Wars”. Mesmo sem confirmações sobre uma 2ª temporada de “Obi-Wan Kenobi”, a atriz admitiu que adoraria protagonizar sua própria série no Disney+ ao lado do droide Lola. “Boogeyman: Seu Medo é Real” entrou em cartaz na quinta passada (7/6) nos cinemas brasileiros.
Elliot Page diz ter ficado com atriz nos bastidores de “Juno”: “Desejo avassalador”
O ator Elliot Page (“The Umbrella Academy”) revelou ter mantido relações sexuais com a atriz Olivia Thirlby durante as gravações do filme “Juno”, lançado em 2007. A confissão foi feita na sua recente autobiografia, “Pageboy”, lançada nesta semana (inclusive no Brasil). O livro relata a jornada de Elliot, cuja fama aumentou significativamente após sua atuação neste filme. Na época das filmagens, Elliot ainda não havia feito sua transição de gênero e era conhecido como a atriz Ellen Page. Sua personagem era a Juno do título, uma adolescente grávida em busca de pais adotivos para seu bebê. A presença de Olivia no set o surpreendeu, e ele descreve a química entre eles como “palpável”. O livro relata um “desejo avassalador” por Olivia, “que me fazia querer de uma forma nova, esperançosa”. “Foi uma das primeiras vezes que alguém me fez atingir o clímax, a primeira vez que me permiti ser vulnerável com alguém”, revelou. A química teria sido tão forte que eles transaram várias vezes durante as filmagens, de acordo com Elliot. Os encontros aconteceram em quartos de hotel, trailers de trabalho e até mesmo num restaurante. “Achávamos que estávamos sendo discretos”, ele jurou. O fato é que ninguém realmente comentou o caso na época. Olivia Thirlby ainda não comentou as alegações de Page, mas ela se assumiu bissexual em 2011 – atualmente é casada com o técnico de som Jacques Pienaar, que conheceu em “Dredd” (2012). Em seu livro, Elliot Page também revelou ter vivido um romance secreto com Kate Mara, com quem contracenou no drama lésbico “Meus Dias de Compaixão” (2017). Veja abaixo o trailer de “Juno” e a capa nacional de “Pageboy”, lançado na terça-feira (6/6) pela editora Intrínseca.
Walter Salles é o cineasta mais rico do mundo, segundo a revista Forbes
O cineasta de ficção mais rico do mundo é brasileiro. De acordo com o levantamento anual da revista Forbes, Walter Salles (de “Central do Brasil”) superou George Lucas, que era o diretor de cinema mais rico do mundo desde 2014, após a venda da Lucasfilm para a Disney. Filho do fundador do Unibanco, Walter Moreira Salles, Walter Júnior e seus três irmãos se tornaram grandes acionistas do banco após a morte do pai em 2001. Eles mantiveram uma parcela significativa no Unibanco após sua fusão com o Itaú em 2009, resultando no maior conglomerado financeiro do hemisfério sul, o Itaú Unibanco, também controlado pelas famílias Setúbal e Villela. Os irmãos Moreira Salles ainda herdaram do pai a CBMM, líder global na produção de nióbio. O faturamento da empresa no último ano fiscal foi de R$ 11,4 bilhões, com um lucro de R$ 4,5 bilhões, significando uma margem líquida de quase 40%. Eles também administram mais de R$ 50 bilhões em ativos através da Brasil Warrant, o family office que gerencia parte do império familiar, incluindo a Alpargatas, proprietária da marca Havaianas. Em 2022, Walter e o irmão documentarista João negociaram suas ações do Itaú Unibanco com os irmãos Pedro e Fernando Roberto, que ficaram à frente dos negócios familiares. Em troca, receberam ações da XP, listada na NASDAQ. A transação mostrou-se lucrativa, já que as ações da XP valorizaram mais que as do Itaú Unibanco. Graças a esse acordo e à flutuação do mercado de capitais, Walter possuiu agora uma fortuna individual de US$ 5,5 bilhões. Juntando as fortunas dos irmãos, o valor total supera os US$ 21 bilhões e faz deles a família mais rica do Brasil. Walter, cuja fortuna individual ultrapassou em US$ 200 milhões a de George Lucas, tornou-se também a celebridade mais rica do mundo.
Ahsoka: Nova série “Star Wars” ganha data de estreia na Disney+
A Disney+ divulgou um teaser com a data de lançamento de “Ahsoka”, nova série do universo Star Wars no streaming. Estrelada por Rosario Dawson (“Demolidor”) no papel da ex-Cavaleira Jedi Ahsoka Tano, a série se junta a outras produções live-action da franquia como “The Mandalorian” e “Andor”. Junto ao anúncio, o streaming divulgou uma nova prévia. A história se passa após a queda do Império e mostra a jornada de Ahsoka. A personagem criada por Dave Filoni na série animada “Star Wars: A Guerra dos Clones” fez sua estreia em live-action na 2ª temporada de “O Mandaloriano”, onde teve um papel de destaque. Foi ela quem revelou ao personagem de Pedro Pascal o nome do “Baby Yoda”: Grogu. Além disso, instruiu o Mandaloriano a levar o pequeno alienígena esverdeado ao encontro com Luke Skywalker (Mark Hamill), para ser treinado pelo Jedi. Veterana no Universo Star Wars Além de aparecer em “Star Wars: Guerra dos Clones”, Ahsoka também esteve em “Star Wars Rebels”, outra animação de Dave Filoni. Ele também é responsável pela série live-action, atuando como showrunner e produtor – ao lado do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian” O elenco da série também conta com versões live-action de personagens de “Rebels”. A produção traz Natasha Liu Bordizzo (“The Voyeurs”) como Sabine Wren, Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Hera Syndulla, Ivanna Sakhno (“The Reunion”) como Shin Hati, Diana Lee Inosanto (“Be Water”) como Morgan Elsbeth, David Tennant (“Belas Maldições”) como Huyang, Lars Mikkelsen (“Face to Face”) como Grande Almirante Thrawn e Eman Esfandi (“The Inspection”) interpretando Ezra Bridger. “Ahsoka” ainda é uma das últimas produções estreladas pelo ator Ray Stevenson, que faleceu no mês passado. Ele era conhecido pela série “Roma” e filmes como “RRR” e por viver personagens da Marvel como o Justiceiro em “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” e Volstagg nos primeiros três filmes de Thor. Na nova série “Star Wars”, ele interpreta um Jedi chamado Baylan Skoll. “Ahsoka” estreia na Disney+ no dia 23 de agosto.
Sylvester Stallone volta a reunir a equipe no trailer de “Mercenários 4”
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer da nova sequência da franquia “Mercenários”. Estrelado por Sylvester Stallone, “Mercenários 4” é dirigido por Scott Waugh (“Need For Speed”) e traz de volta personagens veteranos da saga enquanto apresenta novos rostos, como Megan Fox (“Meia-Noite no Switchgrass”). O trailer começa com Stallone reunindo a equipe para mais uma aventura explosiva repleta de ação. Ao lado de Stallone, estão de volta Jason Statham (“Esquema de Risco: Operação Fortune”), Dolph Lundgren (“Creed 2”) e Randy Couture (“Roubo Entre Ladrões”), que se juntam a novos mercenários interpretados pelo rapper 50 Cent (“Rota de Fuga 3”), Megan Fox e Tony Jaaos (“Monster Hunter”). Na trama, a equipe enfrenta uma ameaça que pode desencadear uma possível 3ª Guerra Mundial. Embarcando em uma missão perigosa para eliminar os terroristas que tomaram posse de mísseis nucleares, os mercenários chegam com um armamento pesado e tiroteios intensos. O elenco ainda conta com Andy Garcia (“O Pai da Noiva”), Iko Uwais (“Triple Threat”), Jacob Scipio (“Bad Boys 3”) e Levy Tran (“MacGyver”). Continuação chega após 10 anos em desenvolvimento Apesar das dúvidas iniciais sobre o seu retorno para a franquia, Stallone voltou com tudo na sequência. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele compartilhou as expectativas sobre o longa. “Ouvi dizer que ficou muito bom”, comentou. “Jason Statham é responsável por 80% disso. Ele está feliz com o resultado”. De fato, Statham é quem tem maior destaque no trailer. O primeiro “Mercenários” estreou nos cinemas em 2010, arrecadando US$ 274,5 milhões contra um orçamento de US$ 80 milhões. Ao longo dos anos, a franquia se tornou uma referência entre os filmes de ação. A continuação “Mercenários 2” (2012) arrecadou expressivos US$ 315 milhões, enquanto “Mercenários 3” (2014) decaiu para US$ 214 milhões. Ao todo, os filmes somam aproximadamente US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais. Após quase 10 anos do anúncio da produção, “Mercenários 4” tem lançamento marcado para 21 de setembro no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Nicolas Cage é o diabo no trailer de “Sympathy For The Devil”
A Image Entertainment divulgou pôster e trailer do novo thriller psicológico “Sympathy For The Devil”, estrelado por Nicolas Cage (“Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe”) como o próprio diabo. Dirigido pelo cineasta israelence Yuval Adler (“Agente Infiltrada”), o elenco também conta com Joel Kinnaman (“O Esquadrão Suicída”). A história gira em torno de Dave, um motorista (Joel Kinnaman), que se vê obrigado a conduzir um homem misterioso, vivido por Nicolas Cage. Conforme a viagem avança, fica evidente que algo está errado com esse passageiro sarcástico e apavorante. A prévia eletrizante mostra a aventura como um jogo de gato e rato. No decorrer das cenas, o personagem endiabrado de Cage atormenta Kinnaman, conforme o longa combina suspense com alívios cômicos e ação de alto risco. O produtor do longa, Allan Ungar (“Bandido”), elogiou a atuação da dupla protagonista. “Este é um passeio de elite com dois atores incríveis”, apontou. “Como um cineasta aclamado, Yuval reuniu o elenco perfeito e trouxe uma visão única e intensa para este filme que certamente irá cativar o público”. “Sympathy For The Devil” tem roteiro do estreante Luke Paradise e será lançado diretamente em formato VOD (vídeo sob demanda) no dia 28 de julho nos EUA.
“The Flash” é melhor filme da DC, segundo críticos dos EUA
O aguardado filme “The Flash” está bem próximo de estrear nos cinemas e já começou a ganhar as primeiras criticas. Replicando as primeiras impressões após a première, o longa conquistou um saldo positivo da crítica especializada, com destaque a interpretação de Erza Miller no papel do velocista. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa alcançou 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), a trama leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o longa é aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Já os críticos apontam que o melhor do filme é mesmo a interpretação de Miller. Também destacam as referências ao que já foi apresentado da DC Comics nos cinemas e o arco do personagem como os pontos fortes. Enquanto os aspectos negativos mais citados são os efeitos especiais e a batalha final, que deixariam a desejar, mas não comprometem o trabalho de direção. Despedida do Snyderverso O longa também foi considerado uma despedida digna do Snyderverso, o universo apresentado por Zack Snyder entre “O Homem de Aço” (2013) e “Liga da Justiça” (2017), e abre as portas para a nova fase da DC nos cinemas, comandada por James Gunn e Peter Safran. “De várias maneiras, grandes e pequenas, essa história parece uma carta de despedida ao Snyderverso, enquanto brinca com os muitos elementos que o DCEU introduziu ao longo dos anos e adiciona uma nova camada ao filme fundamental, ampliando assim a jornada de super-herói de Barry de maneira profunda”, descreve Joshua Yehl, do IGN. Ezra Miller aclamado como Flash Quando foi propriamente apresentado em “Liga da Justiça” (2017), o Barry Allen de Ezra Miller serviu como o alívio cômico da trama, o que não agradou muito aos fãs. “Houve uma tendência do ator em ‘Liga da Justiça’, particularmente a versão de Joss Whedon, para agir incansavelmente como o alívio cômico do filme”, apontou Chris Hewitt da revista Empire. Agora, o ator ganha sua redenção, ao demonstrar sua capacidade para interpretar mais de uma versão do herói – e interagir consigo mesmo. De acordo com Owen Gleiberman, da Variety, Miller é o “ator perfeito” para dar vida ao velocista em todas as suas variantes. “Com sobrancelhas escuras esculpidas, olhos amendoados e lábios insinuantes, o ator é um assunto de câmera hipnotizante”, escreveu. “Miller é despreocupado, irritado, irascível e irresistível”. Pete Hammond, do Deadline, ainda acrescenta que sua abordagem é “inteligente, engraçada, emocionante e completamente fantástica para um personagem que existe há mais de 80 anos, mas nunca recebeu o destaque que merecia – até agora”. O multiverso da DC Segundo os críticos, apesar de ser um filme sobre o Barry Allen, outros rostos ocupam bastante tempo de tela. Especialmente, as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Aflleck, que são de realidades diferentes. “Há muitas aparições do Batman, mas isso complementa e não pesa”, esclarece Yehl. De acordo com Hewitt, o diretor garante que este “seja um filme do Flash”, mesmo com vários coadjuvantes de peso. Por outro lado, a trama não abre muito espaço para desenvolver os personagens recém-apresentados, como a Supergirl de Sasha Calle (“The Young and the Restless”) e a Iris West de Kiersey Clemons (“Somebody I Used to Know”). “A atriz Sasha Calle brilha tanto quanto pode, dada a natureza superficial do papel, e consegue causar impacto com sua Kara Zor-El desiludida, que nutre uma mágoa compreensível contra a humanidade”, aponta o crítico do IGN. A novata também é bastante elogiada pelo Hollywood Reporter. “Em uma impressionante estreia no cinema, a recém-chegada Calle é uma silenciosa ladrão de cenas, canalizando a energia mal-humorada de Kristen Stewart e uma fisicalidade forte que é um bom presságio para sua potencial elevação para ter seu filme próprio”, escreveu o crítico David Rooney. Entretanto, o filme não abre muito espaço para o interesse amoroso de Barry Allen, interpretada por Clemons. “Simplesmente não há tempo suficiente para desenvolvê-la além de ser apenas uma ferramenta para as realizações de Barry”, escreveu Ross Bonaime, do Collider. Já sobre o vilão na história, o crítico da Empire afirma que o filme não destaca um inimigo específico: “Curiosamente, não há realmente um antagonista. Embora o General Zod, interpretado por Michael Shannon, apareça, Muschietti o mantém à distância, reconhecendo que tem todo o conflito de que precisa em seu herói atormentado pela culpa”. A volta do melhor Batman Se houve jornalistas entusiasmados com a Supergirl de Sasha Calle, a volta de Michael Keaton ao papel de Batman fez chover elogios. “É uma performance para enlouquecer”, escreveu David Gonzalez, do blog The Cinematic Reel. “Keaton ainda tem aquela velha alegria de viver do Batman. Mesmo tardiamente, é muito divertido vê-lo de volta em mais uma aventura”, derreteu–se Matt Singer, do ScreenCrush. “Keaton nunca esteve melhor no papel. É uma reinvenção fantástica do personagem para o ator e para o próprio Batman”, elogiou Pete Hammond, do Deadline. Ele “abraça totalmente um Cavaleiro das Trevas cansado e quase louco para entregar uma performance que é impossível não apreciar”, completou Brandon Zachary, do CBR. O melhor filme da DC Muito elogiado em sessões prévias por famosos como Tom Cruise e o novo chefão da DC, James Gun, “The Flash” chegou a ser chamado por alguns de melhor filme de super-heróis já feito. Agora, a crítica aponta se esse exagero faz sentido. Surpresa: teve quem afirmasse positivamente que sim. “O hype é real”, escreveu Pete Hammond, o crítico veterano do Deadline. “‘The Flash’ pode não ser o melhor filme de quadrinhos já feito, mas chega bem perto. Facilmente o melhor do gênero desde ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, com um tratamento refrescante, revigorante e extremamente divertido, que é o melhor possível quando se trata de cenas cinematográficas de super-heróis”. Já David Rooney, do Hollywood Reporter, avaliou que “o burburinho de tirar o fôlego” alimentado pela Warner “fez parecer que o diretor Andy Muschietti e a roteirista Christina Hodson haviam orquestrado com sucesso a segunda vinda do DCEU [sigla de Universo Extendido da DC, em inglês]”. Ele conclui dizendo que “os elogios iniciais sobre ‘The Flash, chamando-o de um dos maiores filmes de super-heróis já feitos, era pura hipérbole. Mas na história recente e acidentada do DCEU certamente é uma produção muito acima da média”. Acima da média significa, no caso, melhor que todos os filmes do Snyderverso. Sua comparação está sendo feita, na verdade, com os “clássicos”. “Um filme que exala a aura do passado, canalizando seus predecessores, o ‘Superman’ de 1978 e o ‘Batman’ de 1989”, disse David Gonzales, do Cinematic Reel. “De longe, o melhor filme pós-Christopher Nolan na Warner/DC”, elogiou David Fear, da revista Rolling Stone. Que DC? Daniel Howat, do blog Next Best Picture, disse que “The Flash” está a altura da Marvel: “’The Flash é o primeiro filme da DC a emular um pouco os primeiros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel, algo que a DC vem perseguindo há muito tempo”. Aspectos Negativos Apesar de todo o bom desempenho do filme, sua parcela negativa foi destacada nos efeitos especiais irreais e nas explicações mal feitas sobre o conceito de viagem no tempo. De acordo com os críticos, o longa usa abertamente como base o filme “De Volta Para o Futuro”, clássico dos anos 1980. “A maior falha em ‘The Flash’ é como o filme explora a viagem no tempo. O Flash dedica tempo para estabelecer as regras, usando ‘De Volta para o Futuro’ como um ponto de referência constante e fácil”, aponta Bonaime. “Embora ‘The Flash’ seja bastante agradável como uma história de multiverso, os maiores problemas do filme surgem desse aspecto de viagem no tempo, que estabelece suas próprias regras e depois as ignora quando é conveniente”. Em relação aos efeitos especiais, o crítico do Collider também reclama do uso excessivo de CGI, que é “quase uma distração da qualidade” do filme. “Muschietti tenta tornar a corrida de Barry em alta velocidade o mais legal possível, mas nunca há qualquer peso nisso, e nunca parece ser mais do que um ator correndo por um mundo que simplesmente não existe”, disse. Segundo os críticos, isso foi algo que incomodou na percepção do público sobre as cenas de luta. “O excesso de confiança em efeitos especiais em grandes lutas deixa claro que ele nunca esteve sequer perto do set para esses momentos”, escreveu Bonaime. Apesar da narrativa elogiada, os especialistas apontam que o último ato desanda do ritmo apresentado desde o começo, correndo para reunir personagens em uma batalha final. “Infelizmente, essa parte é muito longa e é a única parte do filme que realmente cede aos clichês do gênero, mas tem um desfecho redentor incrível”, disse Hammond. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.
“Capitão América 4” ganha novo título e primeira foto de bastidores
A Marvel mudou o título do quarto filme do Capitão América. Até então chamado “Captain America: New World Order (Nova Ordem Mundial, em tradução livre) em inglês, o longa foi rebatizado como Captain America: Brave New World (Admirável Mundo Novo). Para divulgar a novidade, o estúdio liberou a primeira foto oficial dos bastidores da filmagens, que traz Harrison Ford (o Indiana Jones) ao lado de Anthony Mackie (o novo Capitão América). Escrito por Malcolm Spellman, roteirista principal de “Falcão e o Soldado Invernal”, o filme vai continuar a trama da série, que mostrou o Falcão (Mackie) se transformando no novo Capitão América. Já Ford interpretará o General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, assumindo o personagem que era vivido pelo ator William Hurt (falecido em 2022). Visto em “O Incrível Hulk”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Vingadores: Guerra Infinita”, “Vingadores: Ultimato” e “Viúva Negra”, Ross também terá um novo cargo no filme do Capitão América, devendo ser apresentado como presidente dos EUA. A produção também marcará o retorno da filha de Ross, Betty, interpretada por Liv Tyler, e de mais um personagem de “O Incrível Hulk”, Samuel Sterns, vivido por Tim Blake Nelson (“Watchmen”). Se o nome Sterns não traz muitas memórias, talvez fique mais claro lembrar que um dos ganchos esquecidos do final do filme de 2008 foi a transformação do personagem em O Líder. O vilão é um dos inimigos mais tradicionais do Hulk, que finalmente terá a chance de aparecer pós-transformação por envenenamento de raios gama no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). O elenco ainda contará com participações de Danny Ramirez (“Top Gun: Maverick”), Carl Lumbly (“Supergirl”) e, dizem, Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”), todos vistos na série “Falcão e o Soldado Invernal”. Além disso, a produção marcará a estreia da polêmica heroína israelense Sabra, interpretada por Shira Haas (“Nada Ortodoxa”), e da vilã/anti-heroína Cascavel, papel de Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Nos quadrinhos, Cascavel se regenerou, virou agente da SHIELD e até namorou o Capitão América (versão de Steve Rogers). A direção do longa está a cargo de Julius Onah (“The Cloverfield Paradox”) e a estreia está marcada para 2 de maio de 2024 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA. Captain America: Brave New World In theaters May 3, 2024 (via @anthonymackie) pic.twitter.com/u1kCgLolsL — Marvel Studios (@MarvelStudios) June 6, 2023












