Diretora de “Barbie” descarta filmar sequência: “Tô Fora”
Apesar do estrondoso sucesso de “Barbie”, que estreou há menos de uma semana nos cinemas ao redor do mundo e já arrecadou mais de R$ 400 milhões, a diretora Greta Gerwig descarta a possibilidade de filmar uma sequência. Em entrevista ao jornal The New York Times, Gerwig afirmou que não tem planos de revisitar o universo da personagem em um “Barbie 2”. A cineasta explicou: “Até agora, isso é tudo que tenho a oferecer. Eu me sinto assim no final de todo filme, que eu nunca vou ter uma nova ideia e que tudo que eu gostaria de ter feito, eu fiz. Eu não quero estragar o sonho de ninguém, mas para mim, no momento, tô fora”. Recepção positiva Gerwig expressou sua gratidão e surpresa com a recepção positiva do público ao seu filme. “Estou tão agradecida. Estou tão surpresa. Estou sem palavras, sério. Tem sido incrível andar por aí e ver as pessoas de rosa. Nunca em meus sonhos mais loucos imaginei algo assim”, disse a diretora. Ela também destacou a satisfação em ver que a mensagem que quis passar com o filme foi bem acolhida. “Eu queria fazer algo anárquico, selvagem, engraçado e catártico. E o fato de que está realmente sendo recebido dessa maneira é meio extraordinário”, afirmou. Estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling, como Barbie Esteotipada e Ken Praia, “Barbie” é um sucesso de público e crítica, com uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, as projeções da Warner Bros. indicam que o longa pode atingir a marca de R$ 1 bilhão em arrecadação. Diante deste sucesso, o estúdio e a Mattel, fabricante da boneca, planejam produzir mais filmes baseados em seus brinquedos. Novos desafios Apesar de descartar uma sequência para “Barbie”, Greta Gerwig já tem novos projetos em vista. A diretora irá comandar a seguir o reboot de “As Crônicas de Nárnia” na Netflix, uma tarefa que, segundo ela, a deixa apavorada. Vinda do cinema independente, será a primeira vez que trabalhará com efeitos digitais.
Rapper Travis Scott anuncia lançamento surpresa de filme e disco inédito
O rapper Travis Scott surpreendeu seus fãs com o anúncio do lançamento de um filme, “Circus Maximus”, e também de seu quarto álbum de estúdio, “Utopia”. Ambos vão estrear nesta semana, com o filme chegando aos cinemas dos EUA na quinta-feira (27/7) e o álbum na sexta (28/7). Ele divulgou um trailer do longa em suas redes sociais. Filme surpresa “Circus Maximus” promete levar o público a uma “odisseia visual alucinante ao redor do mundo, entrelaçada pelos sons que fazem tremer os alto-falantes com seu tão esperado álbum ‘Utopia'”, de acordo com a descrição oficial do longa, no site da rede de cinemas AMC. “O filme é uma jornada surreal e psicodélica, que une um coletivo de cineastas visionários de todo o mundo em uma exploração caleidoscópica da experiência humana e do poder das paisagens sonoras”, completa o texto. A obra foi escrita e dirigida por Scott em parceria com diretores famosos, incluindo Gaspar Noé (“Climax”), Nicolas Winding Refn (“Drive”), Harmony Korine (“Spring Breakers”), Valdimar Jóhannsson (“Lamb”) e Kahlil Joseph (“Lemonade”). Foi filmado em cinco países, incluindo Islândia, Dinamarca, França, Nigéria e Itália. E tudo indica que será uma coleção de clipes – também chamada de “álbum visual” – ao estilo de “Lemonade” e “Black Is King”, de Beyoncé. O novo álbum Além de vir acompanhado por um filme, “Utopia” terá um grande lançamento, com um concerto transmitido ao vivo em frente às Pirâmides de Gizé, no Egito. Este é o primeiro grande projeto de Scott desde o notório Festival de Música Astroworld de 2021 em Houston, onde o excesso de público resultou na morte de oito espectadores. Mas o rapper está trabalhando no disco há pelo menos três anos: Scott anunciou oficialmente seu título em 2020, no segundo aniversário do lançamento de seu terceiro álbum, “Astroworld”. Para promover “Utopia”, Scott lançou um single principal, “K-Pop”, com Bad Bunny e The Weeknd, em 21 de julho. No Instagram, o rapper ainda compartilhou cinco capas de álbuns para “Utopia”, todas apresentando homens negros usando lentes de contato brancas, enquanto seguram maços de dinheiro. Mais um filme surpresa Além dos novos filme e álbum, Scott também planeja lançar outro filme surpresa no Festival de Veneza 2023: “Aggro Dr1ft”, dirigido pelo colaborador de “Circus Maximus” Harmony Korine. Com de 80 minutos de direção, o filme traz Scott e o ator espanhol Jordi Mollà (“Jack Ryan”) nos papéis principais, mas não há nenhuma outra informação sobre seu conteúdo. Tanto “Aggro Dr1ft” quanto “Circus Maximus” tem produção da A24. CIRCUS MAXIMUSIN THEATRES JULY 27Ahhhhhhhhhhhh FINALLLYYY HEAR SEE U IN UTOPIA!!!!Tickets https://t.co/IAE55veLSR pic.twitter.com/EWtDVFeAju — TRAVIS SCOTT (@trvisXX) July 25, 2023 CIRCUS MAXIMUS JULY 27th pic.twitter.com/KJWBVYebh5 — TRAVIS SCOTT (@trvisXX) July 25, 2023
Rodrigo Santoro compartilha imagens de filmagens na Amazônia
O ator Rodrigo Santoro postou nesta terça (25/7) uma série de fotos no Rio Negro, na Amazônia, onde aparece com um novo visual. O ator está no local para as filmagens do longa “Outro Lado do Céu”, dirigido por Gabriel Mascaro (“Divino Amor”), e se diz feliz com a oportunidade de conhecer o estado. Imersão na Amazônia “Nos últimos dias estive mergulhado no ‘Outro Lado do Céu’, novo filme de Gabriel Mascaro. Além de ser um diretor que eu admiro e com quem sempre quis trabalhar, o convite pra mergulhar nesse Brasil da Amazônia, do Rio Negro, do coração da floresta foi um verdadeiro presente”, disse ele no Instagram. Durante a viagem, o ator foi para Novo Airão, nadou no Rio Negro, passeou de barco, conheceu comunidades indígenas e comeu tucunaré. “O lugar aqui é maior do que tudo e, absolutamente imerso, tive a sensação de que isso potencializou o nosso trabalho, a nossa entrega. Espero que vocês gostem”, afirmou o ator. Santoro chamou atenção principalmente por apresentar um visual com barba e cabelo grande cacheado. “A terceira foto está de cair o queixo. Linda demais!”, elogiou uma seguidora. Quem também está no filme é Tainá Müller, da famosa série “Bom dia, Verônica”, que postou imagens de comunidades ribeirinhas do Amazonas nos Stories do Instagram. Sobre o “Outro Lado do Céu” Como no longa anterior de Mascaro, o premiado “Divino Amor” (2019), a trama do filme é uma distopia e se passa após o governo criar um sistema de isolamento compulsório para idosos acima de 80 anos, que devem ser confinados numa colônia. Teca, uma das personagens, tem 77 anos e vive num vilarejo em Muriti, na Amazônia, quando é surpreendida pela notícia. É quando ela resolve, escondida dos oficiais, embarcar numa viagem nos rios e ao submundo para realizar seu último sonho: passear de avião. Com produção da Globo Filmes, o longa deve ter estreia mundial em 2024. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro)
Festival de Veneza aposta em polêmicas com filmes de Polanski e Woody Allen
O 80º Festival de Veneza, que ocorrerá de 30 de agosto a 9 de setembro, anunciou uma seleção de filmes que promete atrair a atenção internacional, mas também gerar controvérsias. Entre os filmes selecionados estão obras de diretores que foram recentemente “cancelados” por denúncias de abusos sexuais: Roman Polanski, Woody Allen e Luc Besson. Diretores polêmicos Polanski, que fugiu dos EUA em 1978 após ser condenado por agressão sexual a uma adolescente, apresentará seu novo filme, “The Palace”, fora da competição. Woody Allen traz “Coup de Chance”, e Luc Besson estreará “DogMan” na competição. Todos os três cineastas foram alvo de alegações de abuso e, no contexto do movimento #MeToo, de campanhas de cancelamento online. No entanto, apenas Polanski foi acusado formalmente de um crime. Woody Allen foi considerado inocente das alegações de abuso de sua filha adotiva nos anos 1990 e os tribunais franceses rejeitaram repetidamente as acusações contra Besson, inclusive recentemente descartando um caso envolvendo uma suposta agressão a uma atriz belga. Alberto Barbera, diretor do festival, defendeu a escolha de incluir Polanski na programação oficial. “O caso Polanski [tem sido] debatido há 50 anos. Não entendo por que não se pode distinguir entre as responsabilidades do homem e as do artista”, disse ele. “Polanski tem 90 anos, é um dos poucos mestres em atividade, fez um filme extraordinário… Pode ser o último filme de sua carreira, embora eu espero que ele faça como [Joaquim] de Oliveira, que fez filmes até os 105 anos. Eu me posiciono firmemente entre aqueles que no debate distinguem [entre] a responsabilidade do homem e a do artista.” Filmes descancelados “The Palace”, de Polanski, é descrito como uma comédia negra ambientada em um luxuoso hotel suíço na véspera de Ano Novo em 1999. O elenco inclui John Cleese, Luca Barbareschi, Oliver Masucci, Fanny Ardant e Mickey Rourke. Já “Coup de Chance”, de Allen, é o primeiro filme do diretor em francês. Nos últimos anos, Allen encontrou dificuldades para garantir financiamento nos EUA para seus filmes, após as alegações de abuso de sua filha adotiva, Dylan Farrow, ressurgirem na era pós-#MeToo. No entanto, distribuidores europeus continuaram a apoiá-lo. O novo filme, que será lançado na França em 27 de setembro, inclui um elenco de estrelas francesas, incluindo Lou de Laage, Valerie Lemercier, Melvil Poupaud e Niels Schneider. “DogMan”, de Besson, marca o retorno do diretor ao cinema, após se afastar por quatro anos para lidar com acusações de assédio e estupro. O drama, que traz Caleb Landry Jones como um jovem marcado pela vida, que encontra sua salvação através do amor por seus cães, foi um sucesso de pré-vendas para a Kinology no European Film Market em Berlim em fevereiro, vendendo seus direitos de exibição para quase todo o mundo. Cinema brasileiro A programação do Festival de Veneza também exibe o longa-metragem brasileiro “Sem Coração”, que fará sua estreia mundial na mostra paralela Horizonte. O filme é uma coprodução oficial entre Brasil, França e Itália, dirigido e escrito por Nara Normande e Tião, e produzido por Emilie Lesclaux, Kleber Mendonça Filho (Cinemascópio), Justin Pechberty, Damien Megherbi (Les Valseurs), Nadia Trevisan, Alberto Fasulo (Itália) e pela Vitrine Filmes. “Sem Coração” se passa no verão de 1996, no litoral de Alagoas, e acompanha Tamara, que está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora antes de partir para estudar em Brasília. Ela ouve falar de uma adolescente apelidada de “Sem Coração” por causa de uma cicatriz que tem no peito. Ao longo do verão, Tamara sente uma atração crescente por essa menina misteriosa. O filme foi rodado em locações no litoral de Alagoas, entre setembro e outubro de 2022. Presença de grandes cineastas Outros destaques do festival são “The Killer”, de David Fincher, que traz Michael Fassbender como um assassino frio que começa a desenvolver uma consciência, e “Maestro”, de Bradley Cooper, um drama sobre o grande maestro Leonard Bernstein. Ambos são lançamentos da Netflix, que também está competindo pelo Leão do Ouro com “El Conde”, do chileno Pablo Larrain, que retrata o ditador Augusto Pinochet como um vampiro. A lista de cineastas americanos ainda inclui Ava DuVernay, que traz “Origin”, sobre o sistema de hierarquia que moldou os EUA, Sofia Coppola, que apresenta a cinebiografia “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Presley, e Michael Mann, que entra na disputa com o drama de corrida “Ferrari”, com Adam Driver no papel de Enzo Ferrari, o fundador da famosa marca de carros. O festival também mostrará a estreia do diretor mexicano Michel Franco em inglês, com “Memory”, um filme ambientado em Nova York e estrelado por Jessica Chastain e Peter Sarsgaard, além de novos filmes do diretor japonês de “Drive My Car”, Ryûsuke Hamaguchi, chamado “Evil Does Not Exist”, e do grego Yorgos Lanthimos, a ficção científica surrealista “Poor Things”, estrelado por Emma Stone. Seleção europeia A Itália também marca forte presença com seis títulos na competição, liderados pelo filme de abertura “Comandante”, um épico anti-guerra ambicioso estrelado pelo ator italiano Pierfrancesco Favino. Outros destaques italianos incluem “Io Capitano”, de Matteo Garrone, sobre a jornada homérica de dois jovens africanos que deixam Dakar para chegar à Europa, e “Finalmente L’alba”, de Saverio Costanzo, ambientado na Cinecittà durante os anos 1950, quando as famosas instalações de cinema eram conhecidas como a “Hollywood no Tibre”. Da França, vem o já mencionado “Dogman”, de Luc Besson, e “The Beast”, uma sci-fi de Bertrand Bonello que traz Léa Seydoux como uma jovem atormentada que decide purificar seu DNA em uma máquina, que a levará em uma jornada por uma série de vidas passadas. Outros filmes notáveis incluem os poloneses “The Green Border”, de Agnieszka Holland, sobre a crise humanitária desencadeada pelo presidente bielorrusso Lukaschenko, que em 2021 abriu a fronteira da Bielorrússia com a Polônia para migrantes, e “Kobieta Z”, da dupla de diretores Małgorzata Szumowska e Michał Englert. O Festival de Veneza de 2023 acontecerá de 30 de agosto a 9 de setembro.
Continuação de “O Exorcista” ganha trailer com cenas fortes
A Universal Pictures divulgou o trailer da continuação do terror clássico “O Exorcista” (1973), intitulada “O Exorcista – O Devoto”, que tem direção de David Gordon Green, responsável pelo resgate de “Halloween”. Por sinal, assim como em “Halloween”, o novo “O Exorcista” é uma continuação direta do primeiro filme, sem considerar as histórias subsequentes exibidas no cinema. A prévia tem cenas fortes de possessão infantil e traz Ellen Burstyn de volta ao papel de Chris MacNeil, a mãe da jovem Regan (Linda Blair), que foi possuída por um demônio nos anos 1970. A mãe de Regan se envolve na história para ajudar os pais de duas crianças que desapareceram por três dias na floresta e voltaram completamente transtornadas. O elenco inclui Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”), Jennifer Nettles (“The Righteous Gemstones”) e Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”), além das meninas Lidya Jewett (“Good Girls”) e Olivia Marcum (estreante). O filme tem sua estreia marcada para o dia 12 de outubro no Brasil, um dia antes da sexta-feira 13, quando será lançado nos EUA.
Silvero Pereira será Maníaco do Parque em novo filme do Prime Video
O ator Silvero Pereira (“Pantanal”) estará na pele de Francisco de Assis Pereira, mais conhecido como o Maníaco do Parque, em novo filme de true crime do Prime Video. A produção contará a história do serial killer condenado a mais de 260 anos de prisão por estupro e assassinato de pelo menos sete mulheres. O filme terá assinatura do diretor Maurício Eça e será produzido por Marcelo Braga, responsáveis pela dobradinha “A Menina que Matous os Pais” e “O Menino que Matou meus Pais”. Já o roteiro será feito por L.G. Bayão (“O Doutrinador”) com base nas pesquisas realizadas pela jornalista investigativa Thaís Nunes. Além de Silvero Pereira, o longa-metragem terá Giovanna Grigio (“Perdida”) no papel de Elena, uma repórter em início de carreira que vê o caso como a chance de alavancar sua carreira. O anúncio foi feito pela Amazon nesta terça-feira (25/7) junto com a revelação de uma série documental sob ponto de vista das sobreviventes e famílias das vítimas. A segunda obra será intitulada “Maníaco do Parque: A História Não Contada” e também está prevista para 2024. O documentário será dirigido por Thais Nunes junto com Maurício Eça, com produção executiva de Marcelo Braga e Flávia Tonalezi (“Mulheres Olímpicas”). Segundo a Amazon, os projetos surgiram numa pesquisa realizada pela produtora Santa Rita Filmes, que busca novas informações sobre o Maníaco do Parque. As obras analisaram mais de 20 mil páginas e ouviram mais de 50 pessoas envolvidas no crime brutal. Relembre o caso O motoboy Francisco de Assis Pereira foi acusado de atacar 21 mulheres e assassinado 10 delas, escondendo seus corpos no Parque do Estado, em São Paulo. Ele é réu confesso de 11 vítimas, mas só obteve condenação por sete. A história do serial killer, que se tornou um dos mais conhecidos do Brasil, foi revelada pela repórter Elena após investigação minuciosa sobre os crimes. “Enquanto Francisco segue vivendo livre e atacando mulheres, sua fama na mídia sensacionalista cresce vertiginosamente, gerando terror na capital paulista”, diz a sinopse do longa-metragem da Amazon Prime Video. Já a série documental deve apresentar depoimentos inéditos e revelações surpreendentes sobre o caso, bem como os equívocos na apuração e o papel da mídia durante a investigação criminal.
Amy Schumer comenta “Barbie” após recusar papel principal
A atriz Amy Schumer assistiu ao filme “Barbie” no fim de semana e compartilhou suas impressões em sua conta no Instagram. Schumer, que recusou o papel principal devido a diferenças criativas, elogiou o resultado. “Gostei muito de ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, mas acho que deveria ter interpretado o papel de Emily Blunt. Faça melhor, Hollywood”, brincou ela, referindo-se ao filme “Oppenheimer”, que estreou no mesmo dia que “Barbie”. Schumer e o projeto original de “Barbie” Schumer estava envolvida no projeto original do filme, que foi anunciado em 2016, com roteiro de Hillary Winston (“Bad Teacher”) e produção da Sony Pictures. A versão de Schumer era descrita como uma história em que Barbie era expulsa da Barbielândia por não ser perfeita o suficiente, levando-a a uma aventura no mundo real. Estava programado para estrear em 2018. Ela anunciou a saída do projeto em 2017, justificando conflito de agenda, mas só em 2022 admitiu o real motivo de ter abandonado o papel. “Eles definitivamente não queriam fazer do jeito que eu queria, a única maneira que eu estava interessada em fazer”, disse ela ao site The Hollywood Reporter. Sucesso do filme Dirigido por Greta Gerwig e estrelado por Margot Robbie, “Barbie” vem quebrando recordes de bilheteria. Sua estreia foi a maior abertura de 2023 e o melhor fim de semana já registrado para um filme dirigido por uma mulher em todos os tempos, totalizando US$ 162 milhões nos EUA e US$ 356 milhões mundiais. O filme também teve a maior estreia do ano no Brasil, com uma bilheteria de R$ 85 milhões e 4,15 milhões de espectadores,. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @amyschumer
Vilão da franquia alimenta rumores de “Homem-Aranha 4” com Tobey Maguire
O ator Thomas Haden Church, que interpretou o vilão Homem-Areia em “Homem-Aranha 3” (2007) e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2022), afirmou nesta segunda (24/7) que “ouviu rumores” sobre um possível “Homem-Aranha 4” dirigido por Sam Raimi e estrelado por Tobey Maguire. Em uma entrevista ao site ComicBook, Church mencionou a possibilidade de Raimi dirigir outro filme do Homem-Aranha com Maguire retornando como Peter Parker, e expressou seu interesse em fazer parte do projeto. “Sempre houve algum tipo de… ouvi rumores… que Sam Raimi iria fazer outro [filme do Homem-Aranha] com Tobey [Maguire] e, se isso acontecer, eu provavelmente faria campanha para pelo menos fazer uma participação especial”, disse o ator. Church reprisou recentemente seu papel em “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” (2021), filme no qual Maguire também retornou como Homem-Aranha, ao lado de Tom Holland e Andrew Garfield. Diretor se entusiasmou com a ideia Raimi, que dirigiu a trilogia do “Homem-Aranha” estrelada por Maguire entre 2002 e 2007, também trabalhou recentemente com a Marvel, em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (2022). E na ocasião disse ao ComicBook que estaria aberto a dirigir um quarto filme do Homem-Aranha. “Cheguei à conclusão, depois de fazer ‘Doutor Estranho’, que tudo é possível, realmente tudo no universo Marvel, qualquer parceria”, disse Raimi. “Eu amo Tobey. Eu amo Kirsten Dunst. Acho que todas as coisas são possíveis. Eu realmente não tenho uma história ou um plano. Não sei se a Marvel estaria interessada nisso agora. Não sei quais são os pensamentos deles sobre isso. Eu realmente não persegui isso. Mas soa lindo. Mesmo que não fosse um filme do Homem-Aranha, eu adoraria trabalhar com Tobey novamente, em um papel diferente.”
Festival de Toronto anuncia programação em meio às greves de Hollywood
O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) anunciou nesta segunda-feira (24/7) sua programação de 2023, sob o impacto de duas greves trabalhistas, que estão abalando a temporada de premiações de Hollywood e os eventos de cinema. A lista de obras selecionadas inclui muitos cineastas de renome mundial, produções indies e um completa ausência de blockbusters. Entre os autores mais conhecidos, que levarão seus novos trabalhos ao festival canadense estão os americanos Alexander Payne (“Nebraska”), Richard Linklater (“Boyhood”), o japonês Hirokazu Kore-da (“Assunto de Família”) e a francesa Justine Triet (“Sibyl”). Payne estará presente com “The Holdovers”, uma comédia ambientada em um internato que volta a reuni-lo com a estrela de “Sideways”, Paul Giamatti. Linklater trará “Hit Man”, uma comédia de ação com Glen Powell e Adria Arjona. Kore-eda e Triet exibirão “Monster” e “Anatomy of a Fall”, ambos exibidos em Cannes, onde o último ganhou a Palma de Ouro. A programação também inclui vários filmes de diretores mais conhecidos por suas carreiras na atuação, incluindo Michael Keaton (“Knox Goes Away”), Chris Pine (“Poolman”), Anna Kendrick (“Woman of the Hour”), Viggo Mortensen (“The Dead Don’t Hurt”) e Ethan Hawke, que dirigiu sua filha Maya Hawke em “Wildcat”. Impacto das greves A primeira leva de títulos inclui 60 filmes, representando 70 países ao redor do mundo. No entanto, a programação também é notável pela falta de grandes estreias, como “Duna: Parte 2” ou a adaptação musical de “A Cor Púrpura”, um sinal de que alguns desses filmes podem mudar suas datas de lançamento se as greves de atores e roteiristas se prolongarem até o outono norte-americano. Os estúdios estão cancelando estreias enquanto os atores não puderem promover seu trabalho. Entretanto, algumas estrelas conseguiram obter isenções do SAG-AFTRA (Sindicato dos Atores) para divulgar filmes financiados de forma independente. Por conta disso, estúdios indies estão seguindo em frente com seus planos de lançamento, o que permite a presença de seus títulos no TIFF. Mesmo com os entraves, alguns dos maiores estúdios mantém planos para lançar filmes no festival do canadense. A lista inclui “Dumb Money”, uma comédia da Sony sobre a bolsa de valores estrelada por Seth Rogen e Paul Dano, bem como vários filmes da Netflix, como “Rustin” de George C. Wolfe, “Pain Hustlers” de David Yates, e “Nyad” de Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin. A Apple também trará “Flora and Son”, um drama musical de John Carner, o cineasta de “Sing Street”, depois de comprá-lo no Festival de Sundance por US$ 20 milhões. Compromisso com o cinema Em comunicado, o CEO do TIFF, Cameron Bailey, enfatizou a amplitude e profundidade da programação. “As sessões de Gala e Apresentações Especiais deste ano apresentam uma rica tapeçaria de talento, visão e narrativa”, disse ele. “Desde narrativas provocativas até visuais de tirar o fôlego, e histórias tão irreais que têm que ser reais, cada trabalho incorpora o poder do cinema para inspirar, desafiar e mover o público. Prepare-se para experimentar uma celebração inesquecível do cinema e um festival memorável e repleto de estrelas, apresentando o melhor do cinema global para os amantes do cinema em setembro.” O festival acontecerá de 7 a 17 de setembro de 2023.
Fenômeno “Barbie” impulsiona recorde de bilheteria nos cinemas brasileiros
A estreia do filme “Barbie” marcou um momento histórico para os cinemas brasileiros, impulsionando o melhor fim de semana do setor desde o início da pandemia. Segundo dados da Comscore, as bilheterias nacionais somaram R$ 113,5 milhões de renda ao receberem 5,38 milhões de pessoas entre quinta-feira e domingo (23/7). O fenômeno “Barbie” O filme “Barbie” sozinho arrecadou cerca de R$ 85 milhões e foi assistido por 4,15 milhões de espectadores, tornando-se a segunda maior estreia da história dos cinemas brasileiros. O público foi quase o dobro do registrado na estreia de “Velozes e Furiosos 10” (R$ 49 milhões), até então o filme com melhores resultados de abertura no ano. O Top 5 Além de “Barbie”, outros filmes tiveram destaque nas bilheterias. O também estreante “Oppenheimer”, cinebiografia do chamado “pai da bomba atômica”, ficou em 2º lugar, com R$ 12,92 milhões de arrecadação e 526,8 mil espectadores. Já “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um” completou o pódio com receita de R$ 6,72 milhões e 288 mil espectadores. O 4º lugar na bilheteria brasileira foi ocupado pela animação “Elementos”, que arrecadou R$ 5,81 milhões e foi assistido por 284,9 mil pessoas. E o Top 5 se completa com “Sobrenatural: A Porta Vermelha”, que obteve R$ 1,09 milhão e atraiu um público de 50,8 mil. Trailers Confira a seguir os trailers dos cinco filmes mais assistidos no Brasil. 1 | BARBIE 2 | OPPENHEIMER 3 | MISSÃO: IMPOSSÍVEL – ACERTO DE CONTAS PARTE 1 4 | ELEMENTOS 5 | SOBRENATURAL: A PORTA VERMELHA
Jimin, do BTS, responde Ryan Gosling e aprova inspiração em “Barbie”
O cantor Jimin, do grupo sul-coreano BTS, reagiu ao vídeo de Ryan Gosling sobre as inspirações dos looks do Ken no filme “Barbie”. No instagram, o artista agradeceu por ter sido referência e pelo violão enviado de presente pelo ator. “Olá Ryan e Ken, aqui é o Jimin. Parabéns pelo seu grande lançamento. Meus fãs ficaram entusiasmados ao ver seu vídeo, então muito obrigado!”, ele declarou nesta segunda-feira (24/7). Um dos figurinos do Ken foi criado com base no vídeo de “Permission to Dance”, no qual Jimin aparece com um traje country preto com franjas brancas. Na ocasião, Gosling apontou que o cantor “definitivamente vestiu melhor” a roupa, porém Jimin rebateu: “Eu pude ver que você ficou bem em meu figurino.” Jimin também agradeceu por ter sido presenteado com o violão original do Ken “como uma oferenda de paz”. “Obrigado por esse violão! Eu realmente adorei e eu realmente estou ansioso para assistir o filme da Barbie! Vamos lá, Barbie!”, ele completou. Clipe do BTS A música “Permission To Dance” é um dos maiores sucessos do BTS. A faixa foi lançada como “lado B” do single “Butter” em 2021. O clipe bateu mais de 72 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas no YouTube e, atualmente, soma quase 600 milhões de visualizações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JIMIN (@j.m)
Conheça o truque de marketing por trás do sucesso global de “Barbie”
“Barbie” é o grande sucesso do ano. Bastou um fim de semana para deixar claro que o filme dirigido por Greta Gerwig e estrelado por Margot Robbie é um fenômeno. Mas para chegar nesse ponto, a produção contou com muito marketing, numa das campanhas mais bem-sucedidas dos últimos tempos. O detalhe é que, ao contrário do que costuma acontecer, muitos famosos fizeram campanha de graça. E não faltaram empresas que até pagaram para divulgar o filme. Executivos de estúdios rivais estimam que a Warner gastou US$ 150 milhões para promover “Barbie”, mais que custou produzir o filme, orçado em US$ 145 milhões. Mas o retorno do investimento pode ser verificado com a superação das expectativas de sua bilheteria, com impressionantes US$ 337 milhões arrecadados no fim de semana de estreia em todo o mundo. Além disso, boa parte dos custos foram pagos por parcerias. A estratégia incluiu uma série de produtos, que vão desde um Xbox fúcsia até um moletom cropped da Balmain de US$ 1.350, além de uma casa dos sonhos da Barbie na vida real, disponível para reserva no Airbnb, e um cruzeiro temático da boneca. Divulgação espontânea Em entrevista à Variety, Josh Goldstine, presidente de marketing global da Warner Bros., compartilhou que a estratégia de marketing foi uma combinação de mídia paga e espontânea. Após a campanha estimular a conversa, em seguida a divulgação assumiu vida própria, com memes, vídeos do TikTok, tendência de influenciadores e parceiros comerciais loucos para entrar no negócio. “Vimos isso como uma estratégia de migalhas de pão, onde demos às pessoas pequenos elementos do filme para estimular a curiosidade, pode estimular conversa. Em cada campanha, há elementos de mídia espontânea [como o buzz das redes sociais] e mídia paga [como um trailer]. Acreditávamos que esta marca tinha a oportunidade de gerar uma mídia espontânea forte. Algumas das escolhas que fizemos estimularam isso. Então, realmente assumiu uma vida própria”, ele avaliou. O executivo confessou ter adorado a criatividade dos memes, que não pouparam nem sua equipe. “Alguém tirou uma foto de um entardecer roseado e agradeceu o trabalho do departamento de marketing da Warner Bros. Eu achei isso muito divertido”. Modismo Goldstine também falou sobre algumas das parcerias menos óbvias, como Crocs ou Flo da Progressive Insurance. Ele explicou que algumas dessas parcerias foram acordos de licenciamento com a Mattel e outras foram marcas que decidiram fazer parte do esquema de cores do filme e fecharam com a Warner. Ele também mencionou o impacto da promoção com o Airbnb, onde uma mansão gigante em Malibu, na Califórnia, foi transformada em uma moderna Casa dos Sonhos da Barbie. E ainda destacou como grifes de roupa buscaram a Mattel para fechar licenciamentos. “A moda, francamente, pulou no trem. As marcas queriam se tornar parte disso porque viram que o filme estava encontrando seu caminho na cultura de uma maneira muito dinâmica. [Neste ponto] Deixou de se tornar uma campanha de marketing e assumiu a qualidade de um movimento.” Desafios e conquistas A campanha de marketing de “Barbie” também teve seus desafios. Goldstine mencionou que houve preocupações sobre a paródia de “2001: Uma Odisseia no Espaço”, um filme de 1968, passar despercebida pelo público-alvo do filme. No entanto, a equipe de marketing queria desafiar as pessoas e criar algo provocativo. “Queríamos desafiar as pessoas. Queríamos fazer algo provocativo. As pessoas tinham preconceitos. Pensamos que, ao sacudi-los, poderíamos criar uma tremenda quantidade de curiosidade”, avaliou. Deu certo. O público quis saber que filme, afinal, era “Barbie”, já que parecia ser tudo menos um filme da Barbie. Mas apenas o marketing não seria suficiente para manter o público interessado após as primeiras sessões. Se o filme não fosse bom, as bilheterias desabariam após a estreia. Entretanto, “Barbie” ganhou nota A no CinemScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA) e 90% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Quem viu, aprovou, e isso só aumenta a campanha espontânea a favor do filme.
“Oppenheimer” causa polêmica na Índia por cena de sexo com texto sagrado
O lançamento do filme “Oppenheimer”, dirigido por Christopher Nolan, está provocando protestos na Índia devido a uma cena de sexo que envolve a leitura de um verso do texto sagrado hindu “Bhagavad Gita”. A cena em questão apresenta os personagens Robert Oppenheimer, interpretado por Cillian Murphy, e Jean Tatlock, interpretada por Florence Pugh, em um ato sexual interrompido para que Murphy leia um trecho do “Bhagavad Gita”. O verso lido é “Eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos”, que é a frase que o verdadeiro Oppenheimer teria pensado quando a primeira bomba nuclear foi detonada. Apesar do sucesso de bilheteria do filme na Índia, os protestos começaram quase imediatamente após a estreia. Entre os críticos estava Uday Mahurkar, jornalista nomeado pelo governo indiano como comissário de informação em 2020 e fundador da Fundação Save Culture Save India. “Chegou ao nosso conhecimento que o filme ‘Oppenheimer’ contém uma cena que faz um ataque contundente ao hinduísmo. Conforme relatos nas redes sociais, uma cena do filme mostra uma mulher fazendo um homem ler o Bhagwad Geeta em voz alta enquanto mantém relações sexuais. Ela segura o Bhagwad Geeta em uma mão, e a outra mão parece estar ajustando a posição de seus órgãos reprodutivos”, portestou Mahurkar em uma carta aberta da Fundação, dirigida a Christopher Nolan, e publicada no Twitter. “O Bhagwad Geeta é uma das escrituras mais reverenciadas do hinduísmo. Geeta tem sido a inspiração para inúmeros sanyasis, brahmacharis e lendas que vivem uma vida de autocontrole e realizam atos nobres desinteressados. Não sabemos a motivação e a lógica por trás desta cena desnecessária na vida de um cientista. Mas isso é um ataque direto às crenças religiosas de um bilhão de hindus tolerantes, mais parece ser parte de uma conspiração maior por forças anti-hindus”, acrescentou. Pedido de remoção da cena A carta de Mahurkar prossegue, afirmando que Hollywood é muito sensível ao Alcorão e ao Islã, que não são retratados de maneiras que possam ofender o sistema de valores de um muçulmano comum, mesmo que se faça um filme sobre terrorismo islâmico. Por isso, ele questiona: “Por que a mesma cortesia não deve ser estendida também aos hindus?” O comissário pede a Nolan que “remova esta cena do seu filme em todo o mundo” e completa: “Se você optar por ignorar este apelo, será considerado um ataque deliberado à civilização indiana.” Uso anterior do “Bhagavad Gita” em Hollywood Esta não é a primeira vez que um verso do “Bhagavad Gita” é usado de forma polêmica em Hollywood. Uma cena de orgia no último filme de Stanley Kubrick, “De Olhos Bem Fechados” (1999), apresentava as linhas “Para a proteção dos virtuosos, para a destruição do mal e para a firme estabelecimento do Dharma, eu nasci e sou encarnado na Terra, de era em era”. Após protestos de grupos hindus, a Warner Bros. reeditou o filme sem a citação. . @OppenheimerATOM To,Mr Christopher NolanDirector , Oppenheimer film Date : July 22, 2023 Reg: Film Oppenheimer’s disturbing attack on Hinduism Dear Mr Christopher Nolan, Namaste from Save Culture Save India Foundation. It has come to our notice that the movie… — Uday Mahurkar (@UdayMahurkar) July 22, 2023












