Mandy Moore e Kumail Nanjiani farão terror derivado de “Sobrenatural”
Os atores Mandy Moore (“This is Us”) e Kumail Nanjiani (“Eternos”) vão estrelar “Thread: An Insidious Tale”, o 6º filme da franquia de terror “Sobrenatural” (2010). A produção será um derivado em vez de uma continuação da história atual, e focará pessoas comuns envolvidas com entidades demoníacas. Na trama, um casal tentará utilizar um feitiço de viajar no tempo na tentativa de evitar a morte de sua filha pequena. Porém, a atitude terá sérias consequências. O derivado será escrito e dirigido por Jeremy Slater, que é criador das séries “O Exorcista”, “The Umbrella Academy” e “O Cavaleiro da Lua”. Os quatro primeiros filmes da franquia arrecadaram mais de $542 milhões, com o 5º capítulo “Sobrenatural: A Porta Vermelha” previsto para estrear no Brasil em 6 de julho, um dia antes dos Estados Unidos. “Thread: An Insidious Tale” ainda não possui previsão de estreia.
Novas imagens revelam “casas dos sonhos” do filme da Barbie
A Warner Bros. divulgou as primeiras imagens das “Casas dos Sonhos” do filme “Barbie”, dirigida por Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”). O cenário é inspirado nas populares mansões de plástico cor-de-rosa da famosa boneca. Agora em tamanho real, a casa conta com três andares e foi construída nos estúdios da produção, em Londres, pela designer Sarah Greenwood e a cenógrafa Katie Spencer. A dupla indicada ao Oscar de Melhor Direção de Arte, já foi responsável por criar os cenários dos filmes “Orgulho e Preconceito” (2005) e “Anna Karenina” (2012). Em entrevista para a revista de design de interiores Architectural Digest, a equipe comentou sobre a casa “sem paredes e sem portas”, imitando os brinquedos da Mattel. Segundo elas, o cenário foi inspirado nos traços modernistas do século passado, mais especificamente da cidade americana Palm Springs, conhecida pelo clima de verão e resorts de férias. “Tudo naquela época era perfeito”, afirma Greenwood, que se esforçou para “tornar a Barbie real nesse mundo irreal”. Durante a pré-produção, a dupla usou uma “casa dos sonhos” de brinquedo como inspiração para concluir o desafio de transformar o cenário em tamanho real. “A escala era bastante estranha”, brinca Spencer, explicando que as proporções exatas dos cômodos ficaram 23% menores que o tamanho humano do set. “Na verdade, o teto fica bem perto da cabeça e são necessários apenas alguns passos para atravessar a sala. Isso cria o estranho efeito de fazer os atores parecerem grandes no espaço, mas pequenos no geral”, comenta Gerwig. “Eu queria capturar o que havia de tão ridiculamente divertido nas ‘casas dos sonhos'”. Com um escorregador que desemboca na piscina, o quarto da Barbie ainda é enfeitado com uma cabeceira estofada em veludo e uma colcha de lantejoulas. O closet da personagem de Margot Robbie (“O Esquadrão Suicida”) tem roupas distribuídas em caixas de brinquedos. “Por que descer escadas quando você pode deslizar para dentro da piscina? Por que subir escadas quando você pode usar um elevador que combina com seu vestido?”, indaga Gerwig. A diretora ainda explica que tudo precisava ser rosa para manter a essência infantil no cenário, já que ela não queria “esquecer o que me fez amar a Barbie quando eu era uma garotinha”. Com essa busca pela “autêntica artificialidade”, ela revelou que a produção usou um pano de fundo pintado a mão ao invés de efeitos especiais para capturar a imagem do céu e das montanhas. “Estávamos literalmente criando o universo alternativo da Terra da Barbie”, afirma Gerwig. “Tudo precisava ser tátil, porque brinquedos são, acima de tudo, coisas que você toca”. Além disso, a designer ainda observou um detalhe curioso da primeira “casa dos sonhos” lançada no mercado dos brinquedos pela Mattel em 1962, ainda em papelão. “Definitivamente, é uma casa para uma mulher solteira”, observou Greenwood. “Ela é o ícone feminista definitivo”. Na semana passada, a cantora Dua Lipa, que dará vida a uma Barbie no longa, lançou a primeira música da trilha sonora. O video de “Dance The Night” conta com a participação da diretora e os cenários já ilustram um pouco do que o público pode esperar para ver no filme, destacando a discoteca das bonecas. Além de Robbie no papel principal, o grandioso elenco também destaca Ryan Gosling (“Blade Runner 2049”) no papel do Ken que foge com ela, Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) como executivo de brinquedos e Helen Mirren (“A Rainha”) como narradora. A lista de famosos na produção ainda inclui Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emma Mackey (“Sex Education”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Hari Nef (“País da Violência”), Nicola Coughlan (“Bridgerton”), Emerald Fennell (“The Crown”), Issa Rae (“Insecure”), Ncuti Gatwa (“Sex Education”), Ritu Arya (“The Umbrella Academy”) e John Cena (“Velozes e Furiosos 10”). O filme tem o roteiro de Gerwig em parceria com o marido Noah Baumbach (“História de um Casamento”). “Barbie” tem estreia marcada para 20 de julho nos cinemas brasileiros, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Rebecca Ferguson, de “Missão Impossível”, será protagonista de nova franquia de ação
De acordo com o Deadline, a atriz Rebecca Ferguson, conhecida pelas franquias “Missão: Impossível” e “Duna”, está em negociações finais para estrelar o filme “Best Served Cold” (A Vingança Serve-se Fria, em tradução livre), baseado no best-seller de Joe Abercrombie. O longa-metragem será dirigido por Tim Miller, conhecido por seu trabalho em “Deadpool” (2016) e “Sonic: O Filme” (2020). “Best Served Cold” foi originalmente publicado em 2009, como um spin-off da trilogia “A Primeira Lei”. A história gira em torno da lendária mercenária Monza Murcatto, papel de Ferguson, que é traída e exilada. Em busca de vingança, Monza embarca em uma jornada que mudará para sempre uma nação. O filme será produzido pela Skydance, responsável pelos sucessos de ação recentes “Top Gun: Maverick” (2022) e “Ghosted: Sem Resposta” (2023). O autor da série literária também está no time de produtores do longa. Inclusive, Ambercrombie e Miller já colaboraram antes em roteiros da série animada distópica “Love, Death & Robots”, da Netflix. Ferguson será vista a seguir em duas das principais estreias do ano: no novo capítulo da franquia estrelada por Tom Cruise, “Missão Impossível: Acerto de Contas Parte 1”, reprisando o papel de Ilsa Faust em 13 de julho, e como Lady Jessica Atreides na aguardada sequência do diretor Denis Villeneuve, “Duna: Parte 2”, que estreia em 2 de novembro. “Best Served Cold” ainda não tem previsão de estreia.
Live-action de “Como Treinar Seu Dragão” define atores de Soluço e Astrid
Os jovens Mason Thames (“O Telefone Preto”) e Nico Parker (“The Last Of Us”) foram escolhidos para estrelar a adaptação live-action de “Como Treinar o Seu Dragão”, da DreamWorks. Thames interpretará o protagonista Soluço, enquanto Parker dará vida à personagem Astrid. O longa será produzido pela Universal e trará Dean DeBlois, o roteirista da franquia original, como diretor. A trama vai levar o público de volta ao mundo viking dos dragões, baseado na série de livros best-sellers de Cressida Cowell e nos desenhos bem-sucedidos da DreamWorks. Na animação, Soluço e Astrid eram dublados pelos atores Jay Baruchel (“O Aprendiz de Feiticeiro”) e America Ferrera (“Superstore”). A franquia “Como Treinar o Seu Dragão” conquistou fãs ao redor do mundo com suas aventuras emocionantes, acompanhando a improvável amizade entre o adolescente Soluço e um temível dragão chamado Banguela. O primeiro filme foi lançado em 2010, seguido por sequências que estrearam em 2014 e 2019. Além disso, a franquia também rendeu diversas séries e especiais derivados. Os três filmes animados da DreamWorks arrecadaram mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Além da recepção calorosa do público, a trilogia foi aclamada pela crítica, recebendo indicações ao Oscar e Globo de Ouro. No site Rotten Tomatoes, que reúne avaliações das críticas publicadas em inglês, o primeiro filme da franquia marca surpreendentes 99% de aprovação. Mason Thames ficou conhecido por protagonizar o terror “O Telefone Preto” (2021), em que foi sequestrado por Ethan Hawke. Já Nico Parker chamou atenção recentemente como Sarah, filha do personagem de Pedro Pascal, na adaptação de “The Last Of Us” (2022) pela HBO. Parker também é filha da premiada atriz Thandiwe Newton, interprete de Maeve em “Westworld” (2016), também da HBO. A versão live-action de “Como Treinar Seu Dragão” foi anunciada em fevereiro deste ano e tem previsão de lançamento para 14 de março de 2025. Lembre abaixo o trailer do filme original.
Peter Simonischek, ator premiado de “Toni Erdmann”, morre aos 76 anos
O ator austríaco Peter Simonischek morreu nesta terça-feira (30/5) aos 76 anos. Ele ficou mundialmente conhecido pelo papel-título em “Toni Erdmann” (2016), que lhe rendeu inúmeros prêmios. Natural da cidade de Graz, na Áustria, o ator também é uma referência no teatro europeu, além de ter participado de diversas produções cinematográficas e televisivas. Ao longo da carreira, Simonischek esteve no elenco de mais de 80 produções audivisuais. A partir dos anos 1970, ele ganhou notoriedade estrelando a peça “Jendermann”, grande sucesso na Europa. Com o passar dos anos, reprisou o papel do protagonista repetidas vezes no Festival de Salzburgo, na Áustria – e num telefilme de 2004. Na mesma época, ele surgiu na televisão, participando de minisséries e filmes televisivos nacionais. Sua estreia no cinema aconteceu em “Três Irmãs” (1988), da renomada diretora austríaca Margarethe von Trotta. O filme competiu no Festival de Cannes e ganhou diversos prêmios pelo circuito europeu. Ele passou os anos seguintes alternando-se entre peças e produções audiovisuais reconhecidas no continente europeu, trabalhando sempre no idioma alemão. O longa “Hierankl”, de 2003, recebeu sete indicações pelas premiações europeias e o próprio Simonischek conquistou suas primeiras indicações como ator pelo telefilme “Mit einem Schlag” (2008), no Bavarian TV Awards. Mas foi o sucesso “Toni Erdmann” (2016), da diretora alemã Maren Ade, que o catapultou para a fama. No papel de um pai brincalhão, que tenta se reconectar com sua filha trabalhadora criando um alter-ego ultrajante, que fingia ser um coach de vida, Simonischek ganhou o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Ator da Academia Alemã de Cinema e o troféu de Melhor Ator da Europa no European Film Awards. O longa também foi indicado ao Oscar e venceu a categoria de Melhor Filme Internacional do Spirit Awards (o Oscar do cinema independente). Com o reconhecimento alcançado pelo filme, a carreira de Simonischek ganhou novo impulso. Ele voltou a ser premiado pelo drama eslovaco “O Intérprete” (2018), que lhe rendeu o troféu de Melhor Ator pela Academia Eslovaca de Cinema e TV. E estreou em Hollywood com um papel no “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” (2022). Na trama, Simonischek viveu o guarda de uma prisão mágica de onde Newt Scamander (Eddie Redmayne) precisa resgatar seu irmão. Seus últimos filmes foram a comédia dramática “Lieber Kurt” (2022) e o drama “Measures of Men (Der vermessene Mensch)”, que estreou em março deste ano na Alemanha. Junto ao seu legado no teatro, na TV e no cinema, Simonischek deixou a esposa Brigitte Karner e seus dois filhos também atores, Max Simonischek e Kaspar Simonischek.
Elenco do filme “X-Men” pode aparecer em “Deadpool 3”
O ator Hugh Jackman (o Wolverine) pode não ser o único personagem dos filmes dos X-Men a reprisar seu papel em “Deadpool 3”. Além dele, Halle Berry, Famke Jannsen e James Marsden devem interpretar, respectivamente, Tempestade, Jean Grey e Cíclope. Berry despertou especulações sobre sua participação devido a uma foto no Instagram em que ela apareceu com o cabelo platinado como sua personagem. Isso alimentou boatos, que o perfil “Can We Get Some Toast” amplificou no Twitter ao afirmar que Jannsen e Marsden também estariam no filme. Seria a volta do primeiro time de mutantes da franquia, que originalmente pertencia à 20th Century Fox. Ainda não há confirmação de nenhum desses boatos, nem que impacto a participação dos personagens teria no enredo, porém os fãs especulam a possibilidade de Deadpool (Ryan Reynalds) voltar àquela linha do tempo, de posse do aparelho que pegou de Cable no final do segundo filme, para pedir ajuda aos mutantes e ser atendido apenas por Wolverine. Neste caso, os personagens não teriam grande relevância para a trama. Os personagens Cable, de Josh Brolin (“Vingadores: Ultimato”), e Domino, de Zazie Beetz (“Atlanta”), também podem retornar, porém, nada foi confirmado. Há tempos os rumores indicam que “Deadpool 3” explorará o multiverso de forma mais completa do que qualquer produção da Marvel Studios nos últimos anos. Informações preliminares sobre o enredo já sugeriram que os mutantes seriam introduzidos ao MCU pela primeira vez – o que já estava implícito na presença de Colosso e Míssil Adolescente Megassônico, integrantes dos X-Men, entre os personagens confirmados. O filme já começou a ser rodado sob o título provisório de “Tidal Wave”, mas ainda não teve uma sinopse oficial revelada. O elenco de veteranos da franquia contará com os retornos de Karan Soni (“Os Odiados do Casamento”), Leslie Uggams (“O Meu Pai é um Caçador de Recompensas!”), Rob Delaney (“The Man Who Fell to Earth”), Shioli Kutsuna (“Invasão”), Stefan Kapicic (“Drácula: A Última Viagem do Demeter”), Morena Baccarin (“Gotham”) e Brianna Hildebrand (“Gatunas”). Já as novidades incluem ainda Emma Corrin (“O Amante de Lady Chatterley”) e Matthew Macfadyen (“Sucession”). Paul Wernick e Rhett Reese, responsáveis pelos roteiros dos filmes anteriores, também voltam a assinar a história. A direção é de Shawn Levy, que recentemente dirigiu Reynolds em “Free Guy” (2021) e “O Projeto Adam” (2022). A estreia está marcada para 7 de novembro de 2024 no Brasil, um dia antes dos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halle Berry (@halleberry) Birthday scoop 🥳 Hugh Jackman’s Wolverine won’t be the only X-Man returning in #Deadpool3! Halle Berry, Famke Janssen and James Marsden will also reprise their roles as their Storm, Jean Gray, and Cyclops respectively. pic.twitter.com/GkdCIr5ANK — CanWeGetSomeToast (@CanWeGetToast) May 29, 2023
“A Pequena Sereia” não consegue superar “Velozes e Furiosos 10” no Brasil
A estreia de “A Pequena Sereia” não desbancou a liderança de “Velozes e Furiosos 10” no Brasil. Em seu segundo final de semana de exibição, o longa estrelado por Vin Diesel e grande elenco faturou R$ 22 milhões, visto por 993 mil espectadores nos cinemas brasileiros, enquanto o remake live-action da Disney arrecadou R$ 20 milhões e foi assistido por 888 mil pessoas. Os dados são da Comscore, referentes ao período entre quinta-feira (25/5) e domingo (28/5). Em 3º lugar, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” faturou R$ 4,75 milhões, seguido por “Super Mario Bros”, que em sua oitava semana de exibição fez R$ 998 mil. Curiosamente, o 5º e 6º lugares da lista foram ocupados por transmissões de shows internacionais, que superaram a estreia da comédia “Meu Pai é um Perigo”, com Robert De Niro – abriu apenas em 7º lugar. Ao todo, os dez filmes mais populares nos cinemas brasileiros conseguiram acumular uma receita de R$ 48,98 milhões, atingindo uma audiência estimada em 2,19 milhões de pessoas no fim de semana. Foi a primeira vez em 2023 que os cinemas conquistaram público acima de dois milhões por duas semanas consecutivas. Confira abaixo os trailers do Top 5 das bilheterias brasileiras: 1 | VELOZES E FURIOSOS 10 | 2 | A PEQUENA SEREIA| 3 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 | 4 | SUPER MARIO BROS. – O FILME | 5 | TOMORROW X TOGETHER WORLD TOUR ACT: SWEET MIRAGE IN LA: LIVE VIEWING|
Diretor de “The Flash” indica que deve dirigir novo Batman
O diretor Andy Muschietti (“It – A Coisa”), responsável pela direção do aguardado “The Flash” (2023), deu a entender que pode dirigir o próximo filme do Batman, intitulado “The Brave and the Bold” (título de um gibi de parcerias do Batman, que também inspirou a série animada “Batman: Os Bravos e Destemidos”). Em entrevista ao jornal canadense Narcity Canada, o diretor argentino foi questionado sobre qual seria sua abordagem caso fosse contratado para dirigir o novo filme do Homem Morcego. “Não posso falar sobre isso … ainda”, declarou. A resposta do diretor caiu como uma bomba na internet, alimentando rumores de que ele esteja, de fato, envolvido no projeto. De acordo com informações do Big Screen Leaks, os co-CEOs da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, já teriam contratado um diretor para o filme. Com a recepção positiva de “The Flash” em sessões especiais, Muschietti está em alta na DC. E o esperado bom desempenho do filme, em contraste com fracassos recentes, deve pesar na decisão de manter Muschietti para próximas produções. Em fase inicial, o novo longa do Cavaleiro das Trevas vai reintroduzir o herói na nova fase do DC Studios. Ele sucederá o próximo filme do Superman, “Superman – O Legado”, que foi escrito e será dirigido pelo próprio James Gunn, com estreia marcada para julho de 2025. Apesar do nome “The Brave and the Bold” aludir ao título dos quadrinhos clássicos, publicados entre os anos de 1955 e 1983 – e que ganharam revival entre 1991 e 1999, antes de voltarem novamente em 2007 – , a trama do filme será baseada em “Batman Omnibus – Vol. 1 (também conhecida como “Batman & Robin – Edição Definitiva”) de Grant Morrison.O filme vai mostrar o Batman conhecendo um filho que ele nem sabia existir: Damian Wayne, um adolescente criado pela mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos. O longa não terá relação com o filme “Batman”, estrelado por Robert Pattinson, e será estrelado por um novo ator ainda não definido. Dentre os próximos lançamentos nos planos da DC Studios também estão filmes de Supergirl e do Monstro do Pântano. Is The Flash director Andy Muschietti going to direct Batman: The Brave And The Bold in James Gunn’s DCU?I brought it up and his response is … interesting 👀#theflashmovie pic.twitter.com/VFH9Tt1YbT — Josh K. Elliott (@joshkelliott) May 29, 2023
Martin Scorsese anuncia novo filme sobre Jesus após pedido do Papa Francisco
O consagrado diretor Martin Scorsese, de filmes “Os Bons Companheiros” (1990) e “Taxi Driver” (1976), revelou planos de fazer um novo filme sobre Jesus Cristo. Após marcar presença no Festival de Cannes na última semana para a estreia de seu mais recente trabalho, “Assassinos da Lua das Flores”, o diretor embarcou para a Itália, onde teve um encontro com o Papa Francisco. Durante a conferência “A Estética Global da Imaginação Católica”, sediada em Roma no último sábado (27/5), o cineasta contou que decidiu atender um apelo do Papa. “Respondi ao apelo do Papa da única maneira que sei: imaginando e escrevendo um roteiro para um filme sobre Jesus Cristo”, declarou. “Estou prestes a começar”. Antes de comparecer ao evento, Scorsese teve a oportunidade de conhecer o Papa Francisco em uma audiência privada ao lado da esposa, Helen, no Vaticano. Segundo o editor Antonio Spadaro, da Variety, a conversa entre os dois foi uma troca de referências sobre filmes, onde o diretor teria se emocionado com o apelo do Papa para “deixar-nos ver Jesus”. Vale lembrar que Scorsese já dirigiu um filme sobre Jesus, “A Última Tentação de Cristo” (1988), com o ator Willem Dafoe no papel principal, que causou polêmica na Igreja Católica por mostrar um delírio de Jesus, em que ele recusa o plano de Deus para se sacrificar. Mas o desfecho da obra foi bíblico. O diretor também se inspirou na religião para filmar “Silêncio” (2016), que abordou a repressão aos jesuítas cristãos no Japão. Ele também fez um filme budista, “Kundun” (1997), retratando a vida do Dalai Lama. Enquanto os planos para o próximo filme do diretor tomam forma, “Assassinos da Lua das Flores” já alimenta expectativas entre os cinéfilos, após uma première elogiadíssima no Festiva de Cannes. Estrelado por Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em… Hollywood”), Lily Gladstone (“Certas Mulheres”), Robert De Niro (“O Irlandês”) e outros artistas renomados, o longa é ambientado no estado americano Oklahoma na década de 1920 e retrata o massacre de uma tribo indígena por empresários gananciosos pelo petróleo encontrado em suas terras. Com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa produzido pela Apple estreia em 19 de outubro nos cinemas brasileiros, antes de chegar na plataforma Apple TV+.
“Elementos” não encanta a crítica e tem uma das piores avaliações da Pixar
A nova animação da Pixar, “Elementos”, teve sua première mundial no Festival de Cannes no último sábado (27/5). O longa dirigido por Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”) foi responsável por encerrar o evento, e apesar da expectativa de um novo “Divertida Mente”, os críticos presentes não se entusiasmaram. Entre ponderações sobre uma história confusa e visuais deslumbrantes, a animação recebeu avaliações mistas. O consenso foi que a animação não chega perto da originalidade presente em títulos anteriores do estúdio. Segundo as avaliações, embora o enredo traga uma mensagem poderosa sobre a importância da aceitação e da união sob as diferenças, o longa não produz o encanto que se costuma associar às produções do estúdio. “Em ‘Elementos’, o salto ambicioso usual da Pixar para o desconhecido é mais um mergulho seguro em águas calmas”, escreveu Jordan Mintzer, do The Hollywood Reporter. “Se a Pixar talvez tivesse assumido mais riscos com esse enredo, eles poderiam ter agradado a um grupo demográfico menor do que tal projeto requer para ser lucrativo, mas eles também poderiam ter entregado um filme à altura de alguns de seus melhores trabalhos”. “Elementos” apresenta um mundo habitado por seres baseados nos elementos fogo, água, terra e ar. A trama acompanha o romance improvável entre Ember (voz original de Leah Lewis) e Wade (voz original de Mamoudou Athie), fogo e água, respectivamente. Mas, por mais que esse contexto tenha sido aclamado, a história pareceu forçada e os efeitos encantadores não salvaram o longa de um enredo confuso. “É tão elaborado e exige tanta exposição que o filme de ritmo acelerado ainda está tentando encaixar o enredo no rolo final do filme”, pontuou Peter Debruge, da Variety. “Há poesia e alma aqui, mas ambas são diluídas pelo tanto que o filme parece ser multitarefa”. A história sem graça e confusa ainda é ofuscada por um romance meloso até demais entre os protagonistas, segundo a crítica Stephanie Bunbury, do Deadline. “Um filme que começa com um conceito inteligente e passa a construir um mundo cheio de invenções – exatamente o que esperamos da Pixar – então usa esse mundo como pano de fundo para um prolongado flerte vão-não-vão que poderia ter sido retirado do roteiro de uma novela”, criticou. Ela ainda pontuou que as crianças acharão o romance “nojento” simplesmente “por que é nojento”. Para o crítico Siddhant Adlakha, do IndieWire, o problema não é o romance entre os protagonistas, que consegue comover. Para outros, o que realmente atrapalha o filme são as metáforas confusas e construções exageradas. “Enquanto quase todas as falas soam como oportunidades perdidas, o filme ganha vida quando ninguém está falando, graças a alguns visuais lindos e surpreendentes, nascidos da maneira misteriosa como a luz interage com os dois personagens durante as montagens”, escreveu. Por isso, ele ponderou: “‘Elementos’ tem momentos encantadores o suficiente para sobreviver”. A crítica do jornal London Evening Standard, Jo-An Titmarsh, sintetizou o problema, ao afirmar que o estúdio de animações sofisticadas da Disney acostumou a crítica com “verdadeiras obras-primas”. “Para a Pixar, isso representa um problema: qualquer coisa menos do que excelência brilhante é uma decepção singular. Apesar de todos os encantos de ‘Elementos’, este filme sem sentido simplesmente não faz jus a esse legado”. No site Rotten Tomatoes, que reúne críticas de especialistas, a animação marca 56% de aprovação. Mas é uma média feita a partir de apenas nove resenhas. Mesmo assim, “Elementos” marca a segunda pior classificação dentre os filmes da Disney-Pixar, ficando à frente apenas de “Carros 2” (2011), que teve 40% de aprovação no site. O roteiro foi escrito pelos experientes em sitcoms John Hoberg (“Bela, Recatada e do Lar”), Kat Likkel (“Bela, Recatada e do Lar”) e Brenda Hsueh (“Desenrolados”). A estreia do filme está marcada para 15 junho nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos EUA.
Estreia de “A Pequena Sereia” supera “Velozes e Furiosos 10” nos EUA
O remake em live-action de “A Pequena Sereia” dominou a bilheteria do fim de semana. O lançamento da Disney fez US$ 96 milhões entre sexta e este domingo (28/5) na América do Norte, e as projeções da empresa Comscore apontam para US$ 118 milhões até segunda (29/5), que é feriado nos EUA (Memorial Day). Trata-se da quinta maior abertura desse feriado em todos os tempos. Os valores são bem maiores que a estreia norte-americana de “Velozes e Furiosos 10” na semana passada – US$ 67,5 milhões. Mas a situação muda completamente de figura no exterior, onde a fábula da Disney arrecadou “apenas” US$ 68,3 milhões, bem menos que o esperado, totalizando US$ 164 milhões mundiais até domingo. O valor é pouco mais da metade do que “Velozes e Furiosos 10” faturou mundialmente na semana passada – US$ 300 milhões. O montante global abaixo das expectativas tempera o otimismo da Disney, que investiu US$ 250 milhões na produção do filme. Os cinco principais mercados internacionais do filme foram México (US$ 8,5 milhões), Reino Unido (US$ 6,3 milhões), Itália (US$ 4,7 milhões), Brasil (US$ 4 milhões) e Austrália (US$ 4 milhões). A produção também contou com uma recepção morna da crítica, que reservou elogios exclusivamente para a performance de Halle Bailey no papel-título. Atualmente com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi criticado principalmente por sua falta de iluminação (muito escuro) e efeitos visuais ruins, e ainda contou com má vontade dos que já enjoaram da tática da Disney de refazer todos os seus desenhos em versões com atores. E essa é o opinião da crítica nerd, que adora quase tudo. Entre os chamados críticos top, que escrevem em inglês na grande imprensa, a nota cai para 47% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. “Velozes e Furiosos 10” desceu para o 2º lugar em seu segundo fim de semana, faturando US$ 23 milhões, numa queda de 66% na arrecadação em relação à estreia. Entretanto, seu sucesso internacional é inigualável, o que manteve sua aceleração para cruzar a marca de US$ 500 milhões de bilheteria global neste fim de semana. Em 12 dias, o filme se tornou a 3ª maior bilheteria do ano. Mas vai precisar arrecadar muito mais dinheiro, porque custou impressionantes US$ 340 milhões de produção. Vale observar que os dois maiores faturamentos do ano ainda estão em cartaz e aparecem logo atrás do filme de ação da Universal no ranking semanal. “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” ficou em 3º lugar nos EUA e Canadá com US$ 20 milhões, elevando seu total doméstico para consideráveis US$ 300 milhões. Em todo o mundo, ultrapassou os US$ 700 milhões. E a animação “The Super Mario Bros. – O Filme” ficou em 4º lugar com US$ 6,3 milhões, mas já soma a quantia gigantesca de US$ 560,9 milhões na América do Norte após oito semanas nos cinemas. São mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo. Entretanto, nem todos os estúdios encontraram motivos para comemorar, já que um trio de novos lançamentos fracassou. O mais bem-colocado, “The Machine”, ficou em 5º lugar com US$ 4,9 milhões – e não tem previsão de lançamento no Brasil. A comédia “Meu Pai É um Perigo”, com Robert De Niro, fez US$ 4,3 milhões. E o filme de ação “Missão de Sobrevivência”, com Gerard Butler, rendeu somente US$ 2,4 milhões em seu fim de semana de estreia. Além das arrecadações baixas, os três ainda receberam críticas negativas – mais bem cotado, o filme de Gerard Butler teve 47% de aprovação e chega em 27 de julho aos cinemas brasileiros. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | A PEQUENA SEREIA | 2 | VELOZES E FURIOSOS 10 | 3 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 | 4 | SUPER MARIO BROS – O FILME | 5 | THE MACHINE |
Longa francês vence Palma de Ouro em 3ª vitória feminina da História do Festival de Cannes
O longa francês “Anatomy of a Fall” (“Anatomie d’une Chute”, no original) foi o vencedor do Palma de Ouro deste ano, o principal prêmio do Festival de Cannes. O filme é um drama jurídico que busca investigar a culpa ou inocência de uma romancista popular (Sandra Hüller), que é acusada de assassinar o marido. No entanto, o foco acaba sendo o próprio casamento do casal, trazendo detalhes íntimos de suas vidas pessoais para serem dissecados pelo tribunal, imprensa e público como se estivessem sendo examinados microscopicamente. Com a vitória, a diretora do longa, Justine Triet (“Sibyl”), tornou-se a terceira mulher a receber a Palma de Ouro, seguindo os passos de Jane Campion por “O Piano” (1993) e Julia Ducournau, diretora de “Titane” (2021), que fez parte do júri deste ano. O prêmio foi entregue pela atriz veterana Jane Fonda (“Grace and Frankie”), que exaltou o progresso do festival em termos de representação feminina. Este ano, o evento francês bateu seu recorde de mulheres concorrendo ao Palma de Ouro, com seis diretoras – ainda muito abaixo da quantidade dos 15 homens. Em seu discurso de agradecimento, Triet fez questão de reconhecer os protestos contra a reforma da previdência francesa, que teve manifestações barradas no festival. “Anatomy of a Fall” ainda não tem previsão de estreia no Brasil, mas será lançado na França em agosto. No ano passado, o grande prêmio foi concedido a “Triângulo da Tristeza”, do diretor Ruben Östlund (“O Quadrado”), que presidiu o júri deste ano. Além do cineasta, os atores Paul Dano (“O Batman”) e Brie Larson (“Velozes e Furiosos 10”) estavam entre os jurados que elegeram o filme de Triet como o melhor do festival e distribuíram os demais troféus da mostra competitiva. O Grande Prêmio do Juri, considerado a Palma de Prata, foi concedido ao longa “The Zone of Interest” (“A Zona do Interesse”, em tradução livre). O longa foi dirigido pelo inglês Jonathan Glazer (“Sob a Pele”) e é uma adaptação da obra de Martin Amis, escritor que faleceu logo após o filme estrear no festival. A trama é situada durante a 2ª Guerra Mundial e retrata a vida privada de um comandante alemão (Christian Friedel), responsável pela execução de inúmeros judeus em Auschwitz, além de seu relacionamento com a esposa (Sandra Hüller). O prêmio de Melhor Direção foi concedido a Tran Anh Hung (“Amor Eterno”) por “The Pot au Feu”. O filme se passa na França do século 19 e apresenta uma paixão compartilhada entre um renomado gourmet (Benoît Magimel) e sua cozinheira (Juliette Binoche), que se estende da cozinha para suas vidas pessoais. Ao aceitar o prêmio, o diretor agradeceu à sua esposa “e cozinheira”. O prêmio de Melhor Ator foi concedido a Kōji Yakusho (“Sob o Céu Aberto”), que interpreta um homem da classe trabalhadora de Tóquio em “Perfect Days”, de Wim Wenders (“O Sal da Terra”). O filme do cineasta alemão também venceu a Palma Queer, de Melhor Filme de temática LGBTQIAP+ Enquanto isso, o prêmio de Melhor Atriz ficou com a atriz turca Merve Dizdar (“Masumlar Apartmanı”), por seu papel como uma professora de uma escola rural que desafia o protagonista masculino egocêntrico em “About Dry Grasses”, dirigido por Nuri Bilge Ceylan (“A Árvore dos Frutos Selvagens”). O roteirista Sakamoto Yūji (“We Made a Beautiful Bouquet”) ainda foi premiado por seu roteiro no filme “Monster”, enquanto o diretor finlandês Aki Kaurismaki (“O Outro Lado da Esperança”) levou o Prêmio do Júri (3º lugar) por “Fallen Leaves”. Para completar, a categoria do Palma de Ouro de Melhor Curta-metragem consagrou “27”, da diretora Flóra Anna Buda (“Court-circuit”), e o Prêmio Camera D’Or da Quinzena dos Cineastas foi entregue a “Bên Trong Vo Ken Vang”, de Thien An Pham (“Stay Awake, Be Ready”). O prêmio de Melhor Documentário do festival não foi anunciado e será revelado mais tarde. Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados. Palma de Ouro “Anatomy of a Fall”, Justine Triet Grande Prêmio do Júri “The Zone of Interest”, Jonathan Glazer Prêmio do Júri “Fallen Leaves”, Aki Kaurismaki Melhor Direção Tran Anh Hung, “The Pot au Feu” Melhor Ator Kōji Yakusho, “Perfect Days” Melhor Atriz Merve Dizdar, “About Dry Grasses” Melhor Roteiro Sakamoto Yûji, “Monster” Câmera de Ouro (melhor filme de estreia) “Inside the Yellow Cocoon Shell,” Thien An Pham Palma Queer (melhor filme LGBTQIA+) “Monster” Palma de Ouro de Curta “27”, Flóra Anna Buda Menção Especial de Curta “Fár”, Gunnur Martinsdóttir Schlüter
Dublê que inspirou “Era uma vez… em Hollywood” morre aos 89 anos
O ator, dublê e diretor Gary Kent faleceu aos 89 anos nesta quinta-feira (25/5), em uma clínica em Austin, no Texas, EUA. Com sua longa carreira no cinema, Kent serviu de inspiração para o personagem de Brad Pitt em “Era uma vez… em Hollywood”, longa de Quentin Tarantino lançado em 2019. A carreira de Gary Kent foi marcada por momentos intensos e lesões dolorosas. Ele sofreu ferimentos significativos durante suas performances como dublê nos filmes do diretor Richard Rush. Em “As Motos Diabólicas” (1967), cortou o braço em um vidro quebrado durante uma briga de bar, enquanto em “The Savage Seven” (1968) foi atropelado por uma motocicleta descontrolada, dividindo cenas com a atriz Penny Marshall (diretora de “Uma Equipe Muito Especial”). Tudo isso acabou inspirando um dos maiores clássicos do diretor, “O Substituto” (1980), sobre um criminoso foragido que se esconde em Hollywood trabalhando como dublê. Kent também firmou parceria com o diretor Monte Hellman, trabalhando em produções de faroeste como “A Vingança de um Pistoleiro” (1966) e “Disparo para Matar” (1966), ambos escritos pelo ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). Embora sua carreira como dublê tenha chegado ao fim no set da comédia “Bubba Ho-Tep” (2002), quando ele sofreu uma queda que machucou sua perna, Kent continuou trabalhando como coordenador de dublês até 2019. Seu trabalho mais recente foi no longa de faroeste “Sex Terrorists on Wheels” (2019). Além do trabalho como dublê, Kent também deixou sua marca como ator, interpretando diversos papéis menores em filmes notáveis. Ele apareceu como trabalhador de tanque de gasolina no filme que lançou a carreira do diretor Peter Bogdanovich, “Na Mira da Morte” (1968). No mesmo ano, desempenhou o papel de um bandido em “Busca Alucinada” (1968), também dirigido por Rush. E fez vários filmes de motoqueiros e terrores baratos, como “Hell’s Bloody Devils” (1970), “The Incredible 2-Headed Transplant” (1971) e “Angels’ Wild Women” (1971). Para completar, também atuou como assistente de direção em “Drácula vs. Frankenstein” (1971), de Al Adamson, e como gerente de produção do musical “O Fantasma do Paraíso” (1974), dirigido por Brian De Palma. Sua importância na indústria do cinema foi reconhecida por Quentin Tarantino, que o entrevistou durante a produção de “Era uma vez… em Hollywood” (2019) para a construção do personagem de Brad Pitt. Servindo de inspiração para o carismático dublê Cliff Booth, o personagem inspirado em Kent rendeu a Pitt seu primeiro Oscar de Melhor Ator.












