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Filme

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19 de junho de 2026
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    Amor Estranho Amor: Filme polêmico de Xuxa será exibido na TV

    23 de julho de 2023 /

    O filme “Amor Estranho Amor”, protagonizado por Xuxa Meneghel em 1982, vai passar na TV paga neste domingo (23/7). Após voltar a ser assunto com o lançamento de “Xuxa – O Documentário” pela Globoplay, o famoso drama de Walter Hugo Khouri, que chegou a ser tirado de circulação por Xuxa, será transmitido às às 23h30 pelo Canal Brasil.   Controvérsias e censura “Amor Estranho Amor” contém toques de erotismo e tem sido objeto de controvérsia desde o seu lançamento. Na trama, Xuxa interpreta Tamara, uma garota de 15 anos que foi vendida para um prostíbulo. Além de mostrar cenas de nudez de Xuxa, o filme também mostra a apresentadora simulando sexo com um garoto de 12 anos, interpretado por Marcelo Ribeiro. Xuxa, que tinha 17 anos na época das filmagens, relembrou o filme durante o lançamento de seu documentário. Ela revelou que até hoje algumas pessoas a chamam de pedófila por ter protagonizado a cena erótica com um menor de idade. “As pessoas não querem saber que é uma ficção, não olham a história sobre exploração infantil”, explicou a apresentadora.   Ex-ator mirim defende filme O ex-ator mirim, que hoje é empresário, participou do documentário do Globoplay e defendeu o longa. “Na verdade, o filme nunca foi polêmico, polemizaram ele”, avaliou Marcelo. O problema com o longa só aconteceu porque depois Xuxa começou a apresentar programas infantis na TV. Segundo ela, locadoras apelavam para vender as fitas: “Diziam: ‘Venha ver o que a Xuxa faz com seus baixinhos’. Isso foi pesado, não tinha nada a ver”. Xuxa acabou se arrependendo de ter participado da produção. Tentando proteger sua reputação, ela conseguiu tirar o filme de circulação na justiça – o que acabou prejudicando a carreira de Marcelo. “Infelizmente, aconteceu toda essa polemização, que me tirou do circuito. A minha imagem iria associar negativamente ao seu nome. Eu sofri isso. Me abafaram, me colocaram num caldeirão e acabou.”   A volta de “Amor Estranho Amor” Depois de vetar a exibição do filme de 1991 a 2018, pagando em torno de R$ 345 mil por ano pelos direitos da obra, Xuxa acabou desistindo do bloqueio. Assim, “Amor Estranho Amor” pôde receber um relançamento e voltar à mídia. O próprio Canal Brasil já havia exibido o filme em 2021. A nova exibição do longa na televisão marca mais um capítulo na história de “Amor Estranho Amor”, que continua a gerar debates e controvérsias quatro décadas após seu lançamento. Em seu documentário, a Rainha dos Baixinhos pediu que as pessoas assistam ao filme para tirarem suas próprias conclusões e enterrem de vez a ilusão de que se trata de uma produção pornô. Na verdade, a história fala dos bastidores da política do Brasil e faz uma denuncia sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes.

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    Greta Gerwig entra para a História com bilheteria de “Barbie”

    23 de julho de 2023 /

    A diretora Greta Gerwig alcançou um marco histórico na indústria cinematográfica com o lançamento de “Barbie”. O filme arrecadou uma impressionante quantia de US$ 155 milhões em seu fim de semana de estreia, estabelecendo o recorde para a maior abertura de todos os tempos para um filme dirigido por uma mulher. Este feito supera o recorde anterior de “Capitã Marvel” (dirigido por um casal), que arrecadou US$ 153 milhões em 2019, e “Mulher-Maravilha”, que detinha o recorde para um filme dirigido exclusivamente por uma mulher com sua estreia de US$ 103 milhões em 2017.   A ascensão de Greta Gerwig A cineasta, que já foi indicada ao Oscar por seus trabalhos em “Lady Bird” e “Adoráveis Mulheres”, co-escreveu o roteiro de “Barbie” com seu parceiro Noah Baumbach. O filme foi bem recebido tanto pela crítica, com uma aprovação de 90% no Rotten Tomatoes, quanto pelo público, que atribuiu ao filme uma nota “A” no CinemaScore. Notavelmente, as primeiras plateias foram compostas por 65% de mulheres, um dado significativo considerando que a maioria dos filmes que geram mais de US$ 100 milhões em sua estreia tendem a ter uma audiência majoritariamente masculina. O impacto de “Barbie” já transformou a carreira de Gerwig, que teve um passado como atriz fortemente ligado ao cinema independente dos EUA, antes de virar uma diretora de prestígio. Seu próximo filme será uma superprodução com criaturas mágicas e efeitos visuais: a adaptação da franquia de fantasia “As Crônicas de Nárnia” para a Netflix.   “Barbie” e o fenômeno “Barbenheimer” Além de estabelecer um novo recorde para filmes dirigidos por mulheres, “Barbie” também conquistou o título do maior fim de semana de estreia do ano, superando “Super Mario Bros. – O Filme”, que arrecadou US$ 146 milhões. O sucesso de “Barbie” foi amplificado pelo fenômeno “Barbenheimer”, onde os espectadores optaram por assistir a sessões duplas de “Barbie” e “Oppenheimer”, o drama histórico de Christopher Nolan. Este fenômeno contribuiu para um dos maiores fins de semana de bilheteria nos EUA desde o início da pandemia. Estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling como as versões estereotipadas de Barbie e Ken, “Barbie” foi produzido com um orçamento de US$ 145 milhões e também ajudou a fabricante da boneca, Mattel, a disparar na bolsa de valores, com ações supervalorizadas.

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    “Barbie” e “Oppenheimer” quebram recordes de bilheteria

    23 de julho de 2023 /

    O fim de semana foi marcado por uma verdadeira explosão nas bilheterias mundiais com a estreia de dois grandes filmes: “Barbie”, de Greta Gerwig, e “Oppenheimer”, de Christopher Nolan. Juntos, os filmes arrecadaram quase US$ 550 milhões em todo o mundo, sendo US$ 255,4 milhões apenas nos Estados Unidos. “Berbenheimer” se provou o melhor programa duplo da história de Hollywood. “Barbie” arrebentou expectativas com US$ 162 milhões nos EUA e US$ 356,2 milhões mundiais, enquanto “Oppenheimer” superou os cálculos mais otimistas com US$ 82,4 milhões domésticos e US$ 189,4 milhões globais. O ótimo desempenho dos dois confirma que centenas de milhares de espectadores reservaram a sessão dupla, assistindo a “Barbie” e “Oppenheimer” no mesmo dia, apesar de serem completamente diferentes entre si. A comédia da boneca da Mattel quebrou o recorde de maior estreia do ano nos EUA e Canadá, superando “Super Mario Bros. – O Filme” (US$ 146 milhões). Fora da América do Norte, os principais mercados foram o Reino Unido com estimativa de US$ 22,9 milhões, México com US$ 22,3 milhões e Brasil com US$ 15,9 milhões.   O impacto cultural de “Barbie” Com um orçamento de US$ 145 milhões, “Barbie” praticamente se pagou na estreia, transformando-se num fenômeno cultural com impacto amplo, que repercutiu desde a moda e a música até discussões cinéfilas. Diante da expectativa, o filme, que a diretora Greta Gerwig co-escreveu com seu parceiro Noah Baumbach, conseguiu corresponder ao hype. Público e críticos adoraram a produção, que atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O resultado também foi a melhor bilheteria de estreia de um filme dirigido por uma cineasta feminina em todos os tempos. O recorde anterior era de “Capitã Marvel”, co-dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, que arrecadou US$ 153 milhões em 2019. Entre os filmes dirigidos exclusivamente por uma mulher, o recorde pertencia a “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, com sua estreia de US$ 103 milhões em 2017.   Os feitos de “Oppenheimer” Por sua vez, “Oppenheimer”, que custou pouco mais de US$ 100 milhões, conseguiu um resultado notável para um drama de época de três horas com pouca ação e muita conversa. Seu sucesso é inédito para uma lançamento dramático que não faz parte de uma franquia estabelecida, o que diz muito sobre o status de Christopher Nolan como um raro diretor que pode atrair o público com seu nome sozinho. “Oppenheimer” também teve a 3ª maior estreia de um filme “biográfico” na América do Norte, com poucos dólares atrás de “Sniper Americano” (US$ 89,3 milhões) e “A Paixão de Cristo” (US$ 83,8 milhões). E teve 93% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   O resto do Top 5 “Barbenheimer” foi um golpe duro em “Missão: Impossível: Ajusto de Contas Parte Um”, que perdeu parte de suas telas IMAX para o filme de Nolan e viu sua arrecadação cair 64% em sua segunda semana em cartaz. Em 3º lugar no ranking, o thriller estrelado por Tom Cruise faturou U$S 19,5 milhões entre sexta e domingo (23/7) na América do Norte, atingindo um total doméstico de US$ 118,8 milhões e US$ 370,8 milhões mundiais. Como teve um orçamento colossal de US$ 291 milhões, ainda precisará dobrar sua arrecadação, mantendo-se entre os mais vistos do mundo por várias semanas. O thriller independente “Sound of Freedom” ficou em 4º lugar, adicionando US$ 18,8 milhões em seu quarto fim de semana. A trama sobre tráfico de crianças, que a Disney dispensou ao adquirir as produções da 20th Century Fox por seu tom ultradireitista, acumulou até agora US$ 123,4 milhões, tornando-se o 14º filme de maior bilheteria do ano nos EUA. O Top 5 se completa com “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, que fez mais US$ 6,7 milhões após quatro semanas em cartaz. Ao todo, a última aventura de Harrison Ford como Indiana Jones acumulou US$ 159 milhões domésticos e US$ 335 milhões mundiais. No entanto, com um orçamento de US$ 300 milhões, sua conta não vai se pagar apenas com a venda de ingressos.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | BARBIE   2 | OPPENHEIMER   3 | MISSÃO: IMPOSSÍVEL – ACERTO DE CONTAS PARTE 1   4 | SOUND OF FREEDOM   5 | INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO |

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    Joelma pausa carreira após passar mal em apresentação

    23 de julho de 2023 /

    A cantora Joelma anunciou a suspensão de sua agenda de shows por tempo indeterminado após passar mal durante uma apresentação. O incidente ocorreu em um show da turnê “Isso é Calypso Tour” na cidade de Santa Maria das Barreiras, no Pará, na noite de sábado (22/7). Segundo o escritório Jshows, que administra a carreira da artista, Joelma teve uma “recaída”, sem detalhar o que aconteceu durante a apresentação. “Por orientação médica, [Joelma] seguirá em tratamento de saúde e terá a agenda de shows cancelada por período indeterminado”, afirma a nota da Jshows. “Agradecemos o carinho e contamos com a compreensão”. Comunicado da artista Em um comunicado oficial em seu perfil no Instagram, a cantora expressou seu amor pelos fãs e a necessidade de cuidar de sua saúde. “Meus babys, cantar para vocês e estar com vocês é o que eu mais amo. Já são quase 30 anos de carreira levando esse dom que Papai do céu me deu para os palcos, mas neste momento preciso cuidar da minha saúde para poder voltar 100%”, destacou. Histórico de problemas de saúde Joelma já havia cancelado shows que seriam realizados nos dias 11, 12 e 15 de julho nas cidades de Teresina, no Piauí, Crato, no Ceará e Gravatá, em Pernambuco, também por recomendações médicas. Isso depois de ter dificuldades respiratórias durante uma apresentação em Bragança e ser atendida no local pelo Samu. A cantora sofre há meses com sequelas da Covid-19. Em novembro do ano passado, a artista fez um desabafo durante um show em São Paulo após se recuperar pela quinta vez da doença. Aos fãs, a artista revelou que, dos últimos dois anos para cá, teve três derrames e “algumas” paradas cardíacas. A paraense de 48 anos afirmou que os problemas de saúde — complicações possivelmente derivadas das infecções por coronavírus, de acordo com seus médicos — não tiraram sua força de subir ao palco. “Eu tive três derrames oculares. E algumas paradas cardíacas, mas isso ninguém sabe. Passei por isso sozinha. Mas Ele [Deus] é a minha força. Nele eu posso todas as coisas”, disse a cantora, que se emocionou diante do público durante a apresentação.

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    DC anuncia animações baseadas em “Crise nas Infinitas Terras” e “Watchmen”

    22 de julho de 2023 /

    O DC Studios anunciou na San Diego Comic-Con o desenvolvimento de dois novos títulos animados baseados em duas das mais icônicas graphic novels dos anos 1980: “Crise nas Infinitas Terras” e “Watchmen”. As publicações originais tiveram um impacto significativo na indústria. “Crise nas Infinitas Terras” foi o primeiro grande evento dos quadrinhos americanos, produzido para coincidir com o 50º aniversário da DC Comics. A história foi um grande crossover, envolvendo todos os títulos da editora, com o objetivo de condensar o multiverso considerável da DC em uma única realidade. A culminação da obra, concebida pelo roteirista Marv Wolfman e o artista George Perez, também foi o primeiro grande reboot da História dos quadrinhos. Já “Watchmen” mudou a visão popular dos quadrinhos de super-heróis como entretenimento de baixo nível destinado a crianças, mostrando que os gibis também poderiam ser obras sofisticadas para adultos. Escrito por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, a minissérie original de 12 capítulos fez uso de técnicas literárias como prenúncio e simbolismo para combinar temas pesados como estupro e genocídio numa reflexão sobre a natureza do poder e da violência, que mostra como os super-heróis podem ser perigosos e como eles podem ser usados para controlar a população.   Detalhes dos Projetos A adaptação de “Crise nas Infinitas Terras” receberá um novo nome, “Justice League: Crisis on Infinite Earths” em inglês, o que sugere uma versão condensada do crossover original, apenas com integrantes da Liga da Justiça, enquanto “Watchmen” adaptará a história clássica. Ambas as produções estão previstas para 2024.   Repercussão das Histórias Apesar de sua importância, os títulos são escolhas estranhas para adaptações animadas. Ambos já ganharam versões live-action, com o filme “Watchmen”, de Zack Snyder, em 2008 e a minissérie homônima da HBO, passada anos depois, além do crossover do “Arrowverso” de 2019 inspirado em “Crise”, que estabeleceu que todas as adaptações de filmes e séries da DC Comics faziam parte de um multiverso compartilhado. pic.twitter.com/KcdFnLpRxd — DC (@DCOfficial) July 22, 2023

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  • Divulgação/Lionsgate
    Filme

    Pôster de “Mercenários 4” chama atenção para elenco de ação

    22 de julho de 2023 /

    A Lionsgate divulgou o novo pôster de “Mercenários 4”. Revelado por meio de um vídeo publicado nas redes sociais do filme, o cartaz destaca os protagonistas do filme, com o nome de Jason Statham acima de todos, inclusive de Sylvester Stallone. Dirigido por Scott Waugh (“Need For Speed”), o filme traz de volta outros personagens veteranos da saga, como Dolph Lundgren e Randy Couture, mas também apresenta novos rostos, como Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”), 50 Cent (“Rota de Fuga 3”), Tony Jaa (“Monster Hunter”), Iko Uwais (“22 Milhas”) e Andy Garcia (“O Pai da Noiva”). Todos eles tem os sobrenomes destacados na arte. Na trama, os mercenários vão encarar uma ameaça que pode desencadear uma possível 3ª Guerra Mundial. Embarcando em uma missão perigosa para eliminar terroristas que tomaram posse de mísseis nucleares, eles enfrentam lutas e tiroteios intensos.   Continuação chega após quase 10 anos O primeiro “Mercenários” estreou nos cinemas em 2010, arrecadando US$ 274,5 milhões contra um orçamento de US$ 80 milhões. A continuação “Mercenários 2” (2012) arrecadou expressivos US$ 315 milhões, enquanto “Mercenários 3” (2014) decaiu para US$ 214 milhões. Ao todo, os filmes somam aproximadamente US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar das dúvidas iniciais sobre o retorno da franquia, o criador Stallone, que escreveu, dirigiu e estrelou o primeiro longa, deixou o ego de lado para deixar o filme ser protagonizado por Statham, que, como o pôster indica, terá maior destaque na trama. Após quase 10 anos desde a última produção, “Mercenários 4” tem lançamento marcado para 21 de setembro no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA. You could say we clean up nice. #Expend4bles – only in theaters this September. pic.twitter.com/lcdtO8bMBI — EXPEND4BLES (@expendables) July 21, 2023

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  • Filme

    Feminismo de “Barbie” enfurece políticos e religiosos conservadores

    21 de julho de 2023 /

    Nem todo mundo embarcou na onda rosa. A estreia de “Barbie” nos cinemas vem acumulando reações polêmicas de figuras conservadoras. A produção da Warner Bros. estrelada por Margot Robbie (“O Esquadrão Suicida”) trouxe uma nova abordagem para a clássica boneca da Mattel, que no filme questiona aspectos da sociedade patriarcal e levanta bandeira feminista. Por isso, há quem o acuse até de contrariar valores cristãos e fazer propaganda esquerdista. A deputada estadual de Minas Alê Portela, do partido de Jair Bolsonaro (PL), chegou a fazer campanha para que os pais não levarem crianças ao cinema – embora o filme tenha classificação indicativa para 12 anos no Brasil. Ela compartilhou uma publicação no seu perfil do Instagram apontando que o filme faz uma “inversão de valores”. “Podemos pensar que um filme baseado nessa personagem seria voltado para o público infantil e familiar, destacando a feminilidade. No entanto, essa suposição está errada”, ela criticou, lançando campanha de boicote ao filme nas redes sociais. A iniciativa não foi muito bem-sucedida, já que “Barbie” quebrou recorde de público, registrando o segundo maior dia de estreia de todos os tempos no Brasil – faturou cerca de R$ 22,9 milhões e reuniu 1,18 milhão de pessoas somente na quinta-feira (20/7)   LGBTfobia Outro detalhe que enfureceu conservadores foi a participação da atriz trans Hari Nef (“The Idol”) no papel da Barbie Médica. Nos EUA, o site evangélico de cinema Movieguide baseou um pedido de boicote ao filme na presença de personagens LGBTQIAPN+. “O filme esquece seu público principal de famílias e crianças enquanto atende a adultos nostálgicos e promove histórias de personagens lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros”, apontou em sua crítica o líder conservador Ted Baehr, presidente da Comissão Cristã de Filme e TV nos Estados Unidos. Conservadores brasileiros copiaram as críticas em sites, como o Gospel Mais, e adotaram o mesmo discurso. “Interessante que você é obrigado a lidar com essas bandeiras de diversidades com absoluta normalidade. Segundo minha filha, ‘Barbie’ é exageradamente feminista, mostrando os homens sem ação”, declarou o pastor Pedrão, líder da Comunidade Batista do Rio e responsável por celebrar o casamento do deputado Eduardo Bolsonaro (PL). Outra figura ligada ao governo superado, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, foi ainda mais longe e comparou o filme com o nazismo. “Não é a primeira vez que o nome Barbie está a serviço do demônio! Protejam seus filhos de qualquer linha ideológica de Barbie! Da antiga ou da atual!”, ele escreveu no tuíte, junto de uma foto do nazista Klaus Barbie, criminoso de guerra conhecido como o “carniceiro de Lyon”.   Pacto com a China Nos Estados Unidos, o longa ainda foi criticado pela políticos da direita por promover um pacto com a China. Baseados em uma cena que mostra um mapa do mundo, os deputados do Partido Republicano afirmaram que o filme fazia propaganda subliminar e esforço para agradar aos sensores chineses – já que no mapa, desenhado de forma infantil, territórios contestados eram representados como sendo da China. O senador do Texas, Ted Cruz, emitiu um comunicado na qual afirma que “luta há anos” para evitar que empresas americanas, especialmente os estúdios de Holywood, alterem o conteúdo de seus produtos para tentar agradar ao Partido Comunista Chinês, sugerindo que a Warner se sujeitou a isso.

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    Rivais: Greve dos atores tira filme de Zendaya do Festival de Veneza

    21 de julho de 2023 /

    O drama esportivo “Rivais” (Challengers), dirigido pelo italiano Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), não vai mais abrir o Festival de Veneza. O longa estrelado por Zendaya (“Duna”) foi adiado para abril de 2024 devido à grade dos atores de Hollywood. A produção da MGM e da Warner Bros. seria responsável pela abertura do festival italiano, consagrado como um dos principais eventos do cinema e palco de divulgação para grandes produções. Apesar de não concorrer na competição, “Rivais” faria sua estreia no primeiro dia do festival, que começa em 30 de agosto. O longa traz Zendaya como Tashi Duncan, uma tenista prodígio que se tornou uma renomada treinadora, implacável dentro e fora das quadras. Ela é casada com o campeão Art (Mike Faist, de “West Side Story”), que lida com uma série de derrotas nos últimos anos. Enquanto busca uma redenção para o marido no esporte, uma reviravolta surpreendente acontece quando ele é desafiado pelo fracassado Patrick (Josh O’Conner, de “The Crown”), ex-melhor amigo de Tashi e que também já foi seu namorado. A história complexa do trio é apresentada desde seus relacionamentos ainda jovens até o presente, onde todos precisam lidar com uma rivalidade histórica. Nos cinemas dos Estados Unidos, o longa recebeu uma classificação indicativa para maiores (R-Rated).   Impacto da greve e filme substituto Com a greve dos atores decretada no dia 13 de julho, os astros de Hollywood não podem participar de qualquer atividade promocional. Diante da situação, as participações em eventos como festivais, premières e premiações estão sendo canceladas – enquanto as filmagens das novas produções são paralisadas. Dessa forma, a MGM e a Warner Bros. tomaram a decisão de cancelar a estreia de “Rivais”, evitando realizar a divulgação do filme sem a participação do elenco. Em resposta a renúncia, o Festival de Veneza anunciou como substituto o italiano “Comandante”, longa dirigido por Edoardo De Angelis (“Maradona: Conquista de um Sonho”) sobre a 2ª Guerra Mundial. O filme acompanha o comandante de um submarino italiano que, depois de salvar 26 belgas de um naufrágio, se vê forçado, pelo excesso de pessoal, a navegar pela superfície da água por três dias, fiando visível para as forças inimigas e colocando em perigo sua vida e a de seus homens.

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    “Barbie” tem 2ª maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos

    21 de julho de 2023 /

    “Barbie” caminha para se tornar uma das maiores bilheterias do ano. Dirigido por Greta Gerwig, o longa estrelado por Margot Robbie chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (20/7) e já bateu um recorde surpreendente – se tornou a segunda maior estreia de um longa-metragem no Brasil. De acordo com os dados da Comscore, “Barbie” faturou cerca de R$ 22,9 milhões e reuniu 1,18 milhão de pessoas apenas no primeiro dia de exibição. O filme da boneca da Mattel só vendeu menos ingressos que a estreia de “Vingadores: Ultimato” (2019), que arrecadou R$ 29,9 milhões com um público de 1,64 milhão em seu lançamento Com isso, “Barbie” entra para o ranking de maiores lançamentos no Brasil, seguido por “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (R$ 20,9 milhões), “O Rei Leão” (R$ 17,5 milhões) e “Vingadores: Guerra Infinita” (R$ 16,5 milhões).   Sucesso internacional O fenômeno é mundial. O filme atingiu um número impressionante de US$ 22,3 milhões (aproximadamente R$ 103 milhões) ao redor do mundo, contabilizando também premières na noite na quarta-feira (19/7). Vale lembrar que a estreia do filme nos Estados Unidos acontece só nesta sexta-feira (21/7), o que deve fazer as bilheterias estourarem nos próximos dias. As previsões indicam que “Barbie” pode arrecadar mais de US$ 100 milhões na América do Norte no seu fim de semana de estreia, virando uma dos maiores lançamentos de 2023 – ano que enfrentou altos e baixos no mundo do cinema, por conta das decepções com “The Flash” e “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”.   Barbenheimer é real Ao lado de “Barbie”, o aguardado “Oppenheimer” também chegou aos cinemas nesta quinta-feira (20/7). O novo longa dirigido por Christopher Nolan registrou US$ 10,5 milhões no lançamento mundial. Embora esteja abaixo de “Barbie”, o saldo é bastante positivo para a Universal, que prevê uma arrecadação de aproximadamente US$ 40 milhões durante o fim de semana nos EUA. O desempenho confirma que muitas pessoas estão vendo os dois filmes numa espécie de sessão dupla, apelidada de “Barbenheimer”, embora as estreias representem propostas completamente diferentes.

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    Josephine Chaplin, atriz e filha de Charles Chaplin, morre aos 74 anos

    21 de julho de 2023 /

    A atriz Josephine Chaplin, filha do mestre do cinema mudo Charles Chaplin, faleceu no último dia 13 de julho em Paris, aos 74 anos. A informação foi divulgada pela família da atriz ao jornal francês Le Figaro nesta sexta-feira (21/7). Entretanto, seus filhos Charlie, Julien e Arthur não revelaram a causa da morte. Josephine seguiu os passos do pai no mundo artístico e conquistou uma carreira própria nas telas. Sua primeira aparição foi justamente em um dos filmes de Chaplin, o drama musical “Luzes da Ribalta” (1952), como uma criança que aparece na cena de abertura. Ela também apareceu brevemente no último filme de Chaplin, o romance “A Condessa de Hong Kong” (1967), ao lado das irmãs Geraldine e Victoria. Josephine teve nada menos que 9 irmãos, e nasceu do quarto casamento de Chaplin, com a atriz britânica Oona O’Neill.   Clássicos, cults e filmes trash Nascida na cidade de Santa Monica, na Califórnia, em 1949, a atriz ficou mais conhecida pelo seu trabalho em diversas produções na França, onde passou grande parte da sua vida. Após as duas aparições nos filmes do pai, ela participou do drama político “L’odeur des Fauves” (1972) (O cheiro de animais selvagens” em tradução livre), dirigido pelo francês Richard Balducci. No mesmo ano, ainda estrelou mais outras duas produções: o thriller anti-comunista “A Grande Fuga do Comunismo”, de Menahem Golan, e teve seu primeiro papel substancial no clássico “Os Contos de Canterbury”, dirigido por Pier Paolo Pasolini. A trama reunia contos eróticos sobre um grupo de peregrinos que viaja rumo à Catedral de Canterbury, na Inglaterra, em uma longa caminhada que dura dias. Josephine interpretou May, a esposa adúltera do idoso Sir January (Hugh Griffith). Em 1974, Josephine apareceu em duas adaptações francesas do clássico “Os Três Mosqueteiros”, dirigidas por André Hunebelle, no papel de Constance, confidente da rainha e interesse amoroso de D’Artagnan. E em seguida, enveredou pelos suspenses baratos, estrelando “Noites Vermelhas” (1974), de Georges Franju, e “Jack, O Estripador”, assinado pelo cultuado cineasta trash Jesús “Jess” Franco. Os filmes baratos a levaram à TV francesa, onde estrelou minisséries e telefilmes, voltando ao cinema apenas uma década depois na produção franco-canadense “Virando Adulto” (1984). Ela também foi escalada por Claude Chabrol em “Um Tira Amargo” (1985). Mas logo retomou os trabalhos televisivos, destacando-se pelo papel de Hadley Richardson, a primeira esposa do escritor Ernest Hemingway, na minissérie “Hemingway” (1988), estrelada por Stacy Keach.   Fim da carreira Sua última aparição nas telas foi no longa de ação “Downtown Heat” (1994), novamente dirigida por Jesús Franco. Filme de vingança, girava em torno de um compositor de jazz que teve a esposa assassinada por traficantes de drogas. Em paralelo à carreira como atriz, Josephine administrou um escritório de Charles Chaplin em Paris em nome de seus irmãos ao longo dos anos e ainda patrocinou uma estátua do pai em Waterville, na Irlanda, onde sua família costumava passar as férias. Ela foi casada duas vezes, sendo a primeira união com o empresário grego Nikki Sistovaris, entre 1969 a 1977. Depois do divórcio, ela viveu com o ator francês Maurice Ronet até a morte dele em 1983, casando-se pela segunda vez em 1989 com o arqueólogo Jean-Claude Gardin, que faleceu em 2013.

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    “As Marvels” se juntam em novo trailer

    21 de julho de 2023 /

    A Marvel divulgou novos pôster e trailer de “As Marvels”, que reúne pela primeira vez um time de heroínas femininas do estúdio. A prévia mostra Carol Danvers (Brie Larson, a “Capitã Marvel”), Monica Rambeau (Teyonah Parris, introduzida em “WandaVision”) e Kamala Khan (Iman Vellani, a “Ms. Marvel”) se encontrando pela primeira vez, após acidentalmente trocarem de lugar ao usarem seus poderes. A confusão é criada por uma inimiga da Capitã Marvel para dificultar que a heroína impeça seus planos de destruição. Ela só não contava que isso transformasse o trio em aliadas. “As Marvels” foi escrito por Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), e também destaca a participação de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury. A estreia está marcada para 9 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    10 Filmes: As principais estreias para ver em casa

    21 de julho de 2023 /

    Bastante eclética, a programação de cinema em casa desta semana tem comédia de ação, thriller sul-coreano, drama brasileiro, suspenses, romances e punk rock. Confira abaixo a seleção com os 10 principais lançamentos para ver em streaming.   CLONARAM TYRONE! | NETFLIX   A comédia estrelada por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jamie Foxx (“Dupla Jornada”) combina humor, sci-fi e ação com o estilo do cinema blaxploitation dos anos 1970. Na trama, Boyega interpreta Fontaine, um traficante de drogas que deveria estar morto após ser baleado por seu rival. Só ele que nunca levou o tiro, que atingiu outra pessoa exatamente igual. Ao investigar o mistério, ao lado de Yo-Yo (Teyonah Parris, de “WandaVision”) e do cafetão Slick Charles (Foxx), Fontaine descobre o plano de uma misteriosa organização para clonar a população negra. A direção é de Juel Taylor (roteirista de “Creed II”), que também escreveu o roteiro ao lado de Tony Rettenmaier (“Space Jam 2: Um Novo Legado”).   A BRUXA – PARTE 1: A SUBVERSÃO | HBO MAX   O thriller sul-coreano gira em torno de Ja-yoon (interpretada pela estreante Kim Da-mi), uma adolescente talentosa que vive uma vida pacata em uma cidadezinha rural, até aparecer em um programa de talentos na televisão e atrair a atenção de figuras de seu passado esquecido. É que a jovem aparentemente normal escapou de uma instalação governamental secreta quando criança e possui habilidades especiais. Perseguida, Ja-yoon começa a descobrir seus poderes e a enfrentar uma série de conflitos e lutas – intensas, acrobáticas e criativas – , enquanto tenta desvendar os mistérios de sua origem e identidade. Visualmente impressionante, com sequências de ação de tirar o fôlego e uma estética futurista industrial que contrasta com a simplicidade da vida rural de Ja-yoon, o filme de 2018 é a primeira parte de uma trilogia do diretor Park Hoon-jung (“Nova Ordem”), que lançou a segunda parte nos cinemas no ano passado.   SEDE ASSASSINA | VOD*   A estreia em Hollywood do cineasta argentino Damian Szifrón (“Relatos Selvagens”) é um thriller policial sobre a caça a um sniper assassino. Profissional que mata seus alvos à distância sem deixar pistas, o serial killer escapa de todas as tentativas de captura, até que uma policial inexperiente é recrutada para o caso num palpite do chefe da investigação, e demonstra que seu perfil desajustado pode ser a chave para entender a mente desse assassino. O elenco destaca Shailene Woodley (“Divergente”), Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”) e Jovan Adepo (“Babilônia”). ASSASSINO SEM RASTRO | HBO MAX   Mais um thriller de ação de Liam Neeson (“Busca Frenética”), que mesmo após completar 70 anos segue dando tiros e correndo sem parar – com ajuda de dublês. Desta vez, ele vive um assassino experiente na mira do FBI. Quando se recusa a concluir um trabalho para uma organização criminosa, vira um John Wick da Terceira Idade para caçar e matar as pessoas que o contrataram, antes que elas – ou o FBI – o encontrem primeiro. Para complicar, sua memória começa a vacilar e ele é forçado a questionar todas as suas ações, inclusive em quem pode confiar. A direção é de outro veterano: Martin Campbell, que assinou dois filmes de “007”. Isto ajuda “Assassino sem Rastro” a ser melhor que “Agente das Sombras”, “Missão Resgate”, “Na Mira do Perigo”, “Legado Explosivo” e outros thrillers genéricos recentes da carreira do ator.   DESEJO PROIBIDO | VOD*   O novo drama romântico do polonês Tomasz Mandes, diretor da franquia “365 Dias”, tem todos os defeitos que os fãs de erotismo soft minimizam. O novelão com atores são ruins de corpos belos gira em torno de uma mulher mais velha, que se envolve com um instrutor de paraquedismo 15 anos mais novo. O affair se complica quando a filha da mulher resolve aparecer sem avisar e fica furiosa ao descobrir a relação, decidindo fazer de tudo para acabar com o romance, inclusive se oferecer para o amante da própria mãe. O protagonista masculino é um dos galãs de “365 Dias”, o italiano Simone Susinna, atual affair da cantora Anitta.   A FELICIDADE DAS COISAS | MUBI   A coisa que a protagonista (Patrícia Saravy, de “Tentei”) do drama nacional imagina que possa lhe trazer felicidade é uma piscina, que ela sonha em construir para os filhos na modesta casa de praia em que mora com a mãe. Ela está grávida do terceiro filho e os problemas financeiros tornam cada vez mais difícil ser feliz, mas ela insiste, lutando por seu objeto de desejo, contra tudo e todos, como um símbolo de resistência por suas crianças. A diretora Thais Fujinaga (“A Cidade onde Envelheço”) se inspirou em sua infância para conceber seu segundo longa, que foi filmado na região em que passava os verões na adolescência. Os críticos de carteirinha gostaram. “A Felicidade das Coisas” venceu o prêmio de Melhor Estreia Brasileira, entregue pela Abraccine na Mostra de São Paulo de 2021.   NADA É POR ACASO | AMAZON PRIME VIDEO   O drama espírita nacional acompanha duas mulheres desconhecidas que, após muitos encontros furtuitos, percebem estar ligados por laços formados além dessa vida. Curiosamente, o diretor Márcio Trigo, que estreia no cinema, é mais conhecido por programas humorísticos do Multishow, como “Treme Treme”, “Xilindró” e “Multi Tom”. O elenco destaca Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”), Mika Guluzian (“Pacto de Sangue”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”).   VERGEL | VOD*   Em pleno verão, uma mulher brasileira (Camila Morgado, de “Bom Dia, Verônica”) espera o corpo do seu marido que foi morto durante as férias do casal na Argentina. A burocracia é tanta e a espera tão longa que ela começa a perder a noção do tempo e o senso de realidade. O apartamento onde ela está hospedada é cheio de plantas, que são quase personagens, mas ela sequer consegue cuidar delas. Até que uma vizinha (Maricel Álvarez, de “O Tradutor”) se oferece para ajudar a regar e a mulher encontra nessa desconhecida alguém com quem compartilhar sua dor. Drama minimalista de confinamento, o filme da cineasta argentina Kris Niklison (“Diletante”) também registra a última performance de Maria Alice Vergueiro (“Tapa na Pantera”), falecida em 2020.   RUDE BOY | MUBI   O clássico “perdido” de 1980 co-dirigido por Jack Hazan e David Mingay, é um retrato do cenário punk britânico no auge da banda The Clash. O filme foi rodado durante a produção do álbum “Give ‘Em Enough Rope”, mas ganhou proeminência após o grande sucesso comercial do álbum duplo “London Calling”. O enredo principal se concentra em Ray Gange, um jovem à deriva (que também é um dos roteiristas), que passa de empregado de uma sex shop em Soho a roadie do The Clash. Embora ele se torne parte do círculo interno da banda, Gange representa tudo o que a banda se opõe: a intolerância e a política reacionária. A trama do filme é construída em torno das sessões de gravação e performances ao vivo do The Clash, incluindo o concerto “Rock Against Racism”, que aconteceu em Victoria Park em 1978. Embora o filme tenha estrutura narrativa inconsistente, a força da música e das performances do The Clash compensa tudo, fornecendo um retrato autêntico da banda em seu auge. “Rude Boy” também é lembrado por sua polêmica devido à insatisfação da banda com uma subtrama que difamava os jovens negros em Londres durante a era Thatcher. O grupo até tentou desautorizar o filme. Entretanto, a passagem do tempo o transformou em um documento valioso. Ainda que amargo, é um testemunho do auge do punk e um retrato da época, com uma trilha repleto de clássicos do Clash, como “Career Opportunities”, “I’m So Bored With the USA”, “Stay Free” e “I Fought The Law”.   THE PUNK SINGER | FILMICCA   O documentário retrata a vida e a carreira de Kathleen Hanna, uma figura influente na cultura punk e no universo feminista, e ícone do movimento riot grrrl dos anos 1990. Dirigido por Sini Anderson, o filme demonstra a importância de Hanna para o rock alternativo americano, como vocalista da influente banda Bikini Kill, e sua luta contra a doença de Lyme, que levou ao fim da banda em 2005. A narrativa é construída a partir de uma rica coleção de material de arquivo, incluindo performances ao vivo, entrevistas de vários roqueiros lendários e momentos pessoais, que ilustram a energia e a paixão de Hanna tanto no palco quanto fora dele. A história de Hanna é contada de forma cronológica, desde seus primeiros dias no Bikini Kill, passando pela fundação do movimento riot grrrl, sua influência no Nirvana e sua saída abrupta da cena musical devido à doença de Lyme. O filme também destaca a relação de Hanna com seu marido, Adam Horowitz, também conhecido como Ad-Rock dos Beastie Boys, e a importância de seu apoio durante a fase mais difícil de sua vida. O documentário termina com um concerto de tributo a Hanna em 2010, onde várias bandas interpretam suas músicas e ela mesma se apresenta com seu novo projeto musical, Julie Ruin. Depois disso, a cantora ainda lançou o projeto punk eletrônico Le Tigre. Mas só foi superar a doença em 2015, situação que lhe permitiu dar uma reviravolta. Depois de colocar um The à frente da banda Julie Ruin e lançar dois álbuns, ela retomou o Bikini Kill em 2019. As riot grrls originais tiveram os planos da grande volta atrapalhados pela pandemia, mas tocaram em vários festivais nos últimos dois anos e permanecem juntas até hoje.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    Continuação de “O Exorcista” ganha pôsteres endemoniados

    20 de julho de 2023 /

    A Universal Pictures divulgou três pôsteres da continuação do terror clássico “O Exorcista” (1973), intitulada em inglês “The Exorcist – Believer”. A continuação será dirigida pelo cineasta David Gordon Green, que também resgatou “Halloween”. Por sinal, assim como em “Halloween”, o próximo “O Exorcista” será uma continuação direta do primeiro filme, sem considerar as histórias subsequentes exibidas no cinema. O filme trará Ellen Burstyn de volta ao papel de Chris MacNeil, a mãe da jovem Regan (Linda Blair), que foi possuída por um demônio nos anos 1970. A própria Linda Blair vai fazer uma participação na trama. No novo longa, a mãe de Regan ajudará o pai de uma criança que desapareceu com uma amiguinha na floresta. O papel do pai será desempenhado por Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”). Já as crianças, como demonstram os pôsteres, surgirão possuídas pelo demônio. Produzido pela Universal Pictures, em parceria com a Blumhouse e Morgan Creek, o filme tem sua estreia marcada para o dia 12 de outubro no Brasil, um dia antes da sexta-feira 13, quando será lançado nos EUA. Após a janela cinematográfica, a produção será disponibilizada com exclusividade pela Peackock, plataforma de streaming da NBCUniversal, que também participa do financiamento da produção. This October. #TheExorcistBeliever pic.twitter.com/ezGlD7kjbZ — The Exorcist: Believer (@TheExorcistBlvr) July 20, 2023

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