Marvel vai mudar tudo após demissão de Jonathan Majors
A Marvel mudou o nome do próximo filme dos Vingadores. Após demitir Jonathan Majors, Intérprete do vilão Kang, o Conquistador, declarado culpado em julgamento por agredir e assediar sua ex-namorada, o estúdio deixou de chamar o longa de “Avengers: The Kang dynasty” (“Vingadores: A Dinastia Kang”). Após a participação de Majors na série “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, ele apareceria à frente de uma invasão multiversal para lutar contra os Vingadores. Mas agora o título foi descartado e o projeto passou a ser discutido no estúdio como “Vingadores 5″ até que um novo nome seja decidido. A decisão de mudar o título indica que o estúdio não irá substituir Majors no papel de Kang. Em vez disso, a Marvel pode eliminar o personagem da da franquia. Os planos teriam sido discutidos em setembro, quando os executivos da Marvel, incluindo o presidente Kevin Feige, se reuniram para discutir “planos alternativos” para a produção. Uma das ideias, segundo apurado pela imprensa americana na época, foi a mudança do grande vilão. Especulações apontaram o Doutor Destino, antagonista do Quarteto Fantástico, como favorito do estúdio.
Adam Sandler vira astronauta no teaser de sua primeira sci-fi
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “O Astronauta”, primeira sci-fi estrelada pelo comediante Adam Sandler Baseado no livro “Spaceman of Bohemia”, de Jaroslav Kalfař, a trama encontra o astronauta do título, vivido por Sandler, numa missão de pesquisa solitária até os limites do sistema solar. No momento em que percebe que o casamento que deixou para trás pode não estar esperando por ele quando retornar, o astronauta é ajudado por uma criatura misteriosa do início dos tempos, que se torna seu conselheiro matrimonial de outro mundo. O elenco também inclui Carey Mulligan (“Bela Vingança”) como a esposa e Paul Dano (“Batman”) como a voz da criatura. A direção é de Johan Renck (da premiada minissérie “Chernobyl”) e a estreia está marcada para 1 de março.
Kristen Stewart se apaixona por fisiculturista e enfrenta gângsteres em trailer sangrento
O estúdio indie A24 (vencedor do Oscar 2023) divulgou o pôster e o trailer de “Love Lies Bleeding”, um thriller romântico em que Kristen Stewart se apaixona por uma fisiculturista e declara guerra ao pai gângster. Na trama, a atriz vive Lou, gerente de uma academia de musculação, que se apaixona por Jackie, uma fisiculturista recém-chegada, que está passando pela cidade a caminho de Las Vegas em busca de seu sonho de competir profissionalmente. O problema é que Jackie, em busca de dinheiro, resolve trabalhar para o pai de Lou, um gângster brutal, o que leva a conflitos e confrontos sangrentos. Com Jackie agora presa na teia de sua família criminosa, a personagem de Kristen aponta: “Precisamos revidar”. “Love Lies Bleeding” é o segundo longa-metragem da cineasta inglesa Rose Glass, que estreou com o premiado terror “Saint Maud” em 2019. O elenco também destaca Katy O’Brian (“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”) como Jackie, Ed Harris (“Westworld”) como o pai gângster, além de Dave Franco (“Dupla Jornada”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) e Anna Baryshnikov (filha do renomado bailarino Mikhail Baryshnikov). O filme terá première no Festival de Sundance em janeiro, com o lançamento comercial marcado para 8 de março nos EUA. Ainda não há previsão para estreia no Brasil.
Campanha de bolsonaristas pode dar outro sucesso a Wagner Moura no cinema
A hashtag #BoicoteaWagnerMoura voltou a aparecer no X (antigo Twitter) nesta terça-feira (19/12), alimentada por pessoas identificadas como “bolsonaristas”. O alvo é o novo filme do ator, uma produção americana chamada “Guerra Civil”, que só estreia em junho de 2024. Histórico de boicotes Esta é a quarta campanha de boicote a filmes disparada por bolsonaristas. A primeira, por sinal, teve como alvo o próprio Wagner Moura. Eles se empenharam com muito afinco contra “Marighella”, filme dirigido por Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. A terceira tentativa foi uma nova investida contra Lázaro Ramos, mirando o filme “Ó Pai, Ó”. Após a iniciativa, a comédia esgotou sessões em Salvador, na Bahia, estreou com R$ 1 milhão nas bilheterias e encerrou seu passagem pelos cinemas com a maior bilheteria do Nordeste em 2023. Ao todo, o filme fez R$ 2,2 bilhões na região, que mesmo sem computar o resto do país já representa uma das maiores arrecadações de um filme nacional neste ano. Lázaro e Wagner se tornaram alvo de bolsonaristas por terem apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Mas embora o ódio esteja concentrado apenas nos dois, milhares de outros artistas também fizeram o mesmo, declarando voto em Lula. Até o momento, as campanhas tiveram resultado inverso, ajudando a divulgar as produções com o engajamento nas redes sociais. Muitas pessoas que não tinham ouvido falar nos filmes acabaram interessadas em conhecer o motivo da discórdia. Além disso, o público declarado de esquerda também tem comprado as brigas e prestigiado os alvos. Essa audiência ainda zoa as iniciativas, afirmando que não surtem efeito porque bolsonaristas nunca veem filmes brasileiros mesmo. Novo filme polêmico Vale observar que o novo filme estrelado por Wagner Moura tem um tema especialmente incômodo para extremistas. O thriller de ação se passa num futuro próximo e distópico, em que a polarização dos EUA mergulha o país numa luta brutal pelo poder. A trama acompanha um grupo de jornalistas tentando cobrir o avanço de militares alinhados com a ideologia de ultradireita, que pretendem atacar a capital do país. Alvos de tiros e bombas, os jornalistas são vividos por Wagner Moura e Kirsten Dunst (“Melancolia”). Na trama, 19 estados se separaram da União, formando um exército de Forças Ocidentais que desafiam o governo e o poderio militar dos estados do Leste. Reflexo da divisão real criada no país durante o governo de Donald Trump, o filme tem roteiro e direção de Alex Garland, cineasta de ficções científicas premiadas como “Ex-Machina” e “Aniquilação”. O elenco também inclui Cailee Spaeny (“Priscilla”), Jesse Plemons (“Assassinos da Lua das Flores”), Nick Offerman (“The Last of Us”), Stephen McKinley Henderson (“Beau Tem Medo”), Jefferson White (“Yellowstone”) e Sonoya Mizuno (“A Casa do Dragão”). A produção é a mais cara da história da A24, estúdio responsável por filmes como “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (vencedor do Oscar 2023), “Midsommar” (2019) e “X – A Marca da Morte” (2022) e “Priscilla” (2023). A estreia está marcada para 11 de julho no Brasil, quase três meses após o lançamento nos EUA (em 26/4). A expectativa é tanta que o trailer americano do filme, ainda sem versão oficial no Brasil, já ganhou diversas alternativas legendadas por fãs no YouTube.
Manoel Soares luta e prende assaltante que invadiu sua casa
Manoel Soares enfrentou um invasor em sua residência na noite desta segunda-feira (18/12). Ele estava em casa com os quatro filhos e o genro quando um criminoso rendeu uma ajudante do apresentador na porta da residência e entrou anunciando um assalto. “Foi um momento de pânico, mas graças a Deus eu tive controle emocional para contornar a situação”, relatou Soares ao programa “A Tarde é Sua”. Experiente em mediações de conflitos, Manoel conversou com o assaltante para verificar se ele estava armado e tentou retirá-lo da casa. Sem ver nenhum comparsa dando cobertura, ele entrou em confronto físico, conseguindo segurar o criminoso. Ele foi auxiliado pelo genro e um dos filhos, que é lutador de jiu-jitsu, e juntos conseguiram imobilizar o invasor, enquanto chamaram a polícia. A assessoria de Manoel confirmou o incidente e ressaltou que todos passam bem, destacando a experiência do ex-Globo em lidar com a situação. A equipe ainda frisou que o ex-Globo não recomenda reagir a assalto, mas que por conta de sua experiência decidiu enfrentar o criminoso em prol dos seus parentes. Após o confronto, a Polícia Militar foi acionada e levou o bandido ao hospital, onde permanece internado sob vigilância policial. A tentativa de assalto foi registrada na 36ª Delegacia de Polícia e as autoridades continuam acompanhando o caso.
Jonathan Majors é condenado por agressão e demitido pela Marvel
O ator Jonathan Majors, que interpreta o vilão Kang no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), foi considerado nesta segunda (18/12) culpado de agressão e assédio da ex-namorada, Grace Jabbari. O júri composto por três homens e três mulheres chegou ao veredito após três dias de deliberação. A sentença será estabelecida pelo juiz do caso no dia 6 de fevereiro. As acusações podem acarretar pena de até um ano de prisão. No total, Majors enfrentou quatro acusações de agressão e assédio agravado, depois de ligar para o serviço de emergência em 25 de março, quando disse que encontrou sua ex-parceira, Grace Jabbari, inconsciente em seu apartamento. A polícia prendeu Majors depois de verificar ferimentos aparentes em Jabbari, incluindo uma laceração atrás da orelha e um dedo machucado e fraturado. Majors se declarou inocente de todas as acusações e sua defesa mostrou que ele não dormiu em casa, além de expor vídeos de Jabbari bebendo sozinha num clube. Um taxista que transportou os dois na noite anterior testemunhou que eles brigaram e cada um foi para um lado, e que Majors foi agredido sem revidar. As acusações contra Majors foram apresentadas pelo estado de Nova York e não pela própria Jabbari. O caso foi um julgamento criminal, e não civil, o que significa que o ônus da prova é maior para o júri, que teve de encontrar provas de culpa para além de qualquer dúvida razoável em cada acusação. Por isso, ele foi considerado inocente de duas acusações no caso, agressão intencional em terceiro grau e assédio agravado em segundo grau. A advogada do ator, Priya Chaudhry, disse que Majors “espera limpar totalmente seu nome”, o que indica que ele deve entrar com uma apelação no tribunal. Pouco depois da leitura do veredicto, o Marvel Studios retirou o ator do papel de Kang, o Conquistador, em seus próximos filmes do MCU. Ele já tinha aparecido no papel nas duas temporadas de “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, e seria o grande antagonista do próximo filme dos “Vingadores”. Para completar, o estúdio Searchlight Features, de propriedade da Disney, tirou de seu calendário de lançamentos do drama “Magazine Dreams”, já totalmente filmado, que traz o ator no papel principal.
“Rebel Moon” é destruído pela crítica na véspera da estreia: “Uma bagunça feia”
“Rebel Moon”, a mais recente produção de Zack Snyder para a Netflix, enfrenta uma avalanche de críticas negativas na véspera de sua estreia. Disponível na plataforma a partir das 0h de 22 de dezembro, o filme é protagonizado por Sofia Boutella (“A Múmia”), Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e conta com a voz de Anthony Hopkins (“Meu Pai”). Primeira parte de uma saga de pelo menos dois filmes, a trama segue a busca por ajuda de habitantes de uma lua distante, ameaçada pela guerra. Inicialmente concebido como um projeto para “Star Wars”, “Rebel Moon” foi reestruturado por Snyder para lançar uma nova franquia espacial. Muitos críticos destacaram as semelhanças com filmes originais de George Lucas. David Rooney, do The Hollywood Reporter, criticou a falta de originalidade e profundidade da obra: “Este é um empreendimento derivativo carregado com enredo suficiente para preencher um buraco negro, mas com personagens fracamente delineados para realizar o trabalho.” O crítica do site IndieWire foi ainda mais incisiva, atribuindo ao filme a nota D- e classificando-o como o pior lançamento da carreira de Snyder. O jornal britânico The Guardian ofereceu deu apenas uma estrela e chamou o filme de “uma bagunça feia, imperdoavelmente chata e metida a séria”. O Independent ecoou a definição. “É um filme povoado pelos piores impulsos do cineasta de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: uma bagunça de imagens, algumas delas tentando chocar, congregadas em grande parte em torno da ideia do que pode parecer bom em um trailer”, classificou a resenha de Clarisse Loughrey. abril Apesar das críticas negativas, a revista Total Film do Reino Unido ofereceu uma análise mais positiva de 3/5, destacando que os fãs do estilo de Snyder poderiam encontrar valor na obra. Futuro incerto As avaliações majoritariamente negativas colocam em questão o futuro da saga na Netflix. A Parte 2 já está pronta e estreia em abril. Mas Zack Snyder não quer parar nisso. Ele tem planos para que “Rebel Moon” seja o início de uma franquia expansiva. Só que as críticas desfavoráveis e um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes não são grandes chamarizes para a audiência. A Netflix, que investiu uma quantia significativa no filme, orçado em cerca de US$ 166 milhões para ambas as partes, terá que aguardar a reação do público para determinar os próximos passos.
Bilheteria | “Wonka” é filme mais visto nos EUA
A estreia de “Wonka”, prólogo do clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” estrelado por Timothée Chalamet, superou expectativas com arrecadação de US$ 39 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas o desempenho foi ainda mais promissor no cenário internacional, com US$ 53,6 milhões em 77 mercados, ultrapassando clássicos familiares como “Paddington” (2014) e musicais como “O Rei do Show” (2017) e “O Retorno de Mary Poppins” (2018). Com um lançamento antecipado na semana passada em alguns países (inclusive no Brasil), o total mundial do filme já está em US$ 151,4 milhões. Este início é encorajador para um musical, um gênero que tem enfrentado dificuldades nos últimos tempos. Produzido pela Warner Bros. e com direção de Paul King, conhecido por “Paddington”, “Wonka” é a história de origem do confeiteiro mágico Willy Wonka, anteriormente interpretado por Gene Wilder e Johnny Depp em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” de 1971 e em seu remake de 2005. O público adorou, atribuindo a “Wonka” uma nota A- no CinemaScore, pesquisa feita com a plateia na saída dos cinemas, enquanto a nota da crítica ficou em 84% no site Rotten Tomatoes. Feliz com o desempenho de “Wonka”, a Warner vai, ironicamente, colocar o sucesso do filme em risco no próximo fim de semana, com o lançamento do filme de super-herói da DC “Aquaman 2: O Reino Perdido” para disputar a venda de ingressos. O resto do Top 5 O 2º lugar nas bilheterias do fim de semana na América do Norte foi ocupado por “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, que arrecadou US$ 5,8 milhões em sua quinta semana de exibição. Com essa performance, o filme elevou seu total doméstico para US$ 145,2 milhões e, globalmente, superou os US$ 300 milhões. Isto significa que o longa orçado em US$ 100 milhões recuperou o investimento de produção e começou a zerar as despesas de cópias e publicidade (P&A). A produtora Lionsgate já deve estar pensando em como materializar uma continuação. Em 3º lugar ficou o anime japonês “O Menino e a Garça” (The Boy and the Heron), que arrecadou mais US$ 5,2 milhões para chegar num total doméstico de US$ 23,1 milhões e US$ 109,8 milhões mundiais. Outro filme japonês, “Godzilla Minus One”, ficou em 4º lugar com uma receita adicional de US$ 4,5 milhões para um total doméstico de US$ 34,2 milhões e US$ 64 milhões mundiais. A animação “Trolls 3: Juntos Novamente” completa o Top 5, com US$ 4 milhões. O desenho da DreamWorks Animation faturou US$ 88,6 milhões na América do Norte e US$ 183,1 milhões em todo o mundo o mundo. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | WONKA 2 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES 3 | O MENINO E A GRAÇA 4 | GODZILLA MINUS ONE 5 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE
Jason Momoa assume pessimismo sobre futuro de Aquaman
Há uma semana do novo filme de Aquaman, Jason Momoa revelou incertezas sobre o futuro do herói e da franquia. Em uma entrevista recente ao ET Online, o ator compartilhou suas dúvidas sobre continuar a interpretar o super-herói subaquático, papel que assumiu pela primeira vez em 2017 no filme “Liga da Justiça”, e depois no filme solo que arrecadou $1,15 bilhões em 2018. Ao avaliar o potencial de um terceiro filme após “Aquaman 2: O Reino Perdido”, ele disparou: “A verdade é — quero dizer, se o público amar, ainda há uma possibilidade”, disse ele ao ET. “Mas agora, estou tipo, ‘Não parece muito bom.'” Momoa mencionou como motivo para a dúvida as mudanças na liderança da DC, com James Gunn e Peter Safran desejando “começar a sua própria coisa”. Mesmo expressando seu desejo de continuar como Aquaman, ele reconheceu que “não é realmente, tipo, uma escolha”. Estas declarações surgem apesar de “Aquaman 2: O Reino Perdido” ter uma projeção de abertura de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões na América do Norte. O filme chega quase cinco anos após o lançamento do primeiro “Aquaman”, que se tornou o filme de maior bilheteria da DC. O ator também falou que está aberto a novos papéis – há boatos fortes de que ele viverá Lobo no novo DCU. “Se houver um lugar no mundo deles para mim, adoraria fazer parte disso. Esta é a minha casa. Warner e DC são definitivamente a minha casa. Então, é tudo o que direi.”
Paulo Gustavo estará na continuação de “Minha Vida em Marte”
Paulo Gustavo, falecido em 2021 por covid-19, marcará presença na continuação do filme “Minha Vida em Marte”, comédia que foi um sucesso de bilheteria em 2018 – atraiu mais de 5 milhões de espectadores e arrecadou R$ 80 milhões. A informação foi revelada por Susana Garcia, diretora do longa original e amiga próxima do humorista. Garcia explicou que o filme contará com cenas inéditas de Paulo Gustavo, gravadas para o primeiro filme, mas não utilizadas na época. Estas cenas aparecerão em forma de flashbacks, rememorando o personagem do ator, Aníbal. A produção dará sequência às desventuras da personagem Fernanda Garcia, vivida por Mônica Martelli em “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014), na sequência “Minha Vida em Marte” (2018) e numa série do Multishow com o mesmo nome do primeiro filme (exibida de 2014 a 2019). A série, no entanto, não contou com a participação de Paulo Gustavo. No cinema, o ator interpretou Aníbal, amigo e confidente da personagem de Martelli. A trama aborda a crise no casamento de Fernanda, com Aníbal sendo uma figura chave em seu processo de superação. Projeto quase foi arquivado Em fevereiro deste ano, Susana Garcia confessou à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, que com a morte do amigo, acreditou que o filme não seria mais realizado, devido ao impacto emocional da perda. Mônica Martelli, que co-escreveu o roteiro da continuação inédita com Paulo Gustavo, expressou sentimentos semelhantes. Ela relatou que a pandemia foi um período produtivo para ambos no desenvolvimento do roteiro, que originalmente se passaria em Nova York. A morte de Paulo Gustavo representou um divisor na vida da atriz e roteirista, impactando profundamente seu processo criativo e emocional. Desde então, ela suspendeu todas as atividades.
Estreias | Fim de “The Crown”, “Yu Yu Hakushu”, “Nosso Sonho”, “Barbie” e “Fuga das Galinhas 2” chegam ao streaming
Os destaques de streaming da semana contabilizam 5 séries e 10 filmes, com os conteúdos cinematográficos divididos entre 5 lançamentos de serviços de assinatura e 5 estreias de VOD para locação digital. Entre os títulos selecionados, incluem-se os episódios finais da premiada “The Crown”, a estreia de “Yu Yu Hakushu”, o longa inédito “Fuga das Galinhas: Ameaça dos Nuggets”, a chegada de “Barbie” à HBO Max e sucessos do cinema como “Five Nights at Freddy’s” e “Nosso Sonho” em VOD. As novidades também incluem uma plataforma nova, Universal+, que desembarca no Brasil numa parceria com a Vivo TV+ (e disponível apenas para assinantes desse serviço). O Top 15 selecionado pode ser conferido a seguir com maiores detalhes. SÉRIES YU YU HAKUSHO | NETFLIX A série live-action baseada no mangá de mesmo nome acompanha o aliciamento e treinamento de um jovem chamado Yusuke, após morrer e receber a proposta de voltar à vida como um detetive do sobrenatural. Criado por Yoshihiro Togashi (mesmo autor de “Hunter x Hunter”) em 1990, a publicação original foi editada até 1994, mas continuou popular graças ao anime da Toei Animation da mesma época, que além dos episódios exibidos de 1992 a 1995, também gerou dois longas-metragens derivados e séries de OVA (lançadas diretamente em vídeo) – a mais recente é de 2016. A trama segue Yusuke Urameshi, um adolescente delinquente que, após perder a vida em um ato de heroísmo, recebe uma segunda chance de viver como um “Detetive Espiritual”. Neste papel, Yusuke investiga vários casos envolvendo demônios e fantasmas no mundo humano, além de encontrar diversos personagens distintos, inclusive o vilão Toguro, antagonista dos primeiros episódios. Assim como fez com o sucesso “One Piece”, a Netflix decidiu contar a história do mangá desde o começo, antes de chegar à saga do Torneio das Trevas — ponto alto do anime. A produção é de Kaata Sakamoto e Akira Morii, dupla responsável por outra adaptação de anime bem-sucedido da Netflix, “Alice in Borderland”. Já o elenco destaca Takumi Kitamura (“Tokio Revengers 2”) como Yusuke, além de Shuhei Uesugi (“Seguidores”), Kanata Hongo (“Fullmetal Alchemist: A Alquimia Final”), Sei Shiraishi (“Girl Gun Lady”) e Jun Shison (“O Deus do Cinema”). THE CROWN 6 – PARTE 2 | NETFLIX Os seis episódios finais giram em torno da Rainha Elizabeth II, interpretada por Imelda Staunton, enquanto ela luta contra o impacto negativo causado pela morte de Diana, que reforçou a impressão de que a família real perdeu o contato com a população do país. Na despedida da série que começou com sua coroação, Elizabeth reflete sobre seu reinado como a monarca mais antiga da história e a vida que deixou de lado para se tornar rainha – com direito à flashbacks de sua juventude. A prévia também destaca a relação do Príncipe William com seu pai, o então Príncipe Charles (Dominic West), e o começo de seu relacionamento com Kate Middleton, dando início a um novo “conto de fadas” na realeza. A história abrangerá os anos de 1997 a 2005. Nesta fase, Ed McVey, Luther Ford e Meg Bellamy se juntam ao elenco, interpretando os príncipes William, Harry e Kate Middleton, respectivamente. O elenco também inclui Jonathan Pryce (“The Crown”) como Príncipe Philip, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Princesa Margaret, Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker Bowles, Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne e Bertie Carvel (“A Tragédia de Macbeth”) como o Primeiro Ministro Tony Blair. REACHER 2 | PRIME VIDEO A 2ª temporada traz o fortão Jack Reacher lutando para proteger os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, quando eles começam a ser caçados por um assassino. Baseado em “Má Sorte e Problemas”, o 11º livro da série best-seller de Lee Child, os novos episódios trazem o veterano investigador da polícia militar, interpretado por Alan Ritchson, recebendo a informação de que os membros do batalhão de Investigações Especiais, sua antiga unidade do Exército dos EUA, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados. Encerrando seu estilo de vida errante, Reacher volta a se reunir com três de seus ex-companheiros de equipe, vividos por Maria Sten (“Monstro do Pântano”), Serinda Swan (“Inumanos”) e Shaun Sipos (“Krypton”), para ligar os pontos em um mistério onde os riscos aumentam a cada passo e levantar questões sobre quem os traiu – e quem morrerá em seguida. O elenco também inclui Ferdinand Kingsley (“Silo”) como um mercenário conhecido como “fantasma”, Robert Patrick (“Pacificador”) como o chefe de segurança de uma empresa privada de defesa com histórico questionável, e Domenick Lombardozzi (“Tulsa King”) como um detetive durão da polícia de Nova York. A série foi desenvolvida por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e ainda conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes do personagem (estrelados por Tom Cruise), como produtor. POKER FACE | UNIVERSAL+ A única série inédita da mais nova plataforma de streaming do país é a primeira atração televisiva criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. Além de ter concebido a série, Johnson escreveu os roteiros, dirigiu os episódios e assina a produção, que é estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”) no papel de uma detetive particular excêntrica, chamada Charlie Cale. Ela está em fuga de um criminoso perigoso (Benjamin Bratt, de “Star”) e, a cada parada de sua jornada, depara-se com uma “galeria de personagens desonestos” diferente, sentindo-se compelida a corrigir injustiças quando seu superpoder secreto dispara – uma habilidade extraordinária de determinar se alguém está mentindo. O elenco grandioso de suspeitos, vítimas e testemunhas da 1ª temporada inclui Simon Helberg (em sua primeira série desde o final de “The Big Bang Theory”), Jameela Jamil (“Mulher-Hulk”), Joseph Gordon-Levitt (“Super Pumped: The Battle for Uber”), Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Lil Rel Howery (“Free Guy”), Adrien Brody (“A Crônica Francesa”), Stephanie Hsu (“Maravilhosa Sra. Maisel”), David Castañeda (“The Umbrella Academy”), Nicholas Cirillo (“Outer Banks”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”), Niall Cunningham (“Life in Pieces”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”). Sucesso de público e crítica nos EUA, a atração encontra-se renovada para a 2ª temporada. CAROL E O FIM DO MUNDO | NETFLIX A animação adulta se passa dias antes do apocalipse. Com um planeta misterioso avançando em direção à Terra, a extinção é iminente e inevitável. Enquanto a maioria da população pede demissão para perseguir os seus sonhos mais loucos, uma mulher quieta e sempre desconfortável se vê sozinha e perdida entre as massas hedonistas. Tudo o que Carol quer é continuar sua rotina. Entretanto, todos a sua volta querem que ela busque o sentido de sua existência. A série é criação de Dan Guterman (roteirista de “Community” e “Rick & Morty”), que a descreve como “uma carta de amor à rotina”, onde a protagonista serve de metáfora para o conforto da monotonia. Uma comédia animada e existencial sobre os rituais diários que preenchem as lacunas que constituem uma vida, enquanto todas as vidas se prepararam para acabar. A atriz Martha Kelly (“Baskets”) dupla a personagem principal na versão original em inglês. FILMES BARBIE | HBO MAX A maior bilheteria de cinema do ano chega à HBO Max na mesma semana em que liderou as indicações aos prêmios Globo de Ouro e Critics Choice. Sucesso de público e crítica, a comédia inspirada de Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) reinventa a icônica boneca como uma figura filosófica que enfrenta uma crise existencial no mundo idealizado e rosa das bonecas perfeitas. Margot Robbie (“O Esquadrão Suicida”) tem o papel da Barbie Estereotipada que, após uma festa na casa de praia, começa a questionar a perfeição de sua existência, embarcando numa jornada de autodescoberta. No mundo de Barbie, tudo é pré-definido para funcionar perfeitamente: as Barbies ocupam todos os possíveis cargos de trabalho, de juízas do Supremo Tribunal a cientistas, enquanto os Kens, incluindo o Ken Estereotipado interpretado por Ryan Gosling (“La La Land”), existem apenas para servir às suas contrapartes femininas. Quando a Barbie principal percebe que algo está errado – seu café da manhã queima, o leite está vencido, e seus pés arqueados se tornam chatos – ela busca a ajuda da Barbie Estranha, interpretada por Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), que a manda ao mundo real em busca da garota que possui sua versão da boneca. Ao chegar lá na companhia de Ken (Ryan Gosling), Barbie enfrenta a realidade de uma sociedade ainda desequilibrada em relação aos direitos e papéis de gênero. E sem saber influencia Ken a realizar um golpe de estado na Barbilândia. A obra aborda de forma bem humorada e ao mesmo tempo séria questões de feminismo e patriarcado. Gerwig e seu Ken da vida real, o co-roteirista e marido Noah Baumbach, criam uma narrativa que diverte enquanto provoca reflexão. Reforçado por um elenco estelar – Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), Helen Mirren (“A Rainha”), Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”), Kingsley Ben-Adir (“Invasão Secreta”), Emma Mackey (“Sex Education”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Issa Rae (“Insecure”), Ncuti Gatwa (“Sex Education”) e até a cantora Dua Lipa – , o filme questiona identidade, estruturas sociais e sexismo, provando que histórias importantes e inspiradoras podem surgir das franquias mais improváveis. FUGA DAS GALINHAS: A AMEAÇA DOS NUGGETS | NETFLIX A continuação da animação clássica “A Fuga das Galinhas” (2000) mostra uma inversão na trama. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tentava fugir de uma granja para não virar torta. Na continuação, os protagonistas Rocky e Ginger agora vivem em um santuário longe dos humanos e tem uma filha, Molly. Tudo vai bem até que a adolescente rebelde resolve desafiar os pais e conhecer o mundo fora de sua ilha, onde acaba aprisionada e enviada para a nova versão da terrível granja da Sra. Tweedy, agora especializada em nuggets. Com isso, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação, desta vez não para fugir, mas para invadir a granja. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora trabalham apenas como produtores. A direção do novo longa é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika – os dois estúdios são os mais proeminentes da animação stop-motion em todo o mundo. Sem os dubladores originais, que incluíam Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”) e Mel Gibson (“Coração Valente”), as vozes de Ginger e Rocky são dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”), enquanto a filha do casal tem a voz de Bella Ramsey (“Last of Us”). Apenas a Sra. Tweedy, que retorna com novo visual rejuvenescido, mantém sua velha voz, dublada por Miranda Richardson (da franquia “Harry Potter”) como no primeiro longa. SUNDOWN | PARAMOUNT+ Em seu segundo filme em inglês, o mexicano Michel Franco volta a trabalhar com o ator inglês Tim Roth (“Os Oito Odiados”), a quem já tinha dirigido em “Chronic”, lançado em 2015. A trama acompanha uma família rica em férias no litoral mexicano. Em meio à viagem relaxante, eles se veem obrigados a retornar para casa devido a uma situação urgente, mas o protagonista Neil, interpretado por Roth, finge perder seu passaporte para permanecer. E logo deixa claro sua relutância em se reunir com a família, apesar das preocupações contínuas expressas por sua irmã Alice (a francesa Charlotte Gainsbourg, de “Ninfomaníaca”). O enredo se desenvolve em torno das decisões de Neil e das consequências de sua escolha em permanecer em Acapulco. Ele inicia um relacionamento casual com uma mulher local, Berenice (a mexicana Iazua Larios, de “Apocalypto”), e se entrega a uma rotina tranquila na praia. Mas enquanto o público é convidado a refletir sobre as...
Kristen Stewart será homenageada no Festival de Sundance 2024
Kristen Stewart será homenageada com o Prêmio Visionary na abertura do Festival de Cinema de Sundance de 2024, em reconhecimento ao seu trabalho como um artista intransigente e suas contribuições no campo do cinema independente. “O profundo trabalho de Stewart como atriz exemplificou a narrativa ousada e arriscada que Sundance defendeu por muitos anos”, disse a organização do festival em comunicado nesta quinta-feira (14/12). Stewart foi indicada ao Oscar por sua atuação como Princesa Diana em “Spencer” (2021) e foi a primeira atriz americana a receber o Prêmio Cesar (o Oscar francês) por seu papel em “Acima das Nuvens” (2014). “Estamos entusiasmados em homenagear a imensamente talentosa Kristen Stewart em nossa noite de gala de abertura”, afirmou Joana Vicente, CEO do Sundance Institute. “As performances cativantes de Kristen em um amplo e diversificado corpo de trabalho fazem dela uma talento verdadeiramente único. Com mais de dez filmes de Sundance em seu currículo, ela sempre se manteve comprometida com a arte do cinema independente. Estamos entusiasmados em recebê-la de volta ao festival e mal podemos esperar para ver o que ela tem reservado para o nosso 40º aniversário.” A atriz também se manifestou, elogiando “a pureza de Sundance”. “A falta de pretensão e o seu compromisso em apoiar a independência numa indústria que nem sempre valoriza o radical ou o marginalizado é o que o torna o festival, de longe, o lugar mais acolhedor para ver, discutir e apresentar filmes”, disse em um comunicado. “Verdadeiramente honrada por ser reconhecida por esta querida instituição.” Outras homenagens do festival Além de Kristen Stewart, o festival também vai homenagear o diretor Christopher Nolan com o prêmio Sundance Institute Trailblazer, em reconhecimento das contribuições do cineasta para o campo do cinema independente. Para completar, os Vanguard Awards de Ficção e Não Ficção, dedicados a artistas cujos trabalhos destacam a arte de contar histórias e a independência criativa, vão para Celine Song, cineasta de “Vidas Passadas”, e Maite Alberdi, diretora do documentário “A Memoria Infinita”. E a premiada produtora Pat Mitchell receberá o Vanguard de Filantropia em reconhecimento ao seu compromisso de apoio ao Sundance Institute e a causas de impacto social. O próximo Festival de Sundance acontecerá de 18 a 28 de janeiro de 2024 em Park City e Salt Lake City, Utah, nos Estados Unidos.
Game “Death Stranding” vai virar filme do estúdio de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”
O estúdio A24 anunciou o desenvolvimento de um filme em live-action baseado no game “Death Stranding”. O criador do game, Hideo Kojima, será responsável pela produção. Segundo o comunicado oficial, o filme promete mergulhar nos mistérios ao redor do evento apocalíptico chamado Death Stranding, “que borrou as linhas entre a vida e a morte, e trouxe criaturas assustadoras a um mundo à beira do colapso”. Em declaração veiculada pela A24, Kojima elogiou a qualidade dos filmes do estúdio de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, vencedor do Oscar 2022. “Fui atraído por suas criações e eles inspiraram o meu próprio trabalho. A abordagem inovadora para as narrativas se alinha ao que a Kojima Productions tem feito há 8 anos. Agora, vamos fazer o filme de ‘Death Stranding’ juntos.” O game e seu criador Hideo Kojima é um criador de jogos de renome mundial. Após o sucesso que conquistou com a franquia “Metal Gear” na Konami, lançou seu próprio estúdio em 2015, Kojima Productions, e em 2020 recebeu o BAFTA Fellowship, o maior prêmio concedido pelo BAFTA a um indivíduo em reconhecimento à contribuição excepcional para filmes, jogos ou televisão. O game “Death Stranding” recebeu vários prêmios de jogos após sua estreia no PlayStation e foi seguido, em setembro de 2021, por “Death Stranding Director’s Cut”, um aprimorando da experiência do jogo, oferecendo mais ação, áreas expandidas, histórias estendidas e um exclusivo Sistema Social Strand, que possibilita conexão de pessoas ao redor do mundo por meio de ações no jogo. Na trama do jogo, a sociedade ficou fraturada após um evento cataclísmico chamado de “Death Stranding”, que abriu uma porta entre os vivos e os mortos, e possibilitou que criaturas sobrenaturais vagassem pelo mundo destruído. Carregando os restos desconectados do futuro da humanidade em suas mãos, o protagonista Sam Bridges embarca em uma missão para trazer esperança e conectar os últimos sobreviventes de uma América dizimada. “Death Stranding” apresentou um elenco estelar, que não apenas emprestou a voz para seus personagens, como também suas fisionomias. O protagonista é interpretado por Norman Reedus (“The Walking Dead”) e o elenco ainda conta com Mads Mikkelsen (“Hannibal”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Margaret Qualley (“Criada”) e até o diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). Não ficou claro se o elenco do game vai voltar para a adaptação cinematográfica. O filme de “Death Stranding” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer de “Death Stranding”.












