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Filme

Disney revela teaser mafioso de “Gatto”, nova animação da Pixar

Animação acompanha gato preto em Veneza numa história com máfia felina, superstição e vozes de Mark Ruffalo e Laurence Fishburne

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11 de junho de 2026
Filme

Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre “Ainda Estou Aqui”

Atriz reagiu a depoimento sobre o impacto do filme brasileiro durante entrevista à revista Variety

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11 de junho de 2026
Filme

Glenn Close e Ridley Scott ganham Oscar honorário

Academia também premiará Floyd Norman, primeiro animador negro da Disney, no Governors Award

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11 de junho de 2026
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    Mia Goth é acusada de chutar cabeça de figurante

    13 de janeiro de 2024 /

    A atriz Mia Goth foi processada por um figurante de seu novo filme, que a acusou de chutá-lo intencionalmente na cabeça durante uma cena de “MaXXXine”. O diretor Ti West e o estúdio A24 também foram citados na denúncia, apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. O ator James Hunter, que abriu o processo, alega que sofreu uma concussão após ter a cabeça chutada durante a produção do longa-metragem, que completa uma trilogia estrelada por Goth e dirigida por Ti West – os outros filmes são “X – A Marca da Morte” e “Pearl”. No processo, Hunter declara que foi contratado por três dias de trabalho para interpretar o papel de “Paroquiano Morto”. Na primeira noite de gravação, ele deitou no chão por várias horas, coberto em sangue falso em meio a “formigas e mosquitos”. Segundo sua versão, Goth deveria passar correndo por ele, tropeçar em seu corpo, olhar para baixo e continuar a correr. Entretanto, na quarta tomada, Goth quase pisou em cima dele. Hunter avisou o segundo assistente de direção e o comentário foi levado à atriz. Na tomada seguinte, de acordo com o processo, Goth deliberadamente o chutou na cabeça com a bota que utilizava. Após a cena ter sido filmada, Hunter disse que estava no banheiro quando Goth entrou e “zombou” e “desprezou” o ator, desafiando-o a fazer alguma coisa a respeito. Hunter diz que sentiu dores em sua cabeça e, ao voltar para casa, ficou tonto e teve de parar duas vezes. No dia seguinte, a agência de casting informou que a produção não o queria de volta nos próximos dois dias. O processo acusa Goth de agressão e também inclui a rescisão injusta de contrato pela A24. Ele pede pelo menos US$ 250 mil de indenização, mais danos punitivos. MaXXXine, que traz Goth de volta ao papel da atriz de filmes adultos Maxine, única sobrevivente do massacre de “X”, ainda não tem previsão de estreia.

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    Estreias | “Eco” e “True Detective” chegam ao streaming

    12 de janeiro de 2024 /

    Os destaques da programação de streaming são duas séries, “Eco”, nova produção da Marvel, e a 4ª temporada de “True Detective” com Jodie Foster, que estreia no domingo (14/1). Entre os filmes, há chegada de “Assassinos da Lua das Flores” para os assinantes da Apple TV+, “Napoleão” em VOD e duas comédias de ação inéditas para arriscar – contra a opinião da crítica. Confira a lista das 10 principais novidades da semana.   SÉRIES   ECO | DISNEY+   A série mais inovadora da Marvel destaca uma personagem indígena, surda e amputada. Longe das convenções tradicionais dos super-heróis, a produção mergulha em territórios inexplorados ao acompanhar Maya Lopez, interpretada por Alaqua Cox, de volta para sua cidade natal em Oklahoma, onde confronta seu passado e planeja vingança contra o vilão Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio. Este retorno força Maya a enfrentar traumas familiares e a reconectar-se com seus avôs. O enredo se desenrola em meio a uma mistura de misticismo indígena e conflitos familiares. Apesar de ser uma série de ação, “Eco” é mais notável por suas cenas emocionais e representação cultural do que por suas sequências de luta. Entretanto, quando o quebra-quebra começa, rende algumas das sequências mais viscerais da Marvel, com um trabalho excepcional de dublês. O uso da perna protética de Maya nos combates é um exemplo de como a série inova, utilizando elementos característicos da personagem para enriquecer a ação. “Eco” é significativa no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não apenas pela representação de minorias, mas também por sua abordagem única na narrativa, inaugurando o novo selo Marvel Spotlight. Este selo tem como objetivo trazer histórias mais focadas e autocontidas, diferenciando-se das produções interconectadas e de grande escala típicas do MCU. Com a minissérie, o estúdio demonstra uma abordagem mais íntima e específica, voltando-se para a exploração profunda de um único personagem e sua jornada, ao invés de entrelaçar diversas narrativas e heróis de seu universo compartilhado. Entretanto, a narrativa é claramente amarrada na continuidade do MCU. Maya Lopez foi apresentada em “Gavião Arqueiro” e a trama é desdobramento do aconteceu naquela série. Além disso, os episódios trazem personagens da série “Demolidor”, como o mencionado Wilson Fisk e o próprio herói-título, novamente interpretado por Charlie Cox. A produção tem até cena pós-créditos, que introduz o enredo da nova série do Demolidor. A direção é de Sydney Freeland (“Star Trek: Strange New Worlds”) e o elenco também inclui Chaske Spencer (“The English”), Graham Greene (“Espíritos Obscuros”), Tantoo Cardinal (“Assassinos da Lua das Flores”), Devery Jacobs (“Reservation Dogs”) e Zahn McClarnon (“Westworld”).   TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA | HBO MAX   A 4ª temporada da renomada série “True Detective”, intitulada “Terra Noturna”, estabelece um novo marco na franquia, que bateu recordes de audiência. Ambientada na gélida localidade de Ennis, no Alasca, os novos episódios seguem a detetive Liz Danvers, interpretada por Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), e sua parceira, Evangeline Navarro, papel de Kali Reis (“Catch the Fair One”), na investigação do desaparecimento de oito cientistas em um remoto centro de pesquisa. A direção é da mexicana Issa López, conhecida pelo premiado terror “Os Tigres Não Têm Medo” (2017), que usa sua experiência no gênero para combinar o mistério com elementos sobrenaturais. Junto de cenas fortes, como a descoberta de um bloco gigante de carne formado por cinco corpos congelados, e uma abordagem atmosférica, que explora o ambiente hostil à vida humana, ainda há o retorno do símbolo em espiral que marcou a 1ª temporada. Para quem não lembra, ele foi associado ao Rei Amarelo, uma entidade misteriosa e aparentemente cósmica que inspirou ataques rituais e assassinatos. Embora o autor dos crimes originais tenha sido encontrado na temporada inaugural, os detalhes mais sutis sobre o que é o Rei Amarelo e de onde ele veio permaneceram um mistério, que retorna para assombrar os espectadores. Para aumentar mais a tensão, a investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca, que deixa o lugar sem luz solar por vários dias. Essa situação ainda é agravada por graves falhas elétricas, que mergulham a região na escuridão. A química entre Foster e Reis é o ponto alto da produção, com atuações intensas que capturam a essência de suas personagens. Foster, com uma presença marcante, expressa nuances emocionais complexas, enquanto Reis, com seu histórico no boxe, apresenta uma performance visceral e carregada de intensidade. O ótimo elenco da produção também conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”). Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, são produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios.   GAROTO DEVORA UNIVERSO | NETFLIX   A adaptação do best-seller de Trent Dalton é uma saga épica de amadurecimento ambientada nos subúrbios de Brisbane, Austrália, nos anos 1980. Esta história semi-autobiográfica segue Eli Bell (Zac Burgess, de “One Night”), um jovem que enfrenta as duras realidades da vida. Sua família é composta por um pai ausente, um irmão mudo, uma mãe em recuperação de vício e um padrasto traficante de heroína. No elenco, Phoebe Tonkin (“The Originals”) e Simon Baker (“O Mentalista”) interpretam os pais, Travis Fimmel (“Vikings”) é o padrasto e o veterano Bryan Brown (“Bem-Vindos à Austrália”) retrata o criminoso real Slim Halliday. A história explora a jornada de Eli e seu irmão August, criados em meio ao comércio de heroína, conduzindo até a prisão de sua mãe. A figura de Slim Halliday, um criminoso que atua como uma espécie de mentor para Eli, adiciona outra dimensão à história, misturando elementos da realidade com a mística que circunda sua persona. Este encontro entre o real e o fantasioso é central na forma como a trama trata os aspectos mais sombrios e desafiadores da vida do jovem com um senso de maravilha e otimismo. Há uma tensão constante entre a dura realidade do submundo do crime e a inocência do jovem alimentado por sonhos e aspirações. Além disso, a série utiliza elementos visuais e narrativos para enfatizar seu aspecto lúdico, como sequências em que palavras escritas no ar tomam forma ou em cenas que retratam as visões e sonhos de Eli. Publicado em 2018, o romance de Dalton tornou-se o livro de estreia mais vendido na Austrália e ganhou quatro prêmios no Australian Book Industry Awards de 2019. Adaptado para o teatro pela Queensland Theatre em 2021, o espetáculo tornou-se o mais vendido na história de mais de 50 anos da companhia. A série desenvolvida por John Collee (roteirista de “Atentado ao Hotel Taj Mahal”) visa continuar a tradição de sucesso com uma recriação fiel do romance de Dalton, oferecendo uma mistura única de realismo mágico e crueza temática – situações dramáticas, mas infundidas com humor, calor e um senso de otimismo esperançoso.   HISTÓRICO CRIMINAL | APPLE TV+   A série policial coloca frente a frente Peter Capaldi (“Doctor Who”) e Cush Jumbo (“The Good Wife”), que vivem uma colisão inevitável nos papéis de policiais com posições antagônicas sobre um antigo caso. Na trama, após uma investigação trazer informações que podem inocentar um condenado por assassinato, a jovem detetive June Lenker (Jumbo) confronta o experiente detetive inspetor-chefe Daniel Hegarty (Capaldi), que encerrou o caso rapidamente com uma confissão. Enquanto Lenker busca se provar como uma detetive, Hegarty resolve impedi-la de enxovalhar o seu legado. Criada por Paul Rutman (indicado ao BAFTA TV por “Five Days”), a série provoca uma avaliação instigante e desconfortável do racismo atual no Reino Unido, examinando práticas policiais prejudiciais e as mentiras que as pessoas contam a si mesmas para justificar seus preconceitos.   FILMES   ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES | APPLE TV+   O novo épico de Martin Scorsese (“O Irlandês”) desvenda a história real dos assassinatos da Nação Osage no início do século 20, quando várias mortes ocorreram após descobertas de grandes depósitos de petróleo nas terras indígenas em Oklahoma. A narrativa segue Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), que se muda para Fairfax, Oklahoma, na década de 1920, para viver com seu tio, William Hale (Robert De Niro), conhecido como King Bill Hale, um influente pecuarista local. Sob a manipulação de seu tio, Ernest se envolve com Mollie (Lily Gladstone), uma mulher Osage, com o objetivo sombrio de herdar os direitos lucrativos de petróleo de sua família, caso os membros de sua família morram. O drama se intensifica à medida que membros da família de Mollie são assassinados um a um, destacando uma trama maior de ganância e exploração. A complexa rede de mentiras e corrupção é revelada gradualmente, com o envolvimento de vários membros da comunidade que, silenciosamente, consentem ou contribuem para os crimes. A interpretação de Gladstone como Mollie, que enfrenta a dor insuportável da perda enquanto descobre a verdade sobre seu marido e a conspiração em andamento, tem sido apontada como garantida no Oscar 2024. A colaboração entre Scorsese e seus dois atores favoritos, DiCaprio e De Niro, juntos pela primeira vez num filme do cineasta – após estrelarem separadamente suas obras mais famosas – é um atrativo à parte. E suas cenas são a base da história envolvente, roteirizada por Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) e baseado no livro homônimo de David Grann, que mistura crime verdadeiro com elementos de faroeste e consegue prender a atenção do espectador ao longo de suas quase 3 horas e meia de duração. Tão surpreendente quanto a extensão do filme só a vitalidade do diretor de 80 anos, que descobriu um novo terreno visual e dramático para se expressar, mergulhando pela primeira vez nos vastos espaços abertos e na atmosfera dos bangue-bangues clássicos para criar seu primeiro western, com indígenas, pistoleiros, fazendeiros corruptos e homens da lei. A decisão de filmar em locais autênticos em Oklahoma, proporcionando um pano de fundo realista e engajando comunidades locais no processo, aumenta a autenticidade e a riqueza visual e cultural da produção, que merecidamente arrancou elogios em sua première no Festival de Cannes e atingiu 96% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes.   NAPOLEÃO | VOD*   O novo épico de Ridley Scott marca um reencontro com Joaquin Phoenix, 23 anos após “Gladiador”. O ator (hoje mais lembrado por “Coringa”) encarna Napoleão desde sua ascensão como jovem tenente, mostrando sua habilidade em navegar e manipular o cenário político e social da França revolucionária em sua caminhada para assumir o título de imperador. Mas embora concentre-se na trajetória política e militar, o longa também mergulha na relação tumultuada de Napoleão com a Imperatriz Josephine, interpretada por Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”), numa dinâmica que oscila da paixão intensa a confrontos tempestuosos. Notável pela execução técnica, o filme apresenta cenas espetaculares de batalhas com uma combinação de som impactante e coreografia intrincada, capturando o caos e a precisão das estratégias de Napoleão. Os detalhes de figurino e design de produção meticulosamente elaborados são outros destaques da produção grandiosa. Mas todo esse apuro esbarra na opção do diretor em retratar um Napoleão caricatural, sujeito a pitis e frases infantis, que não parece fazer justiça ao papel histórico do personagem. Ele é apresentado como uma figura ambígua, capaz de estratégias geniais, mas que também demonstra enorme instabilidade emocional diante de desastres, como a lendária derrota em Waterloo. Além disso, a importância de Josephine é bastante minimizada, num retrato superficial da imperatriz. Os críticos franceses odiaram – chamaram o filme de “Barbie e Ken sob o Império”, indicando a artificialidade nas representações dos protagonistas, além de francófobo. Os críticos anglófilos acharam mais satisfatório. Basicamente, os 58% de aprovação no Rotten Tomatoes devem-se ao visual das batalhas. São seis ao todo. Só que, mesmo com duas horas e meia, não faltam cenas apressadas e cheias de imprecisões históricas.   JOGO DO DISFARCE | PRIME VIDEO   A comédia de ação tem uma premissa que já foi explorada em outros filmes, centrada em uma mulher levando uma...

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    PGA Awards | Sindicato dos Produtores cria outra disputa entre “Barbie” e “Oppenhauer”

    12 de janeiro de 2024 /

    O Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (12/1) os indicados para a 35ª edição de sua premiação. Marcada para o dia 25 de fevereiro em Los Angeles, a cerimônia do PGA Awards é considerada uma das principais prévias do Oscar de Melhor Filme. Para se ter ideia, nos últimos 10 anos o vencedor do PGA e do Oscar coincidiram 7 vezes. E numa das 3 vezes em que houve diferença, o premiado pela Academia de Ciências e Artes Cinematográficas não foi uma produção do sindicato – isto é, foi um filme estrangeiro: “Parasita”. Na categoria principal deste ano, a dupla “Barbie” e “Oppenheimer” volta a se enfrentar, junto com outros filmes que tem sido cotados entre os melhores da temporada, como “Pobres Criaturas”, “Anatomia de uma Queda”, “Os Rejeitados”, “Assassinos da Lua das Flores”, “Maestro”, “Vidas Passadas”, “American Fiction” e “Zona de Interesse”. A premiação também destaca as melhores séries e programas de TV. Confira a lista completa de indicados abaixo: Melhor Filme “American Fiction” “Anatomia de Uma Queda” “Barbie” “Os Rejeitados” “Assassinos da Lua das Flores” “Maestro” “Oppenheimer” “Vidas Passadas” “Pobres Criaturas” “Zona de Interesse” Melhor Filme de Animação “O Menino e a Garça” “Elementos” “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” “Super Mario Bros. O Filme” “As Tartarugas Ninja: Caos Mutante” Melhor Série de Drama “The Crown” “A Diplomata” “The Morning Show” “The Last of Us” “Succession” Melhor Série de Comédia “Barry” “O Urso” “Jury Duty” “Only Murders in the Building” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “Toda Luz que Não Podemos Ver” “Treta” “Daisy Jones & the Six” “Fargo” “Uma Questão de Química” Melhor Filme para Streaming ou TV “Black Mirror: Beyond the Sea” “O Último Caso do Sr. Monk” “Quiz Lady” “Reality” “Vermelho, Branco e Sangue Azul” Melhor Série Infantil “Goosebumps” “Gremlins: Segredos do Mogwai” “Vila Sésamo” “Star Wars: The Bad Batch” “O Coelho de Veludo” Melhor Programa de Entretenimento, Variedades ou Humor “Carol Burnett: 90 Years Of Laughter + Love” “Chris Rock: Selective Outrage” “Dave Chappelle: The Dreamer” “Last Week Tonight with John Oliver” “Saturday Night Live” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “RuPaul’s Drag Race” “Round 6: O Desafio” “Top Chef” “The Voice”

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    Terceiro “Top Gun” já começou a ser escrito

    12 de janeiro de 2024 /

    A Paramount está desenvolvendo um terceiro filme da franquia “Top Gun”. A história já está sendo escrita por Ehren Kruger, co-roteirista de “Top Gun: Maverick”. Segundo o site americano The Hollywood Reporter, a continuação também deve voltar a contar com o diretor de “Maverick”, Joe Kosinski, e está sendo desenvolvida com a intenção de voltar a reunir Tom Cruise com pelo menos dois atores do último filme, Miles Teller e Glen Powell. O projeto veio à tona poucos dias depois que a Warner Bros. Discovery anunciou que Cruise havia assinado um acordo para estrelar e produzir filmes para o estúdio. Apesar disso, esse contrato não é exclusivo. Os sucessos mais recentes do ator foram produzidos em grande parte na Paramount, embora o ator não tivesse um contrato com o estúdio. “Top Gun: Maverick” foi o maior sucesso de bilheteria de 2022, faturando US$ 1,5 bilhão globalmente. O longa surgiu décadas depois do primeiro “Top Gun”, de Tony Scott, lançado em 1986. O filme original ajudou a consolidar Cruise como uma estrela de cinema em ascensão. Atualmente, Tom Cruise está trabalhando no oitavo filme da franquia “Missão: Impossível”, que o manterá ocupado pelo menos até seu lançamento, marcado para maio de 2025.

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    Abigail | Novo terror dos diretores de “Pânico” ganha trailer eletrizante

    11 de janeiro de 2024 /

    A Universal Pictures divulgou o trailer de “Abigail”, novo filme de terror dirigido pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos por seu trabalho na franquia “Pânico”. A prévia revela a premissa curiosa da trama, em que criminosos recebem uma missão aparentemente fácil, que se torna fatal. O enredo gira em torno de um grupo contratado para cuidar da personagem-título, uma menina de 12 anos, filha de uma figura importante do submundo, durante uma noite. Vítima de sequestro, eles precisam manter a situação sob controle, enquanto as negociações de um resgate de US$ 50 milhões acontecem. Só que a menina revela-se uma vampira e eles se veem trancados no mesmo local que ela, sem chances de fugir de sua sede de sangue. A prévia combina terror e humor sangrento, ao mostrar os criminosos debatendo como matar a menina, baseando-se em diferentes concepções de vampiros no cinema. O filme conta com um elenco de destaque, incluindo Melissa Barrera, que trabalhou com Bettinelli-Olpin e Gillett em “Pânico VI”, além de Dan Stevens (“Legion”), Kevin Durand (“The Strain”), Kathryn Newton (“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”), William Catlett (“Raio Negro”), Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), o falecido Angus Cloud (“Euphoria”) num de seus últimos papéis e Alisha Weir (estrela de “Matilda: O Musical”) como Abigail. A estreia está marcada para 19 de abril nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Conheça as atrizes cotadas para viver a nova Supergirl no cinema

    11 de janeiro de 2024 /

    O DC Studios já começou a buscar a nova Supergirl do cinema. A personagem teria previsão de estreia em “Superman: Legacy” antes de ganhar seu filme solo, e o diretor James Gunn estaria prestes a definir sua intérprete. Segundo o site americano Deadline, três atrizes concorrem ao papel de Kara Zor-El, a prima de Kal-El, também conhecido como Clark Kent e Superman. As favoritas seriam Milly Alcock (a versão jovem de Rhaenyra Targaryen em “A Casa do Dragão”), Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) e Meg Donnelly (da série “Os Winchesters”, que já é dubladora de Supergirl nas animações da DC). Nenhuma das cotadas ainda fez teste, mas, de acordo com o site, existe a possibilidade de o cineasta oferecer o papel diretamente à alguma atriz. Com isso, Sasha Calle, que interpretou a personagem em “The Flash”, lançado em 2023, não volta mais ao papel. O filme solo da heroína, “Supergirl: Woman of Tomorrow”, ainda não tem previsão de estreia. O James Gunn tava rebatendo tudo que era rumor nos últimos dias, mas agora ele está em silêncio em relação a notícia da Supergirl. Já sabem né? 🎆 pic.twitter.com/y51faO3lS9 — Nação DC (@Nacao_DC) January 11, 2024

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    Filme sobre a cantora Amy Winehouse ganha primeiro teaser

    11 de janeiro de 2024 /

    O Studiocanal divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Back to Black”, cinebiografia de Amy Winehouse. A prévia traz a atriz Marisa Abela (da série “Industry”) no papel da cantora britânica, em cenas do começo e do auge de sua carreira. Considerada uma das maiores artistas da história, Amy Winehouse vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo e até hoje gera mais de 80 milhões de streams por mês. Seu álbum “Back to Black” (2006), que dá nome ao filme, a levou ao estrelato, rendendo-lhe cinco Grammys. O filme vai se focar na genialidade, criatividade e fragilidade de Amy. A trama cobre a vida da cantora desde os pequenos palcos de Londres na década de 1990 até o seu sucesso global, com hits como “Rehab” e “Back to Black”, incluindo seus vícios fatais em álcool e drogas, que a levaram a morrer sozinha em sua casa, aos 27 anos, no dia 23 de julho de 2011. O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh e a direção é de Sam Taylor-Johnson, que já trabalharam juntos em outra cinebiografia musical, “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. O lançamento no Reino Unido e na Irlanda está marcado para o dia 24 de abril, mas ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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    Estreias | “Meninas Malvadas” e “Beekeeper” são as principais novidades no cinema

    11 de janeiro de 2024 /

    A maior estreia de cinema da semana é “Beekeeper”, filme de ação estrelado por Jason Statham, que chega em quase 800 salas. A comédia musical “Meninas Malvadas” ocupa metade desse circuito, exibida em 400 telas. Com um pouco menos exposição, o drama adolescente brasileiro “Chama a Bebel” também abre em amplo circuito, deixando “Os Rejeitados”, premiado com dois Globos de Ouro e prestes a ser indicado ao Oscar, em poucas salas do circuito limitado. Confira abaixo mais detalhes dos lançamentos desta quinta (11/1).   MENINAS MALVADAS   Vinte anos depois, a nova versão cinematográfica de “Meninas Malvadas”, complementada por músicas da Broadway, traz uma mistura de nostalgia e inovação para a história cultuada. Em 2024, smartphones e redes sociais dominam a dinâmica social, mas os elementos essenciais de 2004, como tribos, dramas escolares e a batalha sociológica do ensino médio, seguem iguais. O desafio da produção é capturar a essência de “Meninas Malvadas” e se conectar com o público da nova geração. O remake acompanha Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) no papel de Cady, uma jovem recém-chegada numa nova high school, onde se depara com uma profusão de grupinhos distintos e o domínio das Plásticas, as meninas mais invejadas, comandadas pela cruel Regina George – agora vivida por Reneé Rapp (“A Vida Sexual das Universitárias”). A líder das populares do colégio segue paparicada por suas amigas Gretchen (Bebe Wood, de “Com Amor, Victor”) e Karen (Avantika, de “De Volta ao Baile”) mandando em tudo e em todos. Sentindo-se isolada, a novata é acolhida por Janis (Auli’i Cravalho, de “Crush”), supostamente a garota alternativa da turma, e o gay Damian (o cantor Jaquel Spivey), que a convencem a se infiltrar no grupo das Plásticas para saber todos os podres que elas escondem. Só que, em meio a sua transformação numa falsa Plástica, Cady se apaixona pelo gato da classe, Aaron Samuels (Christopher Briney, de “O Verão que Mudou Minha vida”), e logo passa a agir como uma verdadeira Plástica. No resumo, é a mesma história que os fãs conhecem, com direito a frases decoradas. Mas os esforços para inovar muitas vezes prejudicam a tentativa de se manter fiel à obra original, com uso excessivo de elementos modernos de narração e estilos visuais que refletem as tendências atuais de mídia social. O remake tem roteiro de Tina Fey, que escreveu o filme de 2004 e também volta a aparecer no elenco como uma das professoras da turma. Além dela, o ator Tim Meadows (“O Halloween de Hubie”) reprisa o papel do diretor da escola. No elenco “adulto”, as novidades são as participações de Jon Hamm (“Mad Men”) como professor de educação física, Busy Philipps (“As Branquelas”) como mãe de Regina George e Jenna Fischer (“The Office”) como a mãe de Cady. A performance de Reneé Rapp como Regina George se destaca, trazendo uma presença poderosa e carismática que domina as cenas. Entretanto, a personagem mais revitalizada é Janis, que desempenha um papel mais central na narrativa. Promovendo feminismo e inclusão com a mesma verve de “Barbie”, ela se destaca tanto nas cenas dramáticas quanto nas performances musicais pelo talento de sua intérprete, Auli’i Cravalho, que estreou nas telas dublando a voz e as canções de “Moana”. A direção está à cargo dos novatos Arturo Perez e Samantha Jayne (ambos da série “Quarter Life Poetry”).   BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA   O novo filme de David Ayer (“Esquadrão Suicida”) é um thriller de ação à moda antiga. Herdeiro do gênero, Jason Statham (“Mercenários 4”) interpreta Adam Clay, um apicultor que, sob uma fachada tranquila, esconde habilidades letais e um passado enigmático. A trama se desenrola quando Eloise (Phylicia Rashad, de “Creed”), uma figura materna para Clay, comete suicídio após ser vítima de um golpe eletrônico de phishing. Este evento desencadeia uma jornada de vingança, onde o protagonista busca fazer justiça com as próprias mãos. Escrito por Kurt Wimmer (também de “Mercenários 4”), o filme apresenta cenas de luta intensas, marcadas pelo estilo físico e implacável de Statham, reminiscentes dos heróis de ação clássicos. Como personagem típico do gênero, Clay é na verdade um agente de operações secretas aposentado, que usa todas as suas habilidades para confrontar a rede de phishing, liderada pelo vilão vivido por Josh Hutcherson (“Five Nights at Freddy’s”). Essa rede é retratada como um empreendimento glamouroso, gerenciado a partir de um centro de controle tecnologicamente avançado e repleto de subordinados inescrupulosos. Em um ponto crítico da história, Clay/Statham invade a base de operações de um dos principais cúmplices de Derek/Hutcherson com o objetivo explícito de destruí-la. A tensão escala à medida que se revela a verdadeira natureza do herói: um “Beekeeper” (apicultor), termo que também se refere a um agente de elite treinado para proteger a sociedade de ameaças diversas. Este aspecto dá um novo significado à sua ocupação como apicultor. A vingança de Clay não se limita apenas a retribuir a morte de Eloise, mas também a desmantelar toda a operação criminosa, reafirmando seu compromisso de “proteger a colmeia”, uma metáfora para a sociedade e os inocentes ameaçados. O elenco é complementado por Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”), que interpreta uma agente do FBI, Minnie Driver (“Speechless”), em uma participação como uma alta executiva da CIA, e Jeremy Irons (“Watchmen”) como um ex-diretor da CIA, que se revele um antagonista complexo. Embora a trama siga uma linha previsível, ela se mantém fiel ao estilo das produções dos anos 1990, proporcionando entretenimento e uma dose de nostalgia para os fãs desse tipo de filme.   OS REJEITADOS   O novo drama de Alexander Payne (“Nebraska”), vencedor de dois Globos de Ouro, é uma história ambientada no final de 1970 em uma escola interna na Nova Inglaterra. Paul Giamatti interpreta Paul Hunham, um professor de história rigoroso, desdenhado tanto por alunos quanto por colegas. Com um conjunto de problemas pessoais, incluindo uma condição rara chamada de Síndrome do Odor de Peixe, Paul é forçado a permanecer na escola durante as férias de Natal com alunos que não têm para onde ir. Entre os alunos, destaca-se Angus Tully, interpretado por Dominic Sessa, um jovem inteligente, mas problemático, que se torna o último a permanecer no colégio, junto com Mary Lamb, a cozinheira da escola, interpretada por Da’Vine Joy Randolph, que está de luto pela morte do filho no Vietnã. A trama explora as tensões e a evolução do relacionamento entre Paul, Angus e Mary, abordando temas como solidão e perda, bem como a complexidade das relações entre professores e alunos. O filme é marcado por performances intensas, especialmente de Giamatti e Da’Vine, ambos premiados no fim de semana no Globo de Ouro. A colaboração entre Giamatti e Payne ainda representa um reencontro significativo na indústria cinematográfica. Eles trabalharam juntos anteriormente no aclamado filme “Sideways”, lançado em 2004, que rendeu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado para o cineasta. Em “Os Rejeitados”, a habilidade de Payne em criar narrativas profundamente humanas e a capacidade de Giamatti de retratar personagens complexos e emocionalmente ricos se unem novamente para oferecer um olhar introspectivo sobre os desafios e as nuances da experiência humana.   CHAMA A BEBEL   O drama do cineasta gaúcho Paulo Nascimento aborda questões de diversidade, superação e meio ambiente. A trama acompanha Bebel, uma garota cadeirante interpretada por Giulia Benite (a Monica dos filmes da “Turma da Mônica”), que se muda para uma cidade maior para continuar seus estudos. Lá, ela enfrenta desafios em um novo ambiente, enfrenta bullying e torna-se uma líder ambiental na escola, inspirando-se em Greta Thunberg. O filme foca a jornada da protagonista, destacando sua luta contra práticas insustentáveis e a produção excessiva de lixo na escola. Bebel inova ao criar um biodigestor para converter lixo orgânico em energia, mas com isso desafia um poderoso empresário local. O projeto traz Flor Gil, filha de 15 anos de Preta Gil, em seu primeiro papel no cinema. Além dela, o elenco jovem também destaca a cantora Sofia Cordeiro (ex-“The Voice Kids”) como Rox, a antagonista, que vive a menina malvada da escola. Já o elenco adulto inclui José Rubens Chachá (“O Rei da TV”), Flavia Garrafa (“Diários de Intercâmbio”) e Larissa Maciel, entre outros.   PRAIA DA SAUDADE   O documentário foca a Praia de Atafona (região de Campos de Goytacazes) que está sendo engolida pelo mar. Ao mesmo tempo em que mostra as mudanças climáticas no Brasil, também aborda o genocídio dos povos originários Goytacazes. Narrado por Sonia Guajajara e Sidarta Ribeiro, o filme tem direção de Sinai Sganzerla (“O Desmonte do Monte”), filha do cineasta Rogério Sganzerla e da atriz Helena Ignez.

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    Diretor de “Black Mirror” fará novo filme de “Star Trek”

    11 de janeiro de 2024 /

    A franquia “Star Trek” ganhará um novo filme pela Paramount Pictures. O longa terá direção de Toby Haynes, responsável pela maioria dos episódios da série “Andor” e do premiado capítulo “USS Calister”, de “Black Mirror” – que, por coincidência, foi inspirado em “Star Trek”. Haynes fará sua estreia no cinema com a produção, que tem roteiro de Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”). A sinopse não foi revelada, mas o filme é descrito como uma história de origem e uma expansão do universo “Star Trek”, passada décadas antes dos eventos do reboot da franquia – isto é, antes dos eventos do filme “Star Trek”, lançado em 2009 com direção de JJ Abrams. A produtora de Abrams, Bad Robot, segue responsável pela realização. Vale lembrar que a franquia já teve três séries passadas décadas antes de James T. Kirk virar capitão da nave USS Enterprise: “Star Trek: Enterprise”, com a primeira tripulação a explorar as galáxias mais distantes, “Star Trek: Discovery”, com a irmã mais velha do Sr. Spock (que, paradoxalmente, foi com sua tripulação para um futuro muito distante), e “Star Trek: Strange New Worlds”, com a tripulação do rejeitado primeiro piloto televisivo desse universo, que inclui o Sr. Spock. As duas últimas ainda são produzidas e exibidas pela Paramount+.   Outros projetos Ainda não há previsão de estreia, título ou sinopse oficial do novo filme, mas esse longa não deve ser a única produção cinematográfica nova da franquia. A Paramount ainda pretende fazer um quarto filme com o elenco do longa de 2009, com Chris Pine no papel do Capitão Kirk, e, nesta semana, o astro Patrick Stewart revelou que tem reunião marcada para discutir um filme sobre o seu personagem, o Capitão Picard – cuja série foi encerrada no ano passado.

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    Franquia de zumbis “Extermínio” vai ganhar sequência

    10 de janeiro de 2024 /

    Franquia de zumbis dos anos 2000, “Extermínio” vai ganhar uma nova sequência para virar trilogia. Segundo o The Hollyood Reporter, o cineasta e o roteirista do filme original, Danny Boyle e Alex Garland (hoje também diretor premiado) vão colaborar no vindouro filme, que ainda tem chances de ser expandido em uma nova trilogia. Segundo o site, a agência William Morris Endeavor, que representa ambos Boyle e Garland, pretende apresentar o projeto a estúdios e plataformas de streaming ainda este ano. Os planos da sequência, na verdade, existem há tempos. Em julho do ano passado, os dois confirmaram o projeto em entrevista a revista Inverse, e forneceram detalhes. “Há alguns anos, uma ideia surgiu na minha cabeça para o que seria realmente ‘Extermínio 3′”, disse Garland, acrescentando que o próximo filme deve avançar a trama para o futuro distante. “Danny sempre gostou da ideia”. Sobre a direção do novo filme, Boyle ainda apontou que Garland poderia ser o diretor, considerando seu trabalho na função nos últimos anos em longas como “Ex_Machina: Instinto Artificial” (2014), “Aniquilação” (2018) e “Men” (2022). “Então estamos falando sobre isso seriamente, com bastante dedicação”, diz Boyle. “Se ele não quiser dirigir, eu ficaria muito interessado se pudermos executar uma ideia igualmente boa”. O filme de 2002 acompanhava um homem (Cillian Murphy) que acordava no hospital em uma Londres devastada pelo contágio – basicamente o início do posterior “The Walking Dead”, com mudança de locação. A produção também ajudou a popularizar a grande mudança recente dos zumbis, que de lentos e caricatos se tornaram mortos-vivos velozes e brutais, algo que se seguiu nos anos 2000 com filmes como o remake de “Madrugada dos Mortos” (2004) e “Guerra Mundial Z” (2013). Durante a produção de “Extermínio 2” (2007) a dupla precisou se afastar da franquia para se concentrar em outro filme que estavam fazendo na época, o thriller de ficção científica “Sunshine – Alerta Solar” (2007). Com isso, a sequência ficou nas mãos do diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Intrusos”), mas o filme não fez o mesmo sucesso do original.

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    Leonardo DiCaprio vai estrelar novo filme do diretor de “Licorice Pizza”

    10 de janeiro de 2024 /

    O renomado cineasta Paul Thomas Anderson está juntando um grande elenco para seu próximo filme, no qual trabalhará pela primeira vez com Leonardo DiCaprio (“Assassinos da Lua das Flores”). O projeto está sendo desenvolvido na Warner Bros., sob a supervisão dos copresidentes do estúdio, Michael De Luca e Pam Abdy, que colaboraram com Anderson em seu último filme, “Licorice Pizza”, durante a gestão de ambos na MGM. O elenco também inclui Sean Penn, que fez uma participação em “Licorice Pizza”, e Regina Hall (“De Férias da Família”). A sinopse do filme ainda não foi revelada, mas as filmagens estão programadas para começar em breve na Califórnia. “Licorice Pizza”, obra anterior de Anderson, foi indicada a três Oscars, incluindo roteiro e direção, e arrecadou mais de US$ 33 milhões nas bilheterias. Anderson já acumula um total de 11 indicações ao Oscar em sua carreira – referentes também aos filmes “Boogie Nights” (1997), “Magnólia” (1999), “Sangue Negro” (2007), “Vício Inerente” (2014) e “Trama Fantasma” (2017).

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    Selena Gomez interpretará a cantora Linda Ronstadt no cinema

    10 de janeiro de 2024 /

    A cantora e atriz Selena Gomez (“Only Murders in the Building”) interpretará Linda Ronstadt em uma cinebiografia da estrela da música country. John Boylan, empresário de Ronstadt, e James Keach, produtor do documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” de 2019, são responsáveis pela produção do filme, que ainda não tem título nem diretor definido. As contas oficiais de Ronstadt no Facebook e Instagram divulgaram a notícia, acompanhada da mensagem “It all started with a simple dream” (“Tudo começou com um sonho simples”). As duas artistas, que compartilham descendência mexicana e são fisicamente parecidas, já se encontraram na casa de Ronstadt para discutir o projeto. Além disso, Selena compartilhou recentemente nos stories de seu Instagram uma foto da autobiografia de Ronstadt, “Simple Dreams”, publicada em 2013. Este título também nomeia o álbum de 1977 da cantora, que alcançou certificação tripla de platina. Linda Ronstadt alcançou o sucesso nos anos 1970 com álbuns como “Heart Like a Wheel” e “Simple Dreams”, sendo reconhecida em diferentes gêneros musicais, mas principalmente pela intersecção entre country e pop. A artista é detentora de 11 prêmios Grammy, mas precisou se aposentar em 2011 após revelar sofrer de paralisia supranuclear. Por coincidência, Selena também trava uma batalha com uma doença grave, Lupus, que já a levou a interromper a carreira. A data de estreia da cinebiografia de Linda Ronstadt ainda não foi anunciada.

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    Angela Bassett e Mel Brooks ganham Oscars honorários

    10 de janeiro de 2024 /

    A Academia de Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) realizou na terça (9/11) o Governors Awards, um jantar de gala em Hollywood, em que entregou Oscars honorários em homenagem às carreiras do ator e cineasta Mel Brooks (“O Jovem Frankenstein”), da atriz Angela Bassett (“Pantera Negra”) e da editora Carol Littleton (“E.T. – O Extraterrestre”), além da produtora Michelle Satter, fundadora do Sundance Institute, que recebeu o troféu humanitário Jean Hersholt. Mel Brooks, que está com 97 anos, recebeu o troféu mais de meio século depois de ganhar seu único Oscar com “Primavera para Hitler” (1967) e, em seu discurso, brincou com o destino que deu ao primeiro Oscar, de Melhor Roteiro Original. “Sinto muita falta dele. Nunca deveria ter vendido”, disse ele, provocando gargalhadas no salão. “Não vou vender esse aqui, juro por Deus!”, acrescentou. Vale lembrar que o lendário comediante e cineasta é um dos poucos artistas que já venceu pelo menos um Oscar, um Emmy, um Tony e um Grammy, faturando as principais premiações americanas de Cinema, Televisão, Teatro e Música – chamados coletivamente de “EGOT” – , ao longo de sua carreira de oito décadas. Angela Bassett não chegou a vencer o Oscar, mas foi indicada duas vezes, por interpretar Tina Turner em “Tina” (1993) e a rainha Ramonda em “Pantera Negra: Wakanda Forever” (2022). Em seu discurso, ela lembrou que foi apenas a segunda atriz negra a ganhar um Oscar honorário, depois de Cicely Tyson. Então, prestou homenagem às outras mulheres negras premiadas ou indicadas pela Academia, desde Hattie McDaniel, que ganhou um Oscar por “E o Vento Levou” em 1940. Evocando a luta por maior representatividade na indústria cinematográfica, ela disse: “Minha oração é que deixemos esta indústria mais enriquecida, com visão de futuro e inclusiva do que a encontramos”, disse Bassett. “Um futuro onde não haverá um ‘primeiro’, ou um ‘único’, ou suspense sobre se a ‘história será feita’ com uma nomeação ou uma vitória.” Já a editora de filmes Carol Littleton acumula mais de 50 anos de carreira com apenas uma indicação ao Oscar de Melhor Edição, conquistada pelo seu trabalho em “E.T. – O Extraterrestre” (1982), enquanto Michelle Satter, homenageada com o Prêmio Humanitário, atua como diretora sênior dos Programas de Artistas do Sundance Institute. Ao longo de 40 anos de carreira, ela incentivou centenas de cineastas pela organização sem fins lucrativos, desde Quentin Tarantino (“Era uma vez em… Hollywood”) até a dupla Daniel Kwan e Daniel Scheinert (“Tudo ao Mesmo Tempo Agora”). A 96ª edição do Oscar acontecerá em 10 de março.

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