Atriz da série Killjoys entra em Homem-Formiga e a Vespa
A atriz britânica Hannah John-Kamen, que protagoniza a série sci-fi “Killjoys”, entrou no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”. A trama da continuação de “Homem-Formiga” (2015) está sendo mantida em segredo, assim como os detalhes sobre o papel de John-Kamen. Segundo o site da revista Variety, a Marvel fez reuniões e testes com diversas atrizes no mês passado, antes de finalmente contratar a estrela em ascensão. A beleza exótica da atriz, filha de psicólogo nigeriano e modelo norueguesa, já havia encantado Steven Spielberg, que a contratou para seu próximo filme, “Jogador Número 1”. Além disso, ela também estará no reboot de “Tomb Raider”. “Homem-Formiga e a Vespa” vai trazer de volta Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papéis do título e Michael Douglas como o Dr. Hank Pym. Junto com eles, também retorna o diretor Peyton Reed, que assumiu o filme original após a desistência de Edgar Wright. A sequência tem previsão de estreia em julho de 2018.
Diretor de Azul É a Cor Mais Quente vai leiloar Palma de Ouro para terminar seu novo filme
O cineasta tunisiano Abdellatif Kechiche, vencedor do Festival de Cannes em 2013 com “Azul É a Cor Mais Quente”, decidiu leiloar sua Palma de Ouro para poder bancar a finalização de seu novo filme. “Para aumentar os fundos necessários à conclusão da pós-produção sem atrasos adicionais, a empresa francesa de produção e distribuição Quat’Sous está leiloando recordações de filmes relacionadas ao trabalho de Kechiche”, afirmou o diretor em comunicado. “Os itens a serem oferecidos vão desde a Palma de Ouro até pinturas a óleo que desempenharam um papel central em ‘Azul é a Cor Mais Quente’.” Kechiche tomou esta decisão drástica após a produção de seu novo filme, “Mektoub, My Love”, ser interrompida devido a dificuldades financeiras. Estrelado pelos atores franceses Lou Luttiau, Shain Boumediene e Ophelie Bau, o longa teve seus recursos bloqueados pelo banco que tinha aceitado financiá-lo, deixando o projeto “no limbo”. O diretor não deu entrevistas para dar maiores detalhes da interrupção. Um acordo de confidencialidade com os financiadores impede a divulgação da quantia necessária para terminar a produção. Após a consagração de “Azul É a Cor Mais Quente”, Keniche também se envolveu numa controvérsia com suas atrizes. Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux, que compartilharam a Palma de Ouro – pela primeira e única vez na história de Cannes, o troféu foi conferido ao diretor e às protagonistas – , acusaram-no de estender demasiadamente as cenas de sexo explícito durante a produção. Seydoux rompeu relações com Kechiche afirmando que a experiência a fez sentir-se “como uma prostituta”. O cineasta replicou, em carta aberta, dizendo que ela não passava de “uma criança arrogante e mimada”.
Festival Varilux antecipa estreias comerciais do cinema francês
O Festival Varilux chega a sua 8ª edição como marco da consolidação do cinema francês no Brasil, trazendo os trabalhos mais recentes de estrelas como Catherine Deneuve (“O Reencontro”), Gérard Depardieu (“Tour de France”), Juliette Binoche (“Tal Mãe, Tal Filha”) e Marion Cotillard (“Um Instante de Amor” e “Rock’n’Roll”), além do último filme da atriz Emmanuelle Riva (“Perdidos em Paris”). Não é por acaso que os longas possuem títulos nacionais. Há meia dúzia de distribuidoras diferentes especializadas em lançamentos franceses no país, o que faz com o que o festival tenha papel de vitrine para a degustação de suas próximas estreias. Como esses filmes já tem lançamento garantido em circuito comercial, o destaque do evento acaba sendo seu alcance, ao chegar a 56 cidades brasileiras. Serão exibidos 19 longas, que curiosamente compartilham um tema em comum: o amor. Não apenas o amor romântico, mas também o amor paterno, filial, de amigos. Segundo Christian Boudier, diretor do Varilux, trata-se de escapismo mesmo. “Acho que a realidade é tão pesada e tóxica na França, com atentados, eleições, imigração, refugiados e corrupção, que as pessoas estão cheias disso e talvez os cineastas queiram sair um pouco disso porque acham difícil convencer as pessoas a ir ao cinema ver as mesmas histórias e imagens que invadem a casa deles pelos telejornais”, declarou. Seja como for, com uma (“Frantz”) ou outra exceção (“Perdidos em Paris”), a seleção resulta bem convencional e até fraquinha, chegando a incluir aquele que foi considerado o pior filme do recente Festival de Cannes, “Rodin”. Mas não o melhor – “120 Battements par Minute”. Em contraste com a falta de títulos marcantes, a programação inclui um clássico do cinema francês, a comédia musical “Duas Garotas Românticas” (1967), de Jacques Demy, que influenciou “La La Land” e está completando 50 anos. Além disso, o festival terá uma mostra inédita de filmes franceses em realidade virtual. Estão previstas oito obras em 360º, que serão apresentadas gratuitamente, em cadeiras giratórias e com óculos de realidade virtual. Confira abaixo os trailers de seis dicas (três dramas e três comédias), que a Pipoca Moderna considera as melhores opções do evento, e acesse a programação completa, com todos os filmes, locais e horários, no site oficial do festival.
Maior estreia da semana, A Múmia amaldiçoa mais de mil salas no Brasil
“A Múmia” é a única estreia ampla da semana. Com lançamento em 1,1 mil salas, projeções em 3D e IMAX, vai disputar o público que está lotando “Mulher-Maravilha”, num circuito que já está saturado de produções milionárias. O lançamento foi planejado para inaugurar um universo de monstros da Universal, mas teve péssima repercussão entre a crítica americana, com 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes e reputação de ser “o pior filme que Tom Cruise já fez”. Na trama, o astro de “Missão Impossível” vive um ladrão de relíquias, que acaba despertando a maldição da criatura do título. Russell Crowe (“Noé”) também está no elenco como o Dr. Henry Jeckyll, que lidera uma organização secreta de caçadores de monstros. Todas as demais produções estreiam em circuito limitado, que, por sinal, também está saturadíssimo com o início do Festival Varilux de cinema francês nesta quinta (8/6). Só há mais um lançamento americano na programação: “Paris Pode Esperar”, estreia como diretora de ficção de Eleanor Coppola, a mulher do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”). E é basicamente turismo gastronômico. Um programa do GNT com um fiapo narrativo, com Diane Lane (“Batman vs. Superman”) indo de vilarejo em vilarejo no interior francês, experimentando delícias culinárias e visitando marcos históricos. Em contraste com o sucesso que tem feito na Argentina, o suspense “Neve Negra” também chega em curto circuito. Traz Ricardo Darín (“Truman”) e Leonardo Sbaraglia (“O Silêncio do Céu”) no papel de irmãos em desacordo, brigando pela venda de uma propriedade no meio da neve da Patagônia. Melhor opção da semana. A programação também inclui quatro estreias nacionais. O destaque pertence a “Filhos de Bach”, uma coprodução alemã, dirigida por um alemão, que narra uma história edificante com crianças pobres brasileiras, salvas de um destino miserável por outro alemão. Um maestro vem ao Brasil em busca de uma partitura original de Bach, que é roubada por trombadinhas, e em sua busca ele acaba se envolvendo num programa de música erudita para menores infratores. Com a mesma fórmula Disney, “Tudo Que Aprendemos Juntos” (2015) era mais realista. “Animal Político” segue caminho oposto, como filme feito para ruminar. O longa acompanha uma vaca em crise existencial, que busca descobrir se é feliz. A ideia é de sitcom animada, com direito a piada-citação de “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968), mas foi realizada com gente de verdade, atores fantasiados e bichos reais, evocando o cinema marginal. A lista inclui ainda um documentário e uma animação. “Nunca Me Sonharam” traz adolescentes e professores opinando sobre a educação de Ensino Médio no Brasil, com ênfase nas dificuldades dos jovens mais pobres e nas generalizações. Já a animação “Café – Um Dedo de Prosa” narra a história do café de forma didática e será distribuída apenas no circuito SPCine (gratuíto).
Nasceu a filha de Rodrigo Santoro e Mel Fronckowiak
Os atores Rodrigo Santoro (série “Westworld”) e Mel Fronckowiak (série “3%”) já são papais. A primeira filha do casal nasceu na Casa de Saúde São José, no Rio, no dia 22 de maio, mas só agora o nascimento foi confirmado pela assessoria do hospital. Muito discretos, os atores não se pronunciaram sobre o nascimento da primeira herdeira e não divulgaram fotos da menina. Mas na terça (6/6) Santoro uma foto de crianças em seu Instagram com uma legenda singela: #nemprecisadehashtag. Veja abaixo. O chá de bebê de Mel Fronckowiak tinha adiantado que a menina se chamaria Nina, mas Santoro revelou posteriormente que o casal ainda estava discutindo nomes. Os dois estão juntos pelo menos desde 2013, quando foram flagrados em Los Angeles. No início do ano passado, o ator já havia falando sobre a vontade de casar e ter herdeiros, mas os planos não tinha data certa para acontecer. “Eu vou vivendo o dia a dia. Não gosto de atropelar as coisas só pelos rótulos, isso não faz sentido para mim. Mas vai rolar”, previu na época. #nemprecisadehashtag #noneedforhashtag Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em Jun 5, 2017 às 2:35 PDT
Críticas de A Múmia avaliam a estreia como pior filme da carreira de Tom Cruise
Sinal desses tempos de Rotten Tomatoes, as críticas do filme “A Múmia” foram embargadas pelo estúdio Universal até esta quarta (7/6), véspera do lançamento do filme nos cinemas. A tática tem efeito preventivo, para evitar que avaliações negativas impactem a pré-venda e bilheteria de estreia. A contra-indicação dessa estratégia é concentrar uma avalanche de opiniões numa única data, com grande risco de fomentar uma avaliação uníssona e unânime, exatamente como aconteceu com “A Múmia”. E segundo a crítica norte-americana, o filme é uma catástrofe. Não do gênero catástrofe, mas um desastre por si só. Uma das resenhas chegou a considerá-lo o pior filme da carreira de Tom Cruise. E olha que o ator fez “Coquetel” (1988), que tem apenas 5% de média no Rotten Tomatoes. A avaliação de “A Múmia” ainda é oscilante, subindo e descendo em torno dos 26% no site. Por conta disso, especialistas em mercado cinematográfico já começaram a diminuir a expectativa da bilheteria do longa nas bilheterias norte-americanas. Antes das críticas serem publicadas, o longa quebrou o recorde de bilheteria de estreia na Coreia do Sul. Agora, o site The Hollywood Reporter projeta uma arrecadação máxima de US$ 35 milhões, bem abaixo da “Mulher-Maravilha”, que deve permanecer em 1º lugar no ranking. “A Múmia” foi apresentado como o primeiro lançamento de um novo universo compartilhado na Universal, denominado de “Dark Universe”, que deveria ser uma “Marvel de monstros”. Mas este projeto pode não prosperar, caso o fracasso do lançamento inicial seja maior que o esperado. Além disso, a Warner ameaça processar a Universal pelo nome “Dark Universe”, com o qual pretendia lançar os filmes dos heróis sombrios da DC Comics. Veja abaixo alguns trechos das resenhas publicadas na América do Norte: “Obviamente, o pior filme que Tom Cruise já fez” (David Ehrlich, do site indieWire). “Tom Cruise está terrivelmente mal escalado neste filme. Seu personagem parece que foi escrito para um ator de 20 anos de idade, já que é figura imprudente e moralmente corrompida. Aos 55 anos, Cruise parece que deveria estar interpretando o Dr. Jekyll ao invés de Nick” (Scott Chitwood, do site ComingSoon). “A maior surpresa é que as cenas de ação dão saudades da versão de 1999, sugerindo que aquele filme era mais divertido do que lhe damos crédito” (John DeFore, da revista The Hollywood Reporter). “Eu não tenho certeza se esse filme morno e sem objetivo, ainda que ocasionalmente divertido, era o que o estúdio sonhava para dar o pontapé inicial em seu Dark Universe” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Ao contrário dos antigos filmes que supostamente o inspiraram, ‘A Múmia’ não tem ambientação, nem ameaça, nem romance” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger). “A Múmia é um filme de monstro presunçoso e confuso. Ele atira coisas e informações em cima do público, e quanto mais se aprende sobre a suposta complexidade do seu universo, menos convincente ele se torna” (Owen Gleiberman, da revista Variety). “Um tropeço tão grande que não tem nem o senso crítico de brincar com a ideia de ser ‘tão ruim que chega a ser divertido’, e mal se qualifica como horror, aventura, fantasia, suspense ou mesmo como um veículo do ator Tom Cruise” (Robert Abele, do site The Wrap). “’A Múmia’ é uma desculpa datada, batida e risível para dar início a uma franquia, e deveria ter permanecida sepultada” (Rodrigo Perez, do blog The Playlist). “O filme ‘A Múmia’ é muito ruim, medonho, inconsistente, confuso, tortuoso e muito, muito estúpido” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times).
Tom Cavalcante vai estrear no cinema
O humorista Tom Cavalcante (série “Sai Debaixo”) vai estrelar seu primeiro filme. Trata-se de “Os Parças”, comédia escrita por Cláudio Torres Gonzaga (do fraco “Vestido Pra Casar”) e dirigida por Halder Gomes (do bom “O Shaolin do Sertão”). Além de Cavalcante, o elenco inclui humoristas de vários tipos e gerações, desde o youtuber Whindersson Nunes (“Os Penetras 2”) ao apresentador Carlos Alberto na Nóbrega (programa “A Praça É Nossa”). No longa, Cavalcante, Whindersson Nunes, Bruno de Luca (“Copa de Elite”) e Tirullipa (filho de Tiririca) são quatro amigos que montam uma empresa de organização de casamentos trambiqueira, com produtos da rua 25 de Março – endereço de lojas populares de São Paulo – , e acabam contratados por um poderoso mafioso para fazer a festa do casamento de sua filha. A noiva é vivida por Paloma Bernardi (novela “A Terra Prometida”), o noivo é André Bankoff (“Gostosas, Lindas e Sexies”) e Carlos Alberto de Nóbrega (“A Praça É Nossa) faz o mafioso. Vale lembrar que, embora nunca tenha aparecido no cinema, Tom Cavalcanti já foi ouvido em dois filmes, tendo trabalhado como narrador de “Xuxa Abracadabra” (2003), o pior filme da Xuxa, e dublador da animação “Xuxinha e Guto Contra os Monstros do Espaço” (2005). Já em fase de filmagem, “Os Parças” deve estrear em novembro nos cinemas brasileiros.
Jaume Collet-Serra vai dirigir filme sobre o massacre de Waco
A Annapurna contratou o diretor Jaume Collet-Serra (“Águas Rasas”) para dirigir “Waco”, filme sobre o massacre da seita de David Korsh em 1993. O roteiro foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura”) e Marc Haimes (“Kubo e as Cordas Mágicas”). E em entrevista ao site Deadline, Boal traçou paralelos entre a história trágica e os rumos do governo de Donald Trump nos Estados Unidos. “Waco foi um ponto de virada histórica na batalha entre o FBI e a extrema direita da América”, disse Boal. “É uma colisão entre uma facção militante, a Segunda Emenda e o direito à liberdade religiosa. Muitos disseram que esta seita não estava incomodando ninguém, mas o filme será sobre o que o FBI e o Departamento de Justiça percebem como uma ameaça, e por que e como decidiram esmagá-la”. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho em Waco, interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o cerco policial, que durou 51 dias em 1993. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. A expectativa é que as filmagens comecem no fim do ano. Entretanto, a produção contará com concorrência de uma minissérie, que já escalou seu elenco. Também intitulada “Waco”, a minissérie será estrelada por Michael Shannon (“Animais Noturnos”), Taylor Kitsch (série “True Detective”) e Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”), e estreia em janeiro no lançamento do canal pago Paramount (atual Spike) nos Estados Unidos.
O Filme da Minha Vida: Drama de Selton Mello ganha novo trailer belíssimo
A Vitrine Filmes divulgou o pôster e um novo trailer de “O Filme da Minha Vida”, drama dirigido por Selton Mello, seis anos depois do sucesso de “O Palhaço”. A prévia destaca uma fotografia belíssima, que dá à produção de época um aspecto refinado, acentuado ainda mais pela participação do francês Vincent Cassel (“Em Transe”). Passado nos anos 1960, o filme gira em torno de Jacques (Johnny Massaro, de “A Frente Fria que a Chuva Traz”), jovem professor de um povoado, que foi abandonado pelo pai, um forasteiro francês (Cassel), há vários anos. Um dia, ao visitar a cidade vizinha para ir ao cinema, Jacques descobre que a explicação de tudo pode estar muito perto dele. O elenco também destaca Bruna Linzmeyer (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Bia Arantes (“Real – O Plano por Trás da História”), Ondina Clais Castilho (“Meu Amigo Hindu”), Erika Januza (novela “Sol Nascente”), Martha Nowill (“Vermelho Russo”) e o veterano Rolando Boldrin (novela “Os Imigrantes”). A trama adapta o livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta (“O Carteiro e o Poeta”). E, ao contrário de “O Palhaço”, Selton não fará o papel principal, participando apenas como coadjuvante, além de dirigir e assinar o roteiro em parceria com Marcelo Vindicato, com quem trabalhou em “Feliz Natal” (2008) e “O Palhaço” (2011). A estreia está marcada para 3 de agosto.
Trailer e vídeo de Um Tio Quase Perfeito tupiniquizam clássico da Sessão da Tarde
A H2O divulgou o pôster, o trailer e um vídeo de bastidores de “Um Tio Quase Perfeito”, mais um besteirol brasileiro que “lembra” um clássico da Sessão da Tarde. A premissa é a de “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989), de John Hughes: um tio sem noção acaba tendo que cuidar dos sobrinhos – uma adolescente e duas crianças pequenas. O roteiro tem o cuidado de tupiniquizar a trama, incluindo citação de “Tropa de Elite” (2007) como história de ninar. Mas o esforço é sabotado pela trilha das prévias, com músicas em inglês. O humorista Marcus Majella (“Tô Ryca!”) interpreta o protagonista tio Tony, que leva a vida aos trancos e barrancos, ao lado da mãe Cecilia (Ana Lucia Torre, de “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), que participa e acoberta todas as suas falcatruas. Quando são despejados, a dupla recorre a Ângela (Leticia Isnard, de “Mato sem Cachorro”), a outra filha de Cecilia e irmã de Tony, que vive com os três filhos – a adolescente Patricia (Jullia Svacinna), de 14 anos, a pequena Valentina (Sofia Barros), de 5, e João (João Barreto), de 10 anos. Tendo que cuidar dos sobrinhos, Tony apronta todas, foge das obrigações e tenta se envolver minimamente com os pequenos, até ser arrebatado pelo papel de tio. O diretor Pedro Antonio está se tornando especialista nos covers nacionais da Sessão da Tarde, tendo anteriormente dirigido “Tô Ryca!” (2016), de história idêntica a de “Chuva de Milhões” (1985). O filme chega aos cinemas no dia 15 de junho.
A Múmia quebra recorde de bilheteria em estreia na Coreia do Sul
A superprodução da Universal “A Múmia” estreou na terça-feira (6/6) em seu primeiro mercado internacional. E bateu seu primeiro recorde de arrecadação. O filme faturou US$ 6,6 milhões em apenas um dia na Coreia do Sul. Trata-se da maior abertura de todos os tempos no país, superando o recorde que pertencia a “Invasão Zumbi” (2016). Um dos fatores que ajudaram a impulsionar a arrecadação é que a data coincide com um feriado no país, o que inclusive justificou o lançamento antecipado. Mas, segundo o site The Hollywood Reporter, o sucesso está sendo creditado à presença de Tom Cruise no elenco. O astro seria atualmente mais popular na Ásia que nos próprios Estados Unidos. E a Universal apostou alto no ator para impedir que seu universo expandido de monstros implodisse já na estreia. Afinal, “A Múmia” chegará aos cinemas uma semana após o fenômeno “Mulher-Maravilha” e as projeções indicam uma bilheteria modesta na América do Norte, entre US$ 35 e 40 milhões, abaixo do faturamento previsto para a segunda semana do filme da super-heroína (US$ 50 milhões). A Universal conta com o mercado internacional para alavancar as bilheterias. Por isso, “A Múmia” será lançada em quase todo o mundo simultaneamente neste fim de semana. Um detalhe que chama atenção nesta estratégia é o forte embargo estabelecido sobre a publicação de críticas. Nenhuma linha foi escrita até agora sobre o filme, que estreia já nesta quinta (8/6) no Brasil. O estabelecimento de uma data tardia para o fim do embargo sugere uma reação de Hollywood ao Rotten Tomatoes, cujas avaliações negativas estariam sendo responsabilizadas pela baixa venda de ingressos de “Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar” e “Baywatch” na América do Norte.
Falecido há nove anos, Paul Newman retorna ao cinema com diálogos inéditos em Carros 3
O lendário ator Paul Newman, falecido em 2008, teve sua participação confirmada no elenco de dubladores de “Carros 3”. Sua voz, inclusive, já foi ouvida num dos trailers, reprisando seu papel do primeiro filme, como o velho carro de corridas Doc Hudson. Em entrevista ao site Cinemablend, o diretor Brian Fee explicou que a dublagem de Newman é inédita e não reciclagem de cenas do primeiro filme. “Existem materiais inéditos, pois quando John [Lasseter, diretor do longa original] gravou sua dublagem em ‘Carros’, ele costumava deixar a fita correr até o fim. E Paul sempre contava algumas histórias entre os takes. Graças a isso, temos 28 horas inéditas de Paul Newman que podemos usar”, afirmou o cineasta. Na trama, Relâmpago Mcqueen é surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos e um acidente o afasta do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisa reencontrar seu espírito vencedor, e para isso irá entrar em contato com vários pilotos veteranos, daí a referência à Doc Hudson. No Brasil, um dos dubladores será um veterano de corridas reais, Rubens Barrichello. Infelizmente, isto significa que o público brasileiros só ouvirá o trabalho póstumo de Paul Newman quando o desenho for lançado em Blu-ray, com opção de áudio original. Dirigido por Brian Fee, que faz sua estreia na função após desenhar o storyboard de “Carros” (2006) e “Carros 2″ (2011), o novo filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de julho, um mês depois do lançamento nos EUA.
Henry Cavill publica foto com uniforme do Superman
O ator Henry Cavill publicou uma imagem no Instagram com o uniforme do Superman para celebrar os 79 anos de publicação do super-herói criado por Jerry Siegel e Joe Shuster. No post, o ator lembra a história da criação do Homem de Aço e como ele foi parar na icônica capa de estreia da revista “Action Comics”, em 1938. Mas igualmente interessante é o que a imagem registra, já que Cavill está com o uniforme num trailer de produção. Ou seja, trata-se de um clique tirado durante uma folga das refilmagens da “Liga da Justiça”, que estão acontecendo sob comando de Joss Whedon (“Os Vingadores”) em Londres. A estreia de “Liga da Justiça” está prevista para 16 de novembro no Brasil. Hi Everyone! I've been doing some Super Ruminations because this month is the 79th anniversary of Superman in Action Comics and thought it fitting to pass on this little fact. Who knew eh?? In January 1933, Jerry Siegel wrote a short story titled "The Reign of the Superman", which was illustrated by his friend Joe Shuster and self-published in a science fiction magazine. It told the story of a bald villain with telepathic powers. Trying to create a character they could sell to newspaper syndicates,Siegel re-conceived the "superman" character as a powerful hero, sent to our world from a more advanced society. He and Shuster developed the idea into a comic strip, which they pitched unsuccessfully. National Publications was looking for a hit to accompany their success with Detective Comics, and did not have time to solicit new material. Because of the tight deadline, editor Vin Sullivan was forced to make it out of inventory and stockpile pages. Sullivan asked former coworker Sheldon Mayer if he could help. Mayer found the rejected Superman comic strips, and Sullivan told Siegel and Shuster that if they could paste them into 13 comic book pages, he would buy them. #SuperRuminations #Superman #ActionComics Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em Jun 5, 2017 às 10:56 PDT












