Diretor de Thor: Ragnarok vira Hitler em fotos de filme de época com Scarlett Johansson
O diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) divulgou no Instagram as primeiras fotos dos bastidores de “Jojo Rabbit”, seu novo filme, atualmente em produção. Ele aparece atrás e na frente das câmeras. Numa das imagens, pode ser visto encarnando Adolf Hitler num jantar com Scarlett Johansson (“Vingadores: Guerra Infinita”) e uma criança, que é o personagem principal do filme. Vivido pelo estreante Roman Griffin Davis, o menino faz parte da Juventude Hitlerista e imagina ser amigo do próprio Hitler – sim, a versão do Fuhrer de Waititi é um amiguinho imaginário. A trama se complica quando a criança descobre que sua mãe (Johansson) está escondendo uma garota judia (Thomasin McKenzie, de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) em sua casa. O elenco também inclui Sam Rockwell (vencedor do Oscar 2018 por “Três Anúncios para um Crime”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”). Escrito e dirigido por Waititi, numa adaptação do romance homônimo de Christine Leunens, o filme ainda não tem previsão de estreia. Veja as imagens das filmagens abaixo. Week one down of our anti-fuckface satire, Jojo Rabbit. Can't wait to share it with the world. Also, what better way to insult Hitler than having him portrayed by a Polynesian Jew? ? #FuckYouShitler @jojorabbitmovie @foxsearchlight ? @kimberleyfrench Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 1 de Jun, 2018 às 10:36 PDT Possibly the weirdest dinner I've ever been to. #jojorabbit #Shitler @jojorabbitmovie ? @kimberleyfrench Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 10 de Jun, 2018 às 11:27 PDT Teaching that Avengers lady how to do biscuit acting. #jojorabbit @jojorabbitmovie Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 11 de Jun, 2018 às 7:38 PDT Shoot's going well. Here's another "Taika sleeping at work" pic for the collection. #professionalagahrnfhjshdndllFilmakershaakebdj Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi) em 6 de Jun, 2018 às 1:30 PDT
Ron Howard culpa Os Últimos Jedi pelo fracasso de Han Solo
O diretor Ron Howard voltou a abordar o fracasso comercial de “Han Solo: Uma História Star Wars” no Twitter. Ao responder a mensagem de um fã sobre as possíveis causas do fraco desempenho do filme, ele defendeu a produção, dizendo-se orgulhoso do resultado. “Eu tenho orgulho de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ e o elenco e equipe trabalharam duro para dar aos fãs um novo acréscimo (à franquia)”, escreveu Howard. “Como diretor, me sinto mal quando pessoas que eu acredito que (e as pesquisas mostram) provavelmente vão gostar do filme não o vejam numa tela grande com um som de qualidade.” “Tenho lido tantas teorias sobre o motivo de Han Solo não ter ido bem nas bilheterias — lamento dizer que alguns fãs de ‘Star Wars’ estão esnobando ‘Han Solo’ por ainda estarem aborrecidos com ‘Os Últimos Jedi’. Se for isso, estão perdendo e punindo um bom filme por algo que não é culpa dele”, completou. Apesar de ter sido um grande sucesso de bilheteria, “Star Wars: Os Últimos Jedi” dividiu as opiniões do público. Enquanto a crítica aprovou o filme, que atingiu 91% no Rotten Tomatoes, a narrativa inspirou o que há de pior no fandom, dando origem a campanhas racistas e misóginas, que elegeram Kelly Marie Tran, primeira asiática a ter destaque na franquia espacial, como alvo de um ódio capaz de dar inveja na juventude nazista. De tanto sofrer ofensas, a jovem atriz até deletou seu Instagram. Uma das teorias correntes para o fracasso de “Han Solo” leva em consideração justamente a pouca distância entre seu lançamento e a repercussão de “Os Últimos Jedi” – que chegou aos cinemas em dezembro. Vale observar que “Han Solo: Uma História Star Wars” também agradou à crítica, com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a expectativa do mercado é que o filme se torne o primeiro “Star Wars” a dar prejuízo – de pelo menos US$ 50 milhões para a Disney-Lucasfilm.
Oito Mulheres e um Segredo também estreia em 1º lugar no Brasil
“Oito Mulheres e um Segredo” estreou em 1º lugar no Brasil em sua estreia nos cinemas. A versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” foi vista por cerca de 360 mil pessoas, rendendo R$ 6 milhões. O desempenho foi muito melhor que o esperado, considerando que seu lançamento aconteceu em metade do circuito dedicado aos blockbusters da temporada. O longa foi distribuído em apenas 570 salas, enquanto “Han Solo” abriu em 1060, por exemplo. Mesmo assim, o spin-off da franquia “Star Wars” teve arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. O filme também liderou e superou as estimativas de faturamento na América do Norte, com R$ 41,5 milhões. Mas teve dificuldades em outros mercados, onde concorreu com a estreia antecipada de “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Por isso, no mundo todo, a receita foi de US$ 53,7 milhões, segundo o site americano Box Office Mojo. Com o sucesso de “Oito Mulheres e um Segredo” no país, “Deadpool 2”, que dominou as bilheterias brasileiras nas três últimas semanas, caiu para o 2º lugar, somando mais R$ 4,3 milhões no fim de semana. O Top 3 fecha com “Vingadores: Guerra Infinita”, cujo faturamento de R$ 2,1 milhões aproxima ainda mais o longa dos US$ 2 bilhões em arrecadação mundial – marca que deve ser atingida nas próximas horas.
Diretor de Invocação do Mal vai produzir remake de Aracnofobia
O cineasta James Wan está desenvolvendo um remake de “Aracnofobia”, clássico de terror de 1990. De acordo com o site Deadline, o diretor responsável pelas franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” fará a produção da refilmagem, por meio de sua empresa Atomic Monster, em parceria com a Amblin, empresa de Steven Spielberg, responsável pelo longa original. O filme original, dirigido por Frank Marshall e protagonizado por Jeff Daniels e John Goodman, mostrava o ataque de aranhas assassinas numa cidadezinha americana. Ainda não há diretor e nem roteirista definidos para o projeto. Atualmente, Wan está trabalhando na pós-produção de “Aquaman”, além de desenvolver diversos projetos derivados de “Invocação do Mal”, como um terceiro filme da boneca “Annabelle” e “A Freira”, com estreia marcada para 6 de setembro no Brasil.
Diretor de Operação Red Sparrow vai filmar história bizarra da sex tape de Hulk Hogan
O cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança” e “Operação Red Sparrow”) vai filmar uma das maiores e mais estranhas ações judiciais já vencidas contra a mídia norte-americana. Ele se juntou ao roteirista Charles Randolph (vencedor do Oscar por “A Grande Aposta”) para levar às telas o processo movido pelo ator e astro da luta livre Hulk Hogan contra a empresa Gawker Media em 2012. A empresa responsável pelo portal Gawker foi condenada a pagar US$ 140 milhões por divulgar uma sex tape de Hogan com a esposa do radialista Bubba the Love Sponge. Após perder na justiça, a Gawker negociou um desconto diretamente com o Hogan, mas mesmo assim faliu. A narrativa tem ainda o envolvimento do marido traído, que foi quem gravou o vídeo – no qual pode ser ouvido falando que aquele era o bilhete premiado de sua aposentadoria milionária. Hogan também o processou, junto com a esposa, por violação de privacidade. Para ir adiante na justiça, Hogan ainda contou com apoio financeiro do milionário Peter Thiel, que fez fortuna como investidor do Facebook e se tornou um dos fundadores do Paypal. Thiel decidiu apoiar Hogan após a Gawker o tirar do armário com uma reportagem sensacionalista sobre sua sexualidade. A história teve tantas ramificações que inspirou um documentário, “Nobody Speak: Trials of the Free Press” (2017), sobre como o julgamento também atingiu a liberdade de imprensa. Segundo comunicado assinado por Lawrence, o filme será baseado no livro “Conspiracy: Peter Thiel, Hulk Hogan, Gawker, and the Anatomy of Intrigue”, de Ryan Holiday. “Quando li o livro extraordinário de Ryan, fiquei totalmente impressionado com essa história, um conto extremamente contemporâneo, e imediatamente tive uma visão disso como um filme”, disse Lawrence, no texto sobre o projeto. “É uma história importante e significativa, que eu estou animado para contar”.
Versão de Nasce uma Estrela com Barbra Streisand ganhará versão estendida na Netflix
Aproveitando a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, a Netflix vai relançar a versão estrelada por Barbra Streisand em 1976, totalmente remasterizada e com cenas inéditas, exclusivamente em seu serviço de streaming. Streisand revelou a novidade durante um evento da Netflix no fim de semana e confirmou pelo Twitter o lançamento de “uma versão estendida” do filme, que, segundo ela, terá “imagens nunca antes vistas”. De acordo com a revista Entertainment Weekly, a nova versão irá mostrar uma cena de Barbra Streisand tocando violão (foto acima). Ela aprendeu a tocar o instrumento para o filme, mas a sequência foi cortada. A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. Além desse lançamento, a Netflix irá disponibilizar seis especiais de TV da cantora, além de ter produzido um documentário sobre sua mais recente turnê, intitulado “The Music… The Mem’ries… The Magic!”. Ainda não há previsão para a disponibilização deste material. Six of my TV Specials… and an extended version of A Star Is Born, coming to #Netflix! More soon. — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018 BARBRA STREISAND ANNOUNCES NETFLIX DEAL TO BRING SIX AWARD-WINNING TV SPECIALS AND A NEW EDITION OF A STAR IS BORN (1976) WITH NEVER BEFORE SEEN FOOTAGE. https://t.co/OXmMXX52Iq — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018
Divisão de filmes e séries da DC perde seus principais chefes
Em menos de uma semana, a DC Entertainment perdeu seus principais chefes. Na quarta passada (6/6), Diane Nelson anunciou que não retornaria ao cargo de presidente da divisão dedicada a desenvolvimento de filmes e séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics. Afastada desde março por questões familiares, a executiva decidiu não retomar suas atividades na empresa. Agora, nesta segunda-feira (11/6), o site Deadline informou que Geoff Johns vai deixar o cargo de diretor criativo da companhia. Johns era o principal responsável não só pelos filmes da DC, mas também pelas séries de TV, sendo creditado como cocriador de “The Flash”. Sua saída foi atrelada a contrato para se dedicar à produção de todo o tipo de filmes, e não apenas de super-heróis, num acordo de parceria com a Warner. Ele também voltará a escrever histórias em quadrinhos para a editora, algo de que sentia falta. O produtor e roteirista deixou vários projetos engatilhados, tendo ajudado a escrever os roteiros de “Mulher-Maravilha 2” e “Aquaman”, sem esquecer que “Shazam!” é baseada em quadrinhos de sua autoria. Entre as séries, também ajudou a desenvolver “Titans” e seu spin-off, “Doom Patrol”, para o serviço de streaming DC Universe. Quem herda sua função no conglomerado Warner é Jim Lee, editor dos quadrinhos da DC Entertainment – que o mercado notou não ter experiência anterior com filmes e séries.
Um Pequeno Favor: Anna Kendrick e Blake Lively se envolvem em suspense em teaser dublado
A Paris Filmes divulgou as versões com legendas e dublagem do primeiro teaser de “Um Pequeno Favor” (A Simple Favor). A prévia revela uma trama de mistério e suspense, que envolve a amizade das personagens vividas por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Blake Lively (“A Incrível História de Adeline”). Este elenco pode mesmo enganar os espectadores, já que combina com comédia romântica. Mas ainda mais surpreendente é o nome do responsável pela direção: Paul Feig, especialista em comédias rasgadas estreladas por mulheres, de “Missão Madrinha de Casamento” a “Caça-Fantasmas”. Adaptado do romance de Darcey Bell, “Um Pequeno Favor” conta a história de uma mamãe blogger e sua melhor amiga, que desaparece subitamente em sua cidadezinha. Roteirizada por Jessica Sharzer (do thriller “Nerve – Um Jogo sem Regras”), o filme ainda inclui em seu elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Rupert Friend (série “Homeland”), Eric Johnson (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e Jean Smart (série “Legion”). A estreia está marcada para 27 de setembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos. Quem quiser saber mais sobre a história pode conferir o segundo teaser neste link. Ele foi disponibilizado há uma semana pela Lionsgate nos Estados Unidos.
Domhnall Gleeson enfrenta assombração em trailer de terror do diretor de O Quarto de Jack
A Focus Features divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “The Little Stranger”, filme de terror do diretor irlandês Lenny Abrahamson, indicado ao Oscar por “O Quarto de Jack” (2015). A prévia revela uma família atormentada por segredos do passado, que habita uma antiga mansão assombrada por algo mais sobrenatural. Convidado a tratar do rapaz mais aflito por visões do além, um médico do interior passa a testemunhar estranhos acontecimentos e a considerar os delírios daquela família como contagiosos. Baseado no livro homônimo de Sarah Waters (autora de “A Criada”), o filme conta a história do Dr. Faraday, filho de uma empregada doméstica, que construiu uma vida de respeitabilidade tranquila como um médico do interior. Durante o longo e quente verão de 1947, ele é chamado a atender um paciente no Hundreds Hall, propriedade onde sua mãe trabalhava. O Hall foi o lar da família Ayres por mais de dois séculos. Mas agora está em declínio e seus habitantes – mãe, filho e filha – são assombrados por algo mais sinistro do que um modo de vida agonizante. Quando ele assume seu novo paciente, Faraday não tem ideia de quanto a história aterrorizante daquela família irá se entrelaçar com a sua própria. A adaptação foi escrita por Lucinda Coxon (“A Garota Dinamarquesa”) e o elenco destaca Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como o médico, e Charlotte Rampling, Ruth Wilson (série “The Affair”) e Will Poulter (“Maze Runner: A Cura Mortal”) como mãe e filhos, moradores de Hundreds Hall. A estreia está marcada para 31 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Maisa Silva revela seu visual de Cinderela Pop e rebate críticas de quem queria uma loira no papel
A atriz adolescente Maisa Silva (“Carrossel”), que vai viver a nova Cinderela do cinema, na adaptação do romance “Cinderela Pop”, de Paula Pimenta, usou as redes sociais para revelar sua primeira foto como a personagem (veja abaixo) e comentar as críticas contra sua escolha para o papel. Ela foi alvo de reclamações por não ser loira de olhos azuis como a versão do desenho animado – e do filme – “Cinderela” da Disney. “Temos que lembrar que o mundo é grande e miscigenado demais para só um padrão de beleza, né? Se fosse no Japão, ela [a Cinderela] seria loira de olho azul? (risos)”, escreveu a adolescente, que lembrou ter “escolhido” o tema de Cinderela para sua festa de aniversário de dois anos de idade – como diversas outras meninas das mais diferentes etnias do mundo. Na adaptação, Maisa irá interpretar Cintia Dorella, uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Ela então se muda para a casa da tia e passa a trabalhar como DJ, virando a Cinderela Pop. A história da Cinderela Pop foi publicada na coletânea “O Livro das Princesas”, em que quatro escritoras de livros infantis contemporâneos (duas delas americanas) reimaginaram os contos de fadas como se acontecessem nos dias de hoje – na verdade, de 2013. Fez tanto sucesso que acabou estendida num livro individual em 2015 – ainda assim, bem “fininho”. “Cinderela Pop”, que ainda não tem previsão de estreia, será o segundo papel de protagonista da atriz no cinema, na sequência do ainda inédito “Tudo Por um Pop Star”, baseado em outro livro infantil, de Thalita Rebouças (“É Fada”), que chega aos cinemas em 19 de julho. quando eu escolhi o tema da minha festa de 2 anos, que foi “Cinderela”, jamais imaginei que tudo isso fosse acontecer. hoje foi o primeiro dia de filmagens de Cinderela pop, uma história q eu li há uns anos da @paulapimenta e agora, EU SOU A PRINCESINHA DA DISNEY. BGD BGD ❤️ pic.twitter.com/MVc31vHUeG — +a (@maisasilva) June 7, 2018
Gal Gadot vai estrelar comédia de ação com Dwayne Johnson
O filme “Red Notice” vai registrar um reencontro entre dois dos maiores campeões de bilheteria de Hollywood. A produção da Universal será estrelada pela atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e pelo ator Dwayne Johnson (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). Os dois já tinham trabalhado juntos em dois filmes da franquia “Velozes e Furiosos” – os capítulos 5 e 6. Mas isto foi antes de Gadot deixar de ser coadjuvante para virar super-heroína. A trama de “Red Notice” está sendo mantida em sigilo, mas é descrita como um thriller de assalto e uma comédia de ação, concebido para ter três protagonistas. Um outro astro masculino completará o elenco central. Segundo o site Deadline, o papel de Gadot é uma figura brilhante e misteriosa no mundo da arte. O roteiro e a direção são de Rawson Marshall Thurber, o que faz de “Red Notice” seu terceiro longa consecutivo estrelado por Dwayne Johnson – após “Um Espião e Meio” há dois anos e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”, que estreia em julho. As filmagens estão marcadas para abril de 2019 na Europa e a previsão de lançamento da Universal é para junho de 2020.
Tony Danza é pai do cantor Josh Groban em fotos e teaser de nova série de comédia da Netflix
A Netflix divulgou o teaser legendado e as fotos da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil e ganhou data de estreia. “The Good Cop/Caso de Polícia” traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.
Maioria esmagadora das críticas de cinema dos EUA são feitas por homens brancos
Uma pesquisa da USC (Universidade do Sul da Califórnia) revelou que a proposta de maior inclusão nas telas de cinema e da televisão não chegou até as pessoas que escrevem as críticas daquilo que o público assiste. Ao traçar um perfil das pessoas identificadas pelo site Rotten Tomatoes como responsáveis pelas críticas dos 100 filmes de maior bilheteria de 2017, o relatório, batizado de “Critic’s Choice?”, apontou que, das 19.559 resenhas, 77,8% foram escritas por homens e 82% foram escritas por críticos brancos. Os homens brancos escreveram 63,9% das avaliações. O segundo maior grupo foi formado por mulheres brancas, com 18,1% do total. Bem atrás, ficaram as críticas de homens “de cor” (13,8%) e mulheres “de cor” (4,1%). O termo “of color” consta na pesquisa e sugere cobrir todas as demais etnias, não apenas pessoas negras. “As equipes de relações públicas, marketing e distribuição dos estúdios têm a oportunidade de mudar isso rapidamente aumentando o acesso e as oportunidades dadas às mulheres de cor para realizarem críticas de filmes”, afirmou Stacy L. Smith, diretora e fundadora da Iniciativa de Inclusão de Annenberg, responsável pela pesquisa da USC, em comunicado. Um detalhe curioso identificado pela pesquisa é que até os filmes voltados para o público feminino tiveram mais críticas escritas por homens que por mulheres. Mas a diferença é ainda mais gritante quando a análise se volta para filmes desenvolvidos para os públicos afro-americano e latino. 80% deles foram criticados por brancos. Outros dados chamam atenção, como o fato de que 45% dos filmes de maior bilheteria do ano passado não tiveram nenhuma crítica escrita por mulheres “de cor”. Além disso, mais da metade dos filmes femininos ficaram sem críticas de mulheres. A razão para o predomínio das opiniões de homens brancos sobre cinema é simples. Além de formarem a maioria da crítica (54,2%), eles também escrevem mais (14,3 por ano). O segundo maior grupo, o das mulheres brancas (23%), assinou bem menos críticas (9,4 por ano) em relação até mesmo aos homens negros (14,8% do total e 11,1 críticas por ano). A conclusão do relatória é que não é apenas o conteúdo do cinema que é criado majoritariamente por homens brancos. A crítica desses filmes também parte do mesmo grupo étnico. “Vimos as ramificações de uma indústria na qual o conteúdo vendido para o público é criado e criticado por indivíduos que são principalmente homens brancos. Criar práticas de contratação inclusivas em todas as etapas do processo de filmagem e também de crítica é essencial para atender aos imperativos do negócio e garantir que vejamos perspectivas diferenciadas refletidas na sociedade”. Os autores do estudo pretendem aprofundar ainda mais a análise do trabalho dos críticos nos Estados Unidos, ao estudar como diferentes gêneros e etnias abordam os mesmos filmes e como o desempenho das bilheterias é afetado por conta disso.












