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    Irregular, O Grande Circo Místico precisa estrear em até 12 dias para não perder a vaga no Oscar 2019

    11 de setembro de 2018 /

    O filme selecionado pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, terá que ser lançado nos cinemas até o próximo fim de semana ou, no máximo, em até 12 dias. Entre os 23 longas que se inscreveram para a vaga, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, era um dos poucos ainda inéditos no circuito comercial, situação que torna sua inscrição irregular, sem cumprir um dos itens obrigatórios do edital. Uma das condições para concorrer à vaga é que os candidatos devem ter sido lançados e exibidos no Brasil, entre 1º de outubro de 2017 e 30 de setembro de 2018, em sala de cinema comercial, por pelo menos setes dias consecutivos. A estreia de “O Grande Circo Místico” está marcada para 15 de novembro, um mês e meio após a data limite. Situação semelhante aconteceu com “Pequeno Segredo” em 2016, e acabou contornada com um lançamento localizado no Rio Grande do Sul, antes da data da estreia oficial. Para que “O Grande Circo Místico” cumpra a condição, os produtores têm poucos dias para organizar um pré-lançamento similar em circuito comercial. O filme precisa ficar sete dias consecutivos em cartaz até o final do mês. O fato de filmes inéditos poderem ser inscritos é outro problema que precisa ser modificado no processo de seleção. A obra de Cacá Diegues era uma das fracas da seleção. Sem nenhum prêmio internacional, nem mesmo nacional, só tinha como distinção em seu currículo ter sido exibido fora de competição no Festival de Cannes, ocasião em que foi trucidado pela imprensa mundial. A comissão da ABC que o escolheu preteriu pelo menos quatro filmes premiados no Brasil e no exterior, dois deles com cotação de filme vencedor do Oscar no site americano Rotten Tomatoes. O terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, vencedor do Festival do Rio e premiado em dezenas de festivais internacionais, atingiu 92% de aprovação no RT, enquanto “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, premiado em Gramado e elogiadíssimo ao passar pelo Festival de Sundance, alcançou 93%. Como parâmetro, “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, tem 92% de aprovação. Sem critérios claros, a comissão formada por Lucy Barreto, Bárbara Paz, Flavio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler, Claudia Da Natividade, Ricardo Domingos Pinto e Silva, Sylvia Regina Bahiense e Ligia Miranda Rachid escolheu “O Grande Circo Místico” baseada em gosto pessoal, amizade e relacionamentos. Com “O Grande Circo Místico”, o Brasil completará a maioridade, 21 anos sem emplacar um longa na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Mas ainda há tempo desse equívoco ser desfeito, bastando para isso o longa seguir seus planos originais de chegar aos cinemas apenas em novembro e, assim, ser automaticamente desqualificado da eleição da ABC.

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  • Filme

    Pior escolha possível, O Grande Circo Místico vai representar o Brasil no Oscar 2019

    11 de setembro de 2018 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) escolheu “O Grande Circo Místico”, novo filme de Cacá Diegues, para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2019 na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A escolha foi anunciada nesta terça-feira (11/9) durante um encontro com a imprensa na Cinemateca Brasileira. E é um grande mico, garantia de mais um ano de irrelevância nacional no Oscar. Sem nenhum prêmio internacional, nem mesmo nacional, o filme de Cacá Diegues tem como maior distinção o fato de ter sido exibido fora de competição no Festival de Cannes, ocasião em que foi trucidado pela imprensa mundial. “Narrativa desarticulada e personagens quase inexistentes”, descreveu a revista The Hollywood Reporter. “Novelão desconfortável” que “tropeça no começo e não para de tropeçar até o final”, demoliu a Variety. Entretanto, havia pelo menos quatro opções viáveis, de filmes premiados no Brasil e no exterior. Dois deles tratavam de temas modernos, ligados ao bullying nas redes sociais: “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor, e “Ferrugem”, de Aly Muritiba, que foi o vencedor do Festival de Gramado. O terceiro é o terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, vencedor do Festival do Rio, premiado em dezenas de festivais internacionais e com 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. E há ainda o caso de “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, também premiado em Gramado e que encantou a crítica americana ao passar pelo Festival de Sundance, arrancando 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Como parâmetro, “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, tem 92% de aprovação. O problema da seleção dos representantes nacionais ao Oscar já se tornou crônico. Não adiantou nada tirar a decisão das mãos da Secretaria do Audiovisual, após a polêmica da definição de “Pequeno Segredo” sobre “Aquarius” em 2016, passando-o para a ABC. A escolha continua a ser definida por um punhado de iluminados, que não seguem critérios reconhecidos, mas gosto pessoal, amizade e relacionamentos. A comissão que escolheu “O Grande Circo Místico” foi formada por Lucy Barreto (presidente), Bárbara Paz, Flavio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler e Claudia Da Natividade. Enquanto não forem instituídas regras claras para a definição, como, por exemplo, premiação em algum festival relevante, o filme do amigo da comissão sempre prevalecerá sobre o candidato com mais condições de ser levado à sério pela Academia. Com “O Grande Circo Místico”, o Brasil completará a maioridade, 21 anos sem emplacar um longa na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

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  • Filme,  Música

    Elle Fanning vira cantora pop no primeiro teaser de Teen Spirit

    11 de setembro de 2018 /

    A Interscope Films divulgou o primeiro teaser de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    The Wind: Terror passado no Velho Oeste ganha primeiro trailer

    11 de setembro de 2018 /

    A Soapbox Films divulgou o pôster e o trailer de “The Wind”, terror passado numa fazenda do Velho Oeste. A prévia mostra como o isolamento e o vento constante parece enlouquecer uma mulher do local, e quando vizinhos se estabelecem na região, duvidam quando ela afirma que algo terrível espreita na escuridão. O filme marca a estreia na direção de Emma Tammi e é estrelado por Caitlin Gerard (“Sobrenatural: A Última Chave”) e Julia Goldani Telles, filha de mãe brasileira, nascida e criada em Los Angeles, que está atualmente em cartaz em outro terror, “Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”. O elenco também inclui Ashley Zukerman (“Succession”), Dylan McTee (“Sweet/Vicious”) e Miles Anderson (“Doctors”). A première mundial aconteceu na segunda (10/9) na seção Midnight Madness do Festival de Toronto 2018 e ainda não há previsão de lançamento comercial.

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  • Filme

    Louis Garrel entra na nova versão de Adoráveis Mulheres com direção de Greta Gerwig

    10 de setembro de 2018 /

    O ator e diretor francês Louis Garrel (“O Formidável”) entrou no elenco do remake de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigido por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Ele se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“Livre”) e Emma Watson (“A Bela e a Fera”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. O romance de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa.

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  • Filme

    A Freira faz mais de R$ 25 milhões e vira maior estreia de terror nos cinemas brasileiros

    10 de setembro de 2018 /

    “A Freira” assustou o mercado ao levar 1,5 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros em seu fim de semana de estreia. Entre quinta-feira e domingo, a produção da Warner arrecadou R$ 25,6 milhões, de acordo com dados da consultoria comScore. Trata-se da maior bilheteria de estreia de um filme de terror no Brasil. “Annabelle”, por exemplo, faturou R$ 7,1 milhões na estreia em 2014, “Invocação do Mal 2” chegou a 14,7 milhões em 2016 e “It: A Coisa” rendeu R$ 17 milhões em seu lançamento no ano passado. “A Freira” foi um sucesso mundial, faturando US$ 131 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição — quase seis vezes o valor de seu orçamento, de US$ 22 milhões. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia nos Estados Unidos resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. De todo modo, o segundo filme mais assistido no Brasil foi outra produção da Warner: a animação “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, com 261 mil espectadores e renda de R$ 3,9 milhões em sua segunda semana em cartaz. Para completar o ranking, em seguida vieram mais duas estreias: a aventura “Alfa” e a comédia nacional “Crô em Família”, com públicos de 186 mil e 143 mil pessoas, respectivamente.

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  • Filme,  Série

    Michelle Dockery revela que o filme de Downton Abbey já começou a ser produzido

    10 de setembro de 2018 /

    A família Crawley e seus criados estão de volta ao trabalho, revelou a atriz Michelle Dockery, ao postar uma foto em preto e branco no Instagram registrando os bastidores do começo da produção do filme baseado na série “Downton Abbey”. Na imagem, a intérprete de Lady Mary aparece em seu traje tradicional. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, a produção está sendo filmada pelo diretor Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará com as voltas de Michelle Dockery, Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da aristocracia britânica do começo do século 20. O filme não contará, porém, com a atriz que ganhou mais projeção após o final da série. Lily James justificou sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na série, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Ainda não há título oficial nem previsão de estreia para a produção. Visualizar esta foto no Instagram. And…we’re off ?@downtonabbey_official Uma publicação compartilhada por Michelle Dockery (@theladydockers) em 10 de Set, 2018 às 9:01 PDT

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  • Filme

    Viper Club: YouTube divulga trailer de seu primeiro filme dramático original

    10 de setembro de 2018 /

    O YouTube divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro filme dramático original, “Viper Club”, estrelado por Susan Sarandon (“A Intrometida”). Na trama, ela interpreta uma enfermeira que tem seu filho jornalista capturado durante a cobertura do conflito na Síria. Diante da falta de ação do governo americano, ela se junta a uma rede clandestina para pagar por sua libertação. Com a produção, o YouTube mostra que pretende ampliar seu investimento para se fortalecer no mercado de streaming. Após lançar suas primeiras séries, o portal de vídeos do Google ensaiou os primeiros passos em longa-metragem por meio de documentário musical (“Demi Lovato: Simply Complicated”) e um produto baseado em YouTuber (Logan Paul em “The Thinning”). “Viper Club” aumenta as apostas, com investimento em produção de apelo cinematográfico e elenco conhecido. Além de Susan Sarandon, há os atores Matt Bomer (de “American Horror Story”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), Lola Kirke (“Mistress America”), Damian Young (“House of Cards”) e Julian Morris (“Pretty Little Liars”). Vale observar que o modelo é mais próximo dos projetos da Amazon que da Netflix, com previsão de lançamento no cinema e janela de três meses antes da disponibilização na internet. O filme é um antigo projeto da diretora e roteirista Maryam Keshavarz (“Circunstância”), nova-iorquina descendente de iranianos, preocupada com a situação no Oriente Médio. “As pessoas não se sensibilizam mais com notícias da Síria. Eu acho que elas deveriam ficar mais revoltadas com o que está acontecendo com jornalistas e médicos por lá”, contou a cineasta à revista Entertainment Weekly. “Eu já rodei filmes no Oriente Médio, e sempre foi um grande risco. Eu pensava: ‘Se algo der errado, como minha família vai lidar com isso?'”. “Viper Club” tem sua première mundial marcada para esta segunda (10/9) no Festival de Toronto e chegará aos cinemas norte-americanos em 26 de outubro. A previsão para a internet é para três meses depois. Como não há lançamento marcado para o Brasil, o mais provável é que o público nacional o assista direto no YouTube em janeiro.

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    Presidente da rede CBS vai perder o cargo após novas acusações de assédio sexual

    9 de setembro de 2018 /

    O executivo Leslie Moonves, um dos homens mais poderosos de Hollywood, vai deixar o cargo de CEO da rede CBS após novas acusações de assédio virem à tona, informaram vários órgãos da imprensa americana neste domingo (9/9). Ele comanda a empresa desde 2003, quando tornou a CBS a rede de TV mais assistida dos Estados Unidos. Os detalhes da mudança de cúpula de um dos maiores grupos de comunicação do mundo devem ser anunciados na segunda-feira (10). Oficialmente, a CBS ainda não comentou as novas acusações, publicadas pelo jornalista Ronan Farrow na revista The New Yorker deste domingo, ou a situação de Moonves na empresa. Moonves é o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Sim, o CEO da CBS é muito mais influente que o dono do estúdio The Weinstein Company, por comandar um império que inclui, além da CBS, metade da rede The CW (joint venture da CBS com a Warner), a plataforma de streaming CBS All Access, estúdios de TV e cinema e estações de rádio, além de participar do conglomerado Viacom, dono da Paramount Pictures, MTV, Nickelodeon, etc. Em julho, seis mulheres entrevistadas por Farrow (responsável também por uma das reportagens que derrubou Weinstein) afirmam terem sido vítimas de abusos de Moonves. Quatro delas disseram que ele as tocou ou beijou à força enquanto outras duas afirmam ter sido intimidadas fisicamente ou com ameaças de que suas carreiras seriam arruinadas. Os fatos teriam acontecido entre a década de 1980 e os anos 2000. Moonves admitiu ter feito avanços sobre as mulheres “há várias décadas”, mas negou tê-las assediado sexualmente. Neste domingo, outras seis mulheres acusaram Moonves de assédio, abuso e violência, em mais uma reportagem de Farrow para a New Yorker.

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    Missão Impossível: Efeito Fallout bate recorde mundial de arrecadação da franquia

    9 de setembro de 2018 /

    Com a ajuda da China, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou as bilheterias mundiais de todos os outros filmes da franquia estrelada por Tom Cruise neste fim de semana. Em sua segunda semana em cartaz no mercado chinês, o longa manteve seu 1º lugar e atingiu 137,7m (milhões) de arrecadação no país. Com isso, a arrecadação global chegou a US$ 726,6m, superando com folga os US$ 694,7m de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011) e os US$ 682,7m de “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). “Efeito Fallout” também tem a maior bilheteria doméstica da franquia, com US$ 212,1m nos Estados Unidos e Canadá. Quem chega mais próximo é “Protocolo Fantasma”, com US$ 209,3m. A produção, porém, foi a mais cara da franquia, com um orçamento de US$ 178m, ampliado pelo acidente de Tom Cruise durante as filmagens, responsável por estender o período da produção. De todo modo, como continua em cartaz e bem posicionado nas bilheterias, o montante da arrecadação deve crescer e aumentar ainda mais o recorde, de forma a compensar o investimento com sobras.

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    A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias

    9 de setembro de 2018 /

    O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m

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    Casamento de Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal desmorona no trailer de drama indie elogiadíssimo

    9 de setembro de 2018 /

    A IFC Films divulgou o segundo trailer de “Wildlife”, drama indie elogiadíssimo, que marca a estreia na direção do ator Paul Dano. Aos 33 anos, ele coleciona grandes performances em filmes como “Sangue Negro” (2007) e “The Beach Boys: Uma História de Sucesso” (2014). Agora mostra mais facetas de seu talento ao dirigir e escrever a adaptação do romance homônimo de Richard Ford (“Estranhos Encontros”). Dano assina o roteiro com sua parceira Zoe Kazan (que escreveu e estrelou “Ruby Sparks”) e filma os atores Carey Mulligan (“Mudbound”) e Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) nos papéis principais. Eles vivem um casal, no começo dos anos 1960, cujo relacionamento começa a desmoronar diante do filho adolescente (Ed Oxenbould, de “A Visita”). Desempregado e sem propósito, ele decide se voluntariar para combater um grande incêndio nas florestas da região, enquanto a mulher embarca num caso com um homem mais velho (Bill Camp, da série “The Night of”). Exibido nos festivais de Sundance, Cannes e Toronto, “Wildlife” encantou a crítica internacional e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes A estreia acontece em 19 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Sophia Bush entra em piloto de série de espionagem do diretor de Planeta dos Macacos

    9 de setembro de 2018 /

    A atriz Sophia Bush (de “One Tree Hill” e “Chicago PD”) vai protagonizar o piloto de “Surveillance”, projeto de série de espionagem da rede CBS. Criada por David C. White (roteirista de “The Bridge”), a série está sendo descrita como um complexo suspense de ação e trará Bush como a Chefe de Comunicações da NSA (Agência de Segurança Nacional), que tem sua lealdade testada ao ter que decidir entre proteger os segredos do governo e os seus próprios. “Surveillance” foi um dos novos projetos mais caros que a CBS encomendou nos últimos meses. Além de contar com Sophia Bush no papel principal, a produção será assinada pelo cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e o primeiro episódio vai contar com a direção de Patricia Riggen (“Os 33”). Caso o piloto seja aprovado, “Surveillance” pode estrear já na midseason, durante o começo de 2019.

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