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    Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop

    18 de novembro de 2018 /

    Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.

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    Morbius: Jared Leto posta vídeo de sua “transformação” em seu próximo vilão dos quadrinhos no cinema

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”) postou no Twitter um vídeo em que mostra sua “transformação” em novo vilão dos quadrinhos. Acompanhado da legenda “E assim começa” e a hashtag #Morbius, o vídeo tem até música dramática, mas a preparação do ator é anticlimática, já que consiste apenas de fazer a barba. Afinal, o cabelo comprido e a pele pálida de Mórbius já fazem parte de sua persona. Morbius deve ser o próximo filme do universo estendido do Homem-Aranha, que virou prioridade da Sony após o sucesso de “Venom” nas bilheterias mundiais. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”) e a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Mas apesar da antecipação de Jared Leto para, digamos, assumir logo o visual do personagem, a produção ainda não anunciou nenhum outro integrante do elenco. O que significa que as gravações não vão começar em seguida, à toque de caixa. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom. O filme da Sony não é a primeira tentativa de transformar Morbius em filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos. Felizmente, a negociação não foi concluída. Na Sony, “Morbius” se juntará a “Venom” e a outros projetos focados em coadjuvantes do Aranha, como os filmes de “Kraven, o Caçador”, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), Nightwatch e Silk. Mas “Silver & Black”, parceria entre as heroínas/vilãs Sabre de Prata e Gata Negra, que seria dirigida por cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), foi cancelado. O longa estrelado por Jared Leto ainda não tem previsão de estreia. And so it begins…#MORBIUS ✂️✂️?? pic.twitter.com/79mzOGEdOZ — JARED LETO (@JaredLeto) November 15, 2018

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    The Informer: Joel Kinnaman vai parar na cadeia em trailer de filme de ação

    17 de novembro de 2018 /

    A Aviron Pictures divulgou o primeiro trailer do filme de ação criminal “The Informer”, estrelado pelo sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). A prévia é repleta de reviravoltas, mostrando como um criminoso (Kinnaman) aliciado pelo FBI, que trocou sua pena pela função de informante, precisa voltar à cadeia para entregar o esquema de um poderoso chefão da máfia polonesa. Com a vida de sua família em risco, ele não pode fugir, muito menos se submeter às traições de ambos os lados. Segundo longa dirigido pelo ator italiano Andrea Di Stefano (o primeiro foi “Escobar: Paraíso Perdido”), “The Informer” adapta o romance noir nórdico “Three Seconds” (de Börge Hellström e Anders Roslund), com roteiro de Matt Cook (“O Dia do Atentado”), e ainda inclui no elenco os atores britânicos Rosamund Pike (“7 Dias em Entebbe”) e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e o rapper americano Common (“Fúria em Alto Mar”). A estreia está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Jack Reacher vai virar série sem participação de Tom Cruise

    17 de novembro de 2018 /

    A franquia “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child, vai virar série. Quem revelou a novidade foi o próprio criador do personagem em entrevista à rádio BBC. “É um contrato bastante novo, fechamos na semana passada”, disse Child. “Não haverá mais filmes com Tom Cruise. Em vez disso, vamos levar Jack Reacher para a Netflix ou algo parecido – uma série de streaming – com um ator completamente novo. E quero que todos aqueles leitores que estavam chateados com a escalação de Tom Cruise me ajudem e participem na escolha do ator certo para a série de TV. Estamos reiniciando a franquia e começando de novo, e vamos tentar encontrar o cara certo”. Os dois filmes estrelados por Cruise descontentaram os leitores dos livros devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição literária do personagem. “Eu realmente gostei de trabalhar com Cruise”, esclareceu Lee Child. “Ele é um cara muito legal. Nós nos divertimos muito e ele trabalha muito duro e ele leva isso a sério. Mas, no final das contas, os leitores estão certos: o tamanho de Reacher é bem importante e um grande aspecto sobre quem ele é”. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que se associaram à produtora de Tom Cruise para levar o personagem para o cinema. A decisão de não fazer mais filmes é consequência do fraco desempenho dos dois longas lançados em 2012 e 2016. O primeiro rendeu US$ 218 milhões e o segundo apenas US$ 162 milhões em todo o mundo. Skydance e Paramount já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava cinemas como uma série para streaming: “Jack Ryan”, na Amazon.

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    Lucy Hale entra no elenco do filme baseado na série Ilha da Fantasia

    17 de novembro de 2018 /

    A atriz Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”) assinou contrato para participar do filme “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970. Ela viverá uma das convidadas a passar um fim de semana na ilha misteriosa onde as pessoas podem viver suas fantasias – por um preço. Uma fantasia comum da série era virar milionário, o que geralmente envolvia heranças, cassinos ou apostas de cavalos como as do apostagolos.com. Ainda não foi divulgada sinopse, mas ela vai se juntar no elenco a Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do anfitrião Sr. Roarke (papel de Ricardo Montalban na TV), além de Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”), Portia Doubleday (a Angela Moss de “Mr. Robot”) e Ryan Hansen (o Dick Casablancas de “Veronica Mars”). As filmagens marcarão um reencontro entre a jovem atriz e o diretor Jeff Wadlow, após trabalharem juntos em “Verdade ou Desafio”, lançado este ano. Feito por US$ 5 milhões, arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo. A produtora, por sinal, também é a mesma, a Blumhouse, especializada em horrores (“Corra!, “Fragmentado”, etc). Por conta disso, o filme vai explorar a temática sobrenatural de alguns episódios da série clássica. A série, que durou sete temporadas entre 1977 e 1984, muitas vezes lidava com temas sombrios e de terror. Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke, com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. Além deste filme, a história da série clássica foi lembrada recentemente em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO lançada em outubro, em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) viveu Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois do cancelamento da atração, em 1993. Já Montalbán morreu em 2009 por complicações da idade, aos 88 anos. O filme da “Ilha da Fantasia” ainda não tem previsão de estreia.

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    Lily James e Armie Hammer vão estrelar remake do clássico Rebecca, a Mulher Inesquecível

    17 de novembro de 2018 /

    Os atores Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) vão estrelar uma nova versão de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, romance clássico de Daphne du Maurier que já foi levada às telas por Alfred Hitchcock em 1940, ocasião em que venceu o Oscar de Melhor Filme. Não bastasse o sacrilégio de refilmar uma obra tocada por Hichcock, a produção ainda será feita para a Netflix, disponibilizada apenas em streaming. A adaptação do mistério de detalhes góticos terá roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e direção de Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade familiar de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vai viver a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Nenhum remake de Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), de Riccardo Milani. O novo “Rebecca” ainda não tem uma previsão de lançamento.

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    Hugh Grant viverá marido de Nicole Kidman em sua primeira série americana

    17 de novembro de 2018 /

    O ator Hugh Grant vai estrelar sua primeira minissérie americana. Ele viverá o marido de Nicole Kidman em “The Undoing”, da HBO. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro, tem um marido dedicado, Jonathan (personagem de Hugh Grant) e um filho pequeno que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, a aparente felicidade de sua família é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. Grace descobre que não conhece tão bem o seu marido e vê-se obrigada a refazer a sua própria vida. A adaptação está a cargo de David E. Kelley, em nova parceria com Kidman após o sucesso de “Big Little Lies”. A série ainda não tem previsão de estreia.

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    Larissa Manoela fecha contrato com a Netflix

    16 de novembro de 2018 /

    A jovem atriz Larissa Manoela fechou uma parceria com a Netflix. A estrela de 17 anos revelou o projeto ao comemorar nas redes sociais, mas não deu maiores detalhes, além do fato de estar viajando para os Estados Unidos para assinar o contrato. “Arrumando as malas para L.A! Netflix to chegando”, escreveu Larissa no Twitter. A sede da empresa fica na Califórnia. Atualmente, a atriz faz parte do elenco na novela infantil “As Aventuras de Poliana”, do SBT. Mas o acordo com a Netflix deve ser para filmes, o que não conflitaria com seu contrato televisivo. O serviço de streaming já oferece alguns filmes da atriz, como “Meus 15 Anos”, “Carrossel, o Filme” e “Carrossel 2”. Ela comentou um pouco mais sobre o negócio no Instagram, ao publicar uma foto em que aparece ainda como bebê. “Quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha”, escreveu, acrescentando: “Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso”. Veja o post original abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. Dia de tbt e com essa foto só me vem uma coisa na cabeça: quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha. Eu sabia que não seria fácil, mas minha vontade de conquistar o meu espaço já era de gente grande mesmo tendo apenas 4 anos! E foi sonhando, lutando, acreditando que eu fui conquistando! Sempre entendi que tudo tem seu tempo e que Deus tão maravilhoso planeja as coisas de forma perfeita, pra acontecer quando tem que acontecer. E sempre com o pé no chão, cabeça focada e seguindo o meu caminho eu conquistei, conquisto e ainda quero conquistar. Minha base é Deus, meu porto seguro, meus pais! E pros meus sonhos esse mundão é pequeno. Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso ❤️ Brigada a todos que sempre torceram e torcem por mim! Você é o que escolhe ser e eu escolhi sonhar, trabalhar e conquistar! To até agora como essa foto…”de boca aberta”? @netflix to chegandoooooo!!! Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 15 de Nov, 2018 às 3:15 PST

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    A Favorita vence cinco prêmios antecipados do “Oscar” indie britânico

    16 de novembro de 2018 /

    “A Favorita” fez valer seu título, levando cinco troféus do BIFA (British Independent Film Awards), considerado o “Oscar” do cinema indie britânico. Embora a cerimônia de premiação oficial esteja marcada para o dia 2 dezembro, nove prêmios foram antecipados pelo comitê organizador do evento. Mais da metade ficou com a sátira dos dramas de época da realeza britânica, dirigida pelo grego Yorgos Lanthimos e estrelada por Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone. “A Favorita” ficou com os prêmios de Melhor Elenco, Fotografia, Figurino, Melhor Maquiagem/Penteado e Cenografia. Os demais troféus foram divididos entre o thriller “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsey, vencedor das categorias de Melhor Trilha e Som, o drama “American Animals”, de Bart Layton, premiado como Melhor Edição, e a animação em stop-motion “O Homem das Cavernas”, de Nick Park, Melhores Efeitos Visuais. Entre os premiados, um dos principais destaques foi a consagração da veterana figurinista Sandy Powell, que já venceu três Oscars (“Shakespeare Apaixonado”, “O Aviador” e “A Jovem Rainha Victoria”) e volta a vir como “a favorita” para a competição deste ano da Academia. E também para Jonny Greenwood, guitarrista da banda Radiohead, premiado no BIFA um ano após receber sua primeira indicação ao Oscar de Trilha Sonora (“A Trama Fantasma”). Veja abaixo os vencedores individuais dos prêmios. Melhor Elenco “A Favorita” Melhor Fotografia Robbie Ryan (“A Favorita”) Melhor Edição Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill (“American Animals”) Melhor Figurino Sandy Powell (“A Favorita”) Melhor Cenografia Fiona Crombie (“A Favorita”) Melhor Maquiagem e Penteados Nadia Stacey (“A Favorita”) Melhor Trilha Sonora Jonny Greenwood (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhor Som Paul Davies (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Melhores Efeitos Especiais Howard Jones (“O Homem das Cavernas”)

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    Academia de Cinema Europeu premia Guerra Fria, Dogman e Verão

    16 de novembro de 2018 /

    A Academia de Cinema Europeu revelou os primeiros oito vencedores dos European Film Awards, considerado o “Oscar europeu”, antecipando a premiação oficial, que vai acontecer em 15 de dezembro em Sevilha, na Espanha. O drama italiano “Dogman”, de Matteo Garrone (“Gomorra”), saiu na frente com dois troféus, nas categorias de Figurino e Maquiagem, mas o filme com o maior número de indicações, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski (“Ida”) também recebeu um troféu, como Melhor Edição. A lista ainda inclui o drama russo “Verão”, lançado na quinta-feira (15/11) no Brasil, que teve a Melhor Direção de Arte, e o norueguês “Utøya 22 de Julho: Terrorismo na Noruega”, que estreia por aqui em duas semanas, premiado como Melhor Fotografia Europeia de 2018. Os vencedores foram escolhidos por um comitê de oito membros da Academia, que se reuniram em Berlim durante a semana para a deliberação. Os oito premiados são: Melhor Fotografia Europeia Martin Otterbeck (“Utøya 22 de Julho: Terrorismo na Noruega”) Melhor Edição Europeia Jaroslaw Kamiński (“Guerra Fria”) Melhor Direção de Arte Europeia Andrey Ponkratov (“Verão”) Melhor figurino Europeu Massimo Cantini Parrini (“Dogman”) Melhores Cabelos e Maquiagem Europeus Dalia Colli, Lorenzo Tamburini e Daniela Tartari (“Dogman”) Melhor Trilha Sonora Europeia Christoph M. Kaiser e Julian Maas (“3 Days in Quiberon”) Melhor Som Europeu André Bendocchi-Alves e Martin Steyer (“The Captain”) Melhores Efeitos Visuais Europeus Peter Hjorth (“Border”)

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    Drama brasileiro Sócrates é indicado ao Spirit Awards, o “Oscar” do cinema indie americano

    16 de novembro de 2018 /

    O Spirit Awards, principal prêmio do cinema independente americano, considerado o Oscar indie, divulgou sua lista de indicações aos troféus de melhores do ano. E o drama brasileiro “Sócrates”, longa de estreia do diretor Alex Moratto, apareceu listado em três categorias. O destaque ficou para o jovem ator Christian Malheiros, que apesar de ser estreante concorre com Joaquin Phoenix (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”), Ethan Hawke (“First Reformed”), John Cho (“Buscando”) e Daveed Diggs (“Ponto Cego”) ao troféu de Melhor Ator. “Sócrates” também foi indicado na categoria de Diretor Revelação e no prêmio especial John Cassavetes, dedicado a produções com orçamento inferior a US$ 500 mil. Focado num jovem negro homossexual de 15 anos, morador da periferia de Santos, que precisa sobreviver sozinho após a morte da mãe, “Sócrates” foi rodado por apenas US$ 20 mil, mas impressionou a crítica norte-americana ao passar por festivais como Los Angeles e Montreal, e acabou premiado no Rio, Mostra de São Paulo, Woodstock (EUA) e Thessaloniki (Grécia). “É um filme muito pessoal para mim. Escrevi o roteiro após a morte da minha mãe. Foi algo muito importante para mim, algo que precisei expressar muito”, afirmou Moratto em entrevista durante a Mostra de São Paulo. Como se sabe, infelizmente “Socrates” não poderá aproveitar esse impulso para tentar o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O Ministério da Cultura deixou a Academia Brasileira de Cinema indicar “O Grande Circo Místico” como candidato do país ao Oscar da categoria. Nem vem ao caso, mas nunca é demais lembrar que “O Grande Circo Místico”, do veterano Cacá Diegues, teve recepção oposta ao do filme do estreante Moratto, destruído pela crítica norte-americana e premiado em… lugar algum. Os filmes com mais indicações ao Spirit foram “We the Animals”, “Oitava Série”, “First Reformed” e “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, com quatro cada um. A lista também inclui o terror “Hereditário”, o drama “Se a Rua Beale Falasse”, que é o novo filme do diretor Barry Jenkins (de “Moonlight”), e até “O Conto”, exibido na TV pela HBO. E já traz um resultado: o remake de “Suspiria”, de Luca Guadagnino, será homenageado com o troféu Robert Altman, dedicado ao melhor conjunto de elenco e diretor do ano. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 23 de fevereiro, na praia de Santa Monica, na Califórnia, um dia antes da apresentação dos vencedores do Oscar. Confira abaixo a lista de indicados nas principais categorias do Spirit Awards. Melhor Filme “Oitava Série” “First Reformed” “Se a Rua Beale Falasse” “Não Deixe Rastros” “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Filme de Estreia “Hereditário” “Sorry to Bother You” “O Conto” “We the Animals” “Vida Selvagem” Melhor Diretor Debra Granik (“Não Deixe Rastros”) Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Tamara Jenkins (“Mais uma Chance”) Lynne Ramsay (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Roteiro Richard Glatzer, Rebecca Lenkiewicz e Wash Westmoreland (“Colette”) Nicole Holofcener e Jeff Whitty (“Poderia me Perdoar?”) Tamara Jenkins (“Mais uma Chance”) Boots Riley (“Sorry to Bother You”) Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Atriz Glenn Close (“A Esposa”) Toni Collette (“Hereditário) Elsie Fisher (“Oitava Série”) Regina Hall (“Support the Girls”) Helena Howard (“Madeline’s Madeline”) Carey Mulligan (“Vida Selvagem”) Melhor Ator Joaquin Phoenix (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Christian Malheiros (“Sócrates”) Ethan Hawke (“First Reformed”) John Cho (“Buscando…”) Daveed Diggs (“Ponto cego”) Diretor Revelação Alex Moratto (“Sócrates”) Ioana Uricaru (“Lemonade”) Jeremiah Zagar (“We the Animals”) Roteirista Revelação Bo Burnham (“Oitava Série”) Christina Choe (“Nancy”) Cory Finley (“Puro-Sangue”) Jennifer Fox (“O Conto”) Quinn Shephard & Laurie Shephard (“Blame”) Melhor Fotografia Ashley Connor (“Madeline’s Madeline”) Diego Garcia (“Wildlife”) Benjamin Loeb (“Mandy”) Sayombhu Mukdeeprom (“Suspiria”) Zak Mulligan (“We the Animals”) Melhor Edição Joe Bini (“Você Nunca Esteve Realmente Aqui”) Keiko Deguchi, Brian A. Kates e Jeremiah Zagar (“We the Animals”) Luke Dunkley, Nick Fenton, Chris Gill e Julian Hart (“American Animals”) Anne Fabini, Alex Hall e Gary Levy (“O Conto”) Nick Houy (“Mid90s Melhor Filme Internacional “Em Chamas” (Coreia do Sul) “A Favorita” (Reino Unido) “Feliz como Lázaro” (Itália) “Roma” (México) “Assunto de Família” (Japão) Melhor Documentário “Hale County This Morning, This Evening” “Minding the Gap” “Of Fathers and Sons” “On Her Shoulders” “Shirkers” “Won’t You Be My Neighbor?” Prêmio John Cassavetes (melhor filme com orçamento inferior a US$ 500 mil) “A Bread Factory” “En el Séptimo Día” “Never Goin’ Back” “Sócrates” “Thunder Road” Prêmio Robert Altman (melhor conjunto de elenco e diretor) “Suspiria” Prêmio Mais Verdade que a Ficção Alexandria Bombach (“On Her Shoulders”) Bing Liu (“Minding the Gap”) RaMell Ross (“Hale County This Morning, This Evening”) Prêmio Piaget de Produção Jonathan Duffy e Kelly Williams Gabrielle Nadig Shrihari Sathe Prêmio Bonnie Debra Granik Tamara Jenkins Karyn Kusama

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    Paramount fecha contrato com a Netflix para produzir filmes exclusivos para streaming

    16 de novembro de 2018 /

    Com a perda dos filmes da Disney e Fox, e com a Warner preparando seu próprio serviço de streaming, a Netflix voltou-se para outro grande estúdio de Hollywood em busca de material inédito para seus assinantes. A plataforma fechou um contrato com Paramount Pictures para produzir longas-metragens que aportarão diretamente no serviço de streaming. O chefe da Paramount, Jim Gianopulos, noticiou o acordo em uma reunião com acionistas nesta sexta-feira (16/11). “Nossa prioridade é expandir o nosso papel como produtores de conteúdo global”, justificou o executivo. “Para isso, estamos explorando diversas fontes de renda alternativas junto à distribuição tradicional para os cinemas. Passaremos a ser produtores de filmes que passarão na TV e no streaming”, prometeu. A colaboração entre Paramount e Netflix começou, de forma pontual, com duas ficções científicas neste ano: “O Paradoxo Cloverfield”, que foi disponibilizada com exclusividade na plataforma de streaming, e “Aniquilação”, lançada nos cinemas apenas nos Estados Unidos e na China e distribuída em streaming no resto do mundo. Já em produções televisivas, a parceria abrange vários títulos, como “Maniac” e “13 Reasons Why”, entre outras. “Temos um longo relacionamento com a Netflix”, observou o chefe do estúdio. “No lado de licenciamento, conhecemos a equipe de gerenciamento sênior há muitos anos. Isso representa um fluxo de receita com o qual estamos empolgados. Temos mais capacidade de produção do que o parque exibidor de cinema pode acomodar. Enquanto cinema continua sendo nosso principal negócio, estamos muito felizes em trabalhar com empresas como Netflix, Amazon e outras como parceiros e novos clientes.” Os gastos com conteúdo da Netflix, Amazon, Hulu e Apple devem superar US$ 20 bilhões em 2018, segundo Gianopulos. “Eles estão procurando por grandes propriedades e temos grandes franquias, ótima tradição em desenvolvimento, grandes relacionamentos criativos e potencial para desenvolver para eles”, acrescentou. “De certa forma, isso é apenas uma evolução dos dias em que os estúdios faziam MOWs [filmes da semana] para as redes de TV”, continuou Gianopulos. “A diferença, claro, é que a qualidade de alguns desses filmes é muito maior, tornando esses relacionamentos ainda mais valiosos. E isso reforça a força de um estúdio grande e bem estabelecido como a Paramount.” Embora o chefe da Paramount não tenha revelado detalhes, o acordo é similar ao fechado entre a Apple e o estúdio A24, que também foi noticiado nesta sexta-feira.

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    Estúdio de Moonlight, A Bruxa e Hereditário fecha contrato com a Apple para desenvolver filmes para streaming

    16 de novembro de 2018 /

    A Apple definiu um parceiro estratégico em sua iniciativa de oferecer conteúdo exclusivo e original em sua vindoura plataforma de streaming. De acordo com o Wall Street Journal, foi firmado um contrato com o estúdio indie A24 para desenvolver vários filmes para streaming, no que representa a operação mais ambiciosa até o momento do departamento de conteúdos audiovisuais da empresa de tecnologia. A A24, fundada em 2012 em Nova York, ganhou projeção por produzir filmes premiados, que são sinônimos de cinema de qualidade em gêneros como drama, sci-fi, suspense e terror. Entre os filmes da produtora estão os aclamados “Ex_Machina”, “O Quarto de Jack”, “O Lagosta”, “A Bruxa”, “Hereditário”, “Lady Bird”, “Ao Cair da Noite”, “O Sacrifício do Cervo Sagrado”, “Bom Comportamento”, “Mulheres do Século 20”, “Sala Verde”, “Artista do Desastre”, o documentário “Amy” e “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Suas produções priorizam temas que rendem discussões e deleitam cinéfilos, mas nem sempre isso se traduz em retorno financeiro, por meio de sucessos de bilheteria. Tanto que, em março passado, rumores começaram a circular sobre negócios do estúdio com a Apple. Na ocasião, acreditava-se que a Apple compraria a A24. Não há detalhes sobre o negócio, mas anteriormente o WSJ afirmou que o CEO da Apple, Tim Cook, estava recusando projetos de séries de streaming por conta de conteúdo violento e sombrio, ou seja, o que é típico de uma produção da A24. Os produtores ainda teriam sido informados de que violência e nudez gratuita não fariam parte do cardápio que a Apple pretende servir em streaming, e muitas das decisões sobre o que ganha sinal verde estariam sendo alinhadas aos gostos pessoais de Cook, com preferência por dramas familiares. Ainda não há previsão de lançamento para a plataforma da Apple, embora a data de março de 2019 tenha surgido em reportagens anteriores do Wall Street Journal. Outro detalhe especulado é que o negócio é mais ambicioso que muitos imaginam, prevendo lançamento simultâneo em mais de 100 países só para começar.

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