O Beijo no Asfalto usa metalinguagem para contar história clássica
“O Beijo no Asfalto” (2017), filme que marca a estreia na direção do ator Murilo Benício, é uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que fala sobre um homem, Arandir (Lázaro Ramos), que vê um sujeito ser atropelado na sua frente e concede ao moribundo um último pedido: um beijo. Escrita em 1960, a peça mostra como a vida desse homem é arruinada, uma vez que aquele simples ato de bondade dá início a uma verdadeira perseguição por parte da polícia, da imprensa e do seu próprio sogro, ao mesmo tempo em que causa problemas no seu casamento com Selminha (Débora Falabella). O texto original foi transposto integralmente para o filme. E isso é perceptível tanto no conteúdo verborrágico e nos diálogos sobrepostos – característicos do teatro – quanto na abordagem de alguns temas comuns a Nelson, como a sexualidade, a intimidade da família “normal” brasileira e as perversões humanas. Porém, vale citar que a peça não condena a homossexualidade, o que ela condena é a repressão da mesma, e a maneira como as instituições de poder, como a polícia, a mídia e a religião, tratam desse assunto como se fosse uma doença – e o fato de um texto tão antigo soar tão atual é um mau sinal. Ainda assim, Benício imprimiu a sua própria visão para a obra, propondo algo diferente para esta adaptação: fazendo uso da metalinguagem, ele apresenta o processo dos próprios atores ao se prepararem para realizar o longa-metragem. Assim, o que vemos é o elenco sentado a uma mesa discutindo o texto e se familiarizando com os seus respectivos personagens, enquanto Murilo fica num canto, só ouvindo. As cenas dos ensaios se misturam com cenas “de cinema”, da adaptação em si, e é por meio dessa mistura que acompanhamos a história de Arandir. Trata-se de uma proposta bastante complexa para um diretor estreante, mas Benício demonstra habilidade de um veterano. Explicitando todo o aparato cinematográfico, desde as câmeras, os trilhos do travelling e as páginas do roteiro, o realizador usa esse recurso da metalinguagem para criar algumas composições belíssimas, como aquela na qual um plano geral revela o cenário montado, mas aos poucos a câmera se aproxima dos atores, deixando de lado todo aquele aspecto “realista” (ou seja, excluindo os detalhes do estúdio e da equipe de filmagem) e se concentrando na “ficção” (tornando-se uma cena “normal” de cinema). Assim, ainda que as cenas dos ensaios continuem a fazer parte da narrativa, a partir do segundo ato – sim, existe a divisão em três atos – a ficção torna-se muito mais presente na tela do que essa (falsa) realidade. É como se os atores já conhecessem bem os seus personagens e já tivessem ensaiado o bastante, podendo partir para a “prática”. Com isso, em momentos mais densos, como na discussão entre Selminha e seu pai, Aprígio (Stênio Garcia), o diretor fecha o quadro no rosto daquelas pessoas para que possamos ver em detalhes todas as expressões que eles tanto ensaiaram. E isso só funciona porque o talentoso elenco consegue extrair a densidade do texto de Nelson com aparente facilidade e, contraditoriamente, com naturalidade. Murilo declarou que “O Beijo no Asfalto” foi um projeto coletivo e que todos os envolvidos são responsáveis por esse resultado. De fato, o cinema é uma arte colaborativa. Mas o cinema também precisa do direcionamento do realizador para não se tornar uma cacofonia de diversas vozes falando ao mesmo tempo. E Benício demonstra o talento necessário tanto para criar, quanto para ouvir e filtrar aquilo que lhe interessa. Ou seja, é um excelente cineasta.
Documentário lembra porque Maria Callas foi a maior cantora lírica
Maria Callas (1923-1977) tem sido reconhecida como a maior cantora lírica do século 20 ou, mesmo, de toda a história do bel canto. Um documentário que pretenda registrar sua figura humana e sua obra musical tem, antes de mais nada, que apresentar sua performance vocal às novas gerações. Esse é o primeiro mérito de “Maria Callas em Suas Próprias Palavras”, filme de Tom Volf: é possível vê-la e ouvi-la cantar vários números, do começo ao fim de cada canção. Evita-se, assim, aquela sensação de colcha de retalhos, excertos musicais que não dão a dimensão real do trabalho artístico. A vida de Maria Callas foi cercada de polêmicas, amores, frustrações, cobranças do público e da crítica. A maneira encontrada pelo documentário para abordar tudo isso foi montar o filme todo por meio das palavras da própria cantora, como o título em portiguês já entrega. Entrevistas, depoimentos, cartas, gravações em vídeo, dão conta da dimensão dessa vida intensa e rica, totalmente dedicada à música e ao amor. Callas, nascida em Nova York, de uma família de imigrantes gregos, se naturaliza grega por conta de seu envolvimento amoroso com Aristóteles Onassis que, apesar de provocar grande decepção e frustração, acabou resistindo, pelo menos como forte amizade, até a morte dele. Segundo o que se vê no filme, e o tempo decorrido em cada relacionamento confirma, o papel de Maria Callas na vida de Onassis foi muito mais forte do que o de Jacqueline Kennedy. E o de Onassis para Callas, total e arrasador. O que “Maria by Callas” enfoca bem é o desgaste provocado por uma vida de constantes desempenhos espetaculares, exigidos e amados pelo público, que impõem um preço alto a pagar. Quando uma doença e a perda da voz obrigam a suspensão de um espetáculo no meio, isso assume ares de tragédia e as críticas e incompreensões se estabelecem. O conflito entre uma vida artística tão exigente e a vida pessoal e familiar que não se realizam nunca em plenitude é o que está na base da abordagem do filme. Maria tem que levar Callas para todo lugar e para sempre, comprometendo sua intimidade e suas pretensões a uma vida simples e comum. A celebridade engole a pessoa. Além de excepcional cantora, Maria Callas era também boa atriz. Aliás, condição indispensável para o seu retumbante êxito na ópera. Daí para a experiência no cinema é um pulo. Ela trabalhou para ninguém menos que Pier Paolo Pasolini (1922-1975) em “Medeia”, por exemplo. Mas a carreira cinematográfica não chegou a decolar. Sua missão maior – a difusão do canto lírico para diversas gerações – venceu tudo. Já próxima da morte, Maria Callas buscava, mais uma vez, retornar aos palcos, lugar onde ela se sentia em casa. O filme de Tom Volf emociona, ao resgatar essa bela história, incluindo imagens raras de arquivo, filmagens pessoais, cartas íntimas, e ao nos apresentar maravilhosas performances musicais da grande diva. É daqueles filmes que colecionadores gostarão de ter em casa, para ver e rever. A arte e a beleza são fascinantes para quem desenvolve a sensibilidade para apreciá-las.
Documentário resgata talento e importância de Henfil
A partir de 1969, com o golpe dentro do golpe militar, as esperanças de uma volta à democracia acabaram de vez. Um dos meus momentos de respiro e felicidade era ir às bancas de jornais, semanalmente, comprar e ler “O Pasquim”, jornal de humor e política que marcou época como mídia de resistência. A publicação reunia a fina flor do jornalismo crítico do período, gente como Millôr Fernandes, Tarso de Castro, Ivan Lessa, Paulo Francis, Sérgio Cabral pai, Sérgio Augusto, Tárik de Souza e cartunistas e desenhistas do quilate de um Ziraldo, um Jaguar, um Fortuna. Pois, diante desse time de cobras, um dos grandes destaques e sucesso comprovado do Pasquim era Henrique Filho, o Henfil (1944-1988). O mineirim, filho de D. Maria, irmão do cantor e compositor Chico Mário, de Glorinha e do Betinho. O país que sonhava “com a volta do irmão do Henfil”, na magnífica canção de João Bosco e Aldir Blanc, imortalizada por Elis Regina, referia-se ao Betinho da luta contra a fome, que ficou para as páginas mais bonitas da história do nosso país. Enquanto o general Figueiredo preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo, os personagens de Henfil exalavam povo por todos os poros. O povo era, para ele, a única esperança real. Os fradinhos, o cumprido resignado e o baixinho provocador, marcaram época. E a Graúna, o Zeferino, o bode Orelana, Ubaldo, o paranóico, e o Cabôco Mamadô são insuperáveis. Tem também o Urubu flamenguista, lançado nos tempos de sua participação na mídia esportiva. E quem pode se esquecer das famosas cartas que ele escrevia para a mãe, na revista Isto É , entre 1977 e 1984, com uma foto de D. Maria no alto? Cartunista e artista multimídia, diríamos hoje, Henfil escreveu livros, atuou na TV e no cinema, mas não chegou a concretizar um filme de animação com seus personagens. No documentário “Henfil”, dirigido por Angela Zoé, ela tenta reparar isso, filmando um grupo de jovens animadores que, a partir de um workshop sobre o trabalho de Henfil, cria um curta de animação com os personagens dele. O processo é mostrado e o resultado é apresentado no final do filme. Para isso, contaram com a ajuda de Ziraldo, por exemplo, que lhes mostrou que a Graúna não poderia ficar certinha e bonitinha, porque o traço que a caracterizava era sujo, nervoso, desenho em movimento. De fato, em poucas linhas, Henfil mostrava tudo, em ação. Com poucas palavras, dizia tudo, também. De um modo urgente, tinha que ser para já, como o lema “Diretas já”, que ele produziu e disseminou. Para essa urgência certamente contribuiu a hemofilia, a doença que o acompanhou por toda a vida e foi a causa de sua morte em decorrência da Aids, contraída numa transfusão de sangue, que fazia parte da sua rotina de sobrevivência. Só que num tempo em que o controle dos bancos de sangue no Brasil era precário. Haja vista o grande número de casos de contaminação pelo vírus HIV por essa via que ocorreu nos anos 1980. Nessa época, eu já trabalhava com educação sexual nas escolas públicas e particulares e costumava atender convites da mídia para falar sobre o assunto. Foi numa dessas situações que acabei conhecendo o Henfil pessoalmente. Num programa da TV Cultura, conduzido por Júlio Lerner (1939-2007). Apresentei o assunto mostrando sua importância, o valor científico e a seriedade que a abordagem exigia. Ele concordou totalmente, mas acrescentou que eu não me esquecesse de pôr humor nessa didática. A educação sexual tinha de ser divertida, também. É isso mesmo. Ele nunca deixou de pôr humor na vida, mesmo nos momentos mais tenebrosos do país, na ditadura militar, ou nos graves problemas de saúde que tinha de enfrentar. Participam do documentário “Henfil” gente que viveu e trabalhou ao seu lado, como os já citados Ziraldo, Jaguar, Sérgio Cabral pai, Tárik de Souza e ainda Lucas Mendes, amigos e familiares. Imagens do Henfil em entrevistas, em lançamento de livros, em filmagens familiares ou de viagens compõem um painel abrangente do grande talento que ele foi. E como ele faz falta até hoje! Ver o filme “Henfil” é recuperar a história desse grande artista brasileiro, de sua luta política valendo-se do humor corrosivo e do desafio que foi e continua sendo a luta contra a Aids.
Capitã Marvel ganha novo pôster concebido para a CCXP
A Marvel divulgou um novo pôster de “Capitã Marvel”, concebido para a divulgação do filme na CCXP (Comic Con Experience) 2018, que traz uma ilustração de Brie Larson no uniforme tradicional da heroína. A atriz esteve no Brasil participando do evento, onde acompanhou a exibição de mais vídeos inéditos da produção. A trama se passa nos anos 1990 e acompanha a Capitã Marvel (Larson) após cair na Terra e ser encontrada por Nick Fury [Samuel L. Jackson rejuvenescido por maquiagem digital], acreditando ser uma heroína kree em guerra contra os skrulls. Mas ao enfrentar as criaturas que podem mudar de forma, a personagem passa a ter flashbacks de uma vida passada como piloto americana, o que a faz questionar sua própria existência como kree. O elenco também inclui Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Gemma Chan (série “Humans”), Annette Bening (“Beleza Americana”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e McKenna Grace (“Designated Survivor”) como a versão mirim da heroína, sem esquecer dos retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como os vilões Ronan e Korath, do primeiro “Guardiões da Galáxia”, e Clark Gregg como o agente Coulson da SHIELD. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”) “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019. To all the fans who came to the Marvel Panel at Brazil Comic Con today, enjoy this exclusive poster!!!! I’ll get you a drawing of Goose next time ? #CapitãMarvel (via @BrieLarson) pic.twitter.com/1gqPBEUQve — Marvel Entertainment (@Marvel) December 8, 2018
Brightburn: Trailer legendado do novo filme de James Gunn transforma origem de Superman em terror
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado de “Brightburn”, nova e misteriosa produção de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), rodada em segredo e pouco mencionada desde a polêmica que levou à sua demissão de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. A dúvida é se a Warner, que o contratou para fazer “Esquadrão Suicida 2”, da DC Comics, tem ideia desse projeto, que é basicamente a origem de Superman como filme de terror. A prévia mostra como um casal, vivido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) e David Denman (“Outcast”), deseja e não consegue para ter um filho. Até que uma noite tem suas preces atendidas, na forma de um bebê que cai literalmente do céu, numa nave espacial. O menino cresce e, aos poucos, começa a demonstrar superpoderes. Seus pais sabem que ele é especial, destinado a grandes façanhas. Mas essa história superconhecida se descortina de forma diferente dos quadrinhos, em clima tenso. E quando a criança adota uma capa vermelha e passa a voar, fica claro: o pequeno alienígena é, na verdade, personagem de um filme de terror sanguinário. A história foi escrita por Brian Gunn e Mark Gunn, respectivamente irmão e primo do diretor de “Guardiões da Galáxia”. James Gunn assina apenas a produção, já que a direção ficou a cargo de David Yarovesky, o diretor do clipe da música “Inferno”, da trilha de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A estreia está marcada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Tom Holland e Jake Gyllenhaal aparecem de surpresa na CCXP e a zoação continua no hotel
O painel da Sony foi responsável pela maior surpresa da CCXP (Comic Con Experience) 2018. Sem aviso, a apresentação de “Homem-Aranha: Longe de Casa” neste sábado (8/12) foi invadida por ninguém menos que Tom Holland, Jacob Batalon e Jake Gyllenhaal, respectivamente o Homem-Aranha, Ned Leeds e Mysterio no filme. O público enlouqueceu. Mas o melhor foi o vídeo que Tom Holland postou em seu Stories no Instagram. Ao agradecer a recepção do público, ele flagrou Gyllenhaal brincando de Homem-Aranha no espelho do banheiro do hotel. Hilário. Veja abaixo. Melhor porque, passada a surpresa, a conversa com os atores no evento acabou engatando o tom monótono e genérico das participações dos famosos hollywoodianos na CCXP, que não contaram nada de novo sobre nada. Tanto que o ponto alto do painel, após a surpresa, foi uma dança do trio, ao som de Earth, Wind & Fire. Como curiosidade, ficou o fato de Gyllenhaal descrever o vilão Mystério como um herói. “Mystério é um herói legal que foi recrutado por Nick Fury [Samuel L. Jackson] para acabar com uma ameaça”, contou o ator. E o trailer exibido logo em seguida mostrou literalmente isso. Até Tom Holland, conhecido por soltar spoilers dos filmes em que trabalha, conteve-se no evento. Para quem estava presente, houve ao menos a possibilidade de vê-los ao vivo, além de uma exibição antecipada do trailer, que será lançado na internet nos próximos dias. Fora isso, a Sony exibiu em seu estande dois novos uniformes do Aranha, o mais tradicional e o preto. Este novo foi batizado de “furtivo” e entregue por Nick Fury para o Aranha cumprir a missão da história. Novamente escrito pelos roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, dois dias depois do lançamento nos Estados Unidos. Atualização do Tom no Instagram agradecendo pelo dia fantástico que teve na #CCXP18 e mostrando o Jake Gyllenhaal fazendo brincadeiras no espelho no banheiro. ? pic.twitter.com/6Rlr16H8iN — Tom Holland Brasil (@tomhollandbr) December 8, 2018
Cena de ação de Alita: Anjo de Combate chama atenção por sua mistura de realismo e animação
A Fox divulgou uma cena inédita de “Alita: Anjo de Combate”, que destaca uma luta da protagonista contra vários robôs assassinos. Totalmente feita por computação gráfica, a cena tem resultado bem realista, sem abandonar sua clara inspiração anime. O limite é tão tênue que deixa dúvida: “Alita: Anjo de Combate” é live-action ou animação? Supostamente um filme com atores reais, a produção não esconde sua referência anime. Ao contrário, transforma a protagonista via CGI, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes, além do esqueleto metálico, mas sem perder de vista a aparência de sua intérprete, a jovem Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”). A opção estética dos olhos grandes replica a característica mais marcante dos quadrinhos e animação japoneses desde Osamu Tezuka. E, como muitos sabem, o material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990. Entretanto, toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que ela perdeu suas memórias e passa a tratá-la como sua filha. Mas Alita demonstra ser uma expert em artes marciais e logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. No filme, o personagem interpretado por Christoph Waltz (“Django Livre”) se chama Dr. Dyson Ido. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia, que foi adiada três vezes, está atualmente marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeos revelam os monstros gigantes que Godzilla vai enfrentar em seu próximo filme
O estúdio Legendary divulgou três vídeos com aparições individuais dos novos monstros gigantes de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”. Disponibilizados no canal do Twitter da organização fictícia Monarch, os vídeos oferecem vislumbres das ameaças que serão enfrentadas por Godzilla na continuação. Segundo a sinopse oficial, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam um levante de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filmes no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Godzilla já os combateu individualmente e também a todos ao mesmo tempo em vários clássicos japoneses – em particular no famoso “O Despertar dos Monstros” (Destroy All Monsters, 1968). Já o elenco humano inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”) e Aisha Hinds (“9-1-1”), além de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), que retomam seus personagens de “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. ⋈ MONARCH SPECIMEN: Monster Zero. pic.twitter.com/jyAKHFN214 — [MONARCH] (@MonarchSciences) December 8, 2018 ⋈ MONARCH SPECIMEN: The One Born of Fire. pic.twitter.com/nJxaKQPAV6 — [MONARCH] (@MonarchSciences) December 6, 2018 ⋈ MONARCH SPECIMEN: Queen of the Monsters pic.twitter.com/13tYzPDixt — [MONARCH] (@MonarchSciences) December 7, 2018
Trailer de Vingadores: Ultimato quebra recorde de visualizações
Pelo visto, a ansiedade é grande. O primeiro trailer de “Vingadores: Ultimato” (“Avengers: Endgame”, em inglês) teria sido visto cerca de 289 milhões de vezes em apenas 24 horas. O número impressionante é recorde de visualizações no período. A prévia quebrou o recorde que pertencia ao trailer do filme anterior da mesma franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, visto 230 milhões de vezes em 24 horas. A Marvel, claro, alardeou o feito. “Para os maiores fãs do mundo, obrigado por estarem aqui até o ultimato e fazerem desse o trailer mais visto da história com 289 milhões de visualizações em 24 horas”, proclamou o estúdio no Twitter. Nunca é demais explicar que o número total de visualizações é impossível de ser mensurado e as afirmações ficam por conta dos estúdios. Nem os números de “Vingadores: Ultimato” nem os de “Vingadores: Guerra Infinita”, ou de qualquer outro filme anteriormente proclamado como recordista, tiveram as fontes de suas visualizações compartilhadas com a imprensa. O montante seria a soma do total de exibições pelo mundo afora, incluindo publicações diferentes no YouTube em versões de cada país, Daily Motion e assemelhados, Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais da Marvel, dos artistas do filme e dos fãs em todo o planeta. O canal oficial do YouTube da Marvel, em inglês, é o que registra a maior quantidade de visualizações que pode ser, de fato, aferida e chegou em cerca de 40 milhões em 24 horas. É o mesmo volume registrado pelo trailer de “Vingadores: Guerra Infinita” no YouTube em suas primeiras 24 horas. Já versão com legendas no YouTube da Marvel Brasil foi vista 1,5 milhão de vezes nesse período. Este volume é gigantesco para qualquer lançamento no YouTube, considerando que o recordista é o clipe “Thank U, Next”, de Ariana Grande, visto 50,3 milhões de vezes em 24 horas. Para ter outra comparação, o primeiro trailer em inglês de “Capitã Marvel” está atualmente com 47 milhões de visualizações no YouTube, após dois meses. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bumblebee é “o melhor dos Transformers”, diz a crítica americana
Os críticos norte-americanos tiveram acesso às primeiras sessões para a imprensa de “Bumblebee”, derivado da franquia “Transformers”, e as manifestações compulsórias/compulsivas nas redes sociais dos nerds com credencial foram as mais elogiosas possíveis. O elogio mais comum foi a exaltação de que “Bumblebee” é “o melhor dos Transformers”, embora isso não seja necessariamente um elogio. Nunca é demais lembrar que, embora o público tenha lotado os filmes da franquia, eles só receberam críticas negativas. O melhor dos “Transformers” foi justamente o primeiro, de 2007, que recebeu 57% de aprovação. Cada lançamento posterior registrou queda na nota, até registrar 16% no filme mais recente, “O Último Cavaleiro”, de 2017. A diferença, aparentemente, é que nenhum “Transformers” teve Hailee Steinfeld antes. O desempenho da atriz, que já foi até indicada ao Oscar (por “Bravura Indômita”, aos 15 anos), é uma unanimidade entre os críticos, que também aprovaram a nostalgia dos anos 1980 trazida pela produção. Perri Nemiroff, do site Collider, foi um dos que fez a comparação: “‘Bumblebee’ é, de longe, o melhor filme de ‘Transformers’. Belamente filmado, com muito humor certeiro e absolutamente cheio de coração. Não é mais surpresa, mas Hailee Steinfeld é fantástica. Absolutamente tudo é uma delícia!”. Erik Davis, do site Fandango, fez eco e voltou a elogiar Steinfeld. “‘Bumblebee’ é o melhor filme de ‘Transformers’, e o meu favorito também. Hailee Steinfeld eleva todas cenas em que participa, e o visual mais velho dos robôs faz com que seja mais fácil seguir a ação”, escreveu. Mike Ryan, do Uproxx, chegou a ficar perplexo por ter gostado filme. “Cara, ‘Bumblebee’: eu meio que amei. Eu honestamente não acredito que estou dizendo isso! Para quem queria ver os designs da Gen 1 em um filme, os primeiros cinco minutos do filme são pornô para fãs de ‘Transformers'”, comentou. Mike Rougeau, do site GameSpot, completou elogiando a escolha de situar a trama nos anos 1980, que permitiu não só referências às música e filmes, mas uma verdadeira incorporação do espírito da época. “‘Bumblebee’ é um filme totalmente anos 1980 no melhor jeito possível. Tem uma energia parecida com Spielberg e John Hughes. Há muitas piadas com ‘O Clube Dos Cinco’ e Hailee Steinfeld (que é ótima) passa metade do filme tentando fazer Bumblebee gostar de The Smiths. Nossa, eu amei isso”. O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”), Grace Dzienny (série “Zoo”) e Dylan O’Brien (“Maze Runner”) como a voz de Bumblebee. A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Homem-Aranha no Aranhaverso revela sete cenas divertidas e mais cinco pôsteres internacionais
A Sony divulgou mais cinco pôsteres internacionais e sete cenas da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que ajudam a explicar o encantamento da crítica com a produção. Além dos traços serem muito bonitos, o roteiro é engraçadíssimo. A divertida produção marca o primeiro encontro no cinema dos diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha que existem nos quadrinhos. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que é o principal protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é um dos vilões menos cósmicos da Marvel. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria e depois de roubar as cenas em “Homem-Aranha no Aranhaverso” deve ter sua própria animação. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele universo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko, ambos recentemente falecidos. Stan Lee, por sinal, deixou registrada sua voz no desenho antes de morrer no mês passado. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Novo 007 teria o retorno de Léa Seydoux e potencial trama trágica
O elenco do próximo filme de “007” teria o retorno de Léa Seydoux como Madeleine Swann, segundo informações do jornal Daily Mail, que cita declarações do diretor Cary Fukunaga (“Beasts of No Nation”). Ainda não oficial, a notícia alimenta rumores de que o filme seria uma nova adaptação de “A Serviço Secreto de Sua Majestade”, uma das obras mais famosas de Ian Fleming, já levada às telas em 1969. O longa dos anos 1960 não costuma ser muito enaltecido pela rejeição sofrida por George Lazenby como 007 pelo público da época, fazendo Sean Connery retornar nos longas seguintes. Mas é muito bom. Na ocasião, Diana Rigg (Olenna Tyrell em “Game of Thrones”) viveu Tracy Bond, a única Bond Girl até hoje a casar com James Bond. A trama mostrava como a morte trágica da esposa fez o protagonista abandonar a aposentadoria para retomar seu serviço como espião do MI6. Esse rumo foi sugerido na cena final no filme mais recente da franquia, “007: Contra Spectre”, onde o agente se aposenta para viver ao lado de Swann (Seydoux). Daniel Craig é, até o momento, o único nome oficialmente confirmado na continuação, mas também são esperados os retornos de Ralph Fiennes como M, Naomie Harris como Moneypenny e Ben Whishaw como Q. Sem título definido, o próximo filme será o 25º da franquia oficial e o primeiro dirigido por um americano. Cary Fukunaga assumiu a função após a desistência de Danny Boyle por “diferenças criativas”. Já o roteiro é de Neal Purvis e Robert Wade, que assinaram todos os filmes de 007 estrelados por Daniel Craig. A estreia está marcada para fevereiro de 2020.
Warner encomenda roteiro para um filme do super-herói Homem-Borracha
A Warner está desenvolvendo mais uma adaptação dos quadrinhos da DC Comics. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio contratou a pouco conhecida Amanda Idoko para escrever o roteiro de um filme do Homem-Borracha. Ela trabalhou na série “The Mayor”, encerrada em janeiro após 13 episódios, e assina a história do vindouro filme de Tate Taylor (“Histórias Cruzadas”) intitulado “Breaking News In Yuba County”. A ideia dos executivos da Warner é manter o tom cômico das histórias do personagem nos quadrinhos. O Homem-Borracha (que é de plástico em inglês: Plastic Man) ficou conhecido como o piadista original dos super-heróis. Curiosamente, ele não surgiu nas publicações da DC, tendo sido criado por Jack Cole para a Quality Comics em 1941. Quando a Quality faliu em 1956, a DC adquiriu os direitos de muitos dos personagens, entre eles o Homem-Borracha. A verdadeira identidade do herói é Patrick “Eel” O’Brian, um criminoso reformado. O’Brian fazia parte de uma gangue e, durante um assalto mal feito, é baleado e – claro – também encharcado com um líquido químico. Deixado para morrer pela gangue, ele não só sobrevive como adquire o poder de mudar de forma e esticar seu corpo, tornando-se o homem mais maleável do mundo. O milagre o faz mudar de vida e, em sua vida civil, virar um policial. O personagem acabou cultuado pela forma bem-humorado como encarava seus poderes absurdos e até teve sua própria série animada em 1979. Ao entrar na DC, o Homem-Borracha também passou a integrar a Liga da Justiça, e precisou lidar com o fato de a editora já ter um herói de poderes similares, o Homem-Elástico. Mas enquanto o segundo surgiu claramente inspirado na criação de Jack Cole – assim como o Sr. Fantástico na Marvel – , os dois acabaram se provando muito diferentes em termos do humor de suas histórias. Inspirado pelas comédias de pastelão, o Homem-Borracha está mais para Deadpool que qualquer outro herói da DC e isso deve ter sido um fator significativo para a Warner considerar um filme sobre suas aventuras cômicas. Ainda não há diretor ou previsão de estreia para a produção.












