PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Jenna Ortega é um robô no trailer de “Klara e o Sol”

Ficção científica do diretor de "Thor: Amor e Trovão" estreia nos cinemas em outubro

Leia mais
22 de junho de 2026
Filme

Filho de Beckham estreia como ator em romance gay

Romeo Beckham viverá par romântico do francês Paul Kircher em "Forty Love"

Leia mais
22 de junho de 2026
Filme

Globo transforma nova “Carga Pesada” em filme para cinema

Projeto com Thalita Carauta e Fabiula Nascimento mantém plano de virar série após exibição cinematográfica

Leia mais
22 de junho de 2026
  • Filme

    Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica

    19 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?‍♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST

    Leia mais
  • Filme

    Polar: Mads Mikkelsen solta raios na primeira foto da adaptação de quadrinhos

    19 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou a primeira imagem oficial de “Polar”, adaptação da graphic novel do artista espanhol Victor Santos, publicada pela Dark Horse. A foto traz Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) de bigode, tapa-olho e soltando raios laser pelas mãos, no papel do assassino Duncan Vizla, também conhecido como Kaiser Sombrio. A trama acompanha Vizla, o melhor assassino do mundo, que resolve se aposentar. O problema é que seu ex-empregador tem outros planos, contratando jovens assassinos rivais, muito mais ágeis e em forma, para matá-lo. Ou seja, não é uma história muito original. E foi escrita por um especialista em tranqueiras, Jayson Rothwell (“Natal Sangrento”), promovido dos trabalhos feitos direto para DVD com uma produção que será lançada direto em streaming. A direção é de Jonas Åkerlund, que fez carreira como diretor de clipes (U2, Metallica, Lady Gaga, etc), e o elenco ainda inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Matt Lucas (“Doctor Who”) A data de estreia ainda não foi definida.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Roteirista de Millennium: A Garota na Teia de Aranha vai escrever o filme de Battlestar Galactica

    19 de dezembro de 2018 /

    A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” contratou um novo roteirista. Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) vai reescrever o primeiro roteiro encomendado pela Universal, que foi desenvolvido por Lisa Joy (criadora de “Westworld”). O novo desenvolvimento parece indicar que houve mudanças na prioridade do projeto, que será dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”), após se arrastar pelo estúdio Universal desde 2009. Infelizmente, atinge essa etapa após a morte do criador da atração, Glen A. Larson (1937–2014), e de seu astro original, Richard Hatch (1945–2017). Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e foi um dos responsáveis pela decepção de “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Após passar mais alguns anos esquecido num arquivo, a Universal voltou a lembrar do projeto ao contratar Lisa Joy e decidir começar tudo do zero, sem explicar se filme continuaria focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou se adaptaria o remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens em 2003, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que deixaram de ser alienígenas para virar robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Ou seja, enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a mais recente sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). O projeto tem produção de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”), e ainda não possui cronograma para o início de suas filmagens ou previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Aquaman atinge US$ 200 milhões nas bilheterias da China

    19 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” está se provando um fenômeno na China. O filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 200 milhões nas bilheterias do país na terça (18/12), após 12 dias de exibição. Até o final da semana, o longa deve superar a bilheteria total do filme mais bem-sucedido da Warner de todos os tempos no mercado chinês, “Jogador Nº 1”, que fez US$ 218 milhões entre março e abril. Nesta quarta-feira (19/12), a expectativa é que supere os US$ 300 milhões de arrecadação mundial. Em cartaz em 41 países, o filme ainda não estreou nos Estados Unidos, onde só chega oficialmente (sem contar premières) na sexta (21/12) para enfrentar uma concorrência fortíssima. O super-herói vai enfrentar os poderes combinados do marketing da Disney e da Paramount, que lançam no mesmo dia “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee”, num circuito que acaba de receber “Homem-Aranha no Aranhaverso”, da Sony. Mesmo assim, as projeções dos analistas de mercado consideram que “Aquaman” ficará com o topo das bilheterias, faturando US$ 72 milhões entre sexta-feira e domingo. Entretanto, como há um feriadão de Natal na sequência, o montante pode superar US$ 120 milhões nos primeiros cinco dias de exibição – isto é, de 21 a 25 de dezembro – nos Estados Unidos e no Canadá.

    Leia mais
  • Filme

    Novo A Dama e o Vagabundo será “estrelado” por cachorros de verdade

    18 de dezembro de 2018 /

    A Disney não vai usar computação gráfica para criar os cachorros da versão “live-action” de “A Dama e o Vagabundo”. Pelo menos foi o que garantiu o ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) em entrevista ao site Collider. O ator é um dos poucos integrantes humanos da trama, casado com a personagem de Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Os dois são donos da Dama. Mas os cães vão falar na trama com vozes famosas. Portanto, embora não sejam criados por computador com os bichos de “Mogli, o Menino-Lobo” e o vindouro “O Rei Leão”, os cachorros terão bocas e expressões manipuladas digitalmente para parecer que conversam. O elenco de dubladores inclui Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) como a Dama, Justin Theroux (“The Leftovers”) como o Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) como a vira-lata Peg e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix planeja lançar 90 filmes exclusivos por ano

    18 de dezembro de 2018 /

    O chefe da divisão de filmes da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a empresa de streaming pretende produzir mais de 90 filmes por ano. Deste total, cerca de 55 seriam de filmes de ficção, enquanto o restante ficariam divididos entre animações e documentários. Os planos ambiciosos foram revelados em entrevista ao jornal The New York Times. Na reportagem, Stuber ainda destacou que várias dessas produções teriam orçamentos superiores a US$ 200 milhões, replicando a escala de investimento dos grandes estúdios na produção dos blockbusters de Hollywood. Fazendo uma comparação, o artigo aponta que a Universal lança, em média, cerca de 30 filmes por ano. Já a Disney, que teve mais sucessos no ano, lançou apenas 9 produções em 2018. Entre os filmes atualmente em produção na Netflix encontram-se “The Irishman”, próximo longo do premiado cineasta Martin Scorsese, e novos títulos de Steven Soderbergh, Dee Rees, Guillermo del Toro, Noah Baumbach e Michael Bay.

    Leia mais
  • Filme

    Pets 2: Coelho vira super-herói em novo trailer dublado da animação

    18 de dezembro de 2018 /

    A Illumination divulgou um novo pôster e o terceiro trailer dublado de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2”, sequência da animação de sucesso de 2016. Anteriormente, o estúdio havia liberado um vídeo com o protagonista Max e outro com a gata Chloe. Agora é a vez do coelho Bola de Neve, que mudou totalmente de vida. O vilão do primeiro filme agora acha que é super-herói, rendendo cenas divertidas. Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte e faturou US$ 875,4 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Mas não foi divulgado se eles estão bisando seus papéis na continuação. As vozes originais, entretanto, tiveram uma mudança importante, Louis CK (série “Louie”) foi substituído pelo humorista Patton Oswalt (“A.P. Bio”) no papel do cãozinho Max. O dublador original foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. Os demais dubladores são os mesmos em inglês: Lake Bell (“De Volta para Casa”) com Chole, Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como Bola de Neve, além de Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). Além deles, há novidades como Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”), Pete Holmes (“Crashing”) e Nick Kroll (criador de “Big Mouth”). “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” repete diretor e roteirista, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Bao: Veja a íntegra do curta da Pixar pré-selecionado para o Oscar 2019

    18 de dezembro de 2018 /

    A Pixar disponibilizou na íntegra o curta “Bao”, que pode ser visto abaixo. O filme é um das pré-selecionados pela Academia de Ciências e Artes Cinematográficas dos Estados Unidos para disputar o Oscar 2019 de Melhor Curta de Animação Com pouco mais de 7 minutos de duração, “Bao” mostra o inusitado nascimento de um bebê que surge a partir de um bolinho. O curta foi dirigido por Domee Shi e foi inspirado em sua experiência como filha de imigrantes no Canadá. Domee Shi trabalhou na equipe de artistas dos desenhos “Divertida Mente” (2015), “O Bom Dinossauro” (2015) e “Os Incríveis 2” (2018), e vai estrear como diretora de longa-metragem numa animação ainda sem título da Pixar, prevista para 2022. “Bao” teve première no Festival de Tribeca e foi exibido nos cinemas como abertura de “Os Incríveis 2”.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Clássico de Kurosawa, Rashomon vai virar série contemporânea

    18 de dezembro de 2018 /

    Um dos filmes mais venerados do mestre Akira Kurosawa, “Rashomon”, vai virar série. A divisão televisiva da Amblin, produtora de Steven Spielberg, comprou os direitos do filme de 1950 com a intenção de adaptá-lo como thriller contemporâneo. “Rashomon” marcou época por inaugurar um novo estilo de narrativa cinematográfica, em que um mesmo evento é apresentado sob diferentes pontos de vista. A ideia da Amblin é criar uma série de antologia em que cada temporada se foque na comparação de diferentes versões de um mesmo acontecimento, pelos olhares de diversos personagens. No filme de Kurosawa, o evento em questão era o assassinato de um samurai e o estupro de sua noiva. O incidente é lembrado a partir das perspectivas de diferentes testemunhas, desde a noiva e um ladrão até fantasma do samurai assassinado. Estrelado por Toshiro Mifune, o filme ganhou um Oscar honorário em 1952, quando ainda não havia a categoria específica para Filmes em Língua Estrangeira na premiação. “Nós sentimos essa abordagem narrativa e a forma como explora a verdade e a realidade é especialmente oportuna no mundo de hoje”, disse Mark Canton (“Rota de Fuga”), encarregado da produção.

    Leia mais
  • Filme

    Dwayne Johnson introduz personagem de Eiza Gonzáles no derivado de Velozes & Furiosos

    18 de dezembro de 2018 /

    O ator Dwayne “The Rock” Johnson usou seu Instagram para apresentar a personagem de Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em “Hobbs & Shaw”, derivado de “Velozes e Furiosos” estrelado por ele e por Jason Statham. Ele postou uma foto ao lado da atriz e contou uma história dos bastidores da produção. Eiza Gonzáles vai viver Madame M e Johnson brinca na legenda que ela entrou no set com tudo, acertando um belo tapa em Statham. “Estou apenas brincando”, esclarece. “Mas pagaria bastante para ver este tapa”. “Tem sido muito legal criar novos personagens que o público vai amar, conforme construímos nosso universo ‘Velozes e Furiosos'”, continua. “Deem as boas vindas a Madame M. Estivemos esperando por ela e seu esquadrão de mulheres duronas”. Além de González, “Hobbs & Shaw” também contará com a atriz Vanessa Kirby (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) na pele de uma espiã britânica que é irmã de Shaw, personagem de Statham. Idris Elba (“A Torre Negra”) completa o elenco interpretando um novo vilão, batizado de Brixton. O filme é dirigido por David Leitch (“Deadpool 2”) e tem previsão de estreia para agosto. Visualizar esta foto no Instagram. T.R.O.U.B.L.E. On set of HOBBS & SHAW with @eizagonzalez as she brings her character “Madam M” to life. And by “brings her character to life” I mean she walked on set and slapped the shit outta @jasonstatham. Kidding. But I’d pay handsomely with my cheat meal cookies to see that slap. Been very cool to create new characters that audiences are gonna love as we build out our FAST & FURIOUS UNIVERSE. Fun stuff. Welcome “Madam M” to our franchise. We’ve been waiting for her and her squad of bad ass female force multipliers. #HobbsAndShaw #FemaleForceMultipliers SUMMER 2019 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 17 de Dez, 2018 às 2:09 PST

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Penny Marshall (1943 – 2018)

    18 de dezembro de 2018 /

    A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.

    Leia mais
  • Filme

    Cadê Você, Bernadette: Cate Blanchett desaparece no trailer do novo filme do diretor de Boyhood

    18 de dezembro de 2018 /

    A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “Where’d You Go, Bernadette”, novo filme do diretor Richard Linklater (“Boyhood”). A prévia embala o espectador como uma comédia familiar, envolvendo a história típica de um casal que cria uma adolescente, com os desafios que isso comporta. É possível vislumbrar uma dificuldade da mãe em lidar com as exigências simultâneas do trabalho e do lar, ainda mais com a perspectiva de uma viagem em família para a Antártica, conduzindo a uma ansiedade desproporcional. Até que não se vislumbra mais mãe nenhuma. A personagem, que é a Bernadette do título, simplesmente some, deixando seu marido, sua filha, parentes, vizinhos e amigos perplexos. A trama adota, então, tom de investigação. São muitas perguntas, além da que dá título ao longa, cuja tradução literal é “pra onde você foi, Bernadette”. Afinal, o que faz uma arquiteta bem-sucedida, casada com um guru tecnológico e com uma filha inteligente simplesmente desaparecer, largando tudo e todos sem aviso prévio? A resposta pode não ser demorada para um psiquiatra, mas para o público são quase duas horas de filme. E muitas páginas de best-seller. O filme é adaptação de “Cadê Você, Bernadette”, livro de Maria Semple, que já escreveu episódios de “Louco por Você” e “Arrested Development”. O elenco destaca Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) como a mãe desaparecida, Billy Crudup (“Mulheres do Século 20”) na pele do marido e a estreante Emma Nelson como a filha, além de uma multidão de coadjuvantes famosos, como Kristen Wiig (“Pequena Grande Vida”), Laurence Fishburne (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”), Judy Greer (“Homem-Formiga”) e Troian Bellisario (“Pretty Little Liars”). A estreia está marcada para 16 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Berlim 2019 seleciona dois filmes brasileiros

    18 de dezembro de 2018 /

    O Festival de Berlim 2019 começou a divulgar a lista dos longas selecionados para sua programação. E nesta terça (18/12), a prestigiosa mostra Panorama revelou a inclusão de dois longas brasileiros: o documentário “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, e a ficção “Greta”, de Amando Praça. O documentário de Marcel Gomes conta a história dos trabalhadores de Toritama, município da Paraíba que se autointitula a capital do jeans, e como eles aproveitam a folga do carnaval uma vez por ano. O diretor já competiu pelo Urso de Ouro em Berlim com o drama histórico “Joaquim” (2017), sobre Tiradentes. “Greta”, por sua vez, acompanha um enfermeiro que leva um de seus pacientes para casa, onde recebe ajuda da vizinha, uma mulher trans. O longa é estrelado por Marco Nanini e marca a estreia na direção de Amando Praça. Ao todo, 22 títulos foram divulgados na mostra Panorama. Entre eles estão “Mid90s”, estreia do ator Jonah Hill na direção de longa-metragem, e “The Souvenir”, estrelado por Tilda Swinton. A edição de 2019 do Festival de Berlim vai acontecer entre os dias 7 e 17 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para a mostra Panorama. “37 Seconds” (Japão), de Hikari “Dafne” (Itália), de Federico Bondi “The Day After I’m Gone” (Israel), de Nimrod Eldar “A Dog Called Money” (Irlanda, Reino Unido), de Seamus Murphy “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar” (Brasil), de Marcelo Gomes “Chained” (Israel, Alemanha), de Yaron Shani “Flatland” (África do Sul, Alemanha, Luxemburgo), de Jenna Bass “Greta” (Brasil), de Armando Praça “Hellhole” (Bélgica, Holanda), de Bas Devos “Jessica Forever” (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel “Acid” (Rússia), de Alexander Gorchilin “Mid90s” (Estados Unidos), de Jonah Hill “Los Miembros de la Familia” (Argentina), de Mateo Bendesky “Monos” (Colômbia, Argentina, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Uruguai), de Alejandro Landes “O Beautiful Night” (Alemanha), de Xaver Böhm “Selfie” (França, Itália), de Agostino Ferrente “Shooting the Mafia” (Irlanda, Estados Unidos), de Kim Longinotto “Skin” (Estados Unidos), de Guy Nattiv “The Souvenir” (Reino Unido), de Joanna Hogg “Tremblores” (Guatemala, França, Luxemburgo), de Jayro Bustamante “The Miracle of the Sargasso Sea” (Grécia, Alemanha, Holanda, Suécia), de Syllas Tzoumerkas “What She Said: The Art of Pauline Kael” (Estados Unidos), de Rob Garver

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie