Filme de Downton Abbey ganha pôsteres com personagens
A Focus Features divulgou quatro pôsteres do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. As artes trazem os personagens se preparando para um evento, com as ladies Mary (Michelle Dockery) e Edith Crawley (Laura Carmichael) ajustando as jóias, enquanto a criadagem – incluindo Robert James-Collier como Thomas Barrow – prepara a recepção. Como sugere o teor dos cartazes, os convidados são o próprio público – “Estávamos esperando vocês”, diz o texto em inglês. Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na produção televisiva, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, o filme tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará também com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Já Lily James ficou de fora, justificando sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra, após se mudar para os EUA na série. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido, uma semana depois nos EUA e apenas em 7 de novembro no Brasil.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster
A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Pennyworth: Série da DC Comics sobre a juventude de Alfred ganha primeiro teaser
O canal pago americano Epix divulgou o primeiro teaser da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título e uma direção de arte caprichada, que recria o começo dos 1960. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. Ben Aldridge (“Reign”) viverá o jovem milionário Thomas Wayne e o elenco ainda destaca a cantora Paloma Faith como Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee. A 1ª temporada, que terá dez episódios, vai estrear durante o verão norte-americano (entre maio e julho), em data ainda não anunciada.
June Harding (1940 – 2019)
A atriz June Harding, que fez sucesso nos anos 1960, ao estrelar a comédia “Anjos Rebeldes” (1966), morreu no dia 22 de março em uma casa de repouso no Maine. Ela tinha 78 anos. Com aparência bem mais jovem que sua idade real, Harding registrou seu primeiro trabalho numa pequena participação na longeva novela “As the World Turns” aos 16 anos, de onde partiu para Nova York, buscando virar atriz de teatro. Após se apresentar em peças pequenas, ela estreou na Broadway aos 21 anos, em dezembro de 1961, como a filha mais nova de Art Carney na peça de sucesso “Take Her, She’s Mine”, mas logo voltou para a TV, virando integrante da série de antologia “The Richard Boone Show”, entre 1963 e 1964. Ela ainda apareceu em episódios de “Dr. Kildare”, “Os Defensores” e “O Fugitivo” antes de ser escalada em seu primeiro e único filme. Já tinha 26 anos quando protagonizou “Anjos Rebeldes” ao lado da estrelinha da Disney Hailey Mills, então com 19. No clássico dirigido por Ida Lupino, as duas viviam as personagens do título, estudantes espirituosas de um internato de meninas, administrado por uma Madre Superiora durona (Rosaland Russell). O filme fez grande sucesso e rendeu uma homenagem para a atriz em sua cidade natal de Emporia, na Virginia. Ela recebeu a chave da cidade e foi comemorada com um novo feriado municipal, o “Dia de June Harding”. Mas Harding não deu sequência na carreira, aposentando-se logo no começo dos anos 1970. Seu último papel foi no telefilme “The Cliff” (1970). Desde então, vinha se dedicando à pintura.
Roberto Benigni vira Gepeto na primeira foto do novo Pinóquio
O estúdio Le Pacte divulgou a primeira foto da nova versão de “Pinóquio”. A imagem traz o ator e diretor italiano Roberto Benigni (vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Vida É Bela”) como o marceneiro Gepeto diante do boneco de madeira. O filme marca a volta de Benigni ao cinema, oito anos após seu último papel, quando fez uma pequena participação em “Para Roma, com Amor” (2012), de Woody Allen. E, por coincidência, numa adaptação da mesma obra que lhe rendeu o seu maior fracasso. Benigni foi diretor, roteirista e protagonista de uma versão anterior da mesma história, lançada em 2002. Na ocasião, no papel do boneco de corpo e cara-de-pau, ele conseguiu a façanha de atingir 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. O novo filme é dirigido por Matteo Garrone, que volta ao mundo das fábulas encantadas após o ótimo “O Conto dos Contos” (2015). Em comunicado à imprensa, Garrone afirmou que o projeto representa “dois sonhos se tornando realidade”: dirigir uma adaptação de “Pinóquio” e trabalhar com Benigni. As filmagens começaram em 18 de março na Itália e vão continuar por mais 11 semanas. Apesar de ainda não ter previsão de estreia, a produção italiana vai chegar aos cinemas antes de seus concorrentes americanos saírem do papel. Há pelo três filmes sobre “Pinóquio” em desenvolvimento nos Estados Unidos: um longa animado de Guillermo del Toro, com produção da Netflix, uma versão “live-action” da Disney, que traria Tom Hanks como Gepeto, e outra da Warner com Robert Downey Jr. Pela falta de atualizações, é provável que a última já tenha sido descartada. A adaptação mais famosa da obra de Carlo Collodi continua a ser o desenho lançado pela Disney em 1940, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original – pela clássica “When You Whish Upon a Star”.
Agnès Varda (1928 – 2019)
A cineasta Agnès Varda, um dos maiores nomes da nouvelle vague, morreu na madrugada desta sexta (29/3), aos 90 anos, cercada por sua família e amigos, em consequência de um câncer. Feminista, diretora de cinema, artista plástica e também fotógrafa, ela assinou clássicos que ficaram conhecidos por suas ousadias, com estruturas e narrativas originais. “La Pointe-Courte” (1955), seu longa de estreia, por exemplo, tinha narração dupla, enquanto acompanhava histórias distintas de uma vila. Vários críticos citam este trabalho como precursor da nouvelle vague, já que foi lançado antes que seus colegas de geração (François Truffaut, Jean-Luc Godard, Alain Resnais, Claude Chabrol, Jacques Rivette, Éric Rohmer) filmassem suas obras mais famosas, desprendendo-se das convenções narrativas do cinema. Nascida Arlette Varda em 1928 numa região de Bruxelas, capital da Bélgica, ela estudou fotografia na Escola de Belas Artes de Paris e aos 21 anos desembarcou com a sua câmara fotográfica no Festival de Avignon, o mais antigo festival de artes da França e um dos maiores do mundo, do qual passou a ser a fotógrafa oficial em 1951. Em pouco tempo, passou das imagens estáticas para as de movimento, mas sua experiência fotográfica a acompanhou por toda a carreira. Ao fazer um filme, Varda também assumia a câmera, além do roteiro, edição e produção. Dizia que só assim conseguiria a coesão – e a autoria completa – sobre suas obras. Em 1954, criou sua produtora, a Ciné-Tamaris, por onde lançou “La Pointe-Courte”, que a tornou conhecida como “mãe” ou “madrinha” da nouvelle vague. Mas seu filme mais conhecido viria no auge do movimento, em 1962. Seu segundo longa, “Cléo das 5 às 7”, imprimiu um viés feminista ao cinema. A trama acompanhava a personagem-título por duas angustiantes horas pelas ruas de Paris, enquanto aguardava o resultado de um exame de câncer. Foi considerado o Melhor Filme do ano pelo sindicato dos críticos franceses. Seu terceiro lançamento, “As Duas Faces da Felicidade” (1965), vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Berlim, focava a hipocrisia masculina, mostrando uma família que seria perfeita, não fosse o patriarca um homem infiel, apesar de feliz no casamento. Depois de dirigir Catherine Deneuve em “As Criaturas” (1966), Varda e o marido, o também cineasta Jacques Demy, mudaram-se para Los Angeles, onde ela mergulhou “no espírito de revolta” da contracultura e se reinventou como documentarista. Querendo registrar o período, filmou diversos curtas sobre tópicos quentes, como os Panteras Negras, a revolução cubana, a guerra do Vietnã e o próprio feminismo. Só foi voltar à ficção em 1977, com “Uma Canta, a Outra Não”, história de duas amigas ao longo de uma década de reivindicações femininas. Mesmo assim, passou a se alternar-se entre registros de tudo o que lhe chamava atenção, como os murais grafitados das ruas de Los Angeles (o documentário “Mur, Murs”, 1981), e trabalhos em que se expressava por meio de atores, como o drama de uma jovem encontrada morta numa vala. Este foi o tema de “Os Renegados” (1985), estrelado por Sandrine Bonnaire, que venceu o Leão de Ouro como Melhor Filme do Festival de Veneza. Essa dualidade a permitiu filmar duas vezes a atriz Jane Birkin de forma completamente diferente no mesmo ano, como personagem no polêmico “Le Petit Amour” (1988), que flertava com a pedofilia, e como pessoa real no documentário “Jane B. por Agnès V.” (1988). A morte do marido em 1990 inspirou um de filmes seus mais belos, “Jacquot de Nantes” (1991), baseado na infância e juventude de Jacques Demy, em que transbordava amor. Também fez um documentário tocante sobre a carreira do diretor, “The World of Jacques Demy” (1995). Mas não foi tão feliz ao tentar contar as memórias do próprio cinema em “As Cento e uma Noites” (1995), um híbrido de ficção e documentário que a levou a se afastar de vez dos atores. A partir daí, só filmou pessoas reais, como os trabalhadores rurais e catadores de lixo em “Os Catadores e Eu” (2000), sempre inserindo-se no contexto, como ficava explícito pelos títulos. Ao abandonar os atores, passou a dar mais atenção à fotografia. Na verdade, ao aspecto mais artístico das imagens. “Se vocês prestarem atenção, minha carreira se divide em duas partes, a do século 20 e a do 21. Na primeira sou mais cineasta; na segunda, artista plástica”, explicou, no último Festival de Berlim. Em “As Praias de Agnès” (2008), começou a cuidar de seu legado, revendo cenas e lugares de sua vida – e, de quebra, conquistando uma porção de prêmios em diversos festivais, justamente pela plasticidade com que descreveu sua jornada. Em 2017, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos lhe rendeu homenagem com um Oscar honorário pelo conjunto de sua obra. “Musa Pioneira. Ícone. Uma mulher que lançou um movimento de cinema”, assim a apresentou o presidente da Academia, John Bailey, quando Varda se tornou a primeira mulher cineasta a ter a carreira reconhecida pelo Oscar. Mas, incansável, ela ainda voltou à premiação em 2018, quando concorreu ao Oscar de Melhor Documentário por “Visages, Villages”, tornando-se, aos 89 anos, a pessoa mais velha a ser indicada em uma categoria competitiva do principal troféu da indústria cinematográfica. Seu último trabalho como diretora foi uma minissérie biográfica, “Varda par Agnès – Causerie”, que após a première no Festival de Berlim no mês passado, foi exibida há 11 dias na França. A obra se encerra com um borrão branco, em forma de névoa, que engole a cena em que Agnès Varda contempla uma praia. Ela se preocupou até em deslocar os créditos de encerramento para outro lugar, de forma a não terminar seu último filme com uma tela preta, representando a escuridão, mas sim com a mais completa claridade. “Preciso me preparar para dizer adeus e achar a paz necessária para isso”, ela disse em sua última entrevista coletiva, no Festival de Berlim, 46 dias antes de morrer. Na tarde desta sexta-feira, ela ainda inauguraria uma exposição de fotografias e instalações de arte em Chaumont-sur-Loire, que será aberta sem ela.
Sony vende plataforma Crackle, que será relançada com anúncios
Na contramão de seus concorrentes, a Sony Pictures Television vendeu sua plataforma de streaming, a Crackle. A Chicken Soup for the Soul (CSS), empresa de Connecticut que fez fortuna com livros de autoajuda, comprou a participação majoritária no serviço. Mas a Sony continuará como parceira minoritária. Juntas, as duas empresas irão operar uma nova joint venture, a Crackle Plus (Crackle+, como Disney+ (Disney Plus) e Apple TV+), que abrigará o serviço de streaming. Além do conteúdo original da Crackle e de filmes e séries da Sony, o reboot da plataforma também incluirá o material da Popcornflix, Popcornflix Kids, Popcornflix Comedy, Frightpix, Espanolflix e Truli, plataformas da CSS. Diferente da Crackle original, a Crackle Plus não será baseado em assinaturas. O projeto irá oferecer acesso gratuito a todos os interessados, em troca da exibição de anúncios pagos. Esse formato é chamado de AVOD, abreviatura de ad-supported video on-demand, e já vinha sendo explorado pela CSS em suas plataformas. A Sony vai manter a propriedade das séries originais do Crackle, como “Start Up” e “The Oath”, além de oferecer a tecnologia da plataforma por meio de sua subsidiária de mídia, a Sony Electronics. De acordo com as empresas, a Crackle Plus oferecerá mais de 38,5 mil horas de programação e começará com uma audiência mensal de 10 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos. Além disso, oferecerá produções independentes distribuídas pelo app Pivotshare. Com a mudança, a Sony busca encontrar um modelo alternativo de crescimento, já que não conseguiu competir com a estratégia agressiva de lançamentos da Netflix e Amazon, que estão gastando bilhões para produzir séries originais. Em comunicado, o presidente da Sony TV, Mike Hopkins, disse acreditar que existe uma demanda crescente por plataformas gratuitas, financiadas por anúncios, à medida que os consumidores começam a se cansar com a proliferação de ofertas de assinatura. A própria Amazon chegou a lançar seu AVOD, o IMDb Freedive, enquanto a Viacom investiu em janeiro na compra da Pluto TV, um serviço patrocinado por anúncios. “Com o aumento da demanda por conteúdo de vídeo online gratuito, bem como a necessidade de os anunciantes alcançarem os consumidores, as redes de AVOD, como a Crackle Plus, estão posicionadas para um crescimento substancial”, disse ele. A Crackle foi fundada em 2004 como Grouper e vendida para a Sony em 2006. Mas só foi lançar seu primeiro produto original em 2012: o programa de Jerry Seinfeld “Comedians in Cars Getting Coffee”, que se mudou para a Netflix no início de 2018. Com o negócio, a Sony recebeu US$ 5 milhões, que podem ser convertidos em ações da CSS em até cinco anos. A expectativa é que a compra valorize as ações da CSS.
Denzel Washington e Frances McDormand vão estrelar nova versão de Macbeth
Os atores Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) vão estrelar uma nova versão de “Macbeth”, clássico de William Shakespeare. A direção será de Joel Coen, marido de McDormand, que normalmente trabalha ao lado do irmão Ethan Coen. O site Deadline, que apurou a notícia, não informou se o projeto será um raro voo solo do cineasta. A peça de William Shakespeare é uma das obras mais filmadas do cinema, tendo já sido adaptada por Orson Welles em 1948 e Roman Polanski em 1971. A versão mais recente é de 2015, do australiano Justin Kurzel, com Michael Fassbender e Marion Cotillard nos papéis principais. A conhecida trama acompanha um nobre escocês que, após encontrar um trio de bruxas que jura prever seu futuro, é convencido que está destinado a se tornar rei. Com a ajuda de sua ambiciosa mulher, ele realiza um banho de sangue para cumprir a profecia e tomar a coroa. A nova versão vai reunir uma equipe premiadíssima, numa produção do estúdio indie A24. McDormand já venceu dois Oscar de Melhor Atriz, por “Fargo: Uma Comédia de Erros” (1996) e “Três Anúncios Para Um Crime” (2017), enquanto Washington tem um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Tempo de Glória” (1989) e outro de Melhor Ator por “Dia de Treinamento” (2001). Para não ficar para trás, Joel Coen tem nada menos que quatro estatuetas por trabalhos ao lado do irmão: Melhor Roteiro Original por “Fargo” e Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado por “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007).
Tom Hanks negocia viver empresário de Elvis Presley em cinebiografia
O ator Tom Hanks está em negociações para estrelar uma cinebiografia de Elvis Presley, ainda sem título, que será dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para a Warner Bros. Caso o acordo seja fechado, ele viverá o Coronel Tom Parker, o lendário empresário que controlava todos os aspectos da vida de Elvis. Lurhmann está produzindo o longa com a esposa Catherine Martin. Os dois estão desenvolvendo o projeto desde que o diretor finalizou seu último filme em 2013. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com Parker. Tom Parker era um trapaceiro nascido na Holanda que nunca se naturalizou americano e ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Ele estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – e algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, com quem também escreveu “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Segundo o site The Hollywood Reporter, a expectativa é que as filmagens comecem no outono norte-americano (entre setembro e novembro), mas os produtores ainda não começaram a procurar um intérprete para Elvis. Hanks pode ter uma abertura em sua agenda para o papel, porque seu próximo filme após a sci-fi “Bios”, atualmente em pré-produção, seria “News of the World”, do diretor Paul Greengrass, que pode não sair do papel. É que a Disney fechou o estúdio responsável pelo projeto, a Fox 2000.
Novo terror produzido por Guillermo del Toro ganha primeiro trailer
A CBS Films divulgou dois novos pôsteres e o primeiro trailer completo de “Scary Stories to Tell in the Dark”. A prévia tem a marca registrada de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), com crianças assustadas por monstros que avançam nas sombras. Além disso, ao contrário de “Goosebumps”, outra adaptação de terror infantil literário, os contos arrepiantes que se materializam na tela teriam sido escritos por uma das próprias criaturas tenebrosas. E o clima é de terror puro, como “It – A Coisa”, e não feito um terrir para menores. Iniciada em 1981, a trilogia literária de Alvin Schwartz contava histórias de terror para o público infantil, mas, graças às artes fantasmagóricas que ilustravam suas páginas, ingressou na lista das obras banidas das escolas americanas. Del Toro assina a produção, mantendo as características assustadoras das histórias originais, além de ter concebido o roteiro da adaptação em parceria com John August (“Sombras da Noite”). Mas os créditos finais ficaram com os irmãos roteiristas Dan e Kevin Hageman (da série animada “Caçadores de Troll”, também criada por Del Toro). Já a direção é do norueguês André Øvredal (“O Caçador de Trolls”, “A Autópsia”). E o elenco inclui Gabriel Rush (“O Grande Hotel Budapeste”), Michael Garza (“Wayward Pines”), Zoe Margaret Colletti (“Annie”) e Gil Bellows (“Eyewitness”). A estreia está marcada para 9 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Novo trailer legendado de UglyDolls traz música inédita de Kelly Clarkson
A Diamond Films disponibilizou o novo trailer legendado de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O desenho musical traz vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E o vídeo destaca uma das músicas inéditas da trilha, “Broken & Beautiful”, cantada por Kelly Clarkson. Além dela, os cantores Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom também fazem parte do elenco – junto dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Já a trilha sonora tem até música da brasileira Anitta. Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”). Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Annabelle 3 ganha título nacional e nova data de estreia no Brasil
O sentido de Aranha disparou. É que a Warner “traduziu” o título do terceiro filme de “Annabelle”. “Annabelle Comes Home” virou “Annabelle 3: De Volta para Casa”. O estúdio também “oficializou” uma imagem disponibilizada pelo produtor James Wan em suas redes sociais, incluindo-a na divulgação oficial. E ainda marcou uma nova data de estreia. Originalmente previsto para 11 de julho no Brasil, o filme vai estrear mais cedo, em 27 de junho, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. O terceiro “Annabelle” será o primeiro filme da boneca maligna a incluir os personagens da franquia central, “Invocação do Mal”. Como foi revelado em julho passado, a história será centrada na menina Judy Warren, de dez anos, assim como seus pais – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O filme deve contar como a boneca foi parar com os Warren, retomando a trama do “Invocação do Mal” original de 2013. Diz a sinopse divulgada pela Warner: “Determinados a impedir que Annabelle possa causar mais destruição, os demonologistas Ed e Lorraine Warren levam a boneca para a sala de artefatos da sua casa, colocando-a ‘em segurança’ atrás de um vidro sagrado e assegurado pela benção de um padre. Mas, em uma noite profana de horror, Annabelle acorda os espíritos maléficos do lugar, que estabelecem um novo alvo: a filha de 10 anos dos Warren, Judy, e suas amigas.” A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para interpretar a versão mais nova de Judy Warren. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova, mas já tem uma vasta filmografia, que inclui as séries “Designated Survivor”, “The Haunting of Hill House”, o especial de Natal de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, além dos filmes “Jogador Nº 1”, “Um Laço de Amor”, “Eu, Tonya” e até “Capitã Marvel”, onde viveu a jovem Carol Danvers (Brie Larson). “Homem-Aranha: De Volta…”, ops, “Annabelle 3: De Volta para Casa” também marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores – além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”.
Cine Holliúdy 2 bate Capitã Marvel e vira filme mais visto do Ceará
Em cartaz há uma semana, a comédia nacional “Cine Holliúdy 2 — A Chibata Sideral” virou fenômeno de bilheteria no Ceará, onde lidera o ranking dos filmes mais vistos — à frente até de “Capitã Marvel”. A sequência da comédia premiada de 2013 teve, em seu primeiro fim de semana, 50,1 mil espectadores e renda de R$ 783,4 mil, com 68% dos ingressos vindos de seu estado de origem, segundo dados do site Filme B, que analisa o mercado cinematográfico. Os rendimentos da abertura são duas vezes superiores ao do filme original, que chegou a vender mais de 5 milhões de ingressos ao todo. Mas o primeiro estreou em apenas 11 cinemas, contra 86 da continuação. Considerando todo o país, “Cine Holliúdy 2” é o 5º filme mais visto no momento, atrás de, claro, “Capitã Marvel”, “A Cinco Passos de Você”, “Nós” e “O Parque dos Sonhos” – em ordem de liderança. Por enquanto em exibição apenas no Nordeste e em Brasília, o longa de Halder Gomes, que também dirigiu o original, estreia no resto do país no dia 4 de abril. “Cine Holliúdy 2” conta a história de Francisgleydisson (Edmilson Filho), o dono do cinema do título, que tem um contato imediato e decide filmar uma ficção científica, em que Lampião enfrenta extraterrestres, contratando moradores locais para integrar o elenco. O filme também vai virar série da Globo, com estreia prevista para maio. Saiba mais aqui.









