Comercial da Audi invade perseguição de Capitão América: Guerra Civil
Um comercial bastante criativo da Audi aproveitou a cena de perseguição do Pantera Negra ao Soldado Invernal, um dos pontos altos de “Capitão América: Guerra Civil”, para mostrar como a marca é perseguida. Os carros do filme foram providenciados pela montadora, mas a publicidade também destacou o que acontecia no interior de um veículo enquanto os heróis corriam túnel adentro. “Capitão América: Guerra Civil” vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times de opiniões opostas. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Umberto Magnani (1941 – 2016)
Morreu o ator Umberto Magnani, que estava no ar como o padre Romão na novela “Velho Chico”. Ele sofreu um AVC hemorrágico na segunda (25/4), dia de seu aniversário de 75 anos, enquanto gravava a novela, chegou a passar por uma cirurgia e estava em coma, no Hospital Vitória, no Rio, onde faleceu nesta quarta-feira (27/4). “Ele estava em um momento lindo da carreira. Para alguns aconteceu da melhor forma possível. Ele apagou e não sentiu nada. Estava com um personagem lindo, fazendo sucesso”, disse a atriz Isadora Ferrite, com quem Magnani atuava no teatro. Magnani era um dos poucos atores que participavam das duas fases da novela das 21h. Na trama, seu personagem religioso era o grande conselheiro de Santo (Domingos Montagner). Nos próximos capítulos da história, Romão incentivaria o presidente da cooperativa a lutar pela população de Grotas de São Francisco. A assessoria de comunicação da Rede Globo informou na tarde de terça-feira que um novo padre, interpretado por Carlos Vereza, assumirá a paróquia de Grotas do São Francisco na trama. A Record, emissora na qual o ator também está no ar, com a reprise de “Chamas da Vida”, lamentou a morte em nota oficial: “Externamos nossa solidariedade à família, aos amigos e fãs de Umberto Magnani”. Nascido em 1941 em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista, Umberto Magnani começou sua extensa carreira no teatro, após ingressar na Escola de Artes Dramáticas (EAD) em 1965. Em 1968, ele trabalhou com Ruth Escobar e chegou a substituir Antonio Fagundes no Teatro de Arena, na peça “Primeira Feira Paulista de Opinião”, de Lauro César Muniz. Sua estreia em novelas aconteceu na primeira versão de “Mulheres de Areia”, exibida pela TV Tupi em 1973. No cinema, debutou em “Chão Bruto” (1977), dirigido por Dionísio Azevedo e estrelado por Regina Duarte, a quem encontraria várias vezes ao longo da carreira. Ele chegou na Globo em 1982, quando participou de um episódio do programa “Caso Verdade” e apareceu em duas novelas consecutivas, “Sétimo Sentido” (1982) e “Razão de Viver” (1983). Fez ainda pequenos papeis nas minisséries de época “Anarquistas, Graças a Deus” (1982), “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Memórias de um Gigolô” (1986). Mas só foi se destacar em produções da breve TV Manchete, onde coestrelou o seriado “Joana” (1984), como ex-marido da protagonista Regina Duarte, e a minissérie “Rosa dos Rumos” (1990), na qual viveu seu maior vilão televisivo. Paralelamente ao trabalho televisivo, Magnani fez filmes, como os clássicos “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e “Kuarup” (1989), de Ruy Guerra, e consagrou-se no teatro, recebendo duas vezes o Troféu Mambembe, por sua atuação nas peças “Lua de Cetim” e “Às Margens do Ipiranga”, e duas o Prêmio Governador do Estado, também por “Às Margens do Ipiranga” e “Nossa Cidade”. Seu último trabalho nos palcos foi a peça “Elza e Fred”, na qual foi protagonista ao lado de Suely Franco. O espetáculo ficou em cartaz entre 2014 e 2015. Além de atuar, Magnani ocupou importantes cargos públicos. De 1977 a 1990, ele foi diretor regional da Fundação Nacional de Artes Cênicas, do Ministério da Cultura, e presidente da Comissão de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em 1985. O trabalho institucional acabou lhe tirando de cena, rendendo uma pausa de mais de uma década no cinema, só foi interrompida na vidada do século com “Cronicamente Inviável” (2000), “Cristina Quer Casar” (2003), “Quanto Vale ou É por Quilo?” (2005) e “Os Inquilinos” (2009). Após sair do Ministério da Cultura, ele integrou o elenco de diversas novelas da Globo escritas por Manoel Carlos, como “Felicidade” (1991), “História de Amor” (1996), “Páginas da Vida” (2006) e até a minissérie “Presença de Anita” (2001). Fez também “Alma Gêmea” (2005), de Walcyr Carrasco, e o remake de “Cabocla” (2004), de Benedito Ruy Barbosa, autor de “Velho Chico”. Nos últimos anos, vinha mostrando seu talento na Record, onde atuou nas novelas “Chamas da Vida” (2008), “Ribeirão do Tempo” (2010), “Máscaras” (2012), “Balacobaco” (2012) e a minissérie bíblica “Milagres de Jesus” (2014). Ele ainda participou de duas novelas do SBT, “Éramos Seis” (1994) e “Amigas e Rivais” (2007). Magnini tinha recém-retornado à Globo, justamente para fazer “Velho Chico”, após dez anos longe da emissora.
Guy Hamilton (1922 – 2016)
Morreu o diretor inglês Guy Hamilton, responsável por alguns dos filmes mais famosos de James Bond e grandes clássicos do cinema britânico. Ele faleceu na quarta (20/4), aos 93 anos, num hospital em Palma de Maiorca, na Espanha, onde residia há quatro décadas. Apesar do passaporte britânico, Hamilton nasceu em Paris, em 16 de setembro de 1922, onde seus pais trabalhavam a serviço da Embaixada do Reino Unido. Ele começou a carreira ainda na França, aos 16 anos, como batedor de claquete de um estúdio de cinema de Nice. Mas precisou fugir quando os nazistas avançaram sobre o país. No barco em que rumava para a África formou amizade com outro “britânico parisiense” em busca de asilo, o escritor Somerset Maugham (“O Fio da Navalha”). O encontro o inspirou a se alistar na Marinha britânica e realizar diversas missões de resgate de compatriotas em fuga da França ocupada. Ele próprio se viu enrascado quando seu barco foi afundado por nazistas, e dizia que devia a vida aos heróis da resistência, especialmente à bela francesa de 18 anos Maria-Therese Calvez, inspiradora, em sua memória, de dezenas de Bond girls. Após a guerra, ele se reuniu com sua família em Londres, onde retomou seus planos de trabalhar com cinema. Logo começou a estagiar na London Film Productions, exercendo a função de diretor assistente sem receber créditos, em clássicos como “Seu Próprio Verdugo” (1947), de Anthony Kimmins, e “Anna Karenina” (1948), de Julien Duvivier, antes de ganhar o respeito de Carol Reed, que lhe deu seus primeiros créditos profissionais e se tornou seu mentor. Hamilton assistiu Reed na criação de grandes clássicos do cinema britânico, como “O Ídolo Caído” (1948), o fabuloso “O 3º Homem” (1949), estrelado por Orson Welles, e “O Pária das Ilhas” (1951), em que conheceu sua futura esposa, a atriz franco-argelina Kerima. A parceria deixou nele uma marca profunda. “Carol era basicamente meu pai”, ele observou, em entrevista ao jornal The Telegraph. “Ele me ensinou tudo o que sei. Eu o adorava.” Outra experiência marcante foi trabalhar como assistente de John Huston no clássico “Uma Aventura na África” (1951), produção estrelada por Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, realizada entre bebedeiras e surtos de disenteria na savana africana, que serviu para demonstrar ao jovem tudo o que podia dar errado numa filmagem. Os rigores de “Uma Aventura na África” lhe encheram de confiança para iniciar sua carreira como diretor. Hamilton conseguiu convencer o produtor Alexander Korda que podia completar um filme inteiro em três semanas, e seu mentor Carol Reed aconselhou-o a estrear com um thriller de comédia, pois teria o dobro de chances de acertar, fosse na tensão ou na diversão. O resultado foi a adaptação de “O Sineiro” (1952), considerada um das melhores produções baseadas na literatura de mistério de Edgar Wallace. A boa recepção lhe rendeu convites para dirigir mais filmes do gênero. Vieram “Um Ladrão na Noite” (1953) e “Está Lá Fora um Inspetor” (1954). Mas para se firmar como grande diretor, Hamilton foi buscar inspiração em suas aventuras reais de guerra. “Escapando do Inferno” (1955) narrava a fuga de um grupo de prisioneiros de um campo de concentração nazista e foi rodada no castelo de seu título original, “The Colditz Story”. Baseado no livro de memórias de P.R. Reid (interpretado por John Mills no filme), o longa provou-se tão ressonante que sua trama acabou resgatada numa série de TV, duas décadas depois – “Colditz”, que durou três temporadas entre 1972 e 1974. O sucesso continuou com “A Clandestina” (1957), um filme incomum para a época, sobre o poder destrutivo da paixão sexual, envolvendo um capitão de navio (Trevor Howard) e uma jovem clandestina mestiça (a italiana Elsa Martinelli). E persistiu com a comédia “Quase um Criminoso” (1959), em que James Mason finge deserção para a União Soviética para processar os jornais por calúnia e sustentar seu plano de uma vida de luxo nos EUA. Os acertos sucessivos lhe renderam o convite para assumir sua primeira produção a cores, “O Discípulo do Diabo” (1959), drama de época que havia perdido seu diretor em meio a choques com os egos de seus astros, Burt Lancaster, Kirk Douglas e Laurence Olivier. Ainda que o filme tenha representado seu primeiro fracasso comercial, o fato de Hamilton conseguir trabalhar/domar as feras foi tido como um feito, que lhe abriu o mercado internacional – seguiram-se a produção italiana “O Melhor dos Inimigos” (1961), estrelada por David Niven, e a coprodução americana “As Duas Faces da Lei” (1964), com Robert Mitchum. Quando os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman adquiriram os direitos de James Bond, Hamilton foi sua primeira opção para estrear o personagem nos cinemas. Mas o cineasta tinha a agenda ocupada, e a oportunidade foi agarrada por Terence Young. Dois anos depois, porém, Hamilton não voltou a recusar o convite, que considerou uma oportunidade de superar seu maior desgosto. Ele estava arrasado após filmar “The Party’s Over”, que foi proibido pelo comitê de censura por conter cenas polêmicas, como uma orgia envolvendo necrofilia. Foram meses de trabalho perdido – o longa só veio à tona muito depois e com inúmeros cortes. Com a censura atravessada na garganta, Hamilton resolveu ousar na franquia de espionagem e acabou realizando aquele que até hoje é o longa mais cultuado de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1964). Para começar, decidiu aumentar a temperatura sexual, apresentando, logo de cara, uma mulher nua coberta de ouro – a morte mais brilhante, literalmente, nas cinco décadas da série. A trama também destacava a Bond girl de nome mais chamativo, Pussy Galore (Honor Blackman), e a melhor ameaça a laser, apontada exatamente entre as pernas de um cativo 007. As tiradas do vilão também marcaram época – “Não, Sr. Bond, eu espero que você morra!”. Sem esquecer da música tema de Shirley Bassey, “Goldfinger”, uma das canções mais famosas do cinema, que Hamilton brigou com os produtores para incluir na abertura – “Eu não sei se vai fazer sucesso, Harry, mas dramaticamente funciona”, ele disse a Saltzman. Foi ainda “007 Contra Goldfinger” que estabeleceu os elementos mais icônicos dos filmes de James Bond, ao apresentar Sean Connery dirigindo seu Aston Martin repleto de armas secretas, seduzindo vilãs até torná-las aliadas, tomando martíni para flertar com o perigo e fumando com charme antes de explodir uma bomba. O longa rendeu o dobro de bilheteria dos dois filmes anteriores de 007. O que colocou Hamilton na mira de um rival, o agente secreto Harry Palmer. O cineasta filmou em seguida “Funeral em Berlim” (1966), o segundo filme da trilogia do espião que usava óculos, vivido por Michael Caine. Ele completou sua década vitoriosa com “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), recriação meticulosa e em escala épica do esforço da RAF (força aérea britânica) para impedir a invasão nazista ao Reino Unido. A produção talvez seja seu trabalho mais elogiado pela crítica, que resiste até hoje como um dos grandes clássicos de guerra. A ambiciosa realização de “A Batalha da Grã-Bretanha” confirmou que Hamilton era o diretor mais indicado para comandar a franquia 007, que começava a dar sinais de decadência, com o desastre representado pela falha de George Lazenby em substituir Connery em 1969. Convencidos disto, os produtores o trouxeram de volta para três filmes consecutivos, de modo a garantir uma transição tranquila entre Sean Connery, que voltou à saga oficial para se despedir pela segunda vez com “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), e Roger Moore, o novo James Bond a partir de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973). Para emplacar Moore, Hamilton contou até com a ajuda de um Beatle, Paul McCartney, que compôs “Live and Let Die” como tema da estreia do ator. Mas foi o filme seguinte, “007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro” (1974), que soube explorar melhor a mudança de intérprete, apresentando um Bond mais divertido, relaxado e simpático. A franquia praticamente renasceu com a adoção de elementos cômicos, que Hamilton já considerava um diferencial em “Goldfinger”, além de se tornar mais extravagante, com carrões, jatos e mulheres sempre lindas. James Bond virou um playboy. Depois de três “007” seguidos, Hamilton voltou à guerra. Foi dirigir Harrison Ford, recém-consagrado pelo sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), em “O Comando 10 de Navarone” (1978), continuação do clássico “Os Canhões de Navarone” (1961). Mas, acostumado a blockbusters, ele entendeu o sucesso moderado obtido pela produção como hora de mudar de estilo. Quis mudar tudo, diminuir o ritmo, e optou por trocar a ação intensa pelas tramas cerebrais de mistério que lançaram sua carreira. Assim, realizou duas adaptações consecutivas de Agatha Chistie. “A Maldição do Espelho” (1980) registrou a última aparição da personagem Miss Marple no cinema, vivida por Angela Lansbury, enquanto “Assassinato num Dia de Sol” (1982) foi o penúltimo filme com Peter Ustinov no papel do detetive Hercule Poirot. Filmada nas ilhas de Maiorca, esta produção acabou tendo impacto na vida pessoal do cineasta, que, impressionado pela locação, convenceu-se a abandonar sua residência na Inglaterra para passar o resto de sua vida no litoral espanhol com sua esposa. Hamilton já fazia planos de aposentadoria e não filmava há três anos quando foi convencido pela MGM a fazer sua tardia estreia em Hollywood. O projeto era basicamente lançar um 007 americano, baseado num personagem igualmente extraído de uma franquia literária de ação. Só que a crítica não perdoou a tentativa apelativa. Estrelado por Fred Ward como um agente secreto a serviço da Casa Branca, “Remo – Desarmado e Perigoso” (1985) foi considerado um James Bond de quinta categoria. E a produção, que ia inaugurar uma franquia, se tornou o maior fracasso da carreira do diretor. Resignado, ele decidiu encerrar a carreira. Mas nos seus termos, lembrando o conselho precioso de Carol Reed. Se tinha começado com um thriller de comédia, também sairia de cena com chances de motivar meio riso ou meia aflição. E deixou a cortina cair com “De Alto Abaixo” (1989). Deu sua missão por comprida, e gentilmente recusou a proposta da Warner para, novamente, ajudar a lançar uma franquia de ação em Hollywood. Guy Hamilton disse não a “Batman” (1989).
Jennifer Aniston é eleita a mulher mais bonita do mundo aos 47 anos
A atriz Jennifer Aniston (“Uma Família do Bagulho”) foi eleita a mulher mais bonita do mundo em 2016 pela revista People. Aos 47 anos, ela disse, para a publicação, ter ficado surpresa com a escolha. “Eu pensei, ‘Oh meu Deus’. É um momento muito empolgante, me sinto uma adolescente”. Anistou afirmou que envelhecer lhe trouxe maior conscientização em relação à sua saúde. “É engraçado, é uma transição muito rápida desde não ligar para nada e, de repente, passar a ser consciente em relação àquilo que colocamos para dentro de nossos corpos”, afirmou. “E como dormimos e cuidamos de nós mesmos”, completou. Ela faz exercícios seis vezes por semana, sendo aproximadamente uma hora por dia de treino. Apesar da rotina intensa de exercícios, não se considera tão exigente na alimentação. Mas já foi totalmente largada em relação a isso, a ponto de seu agente ter lhe chamado atenção já no começo de sua carreira, dizendo que estava ficando “muito gordinha”. “Eu fiquei assim, ‘O quê?!’ Mas minha dieta era terrível. Milk-shakes e batatas fritas com molho de carne (risos). Foi bom começar a prestar atenção nisso”, declarou. Hoje em dia, ela confessa que só sai da dieta para comer batatas e guacamole com o marido, Justin Theroux (série “The Leftovers”). A eleição de Jennifer Aniston pela People acontece um ano após a revista escolher Sandra Bullock como a mulher mais bonita do mundo, aos 50 anos de idade. Ao saber disso, Bullock não levou a sério. “Eu apenas disse ‘isso é ridículo’. Eu não contei a ninguém”. E preferiu refletir o que significa ser bela. “As pessoas que acho mais bonitas são as que não estão tentando ser”, observou.
Globo de Ouro muda regras após vitória de Perdido em Marte como Melhor Comédia
Depois de virar piada, ao premiar “Perdido de Marte” como Melhor Comédia do ano, o Globo de Ouro resolveu mudar suas regras. O sistema foi revisto depois das críticas e a Associação de Correspondentes Estrangeiros em Hollywood, que organiza a premiação, anunciou o óbvio: que “dramas com conteúdo humorístico terão que se inscritos como dramas”. O longa de Ridley Scott ganhou não só o Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical, mas também o de Melhor Ator na categoria, para Matt Damon, além de render uma indicação a Ridley Scott como Melhor Diretor. Isto gerou reação até de outros candidatos que apareceram com comédias de verdade. O comunicado sobre as novas regras também avisa que estão barradas indiciações a um ator em participação especial que interprete a si mesmo, e que filmes com menos de 75% das aparições dos protagonistas, como animações, não podem concorrer às categorias de Drama e Comédia. Filmes estrangeiros, por sua vez, terão que ter pelo menos 51% dos diálogos falados em idiomas diferentes do inglês, e documentários não poderão se inscrever. A 74ª edição do prêmio será realizada no dia 8 de janeiro de 2017.
Johnny Depp e Amber Heard gravam desculpas por entrar ilegalmente com seus cachorros na Austrália
O ator Johnny Depp e sua mulher, a atriz Amber Heard, gravaram um vídeo se desculpando por terem entrado ilegalmente com seus cães na Austrália, durante as filmagens de “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”. A gravação foi divulgada pelo Departamento de Agricultura do país e mostra os dois dizendo-se arrependidos e aconselhando turistas a respeitarem as leis de quarentena do país. “A Austrália é uma ilha maravilhosa, com um tesouro de plantas, animais e pessoas únicas”, diz Amber Heard. “Isso deve ser protegido”, completa Depp. “A Austrália está livre de muitas doenças que são comuns ao redor do mundo. Por isso o país precisa ter leis de biossegurança tão rígidas”, continua a atriz. “E os australianos também são únicos, calorosos e diretos. Quando você desrespeita a lei na Austrália, eles vão te dizer de maneira firme”, retoma Depp. “Sinto muito que nossos cães não tenham sido declarados. Proteger a Austrália é importante”, desculpa-se Amber. “Declare tudo quando você entrar na Austrália. Obrigado”, conclui Depp. Com a gravação, o casal evitou uma condenação no país, onde Depp gravou o quinto filme da franquia “Piratas do Caribe” no começo de 2015. Amber ainda declarando-se culpada por dar um testemunho falso sobre a dupla de yorkshires do casal. Na época, o Ministro da Agricultura local ameaçou sacrificar os cães, que deveriam ter passado por quarentena obrigatória. Os bichinhos voltaram imediatamente para os EUA, sobrevivendo à sentença. O casal saiu de sua casa, no Havaí, para a audiência em Queensland, na Austrália, a bordo de um jato particular. De acordo com a BBC, Depp quase cochilou em vários momentos da sessão, apesar de poder enfrentar uma pena de até dez anos de prisão, ou multas de até R$ 720 mil. Ao final, o juiz aceitou as desculpas do casal e os dispensou de pagar multa por importação ilegal. Os dois se abraçaram ao ouvir a sentença.
Leonardo DiCaprio e Rihanna são flagrados juntos em show do Guns N Roses
Os boatos de que Leonardo DiCaprio e Rihanna teriam um caso esquentaram no fim de semana, quando os dois foram vistos no Festival de Coachella. Eles foram clicados juntinhos na plateia do show do Guns N’ Roses, com direito a conversa ao pé do ouvido. No início do ano, os dois tinham sido flagrados aos beijos em uma boate em Paris, na França. À época, uma fonte desmentiu que eles estariam namorando, mas diversas fotos circularam nas redes sociais mostrando que tampouco era só amizade.
Obama já viu os episódios da 6ª temporada de Game of Thrones
Fã assumido de “Game of Thrones”, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama não aguentou esperar até 24 de abril pelo recomeço da série. Ele pediu e recebeu os episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones” antes de todo mundo. Considerada a temporada mais aguardada pelos fãs, por ser a primeira a ultrapassar a história dos livros publicados de George R.R. Martin, a nova fase está sendo tratada com mais sigilo que o costume pelos produtores, que nem sequer liberaram cópias adiantadas para a crítica. Para manter o enredo dos novos capítulos em segredo, ninguém fora da cúpula da produção teve acesso às cenas inéditas antes da première oficial. Ninguém, à exceção de Obama. Durante o evento de lançamento da 6ª temporada, os produtores David Benioff e Dan Weiss confirmaram que o presidente dos Estados Unidos não quis esperar e pediu para ver os episódios. “Descobrir que o presidente queria cópias antecipadas foi uma surpresa”, disse Weiss à revista Entertainment Weekly. “Foi um momento muito estranho”. “Quando o homem no comando diz que quer ver os episódios antes de todo mundo, o que você pode fazer?”, brincou Benioff. A estreia também acontece em 24 de abril no Brasil, com exibição pelo canal pago HBO.
Pipoca Moderna atinge 25 mil curtidas no Facebook
Existem muitos sites sobre cinema e séries, mas 25 mil pessoas acham que vale a pena curtir a Pipoca Moderna. Chegamos nesta terça ao número mágico, que, entretanto, é apenas um passo pequeno para uma caminhada que, na internet, é de sobrevivência. Grande ou “pequeno”, o número revela que cada vez mais leitores consideram que vale apena apertar o botão “curtir”, dando reconhecimento ao nosso esforço, nem sempre recompensado. Isso, entretanto, representa apenas 50% do total de visitas que o site tem diariamente. Se todos que nos visitam num único dia resolvessem apertar o botãozinho, o número triplicaria em 24 horas. Por algum motivo, a maioria dos nossos leitores prefere não curtir nosso trabalho. Não é fácil manter um site atualizado diariamente, ainda mais com o nível de qualidade que o editor obcecado deste aqui tenta impor. Mas a energia que resulta da interação com o público, vista nas mais diversas formas, seja nas curtidas, nos comentários ou até nas discussões sobre algumas abordagens, é tão poderosa que já ajudou a atravessar um tratamento de câncer. Estamos vivos, o site continua crescendo e espero que vocês continuem curtindo isto aqui por muitos anos. Portanto, não sejam tímidos. Se ainda não levantaram o polegar, considerem colocar suas digitais na Pipoca Moderna. Sites vem e vão muito rapidamente. Muitos somem por desinteresse dos leitores em demonstrar que estão gostando do trabalho. Outros viram gigantes com a força dos leitores. Cabe a vocês decidir o que vai acontecer com a gente. Por enquanto, obrigado aos 25 mil que nos apoiam, que, além de curtir, também compartilham, indicam, cutucam e mantém a discussão acontecendo. É por vocês que estamos aqui. Rumo aos 30 mil.
Megan Fox está grávida do terceiro filho
A atriz Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) está grávida do terceiro filho, revelou a revista People. Como evidência, a publicação apontou a evidente “barriguinha” que ela exibiu durante sua participação no evento CinemaCon em Las Vegas, na segunda-feira (11/4). Veja a foto acima. Usando um vestido preto Versace, ela promoveu o filme “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” com seu parceiro no longa, o ator Will Arnett. Fox é mãe de Noah Green (3) e Bodhi Green (2), frutos de seu relacionamento com o ex-marido, o ator Brian Austin Green (série “Barrados no Baile”). O casal entrou com o pedido de divórcio em agosto do ano passado, após 11 anos de casamento. No entanto, nos últimos meses, os dois voltaram a ser vistos juntos em diversas ocasiões. A atriz não confirmou a gravidez e nem a possibilidade de seu ex-marido ser o pai do bebê, mas disse que não é fácil filmar enquanto está grávida. “Estou sempre no processo entre ter um bebê e parecer que eu não tive um bebê”, disse. “Eu estava treinando. Não tinha acesso à comida saudável no set, então acabei perdendo peso porque estava faminta o tempo todo”, contou.
Louis C.K. contrai dívida milionária ao lançar série na internet
O comediante americano Louis C.K., protagonista da premiada série “Louie”, revelou que está devendo milhões de dólares por conta do fracasso da websérie “Horace and Pete”, que ele lançou na internet em janeiro. A confissão foi feita durante uma entrevista ao programa de rádio de Howard Stern na Sirius XM. Ele explicou que a estratégia comercial montada para a série não deu certo, o que o deixou mergulhado em dívidas. Lançada no site oficial do comediante, “Horace and Pete” traz Louis e Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”) como os personagens do título, proprietários de um bar nova-iorquino onde a trama acontece ao longo de uma única noite – com direito a um flashback. Foram produzidos, ao todo, 10 episódios. O último foi disponibilizado em 2 de abril. Os primeiros capítulos custaram US$ 2 milhões, dinheiro que ele tirou do próprio bolso. Para se ter noção, a trilha foi composta simplesmente por Paul Simon. Mas o comediante acreditava que valor seria recuperado após a estreia. Louis pretendia que os espectadores comprassem cada episódio individualmente (os valores variam entre US$ 2 e US$ 5), mas não foi muito convincente. A série estreou sem publicidade e as coisas não aconteceram conforme o planejado. Após o fracasso de “venda” dos primeiros capítulos, Louis decidiu colocar no ar o desfecho de “Horace and Pete” fazendo um empréstimo, o que só piorou as coisas. Ele afirmou que pretende sair em turnê com um espetáculo de stand-up para tentar recuperar o valor perdido.
Lea Michele faz tatuagem em homenagem a Cory Monteith
A atriz Lea Michele divulgou em seu Instagram a foto de uma tatuagem nova, que faz homenagem ao ex-namorado e colega de “Glee”, Cory Monteith, morto em 2013. A imagem destaca a tatuagem de um pequeno número 5 na altura da costela (veja acima). Trata-se de uma referência ao número da camisa de futebol americano que o personagem de Cory usava em “Glee”. “Mais uma… Para o meu quarterback”, escreveu ela, na legenda da foto. O intérprete do atleta Finn Hudson em “Glee” foi encontrado morto em um quarto de hotel em Vancouver, no Canadá, na noite do dia 13 de julho de 2013. Ele tinha 31 anos e seu funeral foi organizado por Michele, que também vivia sua namorada na série, Rachel Berry. A causa da morte foi overdose por uma mistura de drogas. A atriz também gravou a tatuagem de uma pequena xícara em um dos dedos, em homenagem à avó, que morreu recentemente. “Perdi minha linda avó esta semana. Ela não era aquela avó tradicional que você conhece… Ela me deu meu primeiro copo de café quando eu tinha 8 anos. Ela disse algo inapropriado para todos os namorados que eu tive. Ela nunca fez uma torta ou tricotou um suéter para mim. Mas ela era minha avó e eu a amava, mais do que tudo”.
Ator mirim dos filmes de Harry Potter gastou todo seu dinheiro com mulheres, bebidas e carros
O ator Devon Murray, que interpretou o bruxinho Simas Finnigan nos oito filmes da franquia “Harry Potter”, gastou todo o dinheiro que ganhou pelo papel em “mulheres, bebidas e carros”. A afirmação foi feita pela própria mãe do ator em um tribunal. Murray, hoje com 27 anos, foi processado por seu ex-empresário Neil Brooks, que cobra 260 mil euros (cerca de R$ 1,1 milhão) em comissões por seu trabalho. A mãe do ator, Fidelma Murray, deu seu depoimento para dizer que não há dinheiro algum para realizar o pagamento. Ao ser questionada sobre o destino do cachê do filho, ela deu a lista tríplice do desperdício e ainda acrescentou que este é o tipo de coisa que “garotos fazem”. Ainda de acordo com Fidelma, o empresário falhou em proteger seu filho da exposição negativa após ele ser fotografado fumando no set de filmagens quando tinha apenas 13 anos. Nos filmes da franquia, Simas Finnigan, o personagem de Murray, era um estudante azarado de Hogwarts, cujos feitiços sempre davam errado e que não era capaz de usar sua varinha mágica. Pois Murray continua azarado e ainda não consegue fazer nada para salvar a própria pele. A declaração de sua mãe não convenceu o juiz do caso, e o ator agora terá que pagar o valor cobrado por Brooks. Lamentando ter sido “completamente ingênuo” quando assinou o contrato com o seu ex-agente, Brooks disse, entretanto, que jamais se arrependerá de suas experiências com “Harry Potter”, especialmente pela força que ganhou dos fãs durante o julgamento. “Perdemos hoje. Mas eu e meus pais gostaríamos de agradecer a cada um de vocês pela incrível força que recebemos”, o ator escreveu em seu Twitter.












