PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • novembro 2026
  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Ex-ator da Marvel, Terrence Howard quer disputar Presidência dos EUA

Intérprete original do Máquina de Combate em "Homem de Ferro" defende isenção de impostos por 400 anos para descendentes de escravizados

Leia mais
1 de novembro de 2026
Etc

Perseguição política alimenta comportamento fascista nas redes em meio a dez mortes

Humilhações públicas, ameaças e boicotes contra eleitores de Lula mobilizam influenciadores e políticos enquanto violência se espalha pelo país

Leia mais
30 de outubro de 2026
Etc

Renato Aragão tem mansão de R$ 20 milhões penhorada por IPTU

Dívida chega a R$ 676 mil e humorista promete quitar o débito para evitar a perda da propriedade

Leia mais
30 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Uma Thurman revela acidente que a fez crer que Tarantino queria matá-la

    3 de fevereiro de 2018 /

    Além de relatar ter enfrentado violento assédio sexual de Harvey Weinstein, Uma Thurman revelou ao jornal The New York Times que sofreu um acidente muito grave durante as filmagens de “Kill Bill”, a ponto de achar que Quentin Tarantino estava tentando matá-la. O acidente aconteceu logo após ela contar pela segunda vez para Tarantino que odiava Weinstein desde que tinha sido assediada, o que fez o cineasta ir tirar satisfações com o produtor. Ela relata que, em seguida, começaram as filmagens de “Kill Bill”. E ela percebeu uma agressividade maior que o comum da parte do diretor. Tarantino teria feito questão de agredi-la pessoalmente, cuspindo na sua cara, na cena em que Michael Madsen faz isso no filme, e a enforcando com uma corrente, na cena de luta contra Chiaki Kuriyama. Na última semana de produção, Tarantino a pressionou a realizar uma cena num carro que uma dublê poderia fazer. Ela se recusou, por não se considerar boa motorista e por ser alertada sobre problemas no veículo pela equipe técnica, mas o diretor não queria perder tempo e lhe garantiu que tudo estava bem com o carro e com a estrada, que ela só precisava acelerar em linha reta. Entretanto, isso acabou não sendo verdade. O carro rodopiou e bateu numa árvore, deixando a atriz presa nas ferragens. “O volante estava na minha barriga e as minhas pernas presas debaixo de mim”, ela contou, dizendo ter sentido que poderia ter ficado paralisada. Sofreu traumatismos e danos irreversíveis no pescoço e nos joelhos. “Quentin e eu tivemos uma enorme discussão, e eu o acusei de tentar me matar”, ela disse. Isso deixou o cineasta nervoso. Foi a vez de Ethan Hawke, então casado com Uma Thurman, ir até o set para confrontar o diretor. “Cara, ela é uma grande atriz e não uma dublê”, disse o ator, que foi entrevistado pelo Times, revelando que Tarantino ficou “muito arrependido e pediu perdão”. Aquele incidente revelou para a atriz até que ponto ia a “desumanização” no meio cinematográfico, colocando vidas em perigo. “Harvey me atacou [sexualmente], mas isso não me matou. O que me afetou mesmo foi o acidente, foi sentir que tinha sido agredida de tal forma que ficara vulnerável”, ela disse. “E apenas para que o diretor fizesse um take barato”. Ela exigiu ver as filmagens do acidente, mas nem Tarantino nem Weinstein permitiram. Apesar disso, ela e Tarantino precisaram promover “Kill Bill” juntos. E as brigas pessoais se intensificaram, a ponto de sepultarem a parceria da dupla. Logo em seguida, Tarantino filmou um filme de acidentes de carros, “À Prova de Morte” (2007), em que mulheres morriam de todas as formas em batidas de veículos. O filme promoveu Zoë Bell, dublê de Uma, a atriz principal. Uma continuou exigindo as filmagens durante anos, mas só conseguiu pegá-las recentemente, após o escândalo sexual de Weinstein vir à tona. Tarantino teria ficado pasmo com a extensão dos abusos do produtor e lhe cedeu as filmagens. A atriz forneceu um vídeo do acidente ao jornal – que pode ser visto abaixo. Ela diz que nunca se recuperou fisicamente. E com isso sua carreira sofreu. “Eu caí de colaboradora criativa e protagonista à condição de uma ferramenta quebrada”, comparou. “Mas Quentin finalmente mostrou arrependimento depois de 15 anos, certo?”, disse, referindo-se à entrega do vídeo. “Não que isso importe agora, com meu pescoço permanentemente danificado e meus joelhos quebrados”. Para Uma, a decisão de revelar essa história, tantos anos depois, tem a ver com o contexto de acerto de contas em curso em torno da violência contra as mulheres. Procurado, Quentin Tarantino não respondeu à reportagem do Times. Logo após as denúncias de assédio de Weinstein se tornarem conhecidas, o diretor confessou ao jornal que sabia de alguns casos. “Eu sabia o suficiente para fazer mais do que eu fiz. Existia mais do que apenas rumores ou fofocas normais. Eu não sabia de ouvir falar. Eu sabia que ele tinha feito algumas dessas coisas”, contou Tarantino. “Eu gostaria de ter tomado alguma atitude contra o que ouvi. Se eu tivesse feito o que podia ser feito, não deveria mais trabalhar com ele”.

    Leia mais
  • Etc

    Uma Thurman denuncia violência sexual sofrida nas mãos de Harvey Weinstein

    3 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Uma Thurman se juntou à lista de mulheres que acusam o produtor Harvey Weinstein de assédio, abuso e violência sexual. Em entrevista publicada nesta sábado (3/2) no jornal The New York Times, a atriz disse que Weinstein a atacou sexualmente em 1994, num quarto de hotel em Londres, após a avant-première inglesa de “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino. O filme foi produzido e distribuído pela Miramax, empresa de Weinstein. “Ele me empurrou para baixo. Tentou se enroscar em mim. Tentou se expor. Fez várias coisas desagradáveis, mas, na realidade, não se esforçou muito para me imobilizar. Foi mais como se eu fosse um animal se contorcendo para entrar ali. Como uma lagartixa”, descreveu a atriz. Antes disso, Uma Thurman relatou um primeiro incidente, num hotel de Paris. Na ocasião, ele teria vestido um roupão de banho durante uma reunião sobre um projeto e a quis levar a uma sauna. Quando ela questionou o motivo, o produtor ficou “nervoso” e foi embora. Ela contou que era amiga da família de Weinstein, especialmente da primeira mulher do produtor, Eve Chilton, e que estranhou o fato dele assediá-la. Até a situação escalar em Londres, quando ameaçou contar tudo. Uma marcou um encontro com Weinstein para conversar sobre o incidente, onde desabafou. Disse que, se ele tratasse outras mulheres da mesma forma, “perderia a sua carreira, reputação e família.” A atriz afirma não se lembrar do que ocorreu depois. Uma amiga que a esperava na entrada do hotel revelou que ela apareceu “com os olhos doidos e totalmente fora de controle”. A amiga afirmou que, na ocasião, Uma disse que Weinstein tinha ameaçado acabar com a sua carreira. Após este incidente, ela continuou tendo que conviver com o produtor em eventos sociais, mas passou a considerá-lo seu inimigo. A Miramax continuou produzindo filmes da atriz, inclusive os dois volumes de “Kill Bill”, dirigidos por Tarantino em 2003 e 2004. Em nota à revista The Hollywood Reporter, um porta-voz de Weinstein admitiu que ele passou uma “cantada desajeitada” na atriz, mas negou tê-la assediado fisicamente, acrescentando que essa é a primeira vez que ele ouve falar na história e se disse espantado dela decidir compartilhá-la depois de 25 anos. Weinstein deve estar mesmo muito espantado, pois também ouviu falar pela primeira vez de outras 50 histórias similares. Durante a avalanche de denúncias de assédio sexual contra o produtor, no ano passado, Uma Thurman chegou a sugerir em pelo menos duas ocasiões que tinha uma história para contar. Durante o Dia de Ação de Graças, ela agradeceu no Instagram que o escândalo que acabou com a carreira de Weinstein estivesse acontecendo devagar. “Você não merece uma bala”, ela disparou.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Oswaldo Loureiro (1932 – 2018)

    3 de fevereiro de 2018 /

    O ator e diretor Oswaldo Loureiro morreu neste sábado (3/2), em São Paulo, aos 85 anos. Ele participou de quase 150 peças, estrelou um punhado de clássicos do cinema e atuou em dezenas de novelas da Globo. O ator sofria de Alzheimer e estava afastado da carreira artística desde 2011. Oswaldo Loureiro Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de julho de 1932. Filho de artistas — a mãe era cantora lírica, o pai ator e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal —, ele iniciou a carreira artística ainda criança, aos 12 anos, quando atuou em filmes como “O Brasileiro João de Souza”, “É Proibido Sonhar” e “Romance Proibido”, todos realizados em 1944. Ele seguiu carreira teatral ao estrear na peça “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1955. E em 1958 recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, de Ator Revelação por “A Fábula do Brooklin”, de Irwin Shaw. A partir dos anos 1960, atuou em montagens de grande repercussão, como “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, e “Édipo Rei”, de Sófocles, com direção bem-sucedida de Flávio Rangel. Além disso, deslanchou no cinema numa coleção de clássicos, como o thriller conspiratório “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, a comédia “Sonhando com Milhões” (1963), com Dercy Golçalves, “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por J.B. Tanko, o thriller criminal “Mineirinho Vivo ou Morto” (1967), com Jesse Valadão e Leila Dinis, “O Homem Nu” (1968), adaptação do famoso conto de Fernando Sabino com direção de Roberto Santos, e até a comédia italiana “Uma Rosa para Todos” (1967), estrelada por Claudia Cardinale. Na mesma época, estreou na TV. Após atuar no fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964), da TV Tupi, Loureiro foi integrar uma das primeiras turmas de atores da TV Globo, no elenco das novelas “Sangue e Areia” (1968), “Véu de Noiva” (1969) e “Acorrentados” (1969), sucessos iniciais de Janete Clair. Também participou da divertida “Corrida do Ouro” (1974), e do histórico “O Casarão” (1976), primeira novela de estrutura não linear da Globo, ambas escritas por Lauro César Muniz. A guinada do cinema para a pornochanchada nos anos 1970 não interessou Loreiro, que só fez quatro filmes na década, entre eles “Os Herdeiros” (1970), de Cacá Diegues, e “As Confissões de Frei Abóbora” (1971), de Braz Chediak. Ele preferiu dedicar sua energia aos palcos, atingindo o ápice da carreira teatral com os clássicos “Gota D’água” (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Papa Higuirte”, de Vianinha, e “Dois Perdidos numa Noite Suja” (1977), de Plínio Marcos. Loureiro voltou com tudo ao cinema em 1981, em adaptações de dois famosos textos teatrais de Nelson Rodrigues: “O Beijo no Asfalto” (1981), dirigido por Bruno Barreto, e “Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Rezende” (1981), de Braz Chediak. Seguiu com o sucesso “Bar Esperança” (1983), de Hugo Carvana, e diversificou, com um filme dos Trapalhões, “Atrapalhando a Suate” (1983), o drama “Parahyba Mulher Macho (1983), de Tizuka Yamasaki, um adaptação musical de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, “Para Viver Um Grande Amor” (1984), a aventura juvenil “Rádio Pirata” (1987), de Lael Rodriguez, a cinebiografia de sua amiga “Leila Diniz” (1987) e a comédia “Sonho de Verão” (1990). A agenda cinematográfica cheia coincidiu com alguns de seus melhores papéis na TV, em novelas como “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984) e “Cambalacho” (1986), as três de Sílvio de Abreu, o fenômeno “Roque Santeiro” (1985) e “Mandala” (1987), ambas de Dias Gomes, além da divertidíssima “Que Rei Sou Eu?” (1989), de Cassiano Gabus Mendes, na qual viveu o inesquecível conselheiro pilantra Gaston Marny, do Reino de Avillan. Fez também muitas séries, entre elas “Tenda dos Milagres” (1986), “Incidente em Antares” (1994) e “A Grande Família” (em 2001), além de dirigir “O Bem-Amado” (1980-1985) e o humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988). Nos anos 1990, estabeleceu-se como uma figura habitual das novelas das 19h. Ele apareceu em diversas produções consecutivas do horário na Globo até o final da carreira – “Quatro por Quatro” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), sequência interrompida por um pulo na extinta TV Manchete e retomada com “Uga-Uga” (2000), “As Filhas da Mãe” (2001), “Kubanacan” (2003), “Começar de Novo” (2004) e “A Lua Me Disse” (2005), seu último trabalho. Além de atuar e dirigir peças, Oswaldo também dirigiu óperas, shows musicais e de humor, e foi presidente do Sindicato dos Artistas, num momento de luta pelo reconhecimento da profissão e pela liberdade de expressão, nos anos 1980.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    TV paga brasileira perde quase 1 milhão de assinantes em 2017

    3 de fevereiro de 2018 /

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou dados preocupantes sobre o mercado de TV por assinatura no Brasil. Entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, o setor perdeu 938,7 mil assinantes – cerca de 5% do total, a maior queda de todos os tempos. O número total de assinantes caiu para 17,85 milhões – contra 18,79 milhões do ano anterior. A base de assinantes já teve 19,58 milhões de assinantes em outubro de 2014. Projeções otimistas da época, apontavam que o mercado cresceria para 30 milhões em cinco anos. Mas aconteceu o contrário. Desde então, o encolhimento vem se intensificado. No ano passado, foram 673 mil assinantes a menos. Com cada ano menos assinantes, o mercado regrediu para o tamanho atingido em 2013. A empresa que mais perdeu assinantes no ano foi a Claro, que engloba também a Net – 832 mil clientes. Mas ela segue como líder do mercado, logo à frente da Sky, que, ao contrário das demais, cresceu, ganhando 109 mil clientes no ano passado. Caçula no mercado, a Oi TV também cresceu, ganhando 205 mil assinantes. As operadoras atribuem o mau resultado à crise econômica e à pirataria, desconsiderando em suas avaliações a chegada da TV digital, a crise de cinco meses com a Simba (Record, SBT e Redetv), o impacto dos serviços de streaming, como a Netflix, e a oferta cada vez maior de opções de assinaturas a la carte pela internet, como a HBO Go.

    Leia mais
  • Etc

    Agente de Halle Berry e Taraji P. Henson é acusado de assédio por nove mulheres

    2 de fevereiro de 2018 /

    Nove mulheres acusaram o agente de talentos Vincent Cirrincione de assédio e avanços sexuais indesejados durante um período de duas décadas. As denúncias contra o empresário das carreiras de Halle Berry e Taraji P. Henson foram publicadas pelo jornal The Washington Post. De acordo com a reportagem, Cirrincione usa o nome de suas estrelas famosas há duas décadas para se apresentar “como uma porta de entrada para atrizes negras” e assim “atacar jovens mulheres negras que procuravam ingressar em Hollywood”. Uma das mulheres, Tamika Lamison, conta que ela tinha 27 anos e era uma atriz de teatro de Nova York, quando teve uma audição com Cirrincione em 1996. O encontro “de negócios” terminou quando ele a agarrou, a beijou à força e disse que a aceitaria como cliente em troca de sexo. Três das mulheres o acusam de exigir sexo como condição para representá-las. Quando elas recusaram, ele não as aceitou como clientes. Uma quarta, de acordo com o Post, disse que o empresário se ofereceu para explodir sua carreira por sexo mensal, e uma quinta disse que ele se masturbava na frente dela “em seu escritório durante os anos em que a empresariou”. As alegações de conduta inadequada vão de 1993 a 2011. Cirrincione abordou as acusações com uma declaração encaminhada ao jornal, em que confirma ter se relacionado com as mulheres, mas nega os assédios, dizendo que os relacionamentos foram consensuais. “Vivemos em um momento em que os homens estão sendo confrontados com uma oportunidade muito real de assumir a responsabilidade por suas ações. Eu apoio esse movimento de todo o coração. Eu tive clientes e funcionárias femininas em toda minha carreira. Eu criei uma reputação por avançar as carreiras das mulheres de cor. “Eu tive casos enquanto estava em relacionamentos sérios, alguns que agora me envergonho de dizer que estão vindo à luz e nublando meu passado e minha reputação. Posso dizer sem dúvida que nunca usei favores, sexuais ou de outra forma, como motivo para administrar qualquer pessoa. Quero deixar claro que nenhum desses relacionamentos deixou de ser consensual. “Eu assumo a responsabilidade pela minha parte na situação e não estou aqui para diminuir os sentimentos ou experiências de ninguém. Peço desculpas a essas mulheres, meus parceiros do passado e do presente, meus clientes e funcionários pela dor que isso está trazendo. Tinha a impressão de ter vivido como um homem que servia de apoio para as mulheres. É com um coração pesado que vejo agora que eu estava errado”. Nenhuma das nove mulheres faz acusações de estupro ou outras alegações criminais. Seis escolheram não publicar seus nomes. As mulheres disseram ao Post que ficaram em silêncio durante anos por medo de repercussões na carreira. Halle Berry também deu uma declaração sobre a situação. Integrante da iniciativa de Time’s Up, de apoio à vítimas de assédio, a atriz terminou seu relacionamento profissional com Cirrincione há três anos. Ela disse ao Post que cortou seus laços com o agente após saber de uma acusação de falta de conduta. “Há cerca de três anos, uma mulher foi ao rádio dizer que o atente de Halle Berry tinha sido sua pior experiência de ‘teste do sofá’. Essa notícia literalmente me congelaram. Eu imediatamente confrontei Vince sobre isso e ele negou completamente. Mas mesmo com sua negação, meu espírito continuou incomodado e, com a possibilidade de que fosse verdade, acabei imediatamente com nossa relação de mais de 25 anos”. Berry disse que o agente nunca fez nenhum ato inadequado contra ela, desde que começaram a trabalhar juntos em 1988. Por sua vez, Taraji P. Henson, que tem a carreira administrada pelo agente há duas décadas, disse ao Post que “nunca ouviu falar de nenhum comportamento inadequado de Cirrincione”. “Nunca tive nenhum problema com isso em qualquer nível”, disse Henson. “Ele sempre me respeitou totalmente”. Ela disse que considerava Cirrincione como uma “figura paterna”, que às vezes pagava seu aluguel e a taxa de matrícula da escola de seu filho quando seu salário não dava conta de todas as despesas. “Ele viu uma mãe solteira tentando fazer seus sonhos se tornar realidade, e ele apoiou isso”, disse Henson. “Ele assinou cheques e não pediu nada em troca. Isso não veio de alguém assustador. Ao contrário, ele me empoderou. Eu amo este homem por ter acreditado em mim.” O Post informa que Cirrincione também é parceiro nas produções de Henson, e que a profissional de relações públicas da atriz, Pam Sharp, é namorada de longa data do agente.

    Leia mais
  • Etc

    Baixa qualidade do jornalismo cultural obriga produtora a desmentir Tropa de Elite 3

    2 de fevereiro de 2018 /

    Parece brincadeira, mas a baixa qualidade do “jornalismo de entretenimento” (antigo jornalismo cultural) brasileiro obrigou uma produtora de cinema a emitir um comunicado para desmentir “fake news” que se disseminaram em sites dos mais diferentes tamanhos e reputações. A Zazen Produções, produtora dos longas “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”, informou, por meio de nota emitida na tarde desta sexta-feira (2/2), que não há planos de rodar um terceiro filme da série. O aviso foi necessário porque “90%” dos sites que publicam notícias de entretenimento no Brasil interpretaram errado um texto, dando manchetes para um “Tropa de Elite 3” estrelado por Anitta. Logicamente, o título atraiu muitos cliques. Mas este projeto nunca existiu. De todo modo, fica o aviso para quem leu a notícia na concorrência. Diz a nota da Zazen: “Qualquer notícia divulgada sobre um filme ‘Tropa 3’ é inverídica e deve ser fruto de má compreensão da divulgação de algum filme que nada tem a ver com a Zazen ou com a marca ‘Tropa de Elite'”. O saldo disso ajuda a destacar a diferença entre a Pipoca Moderna e os demais sites – e revistas e jornais – de entretenimento do país. Como sempre, o leitor da Pipoca Moderna leu a notícia certa. Ela pode ser conferida no link a seguir, sob o título “Anitta negocia estrelar filme policial do roteirista de Tropa de Elite”.

    Leia mais
  • Etc

    Menina que surtou com o Slender Man é condenada a 40 anos de reclusão psiquiátrica

    2 de fevereiro de 2018 /

    A condenação de uma adolescente nesta semana colocou fim num caso bizarro que ocorreu nos Estados Unidos há quatro anos. Em 2014, uma garota de 12 anos esfaqueou por 19 vezes a sua melhor amiga, dizendo-se influenciada pelo Slender Man, uma lenda urbana criada na internet. Agora, Morgan Geyser foi julgada e condenada a 40 anos de reclusão em uma instituição de saúde mental. Geyser contou com a ajuda de outra garota, Anissa Weier, para cometer o crime – e Weier já tinha sido condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica por seu papel no crime. A vítima, Payton Leutner, sobreviveu e conseguiu pedir ajuda a um ciclista que passava próximo ao local do ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Segundo os pais de Geyser, ela sofre de problemas mentais e foi diagnosticada com esquizofrenia. “Ela tem uma condição de saúde que não escolheu ter”, afirmou o advogado da família. A condenação acontece após protestos do pai de Anissa Weier contra o filme “Slender Man”, da Sony. Bill Weier acusa o filme, que teve seu primeiro trailer divulgado em janeiro, de explorar a tragédias das famílias. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica, mas “Slender Man” teve seu lançamento adiado. A estreia estava marcada para 18 de maio. Entretanto, após os protestos, passou para 24 de agosto nos Estados Unidos. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven.

    Leia mais
  • Etc

    Rose McGowan diz que outro famoso de Hollywood a molestou quando era menor

    2 de fevereiro de 2018 /

    Rose McGowan revelou que Harvey Weinstein não é o único “monstro” de sua vida. Em entrevista diante de uma plateia em Nova York, conduzida pelo jornalista Ronan Farrow sobre seu livro de memórias “Brave”, lançado nesta semana nos Estados Unidos, a atriz de 44 anos confirmou que, antes de Weinstein, sofreu outro abuso. Mas demorou a entender do que se tratava, pois ainda era menor de idade. Na conversa, Farrow trouxe à tona a nova denúncia, que não foi mencionada no livro da atriz. Segundo seu relato, trata-se de outro nome “proeminente” de Hollywood, que teria se aproveitado de McGowan no começo da carreira, quando ela adolescente. A atriz explicou que só percebeu que havia sofrido um abuso duas semanas depois que os casos de Weinstein começaram a ser divulgados. A partir dos relatos de outras colegas, passou a lembrar da situação com outros olhos e entender melhor o que havia acontecido na época. “Acho que fui molestada”, foi sua conclusão. “Este homem me pegou quando eu tinha 15 anos. Ele me levou para sua casa e me mostrou um filme erótico que havia gravado para o [canal pago] Showtime, sob um pseudônimo. E depois ele fez sexo comigo”, afirmou a atriz. McGowan já tinha compartilhado anteriormente a identidade do abusador com Farrow e o jornalista perguntou se ela estava pronta para tornar o nome público. “Em geral? Claro”, disse Rose. “Mas não neste momento, já tive um grande dia”. Ela acrescentou que é uma “questão de tempo” até estar pronta para revelar quem foi o “famoso” que se aproveitou dela.

    Leia mais
  • Etc

    Polícia confirma causa da morte de Mark Salling como suicídio

    2 de fevereiro de 2018 /

    A autópsia do ator Mark Salling confirmou que a causa da sua morte foi asfixia por enforcamento. A polícia classificou o caso como suicídio, informou o escritório do médico legista. O ator da série “Glee” foi encontrado morto próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, na terça-feira (30/1). Ele tinha 35 anos. A polícia de Los Angeles estava na área investigando um outro caso quando encontrou um carro abandonado. Ao checar a placa, os policiais descobriram que o veículo pertencia a Salling, que já estava na lista de pessoas desaparecidas. Os policiais vasculharam a área e acharam o corpo. Apesar do aparente suicídio, ele não deixou nenhum bilhete explicando seus motivos. O ator enfrentava um polêmico processo criminal em liberdade, após ser preso em dezembro de 2015 e liberado sob fiança. Uma busca judicial encontrou em sua casa uma vasta coleção de fotos com menores – em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.

    Leia mais
  • Etc

    Robert Wagner volta a ser considerado suspeito na morte de Natalie Wood

    1 de fevereiro de 2018 /

    O ator Robert Wagner voltou a ser considerado suspeito no caso da morte por afogamento da ex-mulher, a atriz Natalie Wood, conforme revelaram membros da polícia de Los Angeles à rede americana CBS. A estrela de “Juventude Transviada” (1955) e “Amor, Sublime Amor” (1961) morreu em 1981. Na época com 43 anos, ela foi encontrada afogada após ter saído para navegar de barco com seu segundo marido, Wagner. Eles estavam acompanhados pelo ator Christopher Walken, perto da Ilha de Catalina, na baía de Los Angeles. E os investigadores concluíram que a morte havia sido acidental. O relatório do Instituto Médico-Legal de Los Angeles indicava que o casal e Walken estavam bêbados, depois de jantar em um restaurante, e que eles continuaram a beber a bordo do iate “Esplendor”. Mas o laudo não impediu especulações sobre a morte da atriz e, em novembro de 2011, a polícia decidiu reabrir a investigação, depois do surgimento de “novas informações significativas”, fornecidas pelo capitão da embarcação. Dennis Davern, capitão do barco, afirmou que o casal teve uma discussão pouco antes de Natalie Wood desaparecer, que ele foi informado que a atriz não estava a bordo à meia-noite, e que Wagner esperou muito tempo antes de chamar o socorro, às 1h30. Em 2013, um novo relatório do IML de Los Angeles revelou que os hematomas encontrados no corpo da atriz podem não ter sido acidentais. Convocado a dar novo depoimento, Wagner se recusou a falar com os detetives que reabriram a investigação sobre a morte. Seu advogado declarou que o questionamento dos resultados iniciais da investigação era puro “sensacionalismo” e que o ator “colaborou plenamente nos últimos 30 anos com as investigações sobre o afogamento acidental de sua esposa em 1981”, e que “interrogado várias vezes pelo xerife do Condado de Los Angeles, ele respondeu a todas as perguntas”. O advogado indicou que “após 30 anos de investigação, Robert Wagner e suas filhas não têm nada a acrescentar a esta nova investigação”. A polícia de Los Angeles insiste em interrogar o ator de mais uma vez, após a causa da morte de Natalie Wood, inicialmente considerada como acidental, passar a ser qualificada como “por afogamento e outros fatores indeterminados”. No entanto, ainda não encontrou maiores evidências que apoiem uma tese de assassinato. Galã do cinema e da TV entre os anos 1950 e 1960, Robert Wagner estrelou séries clássicas como “O Rei dos Ladrões” e “Casal 20”, além de inúmeros filmes de sucesso, como “Náufragos do Titanic” (1953), “Príncipe Valente” (1954), “Quem Foi Jesse James” (1957), “O Mais Longo dos Dias” (1962), “A Pantera Cor-de-Rosa” (1963), “500 Milhas” (1969), “Inferno na Torre” (1974) e “Austin Powers” (1997). O ator vai completar 88 anos em 10 de fevereiro.

    Leia mais
  • Etc

    Fernanda Young desafia censura do Instagram com foto de topless

    1 de fevereiro de 2018 /

    A roteirista Fernanda Young, criadora de séries como “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e “Vade Retro”, fez um desafio à censura do Instagram, ao postar uma foto de topless em sua conta. Na legenda, a autora provocava: “Teste: quanto tempo esta foto será censurada?”. Veja abaixo uma versão da mesma foto, em que as auréolas dos seios estão cobertas. Esta versão é considerada aceitável pelos padrões da rede social. O Instagram é conhecido por censurar fotos com seios femininos à mostra, mas permite homens descamisados. O fato chegou a gerar uma campanha denominada #freethenipple em 2013, estendo o protesto também contra o conservadorismo no Facebook e no Twitter. Na ocasião, atrizes e cantoras como Lena Dunham, Liv Tyler, Miley Cyrus, Scout Willis e Rihanna postaram fotos de topless, que foram censuradas. Desta vez, foi a própria Fernanda quem tirou a foto do ar, 12 horas depois, sem que a imagem tivesse sido denunciada. Ela justificou a autocensura com um curioso comentário: “Não queria causar notícia”. Na legenda de outra foto em que aparece fantasiada de passista de Carnaval, ela explicou que decidiu colocar a foto no ar porque, em publicação anterior, ao divulgar a mesma imagem, mas com os mamilos rabiscados, se sentiu “absurda”. “Por que os mamilos femininos são considerados, hoje em dia, tão indecentes? Bunda pode. Os nossos mamilos não. É absurdo”, indagou. Young ainda agradeceu seus seguidores por não terem denunciado a foto à administração da rede. “Decidi tirar a foto porque não fiz isso para causar notícia. Acho, juro, uma bobagem tudo isso. E saibam, sou muito reservada, apenas tem coisas que não entram na minha cabeça.” @wendynichol ? Um dos Meus Chapéus de Bruxa Uma publicação compartilhada por Fernanda Young (@fernandayoung) em 31 de Jan, 2018 às 8:57 PST Foto de @pedromolinosflores , a minha versão sambista criada por @dudamolinos e @tinakugelmas . ? Eu hoje decretei dia de postagem compulsiva porque me divirto muito aqui. Não tenho Facebook, justo para não criar confusão. Mas citando Chardelos de Laclos, “foge-me ao controle”. Postei a foto dos seios, porque eu havia desenhado nos meus mamilos, no post anterior, e logo me senti absurda. Por que os mamilos femininos são considerados, hoje em dia, tão indecentes? Bunda pode. Os nossos mamilos não. É absurdo. Diz Alexandre Machado que sou viciada em transgredir. Não foi o caso. Realmente quis testar a resistência dos meus seguidores, e estou feliz porque apesar de alguns não terem gostado, ninguém me dedurou. Então, muito obrigada. Gosto muito de “conversar” com vocês, tenho carinho e sou grata. Já fiz bons amigos através do Instagram. ? Então decidi tirar a foto, porque não fiz isso para causar notícia . Acho, juro, uma bobagem tudo isso. E saibam, sou muito reservada, apenas tem coisas que não entram na minha cabeça. Beijos carinhosos para todos. P.S: as axilas só raspo quando quero porque não sou obrigada. E chega porque tenho que trabalhar. ? Uma publicação compartilhada por Fernanda Young (@fernandayoung) em 1 de Fev, 2018 às 10:08 PST

    Leia mais
  • Etc

    Tom Hardy tem tatuagem com o nome de Leonardo DiCaprio por perder aposta

    1 de fevereiro de 2018 /

    Uma foto postada nesta semana no Instagram revelou um detalhe curioso do bíceps de Tom Hardy. O ator tem a frase “Leo sabe tudo” (Leo knows all, em inglês) escrita no braço. A história da tatuagem foi revelada numa entrevista do ator para a revista Vanity Fair no ano passado, mas até então ninguém tinha visto a dita cuja. Ela existe de verdade. E é consequência de uma aposta. Ocorre que Tom Hardy não acreditava que seria indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel como malvadão de “O Regresso” (2015). Mas Leonardo DiCaprio tinha certeza que isso aconteceria. Assim, os dois resolveram apostar. Quem perdesse teria que tatuar o que o outro escolhesse. Hardy, claro, foi indicado ao Oscar – assim como DiCaprio, que acabou vencendo como Melhor Ator. E o colega cobrou a aposta, escolhendo a frase “Leo sabe tudo” como piada. Hardy aceitou. E agora leva o nome de Leonardo DiCaprio consigo para todos os lugares. “Ele nunca se tatuaria se tivesse perdido essa aposta!” disse Hardy sobre DiCaprio na entrevista da Vanity Fair. “Mas eu estou sempre coberto de tatuagens de m*rda, por isso não faz diferença para mim. Você aposta uma tatuagem, você perde. Isso é o que acontece”.

    Leia mais
  • Etc

    Jim Carrey se livra de processos pela morte da ex-namorada

    1 de fevereiro de 2018 /

    O ator Jim Carrey não vai enfrentar desgastantes processos jurídicos pela morte de sua ex-namorada, Cathriona White. O site The Hollywood Reporter apurou que as duas ações contra ele foram recusadas pela justiça de Los Angeles. Um representante de Carrey confirmou que os processos foram arquivados em 25 de janeiro, e disse que o ator está ansioso para continuar com sua vida. Os processos foram movidos pelo ex-marido e pela mãe de Cathriona White, que se suicidou em setembro de 2015, por meio de uma overdose de remédios fornecidos pelo ator. A mãe da jovem, Brigid Sweetman, alega que Carrey passou doenças sexualmente transmissíveis para sua filha, pressionou para que ela se tratasse em segredo e lhe deu os remédios que ela usou para se matar. A ação do ex-marido anexou cartas que comprovariam as acusações, em que Cathriona confronta Carrey sobre as DSTs. Mensagens de texto do ator respondem que ela pode ter contraído as doenças antes do início da relação entre os dois, que durou de 2012 a 2015. Carrey contra-atacou os dois processos com uma moção que acusa os autores de tentarem explorar um astro famoso. Um especialista contratado pelo ator também afirmou que o teste para doenças sexuais realizado pela jovem, supostamente antes de começar a se relacionar com Carrey, tinha sido falsificado por Mark Burton, o ex-marido. Os advogados de Burton e Sweetman não quiseram comentar a decisão da justiça.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie