PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Etc

Luana Piovani compartilha deboche contra Virginia após saída da Grande Rio

Atriz republicou vídeo de Pedro Batuque que ironiza prioridades da influenciadora e critica escolha da escola para rainha de bateria

Leia mais
13 de agosto de 2026
Etc

Stênio Garcia se revolta após filhas questionarem sua sanidade na Justiça

Cássia e Gaya Piovesan pediram perícia neurológica do ator em disputa judicial por apartamento em Ipanema

Leia mais
13 de agosto de 2026
Etc

Virginia deixa posto de rainha da Grande Rio: “Não sei fazer nada pela metade”

Influenciadora decidiu priorizar os filhos e as empresas após um Carnaval à frente da bateria e recebeu apoio de Vini Jr.

Leia mais
13 de agosto de 2026
  • Etc

    Primeiro curta dirigido por Kristen Stewart é disponibilizado na íntegra

    26 de novembro de 2017 /

    O primeiro curta dirigido pela atriz Kristen Stewart (“Personal Shopper”) foi disponibilizado na internet e pode ser visto na íntegra logo abaixo, acompanhado por um vídeo de bastidores da produção. Com 17 minutos de duração, “Come Swim” segue a jornada abstrata de um homem (o estreante Josh Kaye) que luta contra seus demônios. Por meio de simbologia, ele se imagina num futuro pós-apocalíptico, desesperado por água, sem saber se é um sonho ou um dia normal de trabalho, demonstrando sintomas de depressão e esquizofrenia. A trilha sonora é da cantora St. Vincent, e entre as diversas vozes que o protagonista escuta o tempo inteiro, da cama ao escritório e de volta para casa, está a da própria Stewart. O curta foi exibido nos festivais de Sundance e Cannes no começo do ano, e o bom resultado demonstra que a atriz aprendeu um ou duas coisinhas com os mestres que a dirigiram ao longo de sua carreira, entre eles Olivier Assayas, David Fincher, Kelly Reichardt e Ang Lee. Além deste curta, ela também dirigiu dois clipes musicais, para as bandas Sage + The Saints e Chvrches.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz de Glee é presa por agressão violenta contra o marido

    26 de novembro de 2017 /

    A atriz e cantora Naya Rivera, conhecida pelo papel de Santana na série “Glee”, foi presa na noite de sábado (25/11), acusada de agressão ao marido, o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). Um vídeo de sua chegada à delegacia foi disponibilizado no Twitter. Veja abaixo. Segundo o site E! News, a atriz teria atingido o marido na cabeça e ferido o lábio dele. Ele não reagiu. Acusada de crime de violência doméstica, Rivera foi liberada após pagamento de fiança feito pelo padrasto, no condado de Kanawha, no estado de West Virginia. A atriz havia pedido o divórcio de Dorsey, com quem se casou em 2014, no final do ano passado, meses depois de revelar ter feito um aborto no início do relacionamento. Mas em outubro deste ano, após um romance com o comediante David Spade (“Gente Grande”), Naya pediu a anulação do divórcio, reatando o relacionamento com Ryan. Enquanto participou de “Glee”, ela ficou marcada por diversas desavenças com os colegas, especialmente Lea Michelle. Durante a série, Rivera namorou Mark Salling, que atualmente está preso por posse de pornografia infantil. Quando ele decidiu terminar o relacionamento, ela riscou seu carro e o atingiu com ovos. Glee actress Naya Rivera arrested on domestic battery charge. Full story on https://t.co/gLqggB15yU pic.twitter.com/YqlflJ23T6 — Kalea Gunderson (@KaleaWCHS) 26 de novembro de 2017

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Radicais indianos querem matar atriz de xXx: Reativado por papel em filme inédito

    25 de novembro de 2017 /

    Grupos extremistas indianos estão apelando para o terrorismo para impedir o lançamento do épico “Padmaavat” (anteriormente intitulado “Padmavati”) na Índia. Um dos mais radicais, denominado Karni Sena, ameaçou queimar os cinemas que exibirem o filme no país e também no exterior. E após os integrantes do elenco e da equipe sofrerem ameaças físicas, com a queima de bonecos representando o diretor e atores, um cadáver foi encontrado na sexta-feira (24/11) perto de um dos locais de filmagem, com uma nota sobre seu corpo referenciando o filme. A intérprete da protagonista, Deepika Padukone, vista recentemente em “xXx: Reativado”, é o principal alvo da fúria dos radicais e está com a cabeça à prêmio. Uma recompensa para quem decapitá-la foi endossada e teve seu valor aumentado pelo líder do partido político de direita Bharatiya Janata no começo da semana. Ela já tinha sido atacada no set do filme em janeiro, por radicais do Karni Sena. Em março, uma turba invadiu as filmagens e queimou cenários, figurino e jóias usadas na produção. Segundo o site Deadline, tudo isso está acontecendo com base em boatos a respeito de cenas que “Padmaavat” teria. Ninguém ainda viu o filme. E tampouco há consenso sobre os motivos dos protestos violentos. Alguns grupos o acusam de ter conteúdo sexual ofensivo, enquanto outros alegam que há imprecisões históricas. Mas a trama nem sequer é histórica. Ela é baseada numa ficção. “Padmaavat” conta a história de Rani Padmavati, uma rainha Mewar imaginada no poema épico homônimo do século 16, escrito por Malik Muhammad Jayasi. Ao longo de séculos, o relato do poema assumiu um significado histórico, embora haja pouca evidência de que os eventos envolvendo Padmavati tenham realmente ocorrido. Não há sequer registros de que a rainha tenha existido, embora o sultão descrito seja uma figura histórica e sua conquista militar tenha ocorrido. A trama gira em torno do desejo do sultão de Dheli por sua beleza, a ponto de sitiar sua fortaleza, no Forte Chittor, para tomá-la do Rei Ratan Sen. Após a conquista do forte, ela prefere o suicídio a ser capturada. O filme é baseado na versão operística que o diretor do filme, Sanjay Leela Bhansali, um dos mais premiados da Índia, transformou num espetáculo musical, exibido sem problemas em Paris e Roma na década passada. O poema também já foi filmado no passado, nos anos 1960, sem nenhum protesto. Os grupos extremistas alegam que o filme inclui uma sequência de sonhos em que o sultão muçulmano seduz a rainha hindu, transformando-a em sua amante – o que hindus consideram ofensivo. O diretor Bhansali negou repetidamente que tal cena exista, sem aplacar a ira dos radicais. Outros protestam contra a transformação do sultão de Dheli num “Khal Drogo indiano”, em referência ao bárbaro da série “Game of Thrones” – o que muçulmanos consideram ofensivo. Como pano de fundo para tanta fúria, há uma motivo que nada tem a ver com a história mostrada nas telas. Chama-se machismo. Para estrelar o filme, Deepika Padukone se tornou a primeira atriz indiana a receber um salário maior que os dos colegas masculinos de elenco. Isto pode ter irritado os grupos altamente conservadores, liderados por homens que não aceitam a igualdade feminina. Digno de nota é o fato de que a recompensa por sua cabeça ser exatamente o montante que ela recebeu pelo papel. Em comunicado, a produtora Viacom18 anunciou ter adiado o lançamento indiano indefinidamente e a Paramount, que adquiriu o filme para o resto do mundo, decidiu aguardar antes de marcar qualquer estreia internacional. “A Viacom18 Motion Pictures, o estúdio atrás de ‘Padmaavat’ adiou voluntariamente a data de lançamento do filme de 1 de dezembro de 2017”, diz o texto da produtora. “Junto com Sanjay Leela Bhansali, um dos cineastas mais talentosos de sua geração, a Viacom18 Motion Pictures criou uma bela obra-prima cinematográfica em ‘Padmaavat’, que captura o valor, dignidade e tradição de Rajput em toda a sua glória. O filme é um retrato eloquente de um poema que preencherá todos os indianos com orgulho e mostrará a proeza de contar histórias de nosso país em todo o mundo. Somos uma corporação responsável e respeitador ada lei e temos o maior respeito pela lei do país e todas as instituições e órgãos estatutários, incluindo o Conselho Central de Certificação de Filmes”. Confira abaixo o trailer do filme, que obteve mais de 48 milhões de visualizações desde que foi disponibilizado, no início de outubro.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Pedro Cardoso comemora repercussão de seu discurso ao abandonar programa ao vivo

    24 de novembro de 2017 /

    O ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, comemorou no Instagram nesta sexta-feira (24/11) a repercussão alcançada por sua decisão de abandonar ao vivo o programa “Sem Censura”, transmitido pela TV Brasil, no dia anterior. Na ocasião, ele se justificou com um discurso enfático, que se tornou muito comentado. “Compartilho e retribuo as palavras amigas que recebi aqui. É bom saber que não estamos sozinhos, nenhum de nós! Abraços sinceros e vamos em frente. Estamos em casa. O país é nosso”, ele escreveu. Seu protesto na TV abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom de Laerte Rímoli, presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil), contra a atriz Taís Araújo. Em participação no TEDx, Taís fez uma metáfora ao dizer que a cor de seu filho leva pessoas a mudarem de calçada, o que levou Rímoli a fazer piada nas redes sociais. “Passageiro pula de avião ao constatar que Taís Araújo estava a bordo” foi uma delas. Logo no início do programa, ao ser abordado pela primeira vez, ele soltou o verbo: “Não vou responder essa pergunta – e nenhuma outra – porque quando cheguei aqui hoje, encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve. Vim sentar aqui porque, além da greve, que não me cabe julgar, não conheço a negociação e não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo a greve e de quem está aqui trabalhando, cabe a mim o maior respeito a todos vocês. A todos vocês. Que estão parados, que estão trabalhando, aos que estão aqui”. “Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo esta greve provavelmente estão cobertas de razão. Então eu não vou falar do assunto que vim falar, nem de nenhum outro”, prosseguiu. “O que eu soube também quando cheguei aqui é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha [em referência a Taís Araújo] onde a presença do sangue africano é visível na pele – porque o sangue africano está presente em todos nós, e em alguns de nós está presente também na pele, mas em todos nós ele está.” Em seguida, finalizou seu discurso, que durou cerca de um minuto e meio, em tom mais alterado: “Então se esta empresa, que é casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que eu vim falar aqui. Eu tenho um imenso respeito por todos vocês aqui, peço desculpas, vou me levantar em respeito aos grevistas e vou embora.” Veja o vídeo com a íntegra da intervenção do ator aqui e abaixo seu post no Instagram. Compartilho e retribuo as palavras amigas que recebi aqui. É bom saber que não estamos sozinhos, nenhum de nós! Abraços sinceros e vamos em frente. Estamos em casa. O país é nosso. ??? Uma publicação compartilhada por Pedro Cardoso (@pedrocardosoeumesmo) em Nov 24, 2017 às 9:07 PST

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Cantor chileno processa Disney por plágio na música de Frozen que venceu o Oscar

    24 de novembro de 2017 /

    O cantor chileno Jamie Ciero alega que o tema principal do filme “Frozen”, a música “Let It Go”, que venceu o Oscar de Melhor Canção de 2014, é semelhante à sua música “Volar”. Por conta disso, ele está processando os estúdios Disney e as cantoras Idina Menzel e Demi Lovato por plágio. A primeira gravou a canção na trilha do filme e a segundo cantou numa versão do hit cinematográfico. Ciero, que vive em Los Angeles, nos Estados Unidos, acredita que a “melodia, combinação de notas, produção, letra, textura e temas” de “Let It Go” são as mesmas de “Volar”, que ele gravou em 2008. Compare abaixo as duas canções. Ele alega que sua música, gravada em espanhol, foi “um enorme sucesso internacional, atingindo milhões de ouvintes e entrando em inúmeras paradas de sucesso”, segundo afirmou para o site TMZ. Agora, ele quer uma compensação, com direito a reconhecimento da autoria e participação nos lucros das vendas da trilha sonora e bilheteria do filme – que é a animação mais bem-sucedida de todos os tempos, com faturamento mundial de US$ 1,2 bilhão. Compare abaixo as duas canções.

    Leia mais
  • Etc

    Uma Thurman diz que Harvey Weinstein merece sofrer lentamente

    23 de novembro de 2017 /

    Uma Thurman finalmente abordou Harvey Weinstein num comentário nas redes sociais. Havia muita expectativa sobre o que ele diria, já que a atriz estrelou alguns dos maiores sucessos do produtor, “Pulp Fiction” (1994) e “Kill Bill” (2003), ambos dirigidos por Quentin Tarantino. E ela usou uma imagem do segundo filme no Instagram para engatar o assunto, celebrando o sofrimento de Weinstein na mídia. A atriz vinha evitando comentar o escândalo sexual e chegou a explicar o motivo, em entrevista ao programa Access Hollywood. Na ocasião, disse que estava esperando sua raiva diminuir antes de contar sua própria história. “Aprendi que, quando me expresso com raiva, geralmente me arrependo do que disse. Então, estou esperando me sentir menos irritada e, quando estiver pronta, vou dizer o que tenho a dizer”, ela afirmou no começo de novembro. Pois a raiva já deve ter começado a passar. A mensagem no Instagram teve como tema o Dia de Ação de Graças, em que os americanos agradecem por tudo o que conquistaram ao longo do ano, e inclui a hashtag “metoo”, usada por vítimas de abuso sexual para compartilhar suas histórias. Na lista de coisas que ela agradece está a forma como o escândalo que acabou com a carreira de Weinstein esteja acontecendo devagar. “Você não merece uma bala”, ela disparou. Veja a íntegra do post abaixo, em que ela promete que tem mais por vir – “fiquem sintonizados”. “Estou grata hoje por estar viva, por todos aqueles que eu amo e por todos aqueles que têm a coragem de se erguer pelos outros. Eu disse que estava com raiva recentemente, e eu tenho alguns motivos, #metoo, no caso de você não perceber pelo olhar do meu rosto. Eu sinto que é importante fazer as coisas a seu tempo, ser justo, ser correto, então… Feliz Dia de Ação de Graças para todos! (Exceto para você Harvey e todos os seus conspiradores perversos – fico feliz que isso esteja acontecendo devagar – você não merece uma bala) – fiquem sintonizados”. H A P P Y T H A N K S G I V I N G I am grateful today, to be alive, for all those I love, and for all those who have the courage to stand up for others. I said I was angry recently, and I have a few reasons, #metoo, in case you couldn’t tell by the look on my face. I feel it’s important to take your time, be fair, be exact, so… Happy Thanksgiving Everyone! (Except you Harvey, and all your wicked conspirators – I’m glad it’s going slowly – you don’t deserve a bullet) -stay tuned Uma Thurman Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em Nov 23, 2017 às 12:58 PST

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Pedro Cardoso abandona programa da TV Brasil ao vivo em apoio a grevistas e Taís Araújo

    23 de novembro de 2017 /

    O ator Pedro Cardoso, intérprete de Agostinho na série “A Grande Família”, chamou atenção nesta quinta-feira (23/11), ao recusar-se a participar do programa “Sem Censura”, da TV Brasil, saindo de cena ao vivo, após fazer um discurso enfático, em que abordou a greve dos funcionários do canal, o governo Temer e a crítica fora do tom de Laerte Rímoli, presidente da EBC (estatal responsável pela TV Brasil), contra a atriz Taís Araújo. Logo no início do programa, ao ser abordado pela primeira vez, ele soltou o verbo: “Não vou responder essa pergunta – e nenhuma outra – porque quando cheguei aqui hoje, encontrei uma empresa que está em greve. E não participo de programas de empresas que estão em greve. Vim sentar aqui porque, além da greve, que não me cabe julgar, não conheço a negociação e não estou a par, também não me cabe emitir opinião a respeito de quem está fazendo a greve e de quem está aqui trabalhando, cabe a mim o maior respeito a todos vocês. A todos vocês. Que estão parados, que estão trabalhando, aos que estão aqui”. “Mas, diante deste governo que está governando o Brasil, eu tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo esta greve provavelmente estão cobertas de razão. Então eu não vou falar do assunto que vim falar, nem de nenhum outro”, prosseguiu. “O que eu soube também quando cheguei aqui é que o presidente desta empresa, que pertence ao povo brasileiro, fez comentários extremamente inapropriados a respeito do que teria dito uma colega minha [em referência a Taís Araújo] onde a presença do sangue africano é visível na pele – porque o sangue africano está presente em todos nós, e em alguns de nós está presente também na pele, mas em todos nós ele está.” Em seguida, finalizou seu discurso, que durou cerca de um minuto e meio, em tom mais alterado: “Então se esta empresa, que é casa do povo brasileiro, tem na presidência uma pessoa que fala contra isso, eu não posso falar do assunto que eu vim falar aqui. Eu tenho um imenso respeito por todos vocês aqui, peço desculpas, vou me levantar em respeito aos grevistas e vou embora.” O programa abordaria a “música afro-brasileira, dependência digital e teatro”. Também estavam presentes o ator Hugo Bonemer (primo de William Bonner), o cantor Carlos Negreiros e o professor Lúcio Lage. Após ouvir respeitosamente todos os comentários feitos por Pedro, a apresentadora Katy Navarro solidarizou-se com o ator e, em seguida, chamou um intervalo comercial: “Respeito bastante sua opinião, respeito sua saída. A gente vive numa democracia e precisa respeitar a opinião de cada um. Pedro Cardoso obrigado pela sua presença, e entendo perfeitamente tudo que está acontecendo.” Após o que todos viram, a EBC emitiu uma nota: “O ator Pedro Cardoso expressou-se livremente no programa ‘Sem Censura’ desta tarde. Esta postura da EBC é o resultado da diretriz jornalística e profissional implementada pela atual direção da Empresa Brasil de Comunicação. Nossa programação é a prova viva – e ao vivo – de que esta empresa de comunicação pública é plural, é democrática, acolhe a diversidade de opinião e respeita a lei, inclusive o direito de greve”. Veja a participação do ator abaixo:

    Leia mais
  • Etc

    Mais uma figurante de Entourage acusa Jeremy Piven de abuso sexual

    23 de novembro de 2017 /

    Outra mulher está acusando Jeremy Piven de agressão sexual durante as gravações da série “Entourage”. Em uma denúncia publicada na noite de quarta-feira (22/11) pelo BuzzFeed News, Anastasia Taneie detalhou como foi agredida sexualmente pelo ator em 2009, quando trabalhou como figurante na série da HBO. O ator, que venceu três prêmios Emmy pelo papel do empresário artístico Ari Gold, teria aproveitado um momento em que os dois estavam sozinhos para empurrar a mulher contra uma parede e agarrar seus seios e órgãos genitais. Taneie diz que Piven só parou de atacá-la quando um assistente de direção surgiu. E que, ao ser surpreendido, o ator exigiu que ela fosse removida do set por se oferecer para ele. Definindo o ocorrido como “a coisa mais horrível que já experimentei”, Taneie explicou porque não prestou uma queixa formal. “Eu estava com medo na época de que ninguém fosse acreditar em mim”, afirmou. “Eu não queria fazer uma cena. Eu só queria ir para casa.” Piven nega todas as acusações de má conduta sexual que tem sido feitas contra ele. O ator afirma ter feito um teste de polígrafo, que seus advogados forneceram ao BuzzFeed como prova. “Deixe-me ser absolutamente claro, isso simplesmente não aconteceu”, ele disse ao site num comunicado. “Eu nunca me forçaria sobre uma mulher. Não consigo explicar sobre porque uma pessoa criaria uma história como essa”. Se oficialmente não consegue explicar porque uma pessoa criaria uma história como essa, tem mais problemas ainda para falar de mais de uma pessoa com histórias similares. Afinal, a primeira queixa contra ele foi de outra figurante de “Entourage”, Ariane Bellamar, que é mais conhecida, por ter sido Playmate da revista Playboy e aparecer em reality shows. Bellamar escreveu no Twitter: “Ei, Jeremy Piven! Lembra quando me encurralou em seu trailer no set de ‘Entourage’? Lembra de agarrar meus seios no sofá sem pedir? Lembra quando eu tentei sair e você agarrou a minha bunda?”. O ator também negou tudo e a HBO lavou as mãos. De fato, o canal pago emitiu uma nota a respeito do ocorrido que é exatamente igual ao comunicado sobre o novo caso. Em ambas, o texto repete: “Revisamos nossos registros e não recebemos nenhuma reclamação contra Jeremy Piven em ‘Entourage’. A HBO leva o assédio sexual muito a sério e tem como prioridade garantir que todos experimentem um ambiente de trabalho seguro e confortável”. O “desmentido” levou Bellamar a ser assediada no Twitter por fãs do ator, que a acusaram de querer aparecer com acusações mal intencionadas. Só que isso acabou com o silêncio de outra vítima. A atriz Cassidy Freeman, que estrelou as séries “Smallville” e “Longmire”, usou seu Instagram para confrontar o ator. “Você não pode negar isso porque, infelizmente, é inegável”, ela escreveu. “A reação sofrida por esta mulher após as acusações foi horrenda. E se as acusações são ou não verdadeiras, a verdade é que eu conheço você. Eu sei o que você fez e tentou fazer comigo quando eu era muito nova. Isto eu sei. E você também sabe disso. A menos que fossem tantas de nós, que você pode nem lembrar. O comportamento predatório é uma maneira crônica para você buscar o poder. Você se sente poderoso? Com seus advogados e suas redes e seus fãs ardorosos, que chamam suas vítimas de bimbos? Ou você sabe, em seu intestino podre, que você terá que mentir pelo resto de sua vida? Espero que, de agora em diante, você mantenha suas calças no lugar e nunca consiga fazer isso novamente”. Piven atualmente estrela a série “Wisdom of the Crowd”, na rede CBS, que, por conta das controvérsias ligadas ao ator, não teve encomenda de novos episódios além dos já produzidos. Se não houver reviravolta, a série se encerra em 17 de dezembro.

    Leia mais
  • Etc

    Namoro entre Jennifer Lawrence e o diretor Darren Aronofsky já acabou

    23 de novembro de 2017 /

    O romance entre a atriz Jennifer Lawrence e o diretor Darren Aronofsky não resistiu às críticas negativas de “Mãe!”, como muitos maldosos apostavam. Eles estão separados há um mês, segundo o programa Entertainment Tonight (ET), que diz ter confirmado a informação com diversas pessoas próximas do casal. Os dois começaram a namorar durante as filmagens de “Mãe” e a separação teria sido amigável. A última aparição pública do casal foi no Governors Awards, que entregou Oscars honorários no dia 11 de novembro, em Los Angeles. Embora os dois já estivessem separados na ocasião, o clima entre eles foi normal. Em setembro, o casal conversou com o programa e se elogiaram mutuamente. “Ele simplesmente é brilhante”, disse a atriz, de 27 anos. “Um talento único desta geração”, respondeu Aronofsky, de 48. “Eu não sei o que faz dela tão boa. Talvez seus pais, talvez a água do Kentucky”, ele brincou. Veja abaixo. Lawrence já havia namorado o ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e o vocalista da banda Coldplay, Chris Martin, enquanto Aronofsky, por sua vez, teve um relacionamento com a também atriz Rachel Weisz, que ele dirigiu em “Fonte da Vida” (2006). Os dois são pais de Henry, de 11 anos.

    Leia mais
  • Etc

    Robô de Planeta Proibido é comprado por US$ 5,4 milhões e vira acessório mais caro do cinema

    22 de novembro de 2017 /

    Robby the robot, o robô do clássico de ficção científica “Planeta Proibido” (1956), tornou-se o acessório cinematográfico mais caro de todos os tempos, ao ser vendido por US$ 5,3 milhões em um leilão de Nova York, na terça-feira (22/11). A casa de leilões Bonhams, que realizou a venda, confirmou que o preço superou o recorde anterior para um item cenográfico, superando os US$ 4 milhões da estátua de falcão do noir “Relíquia Macabra” (1941), estrelado por Humphrey Bogart, e que os US$ 4,6 milhões pagos pelo vestido branco usado por Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). Robô mais famoso do cinema, Robby é reconhecido pela cabeça em formato de domo de vidro e membros que imitam uma criatura bípede, incluindo pernas que parecem pilhas de bolas de boliche. No famoso filme dos anos 1950, ele é um servo devoto do Professor Morbius (Walter Pidgeon), e seu design – avançadíssimo para a época – chamou mais atenção que a beleza de Anne Francis na produção. Não só isso. Programado com um senso de humor seco, ele ofuscou até o futuro comediante Leslie Nielsen, que comandava a nave espacial da trama, e se tornou a maior inspiração para dois robôs clássicos da sci-fi – o Robô, de “Perdidos no Espaço”, e C-3PO, de “Guerra nas Estrelas”. Dirigido por Fred M. Wilcox, “O Planeta Proibido” também influenciou os phasers de “Star Trek”, o disco voador de “Perdidos no Espaço” e o complexo tecnológico do “Túnel do Tempo”, que saíram diretamente de suas imagens. Mas sua importância vai além do aspecto visual e tecnológico, graças à incorporação de uma temática mais adulta no gênero – a trama era inspirada em “A Tempestade”, de William Shakespeare – , até então marcado por aventuras juvenis como “Flash Gordon” e “Buck Rogers”. Fazer o robô não foi barato. Ele foi construído pelo engenheiro Robert Kinoshita por aproximadamente US$ 125 mil, valor que, ajustado pela inflação, equivaleria a quase US$ 1 milhão de nos dias de hoje. Mesmo com esse preço, Robbie nunca foi um robô de verdade. Seu interior não tem fios e circuitos, mas espaço para um ator manobrá-lo. O mais curioso é que o sucesso de “O Planeta Proibido” transformou Robbie em ator. Isto mesmo. Ele é creditado como ator no IMDb, por aparecer em mais produções que não tinham nenhuma relação com a sci-fi clássica. O robô foi visto em nada menos que 27 produções diferentes, entre filmes e séries, sem contar documentários e programas de variedades. A lista inclui episódios de “Além da Imaginação”, “Perdidos no Espaço”, “A Família Addams”, “Banana Splits”, “Columbo”, “Projeto UFO”, “Mork & Mindy” e “Mulher-Maravilha”, além de filmes como “O Menino Invisível” (1957), “Desapareceu um Espião” (1966), “Heavy Metal: Universo em Fantasia” (1981), “Gremlins” (1984), “Meu Amante É do Outro Mundo” (1988) e até “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003). A identidade do comprador de Robbie não foi revelada.

    Leia mais
  • Etc

    Taís Araújo discursa contra racismo e é ridicularizada por integrantes de cargos públicos

    22 de novembro de 2017 /

    Falar de racismo no Brasil pode render ataques do governo. Dois integrantes de cargos públicos e um senador resolveram atacar Taís Araújo no feriado que deveria despertar a “Consciência Negra”, após a circulação do vídeo de um discurso da atriz em conferência sobre educação, em que ela afirma que “no Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam as bolsas e blindem seus carros”, como forma de expor o preconceito existente no país. Para ridicularizar o discurso, o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, compartilhou no Facebook um meme com uma colagem da atriz em que uma criança branca aparece fugindo em primeiro plano, ao lado da frase “Quando você percebe que é o filho da Taís Araújo na calçada”, além de um comentário no Twitter sobre pessoas que “pulam do avião” ao verem a atriz. A postagem indignou entidades de defesa da igualdade racial. O Fórum Nacional pela Democratização (FNDC) anunciou a intenção de denunciar o gestor público pela ironia diante da manifestação antirracista. “Ele deveria zelar pelo fim de todas as formas de discriminação, pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos”, afirmou a coordenadora do FNDC, Renata Mielli, em entrevista à Rede Brasil Atual. “Racismo já é crime. Agora, praticado por um gestor de empresa pública de comunicação é totalmente absurdo. Vamos exigir que medidas cabíveis sejam adotadas”, completou. Diante da repercussão negativa da “piada” de fundo racista, ele usou o Facebook, nesta quarta-feira (22/11), para pedir desculpas. “Peço desculpas à atriz Taís Araújo e sua família por ter compartilhado um post inadequado em minha timeline”, escreveu. Mas o presidente da EBC não foi o único integrante do poder público que se dispôs a atacar a fala de Taís. O senador José Medeiros, do Mato Grosso, disse, durante transmissão da TV Senado, que ela estava “mentindo”, “prestou um desserviço ao Brasil” e fez “discurso de ódio”, enquanto o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamim, usou seu Facebook para classificar o depoimento como “idiotice racial”, ensinando que o racismo no Brasil é “uma criação do Departamento de Estado dos Estados Unidos”. Todos os que protestaram são brancos. Assim como muitos jovens que fizeram questão de gravar vídeos no YouTube contra a atriz, demonstrando de forma clara, branquíssima, a gravidade do problema racial do país – onde nem sequer se pode falar sobre racismo sem sofrer repressão. Veja abaixo o discurso contundente de Taís Araújo, no TEDx São Paulo, e as gracinhas compartilhadas pelo presidente da EBC.

    Leia mais
  • Etc

    Rashina Jones nega assédio de John Lasseter, mas acusa Pixar de discriminação sexual

    22 de novembro de 2017 /

    Após uma reportagem da revista The Hollywood Reporter ligar a saída de Rashida Jones de “Toy Story 2” à notícia de que John Lasseter, cofundador e diretor de criação da Pixar, estava se afastando do estúdio em meio a denúncias de assédio, a atriz negou ter sido assediada ou que sua decisão de abandonar o filme seja relacionada ao comportamento do chefe. Rashida, que era uma das roteiristas da sequência da franquia de animação, contou ao jornal The New York Times que a decisão de sair foi consequência do tratamento que a Pixar dá a mulheres e minorias no ambiente de trabalho, e não por conta de Lasseter. “A velocidade vertiginosa com que os jornalistas têm buscado o próximo perpetrador torna algumas notícias irresponsáveis”, criticou a atriz, em comunicado assinado com Will McCormack, seu parceiro criativo no projeto, que também optou por deixar “Toy Story 4”. “Nós não saímos da Pixar por conta de assédios. Isso não é verdade. Optamos por sair por diferenças criativas e, mais ainda, filosóficas”. No comunicado, Rashida e McCormack descreveram a Pixar como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. “Nós esperamos encorajar todos aqueles que sentiram que suas vozes não foram ouvidas no passado, que se sintam empoderados”, afirmaram. A reportagem da THR ligou a saída da dupla do desenvolvimento de “Toy Story 4” à denúncias de assédio que levaram Lasseter, diretor da divisão de animação da Disney, a anunciar seu afastamento por seis meses, após admitir que precisava “enfrentar seus erros”. A publicação afirmou que a decisão tinha sido decorrência de denúncia de Rashida Jones, por conta de um avanço não consensual de Lasseter, mas ela veio agora à público negar. Outras pessoas, que não quiseram se identificar, descreveram Lasseter como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Na nota em que anunciou seu afastamento, Lasseter mencionou este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

    Leia mais
  • Etc

    Diretor de Toy Story se afasta da chefia da Disney após acusação de assédio sexual

    21 de novembro de 2017 /

    O cineasta John Lasseter, atual chefão da divisão de animação da Disney, anunciou nesta terça-feira (21/11) seu afastamento do estúdio para tirar um “semestre sabático”, após admitir que precisa “enfrentar seus erros”. O site The Hollywood Reporter chegou a apontar que o afastamento era decorrência de denúncia da atriz Rashida Jones, que deixou a produção de “Toy Story 4”, em que atuava como uma das roteiristas, por conta de um avanço não consensual de Lasseter. Will McCormack, seu parceiro criativo no filme, que tem previsão de estreia para junho de 2019, também pediu demissão em apoio à colega. Mas após ver seu nome citado na reportagem, Rashida Jones veio a público negar a história, contando o motivo de sua decisão: discriminação sexual – o que também não pegou bem para a companhia e seu diretor. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. O anúncio de seu afastamento foi divulgado após chegar a seu conhecimento que o THR preparava uma reportagem sobre sua conduta. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, ele disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluiu Lasseter. A Disney não se pronunciou, mas muitos funcionários falaram com o THR para a reportagem, sob a condição de anonimato por temerem que suas carreiras fossem prejudicadas. De acordo com relatos, o incidente com Rashida Jones não teria sido isolado. Lasseter é muito conhecido por abraçar seus funcionários e demais profissionais da área, além de gostar de “agarrar, beijar e fazer comentários sobre atributos físicos”. O executivo também costuma ingerir doses altas de bebidas alcoólicas em eventos sociais da empresa, como festas de lançamentos, mas seu comportamento não estaria exclusivamente atrelado ao fato. Segundo apurou o THR, as funcionárias mulheres da Pixar já sabiam “virar a cabeça rapidamente para evitar seus beijos”. Algumas usavam um movimento que batizaram de “o Lasseter” para evitar que seu chefe passasse a mão em suas pernas. Uma das fontes que falou de forma anônima lembrou de uma reunião, realizada há 15 anos, em que Lasseter sentou ao lado de uma mulher. “Ela estava curvada e posicionou o braço na coxa. A melhor maneira de descrever é que era uma postura defensiva… John estava com a mão no joelho dela e movendo-a”, contou. Após a reunião, a fonte conversou com a vítima sobre o ocorrido: “Ela disse que deu azar por usar uma saia naquele dia e que se não estivesse se protegendo com o braço, a mão de John teria viajado…”. A mesma fonte lembrou um caso em que uma foto corporativa precisou sofrer um corte bizarro porque Lasseter, que estava posicionado entre duas funcionárias, repousou suas mãos no corpo delas. Em outro relato, uma ex-funcionária lembrou encontros estranhos com Lasseter, que gostava — “como muitos na indústria” — de distribuir abraços em reuniões. “Você o abraçava e ele sussurrava em sua orelha por um longo tempo. Ele abraçava diversas vezes e todos te olhavam. Era uma invasão de espaço”, relatou. O texto de Lasseter menciona este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie