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    Eliza Dushku recebe indenização milionária após sofrer assédio nas gravações da série Bull

    14 de dezembro de 2018 /

    A rede americana CBS pagará US$ 9,5 milhões à atriz americana Eliza Dushku, que denunciou ter sido alvo de assédio quando participou da série “Bull”,. Conhecida por papéis nas séries “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Dollhouse” e na comédia “As Apimentadas”, Dushku tinha assinado um contrato para trabalhar em três episódios da 1ª temporada da série “Bull”, com a opção de transformar sua personagem numa integrante fixa da atração. Mas durante as gravações, ela foi assediada pelo ator principal da série, Michael Weatherly. Ao denunciar os comentários “incômodos” à produção, ela foi dispensada após sua participação. Segundo apurou o jornal The New York Times, Weatherly fez um comentário a Dushku, diante da equipe da série “Bull”, sobre a sua aparência, outro sobre sexo a três e uma piada envolvendo um estupro. A atriz de 37 anos denunciou que, após confrontar o ator por suas palavras, foi retirada da série e considerou que sua demissão tivesse ocorrido em represália por sua atitude. O New York Times apurou que o caso foi para mediação da CBS, que, após quase dois anos, concluiu que o melhor a fazer era firmar um acordo confidencial pelo qual a atriz receberá US$ 9,5 milhões de indenização – o equivalente ao que teria recebido se tivesse atuado em quatro temporadas na série televisiva. A CBS anunciou publicamente que fechou o acordo e prometeu melhorar as condições de trabalho em suas produções. Além de exibir “Bull”, a CBS é uma das produtoras da atração. “As acusações de Dushku são um exemplo que, apesar de seguirmos comprometidos com uma cultura definida por um lugar de trabalho seguro, inclusivo e respeitoso, nossa meta ainda está longe de ser conseguida”, disse a emissora em comunicado. Não há menções a nenhuma punição para Michael Weatherly. Mas o ator emitiu uma nota com o que deveria ser um pedido de desculpas, ao mesmo tempo em que tentou eximir-se de qualquer responsabilidade na dispensa da atriz. “Durante o transcorrer das gravações de nosso programa, fiz algumas piadas zombando de algumas linhas do roteiro. Quando Eliza me disse que não estava confortável com a minha linguagem e tentativa de humor, eu fiquei mortificado por tê-la ofendido e imediatamente me desculpei. Depois de refletir sobre isso, entendo melhor que o que eu disse não foi engraçado nem apropriado, e sinto muito e lamento a dor que isso causou a Eliza.” E completa: “Pela minha lembrança, eu não disse a ninguém como eles deveriam fazer o seu trabalho em relação à contratação ou demissão de ninguém.” “Bull” encerrou a primeira metade de sua 3ª temporada na segunda-feira (10/12). A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em setembro, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, a rede CBS identificou o que classificou de “cultura de abuso” dentro da empresa. De acordo com um relatório de uma empresa contratada pela CBS para investigar as alegações, foram apuradas denúncias adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”.

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  • Etc,  Série

    Emmy muda regras para dificultar que episódios de séries concorram como Melhor Telefilme

    14 de dezembro de 2018 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou mudança nas regras da premiação do Emmy, que já valerão para a consagração dos melhores da TV em 2019. A principal alteração foi na disputa de Melhor Telefilme. Após três episódios/especiais consecutivos de séries vencerem a categoria, a Academia decidiu evitar uma quarta reprise, estabelecendo uma duração mínima para candidatos ao prêmio. Para ser considerado um telefilme, as produções precisarão ter no mínimo 75 minutos (1h15) de duração. Isto evitaria, por exemplo, que o episódio “San Junipero”, da 3ª temporada de “Black Mirror”, levasse o Emmy em 2017. Com sua duração de 61 minutos, não seria elegível para a categoria nas novas regras. Por outro lado, em 2016 e 2018, o Emmy de Melhor Telefilme foi vencido por “The Abominable Bride” (episódio de “Sherlock”) e “USS Callister” (outro de “Black Mirror”). Ambos têm mais de 75 minutos e continuariam capazes de competir na categoria. Além desta mudança, a Academia criou uma nova categoria para premiar compositores de trilha sonora de séries documentais e dividiu o troféu de Melhor Coreografia, dando uma premiação para programas de variedade e outro para séries ficcionais. Por fim, o Emmy também aumentou em um mês seu prazo de elegibilidade. Antes, qualquer série que exibisse mais de metade de sua temporada até o dia 31 de maio era elegível para a premiação daquele ano. Agora, o prazo vale até o final de junho.

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  • Etc,  Filme

    Sondra Locke (1944 – 2018)

    14 de dezembro de 2018 /

    Morreu a atriz e diretora Sondra Locke, que foi parceira de Clint Eastwood em vários filmes e também na vida pessoal. Ela faleceu vítima de câncer em 3 de novembro, aos 74 anos, mas apenas agora o óbito foi confirmado. Sandra Louise Smith nasceu em 1944 em Shelbyville, Tennessee, e mudou seu nome para Sondra quando foi escolhida para viver a adolescente Mick Kelly em “Por que Tem de Ser Assim?” (1968), seu primeiro filme, que lhe rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante aos 24 anos de idade. Em seguida, estrelou o drama “Uma Sombra Me Persegue” (1970) e os filmes de terror “Calafrio” (1971) e “A Imagem do Medo” (1972), antes de viver Jesus Cristo de saias em “The Second Coming of Suzanne” (1974). Este lançamento foi tão mal recebido que a afastou do cinema por um bom período, levando-a para as séries. Ela apareceu em “Galeria do Terror”, “Kung Fu”, “Barnabie Jones” e “Planeta dos Macacos” até ser resgatada por Clint Eastwood, que a escalou como protagonista feminina em “Josey Wales, o Fora da Lei” (1976), dando início a uma parceria bem-sucedida também fora das telas. Os dois, que eram casados, passaram a viver juntos. E a filmar juntos também. Sondra emendou mais cinco filmes ao lado do ator e diretor, alguns deles famosíssimos. A lista inclui “Rota Suicida” (1977), “Doido para Brigar… Louco para Amar” (1978), a continuação “Punhos de Aço: Um Lutador de Rua” (1980), “Bronco Billy” (1980) e “Impacto Fulminante” (1983), penúltimo longa da franquia “Dirty Harry”, em que ela se vinga dos homens que a estupraram e a sua irmã. Sem medo de papéis controvertidos, Sondra ainda estrelou o cultuado “Death Game” (1977), em que, ao lado de Colleen Camp, seduzia e torturava um homem ingênuo. O filme ganhou remake recente, “Bata Antes de Entrar” (2015), com Lorenza Izzo e Ana de Armas se revezando na tortura de Keanu Reeves. Em 1986, ela mudou o foca da sua carreira, tornando-se diretora. Sondra dirigiu quatro longas: “Ratboy” (1986), “Tentação Perigosa” (1990), “Death in Small Doses” (1995) e “Ligados pelo Perigo” (1997). “Ratboy” teve mais repercussão, já que a trama lembrava “Calafrio”, do começo da carreira da atriz, mas a crítica foi impiedosa. Clint Eastwood assinou a produção, mas acabou processado por atitudes lesivas em 1989, quando quis abandoná-la. A briga começou quando Eastwood engravidou outra mulher e mudou as fechaduras de sua casa, colocando as coisas de Locke num depósito, enquanto ela estava em outro estado filmando seu segundo longa. Os dois chegaram a um acordo quando ele se comprometeu a produzir os próximos filmes dela, num acordo de distribuição com Warner. Entretanto, isso não foi honrado e, em 1995, Locke voltou a processar o ator e também a Warner por fraude e por conspiração para sabotar sua carreira. O caso acabou resolvido fora dos tribunais, mas Locke ficou com fama de “difícil” em Hollywood e teve sua carreira encurtada. Durante essa fase estressante, ela ainda passou por uma mastectomia dupla em 1990. E, após lançar seu último filme em 1997, publicou sua autobiografia, “The Good, the Bad, and the Very Ugly – A Hollywood Journey”, parafraseando o título de um filme estrelado por Eastwood nos anos 1960. O diretor Eli Roth a creditou como coprodutora de “Bata Antes de Entrar” e isso a recolocou em contato com a indústria cinematográfica. Sondra Locke voltou às filmagens pela última vez em 2017, como protagonista do drama “Ray Meets Helen”, do veterano cineasta Alan Rudolph.

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    Dado Dolabella tem nova prisão decretada

    13 de dezembro de 2018 /

    O ator Dado Dolabella voltou a ser alvo de um novo mandado de prisão após descumprir os termos da decisão judicial que suspendeu sua condenação pelos crimes de injúria e dano. Desde sexta-feira (7/12), ele é considerado um foragido da Justiça. Dollabella havia sido condenado a dois meses e 15 dias de reclusão por ter xingado a ex-mulher, Viviane Sarahyba, e ainda por ter danificado seu carro, durante uma discussão em dezembro de 2010. Inicialmente, havia sido concedida a suspensão condicional da pena (a chamada SURSIS), em troca de o ator participar de um grupo de reflexão, comparecer mensalmente ao juízo para justificar suas atividades, dentre outras ações. Em fevereiro deste ano, a SURSIS foi suspensa porque Dado havia sido preso em São Paulo por não pagar pensão alimentícia, se mudado sem apresentar novo endereço e não compareceu em juízo quando foi intimado para prestar esclarecimentos. O novo mandado de prisão, que foi expedido na sexta, veio do juizado de violência doméstica da comarca regional de Jacarepaguá, no Rio. O mandado já foi encaminhado para a polícia civil de São Paulo e para a Polícia Federal. Atualmente, ele tem sido visto circulando com Letícia Almeida. Procurado pelo jornal Extra e questionado se tinha a intenção de se apresentar para cumprir a pena, Dado afirmou ter conhecimento do mandado contra ele, mas aguarda a orientação de sua advogada. “Estou à disposição da Justiça. Não vou fugir de jeito nenhum. Eu dependo da minha advogada. Estou esperando ela me dizer o que tenho que fazer”, afirmou. Dado disse ainda que faltou a apenas uma das 12 reuniões do grupo reflexivo por causa de compromissos de trabalho. Questionado, no entanto, sobre o não comparecimento em juízo desde agosto de 2017, o ator disse não se recordar do fato. Já a advogada do artista, Fernanda Trípode, afirmou que Dado não foi intimado oficialmente do mandado de prisão contra ele, por isso não poderia ser considerado foragido. “Estamos analisando, seguindo a tramitação e a ordem judicial será devidamente cumprida no seu tempo e modo”, disse a advogada. Dado Dolabella será visto a seguir no filme de terror “Possessões”, que terá sua premiére num festival de cinema brasileiro em Los Angeles, nos Estados Unidos, na próxima terça-feira (18/12). O filme marca a estreia na direção de Tiago Santiago, autor das novelas “Caminhos do Coração”, “Os Mutantes” e “Amor e Revolução”.

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    Paris Filmes suspende comercialização de documentário sobre João de Deus

    12 de dezembro de 2018 /

    A distribuidora Paris Filmes anunciou que suspendeu “imediatamente” a comercialização do documentário “João de Deus – O Silêncio É uma Prece” em todas as plataformas digitais. Comunicada na terça-feira (11/12), a decisão foi tomada após a repercussão de diversas denúncias de assédio e abuso sexual contra o médium, cometidos no “hospital espiritual” que ele mantém em Abadiânia, interior goiano. Até o momento, 78 mulheres registraram denúncias contra João de Deus no Ministério Público de Goiás. O filme dirigido por Candé Salles (de “Para Sempre Teu Caio F.”) foi lançado em maio nos cinemas. Ele traz entrevistas com o médium e com seguidores e admiradores, tais como a atriz Cissa Guimarães, que também é narradora da produção. Além disso, mostra imagens das chamadas “cirurgias espirituais”, nas quais João de Deus utiliza utensílios domésticos, como faca de cozinha e tesoura, para realizar cortes e incisões. Além do documentário, um longa de ficção, intitulado “João de Deus – O Filme”, estava em fase de pré-produção. Na semana passada, a empresa Lynxfilm Produções Audiovisuais conseguiu autorização para captar até R$ 4 milhões para sua filmagem, por meio de incentivos fiscais.

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    Cerimônia do Oscar 2019 pode ficar sem apresentador

    11 de dezembro de 2018 /

    Após Kevin Hart desistir de apresentar a próxima edição do Oscar, a cerimônia de 2019 pode acontecer sem um apresentador oficial. Segundo a revista Variety, a alternativa estaria sendo analisada pelos produtores do evento, após o comediante ser pressionado nas redes sociais a abandonar o posto, em meio a uma polêmica envolvendo o resgate de antigos tuítes homofóbicos. Caso a ideia seja aprovada, vários atores se revezariam no comando do prêmio, sem que um deles se destaque mais. O formato anterior já tinha se tornado maleável, pois conta com a participação de atores convidados que anunciam cada categoria. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Observando as datas, é possível até dizer que a falta de apresentador no Oscar é uma tradição em anos terminados em 9. Seria, justamente, o caso de 2019. Nas últimas duas edições, a cerimônia foi comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel, registrando, em 2018, seu recorde negativo de audiência, assistido por 26,5 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 91ª cerimônia do Oscar está marcada para o dia 24 de fevereiro e será exibida no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Brie Larson posta primeira foto no Brasil, feliz da vida ao visitar o MASP

    7 de dezembro de 2018 /

    Brie Larson já está em São Paulo para participar da CCXP. E em vez de cair na roubada do passeio pelo beco do Batman (único lugar que as assessorias de imprensa conhecem na cidade), ela demonstrou excelente gosto e foi visitar o MASP. Não só isso, postou uma foto em frente às obras de Rubem Valentim no Instagram, citando o nome do artista construtivista entre elogios. “Meu lugar feliz é estar rodeada por Rubem Valentim”, ela escreveu, ao lado da imagem em que demonstra expressão de alegria. A estrela do filme “Capitã Marvel” vai participar do painel da Disney na Comic Con paulista, marcado para sábado (8/12). Primeira mulher a protagonizar um filme de super-herói da Marvel, a atriz de 29 anos já tem um Oscar no currículo, por seu desempenho em “O Quarto de Jack” (2015). “Capitã Marvel” também tem diretora mulher, na verdade um casal, Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), e estreia marcada para 7 de março nos cinemas brasileiros. Visualizar esta foto no Instagram. My happy place is being surrounded by #RubemValentim ?? Uma publicação compartilhada por Brie (@brielarson) em 7 de Dez, 2018 às 12:48 PST

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    Kevin Hart desiste de apresentar o Oscar após virar alvo de polêmica por tuítes homofóbicos

    7 de dezembro de 2018 /

    Durou poucas horas o status de Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como apresentador do Oscar 2019. Dois dias após dizer que ser o mestre de cerimônia do Oscar era um objetivo de sua vida, o comediante anunciou sua desistência. Fez isso antes de dar tempo para a Academia dispensá-lo. A saída foi provocada pelo ressurgimento de tuítes homofóbicos do ator, resgatados nas redes sociais após ele ser convidado para a função. Em pouco tempo, o material virou um dos tópicos mais comentados do Twitter. E a reação de Kevin Hart foi ir ao Instagram dizer que preferia perder o trabalho a se sujeitar à pressão de trolls da internet. Num dos tuítes antigos resgatados, ele relatou que não aceitaria um filho gay, dizendo que se o pegasse brincando com bonecas, quebraria o brinquedo na cabeça dele. Em outro, comparou a foto de um homem sensual a um “anúncio gay para a Aids”. E disse coisas piores. Hart, de 39 anos, afirmou que as mensagens eram de quase uma década atrás e que ele amadureceu desde então. Mas relutou em se desculpar. Foram vários posts dizendo que não faria isso. Que isso seria alimentar os trolls. E com essa reação, apenas alimentou sua própria fama de homofóbico. Ao final, optou por chutar para longe a oportunidade de apresentar o Oscar. Preferiu manter a pose orgulhosa e intransigente a assumir na prática o tal discurso de maturidade. Pediu para sair, porque sabia o que aconteceria diante de sua recusa. Em 2011, a Academia forçou Brett Ratner a desistir de produzir o Oscar, após dizer, num evento de divulgação do filme “Roubo nas Alturas”, que “ensaio é coisa de viado”, e na sequência mostrar total desrespeito pelas mulheres em uma entrevista de rádio com Howard Stern. O resultado foi que Eddie Murphy, escolhido por Ratner para apresentar o Oscar daquele ano, decidiu abandonar a função em solidariedade ao cineasta. E, assim como agora, a Academia precisou encontrar um substituto. “Escolhi descartar a desculpa. A razão pela qual faço isto é porque já falei sobre isto diversas vezes”, disse Hart. “Eu falei sobre quem eu sou agora em comparação com quem eu era então. Já fiz isto… Estou em um lugar completamente diferente em minha vida”, explicou o comediante em sua sequência de vídeos no Instagram. Apenas bem mais tarde, no Twitter, o ator pediu desculpas à comunidade LGTBQ+ pelo que chamou de “palavras insensíveis do passado”, anunciando que estava desistindo de apresentar o Oscar. “Eu fiz a escolha de desistir de apresentar o Oscar deste ano… Isso é porque eu não quero ser uma distração em uma noite que deve ser comemorada por tantos artistas talentosos incríveis. Eu sinceramente peço desculpas à comunidade LGBT pelas minhas palavras insensíveis do meu passado”, ele escreveu. “Lamento ter machucado as pessoas. Eu estou evoluindo e quero continuar fazendo isto. Meu objetivo é unir as pessoas, não separar. Muito amor e apreço pela Academia. Espero que possamos nos encontrar de novo”, acrescentou. E em seguida postou uma citação de Martin Luther King completamente fora de contexto, retomando uma posição supostamente desafiadora. “A medida final de um homem não é onde ele está em momentos de conforto e conveniência, mas onde ele está em tempos de desafio e controvérsia. Martin Luther King jr.”. A Academia terá agora que encontrar um novo apresentador para a 91ª edição do Oscar, no dia 24 de fevereiro. Visualizar esta foto no Instagram. Stop looking for reasons to be negative…Stop searching for reasons to be angry….I swear I wish you guys could see/feel/understand the mental place that I am in. I am truly happy people….there is nothing that you can do to change that…NOTHING. I work hard on a daily basis to spread positivity to all….with that being said. If u want to search my history or past and anger yourselves with what u find that is fine with me. I’m almost 40 years old and I’m in love with the man that I am becoming. You LIVE and YOU LEARN & YOU GROW & YOU MATURE. I live to Love….Please take your negative energy and put it into something constructive. Please….What’s understood should never have to be said. I LOVE EVERYBODY…..ONCE AGAIN EVERYBODY. If you choose to not believe me then that’s on you….Have a beautiful day Uma publicação compartilhada por Kevin Hart (@kevinhart4real) em 6 de Dez, 2018 às 3:20 PST Visualizar esta foto no Instagram. I know who I am & so do the people closest to me. #LiveLoveLaugh Uma publicação compartilhada por Kevin Hart (@kevinhart4real) em 6 de Dez, 2018 às 7:31 PST I have made the choice to step down from hosting this year's Oscar's….this is because I do not want to be a distraction on a night that should be celebrated by so many amazing talented artists. I sincerely apologize to the LGBTQ community for my insensitive words from my past. — Kevin Hart (@KevinHart4real) December 7, 2018 I'm sorry that I hurt people.. I am evolving and want to continue to do so. My goal is to bring people together not tear us apart. Much love & appreciation to the Academy. I hope we can meet again. — Kevin Hart (@KevinHart4real) December 7, 2018 The ultimate measure of a man is not where he stands in moments of comfort and convenience, but where he stands at times of challenge and controversy. Martin Luther King, Jr. — Kevin Hart (@KevinHart4real) December 7, 2018

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    Quatro Casamentos e um Funeral vai ganhar mini-continuação com elenco original

    7 de dezembro de 2018 /

    Os protagonistas da comédia clássica “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994) vão voltar a se reunir para celebrar os 25 anos da produção num curta-metragem, que será exibida pela rede BBC no dia 15 de março de 2019. Os astros Hugh Grant, Andie MacDowell e Kristin Scott Thomas voltarão a viver seus personagens clássicos por uma boa causa. Trata-se de um projeto ligado à organização sem fins lucrativos Comic Relief, que realiza anualmente o “Red Nose Day” (dia do nariz vermelho, em inglês), uma campanha na qual celebridades colocam um nariz vermelho de palhaço para arrecadar fundos para entidades beneficentes no Reino Unido. Por conta disso, o reencontro foi batizado de “One Red Nose Day and a Wedding” (Um nariz vermelho e um casamento, em tradução literal). A produção é a segunda do gênero e segue o sucesso alcançado no ano passado por “Red Nose Day Actually”, curta de 17 minutos que reencontrou os personagens de “Simplesmente Amor” (2003). Curiosamente, as duas comédias românticas foram criadas pelo mesmo geniozinho, Richard Curtis, que está à frente do projeto para contar que fim levaram os protagonistas de “Quatro Casamentos e um Funeral”. “Eles vão se juntar para um quinto casamento no qual, como de costume, nem tudo sairá como o planejado”, revelou Curtis em comunicado. Para quem não lembra, “Quatro Casamentos e um Funeral” foi o segundo longa escrito pelo cineasta neozelandês, que também é criador do famoso personagem Mr. Bean. A direção, por sua vez, foi de Mike Newell. “Estamos definitivamente mais velhos, mas suspeito que não mais sábios”, brincou Curtis, que garantiu ter sido “realmente divertido idealizar o que aconteceu com os personagens neste tempo”. O curta-metragem também contará com as participações de John Hannah, Rowan Atkinson, James Fleet e David Haig, entre outros integrantes do filme original. Além desse projeto da BBC, “Quatro Casamentos e um Funeral” ainda está sendo adaptado como série para a plataforma de streaming Hulu. A produção, desenvolvida pela comediante Mindy Kaling e o roteirista Matt Warburton (respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”) também contará, claro, com Richard Curtis.

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    Após descobrir que não é Homem-Aranha, Jake Gyllenhaal é zoado por Ryan Reynolds e Tom Holland

    7 de dezembro de 2018 /

    A brincadeira de Jake Gyllenhaal nas redes sociais, reparando que não interpreta o Homem-Aranha em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, rendeu repercussão no universo social da Marvel. Tudo começou quando o ator compartilhou a sua primeira publicação no Instagram, indicando que vive vilão Mystério, com a legenda “Acabo de perceber que não estou interpretando o Homem-Aranha”. Não demorou muito para Ryan Reynolds, o Deadpool, responder: “Eu também percebi que não estou interpretando o Homem-Aranha”. O comentário gerou mais uma reação de Gyllenhaal, brincando: “Você não está nem mais interpretando Ryan Reynolds”. Ao que Tom Holland conclamou: “Acabei de perceber que eu ESTOU interpretando o Homem-Aranha”. Mark Ruffalo, intérprete do Hulk, completou com um “o mesmo” e um emoji de tristeza, ao fato de não estar vivendo o Aranha. Diante desse circo, Zendaya, a “M.J.” de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, decidiu simplesmente aplaudir. Novamente dirigido por Jon Watts, o longa estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer revela especial de Natal do Porta dos Fundos na Netflix

    6 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um trailer de um especial de Natal nacional, feito pelo grupo Porta dos Fundos. Trata-se de uma paródia de “Se Beber Não Case” passada na última ceia de Jesus, apropriadamente intitulada “Se Beber Não Ceie”. Após encherem a cara com o milagre da multiplicação do vinho, os apóstolos não lembram onde Jesus foi parar. O especial tem roteiro de Fábio Porchat, que interpreta Jesus, e traz Gregório Duvivier no papel de Judas, além de Antonio Tabet e Rafael Portugal. A estreia está marcada para 21 de dezembro em streaming. E é ressaca garantida para a Netflix, graças ao tom que pode ser considerado ofensivo aos cristãos – já repararam de onde sai o estoque interminável dos pães de Jesus?

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    Comic Con Experience vira “blockbuster” em 2018

    6 de dezembro de 2018 /

    A Comic Con Experience comemora cinco anos com sua continuação mais ambiciosa. Maior, com mais diversão e muito mais astros convidados. É um blockbuster, no qual embarcam vários patrocinadores, e que espera quebrar seu recorde de bilheteria, atraindo mais de 250 mil pessoas – no ano passado, foram 227 mil. O evento, que começa nesta quinta-feira (6/12) e vai até o domingo (9/12) na São Paulo Expo, exibe diversos brinquedos para marmanjos, pilhas de quinquilharias para colecionadores e a maior constelação de estrelas de Hollywood já reunidas no Brasil. Sandra Bullock, Michael B. Jordan, Brie Larson, Sebastian Stan, Zachary Levi, atores de “Stranger Things” e de “Game of Thrones” estão entre os astros confirmados no evento, que ainda traz um elenco nacional de respeito, com Camila Pitanga, Cauã Reymond, Tatá Werneck, etc., além de dezenas de criadores de conteúdo. A programação completa está no site oficial. Confira aqui.

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    Mauricio de Sousa será biografado em série do National Geographic

    5 de dezembro de 2018 /

    O quadrinhista e empresário Mauricio de Sousa, criador dos famosos personagens da “Turma da Mônica”, vai ser tema de um dos episódios da série documental “BIOS”, que a National Geographic estreará em 2019. Ele será o quarto latino-americano a integrar a série “BIOS. Vidas que marcaram a sua”, depois de programas sobre os músicos argentinos Charly García e Gustavo Cerati, e sobre o mexicano Alex Lora. A biografia de Mauricio será exibida ao longo de dois episódios de uma hora, que trará vasto material inédito ancorado numa conversa entre o comediante Fabio Porchat e o artista, relembrando sua trajetória desde sua infância e a criação dos famosos personagens dos quadrinhos, passando pelo parque de diversões “Parque da Mônica” e por seu estúdio em São Paulo. A princípio, o programa será transmitido na NatGeo do Brasil e na NatGeo Mundo, o canal da National Geographic para o mercado hispânico nos Estados Unidos. “Os quadrinhos da Turma da Mônica fazem parte da história de todos os brasileiros e durante as últimas seis décadas atravessaram gerações. Com este documentário, oferecemos a oportunidade de redescobrir Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e outros dos 250 personagens criados por Mauricio”, disse em um comunicado Michel Piestun, vice-presidente sênior e gerente geral da Fox Networks Group Brasil. A produtora Mauricio de Sousa já publicou mais de 1 bilhão de revistas, exporta para mais de 30 países e atualmente representa mais de 80% da venda de quadrinhos no Brasil. Para completar, os personagens de Mauricio vão ganhar o seu primeiro filme live-action, “Turma da Mônica: Laços”, com direção de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e previsão de estreia para junho.

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