John Travolta confunde drag queen com Taylor Swift na premiação de clipe do ano da MTV
John Travolta cometeu uma gafe durante a premiação do VMA (Video Music Awards) da MTV, que aconteceu na noite de segunda (26/8) em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ao anunciar Taylor Swift como vencedora da categoria de Melhor Vídeo do ano por “You Need to Calm Down”, o ator confundiu a cantora com a drag queen Jade Jolie, do programa “RuPaul’s Drag Race”, que interpreta Taylor no clipe premiado. Ela subiu ao palco junto com outras artistas que participaram do vídeo e o astro de “Embalos de Sábado à Noite” e “Pulp Fiction” tentou entregar o prêmio para ela, que elegante e discretamente recusou a estatueta. Mais tarde Travolta se defendeu, dizendo que as duas têm feições semelhantes e por isso cometeu o erro. O detalhe é essa não é a primeira vez que ele comete um deslize indelicado. No Oscar de 2015, ele anunciou um número musical de “Frozen” e inventou que Idina Menzel se chama “Adele Dazeem”, ao dizer o nome da intérprete. Claramente se trata de um problema de visão. Ele teve problemas para ler o teleprompter da Academia com o nome de Menzel e em perceber que a drag queen não era realmente Taylor Swift. Apesar disso, Taylor Swift recebeu seu prêmio e aproveitou o instante no palco do evento para pedir que a Casa Branca assinasse a petição Equality Act em apoio aos direitos LGBTQIA+. “No final desse vídeo teve uma petição para o Equality Act, que basicamente diz que todos nós merecemos direitos iguais perante a lei. Eu quero agradecer a todos que apoiaram a petição, porque agora ela tem meio milhão de assinaturas, isso é cinco vezes mais do que é preciso para obrigar uma resposta da Casa Branca”, disse a cantora. Veja abaixo a gafe e um trecho do discurso engajado da cantora. E confira aqui a lista completa dos vencedores do VMA 2019.
Trump desativa serviço de apoio a imigrantes após número ser divulgado em Orange Is the New Black
Um número de emergência para imigrantes detidos nos EUA pelo ICE (Immigration and Customs Enforcement, agência de segurança de imigração do país) foi desativado menos de duas semanas depois de ser divulgado pela série “Orange Is the New Black”. Segundo Christina Fialho, advogada do Freedom for Immigrants, uma ONG que luta por direitos dos imigrantes, a desativação é um ataque direto do governo de Donald Trump aos esforços para monitorar a ação do ICE, acusado de usar violência excessiva e deter imigrantes em centros com condições desumanas. “Eles estão tentando silenciar seus críticos, e impedir as pessoas detidas de se conectar com comunidades do lado de fora”, disse a advogada à revista The Hollywood Reporter. “É desapontador, mas não inesperado, que a ICE de Trump se comporte de forma tão cruel e antidemocrática”. O número de emergência estava ativo desde 2013. Na temporada final de “Orange Is the New Black”, lançada pela Netflix em 26 de julho, Gloria Mendoza (Selenis Levya) ajuda alguns imigrantes detidos ao divulgar o número, mas avisa: “Você precisa tomar cuidado. Aparentemente, assim que o Big Brother [o governo] descobrir que estamos usando o número, eles vão derrubá-lo”. Na semana passada, representantes da Freedom for Immigrants mandaram uma carta para a ICE exigindo a restauração do número de emergência. Membros do Congresso norte-americano, além de produtores e atores de “Orange Is the New Black”, assinaram o documento em apoio. A última temporada da série de prisioneiras da Netflix mostrou que o tratamento dos imigrantes ilegais detidos pelo governo Trump é pior que o dispensado aos presidiários nos Estados Unidos.
Festival de Gramado emite nota contra violência sofrida por artistas no evento
O Festival de Gramado emitiu nota repudiando a violência sofrida por artistas que atravessaram o tapete vermelho na noite de sábado (24/8), em que aconteceu a premiação do evento. Ao longo do festival, diversos cineastas criticaram declarações e decisões do governo sobre o setor audiovisual, incluindo a suspensão, na véspera do evento, de um edital voltado a financiamento de séries, para prejudicar produções com temática LGBTQIA+. A decisão do governo também tirou dinheiro de produções evangélicas e paralisou todo o financiamento do audiovisual brasileiro. Mas simpatizantes de Bolsonaro resolveram contra-atacar com táticas de violência fascista, jogando comida, objetos e pedras de gelo nos artistas que erguiam cartazes contra a censura, enquanto gritavam “mito”. Emiliano Cunha, diretor de “Raia 4”, eleito o Melhor Filme na votação da crítica, foi um dos alvos da agressão. Ele estava com sua filha de dois anos no colo, e mencionou o fato ao receber sua premiação. “Estou tremendo aqui não pela emoção de receber um kikito, mas porque agora há pouco eu estava passando com minha filha de dois anos no colo e um cara nos jogou pedras de gelo. Quando eu me virei para ele mostrando que eu estava com minha filha, ele voltou a jogar. Só quando eu apontei a câmera aí ele se escondeu, como costumam fazer os covardes que realizam esse tipo de agressão”, disse no palco do festival. Leia a nota da organização na íntegra: “A cidade de Gramado e o Festival de Cinema têm uma história sólida, de fortalecimento e crescimento mútuo. São 47 anos ininterruptos de encontros que trazem à cidade atores, produtores e público do Brasil e América Latina para as mostras, os debates e outras atividades paralelas ligadas à cultura cinematográfica e ao mercado do audiovisual. Os dias em que acontece o Festival também mobilizam atividades paralelas, festas e shows, reforçando a vocação turística da cidade. O último fim de semana do Festival é particularmente concorrido, enchendo a cidade de diferentes públicos, entre cinéfilos e pessoas que buscam outros eventos. Todos são bem-vindos e o tapete vermelho do Festival é democrático. Os espaços em seu entorno são públicos e de livre circulação. Servem de atrativo para os que apenas querem ver artistas e também para os profissionais do audiovisual que acreditam na importância e na história do mais antigo e respeitado Festival de Cinema do Brasil. Conviver com esta diversidade de motivos e desejos para estar na cidade é democrático e fundamental para a harmonia de tudo e todos. Como sempre fez em sua tela, o Festival de Cinema de Gramado acolhe, contempla e evidencia diferentes estéticas e opiniões, sendo historicamente um espaço para debates e manifestações. O que não se pode admitir é a violência como prática ou resposta a ideias e opiniões diferentes. Só a tolerância e o respeito seguirão fortalecendo a história da cidade, do festival, reforçando e saudando o convívio de todos”.
Leonardo DiCaprio doa US$ 5 milhões para combater o fogo na Amazônia
Depois de postar diversas manifestações sobre o incêndio da Amazônia no Instagram, o ator Leonardo DiCaprio e sua fundação, a Earth Alliance, comprometeram-se doar US$ 5 milhões para a preservação da floresta amazônica. A decisão foi explicada em um novo post no Instagram, publicado no domingo (25/8): “A Earth Alliance, lançada em julho por mim, Laurene Powell Jobs [viúva de Steve Jobs] e Brian Sheth, formou um fundo de emergência para a Amazônia, com um comprometimento de US$ 5 milhões para preservar recursos críticos e comunidade indígenas, se unindo com parceiros locais para proteger a biodiversidade da Amazônia contra o recente crescimento de incêndios por toda a região”. DiCaprio incluiu um link no qual seus seguidores podem contribuir para aumentar o fundo emergencial. “100% de sua doação vai ser repassada para os nossos parceiros, que estão trabalhando em campo para proteger a Amazônia”, escreveu. “A Earth Alliance está comprometida com a proteção do mundo natural. Estamos profundamente preocupados com a crise na Amazônia, que torna mais evidente o balanço delicado de clima, biodiversidade e bem-estar das comunidades indígenas”, acrescentou. Em outro post do domingo, DiCaprio enalteceu o trabalho dos brigadistas de incêndio voluntários, revelando algo que até então não era de conhecimento amplo. Ele trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017, e usou essa experiência para descrever o trabalho dos combatentes do fogo. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. Esta experiência também permitiu DiCaprio selecionar pessoalmente as entidades que considera mais comprometidas com a floresta. Assim, o dinheiro da sua organização será enviado diretamente para ONGs, sem passar por intermediação do governo Bolsonaro – cuja ingerência fez com que Alemanha e Noruega paralisassem o Fundo da Amazônia. As entidades favorecidas são Instituto Associação Floresta Protegida (Kayapo), Coordination of the Indigenous Organizations of the Brazilian Amazon (COIAB), Instituto Kabu (Kayapo), Instituto Raoni (Kayapo) e Instituto Socioambiental (ISA). Três dias antes, DiCaprio tinha publicado um texto altamente politizado sobre o incêndio, em que citava o aumento de 84% no desmatamento da Amazônia nos primeiros meses do governo de Bolsonaro e citava nominalmente o presidente do Brasil como principal responsável pela crise. “Cientistas e conservacionistas atribuem a aceleração do desmatamento ao presidente Jair Bolsonaro, que lançou um convite aberto a madeireiros e fazendeiros para limpar a terra depois de assumir o cargo em janeiro”, ele escreveu. O texto também incluía sugestões sobre como agir para evitar as queimadas da região e ajudar o meio ambiente, e concluía com a seguinte sugestão: “Quando chegar a hora da eleição, VOTE em líderes que compreendam a urgência de nossa crise climática e que estejam dispostos a agir com ousadia – incluindo uma governança sólida e uma política inovadora”. Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @earthalliance #EarthAlliance, launched in July by @LeonardoDiCaprio, Laurene Powell Jobs, and Brian Sheth, has formed an emergency Amazon Forest Fund with a commitment of $5 million dollars to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the life-sustaining biodiversity of the Amazon against the surge of fires currently burning across the region. Join Us. 100 percent of your donation will go to partners who are working on the ground to protect the Amazon. Earth Alliance is committed to helping protect the natural world. We are deeply concerned about the ongoing crisis in the Amazon, which highlights the delicate balance of climate, biodiversity, and the wellbeing of indigenous peoples. To learn more or to donate, please visit ealliance.org/amazonfund (see link in bio) Photos: @chamiltonjames, @danielbeltraphoto 2017 Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 25 de Ago, 2019 às 6:51 PDT Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @chamiltonjames The real heroes of fires are of course the firefighters. In the Amazon they often work with nothing but machetes and leaf blowers and small tanks of fire suppressant. I worked with a troop of them in eastern Brazil back in 2017. It was tough hot and at times hopeless work. Some of them were Guajajara tribesmen who had dedicated their lives to protecting what was left of their ancestral forests – most had already been logged and burned. Some of them had been murdered for trying. It was brutal and tragic and we should all bow down to them for what they do – for so little money that they have to roll cigarettes with writing paper. Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 25 de Ago, 2019 às 2:11 PDT Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @rainforestalliance: The lungs of the Earth are in flames. ? The Brazilian Amazon—home to 1 million Indigenous people and 3 million species—has been burning for more than two weeks straight. There have been 74,000 fires in the Brazilian Amazon since the beginning of this year—a staggering 84% increase over the same period last year (National Institute for Space Research, Brazil). Scientists and conservationists attribute the accelerating deforestation to President Jair Bolsonaro, who issued an open invitation to loggers and farmers to clear the land after taking office in January. The largest rainforest in the world is a critical piece of the global climate solution. Without the Amazon, we cannot keep the Earth’s warming in check. The Amazon needs more than our prayers. So what can YOU do? ✔ As an emergency response, donate to frontline Amazon groups working to defend the forest. ✔ Consider becoming a regular supporter of the Rainforest Alliance’s community forestry initiatives across the world’s most vulnerable tropical forests, including the Amazon; this approach is by far the most effective defense against deforestation and natural forest fires, but it requires deep, long-term collaboration between the communities and the public and private sectors. ✔ Stay on top of this story and keep sharing posts, tagging news agencies and influencers. ✔ Be a conscious consumer, taking care to support companies committed to responsible supply chains. Eliminate or reduce consumption of beef; cattle ranching is one of the primary drivers of Amazon deforestation. ✔ When election time comes, VOTE for leaders who understand the urgency of our climate crisis and are willing to take bold action—including strong governance and forward-thinking policy. #RainforestAlliance #SaveTheAmazon #PrayForAmazonia #AmazonRainforest #ActOnClimate #ForestsResist #ClimateCrisis ?: @mohsinkazmitakespictures / Windy.com Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 22 de Ago, 2019 às 7:12 PDT
Reação de Jeff Goldblum à saída do Homem-Aranha da Marvel viraliza nas redes sociais
Jeff Goldblum teve a melhor reação à saída do Homem-Aranha do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). E o vídeo em que faz caras, bocas e barulhos viralizou nas redes sociais. Considerado uma das figuras mais excêntricas de Hollywood, o intérprete do Grão-Mestre em “Thor: Ragnarok” soube da notícia justamente ao ser perguntado por uma repórter da revista Variety sobre o assunto, durante a D23 Expo – a “Comic Con da Disney”, que aconteceu no fim de semana em Anaheim, na Califórnia. Ele reagiu ao seu melhor estilo, com a maior cara de espanto e se dizendo “chocado” com o que estava acontecendo. Ainda lembrou que essas decisões eram muito além da sua alçada, mas que tinha certeza que tudo acabaria bem no final, articulando um desfecho coerente para o show expressionista que antecedeu a resposta. Confira o post original abaixo. Jeff Goldblum is just as shocked as you are that #SpiderMan is leaving the Marvel Universe #D23Expo https://t.co/KlLdAcuAiG pic.twitter.com/7GIQzCi2d4 — Variety (@Variety) August 25, 2019
Fernanda Young (1970 – 2019)
A escritora, atriz e apresentadora de TV Fernanda Young morreu aos 49 anos na madrugada deste domingo (25/8), em Gonçalves, interior de Minas Gerais, onde sua família tem sítio. A artista teve uma crise de asma seguida de parada respiratória. Fernanda sofria de asma desde a adolescência. Ela nasceu em Niterói (RJ) e também lutava contra a depressão, que a fez abandonar os estudos. Ela só completou o Ensino Médio via supletivo e largou as faculdades de Letras, Jornalismo, Rádio e TV em que se inscreveu. Ela encontrou um grande parceiro no roteirista e escritor Alexandre Machado. Ambos casaram em 1993, depois de três anos de namoro, e tiveram quatro filhos, dois deles adotados. A parceria se estendeu para o trabalho, resultando na maioria dos roteiros que se seguiram. A estreia como roteirista aconteceu em 1995 no programa “A Comédia da Vida Privada”, da rede Globo, assinando adaptações de textos de Luis Fernando Veríssimo com o marido. Um ano depois, Fernanda lançou o primeiro de seus 14 livros, “Vergonha dos Pés”, pela editora Objetiva. E em 2000 roteirizou o primeiro filme, “Bossa Nova”, de Bruno Barreto, novamente com Machado. Logo em seguida, o casal lançou uma das séries de comédias mais bem-sucedidas do século, “Os Normais”, estrelada por Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães. Foi exibida na Globo entre 2001 e 2003 e deu origem a dois filmes, um de 2003 e outro de 2009, também escritos por Fernanda, Alexandre e outros roteiristas. Trabalhando sempre ao lado de Alexandre Machado, Fernanda Young criou ainda as séries “Os Aspones” (2004), “Minha Nada Mole Vida” (2006), “O Sistema” (2007), “Separação?!” (2010), “Macho Man” (2011), “Como Aproveitar o Fim do Mundo” (2012), “O Dentista Mascarado” (2013), “Odeio Segundas” (2015), “Vade Retro” (2017), “Edifício Paraíso” (2017), “Shippados” (2019), o especial de fim de ano “Nada Fofa” (2008) e os quadros do Fantástico: “As 50 Leis do Amor” e “Super Sincero”. O casal foi indicado duas vezes ao prêmio de Melhor Comédia do Emmy Internacional, por “Separação?!” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. Esta última chamou atenção do mercado americano e acabou adaptada pela rede The CW, virando a série de comédia “No Tomorrow” (2016). Dona de opiniões fortes e presença marcante, com cabelos curtos e tatuagens, Fernanda também se destacou em participações em programas de TV. Depois de integrar “Saia Justa” (2002) comandou dois programas próprios, “Irritando Fernanda Young” (entre 2006 e 2010) e “Confissões do Apocalipse” (2012), ambos no GNT. Sem seguir padrões de beleza e comportamentos convencionais, ela transformou o fato de posar para a Playboy em 2009 num ato de rebelião feminista. E ainda tripudiou: “Não acredito que se masturbem com minha Playboy. Lendo meus livros, sim”, disse em entrevista ao UOL. Cansada de sofrer ataques machistas, ela chegou a processar um hater que a chamou de “vadia lésbica” no Instagram. Saiu vitoriosa, mas não sem ser atacada pelo próprio juiz do processo, que reduziu o valor da indenização alegando que sua “reputação é elástica”, por ter posado nua. “O excelentíssimo crê que mulheres como eu provocam o caos”, ironizou Fernanda. Ela também trabalhou como atriz. Antes mesmo de começar a escrever, já tinha aparecido na minissérie “Iaiá Garcia” (1989), na TV Cultura, e na novela “O Dono do Mundo” (1991), na Globo. Mas só retomou a carreira após ter se consagrado como roteirista. O que começou de brincadeira num episódio de “Macho Man” se tornou regra após estrelar “Surtadas na Yoga” (2013), que foi seguida por mais dois sitcoms escritos e estrelados por ela, “Odeio Segundas” e “Edifício Paraíso”. Seu último trabalho na Globo foi a criação de “Shippados”, sitcom com Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch, que estreou em junho no Globoplay. Já seu último roteiro foi para o cinema, a comédia “Amigas de Sorte”, que escreveu com o marido, com previsão de estreia para 2020. Deixou ainda um livro inédito completo, que será lançado em novembro, e outro inacabado. E se preparava para estrear em setembro, em São Paulo, a peça “Ainda Nada de Novo”, em que contracenaria com Fernanda Nobre. Um dia antes de morrer, ela publicou um longo texto em seu Instagram em tom de desabafo. Numa das passagens, escreveu “Sou uma mulher de 50 anos que sonhou alto e realizou muito”, acrescentando, por fim, que estava longe de encerrar sua “jornada nessa orbe”. Sua última postagem foi a foto da sala de estar do sítio em Gonçalves, horas antes de morrer. “Onde queres descanso, sou desejo” foram suas últimas palavras escritas. “Posso dizer, de coração, é uma perda muito grande para a gente, para o mundo artístico, para as pessoas que trabalham com ela”, afirmou Luiz Fernando Guimarães, astro de “Os Normais” e “Minha Nada Mole Vida”. “O Brasil perde muito sem a anarquia e a clareza dela”, acrescentou Fernanda Torres, a outra metade de “Os Normais”.
Casal de Riverdale comemora um ano de namoro na vida real
A série “Riverdale” rendeu mais um casal feliz da vida real. Depois de Lili Reinhart (a Betty) e Cole Sprouse (o Jughead), que seguem juntos apesar das fofocas, foi a vez de Camila Mendes (a Veronica) e Charles Melton (o Reggie) comemorarem um ano de relacionamento. O casal celebrou a data pelo Instagram, trocando juras de amor. Charles Melton publicou uma foto ao lado de Camila Mendes mandando um “te amo” na legenda. Ela correspondeu em seu Instagram, acrescentando, ao lato de seu “te amo” a contagem de “365 dias”. Os dois também chegaram a ter um breve relacionamento na ficção, quando seus personagens se aproximaram em “Riverdale”. Mas Camila e Charles deram certo na vida real, o mesmo não aconteceu entre Veronica e Reggie. Ver essa foto no Instagram I love you Uma publicação compartilhada por Charles Melton (@melton) em 23 de Ago, 2019 às 2:58 PDT Ver essa foto no Instagram 365 days. i love you. Uma publicação compartilhada por camila mendes (@camimendes) em 23 de Ago, 2019 às 12:09 PDT
Plataforma Disney+ (Disney Plus) terá séries brasileiras e episódios semanais
As novidades da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciadas na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, não se limitaram à divulgação das séries e filmes do serviço. Além de confirmar que a Disney+ (Disney Plus) chegará à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020, a Disney adiantou um detalhe importante. Quando estrear, a plataforma também terá séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney vai investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que as produções locais já estavam na mira da companhia – inclusive por conta da existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais, como é o caso – por enquanto! – do Brasil. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox.
Scarlett Johansson é a atriz mais bem paga de Hollywood pelo segundo ano consecutivo
A revista Forbes publicou seu ranking anual das estrelas mais bem pagas de Hollywood. E Scarlett Johansson se manteve no topo, como a atriz com os maiores salários do mundo, pelo segundo ano consecutivo. A estrela de 34 anos ganhou US$ 15,5 milhões a mais que em 2018, principalmente devido ao imenso êxito global de “Vingadores: Ultimato”, o capítulo final da saga. Apenas por esse filme, ela teria recebido US$ 35 milhões, de acordo com a Forbes. E tem tudo para se manter no topo no ano que vem, com o lançamento de “Viúva Negra”, previsto para 2020, em que repetirá o papel da heroína dos Vingadores. Apesar do sucesso da atriz, que somou ao todo US$ 56 milhões no período analisado, entre 1 de junho de 2018 e 1 de junho de 2019, sete astros masculinos ganharam mais que ela, entre eles alguns colegas da Marvel. E a diferença para o ator mais bem pago é enorme – Dwayne Johnson teria recebido o pagamento de US$ 89,4 milhões. O segundo lugar da lista feminina é ocupado por Sofía Vergara, estrela da série de comédia “Modern Family”, que ganhou US$ 44,1 milhões. A maior parte desta fortuna, porém, vem de contratos de publicidade e negócios paralelos à sua atividade de atriz. Em 3º e 4º lugares, ficaram Reese Witherspoon (US$ 35 milhões) e Nicole Kidman (US$ 34 milhões), protagonistas e produtoras da série “Big Little Lies”. A boa colocação das duas demonstra como migrar para a TV tem sido bom negócio para as estrelas de Hollywood, especialmente se o trabalho incluir contrato de produção. Confira abaixo a lista das 10 atrizes mais bem pagas do cinema e da TV dos Estados Unidos. 1. Scarlett Johansson (US$ 56M) 2. Sofia Vergara (US$ 44,1M) 3. Reese Witherspoon (US$ 35M) 4. Nicole Kidman (US$ 34M) 5. Jennifer Aniston (US$ 28M) 6. Kaley Cuoco (US$ 25M) 7. Elisabeth Moss (US$ 24M) 8. Margot Robbie (US$ 23,5M) 9. Charlize Theron (US$ 23M) 10. Ellen Pompeo (US$ 22M)
Em evento da Disney, Robert Downey Jr revela ter sido preso com maconha na Disneylândia
Robert Downey Jr. foi homenageado pela Disney nesa sexta-feira (23/8), em uma cerimônia na D23 Expo, a “Comic Con da companhia”, que acontece até domingo em Anaheim, na Califórnia. O ator recebeu o título de Disney Legend (Lenda da Disney, em tradução literal) por seu papel como o Homem de Ferro nos filmes da Marvel. Em um painel apresentado por Bob Iger, o CEO da empresa, Downey aproveitou para fazer um discurso bem-humorado, em que lembrou quando a Disney não gostava tanto assim dele. “Na primeira vez em que fui à Disney, eu fui transportado para outro lugar… minutos depois de ser preso”, brincou, arrancando risadas do público. “Estou guardando essa vergonha há muito tempo. Quero me redimir com quem me prendeu por fumar maconha na Disneylândia sem uma licença. Não que seja permitido fumar com uma licença”. Ele não deu maiores detalhes, como a época em que foi detido. Esta história nunca tinha sido mencionada antes, nem sequer pela imprensa sensacionalista, apesar da ficha corrida do ator, que chegou a passar quase um ano na prisão devido a seu vício em drogas. Ele está sóbrio há muitos anos. Downey Jr. deu vida a Tony Stark, o Homem de Ferro, ao longo de 11 anos nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), do primeiro filme solo do herói, que lançou a era Marvel nos cinemas em 2008, até encerrar sua trajetória com o personagem em “Vingadores: Ultimato”, que se tornou a maior bilheteria mundial da história do cinema em 2019. “Fazer Tony ao longo desses anos, com essa ideia de que a tecnologia pode nos guiar para a iluminação ou para a destruição, foi um grande presente, então quero agradecer aos fãs que tornaram isso possível”, continuou. O ator ainda prometeu que continuará acompanhando os filmes da Marvel como um fã. “Eu vou continuar um fã do maior e mais inclusivo universo cinematográfico que já existiu. Ao futuro!”, disse, ao se despedir. Seu discurso deixou as outras lendas da Disney com dificuldades para falar diante da platéia do evento. “É realmente difícil falar sobre sua primeira experiência na Disneylândia depois do que Robert disse”, disse a jornalista Robin Roberts, que também foi presenteado com um prêmio Disney Legend. Christina Aguilera foi outra visivelmente emocionada ao receber seu troféu, depois de cantar uma versão animada de seu “Reflection”, da trilha sonora de “Mulan”. “Isso é muito mais legal que um Grammy”, disse Aguilera, ex-integrante do Clube do Mickey e cinco vezes vencedora do Grammy. “Eu amo isso, é tão especial. Eu estou tremendo. Eu tenho segurado as lágrimas o dia todo”.
Mostra do Filme Marginal sofre censura no Rio de Janeiro
A 3ª Mostra do Filme Marginal sofreu censura do Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro. Os organizadores do evento foram comunicados que três curtas da programação tinham sido vetados e não poderiam ser exibidos. “Após o envio da programação, a instituição nos comunicou sobre a impossibilidade de exibição de três filmes selecionados. Não concordamos com o entendimento da instituição e nos posicionamos contrário a postura da mesma”, acusaram os curadores da mostra em comunicado, destacando que sofreram censura. Os três filmes proibidos foram “Mente Aberta”, “Rebento” e “Nosso Sagrado”. Nos dois primeiros, há referências ao presidente Jair Bolsonaro. “Mente Aberta”, de Getúlio Ribeiro, cineasta de Nova Iguaçu, trata de “um sujeito que se autodenomina um ‘cidadão de bem’, tem uma relação opressora com a família e tenta nos convencer de que é a vitima”. Nele, Getúlio usa três declarações do Bolsonaro, não editadas, e de diferente momentos da carreira dele. “Não existe homofobia no Brasil”, “Nenhum pai gostaria de chegar em casa e ver seu filho brincando de boneca” e “eu sou a favor da tortura, você sabe disso. E o povo brasileiro também”. “O filme já passou em outros festivais e isso nunca aconteceu comigo. Vi coisa muito mais radical que não foi censurada. É um filme de oito minutos, que passaria, a galera ia ver e ficaria por isso”, disse o diretor Getúlio Ribeiro ao jornal O Globo. Os diretores dos outros curtas preferiram não se manifestar. Mas os curadores da mostra foram incisivos, aptando por cancelar todo o evento na CCJF por não aceitarem censura. Isso não significa que as forças obscuras venceram. Ao contrário. Toda a mostra, inclusive com os “proibidões”, será exibida na íntegra em novo local, o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em resposta à polêmica, o Centro Cultural da Justiça Federal emitiu com um comunicado em que diz que “a restrição das temáticas propostas ao CCJF dá-se estritamente pelo dever constitucional de imparcialidade a que está submetido o Poder Judiciário Federal”. E lista: “O Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) tem, dentre seus critérios estabelecidos para sediar eventos culturais e artísticos, o de não promover produções de cunho corporativo, religioso ou político-partidário, independentemente de que pessoa, instituição ou conceito ideológico esteja sendo defendido ou criticado”. O país não via um filme ter sua exibição proibida por motivo estritamente político desde “Pra Frente Brasil”, de 1982, durante a ditadura militar.
Kito Junqueira (1948 – 2019)
O ator Kito Junqueira morreu nesta sexta (23/8) aos 71 anos em Curitiba, após sofrer um infarto de madrugada. Nascido em 15 de maio de 1948, em São Paulo, Heráclito Gomes Pizano adotou o nome artístico Kito Junqueira em seus diversos trabalhos no teatro, cinema e TV. A carreira artística começou em 1973 na extinta TV Tupi, na qual participou das novelas “As Divinas & Maravilhosas”, “Vila do Arco”, “Tchan, a Grande Sacada” e “Como Salvar Meu Casamento”, todas na década de 1970. Ele também teve trabalhos na Globo (“Espelho Mágico” em 1978, “Vereda Tropical” em 1984 e “Por Amor” em 1997), na extinta Manchete (“Tudo ou Nada” em 1986 e “Pantanal” em 1990), SBT (“Jogo do Amor”, em 1985), Bandeirantes (“Cavalo Amarelo” em 1980, “Os Adolescentes” em 1981 e “Ninho da Serpente” em 1982) e Record (“Vidas Opostas” em 2007 e “Chamas da Vida” em 2008). Ele também atuou no filme “Eternamente Pagu” (1987), teve participações em programas como “Você Decide” e “Carga Pesada” (ambas na Globo), além de ter integrado os elencos centrais da minissérie “Chapadão do Bugre” (na Bandeirantes) e da série “A Lei e o Crime”, seu último trabalho nas telas, em 2009 (na Record). Fora das telas, Junqueira ainda estrelou diversas peças de teatro e se destacou na peça “Bent”, na qual recebeu prêmios da APCA, Moliére e Mambembe por sua atuação e produção. O ator também teve atuação política, sendo eleito deputado estadual em São Paulo pelo PV em 1994. Ele acabou mudando de partido, filiando-se ao PP, pelo qual concorreu ao cargo de deputado federal pelo Paraná nas Eleições de 2018, mas desta vez sem conseguir ser eleito.
Atriz acusa diretor do filme de Bruna Marquezine de assédio
A atriz e produtora Talita Coling, de 24 anos, acusou o fotógrafo e cineasta Klaus Mittledorf, de 66 anos, de assédio sexual. Ele está lançando seu primeiro longa, “Vou Nadar Até Você”, que também é a estreia de Bruna Marquezine no cinema, nesta semana na competição do 47º Festival de Gramado. A acusação contra o diretor do longa de Marquezine foi revelada na quinta (23/8) pelo jornal O Dia e em seguida os fãs de Bruna Marquezine começaram a atacar Talita no Twitter, onde ela também falou sobre o caso. “Na intenção de defendê-la [Marquezine], eles se põem contra mim. Dizem: ‘Está querendo aparecer’, ‘Está usando o nome da Bruna’. Não é isso. Tive que falar no momento certo. Se o filme não tivesse sido lançado, você, como repórter, ia me ouvir? Ninguém sabia do filme, agora ele existe. Há dois anos eu não ia falar nada, não tinha uma carreira. Hoje tenho coragem, mais maturidade, mas ainda fico nervosa. Falo com você tremendo”, explicou Talita à reportagem do portal Uol. Talita revelou que conheceu Mitteldorf entre 2015 e 2016, quando participou de um teste para o papel de Ophelia, que acabou sendo feito por Marquezine. Depois da filmagem, recebeu convite para trabalhar na pós-produção do filme, em 2017, quando teria ocorrido o assédio. Ela afirma que Mitteldorf tentou beijá-la à força e chegou a deixar seu rosto e seu pescoço cheios de saliva. O advogado do diretor nega as acusações. “Estudo roteiro, produção. Nessa época já tinha gravado ‘Carcereiros’ [série da Globo], mas não tinha ido ao ar ainda. Eu estava em outros trabalhos como assistente de roteiro, produção e fazendo curtas. Para mim seria muito interessante a oportunidade de trabalhar na pós-produção do filme. Tudo aconteceu na produtora dele. Tenho fotos da gente trabalhando juntos”, contou. Segundo Talita, a abordagem de Mitteldorf começou com elogios, até o dia em que ele tentou o contato físico. “Ele sempre elogiava. É desconfortável, mas ok, dá para aguentar. Estava ali, precisando da grana, fazendo meu trabalho. Mas teve esse dia em que ele tentou me beijar e fiquei toda babada. Foi o ápice. Falei para mim mesma: ‘Não volto mais’.” “Saí de lá voada. Tinha um teste, estava nervosa, foi horrível. Entrei no Uber em estado de choque. Ele babou em meu pescoço, no rosto. Eu não me limpei. Quando cheguei no teste, com cara de pânico, a maquiadora ainda brincou comigo: ‘Ih, estava na pegação’. Em pânico, dei um risinho amarelo sem entender ainda o que tinha acontecido.” Talita registrou boletim de ocorrência e entrou com uma ação trabalhista contra o diretor, já que não recebeu pelos dias trabalhados na produtora. “No processo trabalhista, citei o assédio. Não voltei mais [na produtora], e ele não queria me pagar pelo que eu tinha trabalhado, mas tinha minha rescisão para pagar. Ele sumiu, não me respondia nada. Óbvio que eu não ia pisar mais lá depois do que aconteceu”, afirma. No dia em que ocorreu o episódio, segundo Talita, ela parou para pensar em como iria provar que havia sido assediada por Mitteldorf. Ela, então, resolveu mandar uma mensagem de WhatsApp para ele. “Quando sofremos assédio, é difícil provar. Assim que saí de lá, mandei uma mensagem: ‘Klaus, nunca mais tente me beijar à força’. Ele respondeu: ´Prometo’. Pensei: ‘Vou provar o que ele fez comigo’.” Apesar de mencionar o ocorrido na ação trabalhista, ela não foi indenizada pelo assédio, apenas recebeu a rescisão a que tinha direito. “O assédio ficou ali e dói. Infelizmente, não conseguimos ser indenizadas por assédio, passa batido.” Em nota à imprensa, o produtores de “Vou Nadar Até Você”, responsáveis por toda a execução do projeto, afirmam não conhecer Talita Coling. Como atriz, não foi convidada a fazer nenhum teste para papel no filme. Também nunca trabalhou na produção, nem está ligada à obra sob qualquer tipo de vínculo ou contrato. A assessoria de imprensa do filme revela ter a informação de que ela realizou trabalhos como free lancer na produção de fotografias feitas pelo diretor Klaus Mitteldorf. O advogado do cineasta, dr. Roberto Soares Garcia, destaca que “Klaus Mitteldorf é profissional respeitado e conhecido internacionalmente. Trabalhou com inúmeros profissionais de renome, homens e mulheres que jamais tiveram motivo para reclamar de sua conduta”. Ele reforça que “Tallita Colling jamais teve relação com o filme ‘Vou Nadar Até Você'” e que, entretanto, entrou com ação trabalhista e recebeu valores por outro trabalho, relacionado à produção de fotografias. “Não é verdade também que Klaus tenha sido condenado em ação proposta por Tallita. O que de fato se deu foi que Tallita entrou com ação trabalhista, a qual terminou num acordo entre eles, no valor de R$ 5 mil. Tallita não foi forçada a fechar o acordo, mas a ele anuiu livremente”, disse Garcia. O advogado ainda afirma que “na verdade, Klaus foi vítima de crimes praticados por Tallita, que são apurados pela Polícia Civil de São Paulo desde agosto de 2017 (DIPO 3.1.2, inquérito policial nº 0089724-69.2017.8.26.0050). Nos autos do referido inquérito, fica claro que ela, que prestou serviços (não relacionados ao filme) a Klaus por curto período, praticou desvios indevidos e praticou extorsão contra Klaus”. Garcia conclui dizendo que “Klaus é vítima de condutas criminosa praticadas por Tallita, e não o contrário. A irresponsável e indigna propagação de mentiras contra Klaus Mitteldorf será objeto das ações cabíveis”.




