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  • Etc,  Série

    Caroll Spinney (1933 – 2019)

    8 de dezembro de 2019 /

    O ator Caroll Spinney, que por meio século deu vida aos personagens Garibaldo (Big Bird) e Gugu (Oscar Grouch) no celebrado programa de TV infantil “Vila Sésamo” (Sesame Street), morreu neste domingo (8/12) aos 85 anos. Spinney faleceu em sua casa, em Connecticut, após conviver por vários anos com um distúrbio dos movimentos conhecido como distonia, que causa contrações involuntárias nos músculos. Por conta disso, o ator deixou a atração no ano passado, tendo escolhido pessoalmente seus sucessores para interpretar Garibaldo e Gugu – personagens que ele ajudou a criar no começo do programa. Antes de entrar em “Vila Sésamo”, ele integrou o primeiro programa de alcance nacional do palhaço Bozo (“Bozo’s Big Top”), em 1966 nos Estados Unidos, aparecendo com uma fantasia de leão para entreter as crianças. Sua estreia em “Vila Sésamo” aconteceu logo depois, no lançamento da atração, em 1969. A aparência dos personagens de Spinney – uma ave amarela e altíssima e um monstro rabugento e verde que vive em uma lata de lixo – foi desenhada pelo mestre dos fantoches Jim Henson, mas foi Spinney quem lhes deu vida. Foi dele a ideia de fazer de Garibaldo uma criança grande, após Henson concebê-lo como um caipira apatetado do interior. Assim como surgiu dele a inspiração para Gugu, baseando-se num garçom de restaurante “incrivelmente rude” e num motorista de táxi nova-iorquino ainda pior. Ele recebeu cinco prêmios Emmy por suas contribuições à “Vila Sésamo”, além de um prêmio pelas realizações de sua carreira, numa homenagem da Academia da Televisão dos Estados Unidos em 2006. “Caroll era um gênio artístico, cuja visão gentil e amável do mundo ajudou a moldar e definir ‘Vila Sésamo’ dos primórdios, em 1969, até cinco décadas depois”, disse a Sesame Workshop, empresa responsável pela série clássica em um comunicado. “Seu enorme talento e coração gigante eram perfeitos para interpretar aquela ave maior que a vida, que levou alegria à gerações de crianças e incontáveis fãs de todas as idades ao redor do mundo, enquanto seu outro personagem, o adorável resmungão, lhe dava a licença de ser mal-humorado de vez em quando”, completou o texto.

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  • Etc,  Filme

    Artistas estrangeiros vestem camisetas com pôsteres do cinema brasileiro em protesto internacional

    8 de dezembro de 2019 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) publicou em suas redes sociais duas fotos de um protesto internacional contra a decisão da Agência Nacional de Cinema (Ancine) de retirar cartazes de filmes nacionais de sua sede e interromper a divulgação de eventos e obras brasileiras em seu site. A foto principal reúne os integrantes do júri do Festival de Cinema de Marrakesh, no Marrocos, vestindo camisetas estampadas com pôsteres do cinema nacional. Os manifestantes ao lado diretor brasileiro são o cineasta australiano David Michot (“O Rei”), a diretora francesa Rebecca Zlotovsky (“Além da Ilusão”), a diretora inglesa Andrea Arnold (“Aquário”), o diretor afegão Atiq Rahimi (“A Pedra da Paciência”), o documentarista marroquino Ali Essafi (“Sheikhates Blues”), a atriz francesa Chiara Mastroianni (“3 Corações”) e a inglesa Tilda Swinton (“Suspiria”), que também aparece numa segunda imagem ao lado de Mendonça Filho. As manifestações da classe artística contra o ato da Ancine começaram na quarta-feira (4/12), dia em que a Agência interrompeu a divulgação dos filmes nacionais. A instituição já se manifestou sobre o assunto, afirmando que a ação visa a isonomia, impessoalidade e o interesse público ao não favorecer determinadas obras sobre outras. Fato é que, sob o governo Bolsonaro, o cinema brasileiro parece enfrentar uma batalha nova por semana, geralmente envolvendo uma ação deliberada de censura, cometida sob a desculpa paradoxal de que não se trata de censura, mas outro nome para a mesma coisa. Cada vez mais consagrado no exterior, o cinema nacional sofreu diversos revezes em 2019 na esfera pública federal – inclusive nas instituições que existem para incentivá-lo. Ver essa foto no Instagram Essa semana a Ancine tirou das suas paredes cartazes dos filmes brasileiros que a instituição sempre promoveu como parte da sua missão. O júri oficial do #festivaldemarrakech composto por atrizes, roteiristas, cineastas e escritores mandou fazer camisas para vestir no peito cartazes de filmes brasileiros e assim mostrar apoio ao Cinema Brasileiro. A comunidade internacional está de olho. Com David Michot (Austrália), REBECCA ZLOTOWSKI (França), eu, Tilda Swinton (Escócia), Chiara Mastroianni (Itália/França), ATIQ RAHIMI (Afeganistão/França), Andrea Arnold (Inglaterra)e ALI ESSAFI (Marrocos). ——— It was widely reported this week that at the Brazilian Film Agency Ancine all Brazilian film posters were taken down from walls and from its official site. Ancine’s mission has always been for almost 20 years to regulate and promote Brazilian cinema. The jury at the Marrakech International Film Festival composed by actors, screenwriters and filmmakers shows solidarity wearing some of those posters on this picture taken yesterday. With Tilda Swinton, REBECCA ZLOTOWSKI, Chiara Mastroianni, David Michot, ATIQ RAHIMI, Andrea Arnold e ALI ESSAFI. #cinemabraaileiro aidentidadedocinemabrasileiro #Ancinesemfilmeesemcartaz #brasilnocinema #ocinemabrasileiroemcartaz #audiovisualbrasileiro #conteudobrasileiro #acaradocinemabrasileiro Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 7 de Dez, 2019 às 7:17 PST Ver essa foto no Instagram Com Rojas, Dutra, Coutinho e Tilda. Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 7 de Dez, 2019 às 7:22 PST

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  • Etc,  Série

    Atriz de Lucifer vira “brasileira” com bandeiras e samba no Instagram

    8 de dezembro de 2019 /

    A atriz sul-africana Lesley-Ann Brandt, de “Lucifer”, foi a estrela internacional mais entusiasmada com o Brasil durante a CCXP 2019. Ela literalmente vestiu a camisa, agitou a bandeira e sambou, como mostrou num vídeo de seu Instagram, em que apareceu de verde e amarelo ao som de “Deixa a vida me Levar”, de Zeca Pagodinho. Ela ainda estava vestindo um biquíni por cima da roupa, sem esquecer um cachecol estilizado do Brasil. A bandeira, porém, estava de cabeça para baixo. No texto, agradeceu aos “presentes” dos fãs. E disse que já estava voltado para gravar uma cena de luta da série. Em sua participação na CCXP, ela revelou que a luta é contra Tom Ellis, o próprio Lucifer, num episódio que terá direção de D. B. Woodside, o Amenadiel. Representante solitária da série “Lucifer” no evento, a intérprete do demônio Mazikeen disse que se identifica em muitos pontos com sua personagem, dentre eles o físico e a personalidade forte. E revelou que sua melhor cena ainda está por vir, além de prometer que o último episódio da série, ainda não gravado, será incrível. Em suas palavras, o novo ano será “incrível e louco”, mesmo que a ideia de chegar ao fim seja agridoce. “Todos somos gratos por trabalhar com uma equipe incrível, mas tenho medo do último dia. Não sei como a cena final de Maze será para mim, tento não pensar nisso”. Carismática, Brandt também agradeceu aos fãs que se uniram para salvar a série, cancelada pela Fox na 3ª temporada e adquirida pela Netflix em seguida, ganhando mais duas temporadas de sobrevida. A 5ª e última temporada de “Lucifer” será dividida em duas partes, com a estreia dos oito episódios iniciais prevista para maio de 2020. Ver essa foto no Instagram Take two. With a Brazilian song! Thanks for my gifts Brazilian fans. Till next time! Tchau 😘🇧🇷😘 and thank you @ccxpoficial for having me. Back to work to film a HUGe fight scene! @netflixbrasil Uma publicação compartilhada por Lesley-Ann Brandt (@lesleyannbrandt) em 7 de Dez, 2019 às 11:11 PST

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  • Etc

    Ator de The Boys compartilha selfie com Daniel Alves nos bastidores da CCXP 2019

    7 de dezembro de 2019 /

    O ator neozelandês Antony Starr, que interpreta o super-herói/vilão Homelander em “The Boys”, postou em seu Instagram um selfie de seu encontro com o jogador Daniel Alves, do São Paulo FC, nos bastidores da CCXP 2019. Os dois se encontraram durante a apresentação da Amazon Prime Video, onde Starr falou sobre a 2ª temporada de “The Boys” e Alves divulgou a série documental “Tudo Ou Nada: Seleção Brasileira”. “Muito bom conhecer a lenda brasileira do futebol Daniel Alves nos bastidores. Cara genial”, escreveu Starr – que também estrelou a excelente série “Banshee”, já concluída. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram Great to meet Brazilian football legend @danialves today backstage. Great guy. #theboystv @theboystv #homelander Uma publicação compartilhada por Antony Starr (@toni.starr) em 6 de Dez, 2019 às 5:42 PST

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    Ron Leibman (1937 – 2019)

    7 de dezembro de 2019 /

    O ator Ron Leibman, que interpretou o pai da Rachel (Jennifer Aniston) na série “Friends”, morreu na sexta (7/12) aos 82 anos. Leibman iniciou sua longa carreira televisiva nos anos 1950, passou a maior parte da década seguinte atuando na Broadway e só foi aparecer no cinema em 1970, coestrelando a comédia “Como Livrar-me da Mamãe” (1970). Acabou se especializando no gênero, com papéis em “Seu Tempo Acabou” (1973), no cultuado “Matadouro Cinco” (1972) e “Os Quatro Picaretas” (1972), em que dividiu a tela com Robert Redford. Mas obteve maior repercussão com desempenhos dramáticos, tanto no cinema quanto na TV. Em 1979, ele contracenou com Sally Field em “Norma Rae”, interpretando o líder sindical que inspira a personagem-título a se rebelar no trabalho – desempenho que rendeu um Oscar à atriz – , e também estrelou a série criminal “Kaz”. Esta produção teve apenas uma temporada, mas a performance de Leibman como o ex-ladrão de carros Martin “Kaz” Kazinsky, que passa a atuar como advogado criminal, lhe valeu o Emmy de Melhor Ator de Série de Drama daquele ano. Apesar de aclamada pela crítica, a série acabou cancelada após 23 episódios. O ator ainda enfrentou o Zorro gay de “As Duas Faces de Zorro” (1981) e teve aparições em “Uma Comédia Romântica” (1983), com Dudley Moore, e “Rhinestone: Um Brilho na Noite” (1984), com Sylvester Stallone. Mas sua presença nas telas diminuiu bastante durante os anos 1980. Após se casar com a atriz Jessica Walter (a matriarca da série “Arrested Development”), ele decidiu dar mais atenção ao teatro e em 1993 conquistou o Tony Awards, o prêmio máximo dos palcos, pela atuação na peça “Angels in America”, do dramaturgo Tony Kushner. Consagrado, voltou ao cinema com o suspense “Sombras da Lei” (1996), do mestre Sidney Lumet, e participou da comédia “Meu Adorável Sonhador” (1998), dois filmes estrelados por Andy Garcia, ao mesmo tempo em que passou a viver o Dr. Leonard Green em “Friends”. Leibman apareceu em quatro episódios da série clássica, entre 1996 e 2004. Nos últimos anos, voltou-se ao cinema indie e estrelou algumas obras cultuadas, como “Dummy: Um Amor Diferente” (2002), com Adrien Brody e Milla Jovovich, “O Tempo de Cada Um” (2002), de Rebecca Miller, “Auto Focus” (2002), de Paul Schrader, e o brilhante “Hora de Voltar” (2004), primeiro filme dirigido pelo ator Zack Braff. Seu último trabalho foi como dublador do personagem recorrente Ron Cadillac na série animada “Archer”, encerrando a carreira ao lado da esposa, uma das principais estrelas da série (Walters faz a voz de Malory Archer).

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    Robert Walker Jr. (1940 – 2019)

    7 de dezembro de 2019 /

    O ator Robert Walker Jr., conhecido por papeis em séries clássicas e filmes cultuados morreu na quinta-feira (5/12). O falecimento foi revelado pela família do ator ao site oficial de “Star Trek”. Walker participou do segundo episódio de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1966. Considerado um dos melhores capítulos da série, “Charlie X” trazia o ator como o adolescente do título, que embarca na Enterprise após ser resgatado num planeta deserto, onde viveu durante anos como único sobrevivente de um desastre espacial. Mas sua carência afetiva, aliado a poderes psíquicos, transformam-no num grande perigo para a sobrevivência da tripulação. O ator tinha 26 anos quando interpretou o adolescente poderoso de 17. Sua aparência jovem ainda o transformou em Billy the Kid num episódio de “Túnel do Tempo”, exibido no ano seguinte. Filho dos astros de Hollywood Robert Walker (do clássico “Pacto Sinistro”) e Jennifer Jones (vencedora do Oscar por “A Canção de Bernadette”), ele começou a carreira justamente na adolescência, aparecendo em séries desde 1957, aos 17 anos. Seu primeiro papel no cinema foi no suspense “Cerimônia Macabra” (1963), mas já no ano seguinte o jovem se viu alçado à condição de protagonista, estrelando “O Barco do Desespero” (1964) no papel do cadete Frank Pulver. O filme era um spin-off de “Mister Roberts” (1955), onde o mesmo papel tinha sido interpretado por Jack Lemmon, numa performance que rendeu Oscar. A comparação acabou atrapalhando a carreira do ator, que passou o resto da década dedicando-se mais à TV que ao cinema, até retornar em 1969 no clássico “Sem Destino” (Easy Rider). No ano seguinte, ele retomou o protagonismo com “A Trilha de Salina” (1970), um suspense ardente e cultuado, na pele de um viajante confundido com um jovem morto, que é inesperadamente seduzido pela irmã do falecido. O tempo também alimentou um culto em torno de “Se Don Juan Fosse Mulher” (1973), último filme protagonizado por Brigitte Bardot, mas a produção foi um grande fracasso na época, assim como os demais filmes estrelados por Walker, que passou a acumular aparições em terrores de baixo orçamento e qualidade – a continuação de “A Bolha Assassina”, intitulada em inglês “Beware! the Blob” (1972), “Cidade Fantasma” (1974), estrelado por James Caan e Stefanie Powers, “Risco Dobrado” (1983) e “Terror em Devonsville” (1983). Paralelamente, trabalhou em inúmeras séries famosas, como “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “São Francisco Urgente”, “As Panteras”, “Duro na Queda”, “Assassinato por Escrito” e “Dallas”, na qual teve uma participação recorrente na 9ª temporada, até sumir das telas no começo dos anos 1990. 25 anos depois de seu último trabalho, Walker reapareceu para um último papel, no filme “Heaven’s War”, lançado direto em vídeo em 2018.

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    Ator de The Expanse grava vídeo de sua experiência na CCXP 2019

    6 de dezembro de 2019 /

    As atrações internacionais da CCXP 2019 parecem tão entusiasmadas quanto os fãs no evento de São Paulo. É o que se pode notar pelo vídeo gravado pelo ator Cas Anvar, da série “The Expense”, que foi disponibilizado em seu Instagram. Ele gravou imagens da seção dedicada à série na convenção e se mostrou impressionado com a recepção do público brasileiro ao elenco – e também à exibição do primeiro episódio da 4ª temporada, que marca a estreia da série sci-fi na plataforma Amazon. Além do ator canadense, que interpreta o marciano Alex Kamal na série, também vieram à CCXP 2019 seus colegas de elenco Steven Strait (Jim Holden), Dominique Tipper (Naomi Nagata) e Frankie Adams (Bobbie Draper). “Uma prévia do que tivemos hoje! O Brasil é apaixonado por natureza e o mais barulhento que eu já vi. 300 presentes! Recepção incrivelmente calorosa, nos sentimos como estrelas do rock”, ele escreveu, ao lado do vídeo, que pode ser visto abaixo. A 4ª temporada de “The Expanse” estreia no dia 13 de dezembro em streaming, na plataforma Amazon Prime Video. Ver essa foto no Instagram A sneak peek into just a smidgen of what we did today! Brazil is wild passionate & the loudest #ScreamingFirehawks I've ever encountered. 300k attendees!! 😱😱 Incredible warm welcome we felt like rockstars🚀🚀 @expanseonprime @ccxpoficial @amazonprimevideo #TheExpanse #CCXP #SaoPaulo #CCXP19 Uma publicação compartilhada por Cas Anvar (@casanvar) em 5 de Dez, 2019 às 5:56 PST

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    WGA Awards 2020: Disney+ (Disney Plus) ganha sua primeira indicação a prêmio com Togo

    5 de dezembro de 2019 /

    Recém-lançada nos Estados Unidos, a plataforma Disney+ (Disney Plus) já está disputando prêmios. O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) indicou “Togo”, produção de streaming da Disney, à sua premiação anual, os WGA Awards. Ao contrário da Netflix, que prefere inscrever seus filmes nas categorias de cinema, a Disney+ (Disney Plus) inseriu “Togo” nas disputas televisivas. E se deu bem. Escrito por Tom Flynn (“Um Laço de Amor”), o filme estrelado por Willem Dafoe (veja o trailer aqui) vai disputar o prêmio da categoria de Melhor Roteiro Original em “Formato Longo” (que se “traduz” melhor como uma categoria de telefilmes e minisséries) com duas séries da HBO, “Chernobyl” e “True Detective”, e outra da AMC, “The Terror: Infamy”. O favorito ao troféu, porém, é o roterista Craig Mazin, que já venceu o Emmy pelo roteiro de “Chernobyl”. A indicação de “Togo” foi a maior surpresa da lista de indicados aos prêmios televisivos do WGA, divulgada nesta quinta (5/12). Entre as séries novas, os destaques foram “Watchmen”, da HBO, na disputa de Melhor Série de Drama, e “PEN15” (Hulu) e “Russian Doll” (Netflix) entre as Melhores Séries de Comédia. Os candidatos às categorias de cinema serão divulgados bem mais tarde, em 6 de janeiro. Já os troféus serão entregues em 1 de fevereiro durante uma cerimônia dupla, que acontecerá simultaneamente em Los Angeles e Nova York. Confira abaixo a lista completa dos indicados televisivos ao WGA Awards 2020. Melhor Roteiro de Série de Drama “The Crown” (Netflix) “The Handmaid’s Tale” (Hulu) “Mindhunter” (Netflix) “Succession” (HBO) “Watchmen” (HBO) Melhor Roteiro de Série de Comédia “Barry” (HBO) “The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon Prime) “PEN15” (Hulu) “Russian Doll” (Netflix) “Veep” (HBO) Melhor Roteiro de Série Nova “Dead To Me” (Netflix) “PEN15” (Hulu) “Russian Doll” (Netflix) “Watchmen” (HBO) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Roteiro Original em Formato Longo (Telefilme e minisséries) “Chernobyl” (HBO) “The Terror: Infamy” (AMC) “Togo” (Disney+ (Disney Plus)) “True Detective” (HBO) Melhor Roteiro Adaptado em Formato Longo (Telefilme e minisséries) “El Camino: A Breaking Bad Movie” (AMC) “Fosse/Verdon” (FX) “The Loudest Voice” (Showtime) “Unbelievable” (Netflix) Melhor Roteiro de Curta em Nova Mídia “After Forever” (Amazon Prime) “Special” (Netflix) Melhor Roteiro de Episódio de Animação “Bed, Bob & Beyond” (“Bob’s Burgers”) (FOX) “The Gene Mile” (“Bob’s Burgers”) (FOX) “Go Big or Go Homer” (“The Simpsons”) (FOX) “A Horse Walks Into A Rehab” (“BoJack Horseman”) (Netflix) “Livin’ La Pura Vida” (“The Simpsons”) (FOX) “Thanksgiving of Horror” (“The Simpsons”) (FOX) Melhor Roteiro de Episódio de Drama “407 Proxy Authentication Required” (“Mr. Robot”) (USA) “A Good Man is Hard to Find” (“Ray Donovan”) (Showtime) “Mirror Mirror” (“The OA”) (Netflix) “Moondust” (“The Crown”) (Netflix) “Our Little Island Girl” (“This Is Us”) (NBC) “Tern Haven” (“Succession”) (HBO) Melhor Roteiro de Episódio de Comédia “Here’s Where We Get Off” (“Orange Is the New Black”) (Netflix) “It’s Comedy or Cabbage” (“The Marvelous Mrs. Maisel”) (Amazon Prime) “Nice Knowing You” (“Living With Yourself”) (Netflix) “Pilot” (“Dead to Me”) (Netflix) “The Stinker Thinker” (“On Becoming a God in Central Florida”) (Showtime) “Veep” (“Veep”) (HBO) Melhor Roteiro de Programa de Variedades “Conan” (TBS) “Full Frontal with Samantha Bee” (TBS) “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) “Late Night with Seth Meyers” (NBC) “The Late Late Show with James Corden” (CBS) “The Late Show with Stephen Colbert” (CBS) Melhor Roteiro de Programa Especial de Variedades “Desi Lydic: Abroad” (Comedy Central) “Full Frontal with Samantha Bee Presents: Not the White House Correspondents’ Dinner Part 2” (TBS) “The Late Late Show Carpool Karaoke Primetime Special 2019” (CBS) “Ramy Youssef: Feelings” (HBO) Melhor Roteiro de Programa Humorístico “At Home with Amy Sedaris” (truTV) “I Think You Should Leave with Tim Robinson” (Netflix) “Saturday Night Live” (NBC)

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    Spcine pretende reembolsar filmes e séries estrangeiras filmadas em São Paulo em até 30%

    4 de dezembro de 2019 /

    A Spcine, empresa municipal de audiovisual, anunciou na terça (3/12) a criação de um programa de incentivo a filmagens internacionais na cidade de São Paulo. A iniciativa foi apresentada no Festival Ventana Sur, em Buenos Aires, pela presidente do órgão, a cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”). Ela propõe restituir de 20% a 30% do valor investido por produções estrangeiras na cidade, desde que tenham gasto ao menos US$ 500 mil (cerca de R$ 2,1 milhões) por meio de uma produtora local. Longas, animações, séries e obras publicitárias rodadas parcial ou integralmente na capital paulista poderão solicitar o reembolso. O mesmo também valerá para as produções nacionais que tenham grande potencial internacional. Além disso, o programa ainda oferece financiamento parcial para produções internacionais cujos roteiros incluam São Paulo na narrativa de alguma forma, mesmo que a cidade não sirva de locação ou de base de produção. Outra iniciativa voltada para o mercado internacional inclui um edital de pós-produção no valor de US$ 120 mil (cerca de R$ 500 mil). Longas e animações podem concorrer ao prêmio, que dará US$ 40 mil (R$ 168 mil) a uma produção brasileira e R$ 80 mil (R$ 336 mil) a duas produções latino-americanas — metade da quantia para cada uma. A publicação do edital está prevista para o primeiro semestre do ano que vem. Cidades dos Estados Unidos e Canadá travam uma guerra de incentivos similares para atrair projetos de cinema e séries para suas regiões, porque, além de fomentar o turismo, as produções geram emprego e aquecem as economias locais. Uma reportagem da Folha de S. Paulo publicada em junho revelou que o número de produções estrangeiras rodadas em São Paulo mais que dobrou entre 2016 — ano de lançamento da São Paulo Film Commission, responsável por esse tipo de incentivo — e o ano passado. Subiram de 6 há três anos para 18 em 2018. Entre as produções, estão as séries “Sense8” e “Black Mirror”, da Netfix. Em agosto, foi a vez da série “Conquest”, produzida por Keanu Reeves, que provocou um apagão que assustou moradores do entorno do Vale do Anhangabaú, no centro paulistano.

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    Mena Massoud não conseguiu mais nenhum papel no cinema depois de Aladdin

    4 de dezembro de 2019 /

    O ator Mena Massoud, que estrelou o blockbuster bilionário “Aladdin”, da Disney, revelou em entrevista ao site Daily Beast que não conseguiu mais nenhum papel no cinema desde que terminou as filmagens daquela produção. “Estou meio cansado de ficar calado sobre isso”, ele desabafou. “Quero que as pessoas saibam que nem tudo são pétalas de rosa quando se faz algo como ‘Aladdin’. ‘Ele deve ter faturado milhões. Ele deve estar recebendo todas essas ofertas de trabalho’. Não aconteceu nenhuma dessas coisas. Eu não tive uma única audição desde que ‘Aladdin’ foi lançado”, desabafou. Massoud derrotou outros 2 mil atores para conseguir o papel-título na produção da Disney, que arrecadou US$ 1,05 bilhão nas bilheterias mundiais. Ele está atualmente na série “Reprisal”, da plataforma Hulu , que estréia em 6 de dezembro, porque não conseguiu outros trabalhos no cinema. O ator egípcio, que cresceu no Canadá, já tinha reclamado anteriormente dos preconceitos que tem enfrentado e de sua recusa em aceitar interpretar personagens terroristas, uma sina de todo ator do Oriente Médio em Hollywood. “Embora eu tenha tido muita sorte e agradeço por ter interpretado Aladdin, tem uns quatro ou cinco diretores de elenco em Toronto que nunca me deram uma chance, nunca me chamaram para fazer um teste para eles”, ele desabafou à revista The Hollywood Reporter em setembro passado, ao lançar sua fundação, Ethnically Diverse Artists Foundation, que procura apoiar artistas de etnias sub-representadas na indústria de entretenimento norte-americana. Ele ainda contou que, durante o processo de seleção de elenco para “Reprisal”, que ocorreu após terminar a produção de “Aladdin”, o criador da série, Josh Corbin, “não fazia ideia de quem eu era”. “É selvagem imaginar isso, para muita gente”, acrescentou. “As pessoas têm essas idéias na cabeça. É como se eu estivesse aqui sentado, tipo, tudo bem, ‘Aladdin’ atingiu US$ 1 bilhão. Posso pelo menos fazer uma audição? Eu não estou esperando alguém me dar o papel do Batman, mas posso pelo menos entrar em uma audição? Posso ter uma chance?”.

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  • Etc

    Brad Pitt diz ter superado alcoolismo: “um desserviço pra mim mesmo”

    3 de dezembro de 2019 /

    O ator Brad Pitt abordou seu vício em bebidas alcoólicas em um bate-papo com o colega Anthony Hopkins, realizado para a revista Interview, em que comentou como aprendeu a lidar com seus erros. Ao ser questionado pelo ator veterano sobre seu problema com a bebida no passado, Pitt declarou: “Eu apenas encarei tudo como um desserviço pra mim mesmo, como uma fuga”. Hopkins, então, contou que também passou por isso e revelou que estava há “quase 45 anos” sem beber. Foi quando Pitt citou a importância de se aprender com os próprios erros. “Acho que vivemos em uma época em que somos extremamente críticos e rápidos para descartar as pessoas. Sempre damos grande importância aos erros. Mas é o momento seguinte, o que se faz após um erro, isso é o que realmente define uma pessoa”, declarou. Pitt acrescentou: “Todos nós vamos cometer erros. Mas qual é o próximo passo? Como cultura, não paramos para ver qual é o próximo passo dessa pessoa. E essa é a parte que eu acho muito mais revigorante e interessante”. Ele também contou que tem mudado seu comportamento nos últimos anos, tornando-se mais sensível. “Sou conhecido por não chorar. Não choro há, tipo, 20 anos, mas agora me vejo, nessa última fase, muito mais emocionado – emotivo com meus filhos, meus amigos, até pelas notícias. Não sei para onde isso está indo, mas acho que é um bom sinal”. O amadurecimento foi consequência do divórcio de Angelina Jolie. O astro já tinha admitido que seus vícios foram a gota d’água que levaram à separação, mas não queria perder também os filhos por causa disso. Lutando pela guarda compartilhada, começou a fazer terapia e parou de beber.

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    Shelley Morrison (1936 – 2019)

    2 de dezembro de 2019 /

    A atriz Shelley Morrison, que interpretou a empregada Rosario na série “Will & Grace”, morreu no domingo (1/12) aos 83 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ela estava internada no centro médico Cedars-Sinai e morreu em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Morrison lutou por anos contra um câncer no seio e no pulmão e vinha enfrentando vários problemas de saúde. Nascida Rachel Mitrani no Bronx, em Nova York, filha de imigrantes latinos, a atriz participou de meio século da história da televisão americana. Morrison apareceu em séries clássicas como “Quinta Dimensão”, “O Fugitivo” e “Meu Marciano Favorito”, no começo dos anos 1960, antes de conseguir seu primeiro papel recorrente, como uma índia em “Laredo”, entre 1964 e 1967. Ela também buscou espaço no cinema, mas acabou restrita a figurações – inclusive em “Funny Girl: A Garota Genial” (1968). A virada veio com “A Noviça Voadora”, uma das atrações mais reprisadas de todos os tempos, onde integrou o elenco central como a Irmã Sixto, ao lado de Sally Field. A série se passava num convento em Porto Rico, onde uma das freiras (Sally Field) miraculosamente adquire a capacidade de voar – e de converter qualquer um com seu charme. Durou três temporadas, até 1970, mas praticamente nunca saiu do ar. O sucesso da produção também fez a carreira de Morrison decolar. Ela passou a coadjuvar em filmes como “Interlúdio de Amor” (1973), de Clint Eastwood, “Amantes em Veneza” (1973), de Paul Mazursky, e “A Volta de Max Dugan” (1983), de Herbert Ross. Mas essa fase não durou tanto quanto as reprises de “A Noviça Voadora” e logo ela se viu presa ao estereótipo da empregada doméstica latina. Viveu esse papel em vários “episódios da semana”, de “Soup” a “Columbo”, antes de encarnar a versão mais famosa do clichê, Rosario Salazar, a empregada de “Will & Grace”. Sem papas na língua, Rosario se tornou uma das personagens mais engraçadas da série e permitiu a Morrison conquistar a maior popularidade de sua carreira. Exibida entre 1999 e 2006, a série acabou revivida em 2017, mas sem Morrison, que na ocasião já enfrentava problemas de saúde. Nas redes sociais, o elenco de “Will & Grace” lamentou a perda da colega e amiga, descrita como “uma alma generosa com um grande coração e sempre com um sorriso no rosto” por Debra Messing (a Grace). “Sua falta será sentida por todos” acrescentou Eric McCormarck (o Will).

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    Roman Polanski cancela aula que daria em sua antiga faculdade após protestos de estudantes

    1 de dezembro de 2019 /

    O cineasta Roman Polanski cancelou uma palestra/aula de cinema que daria numa universidade da Polônia após protestos de estudantes e funcionários. Ele havia sido convidado pelo Instituto de Cinema de Lodz, onde estudou durante a juventude. Mas o convite rendeu manifestações com cartazes que o chamavam de “estuprador” e uma petição online com várias assinaturas contra sua presença. “Como qualquer outra entidade educacional, nossa escola de cinema deve ser um lugar onde a violência sexual é condenada”, diz um trecho do abaixo-assinado contra a presença do cineasta, condenado por estupro nos EUA nos anos 1970. Radicado na França desde 1978, para onde fugiu antes do anúncio de sua sentença, Polanski se formou pelo Instituto de Cinema de Lodz, que lhe concederia mais tarde o título de doutor honoris causa. Polanski também tem um Oscar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, concedido em 2003 por “O Pianista”, além de uma Palma de Ouro pelo mesmo filme no Festival de Cannes, um Urso de Ouro (por “Cul-de-sac”) e vários Ursos de Prata no Festival de Berlim, uma coleção de Césars (o Oscar francês), BAFTAs (o Oscar britânico) e ainda venceu o Prêmio do Juri no último Festival de Veneza por seu filme mais recente, “An Officer and a Spy” (J’accuse). Mariusz Grzegorzek, reitor da universidade, divulgou uma nota em devesa do convite ao realizador: “Roman Polanski é um grande artista do cinema, nosso aluno mais destacado. Ele sempre expressou enorme respeito por nossa escola. Devemos a ele muita gratidão”, escreveu. O conselho de estudantes da escola de cinema também emitiu um comunicado sobre o ocorrido: “Nós não somos um tribunal. Não nos compete julgar Roman Polanski. Estamos preocupados com os relatórios da imprensa afirmando que toda a comunidade estudantil está contra o planejado encontro com o maior ex-aluno de nossa universidade. Nós respeitamos todos vocês, e todos têm o direito de se expressar. No entanto, não concordamos com as emoções ditadas pelo ódio, que parecem cada vez mais substituir o discurso racional”, diz trecho da nota. O lançamento do novo filme de Polanski também enfrentou protestos em Paris, mas isso não impediu “J’accuse” de se tornar a maior estreia da carreira do veterano diretor na França. “An Officer and a Spy” (J’accuse) não tem previsão de lançamento no Brasil.

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