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    André Sturm é o novo secretário do Audiovisual

    12 de dezembro de 2019 /

    André Sturm, ex-secretário de Cultura da prefeitura de São Paulo (na gestão de João Doria) e ex-diretor do Museu da Imagem e do Som, é o novo secretário do Audiovisual do governo Jair Bolsonaro. Segundo o jornal O Globo, o convite foi feito hoje mesmo pelo secretário da Cultura, Roberto Alvim, em um almoço com produtores culturais na Fiesp. Ele ocupará o lugar de Katiane Gouvêa, exonerada ontem após passar apenas duas semanas no cargo. Em nota, a pasta afirmou que o secretário da Cultura decidiu exonerar Katiane “ao tomar conhecimento de que ocorreram fatos em sua campanha eleitoral que, supostamente, podem configurar irregularidade. Até que esses fatos sejam devidamente esclarecidos pela autoridade competente, o secretário decidiu por bem, em nome da lisura da coisa pública, afastá-la de suas funções de imediato”. A ex-secretária não tinha carreira relacionada ao cinema, mas sim a movimentos de extrema direita que travam guerra cultural permanente. Seu nome é associado a um documento que, meses atrás, fez o presidente cogitar extinguir a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Bolsonaro recebeu um relatório de projetos aprovados pela agência que considerou absurdos, como “Born to Fashion”, um reality que se propõe a revelar modelos trans, e séries de temática LGBTQIA+. O tema rendeu uma das lives mais polêmicas de Bolsonaro, levando à suspensão de um edital que aprovava o financiamento de vários projetos. Ao contrário de Katiane, André Sturm tem uma carreira fortemente ligada ao cinema, uma das áreas que tem rendido mais polêmicas no governo Bolsonaro. Ele esteve à frente do Programa Cinema do Brasil, que organiza a exportação de filmes brasileiros. E sua gestão à frente do MIS foi reconhecida por transformar o museu no segundo mais visitado de São Paulo. Retrospectivas com memorabilia e itens pessoais de Stanley Kubrick e David Bowie levaram 80 mil visitantes cada ao local. E a reconstituição do cenário e da história do “Castelo Rá-Tim-Bum”, em 2014, estabeleceu um público de blockbuster para o museu: 410 mil pessoas. Diretor-roteirista de dois longas, “Sonhos Tropicais” (2001) e “Bodas de Papel” (2008), Sturm também trabalhou na distribuição de filmes de arte na Pandora Filmes, comandou a programação da Cinemateca Brasileira e até atuou como exibidor, assumindo o célebre Cinema Belas-Artes entre 2004 e 2011. Sua entrada na política, porém, arranhou essa biografia. Ele é investigado por suspeita de fraude e teve um áudio vazado em que ameaçava “quebrar a cara” de um agente cultural. Em um dos inquéritos, os promotores apuram se houve irregularidade em um processo de concorrência de patrocínio para o Carnaval de São Paulo. Em outro, investiga-se a possibilidade de improbidade no rompimento de um contrato com a Odeon, organização social que estava à frente da administração do Theatro Muncipal de São Paulo.

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    Charlie Sheen comemora dois anos de sobriedade

    12 de dezembro de 2019 /

    O ator Charlie Sheen comemorou seu segundo ano de sobriedade e recebeu o carinho dos amigos e família pelo feito. “Parabéns ao meu irmão há mais de 45 anos Charlie Sheen por seu segundo ano de sobriedade. Muito orgulhoso de seu compromisso e de sua determinação para viver uma vida saudável”, escreveu o ator Tony Todd em seus Stories no Instagram. De acordo com o site The Blast, várias outras mensagens de parabéns foram enviadas pelas pessoas mais próximas do ator. O vício de Sheen veio à tona em 2011, quando ele foi demitido da série “Two and a Half Men”. Na época, ele era o ator mais bem pago da televisão norte-americana, com um salário de aproximadamente R$ 3 milhões por episódio. Depois disso, ele estrelou a série “Tratamento de Choque” (Anger Management), exibida entre 2012 e 2014, e tem feito filmes independentes, sem sucesso.

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  • Etc,  Filme

    Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos passa de 1 milhão de assinaturas

    12 de dezembro de 2019 /

    A petição contra o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, foi turbinada por campanhas de grupos religiosos e conservadores e já reuniu mais de 1 milhão de assinaturas pelo “Impeachment” do filme. O objetivo da manifestação no site Change.org é para que a Netflix retire a produção do seu catálogo. O conteúdo do programa, que satiriza Jesus Cristo no Natal, irritou profundamente uma parcela da população. Além da petição, um bispo de Pernambuco pediu boicote à Netflix e houve até requerimento para que a Câmera de Deputados divulgue nota de repúdio contra a plataforma. No especial, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna para a casa dos pais, após uma viagem de 40 dias no deserto, a tempo de festejar seu aniversário de 30 anos, mas chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Também há várias piada sobre a traição sofrida por José e o interesse carnal de Maria em Deus. Houve até famosos que se manifestaram, como o ator Carlos Vereza, que atacou o grupo de humoristas nas redes sociais: “Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator em um texto publicado no Facebook. Como de praxe, o tema foi bastante explorado por políticos. Além do pedido de requerimento, pedido pela deputada federal Chris Tonietto, seu colega Eli Borges fez um discurso em plenário repudiando a produção que, segundo ele, zomba da fé cristã, e Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para divulgar um cartaz onde afirma que a “Netflix ataca cristãos”. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.

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  • Etc

    Novos quadrinhos de Batman zoam Bolsonaro

    12 de dezembro de 2019 /

    Uma nova história em quadrinhos do universo do super-herói Batman está chamando atenção por fazer referência política ao Brasil. Lançado na quarta-feira (11/12) nos EUA, o primeiro volume de “Dark Knight Returns: The Golden Child” mostra Gotham City tomada por protestos e a repercussão disso na mídia. O detalhe é que um dos “tuítes” desenhados evoca Bolsonaro, com uma frase que poderia realmente ter sido dita pelo presidente tuiteiro do Brasil. No desenho, o Twitter se chama, na verdade, Peegeon, e é lá que um usuário chamado JM Bozo escreve: “Se dependesse de mim, todo cidadão de bem teria uma arma de fogo em casa”. Ao lado do texto, há uma caricatura que remete ao rosto de JM Bolsonaro. Nos EUA, “todo cidadão de bem” pode ter uma arma de fogo em casa. Mas a frase armamentista é incluída na trama em contraste com a violência desenfreada que toma conta da cidade, virando praticamente uma piada no contexto. “Dark Knight Returns: The Golden Child” também já rendeu polêmica na China, onde os desenhos foram condenados por evocar os manifestantes pela democracia em Hong Kong. Os quadrinhos foram escritos por Frank Miller e tem desenhos do quadrinista gaúcho Rafael Grampá. A história é protagonizada pela Batwoman, que comanda um levante contra o vilão Coringa, durante uma violenta campanha pela reeleição do “Governador” – personagem que é uma alusão a Donald Trump, atualmente também em campanha para se reeleger nos Estados Unidos. Curiosamente, a Marvel também abordou o Brasil recentemente, mostrando o país como uma nação hostil, ao lado de Venezuela, Irã e Coreia do Norte, em quadrinhos dos “X-Men”. A tentativa do prefeito bispo do Rio, Marcelo Crivella, de censurar quadrinhos dos X-Men na Bienal do Livro, e ataques do presidente polemista, Jair Bolsonaro, a astros de Hollywood apenas alimentam a impressão negativa do país na mídia americana.

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  • Etc,  Filme

    Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos passa de 730 mil assinaturas

    11 de dezembro de 2019 /

    Lançado na semana passada pela Netflix, o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, vem despertando a fúria de grupos religiosos. Além de um pedido de boicote à Netflix publicado nas redes sociais por um bispo de Pernambuco, um abaixo-assinado no site Change.org já reuniu mais de 730 mil assinaturas pelo “Impeachment” do filme, para que a plataforma retire a produção do seu catálogo. Na trama, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna à sua casa, após uma viagem de 40 dias no deserto, para a sua festa de aniversário de 30 anos, e chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Houve até famosos que se manifestaram, como o ator Carlos Vereza, que atacou o grupo de humoristas nas redes sociais: “Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator em um texto publicado no Facebook. Como de praxe, o tema também foi explorado por políticos. O deputado federal Eli Borges fez um discurso em plenário repudiando a produção que, segundo ele, zomba da fé cristã, a deputada federal Chris Tonietto apresentou pedido de requerimento para que a Câmara divulgue nota oficial de repúdio contra a Netflix, e Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para divulgar um cartaz onde afirma que a “Netflix ataca cristãos”. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.

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  • Etc,  Filme,  Série

    SAG Awards: Scarlett Johansson “lidera” indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA

    11 de dezembro de 2019 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (11/12) os indicados à sua premiação anual, com destaque para os astros de “O Escândalo”, “O Irlandês”, “Era uma Vez em Hollywood”, “Jojo Rabbit” e “História de um Casamento”. Destes, apenas o último filme não disputará o troféu de Melhor Elenco, substituído pelo sul-coreano “Parasita” na lista da categoria. Mas, curiosamente, a estrela do filme, Scarlett Johansson, “liderou” as nomeações. Ela foi indicada duplamente, tanto como Melhor Atriz por “História de um Casamento” quanto como Coadjuvante por “Jojo Rabbit”. Outro fenômeno registrado pela lista do SAG é uma clara divisão entre “filmes de homens” e “filmes de mulheres”, como os elencos de “O Irlandês” e “Era uma Vez em Hollywood” marcando forte presença nas categorias masculinas, enquanto “O Escândalo” dominou as indicações femininas. Além da surpresa do longa “Parasita”, com uma indicação solitária na categoria Melhor Elenco, chamou atenção a lembrança de Lupita Nyong’o na categoria de Melhor Atriz pelo filme “Nós”, lançado “fora da temporada de prestígio”, no já distante mês de março passado. Ela merece. Apesar de várias indicações para “O Irlandês”, Robert De Niro ficou fora da relação. Mas, “por coincidência”, será o grande homenageado da premiação. O ator vai receber o Life Achievement Award, prêmio honorário pelas realizações de sua carreira, que será entregue por Leonardo DiCaprio. Como os integrantes do sindicato votam no Oscar – mais que isso, formam a maioria dos eleitores da Academia – , geralmente os resultados do SAG Awards e do Oscar resultam em dobradinha. Por isso, este é um dos maiores termômetros de tendências da Academia. A premiação também consagra intérpretes de séries. E, nesta área, o título superestimado foi “The Morning Show”, com indicações para as atuações de Jennifer Aniston, Steve Carell e Billy Crudup, enquanto a série “Game Of Thrones”, esnobada pelo Globo de Ouro, foi lembrada nas categorias de Melhor Elenco e Melhor Ator para Peter Dinklage. Um bom começo para a recém-lançada plataforma Apple TV+ e uma última chance para a HBO faturar prêmios com sua série de maior prestígio, encerrada neste ano. O SAG Awards 2020 vai acontecer no dia 19 de janeiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Cinema Melhor Elenco “O Escândalo” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Era Uma Vez Em Hollywood” “Parasita” Melhor Ator Christian Bale (“Ford vs Ferrari”) Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Taron Egerton (“Rocketman”) Joaquin Phoenix (“Coringa”) Melhor Atriz Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Jamie Foxx (“Luta por Justiça”) Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Brad Pitt (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Nicole Kidman (“O Escândalo”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Melhor Desempenho de Dublês em Filme “Vingadores: Ultimato” “Ford vs Ferrari” “O Irlandês” “Coringa” “Era Uma Vez em… Hollywood” Série Melhor Elenco em Série Dramática “Big Little Lies” “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” Melhor Elenco em Série de Comédia “Barry” “Fleabag” “The Kominsky Method” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“The Morning Show”) Billy Crudup (“The Morning Show”) Peter Dinklage (“Game of Thrones”) David Harbour (“Stranger Things”) Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Helena Bonham Carter (“The Crown”) Olivia Colman (“The Crown”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Comédia Alan Arkin (“The Kominsky Method”) Michael Douglas (“The Kominsky Method”) Bill Hader (“Barry”) Andrew Scott (“Fleabag”) Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz em Série de Comédia Cristina Applegate (“Dead to Me”) Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator em Minissérie/Telefilme Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Melhor Atriz Minissérie/Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Toni Collette (“Unbelievable”) Joey King (“The Act”) Emily Watson (“Chernobyl”) Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Desempenho de Dublês em Série “Game of Thrones” “GLOW” “Stranger Things” “The Walking Dead” “Watchmen”

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  • Etc,  Série

    Philip McKeon (1964 – 2019)

    11 de dezembro de 2019 /

    O ex-ator mirim Philip McKeon, que vivu o papel de Tommy Hyatt na série de comédia “Alice” (1976-1985), morreu na terça (10/12) no Texas (EUA), após longa batalha contra uma doença não especificada. Ele tinha 55 anos. Em comunicado à revista People, o porta-voz da família de McKeon disse: “Estamos de coração partido, devastados. O senso de humor maravilhoso de Phil, assim como sua gentileza e lealdade, serão lembradas por todos que cruzaram caminhos com ele”. Ele iniciou a carreira com 12 anos na série “Alice”, inspirada no filme “Alice Não Mora Mais Aqui” (1974), de Martin Scorsese. Na produção de 1976, vivia o filho da Alice do título, interpretada por Linda Lavin. Aspirante à fama como cantora, ela trabalhava como garçonete em uma lanchonete de beira de estrada enquanto esperava sua grande chance. A atração foi um grande sucesso e durou nove temporadas, até 1985, permitindo ao público ver McKeon crescer diante de seus olhos, até virar um jovem adulto de 21 anos. Apesar da popularidade, o ator teve poucos papéis após o fim da sitcom. Participou de um episódio de “Histórias Maravilhosas” (em 1986), antologia de terror de Stephen Spielberg, da minissérie “Favorite Son” (1988) e de alguns terrores independentes, como “De Volta à Escola de Horrores” (1987), “Perseguição Demoníaca” (1991), “Sandman – O Mestre dos Sonhos” (1993) e “Ghoulies IV: Eles Estão Próximos” (1994), seu último trabalho nas telas, que foi lançado direto em vídeo. Depois disso, McKeon seguiu carreira como locutor de rádio, trabalhando em emissoras locais de Los Angeles e Wimberly, no Texas.

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    Secretária do Audiovisual é exonerada e sai escoltada da secretaria da Cultura

    11 de dezembro de 2019 /

    A secretária do Audiovisual do governo federal, Katiane Gouvêa, foi exonerada após duas semanas no cargo. Ela se reuniu no começo da manhã de quarta (11/12) com sua equipe e se despediu. A informação foi confirmada em nota pela Secretaria Especial de Cultura. A decisão ainda não foi publicada em Diário Oficial. Segundo a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, a decisão foi tomada em caráter emergencial e há um clima de tensão na Secretaria Especial de Cultura para inclusive rever atos e procedimentos de Katiane. A coluna apurou com servidores da secretaria do Audiovisual que Katiane foi escoltada por seguranças para deixar o prédio da secretaria de Cultura, onde fica a pasta do audiovisual. Em nota, a pasta afirma que o secretário de Cultura, Roberto Alvim decidiu exonerar Katiane “ao tomar conhecimento de que ocorreram fatos em sua campanha eleitoral que, supostamente, podem configurar irregularidade. Até que esses fatos sejam devidamente esclarecidos pela autoridade competente, o Secretário decidiu por bem, em nome da lisura da coisa pública, afastá-la de suas funções de imediato”. Ela foi nomeada para o cargo no fim de setembro, substituindo Ricardo Rihan no posto. ​Gouvêa foi candidata a deputada federal em 2018, pelo PSD, sob a alcunha Katiane da Seda —e la ocupou a diretoria de relações governamentais da Abraseda (Associação Brasileira de Seda). Com 960 votos, não se elegeu. Ela é integrante da organização de extrema direita Cúpula Conservadora das Américas, que tem entre seus líderes Eduardo Bolsonaro, e não é conhecida por trabalhos no meio cultural. Seu nome é associado a um documento que, meses atrás, fez o presidente cogitar extinguir a Ancine (Agência Nacional de Cinema). Bolsonaro recebeu um relatório de projetos aprovados pela agência que considerou absurdos, como “Born to Fashion”, um reality que se propõe a revelar modelos trans, e séries de temática LGBTQIA+. O tema rendeu uma das lives mais polêmicas de Bolsonaro, levando à suspensão de um edital que aprovava o financiamento de vários projetos. O texto, endossado por Gouvêa e assinado pelo conservador Movimento Brasil 2100, também escracha a autorização para captar recursos para uma nova temporada de série “Me Chama de Bruna”, sobre a ex-prostituta Bruna Surfistinha, e produções sobre a preservação da Amazônia

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    Brad Pitt revela que fumava maconha para suportar a fama nos anos 1990

    10 de dezembro de 2019 /

    Brad Pitt voltou a abordar seus antigos vícios numa entrevista para o jornal The New York Times, dizendo que recorreu à maconha para suportar a fama que adquiriu nos anos 1990. “Eu passei a maior parte dos anos 1990 me escondendo e fumando maconha”, afirmou ao jornal. “Eu estava muito desconfortável com toda a atenção”, disse, sobre a época em que estrelou grandes sucessos, como “Entrevista com o Vampiro” (1994), “Lendas da Paixão” (1994) e “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995), entre outros filmes. Segundo Pitt, ele só conseguiu lidar com a fama após se ver encurralado. “Ela chegou a um ponto em que eu sabia que eu estava me aprisionando”, declarou. Até que teve um insight e mudou de atitude. O motivo da mudança foi uma lembrança de sua infância: o dia em que foi chamado, da plateia, para brincar com os Harlem Globetrotters, equipe de basquete americana que faz turnês pelo mundo realizando apresentações altamente performáticas. Isso o fez lembrar que a relação entre ídolos e fãs pode fazer com que as pessoas se sintam bem. Foi pensando nisso que ele parou de se esconder. “Estou tentando dizer que tenho a oportunidade de alegrar o dia de alguém. Isso é uma coisa rara”, ponderou. Além disso, “agora, eu saio e vivo a vida e geralmente as pessoas são bem legais”. O ator também está sóbrio, tendo se livrado do alcoolismo e de sua relação com as drogas durante seu divórcio com Angelina Jolie, que representou um amargo despertar. Ele se dedicou a largar os vícios para lutar pela guarda compartilhada dos filhos.

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    Bispo pede boicote à Netflix contra Especial de Natal do Porta dos Fundos

    10 de dezembro de 2019 /

    O bispo Dom Henrique Soares da Costa, da Diocese de Palmares (PE), conclamou a fiéis que cancelem a assinatura da Netflix, em post publicado em seu perfil no Facebook. O motivo: por “desrespeito a Jesus Cristo”. O bispo reclama que a plataforma de streaming deu um “bofetão no rosto de todos os cristãos” depois de exibir em seu catálogo um especial de Natal “vulgar e desrespeitoso para com o nosso Deus”. Embora não cite nomes, o bispo se refere ao especial “A Primeira Tentação de Cristo”, em que Jesus (Gregório Duvivier) está prestes a completar 30 anos, e é surpreendido com uma festa de aniversário quando voltava do deserto acompanhado do namorado, Orlando (Fábio Porchat). (Assista ao vídeo acima) “Em pleno tempo de preparação para o Natal do Senhor, a Netflix deu um bofetão no rosto de todos os cristãos, cuspiu na nossa cara, zombando da nossa fé. Imaginem um filme debochado e desrespeitoso ao extremo com alguém a quem você ama. Como reagir? O ideal seria uma ação judicial. Mas, com a desculpa de liberdade de expressão, todo lixo é permitido, todo sarcasmo para com a fé alheia é louvado, tudo quanto trinca e corrói os alicerces da nossa cultura e da nossa sociedade é reputado como avanço e progresso…”, escreveu. “Então, como Bispo da Igreja, eu exorto vivamente aos cristãos: neste Natal, proclame seu amor, sua fé, seu respeito em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo; mostre que seu amor por Ele é real e ativo: cancele a assinatura da Netflix e lá, no menu apropriado, explique o motivo: “desrespeito por Jesus Cristo”, completou. O “Especial de Natal Porta dos Fundos 2019: A Primeira Tentação de Cristo” foi disponibilizado em 3 de dezembro na Netflix, e é a segunda produção do gênero. A trupe de humorista também fez um especial de Natal satirizando Jesus Cristo no ano passado, que acabou vencendo o prêmio Emmy Internacional como Melhor Comédia do mundo (sem considerar os EUA).

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    Cuba Gooding Jr. já é acusado de assédio por 21 mulheres

    10 de dezembro de 2019 /

    O ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual por mais sete mulheres nesta semana. Recentemente, ele compareceu ao tribunal para responder por outras 14 acusações da mesma categoria. Ao todo, 21 mulheres já o denunciaram por assédio. De acordo com o site Page Six, um dos novos casos de assédio sexual teria ocorrido em 2009 durante o Festival de Cinema de Sundance. De acordo com a cópia do depoimento obtido pelo site, uma das vítimas acusa o ator de apalpá-la e beijá-la à força enquanto eles participavam do festival em Park City (EUA), rasgando suas calças e só parando quando ela mordeu seu rosto para escapar. O advogado do artista afirmou a inocência de seu cliente em todos os casos. “Infelizmente, as pessoas saem fazendo falsas acusações contra Cuba, como muitas vezes acontece quando uma celebridade é acusada pela Promotoria em um Fórum Público. As alegações espúrias e inexpressivas oferecidas pelo Ministério Público são tão antigas e desatualizadas, sem detalhes e impedem que o Réu se defenda contra elas”. “Portanto, demonstra que o motivo do Ministério Público em apresentar essas alegações inflamatórias não tem valor probatório, mas [foram feitas] meramente para obter uma vantagem contra o réu e influenciar o júri contra o réu”, concluiu, relacionando as denúncias com a segunda sessão do julgamento do ator pela primeira denúncia, que está marcada para o dia 22 de janeiro. O processo original teve início com a acusação de uma mulher que teria sido apalpada por Gooding em um bar em Manhattan, e foi adiado após os promotores revelarem ter novas acusações contra ele em conexão com outros incidentes. Desde então, as denúncias se multiplicaram. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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  • Etc,  Filme,  Série

    Critics’ Choice Awards: O Irlandês lidera indicações ao prêmio da crítica americana

    9 de dezembro de 2019 /

    A Associação de críticos americanos responsável pelo Critics’ Choice Awards divulgou no domingo (8/12) os nomes dos filmes, séries e artistas indicados à sua 25ª edição, com grande destaque para “O Irlandês”. O longa mafioso de Martin Scorsese recebeu 14 indicações, liderando a lista de prêmios da crítica. Além de disputar a categoria de Melhor Filme de ano, “O Irlandês” rendeu indicações para Scorsese como Melhor Direção e para a tríade de astros veteranos de seu elenco, composta por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci – o primeiro como Melhor Ator e os demais como Coadjuvantes. O segundo filme com mais indicações é “Era Uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, que disputa 12 prêmios, seguido por “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig, com 9. Outros destaques são “1917”, “História de um Casamento” (empatados com 8 indicações), “Coringa”, “Jojo Rabbit” e o sul-coreano “Parasita” (que receberam 7, cada). Assim como o Globo de Ouro, o Critics’ Choice também premia os melhores da televisão. E, entre as atrações televisivas, os títulos mais prestigiados foram a minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), com 6 indicações, o drama “This Is Us” e a comédia “Schitt’s Creek”, ambos com 5. Ao todo, a Netflix recebeu 61 indicações, graças à combinação de categorias de cinema e TV (por sinal, com o filme e a série mais nomeados), quase o dobro da HBO, que ficou em 2º lugar, com 33 citações entre os lançamentos para a televisão. A cerimônia de premiação do Critics Choice Award vai acontecer em 12 de janeiro nos Estados Unidos. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Cinema Melhor Filme “1917” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Coringa” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” “Uncut Gems” Melhor Ator Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Robert De Niro (“O Irlandês”) Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Eddie Murphy (“Meu Nome É Dolemite”) Joaquin Phoenix (“Coringa”) Adam Sandler (“Uncut Gems”) Melhor Atriz Awkwafina (“The Farewell”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Willem Dafoe (“O Farol”) Tom Hanks (“”Um Lindo Dia na Vizinhança””) Anthony Hopkins (“Dois Papas”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Brad Pitt (“Era uma vez em Hollywod”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Zhao Shuzhen (“The Farewell”) Atriz Revelação Julia Butters (“Era uma Vez em Hollywood”) Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) Noah Jupe (“Honey Boy”) Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”) Shahadi Wright Joseph (“Nós”) Archie Yates (“Jojo Rabbit”) Melhor Elenco “O Escândalo” “O Irlandês” “”Entre Facas e Segredos”” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” Melhor Direção Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Bong Joon Ho (“Parasita”) Sam Mendes (“1917”) Josh Safdie and Benny Safdie (“Uncut Gems”) Martin Scorsese (“O Irlandês”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Roteiro Original Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Rian Johnson (“Entre Facas e Segredos” Bong Joon Ho and Han Jin Won (“Parasita”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Lulu Wang (“The Farewell”) Melhor Roteiro Adaptado Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Noah Harpster and Micah Fitzerman-Blue (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Anthony McCarten (“Dois Papas”) Todd Phillips & Scott Silver (“Coringa”) Taika Waititi (“Jojo Rabbit”) Steven Zaillian (“O Irlandês”) Melhor Fotografia Jarin Blaschke (“O Farol”) Roger Deakins (“1917”) Phedon Papamichael (“Ford v Ferrari”) Rodrigo Prieto (“O Irlandês”) Robert Richardson (“Era uma Vez em Hollywood”) Lawrence Sher (“Coringa”) Melhor Direção de Arte Mark Friedberg, Kris Moran (“Coringa”) Dennis Gassner, Lee Sandales (“1917”) Jess Gonchor, Claire Kaufman (“Adoráveis Mulheres”) Lee Ha Jun (“Parasita”) Barbara Ling, Nancy Haigh (“Era uma Vez em Hollywood”) Bob Shaw, Regina Graves (“O Irlandês”) Donal Woods, Gina Cromwell (“Downton Abbey”) Melhor Edição Ronald Bronstein, Benny Safdie (“Uncut Gems”) Andrew Buckland, Michael McCusker (“Ford v Ferrari”) Yang Jinmo (“Parasita”) Fred Raskin (“Era uma Vez em Hollywood”) Thelma Schoonmaker (“O Irlandês”) Lee Smith (“1917”) Melhor Figurino Ruth E. Carter (“Meu Nome É Dolemite”) Julian Day (“Rocketman”) Jacqueline Durran (“Adoráveis Mulheres”) Arianne Phillips (“Era uma Vez em Hollywood”) Sandy Powell, Christopher Peterson (“O Irlandês”) Anna Robbins (“Downton Abbey”) Melhor Cabelo e Maquiagem “O Escândalo” “Meu Nome É Dolemite” “O Irlandês” “Coringa” “Judy” “Era uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhores Efeitos Visuais “1917” “Ad Astra” “Os Aeronautas” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “O Rei Leão” Melhor Animação “Abominável” “Frozen 2” “Como Treinar o seu Dragão 3” “Perdi Meu Corpo” “Link Perdido” “Toy Story 4” Melhor Filme de Ação “1917” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “John Wick – Parabellum” “Homem-Aranha: Longe de Casa” Melhor Comédia “Fora de Série” “Meu Nome É Dolemite” “The Farewell” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” Melhor Filme Sci-fi ou Terror “Ad Astra” “Vingadores: Ultimato” “Midsommar” “Nós” Melhor Filme Estrangeiro “Atlantics” “Les Misérables” “Dor e Glória” “Parasita” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Música “Glasgow (No Place Like Home)” (“As Loucuras de Rose”) “(I’m Gonna) Love Me Again” (“Rocketman”) “I’m Standing With You” (“Superação: O Milagre da Fé”) “Into the Unknown” (“Frozen 2”) “Speechless” (“Aladdin”) “Spirit” (“O Rei Leão”) “Stand Up” (“Harriet”) Melhor Trilha Sonora Michael Abels (“Nós”) Alexandre Desplat (“Adoráveis Mulheres”) Hildur Guðnadóttir (“Coringa”) Randy Newman (“História de um Casamento”) Thomas Newman (“1917”) Robbie Robertson (“O Irlandês”) Séries Melhor Série de Drama “The Crown” “David Makes Man” “Game of Thrones” “The Good Fight” “Pose” “Succession” “This Is Us” “Watchmen” Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Br (“This Is Us”) Mike Colter (“Evil”) Paul Giamatti (“Billions”) Kit Harington (“Game of Thrones”) Freddie Highmore (“The Good Doctor”) Tobias Menzies (“The Crown”) Billy Porter (“Pose”) Jeremy Strong (“Succession”) Melhor Atriz em Série de Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crow”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Regina King (“Watchmen”) Mj Rodriguez (“Pose”) Sarah Snook (“Succession”) Zendaya (“Euphoria”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Asante Blackk (“This Is Us”) Billy Crudup (The Morning Show) Asia Kate Dillon (“Billions”) Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Justin Hartley (“This Is Us”) Delroy Lindo (“The Good Fight”) Tim Blake Nelson (“Watchmen”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter (“The Crown”) Gwendoline Christie (“Game of Thrones”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Audra McDonald (“The Good Fight”) Jean Smart (“Watchmen”) Meryl Streep (“Big Little Lies”) Susan Kelechi Watson (“This Is Us”) Melhor Série de Comédia “Barry” “Fleabag” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Mom” “One Day at a Time” “PEN15” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Ted Danson (“The Good Place”) Walton Goggins (“The Unicorn”) Bill Hader (“Barry”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Paul Rudd (“Living with Yourself”) Bashir Salahuddin (Sherman’s Showcase”) “Ramy” Youssef (“Ramy” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate (“Dead to Me”) Alison Brie (“GLOW”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Kirsten Dunst (“On Becoming a God in Central Florida”) Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”) Anthony Carrigan (“Barry”) William Jackson Harper (“The Good Place”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Nico Santos (“Superstore”) Andrew Scott (“Fleabag”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) D’Arcy Carden (“The Good Place”) Sian Clifford (“Fleabag”) Betty Gilpin (“GLOW”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek” Molly Shannon (“The Other Two”) Melhor Minissérie “Catch-22” “Chernobyl” “Fosse/Verdon” “The Loudest Voice” “Unbelievable” “When They See Us” “Years and Years” Melhor Telefilme “Brexit” “Deadwood: The Movie” “El Camino: A Breaking Bad Movie” “Guava Island” “Native Son” “Patsy & Loretta” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Christopher Abbott (“Catch-22”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Noah Wyle (“The Red Line”) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Kaitlyn Dever (“Unbelievable”) Anne Hathaway (“Modern Love”) Megan Hilty (“Patsy & Loretta”) Joey King (“The Act”) Jessie Mueller (“Patsy & Loretta”) Merritt Wever (“Unbelievable”) Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Asante Blackk (“When They See Us”) George Clooney (“Catch-22”) John Leguizamo (“When They See Us”) Dev Patel (“Modern Love”) Jesse Plemons (“El Camino: A Breaking Bad Movie”) Stellan Skarsgård (“Chernobyl”) Russell Tovey (“Years and Years”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Marsha Stephanie Blake (“When They See Us”) Toni Collette (“Unbelievable”) Niecy Nash (“When They See Us”) Margaret Qualley (“Fosse/Verdon”) Emma Thompson (“Years and Years”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “BoJack Horseman” “The Dark Crystal: Age of Resistance” “She-Ra and the Princesses of Power” “The Simpsons” “Undone” Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Late Show with James Corden” “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Amy Schumer: Growing” “Jenny Slate: Stage Fright” “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons” “Ramy” Youssef: Feelings” “Seth Meyers: Lobby Baby” “Trevor Noah: Son of Patricia” “Wanda Sykes: Not Normal”

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    René Auberjonois (1940 – 2019)

    8 de dezembro de 2019 /

    O ator René Auberjonois, que participou da série “Star Trek: Deep Space Nine” e da comédia clássica “M*A*S*H”, morreu neste domingo (8/12) em sua casa, em Los Angeles, aos 79 anos. Ele tinha câncer no pulmão. Auberjonois nasceu em 1940 em Nova York e herdou seu nome do avô, um pintor pós-impressionista suíço também chamado René Auberjonois. Filho de um jornalista suíço que trabalhava como correspondente internacional, foi criado entre Nova York, Paris e Londres, e por um tempo viveu com sua família em uma colônia de artistas, cujos moradores incluíam os atores John Houseman, Helen Hayes e Burgess Meredith. Ele acabou se inspirando a seguir carreira no teatro, eventualmente conseguindo papéis na Broadway e até vencendo um Tony de Melhor Ator em 1969 – pela peça “Coco”, sobre a vida da estilista Coco Chanel, interpretada pela lendária Katharine Hepburn no palco. A carreira de Auberjonois incluiu diversos outros prêmios e indicações, pois ele trabalhou em várias eras douradas, desde o teatro dinâmico da década de 1960 ao renascimento do cinema com a Nova Hollywood da década de 1970, até o auge da programação das redes de TV, nas décadas de 1980 e 1990 e a consagração do cinema indie nos anos 2000 – e cada geração o conheceu por realizações diferentes. Os fãs de cinema o lembram mais como o padre John Mulcahy, o capelão militar que mantinha a serenidade diante das travessuras dos médicos de “M*A*S*H” (1970), a premiadíssima comédia de Robert Altman, que virou uma série ainda mais famosa. Mulcahy foi seu primeiro papel significativo no cinema e o início de uma duradoura parceria com Altman – seguiram-se “Voar É com os Pássaros” (1970), “Onde os Homens São Homens” (1971) e “Imagens” (1972). Ele também apareceu nos grandiosos “O Dirigível Hindenburg” (1975) e “King Kong” (1976), além do suspense “Os Olhos de Laura Mars” (1978), antes de se especializar nos “episódios da semana” na televisão, onde se multiplicou em participações especiais – em atrações populares como “Mulher Biônica”, “O Homem do Fundo do Mar”, “Mulher-Maravilha”, “Casal 20” e “As Panteras” – , até entrar no elenco fixo de “O Poderoso Benson”, sitcom que marcou o seu primeiro papel fixo na TV em 1980. Na série sobre o mordomo de um governador, que durou sete temporadas, Auberjonois viveu um conselheiro político aristocrata e hipocondríaco, chamado Endicott. Ao participar da dublagem da animação “O Último Unicórnio”, em 1982, o ator versátil ingressou numa nova etapa em sua carreira, passando a fazer vozes para vários desenhos de sucesso – como as versões repaginadas de “Scooby-Doo”, “Superamigos”, “Os Smurfs”, “Os Jetsons” e “Jonny Quest”, e novos lançamentos como “Batman: A Série Animada”, “DuckTales”, “Rugrats: Os Anjinhos”, “A Pequena Sereia” e “Aladdin”, entre muitos outros. Seu papel mais famoso surgiu em 1993, com sua escalação no elenco central de “Star Trek: Deep Space Nine”. Na série, Auberjonois interpretou Odo, o metamorfo responsável pela segurança da estação espacial que batizava a produção. A atração durou sete temporadas, até 1999, mas o ator continuou ligado ao personagem após o encerramento, com participações em videogames e em muitas convenções de fãs sobre o universo de “Star Trek”. Ele ainda teve um papel destacado na série “Justiça Sem Limites” (Boston Legal), de 2004 a 2008, e arcos importantes nas mais recentes “Warehouse 13” e “Madam Secretary”. Mas seus principais trabalhos ao final da carreira foram filmes de cineastas independentes excepcionalmente bem-avaliados, entre eles as obras da diretora Kelly Reichardt, que o filmou em “Certas Mulheres” (2016) e no ainda inédito “First Cow”, seu desempenho final. “Eu sou todos esses personagens e adoro isso”, disse Auberjonois em uma entrevista de 2011 ao site oficial da franquia “Star Trek”. “Mas tem vezes que eu encontro as pessoas e elas pensam que sou um primo ou o cara da lavanderia. E eu amo isso também.”

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