Matt Damon revela que sua filha pegou covid-19
O ator Matt Damon revelou, em entrevista à rádio irlandesa Spin 1038, que sua filha mais velha, Alexia Barroso, foi diagnosticada com covid-19, mas felizmente já se recuperou. A jovem de 21 anos é filha do primeiro casamento da argentina Luciana Barroso, com quem o ator é casado desde 2005. Ela vai se reunir com a família no final do mês, após ficar isolada em Nova York por conta da doença. “Nossa filha mais velha estava na faculdade. Obviamente, as aulas foram suspensas. Mas ela ficou em Nova York, e teve covid bem no começo, com suas colegas de quarto, mas já se recuperou bem”, relatou o ator. Damon e Luciana estão passando a quarentena em Dublin com suas outras três filhas: Isabella, de 13 anos, Gia, de 11, e Stella, de 9. A família se mudou para a Irlanda em março para acompanhar o ator nas filmagens de “The Last Duel” (“O Último Duelo”, em tradução literal), do diretor Ridley Scott, que agora estão suspensas. A viagem, porém, não foi uma perda completa. Ao contrário. Damon conta que, devido aos planos de ficar um período na Irlanda, a situação de suas filhas se tornou melhor que a da maioria das famílias isoladas pelo coronavírus. Como eles já esperavam que as crianças perdessem dois meses de aula por conta das filmagens, contrataram professores particulares que agora estão passando a quarentena junto com as meninas. “Temos o que mais ninguém tem, que são pessoas reais dando aulas ao vivo para nossas filhas. Todos os amigos delas… sabe, as escolas estão todas fechadas lá em casa [em Los Angeles], e as crianças estão fazendo aulas a distância. Então nos sentimos culpados, porque temos essa situação perfeita.” Na entrevista, o ator também relembrou seu papel no filme “Contágio”, de 2011, que antecipou muitas situações vistas na atual pandemia. Mas fez um alerta. “Espero que algo bom possa vir disso. Felizmente, essa não foi tão letal quanto poderia ser, então talvez sirva como um bom ensaio para uma pandemia maior que pode vir. Essas coisas acontecem de década em década, então é melhor se preparar.”
Olaf canta nova música dos compositores de Frozen sobre isolamento social
A Disney disponibilizou um novo episódio da série de curtas baseados no boneco de neve Olaf, da franquia “Frozen”, lançada no YouTube para entreter as crianças durante o período de isolamento social. Se nos episódios anteriores Olaf aparecia geralmente sozinho, tentando se divertir de novas maneiras, desta vez ele busca consolar as crianças com uma canção sobre como a solidão pode ser superada pelo afeto. O vídeo contém cenas de várias animações clássicas, em que os personagens famosos da Disney acompanham a melodia entoada por Josh Gad. O intérprete de Olaf gravou sua voz em sua própria casa. “Quem liga para onde estamos? Estou aqui e você está aí, mas estou contigo e me importo com você”, diz um trecho da música, batizada de “I’m with You” e composta pelos autores dos sucessos de “Frozen”, o casal Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez. Nas redes sociais, a Disney ainda acrescentou um comentário: “Onde você estiver, aqui vai uma mensagem especial do Olaf, diretamente de casa, para o seu lar”. A série do boneco de gelo se chama “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal), mas ganhou o título de “Divirta-se com Olaf” no Brasil. Os episódios estão sendo produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele também trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Veja aqui outros capítulos disponibilizados anteriormente.
Débora Falabella diz que Bolsonaro não é normal e deve ser tratado como lunático
A atriz Débora Falabella, que estrela a série “Aruanas”, atualmente exibida pela rede Globo, aproveitou o tema politizado da produção, que acompanha ativistas ambientais, para criticar o governo Bolsonaro. Durante uma entrevista ao portal UOL, Falabella foi direta ao falar a respeito do presidente. “A gente precisa ter a percepção de que estamos lidando com algo que não é normal. Durante muito tempo, no início desse governo, acho que as pessoas estavam lidando com ele de uma forma muito normal, como se fosse só uma pessoa que fala coisas absurdas. Agora está muito explícito. Não sei como que a gente não trata essa pessoa [Bolsonaro] como um louco, um lunático, há muito tempo”, disparou a a atriz. Na série, Falabella interpreta Natalie, uma jornalista que busca a verdade, doa a quem doer, e que usa seu trabalho para auxiliar a ONG Aruana em luta pela defesa da Amazônia. Sua personagem chegou a declarar num episódio que o papel do jornalismo é colocar o dedo na ferida, e a atriz viu paralelos na relação dos vilões da produção com o comportamento de Bolsonaro, que chegou a mandar jornalista “calar a boca” para não responder a uma pergunta. Ela acrescenta que a resposta do atual governo à pandemia do novo coronavírus só reforçou sua percepção. “Vejo com muita tristeza o que está acontecendo com o nosso país agora. Acho que já é um momento muito difícil para o mundo. O que a gente escuta [no Brasil] é muito vergonhoso, absurdo. Chegou em um momento em que não dá mais para fingir que isso é normal. A gente está precisando defender a vida e estamos lidando com um governo que está fechando os olhos para isso e ao mesmo tempo tenta atacar quem está defendendo. Hoje no nosso país a gente está lidando com duas virulências [o governo e o coronavírus]”, frisa ela. Falabella diz considerar as omissões do governo na saúde tão ou mais perigosas que a devastação que incentiva na Amazônia. “A série foi escrita há muito tempo, acho que a Amazônia já vem sofrendo há muito tempo, com governos anteriores também. Mas agora a gente chegou nas vias do absurdo. Se trata da nossa sobrevivência defender a natureza, a floresta, nossos recursos naturais. Quem é contra isso é contra a vida. É muito claro que não estamos levantando uma questão política controversa, estamos falando de algo de um bem geral, que precisa ser defendido”. Em sua pesquisa para compor sua personagem, ela visitou a Amazônia e conheceu de perto a atuação de ONGs, em especial do Greenpeace, que chegou a ser atacado com fake news pelo presidente. “O Greenpeace foi transformador para mim: eu ouvia falar, via as matérias, achava incrível, mas quando você conhece, conversa com aquelas pessoas, você tem uma sensação mesmo que eles são heróis”, afirma. Ela reforça que é preciso defender a atuação de ativistas. “O Brasil tem um número horrível: é o país onde mais se mata ativistas. Isso é muito triste. O interessante da série é mostrar que ativistas são pessoas reais, que estão lutando por algo de um bem maior. Elas poderiam estar dentro de suas casas, não se preocupando com isso”. Vale lembrar que Bolsonaro culpou até Leonardo DiCaprio de incendiar a Amazônia. Ele também acusou, sem provas, ONGs de fazerem picaretagem, ao mesmo tempo em que desmontou mecanismos de fiscalização e proteção de reservas indígenas, incentivando demissões de funcionários eficientes e premiando invasores de terras com a regularização de seus crimes. O resultado é um desmatamento sem qualquer precedente na região, com recordes que não param de crescer.
Filha de 12 anos de Jennifer Lopez vai lançar livro infantil
Jennifer Lopez revelou que sua filha Emme Muñiz, de 12 anos, irá lançar um livro infantil de orações. A cantora e atriz compartilhou a novidade em suas redes sociais nesta quarta (13/5), revelando que o livro será intitulado “Lord Help Me” (Senhor me ajude). “Tão orgulhosa da minha Emme, enquanto ela compartilha suas próprias orações diárias em seu primeiro livro ‘Lord Help Me!'”, escreveu J.Lo. A filha de Jennifer Lopez e Marc Anthony já tinha chamado atenção pelo dueto com a mãe na última edição do Super Bowl, em fevereiro passado. Mas o mais impressionante é que a menina fechou o contrato para o livro quando ainda tinha 10 anos. Sua mãe coruja revelou a primeira reunião com uma editora em 2018, também no Instagram. Segundo Lopez, o livro “oferecerá às famílias uma maneira de abraçar a paz e o poder da fé cotidiana”. Trata-se de um obra com ilustrações para crianças. A capa também foi disponibilizada por Lopez – na terceira imagem do post abaixo. O lançamento está marcado para 29 de setembro nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram So proud of my lil coconut 🥥 Emme, as she shares her own daily prayers in her very first book LORD HELP ME! This book will offer families a way to embrace the peace and power of everyday faith. It’s not out until 9/29, but you can pre order at the link in my bio. 📖✨ #PowerOfPrayer #ProudMama Uma publicação compartilhada por Jennifer Lopez (@jlo) em 13 de Mai, 2020 às 10:51 PDT
Ator de Blue Bloods sai de coma após perder a perna por covid-19
O ator Nick Cordero acordou após passar mais de um mês em coma. O astro da Broadway estava sedado num UTI de Nova York desde 1ª de abril e, devido a complicações da covid-19, precisou amputar uma perna para sobreviver ao ataque agressivo do novo coronavírus Sua esposa, Amanda Kloots, compartilhou a informação num Stories de seu Instagram, dizendo que Nick está acordado e consciente. “Caras, talvez a gente tenha que mudar nossa hashtag. Nick está acordado!”, disse a personal trainer, referindo-se a hashtag #wakeupnick (acordeNick), que ela usou em suas mensagens anteriores. Ela revelou que o ator mal consegue abrir os olhos porque está “muito, muito fraco” por combater o coronavírus, mas garantiu que a reação dele representa “ótimas notícias”, segundo os médicos. Kloots tem mantido os amigos da família e seguidores do Instagram atualizados sobre a saúde de Cordero durante toda a sua hospitalização. Em alguns momentos, ela chegou a se desesperar, achando que ele jamais se recuperaria. Em 18 de abril, ela compartilhou a notícia de que seu marido precisaria amputar a perna direita, devido à problemas de circulação de sangue. O tratamento com anticoagulantes para evitar a perda do membro causou problemas, como aumento de pressão arterial e sangramento interno no intestino, e foi preciso fazer uma escolha. Isto aconteceu uma semana depois do ator desenvolver uma segunda infecção pulmonar e morrer por alguns minutos, precisando ser ressuscitado e passar por uma cirurgia de emergência. “Eles tiveram muita dificuldade em recuperá-lo”, disse Kloots na época. Cordero já foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”.
De Volta para o Futuro: Elenco da trilogia clássica teoriza sobre continuação em reunião virtual
O elenco de “De Volta para o Futuro” se reuniu virtualmente como parte da iniciativa “Reunited Apart”, apresentada pelo ator Josh Gad em seu canal do YouTube. Michael J. Fox (Marty McFly) e Christopher Lloyd (Doc Brown) se juntaram aos coadjuvantes da trilogia clássica, ao diretor Robert Zemeckis, ao roteirista Bob Gale e convidados especiais (entre eles JJ Abrams) para lembrar os velhos tempos. Houve até teorias sobre como seria um quarto filme, passado nos dias atuais. “Talvez eles [Marty e Doc] possam voltar no tempo para janeiro e nos avisem sobre essa pandemia antes dela se agravar”, disse Lea Thompson (Lorraine). O roteirista Bob Gale, por outro lado, não quis incentivar conversas sobre continuação: “Ou talvez eles possam descobrir que estamos falando de uma sequência de ‘De Volta Para o Futuro’ e voltar para este momento, impedindo que a gente faça essa loucura”. Fox e Lloyd refletiram tanto sobre a amizade entre Marty e Doc em “De Volta para o Futuro” quanto sobre o laço que construíram fora do set desde que contracenaram pela primeira vez, em 1985. “Chris tem sido um apoiador incrível em tudo, inclusive na minha fundação”, comentou Fox, se referindo a Michael J. Fox Foundation, que apoia pesquisas e recursos para pessoas que sofrem do Mal de Parkinson, doença que afeta o ator. “No filme, Marty se sentia entendido pelo Doc. É uma amizade muito bonita”, completou. Veja o vídeo completo do reencontro abaixo.
Quibi encalha e fundador da plataforma culpa coronavírus
O fundador da plataforma Quibi, Jeffrey Katzenberg, assumiu estar lidando com uma decepção diante dos números de pessoas interessadas no seu produto, lançado durante a pandemia de coronavírus. O aplicativo da Quibi teve 1,7 milhão de downloads em sua primeira semana. Mas desde a estreia em 6 de abril, mantém apenas uma base de 1,3 milhão de “usuários ativos”. Graças à baixa demanda, saiu rapidamente da lista dos 50 aplicativos gratuitos mais baixados da Apple Store. Pior que isso: não está nem entre os 100. Atualmente, encontra-se encalhado em 125º lugar. Mesmo com uma campanha que oferece teste gratuito por 90 dias, e prometendo um dos custos mais baixos dos streamings (US$ 4,99 por mês com anúncios), a plataforma não emplacou. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na segunda-feira (12/5). “Tudo. Mas nós assumimos nossa parte”. O ex-executivo da Disney e criador da DreamWorks Animation disse que o público do Quibi realmente não é “a avalanche de pessoas que queríamos”. “Não é nem perto do que queríamos”, admitiu. Quibi aspirava ser uma Netflix de celular, com conteúdo feito exclusivamente para dispositivos móveis. A proposta faz parte do próprio nome da plataforma, formado pela junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). O nome também foi transformado em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço era apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. Só que as pessoas foram desaconselhadas a usar transportes públicos. E o ambiente de trabalho virou home office. Embora o tempo gasto nas plataformas de streaming tenha disparado à medida que os consumidores se distanciam socialmente, a opção de lazer para quem está em quarentena tem sido assistir filmes e maratonar séries pela televisão e não ver vídeos curtos pelo celular. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo de séries influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante do aumento do número de horas disponíveis para o público se dedicar ao conteúdo de streaming. A ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, também criou um vício narrativo, ao programar uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. Mas apesar de todo o revés, Katzengerg disse não ter se arrependido de lançar o aplicativo durante o coronavírus. “Se soubéssemos em 1º de março, quando tivemos que tomar a decisão, o que sabemos hoje, eu diria que não era uma boa ideia”, ele ponderou. “Mas estamos produzindo ouro suficiente com o feno que temos, de modo que não me arrependi”. Ele acrescentou: “Minha esperança, minha crença era que ainda haveria muitos momentos intermediários enquanto nos protegíamos em casa… Ainda existem esses momentos, mas não é a mesma coisa. Estamos fora de sincronia”. Katzenberg ainda espera virar o jogo com algumas inovações. Muito criticada por não permitir que assinantes pudessem assistir a seu conteúdo na TV, a Quibi já permite que os usuários do iPhone vejam suas atrações em telas maiores, e a mesma atualização chegará e breve aos usuários do Android. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em novas projeções de receita, com margens menores, que já levaram a cortes em seu orçamento de marketing. Só que enquanto o Quibi empaca, outras plataformas novas traçam histórias diferentes no competitivo mundo do streaming. Quando confrontado sobre o sucesso do TikTok, uma plataforma social que também usa vídeos curtos, Katzenberg se mostrou irritado. “É como comparar maçãs com submarinos”, disse ele ao Times. “Não sei o que as pessoas esperam de nós. Como era a Netflix em seus primeiros 30 dias após o lançamento? Para me falar de uma empresa que tem um bilhão de usuários e está se saindo bem nas últimas seis semanas, estou feliz por eles, mas o que diabos isso tem a ver comigo?” O Quibi também está disponível no Brasil, onde chegou sem alarde no mesmo dia em que o serviço foi inaugurado nos EUA.
Personagens de Uma Aventura Lego ensinam prevenção contra covid-19
A fabricante dos brinquedos Lego produziu um curta animado com os protagonistas de seus dois longas da franquia “Uma Aventura Lego”, Emmet e Lucy/Wildstyle, para falar sobre o coronavírus para as crianças. O vídeo conta com dublagem de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Elizabeth Banks (“As Panteras”), que fazem as vozes originais dos personagens no cinema. Na animação, eles explicam o que significa o nome covid-19 e como fazer para evitar o contágio. Ao final, a dupla ensaia até uma música para as crianças decorarem as dicas, que incluem lavar as mãos, manter distanciamento e ficar em casa. Veja abaixo.
Rodrigo Santoro homenageia cinema brasileiro e artistas mortos em tempos de coronavírus
O ator Rodrigo Santoro publicou no Instagram um homenagem para o cinema brasileiro e os artistas mortos durante a pandemia do novo coronavírus. Em um vídeo chamado “O Povo Brasileiro”, Santoro aborda a situação da pandemia atual com uma narração que entrelaça títulos de filmes nacionais para incentivar a arte e a esperança. “Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar”, escreveu o ator ao lado do vídeo. Ao final, imagens dos artistas brasileiros recentemente falecidos, como Moraes Moreira, Ciro Pessoa e Rubens Fonseca, são lembradas e enaltecidas. A publicação contrasta como o silêncio da secretária de Cultura Regina Duarte sobre as mortes dos artistas. Em entrevista à CNN Brasil, ela disse que não era “obituário” para justificar sua falta de manifestação pública. Falta humanidade ao governo que ignora mortes e usa o lema nazista do Holocausto (“o trabalho liberta”) para promover ações que podem deflagrar genocídio de brasileiros em tempos de coronavírus. Ver essa foto no Instagram Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar. São a nossa herança, assim como "a esperança equilibrista" de Aldir, o "ficou tudo lindo de manhã cedinho" de Moraes, as palavras precisas e potentes de Rubem, o sorriso terno de Daisy, as aventuras intrépidas do Tio Maneco (Flávio querido), o som de Ciro, as obras de arte “só para baixinhos” de Azulay… e os que ainda seguem fazendo o que é belo e potente no nosso país🌻 #PatrimônioBrasileiro Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 9 de Mai, 2020 às 9:28 PDT
Jerry Stiller (1927 – 2020)
O ator e comediante Jerry Stiller, pai de Ban Stiller, que é mais lembrado por suas participações nas séries “Seinfeld” e “O Rei de Queens”, morreu aos 92 anos. Em mensagem no Twitter, Ben Stiller disse que o pai morreu de causas naturais nesta segunda (11/5). Ele se recuperava de um derrame sofrido no começo de 2019. “Ele era um ótimo pai e avô, e o marido mais dedicado a Anne por cerca de 62 anos. Ele fará muita falta. Te amo pai”, escreveu. Jerry Stiller iniciou a carreira na década de 1950, escrevendo e a estrelando comédias na televisão e no teatro. Ao lado da mulher Anne Meara, chegou à fama nos anos 1960 na comédia “Stiller & Meara”. Sua esposa morreu em maio de 2015. No cinema, participou de alguns filmes famosos, como “Aeroporto 75” e “Seqüestro do Metrô” nos anos 1970 e, mais recente, “Hairspray: Em Busca da Fama” e os dois “Zoolander”, em que contracenou com seu filho. O ator também trabalhou em inúmeras séries, mas seus papéis mais marcantes foram em “Seinfeld”, como Frank Costanza, o pai de George (Jason Alexander) e em “O Rei do Queens” (The King of Queens), interpretando Arthur Spooner, o pai de Carrie (Leah Remini) e sogro de Doug (Kevin James). Em 1997, ele chegou a receber uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Convidado em Série de Comédia por sua atuação em “Seinfeld”, e no ano seguinte venceu o troféu da categoria no American Comedy Awards.
Mais de 500 artistas assinam manifesto contra Regina Duarte: “Ela não nos representa”
Um grupo formado por mais de 500 artistas, intelectuais e produtores culturais divulgou um manifesto de repúdio à Regina Duarte, secretária nacional de Cultura do governo Jair Bolsonaro. O texto reuniu assinaturas de atores, cantores, compositores, escritores, roteiristas, cineastas, artistas plásticos, fotógrafos e dançarinos em reação à polêmica entrevista da ex-atriz para a CNN Brasil, em que ela justificou muito mal a ausência de manifestações oficiais por ocasião de mortes de artistas ilustres, minimizou a ditadura militar brasileira, a tortura praticada no período, a crise sanitária do coronavírus e teve um chilique, interrompendo a entrevista, quando a emissora mostrou um vídeo enviado pela atriz Maitê Proença pedindo soluções para a classe artística em meio à pandemia. O grupo de artistas declara que faz parte da maioria que defende a democracia e apoia a independência das instituições para fazer valer a Constituição de 1988, pede respeito aos mortos e àqueles que “lutam pela própria sobrevivência no país devastado pela pandemia e pela nefasta ineficiência do poder público”, acrescenta que “não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar”. O manifesto, com assinaturas de muitos antigos colegas da atriz na Globo, segue dizendo que não aceita “os ataques reiterados à arte, à ciência e à imprensa, e que não admite a destruição do setor cultural ou qualquer ameaça à liberdade de expressão”. E conclui afirmando: “Ela não nos representa.” Confira aqui a lista dos signatários e leia abaixo a íntegra do texto: “Brasil, 08 de maio de 2020 Somos artistas brasileiros e fazemos parte da maioria de cidadãs e cidadãos que defende a democracia e apoia a independência das instituições para fazer valer a Constituição de 1988. Fazemos parte da maioria que entende a gravidade do momento que estamos vivendo e pedimos respeito aos mortos e àqueles que lutam pela própria sobrevivência no país devastado pela pandemia e pela nefasta ineficiência do poder público. Fazemos parte da maioria de brasileiros que não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar. Fazemos parte da maioria que não aceita os ataques reiterados à arte, à ciência e à imprensa, e que não admite a destruição do setor cultural ou qualquer ameaça à liberdade de expressão. Como artistas, intelectuais e produtores culturais, formamos a maioria que repudia as palavras e as atitudes de Regina Duarte como Secretária de Cultura. Ela não nos representa.”
Elenco de Pretty Little Liars voltará a se reunir em evento online beneficente
O elenco da série “Pretty Little Liars” vai voltar a se reunir num evento beneficente online. Promovida pelo Cast4Good, a transmissão do encontro tem objetivo de arrecadar fundos para o Feeding America, organização que fornece alimentos para vulneráveis durante a pandemia do novo coronavírus. Participarão do evento Lucy Hale (Aria), Troian Bellisario (Spencer), Shay Mitchell (Emily), Ashley Benson (Hanna), Janel Parrish (Mona), Sasha Pieterse (Alison), Tyler Blackburn (Caleb) e Ian Harding (Ezra), além da criadora da série I. Marlene King. A reunião está marcada para a próxima sexta-feira (15/5) no site dos organizadores, que também oferecem oportunidades para conversas pessoais com os integrantes do elenco, limitadas aos maiores doadores. Veja os detalhes abaixo. Ver essa foto no Instagram Today’s the day!!!! We’re super excited to reveal our next #Cast4Good live online Cast Chat will be next Friday, May 15th with …. #PrettyLittleLiars!! It’s been almost 3 years since the finale of #PrettyLittleLiars, and we’ve been waiting for this moment ever since! Join us as all your favorite cast members and the show’s creator Marlene King answer your most burning questions and discuss all things #PLL exclusively for #Cast4Good. TV Guide’s Damian Holbrook will be your host, and we can’t wait to see what questions you guys come up with for him to ask the cast. And it gets even better… Upgrade to our Virtual VIP experience to have a 1-on-1 video chat with your favorite cast member (but just a heads up that these upgrades are extremely limited and will sell out quickly). So what are you waiting for? Head over to www.Cast4Good.com <http://www.cast4good.com> right now to get your tickets and secure your spot for this once-in-a-lifetime reunion. Plus you can feel really good about being a part of this with us as proceeds are going to @FeedingAmerica, who are doing amazing work to help people out during the #Covid-19 crisis. So come have a great time and help support a great cause. @prettylittleliars #cast4good #feedingamerica #prettylittleliars Uma publicação compartilhada por Cast4Good (@cast4good) em 8 de Mai, 2020 às 9:19 PDT
Comic-Con anuncia sua primeira edição online
Cancelada por causa da pandemia do novo coronavírus, a Comic-Con Internacional, de San Diego, vai virar um evento online. Em um vídeo publicado no Instagram, os organizadores do evento anunciaram a “Comic-Con@Home”, prevista para acontecer no verão americano, entre junho e agosto. “Estacionamento grátis, cadeiras confortáveis, lanches personalizados, sem filas, pets são bem-vindos, crachás para todos e um assento na primeira fileira para a Comic Con em casa”, diz o vídeo. Até o início de abril, a primeira e única Comic-Con com hífen mantinha planos de realizar sua edição tradicional, prevista para acontecer entre os dias 23 e 26 de julho deste ano, mas o agravamento da pandemia acabou obrigando o cancelamento. Poucos dias depois, veio o anúncio: “Pela primeira vez na história de 50 anos da San Diego Comic-Con, os organizadores do evento anual de celebração de cultura pop anunciam com grande pesar que não haverá Comic-Con em 2020. O evento retornará para ao Centro de Convenções de San Diego em julho de 2021”. A edição de 2020 seria a 51ª e marcaria os 50 anos da Comic-Con, que começou como uma pequena reunião de cerca de 100 fãs de quadrinhos em um porão de um hotel em San Diego, em 1970, antes de se tornar um fenômeno cultural influente, copiado – com direito a nome pirateado – por várias outras convenções de cultura pop ao redor do mundo. Como em seu primeiro ano foram realizadas duas edições, a Comic-Con de número 50 aconteceu no ano passado. Pessoas que já tinham ingressos para o evento deste ano puderam optar por reembolso ou por transferirem para a Comic-Con do próximo ano. A programação da “Comic-Con@Home” ainda não foi revelada. Ver essa foto no Instagram See you this summer! #ComicConAtHome Uma publicação compartilhada por Comic-Con International (@comic_con) em 8 de Mai, 2020 às 4:17 PDT












