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Etc

Bia Miranda revela origem de dólares falsos apreendidos: “Comprei na Shein”

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27 de março de 2026
  • Etc,  Série

    Frank Lupo (1954 – 2021)

    7 de março de 2021 /

    O produtor-roteirista Frank Lupo, que criou várias séries populares de ação dos anos 1980, como “Esquadrão Classe A”, “O Homem da Máfia” e “Tiro Certo”, morreu em 18 de fevereiro, em sua casa na Flórida, aos 66 anos. O falecimento foi revelado neste domingo (7/3) por sua irmã. Nascido em Nova York, Lupo veio para Los Angeles em meados da década de 1970 e aos 20 anos foi contratado pela Universal Television, onde conheceu seu grande parceiro, Stephen J. Cannell (1941–2010). Depois de escrever episódios de séries de Glen A. Larson, como “Battlestar Galactica”, “As Aventuras de B.J.”, “Magnum” e “Xerife Lobo”, ele se juntou a Cannell (criador de “Arquivo Confidencial”) em 1981, na equipe de roteiristas de uma nova série do produtor, “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero). Os dois se deram bem criativamente e em 1983 criaram a primeira atração conjunta, “Esquadrão Classe A” (The A Team). A série sobre um grupo de militares renegados, estrelada por George Peppard, virou um fenômeno popular, durou cinco temporadas e transformou o ex-leão de chácara Mr. T numa celebridade. Um ano mais tarde, Lupo lançou mais duas séries de ação com Cannell: “Tempo Quente” (Riptide), sobre uma agência de detetives formada por três ex-veteranos do Vietnã (Perry King, Joe Penny e Thom Bray), e “Tiro Certo” (Hunter), sobre um policial valentão (Fred Dyer) que, ao lado de sua parceira rebelde (Stepfanie Kramer), não se importava em passar por cima da lei para fazer “justiça”. A primeira durou três temporadas, até 1986, e segunda sete, até 1991. A última parceria entre Lupo e Cannell foi “O Homem da Máfia” (Wiseguy), em que Ken Wahl vivia Vinny Terranova, um agente disfarçado da polícia que se infiltrava em organizações mafiosas. A produção não durou tanto, mas se tornou a mais cultuada da dupla, com quatro temporadas, entre 1987 e 1990, além de render um telefilme em 1996. Nem todas as séries de Lupo deixaram marcas. A comédia “Deloucacia de Polícia” (The Last Precinct), com Adam West (o Batman), durou só oito episódios em 1986 e foi o maior fracasso de sua parceria com Cannell. Apesar da boa premissa, o terror “O Lobisomem Ataca de Novo” durou só uma temporada e a falta de um desfecho fez com que fosse esquecida. Sua última série original, “Raven”, também só teve uma temporada em 1992, mas pelo menos ganhou um final, na forma de um telefilme em 1997. Nos últimos anos, Lupo ainda reviveu “Tiro Certo” em dois telefilmes de 2002 e 2003, escritos em parceria com Cannell. E a boa audiência convenceu a rede NBC a produzir um revival em 2003, com o mesmo elenco da série original. Entretanto, muitos fãs só descobriram a produção quando ela foi cancelada, sem exibir todos os episódios gravados. O protagonista Fred Dryer mais tarde citou “dificuldades criativas” e restrições orçamentárias como as razões para o fim inesperado da segunda encarnação da série. Lupo também atuou como produtor-roteirista da 1ª temporada de “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger) e escreveu episódios de “Contrato de Risco” (Stingray), criada por Cannell. Seu último roteiro foi ao ar na série “Painkiller Jane”, adaptação de quadrinhos exibida no canal pago SyFy em 2007.

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    Critics Choice: Crítica americana tem chance de corrigir Globo de Ouro

    7 de março de 2021 /

    A implosão de credibilidade do Globo de Ouro abre espaço para a reconsideração de outra premiação da crítica de cinema e TV nos EUA, o Critics Choice, que acontece uma semana após o fiasco do evento da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA). Com transmissão neste domingo (7/3), às 21h, pelo canal pago TNT, o evento é a versão “americana” do Globo de Ouro, isto é, uma premiação de críticos, só que americanos em vez dos estrangeiros da HFPA. A lista de indicados é bem diferente. Mais sintonizada com os filmes e séries que realmente se destacaram no ano, e sem a inclusões de “bombas” – que reverberam antigas acusações de subornos. A expectativa é de uma “correção” de rumos, em relação aos resultados decepcionantes do Globo de Ouro. Pela terceira vez consecutiva, a cerimônia será apresentada pelo ator Taye Diggs (“All American”). Diferente do ano passado, porém, o Critics Choice 2021 seguirá o novo formato da temporada, com participações virtuais, por videoconferência, dos indicados. Ao longo de três horas de duração, o vento revelará vencedores em 20 categorias de filmes e 19 de séries. A Netflix emplacou quatro filmes entre os dez que vão concorrer ao prêmio principal: “Mank”, “A Voz Suprema do Blues”, “Os 7 de Chicago” e “Destacamento Blood”. Ou cinco, quando se considera “Relatos do Mundo”, que teve lançamento internacional (mas não nos EUA) pela plataforma. Além destes, a empresa também concorre a prêmios com “Malcom & Marie”, “Pieces of a Woman”, “O Céu da Meia-Noite” e “Rosa e Momo”, totalizando 46 nomeações. Ou 52, ao somar as sete de “Relatos do Mundo”. Líder em indicações, “Mank”, dirigido por David Fincher, foi o título mais celebrado, aparecendo 12 vezes na lista do CCA 2021. O segundo filme mais nomeado foi a produção independente “Minari – Em Busca da Felicidade”, citada 10 vezes, seguida por “A Voz Suprema do Blues”, com oito indicações, e “Relatos do Mundo”. A disputa entre as séries também é dominada pela Netflix, com “Ozark” e “The Crown” liderando a lista com seis nomeações. Logo em seguida, aparecem “Lovecraft Country” (HBO), “Mrs. America” (FX), “Schitt’s Creek” (Pop) e “What We Do In The Shadows” (FX), com cinco cada. A premiação também destacará a atriz Zendaya com um troféu especial, SeeHer, dedicada à artista feminina que mais se destacou ao longo do último ano. Veja abaixo a lista completa dos indicados. CINEMA Melhor Filme “Destacamento Blood” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) “Nomadland” (Searchlight Pictures) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Bela Vingança” (Focus Features) “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Ator Ben Affleck – “O Caminho de Volta” (Warner Bros.) Riz Ahmed – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chadwick Boseman – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Tom Hanks – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Anthony Hopkins – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Delroy Lindo – “Destacamento Blood” (Netflix) Gary Oldman – “Mank” (Netflix) Steven Yeun – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Atriz Viola Davis – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Paramount/Hulu) Sidney Flanigan – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Vanessa Kirby – “Pieces of a Woman” (Netflix) Frances McDormand – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Carey Mulligan – “Bela Vingança” (Focus Features) Zendaya – “Malcolm & Marie” (Netflix) Melhor Ator Coadjuvante Chadwick Boseman – “Destacamento Blood” (Netflix) Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Daniel Kaluuya – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Bill Murray – “On the Rocks” (A24/Apple TV+) Leslie Odom, Jr. – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Paul Raci – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Melhor Atriz Coadjuvante Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) Ellen Burstyn – “Pieces of a Woman” (Netflix) Glenn Close – “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) Olivia Colman – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Amanda Seyfried – “Mank” (Netflix) Yuh-Jung Youn – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Melhor Jovem Ator/Atriz Ryder Allen – “Palmer” (Apple TV+) Ibrahima Gueye – “Rosa e Momo” (Netflix) Alan Kim – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Talia Ryder – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Caoilinn Springall – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Helena Zengel – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Melhor Elenco “Destacamento Blood” (Netflix) “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Diretor Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) David Fincher – “Mank” (Netflix) Spike Lee – “Destacamento Blood” (Netflix) Regina King – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Roteiro Original Lee Isaac Chung – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Emerald Fennell – “Bela Vingança” (Focus Features) Jack Fincher – “Mank” (Netflix) Eliza Hittman – “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” (Focus Features) Darius Marder & Abraham Marder – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Aaron Sorkin – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Melhor Roteiro Adaptado Paul Greengrass & Luke Davies – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Christopher Hampton and Florian Zeller – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Kemp Powers – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Jon Raymond & Kelly Reichardt – “First Cow” (A24) Ruben Santiago-Hudson – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Fotografia Christopher Blauvelt – “First Cow” (A24) Erik Messerschmidt – “Mank” (Netflix) Lachlan Milne – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Joshua James Richards – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Newton Thomas Sigel – “Destacamento Blood” (Netflix) Hoyte Van Hoytema – “Tenet” (Warner Bros.) Dariusz Wolski – “Relatos do Mundo“ (Universal Pictures) Melhor Design de Produção Cristina Casali, Charlotte Dirickx – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) David Crank, Elizabeth Keenan – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Nathan Crowley, Kathy Lucas – “Tenet” (Warner Bros.) Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix) Kave Quinn, Stella Fox – “Emma” (Focus Features) Mark Ricker, Karen O’Hara & Diana Stoughton – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Melhor Edição Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) Kirk Baxter – “Mank” (Netflix) Jennifer Lame – “Tenet” (Warner Bros.) Yorgos Lamprinos – “Meu Pai” (Sony Pictures Classics) Mikkel E. G. Nielsen – “O Som do Silêncio” (Amazon Studios) Chloé Zhao – “Nomadland” (Searchlight Pictures) Melhor Figurino Alexandra Byrne – “Emma” (Focus Features) Bina Daigeler – “Mulan” (Disney) Suzie Harman & Robert Worley – “A História Pessoal de David Copperfield” (Searchlight Pictures) Ann Roth – “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) Nancy Steiner – “Bela Vingança” (Focus Features) Trish Summerville – “Mank” (Netflix) Melhor Cabelo e Maquiagem “Emma” (Focus Features) “Era uma Vez um Sonho” (Netflix) “A Voz Suprema do Blues” (Netflix) “Mank” (Netflix) “Bela Vingança” (Focus Features) “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhores Efeitos Visuais “Greyhound – Na Mira do Inimigo” (Apple TV+) “O Home Invisível” (Universal Pictures) “Mank” (Netflix) “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) “Mulan” (Disney) “Tenet” (Warner Bros.) “Mulher-Maravilha 1984” (Warner Bros.) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat – “O Céu da Meia-Noite” (Netflix) Ludwig Göransson – “Tenet” (Warner Bros.) James Newton Howard – “Relatos do Mundo” (Universal Pictures) Emile Mosseri – “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) Trent Reznor & Atticus Ross – “Mank” (Netflix) Trent Reznor & Atticus Ross – “Soul” (Disney) Melhor Canção Original Everybody Cries – “Posto de Combate” (Screen Media Films) Fight for You – “Judas e o Messias Negro” (Warner Bros.) Husavik (My Home Town) – “Festival Eurovision da Canção” (Netflix) Io sì (Seen) – “Rosa e Momo” (Netflix) Speak Now – “Uma Noite em Miami” (Amazon Studios) Tigress & Tweed – “Estados Unidos Vs Billie Holiday” (Hulu) Melhor Filme de Comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Amazon Studios) “The Forty-Year-Old Version” (Netflix) “O Rei de Staten Island” (Universal Pictures) “On the Rocks” (A24/Apple TV+) “Palm Springs” (Hulu and NEON) “A Festa de Formatura” (Netflix) Melhor Filme em Língua Estrangeira “Druk – Mais uma Rodada” (Samuel Goldwyn Films) “Collective” (Magnolia Pictures) “La Llorona” (Shudder) “Rosa e Momo” (Netflix) “Minari – Em Busca da Felicidade” (A24) “Nós Duas” (Magnolia Pictures) Televisão Melhor Série – Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Good Fight” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Ozark” “Perry Mason” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Better Things” “The Flight Attendant” “Mom” “PEN15” “Ramy” “Schitt’s Creek” “Ted Lasso” “What We Do in the Shadows” Melhor Ator em Série – Drama Jason Bateman (“Ozark”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) Matthew Rhys (“Perry Mason) Melhor Atriz em Série – Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Claire Danes (“Homeland”) Laura Linney (“Ozark”) Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Justin Hartley (“This Is Us”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown) Tom Pelphrey (“Ozark”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Cynthia Erivo (“The Outsider”) Julia Garner (“Ozark”) Janet McTeer (“Ozark”) Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) Rhea Seehorn (“Better Call Saul”) Melhor Ator em Série – Comédia Hank Azaria (“Brockmire”) Matt Berry (“What We Do in the Shadows”) Nicholas Hoult (“The Great”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Ramy Youssef (“Ramy”) Melhor Atriz em Série – Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Christina Applegate (“Dead to Me”) Kaley Cuoco (“The Flight Attendant”) Natasia Demetriou (“What We Do in the Shadows”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Issa Rae (“Insecure”) Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia William Fichtner (“Mom”) Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Alex Newell (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Mark Proksch (“What We Do in the Shadows”) Andrew Rannells (“Black Monday”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Lecy Goranson (“The Conners”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek”) Ashley Park (“Emily in Paris”) Jaime Pressly (“Mom”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mrs. America” “Normal People” “The Plot Against America” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” “The Undoing” “Nada Ortodoxa” Melhor Telefilme “Má Educação” “Between the World and Me” “As Rainhas do Gospel” “Hamilton” “O Amor de Sylvie” “What the Constitution Means to Me” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme John Boyega (“Small Axe”) Hugh Grant (“The Undoing”) Paul Mescal (“Normal People”) Chris Rock (“Fargo”) Mark Ruffalo (“I Know This Much is True”) Morgan Spector (“The Plot Against America”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett (“Mrs. America”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) Shira Haas (“Nada Ortodoxa”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Tessa Thompson (“O Amor de Sylvie”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diggs (“The Good Lord Bird”) Joshua Caleb Johnson (“The Good Lord Bird/’) Dylan McDermott (“Hollywood”) Donald Sutherland (“The Undoing”) Glynn Turman (“Fargo”) John Turturro (“The Plot Against America”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba (“Mrs. America”) Betsy Brandt (“Soulmates”) Marielle Heller (“O Gambito da Rainha”) Margo Martindale (“Mrs. America”) Winona Ryder (“The Plot Against America”) Tracey Ullman (“Mrs. America”) Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” “Red Table Talk” Melhor Especial de Comédia “Fortune Feimster: Sweet & Salty” “Hannah Gadsby: Douglas” “Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” “Marc Maron: End Times Fun” “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” “Patton Oswalt: I Love Everything” Melhor Série de Curta Duração “The Andy Cohen Diaries” “Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler” “Mapleworth Murders” “Nikki Fre$h” “Reno 911!” “Tooning Out the News”

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    Michael Wolf Snyder (1987 – 2021)

    6 de março de 2021 /

    Michael Wolf Snyder, responsável pela captação e mixagem de som do premiado filme “Nomadland”, suicidou-se aos 35 anos. Seu pai, David Snyder, encontrou o corpo no apartamento em que ele morava sozinho em Nova York, na segunda-feira (1/3), depois que amigos e familiares ficaram sem ter notícias por vários dias. “Michael tirou sua própria vida em algum momento da semana passada e não foi descoberto até que eu fui ver como ele estava na segunda-feira, depois de ficar sem contato por vários dias”, escreveu David Snyder no Facebook. “Ele sofria de depressão grave há muitos anos. Para a maioria das pessoas, é uma doença que aumenta e diminui com o passar dos anos. Tenho certeza de que foi difícil para Michael ter passado a maior parte do ano passado sozinho em seu pequeno apartamento no Queens, sendo responsável por lidar com o coronavírus. Apesar disso, todos acreditávamos que ele estava bem e, durante a maior parte do ano passado, acho que estava. Ele parecia especialmente alegre e revigorado nos últimos meses, já que pôde voltar a trabalhar em vários projetos de filmes diferentes”. A diretora Chloé Zhao, que trabalhou com Snyder em “Nomadland” e em seu filme anterior, “Domando o Destino”, de 2017, também publicou uma mensagem. “Eu sempre olhava para Wolf após cada tomada. Eu não usava fones de ouvido no set, então confiei muito em Wolf para ser meus ouvidos. Ele acenava para mim com um sorriso feliz, ou lágrimas nos olhos, ou às vezes ele sinalizava discretamente ‘mais um’. Durante ‘Domando o Destino’, Wolf sugeriu uma ideia que mais tarde levamos para ‘Nomadland’ – gravar tons da sala por mais tempo do que o necessário como uma chance de experimentar o silêncio. Depois de nos movimentarmos em cada local, sentávamos juntos, em silêncio, sintonizados, ouvindo e honrando o mundo ao nosso redor. Eu sempre vou sentir falta dele. Ele sempre estaria comigo no set, após cada tomada, e no silêncio de cada tom da sala. Vejo você na estrada, meu amigo”, concluiu A estrela de “Nomadland”, Frances McDormand, manifestou-se em um comunicado: “Wolf gravou nossos batimentos cardíacos. Cada respiração nossa. Para mim, ele é ‘Nomadland’. ” Charlene Swankie, que interpretou a si mesma no filme, também lamentou. “É triste saber que o homem do som de Montana, M Wolf Snyder, faleceu”, ela escreveu em sua página do Facebook na manhã deste sábado (6/3). “Wolf tinha grande foco, um coração bondoso e um espírito indelével. Ele fez o som em ‘Nomadland’. Portanto, se você assistir a esse filme magnífico, pare um pouco, feche os olhos e ouça toda a beleza que ele capturou. ” Outro comunicado divulgado em nome de todo o elenco e equipe de “Nomadland” acrescentou: “Enquanto nossos corações se partem com a perda de Wolf, esperamos que seja um conforto saber que seu espírito viverá para sempre em cada risada que ele gravou, em cada brisa, e cada galope de cavalo. Ele fazia parte da nossa pequena família de filmes e sua alma bondosa tocou a todos nós. Wolf realmente trouxe vida ao nosso filme. Enviamos nossas condolências a sua família em nome de toda a equipe ‘Nomadland’. Veremos você na estrada, doce amigo.” Snyder começou sua carreira em 2011 como operador de microfone no thriller “Ocupante”. Ele também trabalhou no documentário “Pais” (2019), de Bryce Dallas Howard, na série “Belas Maldições” (Good Omens), da Amazon, e em vários curtas-metragens. O diretor Yuval David, com quem ele estava trabalhando, também acessou o Facebook para expressar suas condolências. “Michael Wolf Snyder foi o super premiado mixer de som que gravou o áudio do set para o último longa-metragem que dirigi. Sua trágica perda é dolorosamente ouvida. Não importa o barulho ou o silêncio, verifique as pessoas, para garantir que ninguém se sinta sozinho. A depressão leva as pessoas ao desespero sombrio. Seja a luz para ajudá-los – mesmo se você achar que eles já têm uma luz, dê-lhes uma luz extra de amor, bondade e esperança. ”

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    John Stamos revela foto de Elizabeth Olsen criança em homenagem a WandaVision

    6 de março de 2021 /

    O ator John Stamos publicou uma homenagem adorável a Elizabeth Olsen pelo episódio final de “WandaVison”, que foi ao ar na sexta-feira (5/3) pela Disney+. Ele tirou de seus arquivos uma imagem dos anos 1990, em que aparece ao lado de Olsen ainda criança, nos bastidores da série “Três É Demais” (Full House). Ela estreou como atriz fazendo figuração num episódio de 1995, ao visitar suas irmãs mais velhas, as gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen, que se revezavam no papel da sobrinha de Stamos, Michelle, no programa. “Um dia ela é uma garotinha vagando pelo set e, antes que você perceba, está dominando uma cidade inteira, controlando mentalmente os cidadãos para que exibam suas sitcoms de TV favoritas! Elas crescem tão rápido…”, escreveu Stamos, ao lado da imagem no Instagram. Além de mencionar o final de “WandaVision”, a mensagem também anunciou que sua nova série, “Big Shot”, também vai estrelar no Disney+ e ainda deu previsão: em abril. A série segue um treinador de basquete temperamental que é demitido de seu emprego atual e acaba virando professor de educação física numa escola particular para meninas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Stamos (@johnstamos)

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    Nicolas Cage se casa pela quinta vez com dançarina 30 anos mais nova

    6 de março de 2021 /

    Nicolas Cage se casou pela quinta vez! Sua nova esposa é a dançarina japonesa Riko Shibata, de 26 anos. Ou seja, 30 mais nova que o ator. O casamento foi realizado no dia 16 de fevereiro em Las Vegas, onde Cage mora, mas só agora foi confirmada, após a divulgação de fotos pelo Wynn Hotel, onde a cerimônia aconteceu. “É verdade e nós estamos muito felizes”, disse o ator numa curta declaração para a imprensa, após o vazamento das imagens. O casal estava noivo desde agosto do ano passado. Este romance se deu de forma inusitada. Nicolas fez o pedido por FaceTime, porque Riko estava no Japão e o anel de noivado foi enviado pelo correio. Outro detalhe curioso: ambos se casaram de preto, e o vestido da noiva foi um kimono nupcial feito à mão em Kyoto. A cerimônia íntima foi acompanhada por poucos familiares e amigos, incluindo um a ex-esposa de Cage, Alice Kim, e o filho deles, Kal-El, que tem 15 anos. A última esposa do ator foi Erika Koike, em um casamento que durou apenas quatro dias. Nicolas Cage pediu a anulação da união por fraude — ela teria escondido informações sobre seu histórico criminal e seu relacionamento com outra pessoa. O ator também foi casado com a atriz Patricia Arquette, Lisa Marie Presley (filha de Elvis Presley) e Alice Kim, além de ter um filho com Christina Fulton – Weston, cantor das bandas de black metal Eyes of Noctum e Arsh Anubis. Veja mais imagens do casamento abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Show News Today (@shownewstoday)

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    Tony Hendra (1941 – 2021)

    6 de março de 2021 /

    Tony Hendra, o comediante britânico que interpretou o empresário da banda Spinal Tap no filme “Isto É Spinal Tap”, morreu na quinta-feira (4/3) em Yonkers, Nova York, aos 79 anos. A esposa de Hendra, Carla, confirmou sua morte ao The New York Times, citando a causa como esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig. O ator foi diagnosticado em 2019. Embora tenha nascido na Inglaterra, Hendra trabalhou principalmente nos Estados Unidos. Ele começou a escrever e se apresentar enquanto era estudante na Universidade de Cambridge, em 1962 ao lado de John Cleese e Graham Chapman, futuros fundados do Monty Python. Ele se mudou para os Estados Unidos em 1964 com o parceiro de comédia Nick Ullett. Os dois abriram shows de stand-up de Lenny Bruce em Nova York e apareceram no programa “The Ed Sullivan Show”, o mais popular da época – que naquele mesmo ano lançou os Beatles nos EUA. Em 1970, Hendra começou a escrever para a revista de humor National Lampoon e um ano depois tornou-se o primeiro editor contratado pelos fundadores da publicação. Em 1972, ele co-criou o primeiro disco da National Lampoon, “Radio Dinner”, no qual executou uma paródia de John Lennon intitulada “Magical Misery Tour”. No ano seguinte, produziu, dirigiu e co-escreveu com Sean Kelly a comédia televisiva “National Lampoon Television Show: Lemmings Dead in Concert”, uma produção do Lampoon sobre um festival de rock de mentirinha que reuniu os comediantes John Belushi, Chevy Chase, Rhonda Coullet, Christopher Guest e Alice Playten. Hendra permaneceu como editor do Lampoon até 1978. Em 1984, ele ajudou a lançar, como roteirista e co-produtor, os primeiros programas da série satírica de televisão britânica “Spitting Image”, além de ter atuado no clássico mockumentary “Isto É Spinal Tap”, de Rob Reiner, como o desajeitado e mal-humorado Ian Faith, empresário da banda de hard rock mais azarada do mundo. Como roteirista, Hendra também escreveu “Mama Drácula” (1980), “O Trambique do Século” (1996), estrelado por Samuel L. Jackson, Jeff Goldblum e Damon Wayans, e as animações adultas “Le big-Bang” (1987) e “Branca de Neve Depois do Casamento” (2007). Como ator, ainda apareceu nas comédias “Salve-me Quem Puder” (1986) com Whoopi Goldberg, “Um Talento Muito Especial” (1993), com Michael J. Fox, e “Uma Loira de Verdade” (1997), com Matthew Modine, além das séries “Miami Vice”, “Law & Order: Criminal Intent” e “Your Pretty Face Is Going to Hell”.

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    Ex-estrela mirim de Escola do Rock diz que sofreu bullying e caiu nas drogas após filme

    4 de março de 2021 /

    Ex-estrela mirim do clássico “Escola do Rock”, a jovem antigamente conhecida como Rebecca Brown revelou, em entrevista ao jornal New York Post, que sofreu bullying dos colegas da escola e mergulhou nas drogas após não conseguir outros papéis de destaque, achando que tinha atingido o auge aos 10 anos de idade. Hoje com 28 anos, usando gênero neutro e se denominando Rivkah Reyes, a ex-atriz compara sua história à de Britney Spears, que teve seu histórico de problemas causados pela fama precoce retratado no documentário “Framing Britney Spears”. Ela tinha 10 anos em 2003, quando deu vida à baixista mirim Katie em “Escola do Rock”. Na comédia de sucesso, Jack Black interpretava um professor que estimulava alunos de ensino fundamental a formarem uma banda. Apesar do filme ser para crianças, Rivkah diz que “se sentiu inseguro existindo” por causa de fãs obsessivos, lembrando o episódio em que um homem tentou tirar fotos suas enquanto ainda estava na 6ª série. Lamentando a sexualização precoce, conta que via adultos comentando em fóruns da internet que não podiam “esperar até que tivesse 18 anos”. Mas o pior, segundo Rivkah, foi o assédio que sofreu de colegas no colégio. “Especialmente após o término da produção, quando voltei para a escola, as pessoas eram muito legais ou realmente más. Não havia meio-termo”, revelou. “Fui literalmente seguida pela escola por pessoas entoando ‘Escola do Rock'”. Em um outro artigo, publicado no ano passado em sua página no site Medium, Rivkah detalhou que se convenceu de que precisava de outro papel de expressão para ser algo além de “a garota de ‘Escola do Rock'”, contando que ao falhar nesse plano acabou entrando nas drogas. “Desde os 14 anos, usei drogas, álcool, sexo, comida e automutilação para anestesiar toda essa dor. Eu sobrevivi a dezenas de relacionamentos tóxicos e três tentativas de suicídio”, escreveu. “Não estou dizendo que tudo isso é porque toquei baixo em um filme quando era criança, mas porque passei mais de uma década com medo de ter atingido o pico aos 10 anos”, explicou. Apesar dos problemas causados pelo filme, Rivkah afirmou que não se arrependeu de ter feito “Escola do Rock”. “Não tive nada além de amor e apoio”, disse sobre a experiência durante as filmagens. “Nunca perdi a gratidão por isso, ou desejei não ter feito parte disso”, completou.

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    Meghan Markle acusa monarquia britânica de “perpetuar falsidades” sobre ela e Harry

    4 de março de 2021 /

    Meghan Markle, a esposa do príncipe britânico Harry, envolveu-se numa polêmica com o Palácio de Buckingham, residência oficial da Rainha da Grã Bretanha. A atriz e seu marido participaram de uma entrevista com a apresentadora-empresária Oprah Winfrey, que irá ao ar no domingo (7/3) nos EUA. Mas um trecho antecipado mostra Markle acusando o Palácio de Buckingham de “perpetuar falsidades” sobre ela e Harry, dizendo que o casal não deixará de contar seu lado da história. A entrevista foi gravada dias antes de o jornal britânico Times publicar uma reportagem, citando fontes não reveladas, de que bullying de Markle teria deixado assistentes em prantos e criado um ambiente tão tóxico que eles se demitiram. Ela negou prontamente a acusação. Por meio de um porta-voz, se disse “entristecida com este ataque mais recente ao seu caráter, particularmente por ser alguém que já foi alvo de bullying e está profundamente comprometida em apoiar aqueles que sofrem dores e traumas”. Mas o Palácio de Buckingham também decidiu se manifestar. Um porta-voz da Rainha se disse “muito preocupado” e afirmou que investigará as alegações feitas pelo Times, acrescentando que A Casa Real “não tolera e não tolerará bullying ou assédio no ambiente de trabalho”. No trecho antecipado da entrevista, Ophra pergunta à Meghan Markle: “O que você achar de o palácio ouvi-la dizer a sua verdade hoje?” Meghan responde: “Não sei como eles poderiam esperar que, depois de tudo isso, nós ainda ficaríamos em silêncio, se existe um papel ativo que A Firma está desempenhando é o de perpetuar falsidades sobre nós”. A Firma é o nome que a família real britânica usa às vezes para se descrever. “E se isto vem com o risco de perder coisas, bem, muita coisa já foi perdida”, acrescentou a atriz. Veja o trecho abaixo.

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    Cinemas – e tudo mais – voltam a fechar em São Paulo

    3 de março de 2021 /

    O aumento de casos e mortes por covid-19 nos últimos dias levou o governador João Dória a anunciar nesta quarta (3/3) o retorno de todo o estado de São Paulo para a fase vermelha, a mais restritiva, da quarentena. Com isso, os serviços não essenciais voltam a fechar, incluindo as salas de cinema. A medida começa à 0h de sexta e tem previsão de duração de duas semanas. O lockdown pode ser encurtado ou ampliado dependendo da evolução do contágio de coronavírus e seu impacto na ocupação de leitos de UTI. A decisão foi tomada após a conclusão de que o sistema de saúde estadual, o melhor do Brasil, entrará em colapso caso não houvesse ação para fortalecer o isolamento social. A cidade de São Paulo já tem uma fila de 230 pessoas esperando por uma vaga na UTI de hospitais públicos municipais e estaduais para o tratamento de Covid-19. Em número gerais, as mortes pela doença chegaram a 60.381 em toda o estado, com mais de 2 milhões de casos de infecção confirmados. Desde o dia 26 de fevereiro, a capital paulista estava na fase laranja do plano de contingência do governo. Nela, restaurantes, cinemas, teatros, parques e shoppings podiam funcionar com algumas restrições e ficar abertos entre 6h e 20h, com capacidade limitada a 40% do total. Mas essas restrições não foram o suficiente para conter a contaminação, especialmente com a falta de fiscalização sobre a movimentação noturna da cidade. A volta à mais restritiva do Plano SP, a fase vermelha, não permite a abertura de restaurantes, bares, shoppings, museus, casas de shows, teatros e cinemas. Apenas atividades essenciais, como alimentação, educação e saúde, poderão funcionar. No fim de semana passado, os cinemas brasileiros ensaiaram retomar uma aparência de normalidade com a volta dos lançamentos de blockbusters, mas agora, após o fechamento de São Paulo, outros estados devem adotar o lockdown para conter a propagação do coronavírus.

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    Chris Hemsworth é criticado por fazer festa durante a pandemia

    3 de março de 2021 /

    O ator Chris Hemsworth, intérprete do Thor da Marvel, está sendo criticado por mostrar, em seu Instagram, uma festa na qual se aglomerou com várias pessoas sem máscaras, no auge da segunda onda da covid-19. “Uma festinha anos 1980 nunca fez mal a ninguém!”, escreveu o intérprete de “Thor” no Universo Cinematográfico da Marvel na legenda da publicação. Seus seguidores argumentaram que, durante a pandemia, qualquer festinha faz mal às pessoas. Não apenas às que ficam expostas ao contágio por participar dela, mas também dos fãs que decidirem seguir o exemplo do ídolo. “Sem máscara, sem distanciamento… O exemplo passou longe”, disse um deles. “Inacreditável como você e seus amigos acham que podem festejar com tanta gente morrendo”, anotou outro. “A pandemia não chega nos ricos”, ironizou mais um. A festa foi realizada para comemorar o aniversário do assistente pessoal do ator, Aaron Grist. Em algumas fotos, que podem ser vistas abaixo, Chris Hemsworth apareceu com o irmão, o também ator Liam Hemsworth, com a esposa Elsa Pataky, além dos amigos Matt Damon, Idris Elba e outros, que estão na Austrália para participar das filmagens de “Thor: Love and Thunder”. Todos vestiam roupas que remetiam aos anos 1980 e posaram sorridentes. Nenhum deles cumpriu os protocolos de distanciamento social ou tomou qualquer medida de prevenção para não se contaminar pela doença. A Austrália foi um dos países que melhor lidou com a pandemia, graças à aplicação de protocolos rígidos. Lá, a covid-19 atingiu 28,9 mil pessoas, resultando em 909 mortes. Após as críticas, os posts com as fotos foram apagados. Mas as imagens continuaram repercutindo pela internet.

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    Geoffrey Scott (1942 – 2021)

    2 de março de 2021 /

    O ator Geoffrey Scott, que estrelou a série “Dinastia” (Dynasty) nos anos 1980, morreu em decorrência do mal de Parkinson em 23 de fevereiro, um dia após seu aniversário de 79 anos. Scott nasceu em Los Angeles em 22 de fevereiro de 1942, filho de um empresário da empresa aérea Lockheed. Ele e seu irmão Don, que se tornou advogado da Universal, foram criados em San Fernando Valley, na mesma rua em que moravam John Wayne e Clark Gable, e muitas vezes eles pulavam na piscina de Gable sem serem convidados. Contratado pelo lendário agente de talentos Dick Clayton, que também representou nomes como Jane Fonda, James Dean e Burt Reynolds, ele se tornou ator e chamou atenção pela primeira vez na novela “Sombras Tenebrosas” (Dark Shadows), em 1970. Seu próximo papel de destaque só veio na minissérie “The Secret Empire” (1979), como um militar americano que liderava uma luta contra alienígenas no século 19. Depois, em 1981, substituiu Tom Selleck na série “Concrete Cowboys”, adaptação de um telefilme homônimo. A entrada em “Dinastia” aconteceu no início da 3ª temporada, em 1982, como o tenista profissional Mark Jennings, o primeiro marido de Krystle Carrington (Linda Evans). Seu personagem é levado a Denver pela conivente Alexis Colby (Joan Collins) depois que ela descobre que o divórcio de Krystle, realizado anos antes, não era legal. Após dois anos e 45 episódios, seu personagem acabava empurrado de um terraço para a morte, com Alexis emergindo como a principal suspeita. Ao sair de “Dinastia”, Scott foi reaparecer no mesmo ano (1984) como um zagueiro de futebol americano na 1ª temporada da série esportiva “1st & Ten”, da HBO, mas não continuou com a atração quando ela foi renovada. Ele ainda fez várias aparições em programas televisivos, participou do filme “A Manhã Seguinte” (1986), de Syndey Lumet, e descobriu que podia fazer uma fortuna como ator de comerciais, estrelando quase 100 produções publicitárias. Entre seus papéis mais conhecidos nesse segmento, incluem-se o homem de Marlboro, na famosa propaganda de cigarros, e até um marinheiro no primeiro anúncio do desodorante Old Spice. Sua última aparição nas telas foi em 2003, como o presidente dos EUA no filme “Hulk”, dirigido por Ang Lee. O ator decidiu se aposentar após 45 anos de carreira e se mudou para o Colorado com sua família para praticar esqui, sua grande paixão. Ele viveu na área de Boulder nos últimos 10 anos.

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    Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo

    2 de março de 2021 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021

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    Carlos Alberto de Nóbrega tem alta: “Eu venci o covid-19”

    2 de março de 2021 /

    O humorista Carlos Alberto de Nóbrega, de 84 anos, recebeu alta do Hospital Sírio Libanês nesta terça (2/3), onde estava internado desde 20 de fevereiro em decorrência da covid-19. O próprio apresentador do “A Praça É Nossa” divulgou sua saída do centro médico nas redes sociais, em um post em que comemorou sua recuperação. Ao lado de uma foto em que aparece cercado por enfermeiros, segurando um desenho em que se lê “Eu venci o covid-19”, Nóbrega escreveu: “Nós vencemos. Vencemos porque vocês oraram muito por mim. Pelas centenas de mensagens de amigos, por ter uma equipe médica que cuidou de mim com muito amor, essa equipe de enfermagem que mais cuidou com muito amor”, agradecendo nominalmente os médicos, a esposa, os filhos e netos. A alta aconteceu quatro dias após a liberação de sua esposa, Renata Domingues, também internada com coronavírus. A contaminação ainda atingiu um dos filhos do apresentador, João Victor. O rapaz, que tem só 20 anos, fez seu tratamento em casa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carlos Alberto De Nobrega (@calbertonobrega)

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