HBO Max revela data, preço e outros detalhes do lançamento no Brasil
Uma das novas plataformas de streaming lançadas para concorrer com a Netflix, a HBO Max finalmente definiu sua data de lançamento e preço no Brasil. Uma apresentação da Warner realizada nesta quarta-feira (26/5) anunciou que o serviço chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Com isso, os planos de expansão da HBO Max se mantém inalterados, apesar das mudanças esperadas após a fusão da WarnerMedia com a Discovery na semana passada, que criará em breve um novo grupo de mídia responsável pelo futuro da plataforma. Em seu lançamento nacional, a HBO Max terá uma experiência de degustação, com os primeiros episódios de algumas séries disponibilizados de forma gratuita, além de um período de 7 dias de teste. As assinaturas serão oferecidas com dois preços. A opção Mobile, que permite acesso individual em celulares e tablets com exibição otimizada para pequenos dispositivos, terá custo mensal de R$ 19,97. Já a opção Multitelas, para exibição de 4k em Smart TVs e até três telas simultâneas, com possibilidade de criação de cinco perfis personalizados, sairá por R$ 28,00. Planos anuais abatem os custos, com assinaturas mobile por RS$ 14,21 e multitelas por RS$ 20,07. E há ainda um plano trimestral, com preços intermediários. O anúncio da plataforma revelou que a versão nacional não repetirá a estratégia americana de usar a distribuição simultânea de novos filmes nos cinemas e no streaming para atrair assinantes. Mas a janela entre o multiplex e o cinema em casa será diminuída. Todos os filmes da Warner serão disponibilizados na HBO Max 35 dias após a estreia nas salas de exibição. Isso inclui títulos como “Duna”, “O Esquadrão Suicida” e o novo “Space Jam”. Outro detalhe importante é que, a partir da chegada da HBO Max, a HBO Go será descontinuada. Assinantes do streaming da HBO serão automaticamente transferidos para a nova plataforma, bem como aqueles que assinam o canal pago por meio de provedores de TV por assinatura. Os usuários serão instruídos sobre a transição quando a data se aproximar. Além do conteúdo da HBO, a HBO Max também vai oferecer produções da Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Television, Cartoon Network e outras empresas da WarnerMedia. Na prática, isso coloca na mesma plataforma filmes e séries de super-heróis da DC Comics, clássicos como “Cidadão Kane” e “Casablanca” e programas televisivos de sucesso, como “The Big Bang Theory”, “Friends” e “Rick and Morty”. O serviço também contará com esportes, como a transmissão, por exemplo, dos jogos da Champions League, a liga europeia de futebol, que serão apresentados ao vivo. Além disso, a HBO Max seguirá investindo em conteúdo próprio, como as séries “The Flight Attendant”, estrelada por Kailey Cuoco, “Raised by Wolves”, de Ridley Scott, e o especial de reencontro de “Friends”. E pretende estender essa produção à América Latina, prometendo realizar 100 produções originais na região até 2022. Dois projetos brasileiros foram anunciados: o reality show “Pop Divas”, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza, e “Jornada Astral”, programa de astrologia apresentado por Giovanna Ewbank. A empresa também pretende ampliar o serviço, depois do lançamento na América Latina, para o resto do mundo ainda em 2021. Streaming no máximo a partir de 29 de junho.#HBOMax pic.twitter.com/STBbih8Wlq — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 26, 2021
Amazon fecha compra da MGM por US$ 8,45 bilhões
A Amazon fechou um acordo nesta quarta (26/5) e comprou lendário estúdio de cinema MGM por US$ 8,45 bilhões. Apesar de ter sido vazada na semana passada, a negociação teria sido bem mais longa – e, além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. “O valor financeiro real por trás deste negócio é o tesouro de um catálogo profundo que planejamos reimaginar e desenvolver junto com a talentosa equipe da MGM. É muito empolgante e oferece muitas oportunidades para contar histórias de alta qualidade”, disse Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Prime Video e Amazon Studios, ao revelar a compra pela manhã. O catálogo da MGM é vastíssimo, considerando que se trata de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924). A lista é repleta de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. Mas como frisou o executivo da Amazon, o negócio também inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , para serem utilizados em novas continuações, remakes e séries derivadas. O negócio é a maior aquisição da Amazon no setor de mídia, e sinaliza que a empresa está disposta a investir pesadamente em conteúdo para seus serviços de streaming. A Amazon investiu US$ 11 bilhões em conteúdo em 2020, ante US$ 7,8 bilhões no ano anterior, e acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo, dos quais 175 milhões assistiram conteúdo de streaming no ano passado. A aquisição da MGM também é uma estratégia que suprir a eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas em todo o mercado de entretenimento devido às paralisações durante a pandemia, dando ao Prime Video um reforço instantâneo de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Ao comprar a MGM, a Amazon adicionará cerca de 4 mil títulos e 17 mil horas de programação de TV em seu serviço, que incluem propriedades de empresas adquiridas pelo estúdio ao longo dos anos, como as produções da Orion Pictures e American Internationtal Pictures. Além disso, contará com os novos projetos da MGM para este ano, como “House of Gucci”, de Ridley Scott, estrelado por Lady Gaga, e a sequência animada “Família Addams 2”. O avanço da Amazon reflete a alta competitividade deste mercado e acontece dias após a decisão da AT&T de negociar sua divisão de mídia, a WarnerMedia, com a Discovery, o que criará uma companhia de TV e cinema com valor empresarial de mais de US$ 130 bilhões. Os desdobramentos deste mês ainda refletem o fracasso das companhias de telecomunicações, como a própria AT&T e a Verizon, no negócio de produção de conteúdo e distribuição de streaming, enquanto a Disney prosperou no lançamento de sua própria plataforma, justamente após realizar uma aquisição milionária, dos estúdios Fox. Mas embora os planos para a livraria de títulos da MGM sejam claros, a aquisição deixa algumas incógnitas, como o destino do canal pago premium Epix, que tem seu próprio conteúdo – além de um serviço de streaming independente – com títulos como “Godfather of Harlem” e “Pennyworth”, e a produção do estúdio para outras plataformas, como “The Handmaid’s Tale” na rival Hulu e um spin-off de “Vikings” na Netflix. De todo modo, o negócio ainda precisará ser aprovado pelas agências reguladoras dos EUA, o que deve acontecer sem entraves jurídicos, mas exigirá – e revelará – maiores detalhes sobre a integração da MGM à Amazon.
John Cena pede desculpas à China por chamar Taiwan de país
O ator John Cena se submeteu nesta terça (25/5) à censura voluntária de Hollywood para agradar ao Partido Comunista Chinês, após cometer o “erro” de chamar Taiwan de país. As redes sociais chinesas descobriram uma entrevista em que Cena chamou Taiwan de país e começaram a planejar um boicote ao novo filme do ator, “Velozes e Furiosos 9”, que estourou nas bilheterias chinesas em seu lançamento no fim de semana. Por menos, o próprio governo de Pequim tirou filmes de cartaz. Os nacionalistas chineses consideram Taiwan, que tem governo próprio democrático, como uma província rebelde, que deve retornar ao controle do Partido Comunista – à força, se necessário. Qualquer tentativa diplomática de reconhecê-la como nação irrita o governo e também o público chinês, que costuma seguir cegamente a política estatal – na verdade, não há alternativa. Para evitar prejuízo e outras complicações ao estúdio Universal, Cena se desculpou no Weibo, o Twitter da China. E em mandarim! “Dei muitas entrevistas para ‘Velozes e Furiosos 9’ e cometi um erro durante uma delas”, reconheceu em vídeo. O chamado “erro” aconteceu quando deu uma entrevista à emissora taiwanesa TVBS e disse “Taiwan é o primeiro país que pode assistir [ao filme].” “Agora eu tenho que dizer uma coisa que é muito, muito, muito importante: eu amo e respeito a China e o povo chinês”, ele disse no novo vídeo. “Estou muito arrependido pelo meu erro. Sinto muito”, acrescentou o ator, sem repetir o polêmico termo. O vídeo com as desculpas já teve mais de 2,5 milhões de visualizações na rede social, que é estritamente controlada pelo governo. Muitos usuários consideram que a desculpa não foi sentida e permanece incompleta. “Por favor, diga ‘Taiwan faz parte da China’ em chinês. Caso contrário, não aceitaremos suas desculpas”, disse um internauta no Weibo. Cena tem a seu favor o fato de ter estudado mandarim por anos e costumar postar regularmente no Weibo. A interação atual não foi pontual, mas parte de uma campanha do ator e ex-campeão de luta livre para se tornar mais conhecido no país. “Velozes e Furiosos 9” estreou em 21 de maio na China, arrecadando US$ 148 milhões em seu primeiro fim de semana. Foi a segunda maior bilheteria de estreia da Universal no país, atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. No filme, Cena interpreta o novo vilão, que também é o irmão (que nunca tinha sido citado) do protagonista Dominic Toretto, vivido por Vin Diesel. O lançamento de “Velozes e Furiosos 9” só vai acontecer no Brasil em 22 de julho.
São Paulo FC vai divulgar séries da Amazon no uniforme
O time do São Paulo Futebol Clube vai trazer novidades do streaming estampadas em sua camisa durante as próximas três partidas do calendário do futebol. O atual campeão paulista entrará em campo com a logo da Amazon Prime Video na parte superior das costas de seu uniforme e também destacará, à frente, séries e produções exclusivas do serviço de streaming. O acordo de patrocínio foi divulgado nesta terça (25/5) pelo clube e passa a valer já na partida contra o Sporting Cristal, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Classificado antecipadamente para as oitavas de final do torneio, o time brasileiro vai enfrentar o peruano às 21h30, no Estádio do Morumbi, trazendo a série “Dom” em destaque em seu uniforme.
Mãe de Carla Diaz pede um namorado para os fãs da filha
Mara Diaz, a mãe da atriz e ex-BBB Carla Diaz, aproveitou os fãs da filha para tentar conseguir um namorado. Impressionada com os mimos recebidos por Carla – panelas e torradeira enviadas por seguidores – , ela resolveu fazer um pedido inusitado. “Já que é assim, então a tia esta pedindo um tio. Quem sabe, né? A gente pede, elas mandam”, diz Mara, que é empresaria da filha, nos stories do perfil de Carla no Instagram. “Como assim, mãe? você quer casar?”, reagiu a ex-BBB no mesmo vídeo. “Eu não aguento minha mãe”, afirmou, mas logo demonstrou apoio à busca de um padrasto com a hashtag “Mara Diaz quer casar”. “Um tiozão bacana”, explicou ela, usando também a tag “Tia Mara quer um tiozão” e escrevendo “Eu tô mortaaaaa” na tela. Veja o vídeo abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mafalda Mc (@mafaldamc2019)
Morena Baccarin revolta internet ao dizer que “a pandemia acabou”
A atriz brasileira Morena Baccarin, uma das estrelas do filme “Deadpool” e da série “Gotham”, foi alvo de várias críticas nas redes sociais após publicar um post em que afirma que a pandemia de covid-19 acabou. Ela postou uma foto em seu post em seu Instagram em que aparece em uma mesa com vários doces e na legenda questionou: “A pandemia acabou. Isso significa que eu tenho que fazer dieta”. Os seguidores ficaram indignados, dizendo que a pandemia não acabou. “Onde você está que conseguiu esse milagre?”, questionou um deles. “Você acompanha o noticiário?”, provocou outra. “Vem pro seu país antes de afirmar isso”, “Só no seu mundo né?”, “É uma brincadeira?”, foram alguns dos comentários ao post. Morena mora nos Estados Unidos desde os 7 anos e lá a vacinação está tão avançada que os moradores já imunizados receberam autorização para andar sem máscaras. A sensação de que a pandemia “acabou” nos EUA é reforçada pela reabertura dos cinemas e teatros, com a volta dos grandes espetáculos da Broadway e a exibição de blockbsters em tela grande. Mas apesar de já ter vacinado mais de 130 milhões de pessoas, o país ainda tem uma média de 600 mortes por dia devido à pandemia. Bem menos que a média brasileira, mas ainda assim alarmante.
Samuel E. Wright (1946-2021)
Samuel E. Wright, conhecido como a voz original do caranguejo Sebastião na animação “A Pequena Sereia”, morreu nesta terça (25/5). O falecimento foi anunciado pela página de Facebook de sua cidade natal, Montgomery, no estado de Nova York, que não revelou a causa da morte. Wright era um ator com longa carreira no teatro e na TV, iniciada ainda nos anos 1970. Ele apareceu em séries como “Enos”, “Carga Dupla” e “Cosby”, antes de dar voz a Sebastião, consagrando-se em “A Pequena Sereia”. Vale lembrar que ele cantou duas músicas na animação de 1989 da Disney, incluindo “Under the Sea”, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original. Ele voltou a dar voz ao crustáceo cantor nas três temporadas da série animada de “A Pequena Sereia” no Disney Channel, na continuação oficial lançada em vídeo no ano 2000, num arco da série “O Point do Mickey” e até em quatro videogames, sem esquecer do prólogo animado “A Pequena Sereia: A História de Ariel”, que encerrou sua carreira em 2008. Além de Sebastião, Wright também deu voz a outro personagem da Disney, o dinossauro Kron, no filme “Dinossauro” (2000). Sua parceria com a Disney estendeu-se também ao teatro, rendendo uma indicação ao Tony de Melhor Ator por sua interpretação de Mufasa na adaptação musical de “O Rei Leão” para a Broadway.
Elliot Page posta primeira foto sem camisa após se assumir transexual
O ator Elliot Page, que deixou de ser Ellen Page ao se assumir transexual no final do ano passado, postou sua primeira foto sem camisa, após a cirurgia de retirada de mamas. Na imagem, o ator aparece próximo a uma piscina e exibe, com um largo sorriso, seu abdômen e peitoral magros. “Primeiro calção de banho deste bebê trans”, comemorou o ator, que ficou famoso em papéis femininos nos filmes “Juno”, “X-Men: Confronto Final” e “A Origem”, além da série “The Umbrella Academy”. Ele também incluiu hashtags para expressar a alegria e a beleza trans. Elliot assumiu publicamente sua nova identidade de gênero em uma postagem no seu Instagram no dia 1º de dezembro de 2020. Na ocasião, descreveu como “maravilhosa” a sensação de “se amar o bastante para finalmente ir atrás do seu ‘eu’ verdadeiro”. Mas nem tudo foi felicidade nessa transição. Menos de um mês após a declaração, Elliot se divorciou da dançarina Emma Portner com quem foi casado por três anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @elliotpage
Datena é condenado a pagar indenização para Xuxa
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou José Luiz Datena a pagar indenização de R$ 50 mil à apresentadora Xuxa Meneghel, por chamá-la de “garota de programa” e “imbecil” em 2017. Os xingamentos foram feitos num vídeo após Xuxa criticar Joel Datena, filho do jornalista. Na ocasião, Joel comandava o programa “Brasil Urgente”, na Band. Durante uma reportagem sobre uma criança de 10 anos que havia dirigido o carro da mãe, ele disse que, se fosse o seu filho, o puniria fisicamente. Xuxa ficou indignada com o comentário e usou as redes sociais para criticar Joel. “Como uma pessoa que deveria passar informação é tão desinformada? Uma criança não deve ser corrigida com porrada, é fato, é lei”, escreveu. José Luiz Datena tomou as dores do filho e gravou o vídeo atacando Xuxa. “Olha, pra dizer a verdade, uma das poucas vezes em que eu quis dar umas palmadas no meu filho Joel (e foram bem poucas), é quando ele assistia aquela garota de programa, infantil, que cresceu e continua infantil. E, além disso, imbecil”. Datena disse em sua defesa no processo que o vídeo não cita Xuxa nominalmente e que usou a expressão “garota de programa infantil” para dizer que se referia a uma apresentadora de programa para crianças. O adjetivo “imbecil”, segundo ele, foi utilizado para demonstrar a falta de maturidade dela. “Não houve ofensa”, afirmou à Justiça. O desembargador Enéas Costa Garcia, relator do processo, não aceitou a argumentação. “José Luiz Datena é um jornalista experiente, tem pleno conhecimento do significado das palavras e de sua repercussão na mídia”, afirmou. “O dano moral está caracterizado.” Mas embora tenha mantido a condenação de primeira instância, o TJ reduziu a indenização que havia sido estabelecida em R$ 75 mil para R$ 50 mil. Datena ainda pode recorrer da decisão.
Thaís Braz e Xamã assumem namoro
A ex-BBB Thaís Braz assumiu neste sábado (22/5) o namoro com o rapper carioca Xamã. E vice-versa. Os dois compartilharam fotos tiradas num elevador, com cervejas nas mãos, rótulo virado para as câmeras e citação da marca nos posts, deixando claro que também estão faturando com a revelação. “Eita! A fofoca é verdade!”, postou ela em seu Instagram, posando ao lado do músico. “Depois desse mistério todo, a fofoca é real”, confirmou o cantor com outra foto da mesma sequência. Os dois se aproximaram após a ex-BBB dizer, em uma entrevista, que o rapper era seu “crush”. Ele devolveu, chamando-a de “gata” em um post no Instagram. Depois disso se encontraram e, desde a semana passada, os boatos de romance começaram a circular. Os amigos e ex-BBBs celebraram o novo casal. Gabi Martins e Sarah Andrade mandaram suas reações através emoji de coração e fogo, enquanto Camilla de Lucas declarou “eu shippo”. Resta saber se o casal foi formado apenas para campanha publicitária de cerveja ou se a relationship vai continuar faturando junta posts pagos por mais tempo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por THATA (@thaisbraz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por XAMÃ (@euxama)
Harry compara morte da princesa Diana ao assédio da imprensa à Meghan Markle
O príncipe Harry voltou a falar sobre seus problemas com a família real na série documental “The Me You Can’t See”, que ele coproduziu com Oprah Winfrey. Lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5), a atração é dedicada à saúde mental e trouxe depoimentos de várias celebridades, inclusive do próprio Harry. Cada episódio é dedicado à revelação de um trauma de uma personalidade famosa. Lady Gaga falou de um estupro sofrido aos 19 anos e Glenn Close abordou sua criação numa seita de fanáticos religiosos. No caso de Harry, foi o trauma de perder a mãe numa perseguição de paparazzi e o descaso da família real e falta de proteção ao ver o mesmo acontecer com sua esposa, Meghan Markle. Ele teria até mesmo brigado com o pai, o príncipe Charles, para quem “as coisas eram assim mesmo”. Ele citou uma conversa com o pai que o deixou especialmente contrariado. “Quando eu era mais jovem, meu pai disse pra mim e William: ‘Tinha sido assim para mim, então será a mesma coisa para vocês'”, referindo-se à sede dos tabloides por rumores e escândalos da família real. “Mas não faz sentido”, continuou. “Não é porque você sofreu que seus filhos também deveriam sofrer. Deveria ser até o contrário.” “Achei que minha família me ajudaria, mas todas as demandas, os pedidos, os sinais encontraram um silêncio ou uma total indiferença”, lamentou Harry. A pressão foi tanta que, em entrevista anterior a Oprah Winfrey, Meghan chegou a confessar ter pensado em suicídio em 2019. Harry diz que foi a terapia psicanalítica que os ajudou a ganhar forças e assumir o controle de suas vidas. Ele revelou frequentar sessões de terapia há quatro anos, que o ajudaram a “quebrar o ciclo” e não reviver o que seu pai e principalmente sua mãe sofreram. A princesa Diana morreu em 1997 quando o carro em que estava colidiu em Paris, fugindo de um cerco de paparazzi. “A terapia me permitiu enfrentar tudo”, afirma Harry, que buscava uma solução para os problemas psicológicos que o atormentavam desde a morte de sua mãe, quando tinha 12 anos. “Eu sabia que se não começasse a terapia para melhorar, perderia essa mulher com quem me vejo passando o resto da minha vida”, acrescentou.
Glenn Close revela ter vivido com fanáticos religiosos na infância e adolescência
Glenn Close foi uma das celebridades que decidiu contar os traumas de sua vida na série documental “The Me You Can’t See”, focada em saúde mental e lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5). Em sua participação, a atriz de 74 anos se emocionou ao relembrar ter passado a infância numa seita de fanáticos religiosos. A estrela de “Atração Mortal” contou que foi parar na seita Moral Re-Armament (MRA), na Suíça, por intermédio de seu pai, o médico William Taliaferro Close. “Eu fiz parte desse grupo chamado MRA, basicamente uma seita, todo mundo falava as mesmas coisas e havia várias regras, muito controle. Nós éramos criados para pensar que tudo que você pensava por conta própria era algo egoísta. Nós nunca tiramos férias e não temos memórias de coisas que fizemos além de tudo isso que passamos, o que é realmente horrível”, relembrou Close. “Nós éramos completamente distantes. É impressionante como algo que vivenciamos em uma fase tão inicial da sua vida tem um potencial tão destrutivo. Acho que é um trauma de infância, a devastação emocional e psicológica dessa seita”. A atriz credita ainda a experiência com a MRA pelo fracasso de seus três casamentos. “Não tive sucesso nos meus relacionamentos, em encontrar um parceiro e sinto muito por isso”, avaliou ela, que se considera marcada de forma permanente por uma cultura de distanciamento emocional. Close contou que só conseguiu desvencilhar da seita aos 22 anos de idade, quando foi estudar artes dramáticas no College of William and Mary no estado da Virgínia. Ela acabou virando atriz. E sendo indicada para oito Oscars. Produzida por Oprah Winfrey e o príncipe Harry, “The Me You Can’t See” também trouxe depoimentos impactantes de Lady Gaga, que abordou um estupro sofrido aos 19 anos, e do próprio Harry.
Lady Gaga detalha estupro aos 19 anos que a traumatizou
Lady Gaga fez uma revelação bombástica durante sua participação na série documental “The Me You Can’t See”, focada em traumas e saúde mental, e lançada na plataforma Apple TV+ nesta sexta (21/5). A cantora e atriz revelou ter sofrido um “surto psicótico” depois de ser estuprada por um produtor e engravidar aos 19 anos de idade, quando tentava se firmar na indústria da música. “Eu estava trabalhando no ramo e um produtor me disse: ‘Tire a roupa’. E eu disse não. Eu saí e eles me disseram que iriam queimar todas as minhas músicas. E não pararam. Eles não pararam de me perguntar, e eu simplesmente congelei e eu… eu nem me lembro”, disse a cantora, que mencionou a agressão sexual pela primeira vez em 2014, mas sem tantos detalhes. Como resultado, Gaga diz que sofreu “um surto psicótico total”, afirmando que “por alguns anos eu não era a mesma garota”. A cantora afirma que até hoje sofre com sequelas de sua agressão. “Mesmo que eu tenha seis meses brilhantes, tudo o que preciso é ser acionada uma vez para me sentir mal”, disse. Ela descreve a sensação como “primeiro, uma dor total, depois uma dormência”. “Uma vez fiquei doente durante semanas e semanas e semanas e semanas, e depois percebi que era a mesma dor que senti quando a pessoa que me estuprou me deixou, grávida, numa esquina”, explicou. “Porque eu fiquei meses trancada num estúdio com a pessoa que me abusou. E acabei doente, vomitando, e largada na rua perto da casa dos meus pais por esta pessoa”. Apesar de se abrir sobre a agressão, Gaga não quis nomear quem a estuprou. “Entendo este movimento #MeToo, entendo que algumas pessoas se sentem realmente confortáveis com isso, e eu não. Não quero encarar essa pessoa nunca mais”, disse. Ela resolveu participar da série, produzida por Oprah Winfrey e pelo príncipe Harry, porque sua experiência traumática a levou a se dedicar a ajudar pessoas que sofreram traumas. Em 2012, a artista criou a Fundação Born this Way para pessoas que lutam com problemas de saúde mental.












