Ex-segurança de Britney Spears denuncia medicação abusiva da cantora
Um ex-segurança de Britney Spears confirmou, em entrevista ao jornal britânico The Sun, que a acusação feita pela cantora durante seu depoimento chocante num tribunal de Los Angeles em junho passado é verdadeira. Quando relatou detalhes da tutela abusiva de seu pai, Britney descreveu-se como uma escrava que era drogada e forçada a trabalhar o tempo todo. Ela afirmou que era obrigada a tomar remédios fortes que a deixavam com a sensação de estar sempre bêbada. “Eles tiraram os remédios que eu tomava por cinco anos e me colocaram no lítio, que é um remédio bem forte. É como se eu estivesse sempre bêbada”, denunciou a cantora na ocasião. “E eu nem bebo álcool. Eu deveria beber álcool pelo que eles fizeram com meu coração”, desabafou. Nesta terça-feira (20/1), Fernando Flores, que trabalhou na segurança de Britney Spears, corroborou a denúncia com detalhes. “Davam a ela pílulas antipsicóticas e antidepressivas junto com vários anticoncepcionais e tudo mais, uma mulher a visitava todas as sextas-feiras em sua casa para medicá-la”, ele contou ao jornal britânico. Segundo Flores, os remédios deixavam a cantora completamente fora de si. “Era um estalo da sanidade pra loucura”, explicou. Ele contou que, após ser medicada, a cantora ficava falando coisas sem nenhum sentido. “Ela só assistia TV e chorava ouvindo músicas, e às vezes ficava dias sem tomar banho e escovar os dentes”, completou.
Mia Khalifa se prontifica a “ajudar” CPI da Covid
A ex-atriz pornô libanesa-americana Mia Khalifa se dispôs a “ajudar” as investigações da CPI da Covid no Brasil, atendendo a um “pedido” do senador Randolfe Rodrigues. A jovem de 28 anos virou “musa” da CPI graças a discursos do senador bolsonarista Luís Carlos Heinze. Defensor da cloroquina, ele tentou desacreditar estudos publicados em revistas científicas ao dizer que teriam sido encomendadas pela empresa de uma atriz pornô. Criou-se, então, uma confusão com uma fake news amplamente divulgada nas redes sociais. Na história mentirosa, uma foto da atriz usando óculos e vestida com roupa branca era identificada como Marcela Pereira, uma “médica infectologista” que estaria “conduzindo um estudo em larga escala do uso da cloroquina no tratamento da Covid-19, com resultados muito animadores, mas que não serão divulgados por Globo e Band, compradas pelos comunistas chineses”. Em tom de ironia, Randolfe Rodrigues “sugeriu” que Mia Khalifa fosse convocada para depor. Quando viu seu nome virar tendência no Twitter por causa dos brasileiros, a atriz resolveu entrar na brincadeira e se divertiu com sua citação na CPI brasileira. Ela compartilhou uma montagem, como se estivesse depondo aos parlamentares, e passou a se identificar nas redes sociais como “líder da resposta do Brasil à covid”. Nesta segunda, ela voltou aos tópicos com outra brincadeira de Randolfe. O motivo foi a revelação no fim de semana de que o ex-Ministro da Saúde Eduardo Pazuello tentou negociar Coronavac com representantes de uma empresa sem autorização para negociar vacinas, mas que fazia importação de produtos eróticos. “Em vez de negociar com o Butantan, Pazuello foi negociar a Coronavac com uma empresa de importação de produtos eróticos… Corre aqui, Mia Khalifa. Acho que estavam te usando de cortina de fumaça”, ironizou Randolfe no Twitter. Mia respondeu prontamente, dizendo que estava praticamente de malas prontas. “Vocês estão em crise. Estou a caminho!”. O Twitter teve um orgasmo com a resposta. Detalhe: ela pode mesmo ajudar, pois tem experiência paralegal e em contabilidade, atividades que começou a exercer após seus três meses (que parecem uma década) de trabalho na indústria pornô. Ela também é comentarista esportiva e digital influencer. You guys are in a crisis… I’m on my way 🧳✈️ https://t.co/F0iqLRCFun — Mia K. (@miakhalifa) July 19, 2021 A woman of the people https://t.co/IJjhHE8cLE pic.twitter.com/Xp4GTJpMKK — Mia K. (@miakhalifa) June 9, 2021
Britney Spears afirma que desistiu de fazer shows
Britney Spears mudou radicalmente de tom, xingando com palavrões os seguidores que não aguentam ver mais os vídeos de dancinha que ela tem postado sem parar em seu Instagram. Num desabafo, ela explicou que os vídeos são a única chance do público vê-la se apresentar, porque não pretende mais fazer shows ao vivo enquanto seu pai continuar a ser seu tutor. A Princesa do Pop está em luta judicial contra a tutela de Jamie Spears, e após denunciar que estava sendo escravizada pelo pai, que a forçava a fazer shows, decidiu tornar público, em sua mais recente audiência de tribunal, que não quer mais cantar ao vivo contra sua vontade. “Eu não me apresentarei em nenhum palco tão cedo com meu pai gerenciando o que eu vejo, digo, faço ou penso”, ela escreveu no Instagram no sábado (17/7), acrescentando: “Desisto”. A cantora afirma que tem sido forçada a fazer shows sob ameaça de processo e não tem permissão para escolher suas roupas, repertório, nada. “Meu suposto sistema de apoio me machucou profundamente! Essa tutela matou meus sonhos … então tudo que tenho é esperança e esperança é a única coisa neste mundo que é muito difícil de matar… mas as pessoas ainda tentam!”, escreveu ela em seu desabafo. Na quarta-feira, ela obteve sua primeira vitória em sua batalha legal depois que a juíza do caso aceitou que ela poderia nomear seu próprio advogado. Nos últimos 13 anos, ela estava sendo defendida por um advogado indicado pelo tribunal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Pilar Bardem (1939-2021)
A atriz espanhola Pilar Bardem, mãe do astro Javier Bardem, morreu no sábado (17/7) aos 82 anos, anunciaram seus filhos nas redes sociais. “Queremos compartilhar a notícia de que nossa mãe, nosso exemplo, faleceu. Partiu em paz, sem sofrer, e cercada pelo amor de seus entes”, informaram Carlos, Mónica e Javier em nota publicada no Twitter de Carlos esta noite. Nascida na cidade de Sevilha em 1939, Pilar era filha de um casal de atores e irmã do cineasta Juan Antonio Bardem. Com uma carreira iniciada nos anos 1960, ela participou de dezenas de filmes, peças de teatros e séries, construindo uma carreira sólida na Espanha. Sua filmografia inclui trabalhos de alguns dos maiores cineastas espanhóis, como Pedro Almodóvar (“Carne Trêmula”), Julio Medem (“Vacas”), Bigas Lunas (“As Idades de Lulu”) e do próprio irmão (“El Poder del Deseo”). Embora seja considerada uma especialista em comédias, ela atuou em todos os gêneros e venceu o Prêmio Goya de Melhor Atriz Coadjuvante pelo suspense “Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos”, de Agustín Díaz Yanes, em 1995. Ela também era uma ativista reconhecida pelo envolvimento em causas solidárias e pela melhoria das condições do sindicato de atores. “Ela nos deixa seu enorme legado no cinema, no teatro e na televisão. Mas a grande Pilar Bardem era, antes de tudo, uma defensora da igualdade, da liberdade e dos direitos de todas e todos”, tuitou o chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez. Pilar Bardem teve três filhos e todos deram sequência à tradição de artes da família. O mais famoso deles, Javier, conquistou o Oscar por seu papel em “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007).
Spike Lee se desculpa por gafe no Festival de Cannes
O cineasta Spike Lee cometeu uma gafe durante a entrega dos prêmios do Festival de Cannes neste domingo (17/7), ao anunciar a Palma de Ouro de “Titane”, de Julia Ducournau, logo no começo da cerimônia – e não no final do evento, como é tradição. Em um momento de confusão durante o evento, Spike Lee, que presidia o júri da competição, antecipou-se e deixou escapar o maior segredo da noite. O erro aconteceu quando a anfitriã da cerimônia, a atriz francesa Doria Tillier, lhe fez uma pergunta que o levou a revelar quem tinha sido o vencedor. Ao perceber a reação de todos, Lee pediu a Dillier que falasse em inglês para evitar mais mal-entendidos. Exibido ao vivo na TV francesa pelo Canal+, a situação constrangeu os demais integrantes do júri e fez a equipe de “Titane” exultar na plateia. O diretor chegou a abordar o deslize mais tarde na cerimônia, quando finalmente veio a hora de revelar o vencedor. “Em 63 anos de vida, aprendi que as pessoas têm uma segunda chance, essa é a minha segunda chance”, disse ele. “Peço desculpas por bagunçar tudo. Tirou muito do suspense da noite, eu entendo, mas não foi de propósito.” Durante a entrevista coletiva que se seguiu à premiação, ele voltou a comentar seu vacilo. “Eu não tenho desculpas. Eu errei”, assumiu diante da imprensa. “Sou um grande fã de esportes. Então, é como o cara no final do jogo de basquete que erra o último lance livre ou o cara que erra o chute a gol. ” Lee contou que se comunicou com os representantes do festival para expressar seu arrependimento: “Fui muito específico ao falar ao povo de Cannes e pedir-lhes desculpas. Eles disseram para esquecer”. “Amamos cinema e foi uma grande honra para nós fazer parte do júri”, continuou. “Este ano, especialmente, depois da pandemia. Isso é histórico. Além de eu ter f*dido a premiação, foi histórico. ” Veja abaixo o momento da gafe. Spike Lee a accidentellement révélé le film gagnant de la Palme d'or au Festival de Cannes.😅pic.twitter.com/lVgTmHWKOV — Infos Séries (@SeriesUpdateFR) July 17, 2021
Serial killer que matou namorada de Ashton Kutcher é sentenciado à morte
O chamado “estripador de Hollywood” foi sentenciado à morte na sexta-feira (17/7) pelo assassinatos de duas mulheres no começo dos anos 2000. Uma delas era namorada do ator Ashton Kutcher. O juiz do Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, Paul Fidler, foi quem definiu a sentença de Michael Thomas Gargiulo, um faz-tudo aspirante a ator e que consertava ar-condicionados – que chegou a ser chamado de “assassino do refrigerador” pela imprensa. Gargiulo manteve a alegação de inocência durante o julgamento. Mas foi considerado culpado pelo júri pelo assassinato de Ashley Ellerin, uma estudante de moda de 22 anos que foi assassinada em sua casa em Hollywood quando se preparava para sair com Kutcher em 2001. O astro das séries “O Rancho”, “Dois Homens e Meio” e “That’s 70s Show” chegou a depor no julgamento em 2019, contando como foi até a casa da vítima instantes após sua morte. Em seu testemunho, Kutcher revelou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, notou que as luzes estavam acesas no apartamento e espiou pela janela para a sala de estar, onde observou uma mancha vermelha no carpete, mas presumiu que se tratava de vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação do assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e outros ataques, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Gargiulo também foi condenado por matar à facadas Maria Bruno, de 32 anos, que era sua vizinha em El Monte, Califórnia, em 2005. Ele foi preso em 2008 quando outra vítima, Michelle Murphy, de 26 anos, sobreviveu a um ataque em sua casa em Santa Mônica, Califórnia. A polícia ainda desconfia que ele pode ter matado outras mulheres.
Libero de Rienzo (1978–2021)
O ator italiano Libero de Rienzo morreu na sexta-feira (16/7) aos 44 anos, após sofrer um ataque cardíaco em sua residência na cidade de Roma. Ele virou ator seguindo os passos do pai, Fiore De Rienzo, que teve uma trajetória curta na TV, mas trabalhou nos bastidores de vários filmes entre os anos 1970 e 1980. Depois de estrear num telefilme de 1998, rapidamente começou a se destacar no cinema, em filmes como “Para Minha Irmã” (2001), da polêmica Catherine Breillat, e na comédia “Santa Maradona” (2002), de Marco Ponti, que lhe rendeu o primeiro prêmio de sua carreira, o David di Donatello de Melhor Ator Coadjuvante. De Rienzo foi indicado mais duas vezes ao “Oscar italiano”, pelo drama “Fortapàsc” (2009), de Marco Risi, em que interpretou o jornalista napolitano Giancarlo Siani, assassinado pela Camorra em setembro de 1985, e por um papel coadjuvante na comédia “Paro Quando Quero” (2014). Entre seus últimos trabalhos estão a comédia “Amigos Para Sempre” (2018), de Antonello Grimaldi, e o drama “Dois Papas” (2019), dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles. Além de atuar, ele também escreveu, dirigiu e editou um longa-metragem: “Sangue: La Morte Non Esiste”, que venceu o Festival de Brooklyn, nos EUA, em 2006. O ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini, lamentou sua morte nas redes sociais. “A notícia da morte repentina de Libero De Rienzo é terrível e nos deixa todos sem palavras. Perdemos um jovem talento, um protagonista do cinema italiano que já tinha visto sua arte ser reconhecida com vitória no David di Donatello. O mundo da cultura italiana abraça sua família, seus filhos pequenos, sua esposa e todas as pessoas que o amavam, estimavam e apreciavam com carinho e condolências”. O ator era casado com a figurinista e designer de produção Marcella Mosca, com quem trabalhou pela primeira vez num de seus últimos filmes, a sci-fi “Fortuna” (2020), e deixa dois filhos de 6 e 2 anos de idade.
Eleitores do Globo de Ouro são proibidos de aceitar presentes
O comitê responsável por mudanças na Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) proibiu seus membros de aceitar presentes e viagens de estúdios de Hollywood. A iniciativa é parte das mudanças que visam recuperar o prestígio do Globo de Ouro, evento realizado pela HFPA, que após sofrer denúncias de racismo e falta de ética profissional, teve sua edição de 2022 cancelada pela rede NBC. Após uma seleção controvertida de indicados ao Globo de Ouro deste ano, que ignorou os principais títulos de temática racial, o jornal Los Angeles Times descobriu e denunciou que o grupo, formado por cerca de 80 jornalistas estrangeiros que trabalham em Los Angeles, não incluía nenhum negro. Também sugeriu que uma viagem a Paris com tudo pago teria influenciado a inclusão de “Emily in Paris” na disputa de Melhor Série de Comédia. Além disso, os integrantes do grupo são acusados de ter comportamento sexista e usar o prestígio do Globo de Ouro para obter vantagens e acesso privilegiado aos astros da indústria cinematográfica americana. Sob ameaças de boicotes de produtores e artistas, a HFPA decidiu fazer um esforço para aumentar sua diversidade e transparência. Após propostas para aumentar a integração racial entre seus membros, agora o comitê prepara regras para aprimorar a ética da entidade. “A HFPA continua dedicada à mudança transformadora que descreveu em seu plano de reforma e cronograma de maio”, afirmou o comitê em um comunicado. “Ontem, a organização estabeleceu novas pautas-chave para avançar com a reforma.” De acordo com as “novas políticas envolvendo presentes, viagens e conflito de interesses”, os membros da HFPA “não podem aceitar materiais promocionais ou outros presentes de estúdios, publicitários, atores, diretores ou outras pessoas ligadas a filmes e programas de TV”. Entre as reformas aprovadas, a organização criou uma linha direta para receber denúncias (que serão investigadas por um grupo independente), aprovou um novo código de conduta e contratou assessores de diversidade, igualdade e inclusão. “Continuaremos atualizando a indústria sobre o nosso avanço, à medida que votarmos novos estatutos, que irão criar uma organização inclusiva, diversa e responsável, da qual nossos membros, partes interessadas e parceiros se orgulhem”, acrescentou a HFPA.
Jason Sudeikis aproveita “Ted Lasso” para apoiar jogadores vítimas de racismo
Série mais premiada da Apple TV+, “Ted Lasso” acompanha um técnico de futebol americano nos bastidores fictícios de um time de futebol inglês. Mas se o personagem-título é completamente alienado em relação àquilo que ele chama de “soccer”, seu intérprete, Jason Sudeikis, demonstrou estar muito atento aos meandros do esporte, ao desfilar no tapete vermelho da première da 2ª temporada da série com um traje bastante representativo. No evento realizado no Pacific Design Center em Los Angeles, na noite de quinta (15/7), Sudeikis ostentou uma camisa preta com os nomes de três jogadores negros da seleção de futebol da Inglaterra que se tornaram alvo de uma campanha racista nas redes sociais, após a final da Eurocopa vencida pela Itália. Nesta sexta (16/7), ele reforçou a mensagem em seu Instagram. Veja abaixo. Quando Bukayo Saka, Marcus Rashford e Jadon Sancho perderam seus pênaltis no domingo passado (11/7), durante a decisão, foram imediatamente inundados com insultos racistas nas redes sociais. A camiseta de Sudeikis rendeu grande repercussão. E maior visibilidade ainda para “Ted Lasso”, que na terça-feira (13/7) foi indicada para 20 prêmios Emmy, batendo o recorde de nomeações para um série estreante em todos os tempos. A 2ª temporada estreia na sexta que vem (23/7). O caso de Saka, Rashford e Sancho se tornou um escândalo nacional no Reino Unido, após o Facebook permitir a multiplicação de ofensas, com emojis de macacos e bananas, no Instagram. A repórter Cristina Criddle, que escreve sobre tecnologia para a BBC, usou o Twitter para expor a resposta que recebeu ao denunciar ataques racistas na página do jogador Bukayo Saka no Instagram. “Devido ao grande volume de denúncias que estamos recebendo, nosso time de revisão de denúncias não pode revisar a sua denúncia ainda. Contudo, nossa tecnologia detectou que este comentário provavelmente não fere as regras da comunidade”, dizia o comunicado. Na quarta, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, foi a público assumir o erro da plataforma. Um dos visados, o jovem Marcus Rashford, de apenas 21 anos, é considerado um ídolo nacional por liderar uma campanha para prover alimentos para as crianças durante o lockdown do coronavírus no Reino Unido. A polícia inglesa já começou a agir e prendeu quatro pessoas por racismo na quinta-feira. Enquanto isso, o parlamento britânico debate como impedir que ataques semelhantes continuem acontecendo nas redes sociais. Uma das propostas, sugerida pelo jogador do time inglês Arsenal e da seleção brasileira Willian Borges da Silva, é a obrigatoriedade da identificação documental dos usuários das plataformas. A ideia já apareceu em debates no Brasil e foi rechaçada por bolsonaristas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jason Sudeikis (@jason_sudeikis)
Doritos apresenta microdocumentário da drag queen indígena Uýra Sodoma
A marca alimentícia Doritos lançou nesta sexta (16/7), em celebração ao Dia Internacional da Drag Queen, um microdocumentário sobre o trabalho da bióloga, educadora e artista visual indígena Uýra Sodoma. Em vídeo nas redes sociais dos salgadinhos, ela explica como sua expressão artística reflete o mundo ao seu redor, transformando-se em arte viva que questiona o que é “natural”. Também conhecida como Uýra, a Árvore que Anda, a artista chamou atenção por viajar por comunidades fluviais da Amazônia levando conscientização por meio da personagem, que foi vencedora da edição manauara do concurso de drag queens Rival Rebolado, em 2017. Juntando lutas ambientais e LGBTQIAP+, ela está atualmente se apresentando na Europa, em residência artística na Áustria no projeto “Resurgences of Amazonia!” e performances no Museo d’Arte Contemporanea, na Itália. Seus corpos são artes, um show de cores e vivacidade que encanta. E, celebrando o Dia Internacional da Drag Queen, convidamos a bióloga, educadora e artista visual indígena UÝRA Sodoma para nos contar sobre a ligação entre a sua expressão e visão de mundo. 🌈✨ pic.twitter.com/aqslgV6tB7 — Doritos® (@doritosbrasil) July 16, 2021
Família de Rodrigo Faro superara covid-19
A modelo Vera Viel anunciou nas redes sociais nesta quinta-feira (15/7) que sua família está livre da Covid-19. Há duas semanas, ela, as filhas e o apresentador Rodrigo Faro testaram positivo para doença. Faro chegou a se envolver numa polêmica na ocasião, com acusações de recusa de teste de coronavírus que foram desmentidas. “Oi, gente. Tudo bem? Passando aqui pra responder as mensagens que estou recebendo de muita gente querendo saber como a gente está, se a gente está bem, se a gente se recuperou. Sim, estamos ótimos, graças a Deus! Rodrigo está muito bem, eu, as meninas. Foram dias difíceis, de muita luta, mas vencemos este vírus! Espero que todas as pessoas que têm passado por isso também se recuperem”, ela escreveu. “Foram fundamentais as orações de todo mundo, as mensagens de carinho nos ajudaram muito. Tenho muito a agradecer. Agora é vida que segue: semana que vem Rodrigo já deve voltar a gravar e a gente está muito muito feliz e grato a Deus pela nossa recuperação. Passando por aqui pra tranquilizar todo mundo e sim, graças a Deus, estamos curados!”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vera Viel (@veraviel)
Netflix pretende oferecer games para assinantes
A Netflix planeja começar a oferecer games em sua plataforma a partir de 2022. Para isso, anunciou a contratação de Mike Verdu, ex-executivo da produtora de games EA (de títulos como FIFA e Apex) como presidente de desenvolvimento da nova divisão de games da plataforma. A empresa ainda não revelou se pretende criar títulos próprios ou oferecer games de terceiros. Nesse segundo caso, ela vai disputar mercado com a Microsoft, que, neste ano, colocou o Game Pass e o Xbox Cloud Streaming como pontos centrais de sua estratégia de crescimento – tentando criar o que muitos analistas chamaram, justamente, de “a Netflix dos games”. O novo serviço deve ser incluído dentro do pacote atual de assinaturas – ou seja, um único login e um único pagamento mensal darão acesso não apenas a filmes e séries, mas também a jogos. A ampliação dos negócios da empresa já tinha sido revelado em maio, quando a Netflix anunciou que buscava um executivo para a vaga que foi preenchida por Verdu. Anteriormente, a Netflix já havia se arriscado com o lançamento de programas interativos que tiveram boa repercussão, iniciando com o episódio “Bandersnatch”, da série “Black Mirror” em 2018. Além disso, também encomendou um game tradicional baseado na 3ª temporada de “Stranger Things”. A iniciativa da Microsoft pode ter chamado atenção para um filão ainda pouco explorado, que para a Netflix poderia suprir o esvaziamento constante e cada vez maior de seu catálogo, após o lançamento de plataformas rivais de streaming criadas pelos principais estúdios produtores de conteúdo de Hollywood.
Polícia investiga Antonia Fontenelle por xenofobia
A Polícia Civil da Paraíba determinou a abertura de uma investigação criminal contra a atriz Antonia Fontenelle pelo uso de “expressões aparentemente preconceituosas e xenofóbicas” em uma fala sobre o DJ Ivis, preso na quarta (14/7) e investigado por agredir a mulher. O inquérito será realizado na Delegacia Especializada de Crimes Homofóbicos, Raciais e Étnicos. Ao comentar a agressão de Ivis, Fontenelle se manifestou da seguinte forma: “Esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que podem tudo”. Posteriormente, ela tentou se justificar no Instagram. “Paraíba é força de expressão, quem faz ‘paraibada’, como por exemplo bater em mulher. Esses machos escrotos que ganham uns trocados e acham que podem tudo”, disse. A justificativa teria reincidido na xenofobia, como a vencedora do “BBB 21” Juliette Freire comentou, sem citar o nome da ofensora, nas redes sociais. “Não é força de expressão, é xenofobia. Não existe ‘ser Paraíba’ e ‘fazer paraibada’. Existe ser PARAIBANA/O, o que sou com muito orgulho. Tire seu preconceito do caminho, que vamos passar com a nossa cultura e não vamos tolerar atitudes machistas e xenofóbicas de lugar algum….” No Stories do Instagram, Juliette completou: “Essa não é a primeira vez que eu escuto alguém usar o termo ‘Paraíba’ de forma pejorativa. Paraíba é o estado, nós somos paraibanas. Se você quer usar um termo ruim, use agressor, criminoso.” “Procure qualquer outro, isso não é brincadeira, isso não é leve, isso machuca e reproduz um discurso de ódio e xenofóbico. ‘Ah, foi sem maldade’. Pouco importa. É sem maldade, mas machuca”, concluiu ela. Paraibana, Elba Ramalho também se pronunciou contra a fala de Fontenelle. “Paraibada não existe, e xenofobia é crime. Paraibada não, paraibanos com muito orgulho”, escreveu a cantora em seus Stories do Instagram. Em vez de admitir o equívoco, Fontenelle mencionou lacração em novos postos do Stories e chamou Juliette de “covarde” por acusá-la de xenofobia. “O certo, como mulher, se você fizesse jus à oportunidade que Deus te deu, de ter mais de 30 milhões de pessoas te seguindo, é que você viesse como mulher execrar a atitude desse macho escroto e agressor de mulher”, ela afirmou. O delegado responsável pelo caso, Pedro Ivo, explicou à imprensa: “Expressões como ‘paraibada’, como ‘esse Paraíba’, são expressões que aparentemente caracterizam crime previsto no artigo 20 da Lei 7716 de 1989, a chamada Lei do Racismo, que prevê penas para condutas criminosas de intolerância em geral”. Em nota, o advogado de Antonia Fontenelle disse que ela estava sendo vítima de calúnia. “A Antonia está sendo vítima de calúnia, pois teve a fala deturpada e retirada de um contexto, quando manifestou indignação nas redes sociais a respeito da violência doméstica praticado pelo DJ Ivis contra a esposa, fato divulgado em mídia nacional. Ela jamais teve a intenção de ofender o povo da Paraíba, apenas manifestou opinião sobre o covarde comportamento de um paraibano em específico, do qual temos certeza que não é orgulho para nenhum de seus conterrâneos no momento. O Delegado que determinou a instauração do inquérito policial certamente está sendo induzido a erro, mudaram o foco da questão. Com a investigação será elucidado o fato específico, minha cliente não cometeu o suposto crime alegado. A situação vem causando um abalo imensurável a honra de Antonia, e eventual denunciação caluniosa será apurada, sob as penas da Lei”. Não é à primeira vez que Antonia Fontenelle é investigada por xenofobia. Anteriormente, ela escreveu nas redes sociais: “Volta para o seu país, é o melhor que você faz”, referindo-se à atriz Giselle Itié, que nasceu no México. Por conta desta declaração, ela foi indiciada em fevereiro pelos crimes de racismo e xenofobia pela Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), mas acabou inocentada no começo deste mês.












