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    Mansão de Will Smith pega fogo

    21 de setembro de 2021 /

    A mansão de Will Smith e Jada Pinkett Smith em Calabasas, na Califórnia (EUA), foi vista em chamas por paparazzi locais na segunda-feira (20/9). Vídeos feitos na vizinhança mostraram muita fumaça e uma ambulância entrando na residência avaliada em US$ 42 milhões por volta das 15h30. Nesta terça, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Los Angeles confirmou que houve um “incêndio estrutural” que causou “danos por fumaça” na mansão. Ainda não se sabe onde o incêndio começou e muito menos o que o motivou. A boa notícia é que, apesar de ambulâncias e bombeiros terem ido até o endereço, não houve feridos. Will Smith e Jada Pinkett ainda não se pronunciaram sobre o ocorrido. Will Smith mansion: Fire trucks rush to actor’s Malibu home amid reports of blaze Fire trucks and an ambulance were seen Monday going to the $42 million dream home Will Smith built in Calabasas amid reports of a fire and someone being treated at the scene. pic.twitter.com/ris6ZcaPE3 — HÜSEYİN AVNİ KEMAL (@Hak2853) September 21, 2021 Will Smith and Jada Pinkett Smith are doing 'fine' after house fire https://t.co/lcFBhWiyCm pic.twitter.com/IPWbKPnac6 — Page Six (@PageSix) September 21, 2021

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    Netflix comemora seu “Emmy histórico”

    20 de setembro de 2021 /

    A Netflix celebrou seu recorde de vitórias no Emmy com declarações de seus executivos para a imprensa nesta segunda-feira (20/9). “Acho que a noite passada foi uma noite histórica em muitos aspectos”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix, em entrevista coletiva, referindo-se às 44 vitórias da plataforma no Emmy 2021. O número só tinha sido atingido uma única vez na história da Academia da Televisão, pela rede CBS em 1974. Mas este não foi o único feito da Netflix, como listou Bajaria. “Empatar o recorde de 44 vitórias da CBS em 1974, quando havia apenas três emissoras de TV concorrendo, foi histórico”, ela começou. “‘The Crown’ conquistar todas as sete categorias da Série de Drama foi histórico. Foi uma noite histórica para todo o streaming, que venceu os troféus de Melhor Drama, Comédia e Minissérie”, completou. Peter Friedlander, chefe do departamento de séries dos Estados Unidos e Canadá da Netflix, comparou a consagração de domingo (19/9) com o começo acanhado do streaming. “Eu estava aqui há oito anos quando começamos a ter as primeiras séries dramáticas com ‘House of Cards’ e não tínhamos nem mesmo ideia se seríamos elegíveis para o Emmy”, ele lembrou. “Então, chegar onde chegamos na noite passada, oito anos depois, foi uma mudança radical e muito emocionante.” Além do recorde de troféus, o Emmy 2021 também marcou a primeira vez que a Netflix ganhou mais prêmios do que qualquer outra plataforma ou canal, com larga vantagem para sua concorrente mais tradicional, a HBO – mesmo com a inclusão das séries da HBO Max na conta, o canal rival não passou de 19 vitórias no total. Junto de “The Crown”, Melhor Série de Drama, a Netflix também comemorou a conquista de “O Gâmbito da Rainha”, Melhor Minissérie de 2021, além de prêmios para várias outras produções.

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    Vitórias do streaming aumentam audiência do Emmy

    20 de setembro de 2021 /

    Que tal a ironia? Privilegiar atrações de streaming fez crescer a audiência televisiva do Emmy. De acordo com a consultoria Nielsen, a audiência da transmissão do Emmy 2021 no domingo (19/9) foi 16% maior que a registrada na premiação de 2020 na rede americana CBS. Ao todo, 7,4 milhões de telespectadores assistiram a cerimônia ao vivo, contra 6,3 milhões no ano passado, quando o Emmy registrou o pior público de sua História. Os números atuais representam a maior audiência do evento desde 2018, quando 10,2 milhões de telespectadores sintonizaram a disputa de troféus da Academia de Televisão dos EUA. Neste ano, a maioria dos candidatos vieram de plataformas digitais e as atrações da Netflix consagraram-se como as mais premiadas, marcando uma nova era para a “televisão”.

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    Emmy 2021 só premiou atores brancos

    20 de setembro de 2021 /

    O Emmy 2021 distribuiu 12 prêmios de atuação na noite de domingo (19/9). Todos eles para atores brancos. A situação foi um grande contraste em relação à lista dos indicados. Na disputa de Melhor Ator, por exemplo, havia quatro intérpretes negros e apenas dois brancos. Mesmo assim, venceu o inglês Josh O’Connor. Ao todo, 44% dos atores que disputaram o Emmy eram não-brancos, um recorde, mas isso não repercutiu nas premiações. Fora das categorias de atuação, a cerimônia principal do Emmy 2021 teve apenas dois vencedores negros: RuPaul, que como produtor venceu o troféu de Melhor Reality de Competição por “RuPaul’s Drag Race” – e de quebra se tornando a pessoa negra mais premiada da história do Emmy – , e Michaela Coel, que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie por “I May Destroy You”. O tom de derrota foi dado logo na abertura da cerimônia, quando o apresentador Cedric the Entertainer fez piada sobre a dificuldade que atores não-brancos enfrentam em premiações. “A boa notícia é que temos muitas pessoas negras indicadas nesta noite. Como o meu amigo Anthony Anderson… Esta é a 11ª indicação dele, mas hoje Anthony concorre contra Michael Douglas e Ted Lasso. Boa sorte, parceiro, mas preciso dizer: parece que ainda é difícil aqui para a gente”. Outros atores não-brancos indicados ao Emmy 2021 que acabaram ignorados pelos votantes foram Mj Rodriguez e Billy Porter (ambos de “Pose”), Kenan Thompson (de “Kenan” e “Saturday Night Live”), Rosie Perez (“The Flight Attendant”), Bowen Yang (“Saturday Night Live”), Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”), Lin-Manuel Miranda e todo o elenco de “Hamilton”, além da própria Michaela Coel (“I May Destroy You”). Durante a madrugada desta segunda (20/9), a hashtag #EmmySoWhite tornou-se um dos tópicos mais mencionados no Twitter.

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    Herói que inspirou filme “Hotel Ruanda” é condenado a 25 anos de prisão

    20 de setembro de 2021 /

    Paul Rusesabagina, reconhecido mundialmente por ter salvo cerca de 1,2 mil pessoas durante o genocídio tutsi em Ruanda, ação que inspirou o filme “Hotel Ruanda”, foi condenado nesta segunda-feira (20/9) a 25 anos de prisão por “financiamento de terrorismo”. “Hotel Ruanda” mostrava como o ex-gerente de hotel usou suas conexões com a elite hutu para proteger os tutsis do massacre que transformou a região num banho de sangue genocida. Por interpretar Rusesabagina, o ator Don Cheadle foi indicado ao Oscar em 2005. O ativista de 67 anos foi considerado culpado de dar suporte à Frente de Libertação Nacional (FLN), braço armado do Movimento pela Mudança Democrática de Ruanda (MRCD), partido da oposição no exílio. “Ele fundou uma organização terrorista que atacou Ruanda e contribuiu financeiramente para atividades terroristas”, disse a juíza Beatrice Mukamurenzi ao fim de um julgamento de sete meses. Antes do processo, Rusesabagina havia admitido participação na fundação do MRCD, mas negou que o grupo tivesse ligação com a FLN. “Meu trabalho dizia respeito à plataforma política, e minha função era diplomática”, justificou o ativista em setembro de 2020. Seu julgamento foi denunciado por apoiadores por falta de independência. Ele teria sido preso numa retaliação do governo de Paul Kagame, de quem Rusesabagina e grupos de direitos humanos acusam de sufocar a dissidência. A prisão foi suspeitíssima. Rusesabagina vivia em autoexílio e foi preso em agosto de 2020, após um avião no qual ele havia embarcado para o Burundi precisar fazer um pouso não programado em Kigali, capital de Ruanda.

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    Emmy histórico consagra Netflix e a era do streaming

    20 de setembro de 2021 /

    A TV convencional acabou. Quem quiser ver as melhores séries do ano em tela grande, só vai conseguir com Smart TV. Entregue na noite de domingo (19/9), o Emmy 2021, principal premiação da indústria televisiva dos EUA, consagrou conteúdos de aplicativos. Depois de anos buscando o principal troféu dramático, a Netflix teve vitória dupla com as conquistas de Melhor Minissérie para “O Gambito da Rainha” e Melhor Série de Drama para “The Crown”, enquanto “Ted Lasso” deu à novata Apple TV+ o Emmy de Melhor Série de Comédia. O streaming tornou-se um estilo de vida durante a pandemia, levando mais empresas rumo ao digital. Até a tradicional rival da Netflix, a HBO, virou HBO Max para fazer frente ao número de produções da concorrente. Juntar “Hacks”, criada especialmente para o streaming, com “Mare of Easttown”, feita para a TV paga, impediu um vexame, mas não que a Netflix fizesse História. A maior empresa digital venceu 10 troféus no domingo, atingindo um total de 44 Emmys com os prêmios técnicos entregues na semana passada. “O Gambito da Rainha” e “The Crown” conseguiram a façanha de comemorar 11 vitórias cada. A conquista é recorde. Anteriormente, a marca de 44 vitórias só tinha acontecido uma única vez, em 1974 pela rede CBS, quando “Mary Tyler Moore” e “M*A*S*H” representavam o auge da TV tradicional. Para dar dimensão da conquista, nos sete anos anteriores, entre 2013 e 2020, a Netflix tinha atingido um máximo de 30 indicações nas categorias de Drama, Comédia e Minissérie, sem nunca vencer os troféus principais. Mas a revolução não é só do streaming que faz “tudum”. A mudança dos preferências é compartilhada por outras plataformas, resultando numa concentração de prêmios fora do espaço televisivo convencional – a HBO Max levou 19 Emmys, seguida pela Disney+ com 14 e a Apple TV+ com 11. Vale considerar que até os melhores atores trabalharam em streaming. Alguns artistas famosos, como Jason Sudeikis, Olivia Colman, Evan Peters, Josh O’Connor, Tobias Menzes, Julianne Nicholson e Ewan McGregor conquistaram seus primeiros troféus televisivos, enquanto Kate Winslet, Jean Smart e Gillian Anderson precisarão de armários maiores para guardar suas novas estatuetas graças aos seus desempenhos em conteúdo de plataformas digitais. Para completar, outra marca histórica foi atingida pela mulheres atrás das câmeras. Pela primeira vez, tanto o prêmio de Melhor Direção em Série de Drama quanto de Comédia foi para cineastas femininas, respectivamente Jessica Hobbs por “The Crown” e Lucia Aniello por “Hacks”. Hobbs, por sinal, foi apenas quarta mulher a vencer sua categoria. Em compensação, faltaram atores não brancos na premiação. Confira abaixo todos os premiados do Emmy 2021, incluindo as conquistas técnicas, denominadas de Creative Arts.   Primetime Emmy 2021 (19/9)   Melhor Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Série – Drama “The Crown” Melhor Série – Comédia “Ted Lasso” Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Evan Peters (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Melhor Ator – Série de Drama Josh O’Connor (“The Crown”) Melhor Atriz – Série de Drama Olivia Colman (“The Crown”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Tobias Menzies (“The Crown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson (“The Crown”) Melhor Ator – Série de Comédia Jason Sudeikis (“Ted Lasso”) Melhor Atriz – Série de Comédia Jean Smart (“Hacks”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Last Week Tonight com John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race” Melhor Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Série de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Roteiro – Série de Drama Peter Morgan (“The Crown”) Melhor Roteiro – Série de Comédia Lucia Aniello, Paul W. Downs, Jen Statsky (“Hacks”) Melhor Roteiro – Minissérie Michaela Coel (“I May Destroy You”) Melhor Roteiro – Variedades “Last Week Tonight com John Oliver” Melhor Direção – Série de Drama Jessica Hobbs (“The Crown”) Melhor Direção – Série de Comédia Lucia Aniello (“Hacks”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Scott Frank (“O Gambito da Rainha”)   Creative Arts Emmy 2021 (12/9)   Melhor Ator Convidado – Série de Drama Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Claire Foy (“The Crown”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Melhor Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Documentário “Boys State” Melhor Série Documental “Secrets Of The Whales” Melhor Série Animada “Primal” Melhor Realização Individual em Animação David Krentz (storyboard artist) em “Primal” Robert Valley (production designer) em “Love, Death & Robots” Patricio Betteo (background artist) em “Love, Death & Robots” Dan Gill (stop motion animator) em “Love, Death & Robots” Laurent Nicolas (character designer) em “Love, Death & Robots” Nik Ranieri (lead character layout artist) em “Os Simpsons” Melhor Produção Animada em Curta-Metragem “Love, Death + Robots” – Episódio “Ice” Mérito Excepcional em Documentário “76 Days” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show sem Estrutura “RuPaul’s Drag Race Untucked” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Casting – Série de Comédia “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “The Crown” Melhor Casting – Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Casting – Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Coreografia – Variedades “Dancing With The Stars” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Fotografia – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Fotografia – Reality Show “Life Below Zero” Melhor Comercial “You Can’t Stop Us” – Nike Melhor Direção – Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Melhor Direção – Documentário Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Melhor Direção – Reality Show Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição – Documentário “O Dilema das Redes” Melhor Edição – Reality Show Estruturado “RuPaul’s Drag Race” Melhor Edição – Reality Show sem Estrutura “Life Below Zero” Melhor Iluminação – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Iluminação – Especial de Variedades “David Byrne’s American Utopia ” Melhor Trilha Musical – Série “The Mandalorian” Melhor Trilha Musical – Minissérie, Antologia ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Trilha Musical – Documentário ou Variedades “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Direção Musical “Bo Burnham: Inside” Melhor Canção Original “WandaVision” – Agatha All Along Melhor Tema de Abertura “The Flight Attendant” Melhor Supervisão Musical “I May Destroy You” Melhor Ator – Série de Episódios Curtos John Lutz (“Mapleworth Murders”) Melhor Atriz – Série de Episódios Curtos Keke Palmer (“Keke Palmer’s Turnt Up With The Taylors”) Melhor Programa de Episódios Curtos “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Variedades em Curta-Metragem “Uncomfortable Conversations With A Black Man” Melhor Dublagem Maya Rudolph (“Big Mouth”) Melhor Narração Sterling K. Brown (“Lincoln: Divided We Stand”) Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição de Som – Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Mixagem de Som – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhores Efeitos Visuais – Temporada Completa “The Mandalorian” Melhores Efeitos Visuais – Episódio “Star Trek: Discovery” – Su’kal Melhor Coordenação de Dublês “The Mandalorian” Melhor Performance de Dublês “The Mandalorian” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Série de Variedades “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Roteiro – Documentário Vickie Curtis, Davis Coombe, Jeff Orlowski (“O Dilema das Redes”) Melhor Roteiro – Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside”   Creative Arts Emmy 2021 (11/9)   Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”

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    Luis Gustavo (1934-2021)

    19 de setembro de 2021 /

    O ator Luis Gustavo, que eternizou personagens memoráveis na TV brasileira, morreu neste domingo (19/9) em sua casa em Itatiba, no interior de São Paulo, aos 87 anos. Ele lutava contra um câncer desde 2018 e chegou a contrariar ordens médicas para fazer seu último trabalho, retomando um de seus papéis mais famosos, o Vavá no filme da série “Sai de Baixo”. Filho de um diplomata espanhol, Luis Gustavo Sánchez Blanco nasceu em Gotemburgo, na Suécia, e veio para o Brasil ainda criança. Sua entrada na indústria televisiva foi pelos bastidores. Quando a TV Tupi estreou em 1950, seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, diretor artístico da emissora, convidou o então adolescente para ocupar uma vaga de caboman. Rapidamente, o jovem tornou-se assistente de direção e, aproveitando a doença de um ator nos tempos dos teleteatros feitos ao vivo, estreou diante das câmeras num episódio do programa “TV de Vanguarda”, em 1953. Três anos depois, foi a vez do cinema, com uma participação em “O Sobrado”, escrito pelo mesmo cunhado bacana. Passando a se dedicar exclusivamente à atuação, ele começou a acumular papéis em filmes, como o sucesso de Mazzaropi “Casinha Pequenina” (1963), em novelas da Tupi, como a popular “O Direito de Nascer” (1964), e até no teatro, vencendo um prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por sua atuação em “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, em 1967. A grande virada de sua carreira aconteceu em 1968, quando virou protagonista da novela mais importante da história da TV brasileira. Luis Gustavo revolucionou a linguagem televisiva ao estrelar “Beto Rockfeller”, na TV Tupi, vivendo um sedutor sem-vergonha que tirava vantagem em tudo. “Beto Rockfeller” foi a primeira novela passada no Brasil contemporâneo, urbano, com locações externas e temática de humor. E isso a tornou diferente de todas as outras produções do gênero feitas até então. O texto de Bráulio Pedroso, um roteirista vindo do cinema, com colaboração do dramaturgo Plínio Marcos, tirou do ar as donzelas românticas e os mocinhos sem defeitos dos folhetins que dominavam a TV – o termo literário francês já indicada que eram todas adaptações de aventuras e melodramas de época europeus – para dar lugar a um cafajeste engraçado e 100% nacional. Isso inaugurou a era moderna das novelas brasileiras. Foram muitas inovações, desde o uso de trilha sonora internacional e as primeiras ações de merchandising numa novela, mas principalmente um protagonista que passava longe da imagem do galã dos folhetins. Luis Gustavo fez tanto sucesso no papel que o reprisou o cinema, num filme de Olivier Perroy lançado em 1970, e ainda estrelou uma continuação televisiva, “A Volta de Beto Rockfeller”, lançada na Tupi em 1973. Seu personagem acabou virando referência pop, sendo até parodiado por Mazzaropi no filme “Betão Roncaferro” (1970). Ele tentou repetir o fenômeno em “O Sheik de Ipanema” (1974), mas a esta altura a Tupi tinha mergulhado numa crise que culminaria em seu fechamento. No ano seguinte, foi convencido por Cassiano Gabus Mendes a mudar para a Globo, vivendo um dos papéis principais de “Anjo Mau” (1976), escrita pelo cunhado. A pareceria continuou com outras produções populares, como “Te Contei?” (1978), antes de estourar em “Elas por Elas” (1982), em que Luis Gustavo deu vida a outro papel antológico, o detetive atrapalhado Mario Fofoca. A princípio um simples coadjuvante, Mario Fofoca acabou se tornando o principal destaque da produção graças à performance engraçadíssima do ator Assim como aconteceu com Beto Rockefeller, o personagem também virou filme, “As Aventuras de Mário Fofoca”, com direção de Adriano Stuart em 1982, ganhou até uma série na Globo em 1983 e ressurgiu anos depois em outra novela. Desta vez, porém, o ator não demorou a encontrar outro papel hilário sob medida, novamente criado por Cassiano Gabus Mendes: Ariclenes, ou melhor o falso estilista espanhol Victor Valentín, em “Tititi” (1985). Sua identificação com o papel foi tão forte que a Globo resolveu lhe prestar homenagem no remake da trama produzido no ano 2010, convidando-o a aparecer, mas como outro personagem clássico: ninguém menos que o velho Mario Fofoca. Ao final dos anos 1980, sua popularidade era tanta que ele era capaz de criar bordões inesquecíveis até quando entrava numa novela para morrer nos primeiros episódios, como aconteceu em “O Salvador da Pátria” (1989), como o radialista sensacionalista Juca Pirama, que marcava sua locução com a frase “Meninos, eu vi!”. Depois de fazer muitas novelas, ele passou às séries. Entre 1994-1996, deu vida a Paulo, o pai de quatro meninas no popular seriado “Confissões de Adolescente”, exibido na TV Cultura e, posteriormente, na Rede Bandeirantes, que lançou a carreira da moleca Deborah Secco. Também protagonizou o primeiro sitcom bem-sucedido da Globo, “Sai de Baixo”, vivendo Vavá, patriarca de uma família tradicional paulistana, às voltas com falcatruas e dificuldades financeiras. Exibida entre 1996 e 2002, a atração fez tanto sucesso que ganhou revival em 2013 no canal pago Viva. O detalhe é que, além de estrelar, Luis Gustavo foi um dos criadores da série, ao lado do diretor Daniel Filho (“Se Eu Fosse Você”). Nos últimos anos, ele vinha alimentando a carreira cinematográfica com “O Casamento de Romeu e Julieta” (2005), de Bruno Barreto, em que interpretou um palmeirense, apesar de ser são-paulino doente, do tipo que chegava para gravar “Sai de Baixo” ao som do hino do time. Fez ainda “Os Penetras” (2013), em que retomou o universo de “Beto Rockfeller”, antes de se despedir dos fãs com “Sai de Baixo – O Filme”, em 2019. Ele era casado com Cris Botelho e tinha dois filhos: Luis Gustavo, de seu relacionamento com Heloísa Vidal, e Jéssica, fruto do casamento com a atriz Desireé Vignolli. E também tinha um bom relacionamento com os dois sobrinhos, os atores Tato Gabus Mendes e Cássio Gabus Mendes. Foi Cássio quem deu a notícia da morte de Tatá, apelido que acompanhou Luis Gustavo por toda a vida. “Obrigado por tudo, meu amado tio”, ele escreveu nas redes sociais, precipitando diversas homenagens de vários atores famosos.

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    Governo Bolsonaro tenta acabar com Lei do Audiovisual

    18 de setembro de 2021 /

    O governo Bolsonaro deu outro passo importante em seu projeto anticultural, visando acabar com o incentivo à produção do cinema brasileiro. O Ministério da Economia enviou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3203/2021 que acaba com mecanismos de incentivo responsáveis pelo financiamento da indústria audiovisual. O PL faz parte de Plano de Redução de Incentivos e Benefícios Federais de Natureza Tributária, que propõe a não prorrogação de benefícios fiscais que têm prazo determinado. Com isso, não seriam prorrogados 21 benefícios, destinados a diversas áreas da economia, que findam entre 2022 e 2025. Embutido no projeto estão cortes de alguns dos artigos mais importantes da Lei do Audiovisual, como aquele que concede dedução do imposto de renda do valor aplicado na produção de obras cinematográficas, além da extinção do Recine, responsável pelo investimento no parque exibidor (isto é, na construção, manutenção e abertura de novos cinemas). Bolsonaro já tinha tentado acabar com a Lei do Audiovisual e o Recine com um veto às suas prorrogações em dezembro de 2019. Mas o Congresso conseguiu reverter a situação, derrubando a canetada em agosto do ano passado. Com ideia fixa, o governo não desistiu e agora embute sua guerra cultural em projetos de viés econômico. As medidas podem trazer impactos desastrosos à indústria do audiovisual, que parece ser considerada uma das grandes inimigas a ser destruída por Bolsonaro, desde que assumiu o poder em 2019 falando mal do cinema brasileiro e dizendo que mandaria cortar financiamento ao “setor que alguns dizem ser de Cultura”.

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    Morte do ator de “Carinha de Anjo” pode ter sido homicídio

    18 de setembro de 2021 /

    A morte do ator Luiz Carlos Araújo, que interpretou o personagem Válter na novela “Carinha de Anjo” (2016) do SBT, ganhou contornos de mistério cinematográfico com a descoberta de uma passagem secreta em seu apartamento. O boletim de ocorrência, registrado no sábado passado (11/9), quando o ator foi encontrado, vazou na imprensa, trazendo à tona vários detalhes da investigação da causa da morte. A polícia trabalha com três hipóteses: suicídio, morte acidental ou homicídio. Nenhuma foi descartada até este momento. O detalhe mais chocante é que o ator foi encontrado com um saco preto na cabeça já em estado de decomposição. Ele estava na cama, deitado de cueca e com barriga para cima, quando os policiais chegaram a seu apartamento. No relato das descobertas, a polícia registrou ter identificado uma passagem secreta que dava acesso ao apartamento sem que houvesse necessidade de passar pela portaria, além de encontrará câmeras internas de segurança desligadas e outros detalhes intrigantes. Os policiais relataram que encontraram três câmeras no apartamento: acima da porta de entrada, no corredor e dentro do quarto. Além disso, o ator tinha uma grande TV e um estabilizador, em cima de um rack, que se encontravam desligados da tomada e desconectados dos cabos HDMI que davam acesso à internet. Atrás da TV, foi encontrado um aparelho de DVR que a polícia acredita ser o local de armazenamento das imagens das três câmeras encontradas no local. O aparelho não foi acessado e nem extraído no momento em que o corpo foi encontrado para não estragar possíveis evidências com relação à morte do ator. Também foi encontrado no quarto de Luiz uma grande área aberta que dispunha de uma rede que fazia parede contígua com uma caixa d’água. De acordo com os policiais, a passagem possibilitava acesso ao apartamento sem que fosse necessário passar pela portaria do prédio. A sacada do quarto também chamou a atenção da Polícia por estar completamente aberta. O caso segue sendo investigado pela polícia, que pediu a perícia de alguns itens da casa, inclusive do saco preto, para identificar alguma possível impressão digital. Também foram solicitadas investigações de digitais deixadas em itens encontrados no banheiro do apartamento, além da apreensão dos equipamentos de segurança e de dois celulares encontrados ao lado do corpo. Uma análise técnica para identificar uma possível fuga do ambiente por meio de escalada também foi pedida, além de um relatório detalhado do Instituto Médico Legal (IML), com exame necroscópico, sexológico e toxicológico. Segundo relato do boletim, o porteiro do prédio informou que o ator recebia constantemente visitas de um rapaz que também se chamava Luiz, apresentado como amigo de academia. O porteiro também informou ter visto o ator pela última vez na segunda retrasada (6/9). Sem contato com o amigo, que não atendia o celular há dias, a atriz Marilice Cosenza (“Amor e Revolução”) foi quem mobilizou o porteiro do apartamento de Araújo no sábado passado para verificar o que havia acontecido. “Ninguém atendeu a porta. O porteiro foi, tocou e sentiu um cheiro muito forte do apartamento. Chamaram a polícia e um chaveiro. Abriram o apartamento e encontraram o Luiz na cama, já falecido. Parece que ele estava ali há uns três, quatro dias”, disse a atriz à imprensa há uma semana. Ela era uma das melhores amigas e parceira de Araújo numa produtora de vídeos.

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    Mario Camus (1935–2021)

    18 de setembro de 2021 /

    O diretor espanhol Mario Camus, premiado nos festivais de Cannes e Berlim, morreu neste sábado (18/9) em Santander, na Espanha, aos 86 anos. Com uma carreira de quase seis décadas, Camus era autor de diversos clássicos do cinema espanhol. Seu primeiro longa, “Los Farsantes”, foi lançado em 1963. Três anos depois já estava disputando a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Con El Viento Solano”. Ele também dirigiu sucessos comerciais, como “Essa Mulher” (1969), estrelado pela diva Sara Montiel, e até o western spaghetti “A Cólera de Trinity” (1970), com o astro italiano Terence Hill. O reconhecimento internacional veio apenas nos anos 1980, após Camus passar pela TV e se reinventar com “A Colmeia” (1982), em que explorou os contrastes sociais entre os artistas marginalizados pela ditadura e a burguesia que prosperou em meio às barbaridades do governo de Francisco Franco. Aclamado pela crítica, o filme venceu diversos prêmios importantes, inclusive o Leão de Ouro do Festival de Berlim. “A Colmeia” era adaptação de um romance de Camilo José Cela e sua consagração inspirou o diretor a se especializar em filmagens de obras importantes. Um ano após vencer Berlim, ele recebeu uma menção especial do júri do Festival de Cannes por outra adaptação, “Os Santos Inocentes” (1984), baseado no livro de Miguel Delibes. Além disso, o festival francês também premiou sua dupla de intérpretes, Paco Rabal e Alfredo Landa. Uma de suas adaptações mais populares foi “A Casa de Bernarda Alba” (1987), baseada na célebre peça de Federico García Lorca, premiada no Goya, o Oscar espanhol. A partir dos anos 1990, porém, decidiu mudar de estratégia e passou a filmar suas próprias histórias, o que acabou sendo ótimo para sua carreira. Ele recebeu quatro indicações ao Goya de Melhor Roteirista, obtendo uma vitória por “Sombras en una Batalla” (1993). O sucesso como roteirista deu impulso a uma atividade paralela, levando-o a escrever para outros cineastas. Um de seus últimos trabalhos foi o roteiro de “Roma, Um Nome de Mulher” (2004), dirigido pelo argentino Adolfo Aristarain, que lhe renderam os prêmios finais de sua carreira, como Melhor Roteirista nos festivais de Havana (Cuba) e Toulouse (França), além de sua derradeira indicação ao Goya. Camus encerrou a filmografia com “El Prado de las Estrellas”, que escreveu e dirigiu em 2007. Quatro anos depois, foi convidado de volta ao Goya para receber uma grande homenagem, com um prêmio especial pelas realizações de sua vida artística.

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    Sócio do Espaço Itaú também assume cinema fechado em Salvador

    17 de setembro de 2021 /

    Assim como aconteceu com o complexo do Espaço Itaú Cinema em Porto Alegre, o cinema de Salvador, fechado na quinta-feira (16/9), voltará a ser abertas em breve sem a marca, mas com a mesma equipe de programação. Adhemar Oliveira passará a operar tanto o cinema Glauber Rocha, em Salvador, como o cinema do Bourbon Shopping Country, em Porto Alegre, sob uma nova denominação. Em Salvador, Oliveira trabalhará em sociedade com Claudio Marques, fundador e principal coordenador do Panorama Internacional Coisa de Cinema, que era o responsável pelo Espaço Itaú Cinema local. Já Oliveira, que também é diretor de programação do circuito Cinearte – com uma sala em São Paulo e outra em Belo Horizonte – , foi o mentor do Espaço Banco Nacional de Cinema, fundado em 1993 em São Paulo, que se tornou o embrião do projeto Espaço Itaú Cinema. Os dois cinemas permanecerão fechados para a realização de obras e mudanças necessárias (troca de programação visual, adequação de sistemas digitais, etc) com reabertura prevista para breve. Neste meio tempo, Oliveira também buscará fechar novas parcerias comerciais. Apesar da mudança de denominação, a programação dos novos cinemas pretendem dar continuidade ao “espírito de conjugar todas as cinematografias do mundo, do cinema comercial aos filmes independentes europeus e brasileiros, mantendo os projetos que formam novas plateias (clube do professor, escola no cinema) e difundindo cultura para todas as idades”, de acordo com comunicado. A iniciativa preservará dois dos três complexos fechados pelo Espaço Itaú Cinema. Junto dos cinemas de Porto Alegre e Salvador, o circuito também perdeu salas em Curitiba, numa “reestruturação” que redireciona seus serviços para o streaming Itaú Cultural Play. Apesar dos fechamentos, o circuito Espaço Itaú Cinema continua com cinco complexos em funcionamento, três nas cidades de São Paulo e os demais no Rio de Janeiro e Brasília, totalizando 40 salas.

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    Jennifer Aniston desabafa sobre reunião de “Friends”: “Foi brutal”

    17 de setembro de 2021 /

    A atriz Jennifer Aniston revelou que a reunião do elenco principal de “Friends”, no especial produzido para a HBO Max, desencadeou saudades, mas principalmente melancolia. Ela explicou a confusão de sentimentos numa entrevista cândida concedida ao colega Rob Lowe, no podcast “Literally!”, onde assumiu que reencontrar Courteney Cox, Matthew Perry, David Schwimmer, Lisa Kudrow e Matt LeBlanc no cenário original da série “foi brutal”. “A gente não sabia como seria. Quer dizer, a gente vinha ouvindo falar sobre essa ideia há tempos e sabíamos que as pessoas queriam isso — que os fãs realmente queriam uma reunião”, disse a atriz. “Na nossa cabeça, pensamos: ‘Vai ser bem divertido viajar no tempo’. Só que, na realidade, viajar no tempo é um tanto quanto difícil”. Ela contou que o primeiro choque veio ao encontrar os mesmos cenários usados nas gravações da série. “Eles tinham exatamente as mesmas coisas, até os produtos falsos que ficavam dentro das prateleiras e outras coisas pequenas que ficaram guardadas esse tempo todo”, detalhou. “E, de repente, ali está você de volta. Só que se passaram 16 anos… Muita coisa mudou para muitos de nós. Lá atrás, nós éramos jovens inocentes e meio que tínhamos toda a nossa vida à nossa frente, mesmo que estivéssemos devastados por dar adeus àqueles 10 anos em um trabalho que todos amávamos”, adicionou. “‘Friends’ trouxe tanta alegria para os fãs e para nós. Quero dizer, era como tomar uma pílula de felicidade diariamente. Então, voltar a esse lugar — é nostálgico de uma forma que também é um tanto de melancolia, sabe? Porque muito mudou”, continuou a atriz. “Nós seguimos por estradas diferentes, algumas fáceis e outras nem tanto, para cada um de nós. Foi brutal, e você não pode desligar essas emoções. Havia câmeras em todos os lugares, e eu não conseguia parar de chorar”, completou. A reunião de Friends está disponível na HBO Max desde a inauguração do serviço no Brasil, em 29 de junho. Escute abaixo a íntegra da conversa entre Aniston e Lowe no podcast.

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    Jane Powell (1929–2021)

    16 de setembro de 2021 /

    A atriz Jane Powell, estrela de vários musicais clássicos de Hollywood, morreu nesta quinta-feira (16/9) de causas naturais em sua casa em Wilton, Connecticut, aos 92 anos. Ela começou a carreira ainda adolescente e sempre projetou uma imagem de garota inocente, desde a primeira aparição nas telas, com 15 anos de idade em “Viva a Juventude”, de 1944. Seu nome verdadeiro não era nada parecido com aquele que a tornaria famosa. Jane Powell na verdade era Suzanne Lorraine Burce. Sua trajetória foi preparada desde cedo pelos pais, que investiram para transformá-la numa nova Shirley Temple, com aulas de canto, dança e atuação desde a infância. A aposta em seu talento fez sua família se mudar de Portland, Oregon, para Los Angeles, onde ela entrou em diversos concursos de talentos, até vencer competições de canto e assinar contratos de rádio. Em entrevista para o jornal Chicago Tribune, em 2011, ela confessou que, por mais que tenha adorado sua infância artística, acabou se tornando uma jovem solitária. “Era emocionante. Conheci pessoas que nunca conheceria. Mas senti falta de amizades da minha idade e daquilo que todos os jovens sentem falta se não têm a progressão normal do ensino fundamental para o médio. Não tive festas do pijama, nem noites de garotas. Eu não conhecia ninguém. Foi uma vida solitária, realmente.” O nome artístico foi consequência de seu primeiro filme. Em “Viva a Juventude”, ela deu vida a uma estrela mirim de cinema muito famosa, que só queria ter uma vida normal e conviver com outras crianças normais. Um de seus números musicais na trama, “Too Much in Love”, recebeu uma indicação ao Oscar de melhor Canção Original. Em suma, ela fez tanto sucesso na estreia que foi instruída pelo estúdio a adotar o nome da personagem como se fosse dela mesmo. Seu papel se chamava Jane Powell. A adolescente cresceu diante das câmeras de cinema, filmada geralmente em cores vibrantes de Technicolor em produções do megaprodutor Joe Pasternak. Em uma década, ela se transformou de “Deliciosamente Perigosa” (1945) em uma das “Sete Noivas para Sete Irmãos” (1954). Entre um e outro, ainda estrelou musicais com Carmen Miranda, como “O Príncipe Encantado” (1948), que também incluía a jovem Elizabeth Taylor – futura dama de honra de seu primeiro casamento – , e “Romance Carioca” (1950), sem esquecer do clássico absoluto “Núpcias Reais” (1951), em que dançou e cantou com Fred Astaire. “Núpcias Reais” marcou a primeira vez que Powell viveu uma personagem adulta. Ironicamente, ela era apenas a terceira opção para o papel da irmã esperta de Astaire, substituindo June Allyson (que engravidou) e Judy Garland (que foi demitida após perder um ensaio). Mas o filme foi muito importante para sua carreira, pois a aproximou do diretor Stanley Donen, que logo depois a escalou em seu papel mais famoso. O auge da carreira da atriz aconteceu em “Sete Noivas para Sete Irmãos” (1954), um dos mais populares filmes da MGM de todos os tempos, em que viveu a cozinheira de pensão Milly, que se apaixona pelo fazendeiro caipira Adam (Howard Keel) e começa a ensinar a seus seis irmãos rudes uma ou duas coisas sobre boas maneiras. O detalhe é que a MGM estava apostando em outro musical naquele ano, “A Lenda dos Beijos Perdidos”, com Gene Kelly e Cyd Charisse. Só que o público e a crítica foram unânimes em preferir o romance de Powell e Kell. Além de lotar cinemas, o longa de Stanley Donen teve cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme (perdeu para o clássico “Sindicato de Ladrões”). Com sua voz de soprano, Powell também teve uma carreira repleta de discos, shows e espetáculos da Broadway. Mas sua estreia nos grandes palcos de Nova York só aconteceu nos anos 1970, como substituta de sua velha amiga Debbie Reynolds em uma remontagem de “Irene”. Ela e Reynolds já tinham trabalho juntas no cinema em “Quando Canta o Coração” (1950), “Tentações de Adão” (1954) e “Marujos e Sereias” (1955). Depois de fazer “Marujos e Sereias”, Powell pediu para ser dispensada de seu contrato com a MGM e deixou o estúdio aos 26 anos, em novembro de 1955. Sua saída de cena também marcou o fim da era dos grandes musicais da MGM. Numa mudança radical, ela virou loira sexy na comédia “Uma Aventura em Balboa” (1957), estrelou um filme noir, “Naufrágio de uma Ilusão” (1958), e sua primeira aventura de ação, “O Maior Ódio de um Homem” (1958), antes de trocar o cinema pela televisão nos anos 1960. Ela chegou a fazer o piloto de uma série, “The Jane Powell Show”, que foi exibido como telefilme em 1961, e seguiu o resto da carreira fazendo participações em séries, como “O Barco do Amor”, “Ilha da Fantasia”, “Assassinato por Escrito” e “Tudo em Família”. Nesta última, teve um papel recorrente, de 1988 a 1990, como a mãe viúva do personagem de Alan Thicke. Seu último papel dramático foi na série “Law & Order: SVU”, interpretando uma mulher com demência num episódio exibido em 2002. Jane Powell teve cinco maridos. O primeiro casamento foi com Geary Steffen, o parceiro de patinação da campeã olímpica norueguesa Sonja Henie, que aconteceu em 1949 numa festa para 500 pessoas e com Elizabeth Taylor como dama de honra. Já o último casamento foi com o ex-astro infantil Dickie Moore (“Oliver Twist”). Eles ficaram juntos de 1988 até a morte de Moore, em 2015. Lembre abaixo uma famosa interpretação musical de Powell em “Sete Noivas para Sete Irmãos”.

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