Vídeo de bastidores de Animais Fantásticos explora volta à escola de magia de Harry Potter
A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, continuação da saga “Animais Fantásticos”, que por sua vez é um prólogo da franquia “Harry Potter”. E o vídeo se foca justamente no retorno ao universo do bruxinho. A data de divulgação não foi aleatória, já que o dia 1º de setembro marca “tradicionalmente” a volta às aulas em Hogwarts. E a prévia é focada na escola de magia. “Eu amei voltar a Hogwarts. É claro que amei”, diz no vídeo a autora J.K. Rowling, roteirista do filme. “É um cenário muito familiar para qualquer um que viu os filmes de ‘Harry Potter’, mas, obviamente, os professores são diferentes. Eu fiquei muito sentimental em voltar para lá”. O longa marcará a primeira vez que a nova franquia visita Hogwarts, mostrando como era a escola décadas antes do nascimento de Harry, Hermione e companhia. Por conta disso, o destaque é a presença do jovem Alvo Dumbledore, interpretado por Jude Law. “Para mim, foi uma experiência fora do meu corpo”, define Jude Law no vídeo. “Eu assisti aos filmes como todo mundo, mas estar dentro deles é diferente. Nas filmagens, você só está trabalhando, mas depois olha para trás e pensa: ‘Isso foi muito especial'”. “Os nomes, a história, tudo que está no fundo das nossas mentes por causa da saga ‘Harry Potter’, começa a se entrelaçar com essa nova trama”, acrescenta o astro do filme, Eddie Redmayne, que reprisa o papel de Newt Scamander após “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Os Crimes de Grindelwald” filmou suas cenas de Hogwarts em Lacock Abbey, onde os primeiros filmes da saga de Harry Potter, “A Pedra Filosofal” e “A Câmara Secreta”, também foram rodados. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas brasileiros em 15 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Emmy Rossum anuncia saída da série Shameless
A atriz Emmy Rossum anunciou no Facebook que vai sair da série “Shameless”, após nove temporadas vivendo a atarefada Fiona Gallaher. No longo post, ela despede-se do papel de filha e irmã mais velha, que vive desde 2011 na série mais longeva do canal pago americano Showtime, agradecendo fãs, colegas de elenco e equipe. “É difícil de pôr em palavras – sentimentos – , mas vou tentar”, começa seu texto, que não esclarece até que ponto ela estará envolvida na 9ª temporada, embora deixe subentendido que a produção deva continuar sem ela. “Até ‘Shameless’ entrar na minha vida, […] eu vivia a existência transitória e maravilhosa de um ator”, escreveu Rossum, citando como “pulava” de um set de filmagem a outro, trabalhando com uma equipe diferente a cada par de meses. “Eu nunca tinha percebido o quanto sentia falta de um senso de comunidade na minha vida. ‘Shameless’ me deu isso, e a todos nós na equipe. Temporada após temporada, era incrível como exatamente as mesas pessoas estavam de volta”. A atriz ainda comenta que é filha única e nunca teve uma grande família, como sua personagem na série. “Foi incrível observar as crianças crescerem e se tornarem seres humanos fortes, talentosos e independentes. Eu ensinei Emma [Kenney, a Debbie da série] a depilar as pernas. Eu estava lá quando Ethan [Cutkosky, o Carl] aprendeu a dirigir”, conta. “Esse tipo de estabilidade, esse tipo de família, fez com que eu me sentisse segura para crescer criativamente”. “Nós fizemos mais de 100 horas de televisão. Isso não é pouca coisa”, comenta, lembrando que a série chegará ao seu 100º episódio na 9ª temporada. “Há um estudo que diz que você demora 100 horas de convivência para se tornar amigo de alguém. Os Gallagher estão na vida das pessoas há 100 horas. Faz sentido. Podemos sentir a conexão de vocês, fãs, conosco e com esses personagens. É incrível estar no aeroporto, no restaurante, na rua, e ouvir um ‘oi, Fiona!'”. “A oportunidade de interpretar Fiona tem sido um grande presente. Há poucos personagens, femininos ou não, tão cheios de camadas e dinâmicos. Ela é uma leoa, corajosa, falha e sexualmente liberada. Ela é machucada, vulnerável, mas nunca desiste. Ela está vivendo em uma depressão econômica, mas se recusa a ficar deprimida. Ela é cheia de recursos, leal, brava”, exalta. “Eu sei que vocês continuarão sem mim, por enquanto. Há muito mais de histórias dos Gallagher para contar”, conclui a atriz. “Eu sempre vou torcer pela minha família. Tentem não pensar em mim como aquela que foi embora, mas sim aquela que se mudou para a casa vizinha”. Entretanto, apesar dessa afirmação da atriz, o canal Showtime ainda não anunciou a renovação da série para seu décimo ano de produção. Recentemente, a CBS decidiu cancelar “Big Bang Theory” a continuar sem seu protagonista, após Jim Parsons resolver não continuar na atração. Emmy Rossum é a principal protagonista de “Shameless”. O criador e produtor John Wells (que também é diretor de filmes como “Álbum de Família” e “Pegando Fogo”) esclareceu que Fiona terá uma grande despedida, “digna dos Gallegher”, no final da temporada, “que honre o grande trabalho que Emmy fez”. “É sempre agridoce quando um membro do grupo decide sair da casa proverbial, mas nossa porta sempre permanecerá aberta para Fiona voltar para casa para uma visita, ou para voltar. Espero continuar as histórias desse imprevisível família e todos nós em Shameless sentiremos falta de Emmy e de sua maravilhosa Fiona”, acrescentou, via comunicado. Vale lembrar que a atriz tinha ameaçado sair de “Shameless” há dois anos e a série só foi renovada para a 8ª temporada após ela receber aumento de salário e assinar novo contrato. A 9ª temporada estreia em 9 de setembro e será dividida em duas partes, com os sete episódios finais previstos para janeiro nos Estados Unidos. It’s a hard thing to put into words, feelings. But I’m going to try. This business is always an adventure, full of… Publicado por Emmy Rossum em Quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Ed Sheeran confirma participação no novo filme do diretor de Trainspotting
Ed Sheeran confirmou presença no próximo filme de Danny Boyle (“Trainspotting”). Ainda sem título, o filme é uma comédia musical com roteiro de Richard Curtis (“Simplesmente Amor”) e gira em torno de um jovem músico que acorda um dia e percebe que é a única pessoa no mundo que se lembra da existência dos Beatles. Sheeran, vivendo uma versão de si mesmo, “descobre” o rapaz e o torna famoso. “É um filme muito inteligente”, definiu o cantor em entrevista à revista Billboard. “E foi a primeira vez que eu tive que aprender como atuar. Em ‘Game of Thrones’ e esses outros projetos, eu simplesmente aparecia um dia e nós brincávamos um pouco. Dessa vez, tive dias completos de trabalho, 12 horas de gravação”. “Eu estava interpretando a mim mesmo, então acho que não fui tão mal”, brincou Sheeran. “Não tem como eu ter estragado o filme tanto assim”. Vale lembrar que ele não teve uma experiência muito boa ao aparecer na série “Game of Thrones”, chegando a “desistir” do Twitter após receber uma chuva de comentários negativos. O cantor também interpretou um personagem recorrente na série medieval “The Bastard Executioner”, que durou apenas uma temporada em 2015, no canal pago FX. Ele filmou sua participação no filme em meio à sua mais recente turnê musical. No elenco, também estão confirmados Lily James (“Em Ritmo de Fuga”), Himesh Patel (da eterna novela britânica “Eastenders”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) e Ana de Armas (“Blade Runner 2049”). A estreia da produção está marcada para setembro de 2019 no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no resto do mundo.
Criador dos zumbis de The Walking Dead fará os demônios da nova adaptação de Spawn
O produtor Greg Nicotero, especialista em maquiagem e efeitos visuais responsável pelos zumbis da série “The Walking Dead”, foi contratado para desenvolver os demônios e criaturas de “Spawn”, nova adaptação dos quadrinhos de Todd McFarlane. Nicotero e sua companhia, a KNB EFX, trabalharam também no primeiro filme do personagem, “Spawn, o Soldado do Inferno”, lançado em 1997, que foi massacrado pela crítica e não deu retorno nas bilheterias. Desta vez, o próprio McFarlane escreveu o roteiro da adaptação e decidiu assumir a função de diretor, com o objetivo de assegurar uma adaptação mais fiel, após adquirir alguma experiência no comando de clipes musicais. Em comunicado oficial, o cineasta se disse ansioso para trabalhar mais uma vez com Nicotero, visando “reinventar o visual clássico de ‘Spawn’ para combinar com o tema sobrenatural do filme”. Jamie Foxx (“O Extraordinário Homem-Aranha 2”) terá o papel-título. Na trama, Al Simmons é um agente da CIA que é traído duas vezes por seus amigos e morto. Mas é convencido a retornar à vida como um guerreiro do inferno, aceitando em troca poder se reencontrar com sua esposa. Mas ao fazer o pacto e virar Spawn, ele percebe que está preso a uma criatura demoníaca e sua mulher seguiu em frente e se casou com seu melhor amigo. O elenco também trará Jeremy Renner (“Os Vingadores”) como o detetive policial Twitch Williams, que tem maior presença na história que o próprio personagem-título. O diretor afirmou ao site Comic Book que o longa não deve contar exatamente a história de origem do personagem, e que Spawn será um “anti-herói de poucas palavras”. Criado por McFarlane em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A nova filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Já Jeremy Renner é especialista no gênero, tendo vivido o herói Gavião Arqueiro em quatro filmes da Marvel. “Spawn” também será a segunda adaptação recente de um personagem de McFarlane. Ele também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro. O novo “Spawn” ainda não tem data de estreia definida.
Academia Brasileira de Letras elege Cacá Diegues como novo imortal
A Academia Brasileira de Letras anunciou nesta quinta-feira (30/1) que o cineasta Cacá Diegues, de 78 anos, foi eleito novo imortal. Ele assumirá a cadeira número 7, no lugar de outro diretor originário do Cinema Novo, Nelson Pereira dos Santos, morto em abril, aos 89 anos, após lutar contra um tumor no fígado. “Crítico refinado, diretor reconhecido além fronteiras. Sua entrada é uma homenagem ao saudoso Nelson Pereira dos Santos, de quem foi amigo, através das novas lentes que ambos construíram para ver mais longe a nossa realidade”, afirmou o Presidente da ABL, escritor Marco Lucchesi. Segundo o comunicado, Cacá Diegues recebeu 22 votos dos 24 acadêmicos presentes e mais 11 que votaram por cartas – três se ausentaram por motivo de saúde. A cadeira 7 teve como ocupantes anteriores Valentim Magalhães (fundador), Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Júnior, Hermes Lima e Pontes de Miranda. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). Recentemente, ele voltou à Cannes para fazer a première mundial de seu novo filme, “O Grande Circo Místico” (2018), que estreia em 15 de novembro nos cinemas brasileiros. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. No Twitter, o nome da autora e da Academia Brasileira de Letras ficaram entre as primeiras posições do trending topics, ranking dos assuntos mais comentados na plataforma. Muitos criticaram o fato de Conceição ter recebido apenas um voto, “sem desmerecer o trabalho de Cacá Diegues”, como chegou a escrever um usuário da rede social.
Big Mouth: Monstros hormonais atacam em teaser legendado para anunciar a estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser legendado da 2ª temporada da animação “Big Mouth”, com os “monstros hormonais” que atormentam os adolescentes, para divulgar a data de estreia dos próximos episódios. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 2ª temporada estreia em 5 de outubro.
Woody Allen não consegue mais filmar após atores desistirem de trabalhar com ele
Woody Allen não lançará nenhum filme em 2019, porque não consegue atores para filmar seu novo projeto. Será a primeira vez em 37 anos que ele ficará um ano inteiro sem realizar uma nova produção. O último hiato foi em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado no ano passado e será lançado ainda em 2018 pela Amazon, com quem Allen celebrou contrato que previa a produção de outras três longas. Entretanto, a Amazon deve romper o acordo, pagando uma pesada multa, segundo artigo da revista The Hollywood Reporter. Isto porque o cineasta virou dano colateral do movimento #MeToo, que foi precipitado com a ajuda de seu filho Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente deu contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. No entanto, a campanha de Dylan fez vários atores que trabalharam com Allen dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, entre eles os integrantes de “A Rainy Day in New York”, razão pelo qual o filme ainda não foi lançado. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme mais recente de Allen. A polêmica deve fazer com que a estreia aconteça sem participação do elenco e pouca divulgação. Isto não significa que o cineasta vá tirar “férias forçadas”, como declararam alguns blogues. Ou a garganta profunda anônima do Page Six, coluna de fofocas nova-iorquina transformada em site. “Woody adora trabalhar. Nunca sai de férias, mas vai tirar um tempo para descansar este ano até que encontre um patrocinador”, disse uma fonte identificada como “produtor de cinema de Hollywood”. Se não pode filmar, Allen continua a escrever. Ele já tem um roteiro pronto para ser filmado, que poderia ser lançado em 2020. E deve continuar desenvolvendo suas ideias, que é algo que sua mente criativa está acostumada a fazer. Na pior das hipóteses, pode escrever livros, como adiantou uma fonte com nome e endereço, Letty Aronson, irmã mais nova do cineasta. Mas provavelmente acumulará roteiros, esperando a chance de retomar a carreira ou deixá-los para a posteridade e para outros cineastas aproveitarem. “Woody Allen sempre conseguiu atores fantásticos. As estrelas trabalhavam por um salário mínimo porque recebiam prestígio, mas com o movimento #MeToo, agora ele é tóxico”, disse a fonte do Page Six, que ainda lembrou que “suas produções não geram dinheiro”. “Durante anos, passou de um de um patrocinador para outro. Inclusive foi à Europa, mas já está sem opções”, acrescentou a fonte. Na verdade, “Roda Gigante” foi o único filme de Woody Allen que deu prejuízo com lançamento em mais de 500 cinemas na América do Norte. Ele foi lançado em dezembro de 2018, em plena explosão das denúncias de Dylan Farrow, que chegou a assediar os atores que trabalharam no filme. O lançamento rendeu apenas US$ 1,4 milhão no mercado doméstico, mas atingiu US$ 15 milhões no mundo inteiro. Em entrevista posterior, ela disse que seu objetivo era arruinar o pai e acabar com a carreira dele. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a Allen em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein é que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. Nenhuma atriz filmada por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. Mesmo assim, em janeiro deste ano a Pipoca Moderna publicou um artigo em que já ponderava o impacto da campanha negativa, afirmando que a carreira de Woody Allen poderia ter chegado ao fim.
Presidente dos estúdios Marvel ganhará prêmio do Sindicado dos Produtores dos EUA por suas realizações
O Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA, na sigla em inglês) vai homenagear o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, com o troféu David O. Selznick, durante sua cerimônia de premiação dos melhores profissionais do ano, que acontecerá em 19 de janeiro. O troféu, batizado com o nome do lendário produtor de “… E O Vento Levou”, destaca anualmente profissionais com carreiras bem-sucedidas e realizações relevantes para as indústrias do cinema e da TV. “Como presidente do Marvel Studios desde 2007, e produtor de cada um desses 20 filmes definidores do gênero, Feige definitivamente é creditado por criar um universo cinematográfico sem precedentes e em constante expansão”, justificou o sindicato em comunicado oficial. Na última edição do PGA Awards, o troféu David O. Selznick foi recebido por Charles Roven, que, coincidentemente ou não, ajudou a realizar vários dos filmes do universo rival da Marvel, na Warner. Outros produtores e cineastas que receberam a honraria incluem David Heyman, Stanley Kramer, Billy Wilder, Clint Eastwood, Jerry Bruckheimer, Brian Grazer, Laura Ziskin, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Scott Rudin e Steven Spielberg. Como presidente da Marvel Studios, Feige trabalha não só como produtor de cada um dos filmes da franquia (de “Homem de Ferro” ao mais recente, “Homem-Formiga e a Vespa”), mas também como mente criativa responsável pelos rumos tomados pelos longas desse universo cinematográfico. Em 2019, Feige lançará mais três filmes nos cinemas: “Capitã Marvel”, “Vingadores 4” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” (e ainda é difícil escrever este título mal-traduzido no Brasil).
Alec Baldwin não viverá mais pai do Batman no filme do Coringa
Demorou poucas horas a participação de Alec Baldwin no filme solo do Coringa. Na mesma semana em que foi anunciado no elenco, o ator se colocou fora da produção. “Eu não farei mais aquele filme”, disse Baldwin ao jornal USA Today. O ator citou problemas de agenda para não estar mais envolvido com o projeto. “Eu tenho certeza que existem uns 25 caras que podem fazer esse personagem”, completou. Baldwin era cotado para viver Thomas Wayne, pai de Bruce Wayne (o Batman), na trama. O personagem foi vivido por Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”) nas cenas de flashback de “Batman vs. Superman”. O elenco do filme tem confirmadas as participações de Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”) e Frances Conroy (“American Horror Story”). Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”), o filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Isto significa que Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. O filme tem estreia marcada para outubro de 2019.
Clayne Crawford diz que foi chantageado pelos produtores de Máquina Mortífera
O ator Clayne Crawford ressurgiu após ser demitido da série “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, acusado de ter um comportamento tóxico entre seus colegas e ter sido duramente criticado pelo outro protagonista, Damon Wayans. E resolveu contra-atacar. Depois de declarações genéricas e um longo silêncio, Crawford soltou o verbo no podcast “Drinkin’ Bros.”, de Ross Patterson. Em sua primeira entrevista após a demissão, ele afirmou que foi chantageado para ficar em silêncio e que seu relacionamento com Wayans no set sempre foi ruim. “Eles me chantagearam durante a 2ª temporada inteira. Foram meses e mais meses”, disse ele. As ameaças envolveriam a divulgação de vídeos de seu comportamento nos bastidores. “Era um programa de b*** pra mim. Eu sentia que eles estavam mentindo dizendo que Damon estava empolgado”, alegou, dizendo que sentia que tudo estava sendo armado para que as coisas dessem errado para ele. Em um dos casos que culminaram em sua demissão, Crawford dirigiu uma cena onde havia uma explosão e um dos estilhaços atingiu Wayans, que ficou com a cabeça sangrando. Em outro episódio, o ator foi acusado de gritar com um assistente, além de pedir silêncio para crianças perto do set de gravação. “Essa é uma mentira. Claramente eu gritei com Newman [o assistente], o cara cujo trabalho é fazer o set ficar em silêncio. Fiz uma escolha ruim? Absolutamente. Eu me sinto envergonhado porque eu estava muito bravo. Estávamos filmando uma cena de três páginas há oito horas”, afirmou. O ator também reclamou da falta de apoio dos produtores da série para resolver esses problemas. “Essas coisas aconteciam e eu ia reclamar. Quando apareceu o vídeo [dos gritos com o assistente], toda vez que eu falava alguma coisa eles diziam que aquilo iria arruinar minha carreira. Quando tudo aquilo aconteceu eu tive que dar metade do meu salário e passei seis semanas em terapia, que fazia na hora do almoço. Um segurança tinha que me acompanhar para fora do meu camarim. Era humilhante”, continuou. Com o relacionamento com a produção em declínio, além das brigas com Wayans, Clayne acabou demitido. “Eu não esperava que eles fossem se livrar de mim”, disse, provavelmente considerando que interpretava Martin Riggs, personagem vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica homônima, sem o qual a série se desvincularia dos filmes. “Imaginei que dariam um alerta. Mas eles estavam dando mais corda para eu mesmo me enforcar. Eu acho que o fato de eu ter tido sucesso como diretor estava enfurecendo eles”, completou. Crawford foi substituído por Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco da 3ª temporada, que estreia em 25 de setembro. O novo ator foi imediatamente elogiado por Wayans.
Gérard Depardieu é investigado por estupro de atriz francesa de 22 anos
O Ministério Público de Paris abriu uma investigação preliminar nesta quinta (30/8) contra o astro do cinema francês Gérard Depardieu por estupro e agressão sexual a uma atriz francesa de 22 anos, após uma queixa apresentada na segunda-feira em Aix-en-Provence, no sul da França, que encaminhou o caso às autoridades da capital francesa. A atriz, que não teve o nome revelado, afirma ter sido abusada durante duas ocasiões por Depardieu. Por meio de seu advogado, o ator de 69 anos nega a acusação. “Uma queixa foi apresentada no dia 27 de agosto. No dia seguinte, fui convocado por jornalistas. Eu deploro a denúncia. Os fatos causam um sério prejuízo a Depardieu”, afirmou o advogado do ator, Hervé Témime, ao jornal Le Parisien. “Peço a maior cautela e reserva, e estou convencido de que esta queixa não irá prosperar na Justiça.” Os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 13 de agosto em uma das residências parisienses do ator, durante o que foi descrito como uma “colaboração profissional”. A jovem que ainda não se manifestou publicamente, afirma ter sido abusada dentro do contexto de um ensaio informal de uma peça. Segundo a imprensa francesa, o ator e a jovem já se conheciam. Uma fonte próxima ao caso diz que Depardieu é amigo do pai da garota e teria tornado a atriz sua “protegida” na estreia de sua carreira.
Daryl Hannah e o cantor Neil Young teriam se casado
A atriz Daryl Hannah, estrela de clássicos dos anos 1980 como “Blade Runner” e “Slash – Uma Sereia em Minha Vida”, teria se casado com o músico Neil Young no fim de semana, numa cerimônia privada na Califórnia. Apesar de nenhum dos dois ter confirmado oficialmente a informação, as redes sociais do casal estão repletas de mensagens de congratulações, inclusive de amigos. Um deles foi o guitarrista Mark Miller, que deu os parabéns ao casal na sua página do Facebook. De acordo com o tabloide britânico The Mirror, o casamento teria sido realizado no sábado em Atascadero, uma cidade próxima do litoral californiano. Antes disso, o casal também teria feito uma cerimônia no iate de Neil Young, próximo às Ilhas San Juan, no noroeste americano. A atriz de 57 anos, vista mais recentemente na série “Sense 8”, postou a foto de uma coruja em seu Instagram com uma mensagem alusiva à provável união. “Alguém está nos vigiando… amor e apenas amor”, escreveu a atriz. Já o cantor de 72 anos publicou uma foto de um show em que se lê a palavra “LOVE” em um sinal. Os dois mantêm um relacionamento pelo menos desde 2014, quando o músico se separou de Pegi Young após 36 anos de casamento. No começo do ano, o casal lançou na Netflix um filme concebido em parceria, um faroeste musical pós-apocalíptico chamado “Paradox”, escrito e dirigido por Hannah e estrelado por Young. Absolutamente trash, tem apenas 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Johnny Depp vence seu ex-advogado em decisão judicial que pode afetar os negócios de Hollywood
O ator Johnny Depp conseguiu uma importante vitória no processo judicial em que enfrenta seu ex-advogado, Jake Bloom. Mais relevante que isso é o fato de que a decisão proferida pelo juiz Terry Green no tribunal de Los Angeles nesta terça (28/8) pode afetar todos os negócios informais de Hollywood. Depp resolveu processar seu ex-advogado em busca de ressarcimento das percentagens que ele abocanhou de seus negócios após um aperto de mãos de 18 anos atrás. Nos Estados Unidos, e especialmente em Hollywood, acordos verbais são corriqueiros entre atores, empresas e representantes. Mas, vivendo uma crise financeira, Depp acionou a Justiça para tentar recuperar as dezenas de milhões de dólares em honorários pagos que Bloom recebeu, com base em uma porcentagem de ganhos do ator, sem ter contrato assinado. O juiz entendeu que esse tipo de acordos precisa ser feito por escrito. Assim, a decisão pode decretar o fim dos acordos orais, que movimentam fortunas no mundo do entretenimento. A briga entre Depp e seu advogado começou em 2017, após a crise financeira levar o ator a rever duas dívidas. Quando Bloom recebeu menos que o esperado, alegou que o ator estava violando acordo verbal. A resposta de Depp foi um processo por “negligência profissional, violação de dever fiduciário e enriquecimento sem causa”. Segundo a imprensa americana, os advogados de ambos os lados se recusaram a comentar o caso fora do tribunal. A decisão judicial ainda não é definitiva, já que a defesa de Jake Bloom ainda pode recorrer. O julgamento final está marcado para o dia 6 de maio de 2019.












