Série CSI terá continuação com protagonistas originais
A famosa franquia “CSI” está oficialmente de volta. A rede americana CBS oficializou a produção da série “CSI: Vegas”, que será uma sequência direta de “CSI: Investigação Criminal”, exibida por 15 anos, originalmente entre os anos 2000 e 2015 nos EUA. “CSI: Vegas” será protagonizada por dois astros da 1ª temporada da “CSI” original, William Petersen e Jorja Fox, reprisando os papéis do médico forense Dr. Gil Grissom e sua assistente Sara Sidle. Os dois foram casados na série. Eles trabalharão com uma nova geração de investigadores forenses, interpretados por Paula Newsome (“Barry”), Matt Lauria (“Kingdom”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”) e Mandeep Dhillon (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), além de outro veterano da franquia, Wallace Langham, que reprisará seu papel como David Hodges, introduzido na 3ª temporada da atração original. “Vinte e um anos atrás, lançamos ‘CSI’ e assistimos com admiração esta nova série lançar um gênero inteiro e se tornar um rolo compressor inovador que ainda tem ressonância global hoje”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “Estamos entusiasmados em dar as boas-vindas à próxima geração de criminalistas forenses à marca ‘CSI’ e uni-los aos personagens lendários do passado que ainda amamos, incluindo os extraordinários Billy Petersen e Jorja Fox. A tecnologia de combate ao crime avançou dramaticamente nos últimos anos e, combinada com a clássica narrativa de ‘CSI’, mal podemos esperar para ver esta nova equipe de ‘CSI’ fazer o que faz de melhor: seguir as evidências ”. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Jason Tracey (“Burn Notice”), a atração tem produção de Jerry Bruckheimer, do CBS Studios, do criador do “CSI” original, Anthony E. Zuiker, e dos antigos showrunners da franquia, Carol Mendelsohn, Ann Donahue e Craig O’Neill. “Estou animado em trazer de volta a franquia CSI para todos os nossos fãs que foram tão leais a nós por todos esses anos”, disse Jerry Bruckheimer. “E estar de volta a Las Vegas, onde tudo começou há mais de 20 anos, torna tudo ainda mais especial. Gostamos de trabalhar neste projeto com a CBS e estamos ansiosos para receber de volta Billy, Jorja e Wallace enquanto eles se juntam a um novo grupo de atores talentosos em ‘CSI: Vegas’. ” A expectativa é que a nova série estreie na temporada de outono, que começa em setembro nos EUA, e a CBS já divulgou o primeiro teaser da produção. Veja abaixo.
Netflix negocia continuações de “Entre Facas e Segredos”
A Netflix está fechando um acordo para fazer duas sequências do filme de mistério “Entre Facas e Segredos” (2019). Segundo o site Deadline, que revelou a negociação, o diretor Rian Johnson e o astro Daniel Craig reprisariam suas participações atrás e à frente das câmeras nos dois filmes. Além de dirigir, Rian Johnson escreveu o filme original e também desenvolveu as histórias para mais dois suspenses criminais estrelados pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. Com base em suas fontes, o Deadline afirmou que o negócio valeria mais de US$ 400 milhões, tornando-se uma das maiores negociações para streaming de todos os tempos. A produção de uma sequência era esperada desde que “Entre Facas e Segredos” estourou nas bilheterias, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que Johnson trabalhavam numa continuação datam de antes da pandemia, e o cineasta aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não um, mas dois roteiros da franquia. O Deadline também afirma que a primeira continuação já começará a ser filmada em 28 de junho na Grécia, com a escalação do elenco iniciando imediatamente. O negócio é notável, especialmente porque “Entre Facas e Segredos” nasceu por acaso. Sua origem data do afastamento repentino de Danny Boyle do projeto que viria a se tornar “007 – Sem Tempo para Morrer”, o que deixou o astro Daniel Craig com uma folga inesperada em sua agenda. Johnson, que adorava os whodunits de Agatha Christie, aproveitou e convocou o ator a brincar de detetive, juntando rapidamente um elenco matador. “Entre Facas e Segredos” se tornou um caso raro no cinema americano recente: uma produção original bem-sucedida. Num mercado dominado por sequência e remakes, conseguiu se pagar apenas com a bilheteria doméstica e dar muito lucro para todos os envolvidos. Numa homenagem bem-humorada aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, popularizado pelos livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20, que investigam suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”, sua trama girava em torno do assassinato de um escritor rico e famoso, assassinado durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. Além de Daniel Craig (o James Bond) como o detetive, o elenco trazia Lakeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) como seu parceiro policial, Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como a vítima e uma galeria de suspeitos formada por Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). A agência CAA, que representa Johnson e Craig, está intermediando o negócio das continuações com a Netflix. Ninguém está comentando oficialmente. Relembre abaixo o trailer do filme original.
Colin Firth vai estrelar série criminal de Antonio Campos
O ator britânico Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”) vai estrelar uma série criminal do cineasta americano Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”). Intitulada “The Staircase”, a série é baseada na produção francesa “Morte na Escadaria”, uma das primeiras séries documentais sobre crimes verdadeiros a estourar na TV, em 2004. O documentário original do diretor Jean-Xavier de Lestrade contava a história de Michael Peterson, um romancista policial acusado de matar sua esposa Kathleen, encontrada morta ao pé de uma escada em sua casa, e a batalha judicial de 16 anos que se seguiu. Lestrade teve acesso incomum ao caso imediatamente após a morte de Kathleen em 2001 em Durham, na Carolina do Norte, EUA. Seu marido, Michael, uma figura pública local e romancista de sucesso, rapidamente se tornou o principal suspeito e foi condenado. A série original foi ao ar no Canal+ da França e na BBC 4 no Reino Unido, bem como no Canal Sundance nos Estados Unidos. Mas a história não acabou ali. Lestrade voltou ao caso alguns anos depois para incluir mais três episódios sobre o caso, levando a versão completa à Netflix em 2018. A trama criminal agora será contada com um tratamento dramático para a HBO Max, com Colin Firth no papel de Michael Peterson. Em comunicado, Antonio Campos disse estar feliz por o projeto começar a sair do papel. “Este é um projeto no qual venho trabalhando de uma forma ou de outra desde 2008. Tem sido um caminho longo e sinuoso, mas valeu a pena esperar para poder encontrar parceiros como a HBO Max, a [produtora] Annapurna, minha co-showrunner Maggie Cohn e o incrível Colin Firth para dramatizar uma história tão complexa da vida real. ” Veja abaixo o trailer do documentário “Morte na Escadaria” (que também se chama “The Staircase” em inglês).
Ex-BBB Flávia Viana chora e se desculpa por campanha de “atendimento precoce” de covid-19
A ex-“BBB” Flávia Viana chorou e se desculpou nesta quarta (31/3), após a imprensa revelar que ela recebeu dinheiro do governo de Jair Bolsonaro para divulgar uma campanha dúbia do Ministério da Saúde. “Eu não acredito em tratamento precoce dessa doença tão louca que está espalhada por aí”, declarou a ex-sister em desabafo postado nos stories do Instagram. Ela recebeu R$ 11,5 mil para estimular o “atendimento precoce” em janeiro, enquanto Manaus vivia o auge do colapso na rede hospitalar. “Em janeiro, a minha equipe foi procurada para a gente fazer um trabalho de divulgação dos cuidados que a gente teria que ter com a covid-19, e os trabalhos incluíam máscara e álcool gel, tudo que a gente tem falado desde o começo dessa pandemia. A minha intenção ao fazer esse trabalho foi única e exclusivamente ajudar”, ela explicou. Mas o trabalho também incluía enfatizar o “atendimento precoce”, que lotaria ainda mais hospitais e postos de atendimento em momento de colapso, além de fazer confusão com o “tratamento precoce” divulgado por Bolsonaro. Em sua defesa, a participante da sétima edição do “BBB” fez questão de dizer que tem nojo do governo do Brasil. “Não me meto com político, acho que o que os governantes fazem com a gente é fazer todo mundo de palhaço, eu tenho nojo de falar de quem governa do nosso país”. A ação fez parte de uma iniciativa do governo Bolsonaro, que custou mais de R$ 1,3 milhão em ações de marketing com influenciadores e mídia. O valor saiu dos orçamentos do Ministério da Saúde e da Secretaria de Comunicação (Secom) e inclui R$ 85,9 mil destinados ao cachê de 19 “famosos” contratados para divulgar campanhas de “conscientização” em suas redes sociais. Uma das peças de TV veiculadas dentro do projeto focava na hashtag “NãoEspere”, presente no texto divulgado pelos influenciadores. As ações foram pensadas no bojo da campanha anunciada pela Secom no fim de setembro de 2020 para estimular o “atendimento precoce”. No roteiro da ação, obtido pela Agência Pública através de um pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI), a Secom orientava a ex-BBB Viana (2,5 milhões de seguidores) e os influenciadores João Zoli (747 mil seguidores), Jéssika Taynara (309 mil seguidores) e Pam Puertas (151 mil seguidores) a fazer um post no feed e seis stories — todos no Instagram — dizendo para os seguidores que, caso sentissem sintomas da covid, era “importante que você procure imediatamente um médico e solicite um atendimento precoce”. “O tratamento precoce comprovadamente aumenta as chances de recuperação e diminui a ocorrência de casos mais graves e, consequentemente, o número de internações”, diz o release da campanha, apostando na confusão de termos – atendimento x tratamento precoce. Poucos dias depois do começo da campanha nas redes sociais, em 16 de janeiro, uma postagem do Ministério da Saúde no Twitter foi marcada como “publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19” por mandar os cidadãos que tivessem sintomas buscar uma UBS e solicitar o “tratamento precoce”. Paralelamente à ação com influenciadores liderada pela Secom, o Ministério da Saúde lançou a plataforma “TrateCov”, que recomendava cloroquina até para bebês. O Conselho Federal de Medicina pediu, em nota, que o aplicativo fosse removido “imediatamente” pelo Ministério. O aplicativo saiu do ar em 20 de janeiro, menos de uma semana depois de seu lançamento. Mais recentemente, em fevereiro, uma pesquisa no Amazonas apontou que pacientes que tomaram remédios do “tratamento precoce” para evitar ou tratar sintomas iniciais da covid-19 tiveram maiores taxas de infecção que aqueles que não tomaram nada. Nesta quarta (31/3), a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que “não se utilize a ivermectina” para pacientes com covid-19, exceto em ensaios clínicos, “independentemente do nível de gravidade ou duração dos sintomas”. Junto com a cloroquina, a ivermectina é um dos itens do kit covid do “tratamento precoce” incentivado pelo governo.
Imovision lança plataforma de streaming com filmes de arte
A distribuidora Imovision, responsável por trazer alguns dos melhores títulos do circuito de arte dos cinemas brasileiros, premiados em festivais internacionais, anunciou a chegada de seu próprio serviço de streaming. Batizada de Reserva Imovision, a plataforma contará, em seu lançamento, com 250 títulos disponíveis, incluindo produções premiadas nos festivais de Cannes, Veneza e Berlim em seu catálogo. Como diferencial para outros serviços com o mesmo perfil, também oferecerá séries exclusivas, entre elas “Mistérios de Paris” e “Os Luminares”. De acordo com a distribuidora, o plano é que a Reserva Imovision some até mil títulos ao final de 2021. A plataforma será lançada com plano mensal de assinatura, mas também dará a opção para não-assinantes alugarem os títulos do catálogo por até 72h. A Reserva Imovision será disponibilizada em abril e já é possível se cadastrar no site do serviço (https://www.reservaimovision.com.br/). Quando estiver em funcionamento, os filmes poderão ser visto por computador, televisão (Smart TV com sistema Android TV, Apple TV ou Roku) e aparelhos móveis (via aplicativo, disponível em iOS ou Android). Veja o comercial da plataforma abaixo.
Lucas Penteado vai fazer filme da Netflix
O ex-“BBB 21” Lucas Penteado fará um filme para a Netflix. O nome do projeto ainda não foi divulgado, mas o ator já está se preparando para o personagem. Segundo informação da coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o trabalho na plataforma de streaming não atrapalhará o seu contrato com a Globo. O ator de 24 anos, que já tinha participado de “Malhação”, fechou por dois anos com o grupo Globo no começo de março para atuar em novas obras. O primeiro trabalho foi um comercial da Globoplay sobre a estreia da série “Um Maluco no Pedaço”. Lucas foi o segundo participante do “BBB 21” a sair do confinamento. Ele acabou abandonando o programa após conflitos com colegas, que lhe renderam assédio moral e pressão psicológica para sair. Do lado de fora, o ator foi acolhido pelo público e ganhou uma legião de fãs, acumulando mais de 10 milhões de seguidores no Instagram.
Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte
Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.
Canal Viva vai reprisar primeiro Big Brother Brasil
O sucesso do “BBB 21” tem influenciado várias decisões do grupo Globo, como a retomada de “No Limite” com ex-integrantes do confinamento e, agora, o anúncio de que a primeira edição do “Big Brother Brasil” será reprisada no Canal Viva a partir de maio. Originalmente exibido entre 29 de janeiro de 2 de abril de 2002, o programa tinha apresentação de Pedro Bial e ainda incluía Marisa Orth. O prêmio também era diferente: US$ 500 mil. E dos doze participantes, o vencedor acabou sendo Kleber de Paula, o Bambam, com 68% dos votos à época. Como Kleber Bambam, ele tentou carreira de comediante, juntando-se à “Turma do Didi” e participando do filme “Didi, o Cupido Trapalhão”, em 2003. Mas não deu sequência aos trabalhos. A exibição acontecerá a partir do dia 11 de maio, coincidindo com o encerramento da edição atual do “BBB” na Globo. O Canal Viva deve dar continuidade nas reapresentações e colocar o “BBB2” em seguida. O programa também estreou em 2002, aproveitando o sucesso da primeira edição, e foi exibido entre 14 e maio e 23 de julho. Rodrigo Leonel, o Cowboy, foi o grande vencedor do programa, originando um tipo de “personagem” que, desde então, se faz presente em todas as edições. No “BBB 21” são dois: Caio e Rodolffo.
Britney Spears diz que chorou por duas semanas ao saber do documentário
A cantora Britney Spears finalmente comentou o documentário “Framing Britney Spears”. Ela ainda não viu – ou não lhe deixaram ver – , mas soube que existe e do que se trata. E confessou ter chorado por duas semanas por causa disso. “Não assisti ao documentário, mas pelo que ouvi dele fiquei constrangida com a luz que me colocaram. Chorei por duas semanas e, bem, ainda choro às vezes”, afirmou a cantora. A revelação foi feita no Instagram na terça (30/3), ao lado de um vídeo em que ela dança e roda sem parar, ao som de “Crazy”, da banda Aerosmith. “Minha vida sempre foi espetacularizada”, comentou. “Eu fui exposta minha vida inteira me apresentando na frente das pessoas. É preciso muita força para confiar no universo com sua verdadeira vulnerabilidade, porque eu sempre fui tão julgada, insultada e envergonhada pela mídia … e ainda sou até hoje”, apontou. “Eu faço o que posso na minha espiritualidade para tentar manter minha própria alegria, amor e felicidade. Todo dia dançar me traz alegria. Não estou aqui para ser perfeita. Perfeição é chato, estou aqui para passar gentileza”, finalizou. “Framing Britney Spears”, traça a trajetória da cantora, enfatizando os ataques machistas que ela sofreu ao longo da carreira, a decisão judicial de torná-la incapaz e a batalha que ela trava na Justiça contra o pai — que tem tutela sobre todas as decisões da cantora. Ao mesmo tempo, o filme destaca o movimento “Free Britney”, que pede a liberdade da cantora da tutela do pai, apontando que uma mulher que trabalha continuamente, grava discos, faz shows e turnês, não é uma mulher incapaz. Muito elogiada, a produção já está disponível no Brasil, pela plataforma Globoplay. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Musical da Princesa Diana vai estrear na Netflix antes da Broadway
Um musical sobre a princesa Diana, atualmente em desenvolvimento para a Broadway, irá estrear na Netflix antes da abertura planejada em Nova York em dezembro, anunciaram os produtores nesta terça-feira (30/3). O negócio inusitado está sendo descrito como uma iniciativa inovadora para promover o projeto. “Diana: The Musical” é um dos primeiros espetáculos da Broadway a anunciar sua estreia após o fechamento por mais de um ano dos teatros de Nova York devido à pandemia de coronavírus. A produção marcou sua noite de estreia nos palcos para o dia 16 de dezembro. Mas o público poderá ver a peça bem antes disso, graças a um acordo para sua exibição antecipada na Netflix no dia primeiro de outubro. Será a primeira vez que uma peça irá estrear primeiro no streaming, antes de poder ser vista pelo público num palco. “A chance de compartilhar nosso espetáculo, primeiro com o público global da Netflix, e depois recebendo o público ao vivo na volta da Broadway, é algo que estamos todos sonhando há mais de um ano”, informaram os produtores, em comunicado. Os teatros da Broadway fecharam em meados de março de 2020, logo no começo da pandemia de coronavírus, e continuam fechados até hoje. A paralisação das atividades está estendida até junho de 2021, mas a comunidade teatral de Nova York acredita que apenas em setembro as estreias de musicais e peças deverão ser retomadas. O espetáculo de “Diana: The Musical” estava em fase de pré-estreia antes do fechamento da Broadway, mas ainda não havia estreado oficialmente. A apresentação da Netflix foi gravada em 2020 com o elenco. Na produção, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos, também feita sem público e à portas fechadas.
Lucifer: Elenco se despede após gravar final da série
A série “Lúcifer” encerrou sua produção. A última cena do último episódio foi gravada na noite de segunda-feira (29/3), finalmente chegando ao fim, após duas ressurreições. O público ainda vai demorar para ver a 6ª e derradeira temporada, pois a Netflix ainda nem exibiu a segunda metade do quinto ano – acaba de marcar a estreia para maio. Mas o clima entre a equipe e o elenco já é de despedida. O produtor Joe Henderson, a showrunner Ildy Modrovich e os atores Tom Ellis (o Lucifer), Lesley-Ann Brandt (Mazikeen) e Aimee Garcia (Ella Lopez) usaram as redes sociais para marcar a data, agradecer dos fãs e de se despedir dos colegas. Ellis compartilhou a foto de um isqueiro gravado com as datas do primeiro e último dias de gravação de “Lúcifer”. “Hoje é o dia. Há 6 anos, comecei uma jornada com o grupo de pessoas mais incrível e hoje nos despedimos afetuosamente”, ele escreveu na legenda da imagem no Instagram. “Obrigado a cada membro da equipe que ajudou a trazer a história de ‘Lucifer’ à vida. que viagem.” Lesley-Ann Brandt também expressou gratidão pela experiência e enalteceu sua personagem, ao lado de uma foto em que aparece com uma adaga infernal de sua personagem – que ela provavelmente levou para casa de souvenir. “Aqui estamos nós, no final de nossa jornada. Nós rimos e choramos, amamos e perdemos e agora nos despedimos”, escreveu. “Neste nosso último dia, sinto imensa gratidão por ter contado sua história. Sua história de amor, traição, perdão, reflexão, e mais importante, de amor. Nunca muito próximos do outro, mas prontos para amar o outro, Mazikeen dos Lilim, somos um, você e eu. Pelo que foi, pelo que é e pelo que deve ser, obrigada…”. Já Aimee Garcia lembrou a jornada incrível da série. “Tem sido uma viagem agitada de altos e baixos. Fomos cancelados, salvos e renovados graças a uma base de fãs global, desligados durante uma pandemia e ainda conseguimos nos divertir e trabalhar por causa de nossa incrível família Lucifer. Então, obrigado ao incrível elenco e equipe com quem tive a sorte de trabalhar, obrigado aos nossos escritores que criaram histórias que nos fizeram chorar, rir e tudo mais, obrigado à nossa equipe covid por nos manter seguros, obrigado Netflix e WB por acreditarem em nós e obrigado Lucifans por serem tão apaixonados, solidários e amorosos. Me sinto grata, honrada e humilde por ter sido sua Ella por 5 anos…” No ar desde 2016, “Lucifer” enfrentou seu primeiro cancelamento após três temporadas na emissora original, a Fox, e acabou sendo salva pela Netflix devido a uma forte campanha dos fãs. Mas depois de lançar o quarto ano, a plataforma fez um anúncio bizarro de “renovação”, avisando que a série estava cancelada e que a 5ª temporada seria o fim da linha. Desta vez, os produtores informaram aos fãs que nem adiantava protestar. Em seguida, dedicaram-se a criar um final definitivo para a trama. Só que, de forma surpreendente, a Netflix voltou atrás por vontade própria, encomendando uma 6ª temporada – que, claro, também foi anunciada como “última”. A despedida do elenco revela que desta vez o final é para valer. Veja as postagens do Instagram e Twitter abaixo. And that is a wrap on #Lucifer. Thanks everybody. — Joe Henderson (@Henderson_Joe) March 30, 2021 Final episode title y’all. (Bonus: demonic photo bomb.) ❤️😈 #Lucifer #LuciferS6 pic.twitter.com/9rlIA6v2cx — Ildy Modrovich (@Ildymojo) March 30, 2021 Home and looking at the @ThankYouLucifer posts… and all I keep thinking is thank YOU. For being the most important part of it all. 😈❤️ — Ildy Modrovich (@Ildymojo) March 30, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tom Ellis (@officialtomellis) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lesley-Ann Brandt (@lesleyannbrandt) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aimee G (@aimeegarcia4realz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aimee G (@aimeegarcia4realz)
Jack Reynor se junta a Chloë Moretz na nova série dos criadores de “Westworld”
O ator Jack Reynor, que estrelou o terror “Midsommar”, o drama “Cherry” (lançado na Apple TV+) e a série “Strange Angel” (disponível na Paramount Plus), será o protagonista masculino de “The Peripheral”, nova série sci-fi desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy, os criadores de “Westworld”. Ele se junta a Chloë Grace Moretz (“Suspiria”), que foi anunciada anteriormente como protagonista feminina da atração. A produção da Warner Bros. Television está sendo desenvolvida para a plataforma Amazon Prime Video e se baseia no best-seller homônimo do escritor William Gibson, um dos pais da ficção cyberpunk. A série gira em torno de Flynne Fisher (Moretz), uma mulher que tenta unir os pedaços de sua família desfeita em um canto esquecido da América rural. Flynne é inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega chamando por ela. Raynor vai interpretar seu irmão Burton. No romance de Gibson, Burton é um veterano da força de elite do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, que consegue emprego de segurança no que ele acredita ser o ciberespaço. Quando Flynne toma temporariamente seu lugar, ela testemunha algo que pode ter sido um assassinato. A trama vai lidar com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação está a cargo de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Nolan e Joy atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. “The Peripheral” é o primeiro fruto do contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. O primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”).
Game of Thrones vai virar espetáculo da Broadway
Uma peça inspirada na série “Game of Thrones” tem a intenção de levar o mundo fictício de Westeros, criado pelo escritor George R.R. Martin, para os palcos da Broadway – e do West End londrino – em 2023. Anunciada nesta terça (30/3), a produção contará uma história do passado de Ned Stark que não foi encenada na TV. A trama vai girar em torno da Grande Jornada de Harrenhal, uma competição que ocorreu 16 anos antes dos fatos apresentados em “Game of Thrones”. Apesar disso, contará com personagens que foram populares na série da HBO, como Ned Stark, Robert Baratheon, Oberyn Martell e Jaime Lannister. A Jornada de Harrenhal chegou a ser mencionada na atração original e faz parte das “Crônicas de Gelo e Fogo” de George R.R. Martin, os volumes literários que inspiraram a série. Trata-se de um grande torneio, que levou vários nobres a Harrenhal, sem saberem que o evento foi criado como uma artimanha para reuni-los e assassiná-los numa carnificina. “As sementes da guerra costumam ser plantadas em tempos de paz”, disse Martin em um comunicado. “Poucos em Westeros sabiam da carnificina que viria quando os bem-nascidos e plebeus se reuniram em Harrenhal para assistir aos melhores cavaleiros do reino competirem em um grande torneio, durante o Ano da Falsa Primavera. É um torneio frequentemente referido durante ‘Game of Thrones’ e em meus romances… e agora, finalmente, podemos contar toda a história… no palco. ” O próprio Martin está trabalhando com o dramaturgo Duncan MacMillan na adaptação teatral. Fenômeno de audiência mundial, “Game of Thrones” durou oito temporadas, de 2011 a 2019, e teve um impacto tão grande que seu universo continuará a ser explorado na HBO com a produção do prólogo “House of the Dragon” e vários outros projetos, atualmente em diferentes fases de desenvolvimento.












