Herdeiros de Gucci estão preocupados com o novo filme de Ridley Scott
Os herdeiros da família Gucci estão preocupados com o novo filme do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). O longa “House of Gucci”, estrelado por Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) e Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), vai contar um dos maiores escândalos da família. O filme é baseado num livro sobre o assassinato de Maurizio Gucci em 1995, e o subsequente julgamento e condenação de sua ex-mulher. Patrizia Reggiani cumpriu 16 anos de prisão como mandante do crime. De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, uma das primas de Maurizio, Patrizia Gucci, está preocupada que o filme vá além de uma história baseada em fatos e comece a se intrometer na vida privada da família. “Estamos realmente desapontados. Falo em nome da família”, ela disse. “Eles estão roubando a identidade de uma família para ter lucro, para aumentar a renda do sistema de Hollywood… Nossa família tem uma identidade, privacidade. Podemos conversar sobre tudo. Mas há uma fronteira que não pode ser ultrapassada”. A herdeira afirmou que procurou a esposa de Ridley Scott, Giannina Facio, para esclarecimentos sobre a abrangência do filme em nome da família, mas não recebeu qualquer resposta. No início dos anos 2000, Giannina chegou a se reunir com membros da família Gucci para discutir outro projeto, que deveria se concentrar nos papéis do pai de Patrizia, Paolo Gucci, e do avô Aldo, na expansão da marca para seu nível global. A grife foi fundada em Florença, na Itália, há quase um século por Guccio Gucci, mas foram seus filhos e netos que a transformaram numa potência da moda. A história de crime é a mancha negativa em sua trajetória. Mas os Guccis não foram a primeira família italiana ligada ao mercado da alta costura a ter que lidar com o passado violento nas telas. Os Versaces também protestou contra a 2ª temporada da série “American Crime Story”, que abordou o assassinato do fundador Gianni Versace, dizendo que a série não tinha autorização da família e devia ser considerada “uma obra de ficção”. “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” acabou consabrada com vários prêmios. Patrizia disse que sua família decidirá quais ações irão tomar depois de ver o filme e ainda reclamou sobre a escalação do elenco que, segundo ela, não corresponde com o perfil físico dos seus parentes. “Meu avô era um homem muito bonito, como todos os Guccis, e muito alto, olhos azuis e muito elegante. Ele está sendo interpretado pelo Al Pacino, que já não é muito alto, e uma foto (feita por u paparazzi) o mostra gordo, baixo, com costeletas, muito feio… Vergonhoso, porque ele não se parece em nada com ele”, reclamou. Vale lembrar que a ex-socialite e ex-presidiária Patrizia Reggiani também não gostou de saber que será interpretada por Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) no filme, sem ter sido sequer consultada. Apesar de dizer que “gostou muito” dos looks escolhidos nas primeiras imagens do filme, defende que “se Ridley me envolvesse, poderia dar conselhos. Afinal, quem melhor do que eu pode me conhecer e conhecer a minha história?”, disse a assassina condenada.
Reação de Gabriela Duarte a vídeo da mãe com Bolsonaro repercute na internet
As redes sociais viralizaram a reação da atriz Gabriela Duarte ao rever um vídeo de sua mãe, Regina Duarte, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, exibido durante o programa “Conversa com Bial”. A expressão de desânimo, misturando desgosto e vergonha, foi replicada até virar meme após o programa, que foi ao ar na madrugada desta quinta (15/4) na rede Globo. O vídeo que gerou o mal-estar foi a última aparição de Regina com Bolsonaro, em maio de 2020, quando o presidente anunciou que ela não estaria mais à frente da Secretaria Especial da Cultura e iria assumir a presidência da Cinemateca Brasileira – o que nunca aconteceu. Após exibir a cena, o apresentador Pedro Bial questionou se Gabriela se sentiu aliviada com a saída da mãe do governo. “Foi um período muito turbulento, de muitas coisas. Um período que, de certa forma, nos afastou bastante. Não por uma questão ideológica, não é isso. Tem a ver com uma dinâmica muito complicada, de entrar ali, sair… Então, eu posso responder por mim, eu fiquei muito aliviada”, admitiu. Na entrevista, Bial quis saber como ficou a relação entre mãe e filha diante de possíveis divergências políticas. E embora tenha afirmado não falar sobre isso com a mãe, Gabriela Duarte disse: “Uma coisa posso afirmar, nós somos muito diferentes realmente”. Ela ainda revelou que votou em Ciro Gomes no primeiro turno e anulou o voto no segundo turno das últimas eleições presidenciais, para deixar claro que não é eleitora de Bolsonaro. Isso não a impediu de sofrer ameaças por conta das opções da mãe, especialmente durante o período em que Regina Duarte esteve à frente da Secretaria Especial da Cultura. “Fiquei muito assustada, recebi muitas ameaças, nunca me passou pela cabeça isso. Foi Bizarro”, contou. A atriz, que está completando 47 anos nesta quinta, terminou a entrevista agradecendo ao SUS (Sistema Único de Saúde) pelo empenho dos profissionais da saúde durante a pandemia de coronavírus. E recebeu muitas mensagens de apoio ao fim do “Conversa com Bial”. Veja abaixo algumas das reações. Quando eu vejo parente apoiando o Bolsonaro nas redes sociais, faço a mesma cara da Gabriela Duarte ☹️😓😕 #ConversaComBial pic.twitter.com/XTMxhsz6WW — Fernando Mancini (@fermancini) April 15, 2021 Rapaz, acabei de ver a entrevista de Gabriela Duarte no #ConversaComBial que foi ao ar na madrugada de hoje e, sabe, entendi todos os posicionamentos dela enquanto filha da R****a. É muito doloroso ter uma pessoa tão próxima pensar tão diferente de você. Mas força pra Gabi. — Robson Gomes ▽▲ (@robinhogomes) April 15, 2021 A cara da Gabriela Duarte vendo isso kkkk. Vou ter que ver essa entrevista. #ConversaComBial https://t.co/jtcraMhHJD — Olliver (@Evandro_Olliver) April 15, 2021 Eu tô só a Gabriela Duarte desde 2018. pic.twitter.com/ohKgugIR83 — Açúcar invertido 🇨🇦🇧🇷 (@BFFCanadaBrasil) April 15, 2021 a gabriela duarte deve odiar o bolsonaro e as loucuras da mãe#ConversaComBial pic.twitter.com/zmkgCGbS4h — DOMÊNICO #bbb21 (@eumaluma) April 15, 2021 Amei acompanhar essa entrevista super importante do Bial para com Gabriela Duarte e destaco as falas pontuais que foram imprescindíveis para explanar as diferenças entre ela e a mãe dela. Desta entrevista só engrandeceu o orgulho de ser fã desta maravilhosa atriz#ConversaComBial pic.twitter.com/flVY4l5HwT — Tiago Dias (@dia_tiago) April 15, 2021 Coitada da Gabidu, Regina tão grandiosa, não precisava desse peso na sua biografia pessoal e artística. Foi muita mancada. #ConversaComBial pic.twitter.com/tT4XaasYST — PAPO RETO 📢🎙📢 (@papporetoo) April 15, 2021 Ela acabou a entrevista agradecendo ao sus. Fadinha, Eu te amo!!! #ConversaComBial — ✨🌛jOsEpH🌛✨ (@DramadelReyyy) April 15, 2021
Jennifer Lopez encerra noivado com astro de beisebol
Agora é oficial. Um mês depois dos boatos de separação, que chegaram a ser desmentidos, a cantora e atriz Jennifer Lopez e o esportista Alex Rodriguez anunciaram o fim de seu noivado. A decisão foi informada num comunicado conjunto do ex-casal. “Nós percebemos que somos melhores como amigos e vamos continuar desta forma. Seguiremos trabalhando juntos e apoiando um ao outro em nossos negócios e projetos. Desejamos o melhor, tanto um ao outro, quanto aos filhos um do outro. Por respeito a eles, o único outro comentário que iremos fazer é este: obrigado a todos que nos enviaram mensagens gentis e de apoio neste momento”, diz o texto da nota. Em março, as notícias sobre o possível término do relacionamento da artista e do ex-jogador de beisebol deram conta da distância física imposta pela carreira de ambos como o motivo da separação. Uma fonte da revista People simplificou a crise da seguinte forma: “Jennifer está trabalhando na República Dominicana [filmando ‘Shotgun Wedding’] e Alex está em Miami, então não está fácil para se encontrarem com frequência, especialmente com a covid-19”. A cantora conhecida como J-Lo e o atleta chamado de A-Rod começaram a namorar no início de 2017 e anunciaram noivado em março de 2019. O casal chegou a planejar o casamento, que só foi não aconteceu por conta de adiamento causado pela pandemia de covid-19. A popstar de 51 anos já foi casada três vezes: com Ojani Noa (1997-1998), Cris Judd (2001-2003) e Marc Anthony (2004-2014). Ela é mãe dos gêmeos Emme e Maximillian, de 13 anos, com Anthony. Já Rodriguez se separou, em 2008, de sua mulher Cynthia Scurtis. Os dois são pais de Natasha (16 anos) e Ella (12 anos). Jennifer Lopez será vista a seguir em duas comédias que abordam noivados desfeitos e casamentos tumultuados: “Marry Me”, com estreia marcada para fevereiro de 2022, e “Shotgun Wedding”, ainda em fase de filmagens e sem previsão de lançamento.
Jim Jarmusch assina filme de moda com Julianne Moore e Charlotte Gainsbourg
A tradicional grife de moda Saint Laurent lançou nesta quarta (14/4) um curta experimental dirigido por Jim Jarmusch (“Os Mortos Não Morrem”) e estrelado por astros de Hollywood. Chamado de “French Water”, o filme de 9 minutos reúne Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Indya Moore (“Pose”) e Leo Reilly. A história se passa durante o final de uma festa servida por um garçon solitário, interpretado pelo filho do ator John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), que observa as convidadas de salto alto (Sevigny e as duas Moore) procurem por Gainsbourg na locação cavernosa. As atrizes mudam de roupas num flash, todas vestindo peças da coleção de outono/inverno de Saint Laurent. O lançamento acontece quatro meses após Saint Laurent divulgar sua coleção de verão num curta do cineasta Gaspar Noé (“Climax”). Veja os dois filmes abaixo.
Hugh Jackman vai estrelar novo drama do diretor de Meu Pai
O novo filme do diretor francês Florian Zeller, que concorre ao Oscar 2021 por sua estreia no cinema, “Meu Pai”, começou a definir seu elenco. Depois de dirigir Anthony Hopkins como o pai do longa que concorre a seis troféus da Academia, ele vai filmar Hugh Jackman (“Logan”) num drama chamado “The Son” (o filho). Assim como “Meu Pai” (em inglês, “The Father”), “The Son” é adaptação de uma peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Curiosamente, apesar do título, “The Son” também é sobre um pai em meio a uma crise familiar: o personagem de Jackman. A trama gira em torno de Peter (Jackman) quando sua vida agitada com a nova parceira Emma e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente, Nicholas. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Além de Jackman, a produção escalou Laura Dern (“História de um Casamento”) como a ex-esposa. Em comunicado, Zeller definiu “The Son” como “uma história profundamente humana que, acredito, conecta todos nós”. “Espero que o público fique profundamente comovido com a jornada desta família. Hugh e Laura transmitem naturalmente grande calor, compaixão e vulnerabilidade… convidando nosso público a abraçar e sentir cada momento. A história se passa em uma Nova York vibrante e muito viva, que é um personagem importante, e deve nos fazer ligar para a família e amigos para dizer-lhes que eles são amados e não estão sozinhos”, disse o diretor.
Fatma: Faxineira vira serial killer em trailer de série turca
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Fatma”, nova minissérie turca de suspense. Criada pelo estreante Ozgur Onurme, a série gira em torno de uma faxineira que descobre que tem talento para se safar de crimes porque é constantemente subestimada, e graças a isso se torna uma bem-sucedida serial killer. A personagem é interpretada pela estrela turca Burcu Biricik (“Kuzgun”). “Fatma” tem estreia marcada para 27 de abril em streaming.
Flashback: Dylan O’Brien é assombrado pelo passado em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer do suspense canadense “Flashback”, estrelado por Dylan O’Brien (“Maze Runner”). Anteriormente conhecido como “The Education of Fredrick Fitzell”, o filme segue o personagem de O’Brien, que tem a vida estável, com emprego corporativo, abalada por um encontro casual com um colega da juventude, que traz à tona lembranças reprimidas. Aos poucos, ele desvenda um mistério que esteve oculto por anos sobre uma garota desaparecida, uma droga chamada Mercúrio e o pesadelo que o acompanhou em cada passo do caminho. Depois de tomar a droga alucinatória, passado, presente e futuro se entrelaçam, e ele começa a lembrar o dia que sua antiga namorada do colégio desapareceu. O elenco também destaca Maika Monroe (“Corrente do Mal”) como a ex-namorada, além de Keir Gilchrist (“Atypical”), Hannah Gross (“Mindhunter”), Emory Cohen (“The OA”), Amanda Brugel (“The Handmaid’s Tale”) e Aaron Poole (“The Void”). Escrito e dirigido por Christopher MacBride (“A Conspiração”), “Flashback” será lançado nas plataformas digitais em 4 de junho nos EUA.
Jacob Tremblay entra no reboot de “O Vingador Tóxico”
Jacob Tremblay, o ator mirim de “O Quarto de Jack” e “Extraordinário”, que atualmente está com 15 anos de idade, juntou-se ao elenco do reboot de “O Vingador Tóxico” (The Toxic Avenger), trash cultuado dos anos 1980. O papel de Tremblay não foi oficializado, mas a sinopse da produção indica que o protagonista terá um filho que não existia no filme original. Por enquanto, apenas Peter Dinklage, de “Game of Thrones”, teve seu papel confirmado. Ele viverá Melvin, um faxineiro nerd que é empurrado de uma janela do segundo andar por valentões e acaba caindo num tanque de lixo tóxico. Os produtos químicos fazem com que ele se transforme em um mutante horrivelmente deformado, dotado de tamanho e força sobre-humanos. Assim, ele se transforma de párea rejeitado em herói dos oprimidos, enquanto corre para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade das forças da corrupção e da ganância. Realizado com baixíssimo orçamento e ultraviolência de ketchup sanguinolento, o filme original da produtora trash Troma foi concebido em 1984 pelo roteirista e diretor Lloyd Kaufman (com o pseudônimo de Samuel Weil). Ele também trabalhou na equipe original de “Rocky: Um Lutador” (1976) e ainda foi responsável por outros dois clássicos da Troma, “Class of Nuke ‘Em High” (1986), sobre os efeitos mutantes de drogas literalmente tóxicas – o lixo radioativo de Tromaville era totalmente desregulado – , e “Tromeo & Juliet” (1996), a versão de Romeu e Julieta da Troma, coescrito com um jovem estreante chamado James Gunn (ele mesmo, de “Guardiões da Galáxia”). Kaufman e seu parceiro na direção do filme original, Michael Herz, serão produtores executivos do remake, que será comandado pelo ator-diretor Macon Blair (“Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo”). Toxie, como o vingador do lixo se tornou conhecido, ganhou continuações, quadrinhos e se tornou precursor dos filmes de super-heróis de humor negro e ultraviolência, que culminaram nos lançamentos de “Kick-Ass” e “Deadpool”, dois exemplos de como o gênero pode render com maiores orçamentos. Ainda sem previsão de estreia, o novo “Vingador Tóxico” será o primeiro longa da franquia produzido por um grande estúdio – a Legendary do blockbuster “Godzilla vs. Kong”. Relembre o trailer original abaixo. Com direção de Macon Blair (Já Não Me Sinto em Casa Neste Mundo), o longa ainda não tem data de estreia definida.
Warrior: Série concebida por Bruce Lee é renovada para 3ª temporada
A série “Warrior” foi renovada para sua 3ª temporada e ainda ganhou um upgrade de distribuição. Saiu do canal pago Cinemax, versão B da HBO, para passar a ser exibida na plataforma de streaming HBO Max, prioridade do conglomerado WarnerMedia. Inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”), a série repleta de ação e artes marciais foi concebido antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha, Shannon Lee (“Operação Águia”), e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto, na Chinatown de San Francisco durante a segunda metade do século 19. O protagonista é Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”), um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, e da herdeira do mestre do kung fu. Em comunicado, Casey Bloys, diretor de conteúdo da HBO e HBO Max, elogiou a produção. “‘Warrior’ apresentou aos espectadores um mundo diferente do passado, executado com ação dinâmica e narrativa relevante e um elenco brilhante liderado por Andrew Koji. Mal podemos esperar para ver o que Jonathan [Tropper], Justin [Lin] e Shannon [Lee] trarão para o próximo capítulo desta série na HBO Max.” Shannon Lee acrescentou: “Justin, Jonathan e eu ficamos emocionados quando ‘Warrior’ foi colocado nas plataformas da HBO para ser descoberto por uma nova legião de fãs. Agora estamos animados e gratos pela oportunidade de fazer outra temporada e aplaudimos a HBO Max por compreender a importância de contar esta história e de continuar a apoiar este nível de representação na nossa indústria. Sei que agora o meu pai deve estar sorrindo ao ver que o programa com que sonhou há tanto tempo continua a vencer as adversidades”. O elenco da produção inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na 2ª temporada, Chen Tang (“Mulan”). “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime, versão brasileira do Cinemax. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shannon Lee (@therealshannonlee)
Festivais de Cannes, Berlim e Sundance protestam contra prisão de diretora de festival da Bielorrússia
Os festivais de cinema de Berlim, Cannes e Sundance produziram um documento em conjunto com a Academia Europeia de Cinema e vários grupos de direitos humanos e da indústria cinematográfica, pedindo a libertação imediata de Tatsiana Hatsura-Yavorska, diretora do festival de documentários Watch Docs, da Bielorrússia, que foi presa em 5 de abril por suposta atividade subversiva. Na carta aberta conjunta, as organizações condenaram a prisão e pediram às autoridades bielorrussas que libertem Hatsura-Yavorska e outros “presos políticos” do regime. “Instamos as autoridades bielorrussas a libertar imediata e incondicionalmente nossa colega Tatsiana Hatsura-Yavorska e outros defensores dos direitos humanos, e a pôr fim aos atos de assédio judicial contra eles”, diz a carta. Hatsura-Yavorskaya foi presa em 5 de abril, supostamente pelo crime de ajudar a organizar uma exposição de fotos intitulada “The Machine Is Breathing, I Am Not” (A máquina está respirando, eu nã) em homenagem aos profissionais de saúde da Bielo-Rússia durante a crise de covid-19. Ela encontra-se detida, aguardando julgamento por acusações referentes a “arrecadar dinheiro para protestos” contra o governo do presidente Alexander Lukashenko. A audiência de Tatsiana Hatsura-Yavorska está marcada para 15 de abril. Se condenada, ela pode pegar vários anos de prisão. A Bielorrússia vem sendo tomada por manifestações generalizadas contra o regime que governa o país há décadas. Os protestos se intensificaram em todo o país depois que Lukashenko reivindicou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais de agosto passado, um resultado que muitos acreditam ter sido falsificado. A União Europeia rejeitou a legitimidade da eleição e fez um apelo público por uma nova votação, além de condenar a perseguição violenta de manifestantes pacíficos por parte das autoridades do país. De acordo com ativistas, desde o verão europeu passado mais de 600 pessoas foram acusadas de participar das manifestações antigovernamentais e cerca de 400 foram condenadas.
Busca por filme perdido de Orson Welles no Brasil vai virar documentário
A busca por um filme perdido de Orson Welles no Brasil vai pautar um documentário do canal pago americano TCM, do conglomerado WarnerMedia. A investigação, que será conduzida pelo diretor Joshua Grossberg, buscará no território brasileiro pistas da versão original de “Soberba” (The Magnificent Ambersons), desaparecida há três quartos de século. Filmado por Welles logo após “Cidadão Kane” (1941), o drama teve sua exibição editada pelos estúdios RKO, que cortaram grande parte do material original – nada menos do que 43 minutos. Além disso, o estúdio acrescentou cenas não filmadas por Welles e mudou o final, originando o grande desgosto do diretor com Hollywood. Grossberg acredita que uma cópia do original possa estar no Brasil, porque Welles veio filmar aqui seu filme seguinte, o inacabado “É Tudo Verdade”, que teve cenas descobertas num depósito da Paramount durante os anos 1980. Seu objetivo é restaurar as imagens perdidas para projetar a “versão do diretor” de “Soberba” nos cinemas. “A versão estendida de ‘Metrópolis’ de Fritz Lang foi encontrada em um museu argentino em 2008, então também pode ser que a cópia perdida de ‘Soberba’ exista em algum lugar no Brasil”, disse o documentarista em um comunicado. Veja abaixo o trailer da versão lançada nos cinemas em 1942.
2ª temporada de “Eu Nunca…” ganha fotos e data de estreia
A Netflix anunciou nas redes sociais que a 2ª temporada de “Eu Nunca…” chegará à plataforma de streaming em julho deste ano. Além disso, também divulgou algumas imagens inéditas dos novos capítulos. As fotos dão destaque aos protagonistas Devi (Maitreyi Ramakrishnan), Paxton (Darren Barnet) e Ben (Jaren Lewison) no ambiente da escola. Criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”), “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de toda estudante de high school americana, como os hormônios à flor da pele, a ansiedade de se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade, mas com a pressão extra de pertencer a uma família tradicional indiana. A protagonista Devi é vivida pela estreante Maitreyi Ramakrishnan e o elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”), Angela Kinsey (“The Office”), Darren Barnet (“Agents of SHIELD”) e Jaren Lewison (“Te Peguei!”). A nova temporada de Eu Nunca… chega em julho e eu tô aqui olhando as fotos só pra confirmar que – assim como todos nós – Devi continua em dúvida. pic.twitter.com/mOZhqQdkWP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 14, 2021
Lee Aaker (1943–2021)
O ator Lee Aaker, que ficou conhecido como a estrela mirim de “As Aventuras de Rin-Tin-Tin”, morreu aos 77 anos. A notícia é ainda triste pela forma como aconteceu. Segundo postagem do ex-ator infantil e ativista Paul Petersen, Aaker “faleceu no Arizona em 1º de abril, sozinho e não reclamado, listado como ‘indigente’”. Aaker tinha 11 anos quando “As Aventuras de Rin-Tin-Tin” estreou em 1954 na rede americana ABC. Na série original de faroeste, ele interpretava Rusty, um menino órfão resgatado de um ataque indígena, que era criado no Forte Apache. O “cabo” honorário Rusty era o protagonista da série, ao lado do tenente Ripley “Rip” Masters (James E. Brown) e, é claro, o cachorro Rin Tin Tin, interpretado por vários pastores alemães. A série foi um fenômeno de audiência que ultrapassou as cinco temporadas produzidas até 1959, sendo repetida à exaustão nos anos seguintes, num ciclo encerrado apenas na década de 1990. Sua produção teve enorme impacto no público infantil, que sonhava em viver as aventuras do menino no Velho Oeste, o que transformou o brinquedo “Forte Apache” num dos mais populares entre as crianças por pelo menos três décadas – era vendido no Brasil pela Estrela. Lee Aaker já atuava antes de “Rin-Tin-Tin”. Aos 8 anos, fez figurações em clássicos do cinema como “O Maior Espetáculo da Terra” (1952) e “Matar ou Morrer” (1952), e teve seu primeiro papel de coadjuvante ao lado da lendária Barbara Stanwyck no thriller noir “Vida Contra Vida” (1953), do diretor John Sturges. No mesmo ano, ele coestrelou cinco outros filmes, incluindo “Caminhos Ásperos” (Hondo), ao lado de John Wayne. Mas foi “Rin-Tin-Tin” que o transformou em astro. Entretanto, ficou tão identificado como o cabo Rusty que teve dificuldades em seguir carreira como adolescente e adulto. No início dos anos 1960, Aaker ainda apareceu em episódios de “The Donna Reed Show”, “Rota 66” e “Abertura Disneylândia”, mas os papéis acabaram rapidamente. Seus últimos trabalhos foram em 1963, pequenas participações na comédia musical “Adeus, Amor”, com Ann-Margret, e num episódio de “The Lucy Show”, sitcom de Lucille Ball. Ele tinha 20 anos. Ao sair das telas, Aaker entrou na Força Aérea dos EUA, e Paul Petersen indicou nas redes sociais que estava lutando para dar-lhe um enterro adequado, que o ator teria direito por seu tempo de serviço militar. Relembre abaixo a abertura da série clássica “As Aventuras de Rin-Tin-Tin”.












