“Y: O Último Homem” ganha segunda “primeira” foto
Agora vai. Mais de dois anos depois da divulgação da primeira foto, a série “Y: The Last Man” ganhou seu segundo clique oficial. Publicada no Instagram da showrunner Eliza Clark, a cena foi acompanhada pela data de estreia: em 13 de setembro na plataforma americana Hulu. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de carros abandonados pelo seu caminho. A demora entre a produção inicial e o lançamento se deve ao fato de a série ter sido reiniciada no começo dos trabalhos, mudando showrunner, intérprete principal e boa parte do elenco. A nova foto é a primeira da versão que realmente vai ser exibida para o público. Baseado num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”, o projeto teve início há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Entretanto, a produção voltou à estaca zero com a saída de Michael Green, que se demitiu após uma crise criativa com a emissora. Para seu lugar, a FX contratou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) e a encarregou de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Foi realmente preciso começar tudo de novo, aproveitando apenas Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da presidente dos EUA. O novo elenco ainda destaca Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. A história vencedora de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens, visando impedir a extinção da humanidade. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. Mas vale reparar que a produção demorou tanto que outra série com a mesma premissa, “Creamerie”, foi produzida nesse meio tempo e já exibiu sua 1ª temporada completa neste ano na programação televisiva da Nova Zelândia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eliza Clark (@elizaaclarkw)
Virgin River: Trailer da 3ª temporada revela destino de Jack
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Virgin River”, que nem faz suspense para revelar que o cliffhanger (gancho) do final da temporada passada não era tão desesperador quanto transpareceu. Jack se recupera rapidamente após o atentado à bala, apenas para sofrer outra vez por amor… mesmo sendo correspondido. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas como essa novela tem que durar várias temporadas, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas. Os novos episódios chegam ao streaming no dia 9 de julho, apenas oito meses após o lançamento do segundo ano da produção.
Dan Fogler será Francis Ford Coppola na série sobre “O Poderoso Chefão”
O ator Dan Fogler, conhecido pelo papel de Jacob Kowalski na franquia “Animais Fantásticos”, foi escalado para viver o diretor Francis Ford Coppola em “The Offer”, minissérie da Paramount+ sobre os bastidores das filmagens do clássico de cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A minissérie de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do também clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. O elenco também conta com Miles Teller (“Wiplash”) como Al Ruddy, além de Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”), Colin Hanks (“Jumanji: Próxima Fase”) e Giovanni Ribisi (“Sneaky Peak”). Os roteiros são de Nikki Toscano (“Hunters”) e a direção está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.
“Tom & Jerry” vai ganhar nova série animada na HBO Max
A HBO Max anunciou o lançamento de uma nova série animada de “Tom & Jerry”. A produção vai pegar “emprestada” a locação do recente filme com os personagens para batizar a produção de “Tom & Jerry in New York”. Assim como em “Tom & Jerry – O Filme”, o gato e o rato vão morar no Royal Gate Hotel e aprontar na cidade grande, mas desta vez a produção será 100% animada. O filme era um híbrido em que os personagens animados conviviam com atores de carne e osso e locações reais de Nova York. A produção está a cargo da Warner Bros. Animation e da Renegade Animation, estúdio responsável pelo mais recente desenho dos personagens, “O Show de Tom & Jerry”, exibido desde 2014. Por sinal, dois produtores de “O Show de Tom & Jerry”, Ashley Postlewaite e Darrell Van Citters, também estão à frente da nova série. O anúncio foi acompanhado da divulgação do primeiro pôster e da data de estreia, que já vai acontecer em 1º de julho. Por enquanto, ainda não foi confirmado se “Tom & Jerry in New York” será disponibilizado simultaneamente no Brasil, onde a HBO Max será lançada em 29 de junho.
Veja primeira foto do casal Pipa e Zecão no novo filme da “Turma da Mônica”
A produção do filme “Turma da Mônica – Lições” aproveitou o Dia dos Namorados, comemorado neste sábado (12/6), para divulgar a primeira foto do casal Pipa e Zecão, que vai aparecer pela primeira vez de carne e osso no longa da Paris Filmes. Os personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa são vividos pelos novatos Camila Brandão e Fernando Mais na adaptação. Assim como nos gibis da Mônica, Pipa e Zecão são os melhores amigos de Tina e Rolo, que também estão no longa, interpretados por Isabelle Drummond (“Novo Mundo”) e Gustavo Merighi (“Toda Forma de Amor”). Filmado na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, o filme volta a reunir o elenco mirim introduzido em “Turma da Mônica – Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão), além dos adultos Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. O diretor Daniel Rezende também é o mesmo do primeiro filme, que levou mais de 2 milhões de espectadores aos cinemas. E, assim como na produção de 2019, a continuação também é baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade da turma. A estreia está agendada para o fim de semana do Natal, no dia 23 de dezembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica – Lições (@turmadamonicaofilme)
Última temporada de “Lucifer” terá estrutura inédita
A última temporada de “Lucifer” será bem diferente das anteriores. Em entrevista ao site LCL Reviews, o produtor-executivo Chris Rafferty revelou que o final da 5ª temporada, que deveria encerrar a atração, implodiu a forma habitual de contar as histórias. O produtor admitiu que a decisão de encerrar a carreira de Chloe (Lauren German) como detetive foi tomada antes da Netflix mudar de ideia sobre o cancelamento da série e renová-la para o sexto ano, o que forçou os roteiristas a serem mais criativos. Por conta disso, com o personagem-título vivido por Tom Ellis no comando do Céu e Chloe aposentada da polícia, a série não retomará sua estrutura procedimental, até então ligada aos “casos da semana”. “Nossos ‘casos’ serão mais pessoais do que nunca, permitindo que nos aproximemos ainda mais dos nossos protagonistas à medida que chegamos ao final”, ele apontou. Adiantando um pouco do que os fãs podem esperar da última temporada, o produtor disse que “Lúcifer vai entender a si mesmo como nunca, Chloe vai encarar o passado dos dois e o arco de Dan [Kevin Alejandro] ainda não acabou. Você vai ver menos coisas policiais e mais coisas doidas, que nunca achei que faríamos na série”. Kevin Alejandro já tinha adiantado para a imprensa que, apesar da morte de Dan, ele voltaria na 6ª temporada. Rafferty garantiu que o foco dos últimos capítulos será dar a cada personagem “o final digno que eles merecem”. Ainda não há previsão para a estreia da 6ª temporada, que será dividida em duas partes, mas todos os episódios já foram gravados.
Netflix vai lançar novo filme de Jane Campion no Festival de Veneza
Com a briga entre a Netflix e o Festival de Cannes, o novo filme da cineasta neozelandesa Jane Campion, que já venceu a Palma de Ouro por “O Piano” (1993), será lançado no Festival de Veneza. A Netflix fechou a première mundial com os organizadores do evento italiano, que por sinal tem sido palco para os principais filmes premiados no Oscar nos últimos anos. Intitulado “The Power of the Dog”, o filme de Jane Campion é estrelado por Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”) e o casal da vida real Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”). A trama adapta o romance homônimo de Thomas Savage sobre o relacionamento complicado entre dois irmãos, Phil (Cumberbatch) e George Burbank (Plemons). Quando George se casa secretamente com uma viúva (Dunst), seu irmão trava uma guerra implacável para destrui-la. O problema da Netflix com Cannes é que o festival aceitou a pressão dos exibidores franceses, após incluir filmes da plataforma na competição de 2017, e passou a proibir lançamentos de streaming na disputa da Palma de Ouro. Mesmo após o Oscar e vários outros festivais fazerem concessões ao streaming durante a pandemia, Cannes se mantém irredutível, falando em “regras” que não considerava até a pressão de 2017. A única forma de a Netflix exibir seus filmes no evento francês seria incluí-los em exibições especiais, fora de competição, mas a plataforma acha isso uma desfeita, afirmando que desprestigiaria seus cineastas. Em vez de aceitar o tratamento de marginalização em Cannes, prefere uma aliança com Veneza, que está se fortalecendo com essa briga. Mas não fica nisso. A Netflix já demonstrou que é vingativa, ao comprar os direitos de vários filmes premiados em Cannes para impedi-los de chegar aos cinemas e exibi-los como lançamentos de streaming, ridicularizando as tais regras do festival.
“G.I. Joe Origens: Snake Eyes” ganha pôsteres de personagens e vídeo de bastidores
A Paramount Pictures divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e um vídeo legendado de bastidores de “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”. Entre muitas lutas de espadas e artes marciais, o que mais chama atenção na prévia é que Henry Golding (“Podres de Ricos”) aparece sem máscara e bem falante. O vídeo, com participação do escritor de quadrinhos Larry Hama, responsável pela transformação dos brinquedos da Mattel em personagens da Marvel, explica por quê: trata-se de uma história de origem, que mostrará o que levou Snake Eyes a esconder o rosto e silenciar. Além de Golding, o filme traz Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, o ninja que é rival e irmão de sangue de Snake Eyes, Iko Uwais (“Operação Invasão”/The Raid) e Peter Mensah (“Spartacus”) como mestres do treinamento do herói, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett. “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e a direção está a cargo de Robert Schwentke, que assinou dois filmes da franquia “Divergente”. Originalmente previsto para outubro passado, o filme foi adiado várias vezes em meio à pandemia e recentemente foi remarcado para 19 de agosto no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 23 de julho).
Produção do revival de “Sex and the City” já começou
O revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”, começou a ser produzido. A atriz Sarah Jessica Parker (a Carrie) publicou fotos no Instagram da primeira leitura coletiva de roteiros, do retorno ao prédio de sua personagem e do reencontro com suas duas coprotagonistas na atração, Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte). “Juntas de novo”, ela comentou. Nixon também publicou a imagem do trio, escrevendo ao lado da foto que “a amizade nunca sai de moda”. Os posts sugerem que as gravações propriamente ditas ainda não começaram. “Lendo juntas nossos primeiros episódios. Junto dos amigos e dos novos integrantes do elenco”, escreveu Parker na legenda de uma foto, acrescentando em outra que os principais intérpretes masculinos da série também estarão de volta no revival. Além de Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, também estão confirmadas as participações de Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry), além da novidade de Sara Ramirez, que viverá uma personagem não-binária na trama. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cynthia Nixon (@cynthiaenixon)
Chris Pratt mostra bastidores da sci-fi “A Guerra do Amanhã”
A Amazon divulgou um vídeo de bastidores da sci-fi “A Guerra do Amanhã” (The Tomorrow War), em que o astro Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) revela detalhes do set, comenta a trama e fica louco para soltar spoilers – mas é impedido por Yvonne Strahovski (“The Handmaid’s Tale”), sua colega no elenco. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Os viajantes do tempo querem recrutar soldados e civis do presente para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. Pratt interpreta um professor de ensino médio e pai de família, com passado militar, que se dispõe a salvar o mundo para sua filha. Ele se junta a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”) na missão. O elenco também inclui Betty Gilpin (“GLOW”), Sam Richardson (“Veep”) e Edwin Hodge (“Bumblebee”). A estreia em streaming está marcada para 2 de julho.
Saoirse Ronan vai estrelar sci-fi do diretor de “Maria Madalena”
A atriz Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) vai se juntar a Paul Mescal (“Normal People”) e LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”) em “Foe”, filme baseado no best-seller homônimo de ficção científica escrito por Iain Reid (autor do livro transformado no filme “Estou Pensando em Acabar com Tudo”). Ronan e Mescal interpretarão um casal que há sete anos vive de forma solitária em sua fazenda isolada. Até uma noite em que um estranho (Stanfield) bate à sua porta, trazendo notícias que irão mudar suas vidas: o personagem de Mescal foi selecionado para viajar até uma grande estação espacial experimental em órbita na Terra. A adaptação está a cargo do cineasta australiano Garth Davis (“Maria Madalena”), que pretende começar as filmagens em janeiro de 2022 na Austrália.
Orlando Drummond, o Seu Peru, tem alta após dois meses internado
O ator Orlando Drummond, intérprete do Seu Peru na “Escolinha do Professor Raimundo”, recebeu alta neste sábado (12/6) após passar cerca de dois meses internado para tratar uma infecção urinária. O ator e dublador de 101 anos deu entrada no Hospital Quinta D’Or, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em abril, preocupando amigos e fãs, e passou boa parte do tempo no CTI (Centro de Terapia Intensiva). O quadro de saúde se agravou no início de maio, mas agora, curado da infecção urinária, ele deve seguir em observação em casa. Orlando Drummond fez parte do elenco original da “Escolinha do Professor Raimundo” e já integrava o esquete num quadro do “Chico Anysio Show”, antes da atração ganhar programa próprio. Em 2019, ao completar 100 anos, recebeu uma homenagem da nova versão do humorístico, revivendo o papel que o consagrou. Ele também atuou em novelas, como “Caça Talentos” (1996), integrou a equipe do “Zorra Total” entre 1999 e 2013, e fez dublagens que marcaram a infância de várias gerações, como a voz brasileira do Scooby Doo, de Alf, O Eteimoso, do Popeye e do Vingador da “Caverna do Dragão”, entre outros personagens de animações.
“O Legado de Júpiter” acabou por problemas de bastidores e orçamento
Apesar do cancelamento e da Netflix esconder os números, “O Legado de Júpiter” não foi um fracasso de audiência. A série baseada nos quadrinhos de Mark Millar está atualmente na liderança, pela segunda semana consecutiva, do ranking das atrações mais assistidas em streaming nos EUA, na apuração da consultoria independente Nielsen. “O Legado de Júpiter” não agradou à crítica, com apenas 38% de aprovação segundo o Rotten Tomatoes. Mas séries piores, como “Insaciável” (11% de aprovação) e “Friends from College” (26%), foram renovadas. Por isso, seu cancelamento surpreendeu o elenco e parecia não ter explicação. Acreditando que havia algo por trás da decisão, a revista The Hollywood Reporter buscou seus contatos e fontes para desenterrar os segredos, que tanto a Netflix quando Mark Millar, responsável por fazer o anúncio do fim da linha, esconderam. A publicação revelou neste fim de semana que os problemas da produção começaram quando a Netflix e o primeiro showrunner de “O Legado de Júpiter”, Steven S. DeKnight (criador de “Spartacus” e responsável pela 1ª temporada de “Demolidor”), não conseguiram concordar em relação ao orçamento. O produtor pediu US$ 12 milhões por episódio, mas a plataforma liberou US$ 9 milhões. As disputas também envolveram o rumo da trama, pois menos orçamento significava que certas cenas não poderiam ser feitas. As reclamações de lado a lado explodiram quando as gravações já estavam em andamento, resultando na saída de DeKnight por “diferenças criativas”. Ironicamente, isso fez com que a Netflix precisasse gastar bem mais do que DeKnight queria, porque a mudança obrigou que alguns dos episódios já gravados fossem reformulados com novas cenas. O contratado para assumir a bronca foi Sang Kyu Kim, co-produtor-roteirista de “Altered Carbon” e “Designated Survivor”. Mas aparentemente ele não deu conta do trabalho, porque a Netflix ainda buscou o cineasta Louis Leterrier, de “Truque de Mestre” e da série “Lupin”, como consultor no final da produção. Tudo isso fez “O Legado de Júpiter” custar bem mais que os US$ 12 milhões por episódio que DeKnight queria para fazer o trabalho em primeiro lugar. A revista The Hollywood Reporter chegou a um valor impressionante. Usando suas fontes internas, a publicação apurou que “O Legado de Júpiter” custou algo em torno de US$ 130 milhões, ou US$ 16,25 milhões por episódio. Entretanto, outras pessoas familiarizadas com as despesas habituais da indústria colocam os gastos totais em US$ 200 milhões. Em vez de enquadrar o responsável por dar esse prejuízo enorme – quem não soube negociar com o showrunner original e estourou o orçamento ao demiti-lo – , que supostamente é alguém muito poderoso na empresa, a Netflix fez vistas grossas para sua própria culpa, preferindo fazer sua conta tradicional de orçamento versus audiência, como se a 2ª temporada tivesse que custar o mesmo, para decidir o destino da série – que ficou sem final. A decisão fica ainda mais surreal diante da encomenda, anunciada por Millar no mesmo fôlego em que revelou o fim abrupto, de uma série derivada da atração, “Supercrooks”, focada em um grupo de vilões que, cansados de serem derrotados nos Estados Unidos, decidem tentar a sorte na Espanha. Trata-se de mais uma adaptação de quadrinhos do autor de “O Legado de Júpiter”, que inclusive pode trazer de volta alguns personagens vistos na série original. O que deixa o cancelamento ainda mais sem sentido.












