Neil Gaiman anuncia série baseada em “Os Filhos de Anansi”
O escritor Neil Gaiman anunciou uma nova parceria com o Amazon Studios. Ele revelou que seu livro “Os Filhos de Anansi” (Anansi Boys) será sua próxima obra a virar série na plataforma Amazon Prime Video. O anúncio foi feito nas redes sociais e no blog pessoal do autor. “A Amazon amou produzir ‘Belas Maldições’ e ficaram impressionados com os números e com a recepção positiva à série e queriam fazer mais coisas comigo”, Gaiman contou em seu blog. Assim, a adaptação de “Os Filhos de Anansi” e a 2ª temporada de “Belas Maldições” devem ser produzidas ao mesmo tempo. E vale lembrar que o escritor ainda prepara “Sandman” na Netflix. “Os Filhos de Anansi” conta a história de Charlie, um inglês comum que descobre ser filho da divindade africana Anansi, o deus das aranhas, além de ter um irmão que herdou os poderes do pai. Após encontrar com o poderoso irmão, sua vida se torna cada vez mais complicada e sombria. No post, Gaiman diz que já havia recebido propostas de estúdios interessados em adaptar “Os Filhos de Anansi”, mas recusou quando soube que o diretor envolvido planejava escalar um elenco branco, apesar dos personagens serem negros. “Se não fosse feito direito, não seria feito de maneira alguma”. O autor do livro assinará o primeiro e último episódio da série, com direção de Hanelle M. Culpepper, de “Star Trek: Picard”. Os demais episódios serão escritos por quatro roteiristas negros: a estreante Racheal Ofori (atriz de “Armas em Jogo”), Kara Smith (“Apple Tree House”), Arvind Ethan David (produtor de “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”) e Sir Lenny Henry (“Neverwhere”). Arvind Ethan David revelou, também nas redes sociais, que os roteiros começaram a ser escritos durante o lockdown no Reino Unido. Portanto, já estariam adiantados. Apesar disso, a produção ainda não escalou elenco e nem tem previsão estreia definida. I've been hinting for, well, over a year now, that there are two big TV shows I'm making. Last month, we announced Good Omens 2. Here's a clue to what the other one might be… pic.twitter.com/0x4HaZWS9s — Neil Gaiman (@neilhimself) July 21, 2021 It begins, as most things begin, with a song… or in our case a tweet. Based on the novel by @neilhimself, #AnansiBoys is coming to Prime Video soon! pic.twitter.com/9eWSWPbXZ0 — Amazon Prime Video UK (@primevideouk) July 21, 2021 So glad this Spider is out of the bag…. We spent the first months of the 'pandemic writing #AnansiBoys – the virtual room with @neilhimself @LennyHenry @drmuig was the most fun I had during #lockdown – thanks @AmazonStudios #writerslife https://t.co/5Jrjc2IQsE — Arvind Ethan David (@ArvD) July 21, 2021
Amizade de Férias: Trailer hilário traz John Cena sem noção de limites
O 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Amizade de Férias” (Vacation Friends), comédia estrelada por John Cena (“Velozes e Furiosos 9”), que será lançada com exclusividade na nova plataforma Star+ (Star Plus). A prévia é hilária, com muito humor físico e situações constrangedoras. A história gira em torno de um casal branco sem noção que invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca John Cena e Lil Rel Howery (“Corra!”) como as caras-metades, respectivamente, de Meredith Hagner (“Search Party”) e Yvonne Orji (“Insecure”). Com direção e roteiro de Clay Tarver (produtor-roteirista de “Silicon Valley”), “Amizade de Férias” tem estreia marcada para 31 de agosto, junto com o lançamento da plataforma Star+ no Brasil.
Batgirl será negra como a nova Batwoman
A atriz Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) teria sido escolhida como a nova Batgirl do cinema. Os sites Deadline, The Hollywood Reporter e Variety se anteciparam ao anúncio oficial nesta quarta (21/7), após o nome da atriz vazar entre as finalistas para o papel. Leslie Grace é uma atriz latina e negra, e disputava o papel com a loira Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”). As duas só tinham uma coisa em comum: a idade de 26 anos. De acordo com o relato do Deadline, a Warner estava empolgada com a atriz desde seu desempenho no musical “Em um Bairro de Nova York”. O estúdio, no entanto, ainda não se manifestou oficialmente sobre a escolha. Desta forma, a HBO Max terá Batgirl e Batwoman negras em sua programação – ainda que Leslie Grace seja bem mais clara. A maior diferença entre as personagens, porém, não é o tom de pele. Enquanto a versão negra de Batwoman (vivida por Javicia Leslie) foi criada especialmente para sua série e integrada de forma orgânica, após a atriz que interpretava a versão original (branca) desistir da atração ao final da 1ª temporada, Batgirl deve ser a mesma personagem – que não é negra – dos quadrinhos. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max. Assim como a atriz principal, os diretores do longa tem pele clara, mas não passam por brancos, a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”) – são cineastas belgas, filhos de imigrantes marroquinos. A situação remete à escalação de uma Supergirl latina pelo diretor argentino Andy Muschietti no vindouro filme “The Flash”. O papel ficou com a atriz Sasha Calle (“The Young and the Restless”). Neste caso, porém, o visual que vazou dos sets de filmagem não foi o de Kara Zor-El, a Supergirl loira e clássica dos quadrinhos, mas Lara Lane-Kent, filha de Superman e Lois Lane vista em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”.
Viola Davis vai lançar livro de memórias
A atriz Viola Davis está escrevendo um livro de memórias, intitulado “Finding Me”, que será lançado em abril de 2022 nos EUA, A editora HarperOne, parte do conglomerado editorial HarperCollins Publishers, descreveu a obra como uma “jornada de verdadeiro herói”. Segundo a sinopse, “Finding Me” vai percorrer toda a vida de Davis, desde sua infância pobre e violenta em Rhode Island, o início de sua carreira como atriz no teatro, até seus vários prêmios e papéis de destaque, incluindo o Oscar por “Fences” (muito mal batizado de “Um Limite Entre Nós” no Brasil). “Acredito que nossas histórias e a coragem de compartilhá-las são a ferramenta empática mais poderosa que temos”, disse ela no comunicado do projeto. “Esta é a minha história… direta, sem rodeios.” Antes do lançamento chegar às livrarias, o público poderá ver Viola Davis novamente no papel de Amanda Waller em “O Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 5 de agosto nos cinemas brasileiros.
Michaela Coel entra na continuação de “Pantera Negra”
A atriz, roteirista e diretora Michaela Coel foi escalada na continuação de “Pantera Negra”. A Marvel não fez um anúncio oficial, portando os detalhes de sua personagem não foram revelados. Mas a estrela e criadora da minissérie “I May Destroy You” foi vista com o diretor Ryan Coogler no estúdio em Atlanta, onde as filmagens do longa começaram no mês passado. Os detalhes da trama, que tem estreia marcada para 8 de julho de 2022, também permanecem em segredo. Entretanto, o título escolhido, “Black Panther: Wakanda Forever” em inglês, transmite a ideia de apresentar melhor os personagens secundários do filme original e destacar a nação africana governada pelo herói, como forma de compensar a ausência do personagem-título, devido à morte do ator Chadwick Boseman de câncer. A sequência contará com os retornos de Angela Bassett, Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Winston Duke e Martin Freeman, já confirmados na produção. Além disso, o Marvel Studios planeja estender seu universo de heróis africanos com o lançamento de uma série sobre Wakanda, que será estrelada por Danai Gurira (Okoye em “Pantera Negra”) após o lançamento do longa nos cinemas. Lançado em 2018, “Pantera Negra” foi um dos maiores sucessos a Marvel nos cinemas, vencendo três Oscars e arrecadando mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais.
Dwayne Johnson diz que não voltará a “Velozes e Furiosos”
O ator Dwayne “The Rock” Johnson afirmou que não voltará mais à franquia “Velozes e Furiosos”. A revelação foi feita durante uma entrevista para a revista The Hollywood Reporter sobre seu novo filme, “Jungle Cruise”. Perguntado sobre o que achava de uma declaração recente de Vin Diesel sobre a briga dos dois nos bastidores de “Velozes e Furiosos 8”, ele disse que riu muito. “Ri demais. Acho que todos riram disso. E vou deixar por isso mesmo”, disse o astro. Diesel deu sua versão da briga para a revista Men’s Health, sugerindo que seu estilo de amor durão contribuiu para o conflito. “Foi um personagem difícil de incorporar, o Hobbs [personagem de Johnson]. Minha abordagem na época foi de muito ‘amor duro’ para ajudar a obter aquele desempenho no ponto em que precisava chegar”, disse Diesel. “Eu faço qualquer coisa que eu tenho que fazer a fim de obter performances em qualquer coisa que estou produzindo. ” Depois de rir da declaração, Johnson afirmou que nem pensa em voltar à franquia. “Lhes desejo boa sorte. Desejo-lhes felicidades no ‘Velozes e Furiosos 9’. E desejo-lhes boa sorte no 10, 11 e no resto dos filmes ‘Velozes e Furiosos’, todos que eles fizerem será sem mim”, afirmou o ator. “Velozes e Furiosos 10” vai começar a ser filmado em janeiro de 2022. E será a primeira parte do final da saga, que se encerrará no 11º filme. Havia a expectativa de que Dwayne Johnson pudesse voltar nas sequências, após estrelar o spin-off “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”. Mas agora não há nem planos para “Hobbs & Shaw 2”. Em vez disso, fala-se num novo spin-off centrado nas personagens femininas, vividas por Michelle Rodriguez, Jordana Brewster e Nathalie Emmanuel.
Diretor do “Space Jam” original detona “O Novo Legado”
O diretor Joe Pytka, que comandou “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), juntou-se aos críticos da continuação recém-lançada pela Warner, “Space Jam: Um Novo Legado”, que chegou no fim de semana passado nos cinemas. Descrevendo o filme como “entediante”, ele disse ao site TMZ que só conseguiu terminar de assistir após cinco tentativas. Segundo Pytka, os problemas do longa começam na escalação do protagonista humano, LeBron James. “Quando fizemos o primeiro, Michael Jordan não era só o melhor jogador de basquete do mundo… Ele era uma das maiores celebridades do planeta. LeBron é um brilhante atleta e um bom ator, mas a verdade é que ele não é Michael Jordan”, comentou. Ele também considerou o elenco coadjuvante muito fraco. “Eu nem me lembro o que Anthony Davis fez no filme”, observou. Suas críticas ainda citam uma trilha sonora “insignificante”. Mas o maior problema, na sua visão, foi o que fizeram com Pernalonga. “Este novo Pernalonga não tem nenhuma conexão com o clássico, e isso foi algo que fizemos com muito cuidado no filme original. A nova versão do Pernalonga parece um daqueles bonecos de pelúcia que você compra para o seu filho em uma loja de aeroporto quando o voo está atrasado”, criticou. A imprensa americana parece concordar com Pytka. O filme dirigido por Malcolm D. Lee foi muito mal recebido pela crítica, atingindo apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, conseguiu abrir em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, superando “Viúva Negra” com arrecadação de US$ 31,6 milhões. No resto do mundo, entretanto, não foi capaz de repetir a façanha. O filme estreou em 3º lugar no Brasil.
Gabriel, o Pensador lança clipe contundente contra o Brasil atual
Gabriel, o Pensador lançou nesta quarta (21/7) o clipe de “Patriota Comunista”, uma das músicas mais contundentes sobre o Brasil em 2021. No vídeo de clima gótico, ele aparece dentro de um caixão, sufocado pela bandeira brasileira. E a imagem resume perfeitamente a letra, em que o artista lamenta a banalização da morte no país. A letra descreve um sonho em que o rapper se vê morto em meio às barbaridades que ocupam os noticiários nacionais, incluindo homofobia, feminicídio, execução de negros e pobres, destruição da Amazônia, ataques contra a Cultura, campanhas contra a Ciência, corrupção nas vacinas e pandemia descontrolada, e ao chegar no Céu encontra vários talentos que se foram durante o governo Bolsonaro. O rapper cita Aldir Blanc, Paulinho do Roupa Nova, Moraes Moreira, Paulo Gustavo, até seu pai, entre outros recém-falecidos, enquanto reflete a realidade de um país em que a população que sobrevive à covid-19 está sendo morta pela polícia e a milícia, enquanto a classe governante enriquece e tripudia sobre a miséria alheia. “Sou cientista pedindo uma esmola / Sou quilombola virando piada / Sou uma vida que nem vale um dólar / Sou uma preguiça assistindo à queimada”, diz um dos trechos da música. O curioso é que a produção acabou gerando polêmica não pelo tema, mas por ter cenas gravadas num cemitério em Uberlândia, em Minas Gerais. Em sua conta no Instagram, Gabriel contou ter recebido notificações de um processo nesta quarta. “Gravei cenas de ‘Tô Feliz (Matei o Presidente) 2’ também em um cemitério e nem por isso veio gente hipócrita querendo views em cima disso. Um dos câmeras perdeu seu avô durante a filmagem, e ele foi velado lá. Estávamos trabalhando com seriedade e amor”, explicou o rapper, que, diante da polêmica, borrou no clipe imagens em que apareciam lápides. Segundo o cantor, uma pessoa de Uberlândia que se apresenta como “A Venenosa” nas redes sociais está por trás das ações por considerar a escolha da locação desrespeitosa. Segundo o jornal O Globo, trata-se de Juliana Lessa, que enviou um ofício, junto ao vereador Antônio Augusto (Cidadania), conhecido como “Queijinho”, para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos. O documento questiona se houve autorização do poder público para realização das filmagens. Detalhe: o cemitério tem administração particular. “Perdi minha avó para a Covid. E a música, entre outros assuntos, fala justamente sobre a importância do respeito à vida e o absurdo da banalização da morte”, ressaltou Gabriel, por meio de nota.
Júri do Festival de Veneza terá diretora de “Nomadland”
A organização do Festival de Veneza anunciou os integrantes do júri de sua edição deste ano. E a lista destaca a participação da cineasta chinesa (radicada nos EUA) Chloé Zhao, que venceu o Oscar 2021 de Melhor Direção e Melhor Filme por “Nomadland”. Além dela, a relação inclui a atriz inglesa Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”), a belga Virginie Efira (“Benedetta”) e a canadense Sarah Gadon (“Indignação”), o diretor italiano Saverio Costanzo (“A Amiga Genial”) e o documentarista romeno Alexander Nanau (“Coletivo”). Eles vão se juntar a outro vencedor do Oscar, o sul-coreano Bong Joon-Ho, diretor de “Parasita”, que foi anunciado anteriormente como presidente do júri da mostra principal. O Festival de Veneza também definiu a cineasta bósnia Jasmila Zbanic (“Quo Vadis, Aida?”) como presidente do júri da seção Horizontes (Orizzonti), uma das principais mostras paralelas do evento. Entre os jurados desta competição, também se destaca outra diretora premiada, a norueguesa Mona Fastvold (“Um Fascinante Novo Mundo”). Com abertura do filme “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, o Festival de Veneza 2021 vai acontecer entre os dias 1º e 11 de setembro.
“Sombra e Ossos” foi vista 55 milhões de vezes na Netflix
O relatório trimestral da Netflix para investidores revelou que “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone) foi a segunda série mais vista da plataforma nos últimos três meses. A atração foi vista por 55 milhões de contas de assinantes desde seu lançamento em 23 de abril, atrás apenas de “Sweet Tooth”, a série mais assistida do trimestre, com 60 milhões de visualizações. O desempenho revela que séries de fantasia são carros-chefes da Netflix. Mas também são mais caras e demoram mais para ser produzidas que as tramas adolescentes seguidamente encomendadas pela plataforma. Graças ao sucesso de público, “Sombra e Ossos” já teve sua 2ª temporada encomendada. Além disso, seu showrunner tinha tanta fé neste êxito que mobilizou os roteiristas enquanto aguardava o sinal verde da Netflix. Como resultado, os próximos episódios já foram totalmente escritos. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas a trama ainda segue em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Veja abaixo o trailer oficial da produção.
“Army of the Dead” vira blockbuster de streaming com 75 milhões de views
“Army of the Dead: Invasão Las Vegas” foi a produção mais vista da Netflix no último trimestre. O relatório trimestral da empresa de streaming para seus investidores chega a chamar o filme de Zack Snyder de “blockbuster”, revelando que 75 milhões de contas assistiram a produção em seu primeiro mês de lançamento. O detalhe é que este número foi praticamente igualado por “Paternidade”, uma comédia dramática estrelada por Kevin Hart, que atraiu cerca de 74 milhões de membros no mesmo período de tempo. Os números gigantescos, porém, são resultados de uma métrica usada apenas pela Netflix para avaliar visualizações. A contagem de espectadores relatados pelo streamer é baseada na quantidade de assinantes que assistiram a pelo menos dois minutos de um determinado conteúdo – uma medida muito diferente da forma tradicional de se medir audiência. Apenas o YouTube utiliza esta regra para determinar visualizações de seus vídeos. A diferença é que dois minutos no YouTube equivalem a um clipe quase completo, enquanto dois minutos na Netflix não rende mais que os créditos de abertura de um filme ou série. Para aproveitar o sucesso de “Army of the Dead”, a plataforma já está divulgando um prólogo daquele filme, chamado “Army of Thieves” – ou “Exército de Ladrões: Invasão da Europa”, no Brasil – e centrado no personagem de Matthias Schweighöfer. A estreia vai acontecer “em breve” segundo o serviço. E ainda há um spin-off animado para 2022 e um projeto de continuação do filme original para 2023. Veja abaixo o trailer do “blockbuster” da Netflix.
“A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” vira animação mais vista da Netflix
A animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” virou o filme animado mais visto da Netflix em todos os tempos. Originalmente produzido para o cinema pela Sony Pictures, o filme foi negociado com a plataforma de streaming por causa da pandemia e acabou visto por 53 milhões de contas em seu primeiro mês de seu lançamento. Os dados constam do relatório trimestral da Netflix para seus investidores. O desempenho supera o recorde anterior, que era de “A Caminho da Lua”. Indicada ao Oscar 2021, a animação musical foi vista por 43 milhões de contas no mesmo período de tempo. Lançada em 30 de abril, “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” acompanha uma família distanciada pela tecnologia moderna que se torna a última esperança da humanidade quando máquinas ganham vida para dominar o mundo. Escrita e dirigida por dois estreantes em longas, a dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas da série “Gravity Falls”, a animação contou com uma dupla de peso em sua produção: Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Pra completar, o elenco de dubladores originais destaca Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) como o pai, Maya Rudolph (“The Good Place”) como a mãe, Abbi Jacobson (“Broad City”) como a filha adolescente e o diretor Michael Rianda como o filho caçula, além de Olivia Colman (“A Favorita”), Eric André (“A Noite É Delas”), o apresentador Conan O’Brien e o casal Chrissy Teigen e John Legend em papéis coadjuvantes. Veja abaixo o trailer oficial do filme em duas versões – com dublagem em inglês e português.
Marvel confirma mais duas séries na Disney+ em 2021
Fãs das séries do Marvel Studios terão mais duas novidades para apreciar neste ano. Victoria Alonso, vice-presidente da divisão de filmes do Marvel Studios, revelou à revista Variety que as séries “Hawkeye”, do Gavião Arqueiro, protagonizada por Jeremy Renner, e “Ms. Marvel”, que introduz Kamala Khan (Iman Vellani), chegarão à Disney+ nos próximos meses. Alonso ainda anunciou que o Marvel Studios está com tantos projetos que terá uma nova divisão e um “mini estúdio” dedicado especificamente à produção de animações do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mais detalhes devem ser revelados depois do lançamento da primeira série animada do MCU: “What If…?”, que estreia em 11 de agosto – e é consequência direta dos eventos de “Loki”. “Nós temos tanto vindo aí que você vai querer falar: ‘Tá bom, hora de uma pausa'”, brincou a produtora nascida na Argentina.












