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  • Filme

    Ator de “Game of Thrones” terá papel de Brad Pitt na série de “Entrevista com o Vampiro”

    25 de agosto de 2021 /

    Como já virou praxe nas adaptações mais recentes da indústria do entretenimento, a série baseada em “Entrevista com o Vampiro” também vai mudar a raça de um de seus protagonistas. O vampiro Louis, interpretado por Brad Pitt no cinema, terá uma nova versão com o ator Jacob Anderson, conhecido por viver o guerreiro Verme Cinzento em “Game of Thrones”. Anderson, que também é conhecido como Raleigh Ritchie e recentemente entrou na 13ª temporada de “Doctor Who”, vai contracenar na atração vampiresca com Sam Reid (“The Hunting”), que será Lestat, personagem de Tom Cruise no longa de 1994. Encomendada em junho pelo canal pago AMC, a adaptação televisiva de “Entrevista com o Vampiro contará com 8 episódios em sua 1ª temporada. Os roteiros estão a cargo de Rolin Jones, que escreveu a série assustadora “The Exorcist” e criou recentemente a nova versão de “Perry Mason” para a HBO. Além de escrever, ele vai dividir o comando da produção com a escritora Anne Rice, o filho dela, Christopher Rice, e Mark Johnson, que trabalhou em “Breaking Bad” e no derivado “Better Call Saul”. A série tem o título do romance de 1976, mas a trama também deve contar a história de “O Vampiro Lestat” (1985), inédita nas telas, que revela a origem do vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt. Anne Rice anunciou o projeto pela primeira vez em novembro de 2016, após recuperar os direitos de adaptação de seus livros de vampiros, que estavam com a Warner, demonstrando interesse numa série com o famoso Lestat. Cinco meses depois, a Paramount Television e a produtora Anonymous Content entraram em acordo para realizar o projeto, que seria escrito e produzido por Bryan Fuller, criador de “Hannibal” e “American Gods”. A plataforma Hulu chegou a manifestar interesse em 2019, mas os contratos expiraram sem que nada saísse do papel. O canal AMC, que fez uma fortuna explorando os zumbis de “The Walking Dead”, entrou no negócio no ano passado, adquirindo os direitos de 18 livros da escritora – incluindo sua saga de bruxaria, “Bruxas de Mayfair”, que também vai ganhar uma série. A expectativa é que “Interview with the Vampire” comece a ser gravada no final do ano para uma estreia no outono norte-americano (nossa primavera) de 2022. Caso seja bem-sucedida, o AMC já tem planos para lançamentos de spin-offs e um universo de Anne Rice no canal. Relembre abaixo o trailer do filme de 1994.

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  • Filme

    Mary Elizabeth Winstead quer filme solo da Caçadora

    25 de agosto de 2021 /

    Depois do anúncio de que Jurnee Smollett vai estrelar um filme solo da heroína Canário Negro na HBO Max, sua colega Mary Elizabeth Winstead se colocou à disposição para um longa centrado na Caçadora. As duas atrizes compartilharam as telas no filme “Aves de Rapina”, no ano passado, dando vida às heroínas da DC Comics. “Estou disposta a qualquer coisa, realmente”, ela afirmou ao site ComicBook. “A Caçadora é uma personagem tão divertida. Não sei se há planos para a minha versão da personagem continuar aparecendo, porque sei que existem várias versões dela por aí, nos quadrinhos. Fico feliz de ter tido a chance de interpretar ao menos uma iteração dela – e, se essa iteração for continuar em outros filmes, amaria fazer parte deles. Vamos ver o que vem por aí!”, declarou. No filme “Aves de Rapina”, a Caçadora e Canário Negro formaram um time improvável com Arlequina (Margot Robbie), Renee Montoya (Rosie Perez) e Cassandra Cain (Ella Jay Basco). Já nos quadrinhos, as duas heroínas formaram o grupo conhecido como Aves de Rapina com a Batgirl, que será vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) em outro filme em desenvolvimento para a HBO Max. Com as produções já anunciadas, só faltaria mesmo um filme da Caçadora para completar possíveis planos de um relançamento da franquia em streaming.

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  • Filme

    Lilly Wachowski revela porque não voltou com a irmã em “Matrix 4”

    25 de agosto de 2021 /

    A cineasta Lilly Wachowski, co-criadora de “Matrix”, revelou porque não quis voltar à franquia junto com a irmã Lana. Durante participação do painel do canal pago Showtime no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV), Lily contou que recusou o convite para participar da criação e dirigir o quarto “Matrix” porque queria “retroceder” a um período tão distante de sua vida. Segundo a cineasta, a ideia de retomar a história de Neo passava uma “sensação desagradável” para quem tinha lutado lutado tanto para provar que era outra pessoa. Wachowski disse que “não queria ter passado pela minha transição, toda essa perturbação na minha vida, o sentimento de luto pelos meus pais para voltar a algo que já fiz e meio que, andar por um caminho que já andei, parecia emocionalmente insatisfatório”. “Meu mundo estava desmoronando, de certa forma, até quando eu estava ‘saindo da minha casca’”, afirmou a cineasta sobre o exaustivo período em que engatou filmagens seguidas de “A Viagem” e “A Ascensão de Júpiter”, quando revelou que era transexual como a irmã. “Eu precisava de um tempo longe da indústria e tomei essa decisão [de negar o projeto]”. Em vez de “Matrix: Resurrections”, Lilly Wachowski comanda atualmente a série “Work in Progress”, da Showtime, que chegou à sua 2ª temporada no domingo passado (22/8). Enquanto isso, sua irmã assina sozinha o novo filme, que será lançado nos cinemas em dezembro deste ano.

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  • TV

    Marcius Melhem se manifesta sobre acusação de censura da revista Piauí

    25 de agosto de 2021 /

    A assessoria de Marcius Melhem, ex-diretor da Globo que a revista Piauí acusa de entrar na Justiça para censurar uma reportagem sobre desdobramentos de denúncias de assédio que supostamente teria cometido, emitiu uma nota em que o comediante rebate as acusações. “Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí”, diz Melhem na nota. “Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista”. “O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os ‘desdobramentos jurídicos’ do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí”, acrescenta Melhem. Ele ainda destaca: “Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas”. Neste ponto, vale lembrar que, no passado, ao se defender na imprensa com a revelação de mensagens privadas, Melhem sofreu novos processos por violação de privacidade. Entretanto, ele confirma que “a Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias”. O ex-diretor da Globo ainda diz que a decisão judicial o mantém “proibido de divulgar provas a meu favor”, por isso comunicou que não poderia responder as perguntas enviadas pelo repórter. O tempo em que ele demorou para dar esta resposta foi registrado no texto da Piauí como sendo o suficiente para entrar com uma ação e barrar a reportagem. Na prática, o resultado da ação dos advogados de Melhem foi censura, já que a revista foi proibida de publicar a reportagem. Com ou sem intenção, o resultado foi denunciado pela Piauí. A alegação utilizada para impedir a publicação é que a reportagem contém informações sigilosas, vazadas de um processo que corre em segredo na Justiça com denúncias de assédio de diversas atrizes da Globo. No texto que chamou atenção para a censura judicial, João Batista lembrou que a imprensa não tem compromisso com sigilo judicial, pelo contrário. “No direito criminal, a guarda de sigilo judicial cabe aos funcionários da Justiça e às partes envolvidas no processo, e não aos jornalistas”, escreveu o repórter. De fato, algumas das principais reportagens da imprensa mundial foram feitas a partir de vazamentos de documentos sigilosos, situação que tem se repetido bastante na história recente do Brasil. Melhem, porém, acusa João Batista de divulgar “trechos ao pedaços” de documentos, ressaltando sua suposta “parcialidade” na cobertura do caso. O comediante também criticou o fato de a revista não ter se retratado ou mencionado os fatos que teriam sido comprovados como inverídicos na primeira reportagem-denúncia publicada contra ele em suas páginas. “Não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria”, ressaltou. Para completar, ele compara a posição da revista em duas situações similares como sendo contraditória – em relação ao inquérito em que é investigado, a Piauí se vale de vazamento, e no processo em que Melhem abriu contra a publicação, ela pede sigilo. “Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”, conclui o texto. Veja abaixo a íntegra do comunicado enviado pela assessoria e assinado por Melhem. “Piauí pede segredo de justiça e mente sobre censura. Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí. Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista. Eu luto por transparência e verdade e, por mim, este processo não teria segredo algum. Seria aberto a qualquer jornalista. Mas sou obrigado a obedecer a Justiça, inclusive pelo sigilo pedido pela Piauí. Assim que for possível, virei a público mostrar a verdade. Piauí, suponho, não publicará. O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os “desdobramentos jurídicos” do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí. Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas. A Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias e me manteve proibido de divulgar provas a meu favor. Se a revista se julga censurada por não poder quebrar um segredo de Justiça, por que não me considera também vítima da censura? O repórter divulgou trechos aos pedaços, como sempre fez em sua parcialidade. Omitiu por qual motivo ele não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria. Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”

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  • Filme

    Letitia Wright sofre acidente no set de “Pantera Negra 2”

    25 de agosto de 2021 /

    A atriz Letitia Wright sofreu um acidente durante as gravações da continuação de “Pantera Negra”. De acordo com informações do site da revista The Hollywood Reporter, ela teria se ferido enquanto gravava uma cena de acrobacias no set de filmagens na Geórgia, e foi levada a um hospital. “Letitia Wright sofreu ferimentos leves hoje enquanto filmava uma acrobacia para ‘Black Panther: Wakanda Forever’. Ela está recebendo cuidados em um hospital local e deve ter alta em breve”, disse um porta-voz da Disney em comunicado. As gravações da sequência de “Pantera Negra” começaram no final de junho sob a direção de Ryan Coogler, o mesmo diretor do primeiro filme. A produção traz de volta vários atores do elenco original, à exceção notável de Chadwick Boseman, que interpretou o Pantera Negra no blockbuster de 2018 e faleceu há um ano de câncer. “É claramente muito emocionante sem Chad. Mas todos estão muito animados em trazer o mundo de Wakanda de volta ao público e aos fãs. Vamos fazer isso de uma forma que deixaria o Chad orgulhoso”, disse o chefão do Marvel Studios, Kevin Feige, em entrevista à revista Variety. Nos quadrinhos, a personagem de Letitia Wright, a princesa Shuri, irmã de T’Challa, já herdou o manto do herói. Os detalhes da trama da sequência, que está programada para estrear em julho de 2022, estão sendo mantidos em segredo.

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  • Filme

    “Viúva Negra” é liberado para todos os assinantes da Disney+

    25 de agosto de 2021 /

    “Viúva Negra” saiu do Premier Access e foi liberado para todos os assinantes da Disney+ nesta quarta (25/8). Um dos maiores sucessos mundiais do período da pandemia, o filme ficou disponível “de graça” para quem tem a assinatura do serviço após motivar um processo judicial de Scarlett Johansson contra a Disney por quebra contratual. A atriz alega que, ao lançar o filme simultaneamente nos cinemas e no seu streaming, o estúdio prejudicou a arrecadação do filme e, por consequência, a percentagem a que ela tinha direito nas bilheterias. Graças à troca de acusações dos dois lados, a situação praticamente garantiu que o longa é a última aparição da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como Natasha Romanoff, o que torna o aspecto emocional de sua história ainda mais tocante para os fãs. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), “Viúva Negra” é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Na trama, a heroína busca refúgio no Leste Europeu com sua “família” russa, formada pelos personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O lançamento em Premier Access, o PVOD da Disney+ (basicamente, uma locação digital mais cara – ou “premium”), tinha garantido uma receita de US$ 125 milhões até a véspera do fim de semana passado. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios somou US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números da Disney+ foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões.

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  • Etc

    Netflix revela detalhes da 3ª edição do Tudum, que virou evento internacional

    25 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou detalhes da terceira edição do evento Tudum, que divulga e celebra sua programação e acontecerá como parte da celebração dos 10 anos do serviço de streaming no Brasil. O Tudum, que já foi chamado de festival, vai acontecer de forma virtual no dia 25 de setembro, com muitas novidades sobre os títulos da plataforma. Segundo adiantou a Netflix, a programação irá abordar mais de 70 séries e filmes, incluindo as novas temporadas de “Stranger Things”, “Bridgerton”, “La Casa de Papel” e muitos outras produções. Como se trata de um evento online, seu alcance não será limitado ao público brasileiro. E aproveitando-se dessa vantagem, a produção realmente internacionalizou a nova edição com a inclusão maciça de vários artistas estrangeiros de seu casting, e não apenas de um punhado de convidados como nas versões passadas do Tudum. A transmissão está prevista para começar às 13h (horário de Brasília) no canal oficial da Netflix no Youtube para o mundo todo, e também poderá ser acompanhada pelo Twitter e Twitch. Apesar do volume de informações prometidas, o Tudum será curto, com tempo de duração de três horas. Mas os fãs de anime poderão aproveitar um pouco mais, com um “pré-show” com conteúdos inéditos no canal Netflix Anime, a partir das 10h (horário de Brasília). Vale lembrar que a primeira edição do evento foi presencial. Ela ocorreu em janeiro de 2020 no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, com participação de Lana Condor e Noah Centineo, e atraiu 50 mil visitantes. Já o segundo ano aconteceu de forma virtual devido à pandemia, contando com apresentação de Maisa Silva. A atriz vai voltar para comandar pelo menos um bloco do novo evento – que está mais para programa que festival – chamado “Mais Brasil na Tela”, apresentando os primeiros minutos das séries “Maldivas” e “De Volta aos 15”, esta última estrelada pela própria Maisa. Veja abaixo o vídeo com o anúncio oficial do evento, que dá a medida do redimensionamento de sua produção.

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  • TV

    Revista Piauí sofre censura judicial ao apurar novas denúncias de assédio contra Marcius Melhem

    25 de agosto de 2021 /

    A revista Piauí revelou que foi proibida de publicar uma nova reportagem sobre os desdobramentos do caso Marcius Melhem, ex-diretor da Globo acusado de assediar sexualmente pelo menos oito mulheres, todas funcionárias da emissora. O jornalista João Batista Jr. revelou no site da publicação que, enquanto negociava uma entrevista com Melhem, informando novas apurações feitas sobre o caso para sua assessoria de imprensa, os advogados do humorista entraram na Justiça para que a revista fosse submetida à censura prévia e, assim, impedida de publicar a reportagem. Segundo informa o jornalista, no dia 12 de agosto, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 20ª Vara Criminal da Justiça do Rio de Janeiro, acatou o pedido de Melhem e determinou “a suspensão, pelo tempo que durarem as investigações, da publicação de matéria na revista Piauí ou seu respectivo site”. Em caso de descumprimento da medida judicial, a juíza estabeleceu multa de US$ 500 mil, além do recolhimento dos exemplares da revista nas bancas e da remoção da reportagem do seu site. Também mandou investigar o vazamento de informações da investigação em andamento sobre o caso. João Batista Jr. foi o autor da impactante reportagem publicada em dezembro de 2020 na Piauí, contestada publicamente por Melhem e que levou o ex-chefe do Humor da Globo a processar a revista. Ele questionou a credibilidade da apuração, feita apenas com declarações em “off”, sem ninguém assumir os relatos, e apontou erros simples, como o acusação de que ele teria ido aos camarins “dar uma conferida” em Dani Calabresa numa gravação que, segundo a reportagem, teria acontecido nos estúdios da Globo, mas que ele aponta que na verdade foi na praia de Grumari sem sua presença. Outro episódio rumoroso, lembrou o próprio jornalista no texto sobre a censura, envolvia um ataque à Calabresa ocorrido no bar Vizinha 123, em Botafogo, quando Melhem teria tentado beijá-la à força à saída do banheiro com a genitália exposta, forçando-a contra a parede. “Eu nunca imobilizei ninguém na vida, essa descrição é nojenta, é o que está me causando problemas. Essa descrição é um delírio, é de alguém que quer muito me prejudicar”, disse o humorista em uma entrevista a Roberto Cabrini, exibida no “Domingo Espetacular” logo após a circulação da revista. O juiz Eduardo Tobias de Aguiar Moeller, da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, em São Paulo, julgou o processo do comediante contra a revista improcedente. Melhem está recorrendo contra a sentença. Após a publicação da Piauí, o jornal Folha de S. Paulo revelou que oito mulheres relataram casos de assédio de Melhem para a promotora Gabriela Manssur, da Ouvidoria Nacional do Ministério Público. Os relatos foram posteriormente remetidos ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Mas a Piauí apurou que pelo menos três mulheres, que fizeram queixas à Globo, decidiram não falar com o MP por razões diversas. Uma delas havia decidido contar seu caso à promotora Manssur, mas, na última hora, voltou atrás com receio de sofrer represálias jurídicas. Investigado pela compliance da Globo durante meses, Melhem tirou uma licença da emissora em março de 2020 e acabou definitivamente afastado em agosto do mesmo ano. A Globo jamais admitiu publicamente que o rompimento do contrato aconteceu devido às denúncias contra o humorista. O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro também pediu uma investigação sobre a conduta da Globo. A nova reportagem que Melhem conseguiu censurar na Justiça trazia mais acusações de assédio e revelava detalhes da investigação em andamento contra o comediante. A Piauí está contestando a decisão judicial que submete a revista à censura. O caso de censura prévia é o terceiro nos últimos dias determinado por juízes de primeira instância. O jornal O Globo também teve duas reportagens proibidas de serem publicadas sobre temas diferentes, a mais recente sobre movimentações financeiras de uma empresa investigada pela CPI da Covid por corrupção no Ministério da Saúde. Falando sobre a censura sofrida por O Globo, o presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Marcelo Rech, alertou que a escalada de censura prévia judicial é autoritária e inconstitucional. “É lamentável que alguns magistrados ignorem preceitos básicos da Constituição, que não admite censura. A censura não existe no Brasil. A ANJ defende que, no âmbito da liberdade da imprensa, seja revisada a decisão o quanto antes, pois ela não afeta só o jornal O Globo mas também toda a imprensa brasileira. É um atentado à liberdade de imprensa e ao jornalismo investigativo. A população tem o direito de tomar conhecimento de todos os fatos de interesse público”, afirmou Rech.

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  • Filme

    Trailer e título oficial de “Matrix 4” são revelados para donos de cinemas dos EUA

    25 de agosto de 2021 /

    A Warner Bros revelou no evento fechado CinemaCon, voltado aos proprietários de salas de cinemas dos EUA, o primeiro trailer de “Matrix 4”, que por sinal também ganhou título oficial. A produção vai se chamar “The Matrix: Resurrections” em inglês. Ainda não disponibilizado de forma oficial na internet, o trailer começa com Neo (Keanu Reeves) conversando com um terapeuta vivido por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”). Passada num futuro próximo, em São Francisco, a cena sugere que Neo está sob tratamento psiquiátrico e vivendo de forma muito parecida com o começo do filme original de 1999, quando era conhecido como Thomas Anderson. Entretanto, ele tem dificuldades em aceitar o que está ao seu redor. “Estou louco?” pergunta Neo. “Não usamos essa palavra aqui”, diz o terapeuta. Na cena seguinte, Neo esbarra com Trinity (Carrie Anne Moss) em um café. “Já nos encontramos antes?”, ela pergunta. Em seguida, o vídeo mostra Neo tomando pílulas azuis, ao som da música “White Rabbit”, clássico psicodélico da banda Jefferson Airplane, e questionando porque todos estão sempre grudados a seus telefones. Eventualmente, ele encontra um homem (Yahya Abdul-Mateen II) que é uma versão jovem de Morpheus (interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original) e que lhe entrega uma pílula vermelha. É a deixa para surgirem as imagens do Neo superpoderoso que a enxerga verdade sobre a Matrix. “É hora de voar”, diz o novo Morpheus. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta Jada Pinkett Smith como Niobe, Lambert Wilson como Merovingian e Daniel Bernhardt como o agente Johnson. Já as novidades incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum destes teve os papéis revelados. A estreia está marcada para 16 de dezembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Bebê da capa de “Nervermind” processa Nirvana por pornografia infantil

    25 de agosto de 2021 /

    Spencer Elden, que ficou famoso como o bebê pelado da capa de “Nevermind”, disco mais conhecido da banda Nirvana, está processando o grupo musical por pornografia infantil. A famosa capa retrata Elden debaixo d’água em uma piscina como sua genitália exposta, nadando em direção a um anzol com uma nota de dólar. A imagem é geralmente entendida como uma crítica ao capitalismo e jamais gerou outro entendimento, como deixam claras as ausências de protestos conservadores contra sua venda em lojas de discos. Fotos não sexualizadas de bebês nus não são consideradas pornografia infantil de acordo com a lei dos EUA. No entanto, Robert Y. Lewis, o advogado de Elden, acredita que pode vencer o processo graças a uma interpretação incomum da imagem. Ele argumenta que a foto ultrapassa os limites da pornografia infantil porque a inclusão de dinheiro faz com que o bebê pareça “um trabalhador do sexo”. “Os réus comercializaram intencionalmente a pornografia infantil de Spencer e destacaram a natureza chocante de sua imagem para promover a si próprios e a sua música às suas custas”, diz o processo, aberto no tribunal distrital da Califórnia. “Os réus usaram pornografia infantil para retratar Spencer, como um elemento essencial de um esquema de promoção de discos comumente utilizado na indústria da música para chamar a atenção, em que as capas mostram crianças de uma maneira sexualmente provocativa para ganhar notoriedade, impulsionar as vendas e atrair a mídia e crítica.” O antigo bebê, que, como o próprio álbum “Nevermind”, completou 30 anos, está pedindo pelo menos US$ 150 mil de indenização de cada um dos alvos do processo, que incluem os membros sobreviventes do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, Guy Oseary e Heather Parry, gerentes do espólio de Cobain, o fotógrafo Kirk Weddle, o diretor de arte Robert Fisher e várias gravadoras existentes ou extintas que lançaram ou distribuíram o álbum nas últimas três décadas. Curiosamente, o baterista original do Nirvana Chad Channing também é citado como réu, mesmo que tenha sido substituído por Grohl em 1990, antes do álbum ser gravado ou da foto da capa ter sido tirada. A única explicação possível para este erro é que são US$ 150 mil a mais na conta do bebê crescido. Diz o processo: “Weddle tirou uma série de fotografias sexualmente explícitas de Spencer. Para garantir que a capa do álbum desencadeasse uma resposta sexual visceral do espectador, Weddle ativou o ‘reflexo de vômito’ de Spencer antes de jogá-lo debaixo d’água em poses destacando e enfatizando os genitais expostos de Spencer. Fisher comprou anzóis de uma loja de iscas e equipamentos para adicionar à cena. Pelo menos um ou mais cartuchos de filme foram expostos em um curto período de tempo, o que incluiu pelo menos 40 ou 50 fotos diferentes de Spencer. Cobain escolheu a imagem que mostra Spencer – como uma trabalhadora do sexo – agarrando uma nota de um dólar que está posicionada pendurada em um anzol na frente de seu corpo nu com seu pênis explicitamente exposto”. A ação ainda cita uma passagem da biografia do escritor Michael Azerrad “Come as You Are: The Story of Nirvana”, que afirma que o então selo DGC, uma divisão da Geffen Records, queria usar uma imagem diferente, mas Cobain insistiu, supostamente dizendo que a única alteração que consideraria fazer seria cobrir o pênis do bebê com um adesivo dizendo: “Se você se ofender com isso, deve ser um pedófilo enrustido”. A gravadora, é claro, optou por lançá-lo sem o adesivo sugerido por Cobain. Vale lembrar que Elden já recriou a pose da piscina várias vezes, inclusive como adulto, em celebração aos 10º, 17º, 20º e 25º aniversários do álbum. No entanto, na maioria das entrevistas que acompanharam essas sessões de fotos, ele expressou sentimentos conflitantes sobre ter ficado famoso pela capa de “Nevermind”. Mas nunca a tinha descrito como pornográfica. Em 2016, a última vez que Spencer recriou a pose como um adulto, ele disse ao New York Post: “O aniversário significa algo para mim. É estranho que eu tenha feito isso por cinco minutos quando tinha 4 meses e se tornou uma imagem realmente icônica. … É legal, mas estranho fazer parte de algo tão importante que eu nem me lembro. O que é fato é que a pose só rendeu US$ 200 para seus pais no dia do clique. Nas entrevistas comemorativas, ele disse que tentou entrar em contato com Grohl e Novoselic, de forma amigável, mas nunca obteve resposta. Uma possível controvérsia no processo é que os pais de Elden nunca assinaram papéis que permitissem qualquer uso da imagem. “Nem Spencer nem seus tutores legais jamais assinaram um documento autorizando o uso de quaisquer imagens de Spencer ou de sua semelhança, e certamente não de pornografia infantil comercial para retratá-lo”, diz o processo. O processo faz referência a várias outras capas de álbuns de rock: “O conceito e a criação desta imagem replicou campanhas polêmicas anteriores usadas para promover música com material sexualmente explícito retratando uma criança ou pornografia infantil completa, incluindo as capas dos discos “Virgin Killer” dos Scorpions, “Blind Faith”, do Blind Faith, e “Balance”, do Van Halen. Em 2008, o pai de Spencer, Rick, relatou como ocorreu a sessão de fotos de 1991 para a NPR (National Public Radio). Seu amigo Kirk Weddle, o fotógrafo, “ligou e disse: ‘Ei, Rick, quer ganhar US& 200 e jogar seu filho na água?’”, lembrou o pai. “Eu fiquei tipo, ‘Como é?’, e ele disse: ‘Bem, eu estou fotografando crianças a semana toda, por que você não me encontra no Rose Bowl (centro aquático), joga seu filho na água?’ E acabamos de dar uma grande festa na piscina e ninguém tinha ideia do que estava acontecendo!” Ele contou que a família não pensou mais sobre isso até que, três meses depois, viram uma ampliação gigante da capa na parede da Tower Records em Sunset Blvd, com a foto de Spencer. Dois meses depois, a Geffen Records enviou a Spencer Elden, de 1 ano de idade, um álbum de platina e um ursinho de pelúcia.

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  • Série

    “Betty” é cancelada após duas temporadas

    25 de agosto de 2021 /

    A HBO cancelou “Betty”, série sobre garotas skatistas inspirada no aclamado filme indie “Skate Kitchen”. A atração tinha encerrado sua 2ª temporada no mês passado. “Não vamos seguir com uma 3ª temporada de ‘Betty’”, disse a HBO em um comunicado. “Somos muito gratos pela colaboração com Crystal e nosso elenco incrível – sua exploração destemida do mundo da cultura do skate de Nova York permanecerá um lindo emblema de amizade e comunidade.” Com 6 episódios de 30 minutos cada, a série foi desenvolvida pela diretora do filme “Skate Kitchen”, Crystal Moselle, e contava com as cinco principais estrelas da obra original: Rachelle Vinberg, Nina Moran, Kabrina “Moonbear” Adams, Dede Lovelace e Ajani Russell – que são skatistas de verdade. Ambientada em Nova York, a atração girava em torno de um grupo diversificado de jovens mulheres que precisam lidar com a predominância masculina no mundo do skate. Crystal Moselle dirigiu todos os 12 episódios que compuseram a 1ª e a 2ª temporadas da série e trabalhou apenas com roteiristas femininas, comandadas por Lesley Arfin (criadora de “Love”), no desenvolvimento das histórias. Veja abaixo o trailer nacional da última temporada exibida.

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  • Etc

    Oficial: Lázaro Ramos e Taís Araújo são mesmo Jay-Z e Beyoncé brasileiros

    24 de agosto de 2021 /

    O casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo resolveram brincar com os fãs que os chamam de Jay-Z e Beyoncé brasileiros ao recriar, no Instagram, um clique poderoso dos cantores americanos. A foto original foi publicada no Instagram da cantora na segunda (23/8) como parte de uma campanha para a grife de luxo Tiffany & Co. Beyoncé foi a primeira mulher negra a posar com um dos diamantes da famosa joalheria numa campanha publicitária. Mas ao apresentar a imagem publicitária escreveu que a foto era “sobre o amor”, posando ao lado do marido. “Já que vocês marcaram a gente o dia todo hoje no post da Beyoncé e Jay-Z, a gente resolveu fazer a nossa versão para mostrar que aqui também é sobre amor!”, escreveu Lázaro ao publicar a homenagem fotográfica em suas redes sociais. Compare abaixo as duas fotos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beyoncé (@beyonce)

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  • Série

    Debra será consciência de “Dexter” no retorno da série

    24 de agosto de 2021 /

    A atriz Jennifer Carpenter revelou como seu retorno vai acontecer na série “Dexter”, que voltou a ser produzida após oito anos. Com a missão de consertar o final exibido em 2013, na explicação do presidente do canal pago Showtime, a série vai continuar a história do ponto em que a trama foi interrompida. E como todo que assistiu o final da série sabe – spoiler – , a personagem da atriz, Debra Morgan, morreu no desfecho da produção. Durante bate-papo com a imprensa, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA) nesta terça-feira (24/4), a atriz confirmou que Debra Morgan continua morta. Mas estará presente em todos os novos episódios. Como? Ela será “o novo Harry Morgan”. Para quem não lembra, Harry era o pai de Dexter Morgan. O papel era interpretado pelo ator James Remar em flashbacks e também representava a consciência de Dexter, questionando suas decisões. Nos novos episódios, a irmã tomará o lugar do pai neste relacionamento com o protagonista, vivido por Michael C. Hall. “Não penso nela como um fantasma, e sim como um link, um eco ou uma verdade inconveniente para Dexter. Ela volta para assombrar, punir, cuidar, provocar e amar ele”, disse a atriz. Michael C. Hall se mostrou empolgado com a volta de Carpenter, com quem chegou a ter um casamento de três anos durante a produção da série. “Por mais que Deb seja uma personagem internalizada para Dexter, ela representa o quanto ele decaiu… sem uma bússola. Eu fiquei muito animado em ter Jennifer fazendo isso, porque eu sabia que ela seria capaz de se transformar e enfrentar Dexter de muitas maneiras diferentes. E, claro, ela faz isso. Foi muito divertido expandir nosso senso [de como a mente de Dexter é], porque é muito mais pirotécnico e louco do que costumava ser na série”, avaliou o ator. A continuação foi batizada de “Dexter: New Blood” e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original, Clyde Phillips, que produziu as primeiras quatro temporadas da atração – as mais prestigiadas, que receberam três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações ao troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Michael C. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso, o que explica o retorno. Além dele de de Jennifer Carpenter, a produção também trará de volta John Lithgow como o serial killer Trinity em participações especiais. Trinity também morreu na série, mas, conforme Lithgow revelou, sua participação será bem pequena. A estreia da produção está marcada para 7 de novembro nos EUA. A atração será exibida no Brasil pela plataforma Paramount+. Veja abaixo o primeiro trailer divulgado do revival.

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