Damian Lewis se despede de “Billions” após cinco temporadas
O ator Damian Lewis se despediu da série “Billions” neste fim de semana. Ele interpretou o protagonista Bobby Axelrod, também conhecido como Axe, por cinco temporadas na série do canal pago Showtime, e encerrou sua participação no domingo (3/10), no capítulo final do quinto ano da produção. Renovada para a 6ª temporada, “Billions” continuará com Paul Giamatti, Corey Stoll e Maggie Siff como protagonistas. Para ressaltar que a série não acabou, o Showtime divulgou o trailer da nova temporada após a season finale, revelando que os novos episódios estrearão já em 23 de janeiro. Nos próximos episódios, Chuck, o promotor vivido por Paul Giamatti, terá como novo rival o empresário Michael Prince, vivido por Corey Stoll, enquanto os demais personagens buscam novas alianças para se manterem no poder. Stoll se juntou à série na 5ª temporada como um novo rival de Axe, mas o Showtime já tinha anunciado no ano passado que ele integraria o elenco fixo da 6ª temporada. “Billions” não é a primeira série da Showtime que se despede de Lewis antes de chegar ao fim. Ele também saiu de “Homeland” em 2013, após três temporadas, mas a série só acabou no ano passado, na 8ª temporada. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” encanta a crítica americana e tem público cativo, que se mantém acima dos 700 mil telespectadores ao vivo desde a 2ª temporada. Assista abaixo ao trailer da 6ª temporada de “Billions”.
Joel McHale revela ter entrado no elenco fixo de “Stargirl”
O ator Joel McHale, protagonista de “Community”, entrou para uma nova série. Durante participação no programa “The Ellen Show”, ele confirmou que fará parte do elenco fixo da 3ª temporada de “Stargirl”. “Eu só estava fazendo algumas aparições em ‘Stargirl’, mas estarei no elenco regular da 3ª temporada. No primeiro episódio da 1ª temporada, meu personagem morre. Mas agora estou de volta! Então, segurem seus chapéus”, celebrou McHale. De fato, McHale apareceu em alguns dos episódios iniciais da série interpretando o Starman, membro da Sociedade da Justiça que supostamente teria sido morto pelos supervilões da Sociedade da Injustiça. Seu último pedido antes da aparente morte foi para seu assistente Pat Dugan (Luke Wilson) cuidar de seu bastão mágico até encontrar alguém digno de seus poderes. A premissa serve para introduzir a nova heroína que batiza a série. A partir do momento em que a enteada de Pat, Courtney Whitmore (Brec Bassinger), é “escolhida” pelo bastão para se tornar Stargirl, ela passa a acreditar que Starman é seu verdadeiro pai e seus novos poderes são sua herança. Mas, aos poucos, a série revela que a situação é mais complicada e que Starman não está realmente morto. Durante a participação no “The Ellen Show”, ele ainda elogiou o trabalho da “filha” na série. “Eu sou o Starman, mas Stargirl é interpretada por Brec Bassinger, que é uma estrela em ascensão. Cara, ela só tem 22 anos… Nessa idade, eu não conseguia fazer dinheiro suficiente para comprar roupas. Ela é ótima no que faz, junto com Luke Wilson e Amy Smart. Estou muito feliz por fazer parte disso, então agradeço a Geoff Johns que inventou a série”. Exibida na rede The CW nos EUA, a série chega ao Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o bate-papo integral entre McHale e o apresentador convidado do “The Ellen Show”, Arsenio Hall. A conversa chega em “Stargirl” no fim do vídeo.
James Gunn confirma que trabalha em novo projeto da DC Comics
O diretor James Gunn já embarcou em um novo projeto da DC Comics após encerrar as gravações da série “Pacificador” (Peacemaker), derivada de sua primeira adaptação de quadrinhos da editora, o filme “O Esquadrão Suicida”. Usando sua conta no Twitter, ele confirmou que está trabalhando em uma nova produção. “Sim, estou desenvolvendo outro projeto da DC além de ‘Pacificador'”, ele escreveu, sem detalhar do que se trata, nem mesmo se é um novo filme ou série. Gunn ainda tem pela frente duas produções da Marvel envolvendo os Guardiões da Galáxia: um especial de Natal para a Disney+, previsto para o fim de 2022, e o aguardado “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que só vai chegar aos cinemas em 2023. Enquanto isso, a série do desprezível personagem de John Cena em “O Esquadrão Suicida” encontra-se em pós-produção. O lançamento de “Pacificador” está marcado para 16 de janeiro na HBO Max. Yes, I'm developing another DC project besides Peacemaker. — James Gunn (@JamesGunn) October 3, 2021
Emily Ratajkowski acusa Robin Thicke de assédio na gravação do clipe de “Blurred Lines”
A modelo e atriz Emily Ratajkowski (“Privacidade Violada”), que participou do clipe da música “Blurred Lines”, maior sucesso de Robin Thicke, acusou o cantor de assédio sexual durante as gravações em sua biografia “My Body”, que teve alguns trechos adiantados pela revista americana Rolling Stone. No texto, Emily explicou que aceitou aparecer pelada no clipe, pois confiava na diretora do projeto, Diana Martel. Entretanto, o cantor chegou bêbado no set. “De repente, do nada, eu senti a pele gelada das mãos de alguém envolvendo meus seios nus. Eu instintivamente me afastei, olhei para trás, e vi que era Robin Thicke. Ele deu um sorriso debochado e alguns passos para trás, os olhos escondidos pelos óculos escuros. Minha cabeça se virou para o outro lado quando ouvi a voz de Diane gritando: ‘Você está bem?'”, descreve o texto. Ela acrescentou que evita pensar naquele momento, por isso demorou tanto para acusar o artista, e também queria proteger a reputação da diretora, que sempre tentou manter um lugar seguro para as modelos. A diretora confirmou o relato de Ratajkowski em entrevista recente ao jornal britânico The Sunday Times. “Eu me lembro do momento em que ele fez isso, pegou um seio dela em cada mão. Eu gritei com o meu sotaque do Brooklyn: ‘Que merd* você está fazendo? Acabou por hoje, chega!’. Robin se desculpou depois”, Martel revelou. Um dos maiores sucessos de 2013, “Blurred Lines” impulsionou a carreira do cantor. O clipe atingiu mais de 760 milhões de visualizações no YouTube. Mas a música se tornou amaldiçoada para o futuro de Thicke. Meses depois do lançamento, ele fez um dueto com Miley Cyrus no Video Music Awards (VMA) que deu muito o que falar. A performance de Miley, que espontaneamente decidiu simular sexo ao vivo com o cantor durante a apresentação de “Blurred Lines”, teria sido responsável pelo fim de seu casamento de nove anos. Após a apresentação, o cantor e a esposa, a atriz Paula Patton, entraram em uma discussão acalorada e, para piorar a situação, fotos flagraram Thicke apalpando uma moça durante uma das festas pós-VMA. Em seguida, Patton entrou com pedido de divórcio. Passados mais cinco anos, Thicke e o produtor-compositor Pharrell Williams foram condenados por plágio na gravação de “Blurred Lines” e precisaram indenizar em quase US$ 5 milhões a família de Marvin Gaye por copiarem no hit a música “Got to Give it Up”, lançada por Gaye em 1977. Veja abaixo o clipe original da canção, na versão liberada para menores.
Clint Eastwood vence processo milionário contra indústria farmacêutica
O astro Clint Eastwood, de 91 anos, venceu o processo que moveu contra empresas que usaram sua imagem e nome de forma fraudulenta para vender canabidiol, produto feito à base de maconha. Com a vitória, ele deve receber US$ 6,1 milhões de indenização. Eastwood entrou com duas ações no tribunal de Los Angeles contra várias empresas por tentar relacioná-lo à droga de diferentes maneiras, mas a sentença recaiu sobre a fabricante do produto na Lituânia. O primeiro processo tinha como alvo a publicação e divulgação de artigos com entrevistas falsas, ilustradas por fotos e vídeos de Eastwood, alegando que o astro de 90 anos é usuário e entusiasta da droga. Os textos também atribuíam ao diretor encontros para promover e vender produtos e ainda foram usados em e-mails de spam com o assunto “Clint Eastwood expõe um segredo impactante hoje”, que faziam referência a uma suposta entrevista à rede NBC, que foi manipulada digitalmente para parecer que ele endossava os produtos. O segundo processo visava 10 empresas e indivíduos de vários estados americanos, acusados de usarem tags embutidas nos códigos de páginas do remédio para que buscas com o nome do ator apontassem para os sites do produto. Na ação, Eastwood deixou claro que, apesar de não ser contra “essa indústria legítima”, não tem negócios nem nunca conversou com nenhuma das empresas envolvidas na fraude, e que não endossava os produtos “sob nenhuma circunstância”. Ele também acusou as empresas de difamação, por fazer crer que ele utilizava as mercadorias vendidas pela rede. Mas o tribunal não considerou o caso de difamação, apenas os argumentos da defesa do ator de que seu nome e imagem foram usados indevidamente. Além dos US$ 6 milhões em indenização, a fabricante do produto também deve pagar os custos dos honorários advocatícios de Eastwood e está proibida de continuar usando o nome do ator, sua imagem e qualquer referência a ele no futuro.
Sucesso de “Round 6” gera processo contra a Netflix
O sucesso excessivo de “Round 6” motivou uma ação judicial contra a Netflix na Coreia do Sul, país em que a série foi desenvolvida. O interesse pela história das 456 pessoas que participam de um jogo mortal pra ganhar um prêmio bilionário fez com que a internet de alta velocidade do país atingisse picos de uso nunca antes vistos. Por conta disso, uma provedora sul-coreana de internet, a SK Broadband, decidiu cobrar na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver a série. Em comunicado, a plataforma argumentou que os usuários já pagam a internet fora de suas assinatura e irá recorrer do processo, ao mesmo tempo em que buscará um acordo com a empresa de banda larga. “Acreditamos em um relacionamento colaborativo entre provedores de conteúdo e ISPs, com cada um fornecendo a melhor experiência aos nossos consumidores mútuos. Estamos investindo pesadamente em trazer excelente conteúdo coreano para nosso público em todo o mundo”, disse a Netflix em comunicado. “Apesar de não poder entrar em detalhes do processo, continuamos buscando um diálogo aberto com a SK Broadband, para que os consumidores possam continuar a desfrutar de streaming de conteúdo de alta qualidade em velocidades rápidas”, completou. A SK Broadband estima que a Netflix esteja devendo 27,2 bilhões de wons, cerca de R$ 124,5 milhões, de acordo com as informações divulgadas. Por curiosidade, o valor é basicamente metade do prêmio disputado em “Round 6”.
William Shatner, o eterno Capitão Kirk, vai ao espaço aos 90 anos
O ator William Shatner, que interpretou o papel do Capitão Kirk na série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) nos anos 1960, fará sua primeira viagem real ao espaço. Ele aceitou o convite da Blue Origin, a empresa de turismo espacial do bilionário Jeff Bezos. A informação foi oficialmente confirmada nesta segunda-feira (4/10). “Já faz muito tempo que ouço falar do espaço. Agora estou aproveitando a oportunidade para ver com meus próprios olhos. Um milagre”, ressaltou Shatner em comunicado à imprensa. Ao embarcar na Blue Origin, Shatner também se tornará o primeiro ator americano e, aos 90 anos, o homem mais velho a ir ao espaço. Atualmente, o recorde etário espacial pertence à aviadora Wally Funk, que tinha 82 anos quando fez o trajeto junto com Bezos e outros civis na primeira jornada ao espaço da companhia do bilionário no dia 20 de julho. Shatner participará da segunda viagem da Blue Origin, que está prevista para a semana que vem, no dia 12 de outubro, e terá transmissão ao vivo nas plataformas digitais da companhia. Junto do astro, também vão embarcar na nave o cofundador do Planet Labs, Chris Boshuizen, o cofundador da Medidata, Glen de Vries, e Audrey Powers, vice-presidente de missões e operações de voo da Blue Origin. Não foram confirmados planos, anteriormente mencionados, que filmar a viagem espacial de Shatner para um documentário.
Playlist: 10 clipes novos de música eletrônica
A seleção indie da semana envereda pela música eletrônica, com lançamentos e remixes de techno e EBM (electronic body music), a maioria para dançar sob luzes negras. Grande parte vem do underground europeu, de porões frequentados pela nova juventude gótica. Apesar dessa prevalência, a banda que chama mais atenção e ilustra com sua foto o post atual foi formada no interior dos EUA. Mothermary é inusitada por ser a expressão artística de duas irmãs gêmeas, Larena e Elyse Winn, que foram criadas na restrita religião mórmon num povoado do noroeste de Montana. Aos 20, elas fugiram da família para fazer a música mais pecadora que podiam imaginar, sempre subvertendo temas religiosos. O clipe delas, que abre o playlist abaixo, chama-se “Pray” (reze). Para entrar no clima, os vídeos foram alinhados de forma a sugerir uma discotecagem contínua. É só dar play abaixo e deixar tocar. Mothermary | EUA | Kedr Livanskiy | Rússia | Sexual Purity | Ucrânia | Minuit Machine | França | Odonis Odonis | Canadá | Boy Harsher | EUA | She Pleasures Herself | Portugal | Ätna ft. Muete | Alemanha | Overland Inn | República Tcheca | Lala Lala | EUA
Sucesso de “Round 6” faz fundador da Amazon elogiar Netflix
O sucesso da série sul-coreana “Round 6” (Squid Game) na Netflix fez até Jeff Bezos, fundador da Amazon, elogiar os executivos do serviço rival. Bezos decidiu comentar no Twitter o impacto da atração, que atualmente lidera o ranking da Netflix em mais de 90 países e ruma para se tornar o programa mais assistido da história da plataforma, apesar de não ser falada em inglês. Parabenizando a “estratégia de internacionalização” dos rivais, o executivo da Amazon considerou o feito “impressionante e inspirador”. “Reed Hastings, Ted Sarandos e a equipe da Netflix acertam com muita frequência. A estratégia de internacionalização deles não é fácil e eles estão fazendo isso funcionar. Impressionante e inspirador. (E mal posso esperar para assistir à série)”, tuitou Sarandos no sábado (2/10), junto de uma imagem de “Round 6”. O tuite gerou alvoroço na rede social com as mais variadas reações, desde memes comparando Bezos aos vilões VIPs de “Round 6” até teorias de conspiração sobre uma suposta aquisição da Netflix pela Amazon, mas principalmente considerações sobre o que o elogio de Bezos à estratégia de conteúdo internacional da Netflix significaria para o projeto do Amazon Studios. Além de “Round 6”, a Netflix contabilizou audiências impressionantes com outras produções internacionais, especialmente as espanholas “La Casa de Papel” e “Elite”, sem esquecer de “Lupin”, que no início deste ano se tornou a primeira atração de língua francesa a liderar o ranking dos conteúdos mais vistos da plataforma nos Estados Unidos. .@ReedHastings and Ted Sarandos and the team at @Netflix get it right so often. Their internationalization strategy isn’t easy, and they’re making it work. Impressive and inspiring. (And I can’t wait to watch the show.) https://t.co/yFw7TGyc1U — Jeff Bezos (@JeffBezos) October 2, 2021
Comercial de “Eternos” revela vilão vivido por Dan Stevens
A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Eternos”, produção dirigida pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (“Nomadland”). A prévia enfatiza várias cenas inéditas de ação e efeitos visuais, destacando a participação até então não confirmada de Dan Stevens (“Legion”), disfarçado sob camadas de computação gráfica como o principal vilão da trama, Kro, líder dos Deviantes. Para quem não conhece – e é muita gente, porque os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby – , “Eternos” são alienígenas antigos que vivem em segredo na Terra por milhares de anos. Mas o estalo de Tony Stark, em “Vingadores: Ultimato”, muda tudo, criando a energia necessária para uma tragédia inesperada, que faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. A produção é estrelada por Richard Madden (‘Game of Thrones’), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”), Barry Keoghan (“Dunkirk”), Kit Harrington (“Game of Thrones”) e Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”). A estreia está marcada para 4 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“007 – Sem Tempo para Morrer” bate recorde em estreia internacional
“007 – Sem Tempo para Morrer” marcou um novo recorde da pandemia em seu lançamento internacional, tornando-se a primeira estreia de Hollywood a ultrapassar os US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana sem contar ingressos vendidos na China e nos EUA. Ao todo, o filme fez US$ 119,1 milhões em 54 mercados, liderando a bilheteria mundial do fim de semana. O valor foi maior até que a impressionante arrecadação de “Venom: Tempo de Carnificina” na América do Norte, onde o filme da Sony também registrou um recorde da pandemia, com uma abertura de US$ 90,1 milhões. Mesmo com os US$ 13,8 milhões da Rússia, o segundo “Venom” não conseguiu superar o entusiasmo pelo novo “007”. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. O público correspondeu com cinemas lotados ao redor do mundo. No Reino Unido e na Irlanda, “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a arrecadar US$ 11,4 milhões só com ingressos vendido no sábado (2/10), maior faturamento já contabilizado num único dia para qualquer filme da franquia, além da maior venda diária da pandemia. O resultado também reflete a maior distribuição já feita para um único filme no Reino Unido, ocupando 772 cinemas. Em sua estratégia para priorizar o mercado internacional – e assim evitar confronto com Venom – , o novo James Bond só vai chegar aos EUA na próxima sexta (8/10), onde a produção da MGM travará uma batalha royale pela liderança com o simbionte da Sony. Vale lembrar que “007 – Sem Tempo para Morrer” não é o único filme lançado com antecedência no exterior. “Duna” completou três fins de semana em cartaz com mais US$ 13,7 milhões de 32 mercados, para também ultrapassar a marca de US$ 100 milhões internacionais. A estreia da sci-fi da Warner Bros. vai acontecer em 22 de outubro nos EUA, um dia depois do Brasil. Outro detalhe importante do mercado internacional é que todos os filmes de Hollywood foram barrados da China para os cinemas locais priorizarem um filme patriótico. Sem competição hollywoodiana, “The Battle At Lake Changjin” bateu vários recordes chineses para se tornar o verdadeiro líder mundial de bilheteria deste fim de semana, com arrasadores US$ 230 milhões contabilizados no país.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem maior estreia da pandemia nos EUA
“Venom: Tempo de Carnificina” faturou US$ 90,1 milhões nas bilheterias da América do Norte, tornando-se a maior estreia nos EUA e Canadá desde março de 2020, quando a covid-19 criou restrições e afastou o público dos cinemas. A arrecadação do filme de super-herói da Sony rendeu cerca de US$ 30 milhões acima das expectativas de Hollywood, e ainda se tornou a primeira sequência da era pandêmica a superar o filme anterior, lançado antes da pandemia. O primeiro “Venom” abriu com US$ 80,3 milhões em 2018. O valor é tão alto que também resulta no segundo maior lançamento já feito durante o mês de outubro no mercado norte-americano, perdendo apenas para “Coringa”, que faturou US$ 96 milhões em 2019. “Com desculpas ao Sr. Twain, mas a morte do cinema foi muito exagerada”, disse em comunicado o diretor de cinema da Sony, Tom Rothman, parodiando uma frase famosa do escritor de “Tom Sawyer”, para comemorar o resultado. Graças ao sucesso do longa, a Cinemark, uma das três maiores redes dos EUA, relatou que teve seu maior fim de semana de outubro em todos os tempos. Até a estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, a maior abertura de três dias da pandemia pertencia à “Viúva Negra”, que fez quase US$ 81 milhões, seguida por “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis”, com US$ 75,4 milhões (valor que chegou a US$ 94,7 milhões em quatro dias, com o feriado do Dia do Trabalho). Todas as maiores bilheterias são filmes de super-heróis, especificamente adaptações dos quadrinhos da Marvel. E com o lançamento atual, Venom também ingressou no MCU, estendendo a parceria entre a Sony e a Disney que originalmente se restringia aos filmes estrelados por Tom Holland (como o Homem-Aranha). O segundo filme de “Venom” também teve um bom desempenho em seu primeiro mercado internacional. Lançado na Rússia, fez US$ 13,8 milhões, a maior estreia já contabilizada pela Sony nesse mercado e a melhor de qualquer filme durante a pandemia. A estreia no Brasil está marcada oficialmente para quinta-feira (7/9), mas a Sony já começou a fazer pré-estreias pagas do longa no país. Vale reparar que “Venom: Tempo de Carnificina” não teve um grande estreia mundial simultânea para não enfrentar outro blockbuster, “007 – Sem Tempo para Morrer”, que também está batendo recordes de arrecadação no exterior (e vai estrear na próxima sexta nos EUA). Apesar do domínio do lançamento da Sony nas bilheterias, o mercado norte-americano também comemorou o desempenho de “A Família Addams 2”, que registrou a maior estreia de uma animação infantil na era da covid, ocupando o 2º lugar no fim de semana com US$ 18 milhões, apesar de também estar disponível de forma digital, via PVOD, nos Estados Unidos e Canadá. A decisão de lançamento simultâneo foi tomada pela MGM devido a preocupações constantes sobre a variante delta e à falta de vacinação em crianças menores de 12 anos. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” se manteve na 3ª posição, somando US$ 6 milhões a seu total doméstico de US$ 206,1 milhões. Com isso, outra estreia da semana ficou sem ter muito o que comemorar. “The Many Saints of Newark”, prólogo da série “Família Soprano”, vendeu apenas US$ 5 milhões em ingressos e ficou no 4º lugar. Como todos os títulos de 2021 da Warner, o filme foi lançado simultaneamente na HBO Max. Não há previsão para estreia no Brasil. O musical “Querido Evan Hansen”, da Universal, completou o Top 5, caindo 67% em relação à sua estreia na semana passada, para juntar US$ 2,5 milhões. Fracasso de bilheterias, o filme fez ao todo US$ 11,8 milhões em 10 dias. O lançamento no Brasil vai acontecer em 11 de novembro. Para completar, o circuito limitado também comemorou um recorde, graças à performance do terror francês “Titane”, grande destaque do Festival de Cannes deste ano. Lançado em 562 cinemas dos EUA, fez US$ 515 mil para cravar a maior estreia de um filme vencedor da Palma de Ouro não falado em inglês no mercado norte-americano em todos os tempos.
Britney Spears se pronuncia sobre fim da tutela do pai: “Muito a curar”
A cantora Britney Spears pronunciou-se em suas redes sociais sobre o fim da tutela de seu pai, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). “Embora haja mudanças e coisas para comemorar na minha vida, ainda tenho muito a curar. Felizmente, tenho um bom sistema de suporte e estou tirando um tempo para entender que não há problema em desacelerar e respirar. Somente através do amor próprio eu posso orar, amar e apoiar os outros em troca”, escreveu a cantora em seu Instagram no sábado. Mesmo sem a tutela do pai, Britney não tem planos de voltar aos palcos tão cedo. Ela acusou o pai de forçá-la a trabalhar e, após a repercussão de seu depoimento na Justiça, seu empresário de longa data, Larry Rudolph, pediu demissão. Em carta aberta, Rudolph revelou que não falava pessoalmente com Britney há dois anos, ocasião em que ela comunicou “que queria fazer um hiato de trabalho por tempo indeterminado” e, neste ano, ficou “sabendo que Britney estava expressando sua intenção de se aposentar oficialmente”, ele escreveu. Jamie Spears, pai de Britney, tinha a cantora sob tutela desde 2008, ou seja, era ele quem dava a palavra final em várias decisões da vida da artista como, por exemplo, se ela faria turnês ou se poderia se casar. Sem o controle do pai, os planos imediatos de Britney são um casamento com o noivo e personal trainer Sam Asghari. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)












