Rússia vence corrida para fazer primeiro filme no espaço
A Rússia venceu a corrida espacial contra Hollywood. A atriz Yulia Peresild e o diretor Klim Shipenko foram ao espaço num foguete Soyuz nesta terça (5/10) para filmar o primeiro longa-metragem fora da Terra. Anton Shkaplerov, astronauta veterano em três missões espaciais, acompanha a dupla nessa missão pioneira. O foguete decolou de manhã na base de Baikonur, no Cazaquistão, e já chegou na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Oficiais do centro de controle informaram que a tripulação estava se sentindo bem e todos os sistemas da espaçonave funcionaram normalmente, enquanto a ISS observou que, com a chegada dos russos, agora há 10 pessoas ao todo no local. A dupla concorria com Tom Cruise e o diretor Doug Liman, que trabalharam juntos em “No Limite do Amanhã” e “Feito na América”, para realizar o feito espacial. Cruise anunciou no ano passado os planos de entrar para a História com “Luna Park”, “o primeiro filme rodado no espaço”, com auxílio da NASA de da SpaceX, empresa espacial do bilionário Elon Musk. Desde então, a equipe russa acelerou seu projeto. Peresild e Shipenko terão 12 dias para rodar seu filme, chamado “Challenge”, no qual uma cirurgiã, interpretada por Yulia, corre para a estação espacial na tentativa de salvar um tripulante que sofre de um problema cardíaco. Durante a entrevista coletiva para a imprensa, a atriz de 37 anos, que estrelou a sci-fi “O Guardião dos Mundos”, contou que passou por um treinamento intenso para viver o papel, com disciplina rígida. “Foi psicológica, física e moralmente difícil. Mas acho que assim que atingirmos a meta, tudo isso não parecerá tão difícil e vamos lembrar com um sorriso”. O diretor Klim Shipenko completará as filmagens na Terra após os registros das cenas espaciais, e disse que Shkaplerov e dois outros astronautas russos a bordo também estarão no longa. Por curiosidade, o diretor de 38 anos já dramatizou um voo espacial em estúdio, no filme “Salyut-7”, sobre uma missão espacial soviética de 1985 (com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes). Desta vez, não precisará de efeitos visuais para criar a sensação de mergulho nas estrelas. A ISS postou um vídeo do voo e da chegada da equipe russa em seu Instagram. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por International Space Station (@iss)
Universidade se junta à Netflix para oferecer bolsas de estudo em nome de Chadwick Boseman
A Universidade de Howard fez uma nova homenagem a Chadwick Boseman, seu ex-aluno mais famoso. Após rebatizar a faculdade de Belas Artes com o nome de Chadwick Boseman, a instituição de ensino se uniu à Netflix e à viúva do ator para oferecer bolsas de estudos no valor total de US$ 5,4 milhões. Por meio da bolsa, um aluno de cada turma da faculdade de Belas Artes poderá completar os quatro anos do curso de graça, com tudo custeado. “É com imenso prazer e profunda gratidão que anunciamos a criação de uma bolsa de estudo em honra ao nosso formando Chadwick Boseman, cuja vida e contribuições às artes continuam a nos inspirar”, afirmou o reitor da Universidade de Howard, Wayne A.I. Frederick, em comunicado. “Essa bolsa de estudo incorpora o amor de Chadwick por Howard, sua paixão por narrativas e seu desejo em ajudar as futuras gerações de estudantes de Howard. Sou grato pelo contínuo apoio e parceria da esposa de Chadwick, a senhora Simone Ledward-Boseman, e à Netflix por esse importante presente”, concluiu. A Netflix foi responsável por lançar os últimos dois filmes de Boseman, “Destacamento Blood” e “A Voz Suprema do Blues”, no ano passado. Ao anunciar a bolsa, o reitor revelou que o ator estava prestes a entrar para a diretoria da instituição e ainda preparava uma série de aulas em vídeo para os estudantes de Belas Artas quando morreu, em agosto de 2020, aos 43 anos. “Estávamos muito animados com os planos que ele tinha. Essa homenagem é a coisa certa a se fazer. O amor de Chadwick pela Universidade de Howard era sincero – e, embora ele não tenha vivido para ver seus planos se realizarem, é minha honra poder me certificar de que o legado dele continue vivo”, comentou Frederick.
Shannen Doherty vence processo milionário contra seguradora
Shannen Doherty venceu um processo de US$ 6,3 milhões contra a seguradora State Farm, depois que um juiz considerou a empresa de seguro residencial culpada por não pagar o suficiente pelos danos causados à sua casa em um incêndio florestal. A casa da ex-estrela de “Charmed” e “Barrados no Baile” estava entre as propriedades danificadas no incêndio que devastou o sul da Califórnia em 2018, e ela vem lutando contra a State Farm desde então para cobrir o custo de uma reforma que precisou fazer. No entanto, os donos da seguradora afirmam que, como sua casa não sofreu nenhum dano estrutural, a indenização já paga deveria ter sido suficiente para cobrir a reparação e limpeza profissional, além do aluguel de uma casa temporária por um ano. O veredicto cobre todos os prejuízos, além de honorários advocatícios e estresse emocional causado à atriz, que enfrenta um tratamento duro contra câncer. “Agradecemos aos membros do júri por sua consideração cuidadosa do caso de Shannen”, disse o advogado da atriz, Devin McRae, em comunicado. “Estamos felizes por eles terem visto o caso da maneira como nós o vemos. Isso deverá mandar uma mensagem clara à State Farm e outras instituições para que não se esqueçam de que estão lidando com seres humanos.” O processo revelou, no ano passado, que a atriz de 50 anos havia piorado do câncer de mama diagnosticado em 2015. A doença progrediu para o estágio 4, o mais avançado. Isto significa que o câncer começou a se espalhar para outras partes do corpo, numa progressão mortal. Seus advogados disseram nos documentos judiciais que “em vez de viver seus anos restantes pacificamente em sua casa, a Sra. Doherty permanece deslocada e lutando contra sua seguradora”. Em sua própria declaração na segunda-feira, a State Farm disse: “Temos empatia pela saúde da Sra. Doherty e desejamos o melhor a ela. Estamos decepcionados com a decisão do júri e respeitosamente discordamos dela. Exploraremos todas as opções legais disponíveis, incluindo apelar do veredicto”.
Britney Spears agradece fãs e movimento #FreeBritney pelo apoio contra tutela do pai
Britney Spears voltou a se manifestar sobre o fim da tutela de seu pai, Jamie Spears, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). Desta vez foi mais direta, ao agradecer aos fãs pela dedicação e o empenho do movimento #FreeBritney, que pressionou nas redes sociais pelo fim do controle exercido por seu pai sobre sua vida. A cantora passou 13 anos impedida de decidir o que queria para si mesma e para sua carreira artística. “Movimento #FreeBritney, não tenho palavras”, ela escreveu no Twitter e no Instagram. “Por causa de vocês e de sua resistência constante para me libertar da minha tutela, minha vida agora está na direção certa! Eu chorei ontem à noite por duas horas porque meus fãs são os melhores e eu sei disso.” “Eu sinto seus corações e vocês sentem o meu. Eu sei que isso é de verdade”, completou. Dos 22 anos de Britney como cantora profissional, 13 deles foram vividos tendo o pai como tutor. A situação foi originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após a cantora ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna da artista, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e a vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos meses, entre testemunhos chocantes e denúncias de documentário. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado justamente ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Mas o ponto culminante foi a ida de Britney ao tribunal em junho passado, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Em seguida, ela conseguiu fazer prevalecer seu desejo antigo de trocar seu advogado, um defensor indicado pela corte há 13 anos, por um representante de sua própria escolha. E o novo advogado atropelou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para conseguir uma resolução-relâmpago. O último empurrão foi dado por um novo documentário da equipe de “Framing”, intitulado “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em 24 de setembro a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas na última petição de Matthew Rosengart, o atual advogado da cantora, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny ao proferir sua decisão e livrar Britney do controle do pai. Britney continua tendo um tutor, John Zabel, um contador profissional designado pelo tribunal, mas esse arranjo pode ser encerrado em breve, em nova audiência no tribunal. #FreeBritney movement … I have no words … because of you guys and your constant resilience in freeing me from my conservatorship … my life is now in that direction !!!!! I cried last night for two hours cause my fans are the best and I know it … pic.twitter.com/7OpsOKoHNc — Britney Spears (@britneyspears) October 4, 2021
Keira Knightley será repórter que caçou um dos serial killers mais famosos dos EUA
A atriz Keira Knightley (“Colette”) vai estrelar um novo filme sobre o serial killer conhecido como “o estrangulador de Boston”, um dos mais famosos psicopatas assassinos dos EUA. Intitulado “Boston Strangler”, o longa tem roteiro e direção de Matt Ruskin (“Conexão Escobar”) e vai recriar os ataques de Albert DeSalvo, que levou terror a Boston no começo dos anos 1960. Knightley interpretará Loretta McLaughlin, a repórter que batizou o “estrangulador de Boston” e ajudou a identificá-lo ao conectar os assassinatos em série. Ela e a colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo da época para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, antes mesmo de seus crimes serem devidamente identificados, trabalhando incansavelmente para manter as mulheres informadas. A reportagem investigativa revelou que a maioria das 13 vítimas do serial killer foram abusadas sexualmente em seus apartamentos e depois estranguladas com artigos de vestuário. Sem qualquer sinal de entrada forçada em suas casas, as mulheres provavelmente conheciam seu assassino, ou seja, elas permitiram que ele entrasse em suas casas. McLaughlin seguiu a história com grande risco pessoal e descobriu uma cortina de corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do estrangulador, que só foi confirmada em 2013 com testes de DNA. A história de DeSalvo já foi levada aos cinemas várias vezes. O primeiro filme foi lançado em 1964, quando o caso ainda era recente, e o mais famoso chegou quatro anos depois, com o astro Tony Curtis (pai da atriz Jamie Lee Curtis) no papel do serial killer. No Brasil, o filme estrelado por Curtis (que originalmente se chamava “The Boston Strangler”) foi lançado com o título de “O Homem que Odiava as Mulheres”. O novo filme terá produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e da atriz Margot Robbie, por meio de suas empresas Scott Free Productions e LuckyChap Entertainment. Ainda sem previsão de estreia, “Boston Strangler” começará a ser filmado em dezembro deste ano em Boston.
“Dexter: New Blood” já tem data de estreia no Brasil
A Paramount+ anunciou a data de estreia de “Dexter: New Blood” no Brasil. A produção estará disponível para os assinantes do serviço no dia 8 de novembro, um dia após a exibição nos EUA, onde irá ao ar pelo canal pago Showtime. Com a missão de consertar o final de “Dexter”, exibido em 2013, a série traz de volta o ator Michael C. Hall ao papel do serial killer do título. A continuação vai mostrar a nova vida de Dexter com uma identidade diferente, sua dinâmica inusitada com a irmã Debra (Jennifer Carpenter) e o reencontro com seu filho crescido Harrison, agora interpretado por Jack Alcott (“The Good Lord Bird”). A presença de Alcott reforça a passagem de tempo. Oito anos se passaram desde o último episódio de “Dexter”, quando Harrison ainda era um menino pequeno (Jadon Wells) e foi deixado aos cuidados de Hannah McKay (Yvonne Strahovski). Já adolescente, Harrison aparece à procura do pai que não conhece e não é difícil deduzir o que inspira esta busca. Já viu todas as temporadas de #Dexter no Paramount Plus? 🩸 Eu se fosse você corria, porque Dexter: New Blood chega no mês que vem! 😉 pic.twitter.com/NAltmYY1W0 — Paramount+ Brasil (@paramountplusbr) October 1, 2021
“Marighella” ganha data oficial de estreia no Brasil
O filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, finalmente ganhou data de lançamento no Brasil. A O2 Filmes anunciou nas redes sociais que a produção vai chegar oficialmente aos cinemas brasileiros em 4 de novembro, três dias após começar a ser exibido no esquema de “pré-estreias pagas”. Pronto há dois anos, “Marighella” teve sua première mundial no Festival de Berlim de 2019 e foi recebido com muitos aplausos e elogios da crítica internacional. Mas a estreia nacional, inicialmente programada para novembro do mesmo ano, teve que ser adiada por dificuldades criadas pela Ancine, logo depois de Jair Bolsonaro atacar publicamente a produção. O filme também foi alvo dos robôs bolsonaristas, que se mobilizaram para manipular sua nota em sites americanos. O ataque chamou atenção das empresas dos EUA, que mudaram até suas regras de publicações para evitar a prática de “review bombing” – crítica de cinema transformada em terrorismo virtual. Na nota que realmente vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O filme desagrada bolsonaristas por romancear a luta armada contra a ditadura no Brasil. A trama foca nos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele liderou ataques contra o regime e foi executado em uma emboscada da polícia. Transformado em herói na tela, Marighella é considerado um bandido comum por negacionistas da ditadura. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). As várias exigências burocráticas que atrasaram o lançamento do filme no Brasil acabaram criando um paradoxo e um novo problema. O filme foi lançado antes nos EUA e começou a ser disponibilizado em streaming americano desde 30 de abril. Isto fez com que cópias piratas de alta qualidade começassem a circular em diversos sites brasileiros – e não apenas nos dedicados à filmes piratas. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles chegou a sugerir adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão de Wagner Moura e da O2 Filmes foi manter o cronograma anteriormente acertado, com um lançamento em novembro, aproveitando a retomada do circuito cinematográfico após a pandemia. A espera acabou! Finalmente você vai conhecer a história de um dos filmes mais aguardados! Marighella, longa dirigido por Wagner Moura, estreia 04 de novembro exclusivamente nos cinemas. Sessões a partir de 01 de novembro.#MarighellaVive pic.twitter.com/z4QhHGjfcW — O2 Filmes (@o2filmes) October 4, 2021
Andrew Garfield canta no trailer e em faixa inédita de “Tick, Tick… Boom!”
A Netflix divulgou um novo pôster, o segundo trailer e uma faixa inédita do musical “Tick, Tick… Boom!”, primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”), que estreia em streaming no dia 19 de novembro. “Tick, Tick… Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) cantando e interpretando Jonatham Larson, um autor real da Broadway, antes do sucesso, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de seu projeto dos sonhos, o musical “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzida. O filme adapta a peça homônima do próprio Larson, concebida após sua frustração com o destino de “Superbia”. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para ser apresentado como show “de bolso” em pequenos palcos. Originalmente apresentado apenas por Larson e uma banda em 1990, a peça foi ampliada após a morte do autor em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E foi escrita, por sinal, por mais uma estrela da Broadway, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. O detalhe é que, ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente ele nunca pôde apreciar. O dramaturgo morreu de problemas cardíacos na manhã da première de “Rent”, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A filmagem da fase mais criativa da vida de Larson ainda inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, quando estrelou a franquia “High School Musical”, da Disney. A produção também terá exibição limitada nos cinemas, numa aposta da Netflix em busca de indicações ao Oscar para a produção. Veja abaixo o trailer legendado e confira o vocal de Andrew Garfield numa música da produção, o rock “30/90”.
Round 6: Netflix converte valor do prêmio e dívidas dos personagens em reais
A Netflix resolveu ajudar os fãs brasileiros de “Round 6” a entender quando dinheiro os participantes dos jogos mortais da trama disputaram. Criada pelo cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”), a série reúne 456 competidores em seis jogos, que terminam com os eliminados mortos e os vencedores avançando para a disputa final, valendo um valor bilionário em wons, a moeda sul-coreana. Como a moeda parece extremamente desvalorizada nas cenas da trama, a plataforma revelou o valor total do prêmio em reais. E é realmente uma fortuna: R$ 208 milhões. Também fez a conversão de algumas dúvidas dos personagens e outros detalhes financeiros da trama, como o preço de um tapa na cara no começo da história. Veja os valores em reais no tuite abaixo. Os valores de Round 6 convertidos em reais 😳💸: Prêmio do Jogo: R$ 208.845.119,58Dívida do Sang-Woo: R$ 27.479.621,00Dívida do Seong Gi-hun: R$ 732.789,89Parte por jogador: R$ 457.9993,68Prêmio da corrida de cavalos: R$ 20.609,72Um tapa na cara: R$ 457,99 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 1, 2021
Ben Affleck revela ter recuperado prazer de viver Batman no filme “The Flash”
Ben Affleck revelou ter gostado de voltar a viver Batman no filme do Flash, nova produção baseada nos quadrinhos da DC Comcs. O astro comentou que a experiência de ter rodado o longa estrelado por Ezra Miller ajudou a superar o trauma que passou a relacionar a vestir o uniforme do herói. “Foi uma maneira muito boa de revisitar isso, já que a experiência anterior tinha sido difícil”, disse Affleck, referindo-se à experiência traumática de trabalhar com o diretor Joss Whedon, acusado de abusos por Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, e até por Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, após assumir refilmagens de “Liga da Justiça”. “Desta vez foi realmente adorável. Realmente engraçado”, acrescentou o ator, que conversou com a revista Variety durante a première do filme “The Tender Bar”, de George Clooney, no qual tem o papel principal. “The Flash” será dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) e voltará a trazer Ezra Miller no papel do super-herói mais rápido da DC. Affleck aproveitou para elogiar o colega de elenco. “Eu amo Ezra e ainda tive a chance de ver Jason Momoa, que estava no estúdio fazendo o novo filme do Aquaman”, acrescentou. A trama de “The Flash” envolverá o multiverso ou viagem no tempo, levando Flash a encontrar duas versões do Batman. Além da versão de “Liga da Justiça”, ele vai deparar com o Batman do futuro, vivido por ninguém menos que Michael Keaton – intérprete do homem-morcego nos filmes “Batman” (1989) e “Batman: O Retorno” (1992). O filme também vai introduzir uma nova Supergirl, interpretada Sasha Calle, a primeira intérprete latina da heroína. Fotos vazadas do set sugerem que não se trata da Supergirl mais conhecida dos quadrinhos e da TV, Kara Zor-El, a prima kryptoniana do Superman, mas sim de Lara Lane-Kent, a filha terráquea de Superman e Lois Lane, que apareceu na saga em quadrinhos “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”. A estreia de “The Flash” está marcada para novembro de 2022.
Orc de “O Senhor dos Anéis” foi inspirado em Harvey Weinstein
O ator Elijah Wood revelou um segredo de “O Senhor dos Anéis” que só os envolvidos nas filmagens sabiam. Em entrevista ao podcast Armchair Expert, o intérprete de Frodo revelou que um dos Orcs da história – o monstro mais deformado da saga – , teve sua aparência inspirada no produtor da trilogia, Harvey Weinstein. “Assim que chegou à Nova Zelândia, Sean Astin viu as máscaras de Orc. E uma delas – e eu me lembro disso nitidamente – foi projetada para se parecer com Harvey Weinstein como uma espécie de f***-se.”, contou Wood. Atualmente preso por estupro e crimes sexuais, Weinstein atrapalhou a produção com exigências de cortes na duração dos filmes, forçou Peter Jackson a filmar a trilogia sem pausas entre cada título e ainda proibiu o diretor de contratar duas atrizes para o elenco, Mira Sorvino e Ashley Judd, pois elas faziam parte de sua lista negra pessoal – não quiseram ceder a seus avanços. Judd e Sorvino estão entre as dezenas de atrizes que acusaram o produtor de abusos sexuais. “Fran [Walsh, roteirista dos filmes e esposa de Jackson] e eu expressamos nosso entusiasmo por Ashley Judd e Mira Sorvino. Na verdade, até nos encontramos com Ashley e discutimos dois possíveis papéis com ela. Após essa reunião, a Miramax nos mandou ficar longe de Ashley e Mira, porque alegaram ter tido ‘más experiências’ com essas atrizes em particular no passado”, revelou Jackson em comunicado após as denúncias contra Weinstein. Sem poder enfrentar o produtor na época, Peter Jackson se vingou transformando Weinstein num ogro monstruoso. “Acho que não há problema em falar sobre isso, o cara está encarcerado. F***-se ele”, completou Elijah Wood sobre a revelação.
“007 – Sem Tempo para Morrer” lidera bilheterias do Brasil
A estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” ajudou a reverter a sequência de queda nas arrecadações dos cinemas brasileiros, vendendo 321,8 mil ingressos e faturando R$ 6,9 milhões nas bilheterias entre quinta e domingo (3/10). O novo filme de James Bond foi o mais assistido do fim de semana, tomando o posto que “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve por quatro semanas consecutivas. Em seu quinto fim de semana em cartaz, a produção da Disney/Marvel ficou em 2º lugar, vista por 106,3 mil pessoas, que lhe renderam R$ 1,9 milhão. No total, os cinemas brasileiras tiveram 584,4 mil espectadores e arrecadaram R$ 11,6 milhões no fim de semana, um aumento de 42% em comparação à semana anterior. Os números, porém, continuam baixos. Há um mês, 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana, de acordo com apuração da Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 30/9-3/10:1. 007 – Sem Tempo para Morrer2. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis3. Patrulha Canina4.Ainbo – A Guerreira da Amazonia5. A Casa Sombria6. Escape Room 27. O Podoroso Chefinho8. Maligno9. No Ritmo do Coração10. Abelhinha Maya — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 4, 2021
Marc Pilcher (1968-2021)
O cabeleireiro e figurinista Marc Pilcher, que há apenas três semanas venceu o Emmy por seu trabalho nos penteados da série “Bridgerton”, morreu no domingo (3/10) aos 53 anos em decorrência de covid-19. De acordo com informações da revista Variety, Pilcher passou mal ao retornar de Los Angeles, nos Estados Unidos, para onde tinha viajado especificamente para participar da cerimônia do Emmy, e já chegou doente ao Reino Unido. Apesar de ter sido vacinado com duas doses do imunizante contra o coronavírus e não ter comorbidades, ele não resistiu à infecção. A notícia da morte do profissional foi confirmada pela atriz Nicola Coughlan, intérprete de Penelope Featherington na série. Em seu perfil no Twitter, ela descreveu o cabeleireiro como “brilhante e visionário”, além de “apaixonado por seu trabalho”. “Com o coração partido pela perda de Marc Pilcher, o brilhante e visionário cabeleireiro e maquiador da 1ª temporada de ‘Bridgerton’. Marc era tão apaixonado por seu trabalho e tão talentoso. Nem um mês atrás, ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy”, escreveu Coughlan no Twitter. O criador de “Bridgerton”, Chris Van Dusen, também lamentou a perda no Twitter, dizendo que é “impossível” assistir a série e não perceber “o talento, a criatividade, a paixão e a arte incomparáveis” de Marc Pilcher. “Ele deixou uma marca notável neste projeto e trabalhar com ele foi um privilégio”, completou. O prêmio conquistado por “Bridgerton” foi o principal de sua carreira, mas antes disso Pilcher recebeu uma indicação ao Oscar pelo filme “Duas Rainhas” (2018). Pilcher também foi cabelereiro da série “Downton Abbey”, trabalho que lhe rendeu prêmios consecutivos da Associação de Maquiadores e Cabeleireiros dos EUA, e também foi responsável pelos penteados do filme derivado da atração, lançado em 2019. Pilcher começou sua carreira no West End (a Broadway londrina) em 1988, onde trabalhou por 15 anos em peças e musicais, até estrear na TV em 2003. Em sua trajetória hollywoodiana, iniciada em 2007, ele fez a cabeça dos maiores astros do cinema em dezenas de blockbusters, creditado como cabelereiro de “Sherlock Holmes” (2009) e sua continuação de 2011, “Fúria de Titãs” (2010) e a sequência de 2012, “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” (2011), “Sombras da Noite” (2012), “Thor: O Mundo Sombrio” (2012), “Malévola” (2014), “A Bela e a Fera” (2017) e quatro títulos da franquia “Star Wars”, incluindo “O Despertar da Força” (2015) e “A Ascensão Skywalker” (2019), entre muitas outras produções, incluindo “Sete Dias com Marylin” (2011), que rendeu indicação ao Oscar para Michelle Williams, e “W.E.: O Romance do Século” (2011), dirigido por Madonna. Na produção de “Duas Rainhas”, que lhe rendeu sua indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUa, ele trabalhou com Saoirse Ronan e Margot Robbie. Seu último filme inédito é “King’s Man: A Origem”, que será lançado nos cinemas em dezembro.












