John Krasinski será Superman na animação dos “Superpets”
O ator John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) revelou que dará voz ao Superman na animação “DC Liga dos Superpets” (DC League of Super-Pets). O anúncio feito nesta segunda (22/11) pelo próprio ator nas redes sociais. “Sempre quis fazer dupla com The Rock em algum filme. Bem, estes são os papéis que nascemos para interpretar”, brincou, aludindo ao fato de que Dwayne “The Rock” Johnson (da franquia “Jumanji”) será a voz de Krypto, o super cão. A animação também conta com Kevin Hart (também de “Jumanji”) como a voz de Ace, o bat-cão, e Marc Maron (“GLOW”) como o vilão Lex Luthor. Mas os demais personagens são mantidos em sigilo. Eles serão interpretados por uma constelação de astros, que inclui Keanu Reeves (“Matrix”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Jameela Jamil (“The Good Place”), Diego Luna (“Rogue One”) e Vanessa Bayer (“Duas Tias Loucas de Férias”). “DC Liga dos Superpets” vai contar a história de como os bichos de estimação mais famosos dos quadrinhos se juntam para impedir crimes, enquanto Superman está em apuros. Os personagens surgiram na esteira do sucesso de Krypto, que foi criado em 1955 para uma história única de Superboy, mas fez tanto sucesso que continuou nos quadrinhos e ainda inspirou o gato Streaky (também conhecido como Raiado) de Supergirl, o cavalo Cometa, da Supergirl (Superwoman?) do futuro, e o macaco Beppo, que também veio de Krypton quando Superman era bebê. Esses bichos se juntaram com Krypto pela primeira vez em 1962, quando foram batizados de Legião de Superpets. A agora Liga dos Superpets tem roteiro e direção de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”) e codireção de Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”). E será o primeiro de dois longas baseados nos quadrinhos da DC estrelados por The Rock em 2022. Ele também vive o protagonista de “Adão Negro” (Black Adam). A estreia está marcada para 19 de maio de 2022 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Always wanted to do a buddy movie with @TheRock . Well, these are the roles we were born to play! (FYI… DJ’s the one with the tongue) @DCSuperPets !! pic.twitter.com/eu6IVJXdd4 — John Krasinski (@johnkrasinski) November 22, 2021
“Eternos” segue como filme mais visto no Brasil
“Eternos” se manteve no topo das bilheterias do Brasil pela terceira semana consecutiva. O longa da Marvel levou 370 mil pessoas aos cinemas e arrecadou cerca de R$ 7 milhões entre quinta e domingo (21/11), segundo dados da consultoria Comscore. Mas o feito mais impressionante foi registrado no 2º lugar, ocupado por um filme antigo em relançamento. A exibição especial de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em comemoração aos 20 anos da franquia teve público de 322 mil pessoas e arrecadou R$ 6,8 milhões. Com isso, a principal estreia da semana, “Ghostbusters: Mais Além” ficou em 3º lugar, com 167 mil espectadores e R$ 3 milhões de arrecadação. As outras duas estreias de quinta passada (18/11) a entrar no ranking foram “Noite Passada em Soho”, que surgiu no 7º lugar com R$ 431 mil, e “A Crônica Francesa”, na 9ª posição com R$ 242 mil. Ambas ficaram abaixo de “Marighella”, que caiu para o 6º lugar, com 33 mil espectadores e R$ 686 mil em sua terceira semana de exibição. Veja abaixo a lista do Top 10 nacional, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 18-21/Nov:1. Eternos2. Harry Potter e a Pedra Filosofal : 20 anos de magia3. Ghostbusters: Mais Alem4. Venom5. Familia Adams 26. Mariguella7. Noite Passada em Soho8. Duna9. A Cronica Francesa10. Deus Não Está Morto — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 22, 2021
Larissa Manoela pode ouvir pensamentos no trailer de sua nova comédia na Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Lulli”, terceira comédia estrelada por Larissa Manoela na plataforma. Depois de “Modo Avião” (2020) e “Diários de Intercâmbio” (2021), ela embarca no humor fantasioso ao encarnar uma estudante de Medicina que toma um choque nos primeiros dias de residência e passa a ouvir os pensamentos de todos ao seu redor. O filme também marca uma nova parceria de Larissa com a escritora Thalita Rebouças após “Fala Sério, Mãe!” (2017). Desta vez, porém, não se trata da adaptação de um livro, mas um roteiro original escrito em parceria com Renato Fagundes (“Modo Avião”). O elenco ainda conta com Sérgio Malheiros (“Cinderela Pop”), Amanda de Godoi (“Malhação”), Vinícius Redd (“Perrengue”), Yara Charry (“Velho Chico”) e Paula Possani (“Assédio”), entre outros. Com direção de César Rodrigues (também de “Modo Avião”), “Lulli” estreia em 26 de dezembro.
HBO oficializa série criada por The Weeknd
A HBO oficializou a produção de “The Idol”, série criada pelo cantor The Weeknd em parceria com Sam Levinson, criador de “Euphoria”, que será estrelada por Lily-Rose Depp (“Viajantes”), filha dos astros Johnny Depp e Vanessa Paradis. A atração pretende acompanhar uma cantora pop, que começa um romance com um guru de autoajuda e dono de um clube de Los Angeles, sem saber que é o líder de uma seita secreta. Este segundo papel será vivido pelo próprio The Weeknd, que ainda contracenará com a cantora Suzanna Son (“Red Rocket”), os cantores Troye Sivan (“Boy Erased”) e Tunde Adebimpe (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melanie Liburd (“This Is Us”), Steve Zissis (“A Morte Te Dá Parabéns 2”), Elizabeth Berkley (“Saved by the Bell”), Nico Hiraga (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”) e Anne Heche (“Hung”). A equipe ainda inclui Reza Fahim, parceiro de produções de The Weeknd, o showrunner iniciante Joe Epstein e a diretora Amy Seimetz (“The Girlfriend Experience”). “Quando os multi-talentosos Abel ‘The Weeknd’ Tesfaye, Reza Fahim e Sam Levinson nos trouxeram ‘The Idol’, ficou claro que sua visão subversiva e reveladora do culto da indústria da música era diferente de tudo que a HBO já havia feito”, disse a Vice-Presidente de Programação da HBO, Francesca Orsi. “Pouco depois, a brilhante dupla de Joe Epstein e Amy Seimetz juntou forças com o resto da equipe, e esse sonho se tornou realidade.”
Universal anuncia produção de “Trolls 3”
A Universal anunciou que vai produzir “Trolls 3”. A nova continuação da animação da DreamWorks Animation ganhou uma previsão de lançamento nos cinemas em novembro de 2023. A decisão de lançar a sequência nos cinemas reverte a iniciativa levada adiante em “Trolls 2”, que foi disponibilizada em streaming nos EUA, durante o auge da pandemia. Apesar da maioria das salas de exibição estarem fechados na ocasião, várias redes distribuidoras ameaçaram o estúdio de boicote pela “ousadia”, após a Universal comemorar recorde de arrecadação em VOD (locação digital) com o lançamento – mais de US$ 100 milhões em bilheteria virtual. A situação só foi revertida com um acordo, em que a Universal se comprometeu a colocar todos os seus filmes no circuito cinematográfico, desde que a janela de exibição fosse dramaticamente encurtada para disponibilizá-los de forma rápida em VOD. O acordo marcou o primeiro passo para o fim da tradicional janela de 90 dias de exclusividade dos filmes no cinema. O primeiro “Trolls”, por sua vez, foi lançado em 2016 e arrecadou quase US$ 350 milhões de bilheteria mundial. Além do novo filme, o estúdio também preparou um especial televisivo para a rede NBC, “Trolls Holiday in Harmony”, que irá no ar na sexta (25/11) com as vozes originais do desenho animado, incluindo a atriz Anna Kendrick e o cantor Justin Timberlake.
Storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 é vendido por R$ 16 milhões
O lendário storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 foi arrematado nesta segunda-feira (22/11) num leilão em Paris por 2,66 milhões de euros (cerca de R$ 16,72 milhões) Trata-se de um roteiro detalhado com imagens do que deveria ter sido o filme, juntando os argumentos do diretor chileno Alejandro Jodorowsky, mestre do surrealismo, com desenhos do gênio dos quadrinhos franceses Moebius e do artista plástico suíço H.R. Giger. O filme, que deveria ser estrelado por David Carradine (na época, astro da série “Kung Fu”), o cantor Mick Jagger, o cineasta Orson Welles, e o artista plástico Salvador Dali, nunca saiu do papel, mas sua produção se tornou lendária e rendeu até um documentário premiado em 2013. O material desenvolvido para o storyboard foi o ponto de partida para Giger ser convidado, logo em seguida, para criar o visual de “Alien”, dirigido em 1979 por Ridley Scott. Já a parceria entre Jodorowsky e Moebius continuou nos quadrinhos, com a criação da saga sci-fi do “Incal” em 1980, que agora também vai virar filme com direção de Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). “Duna”, por sua vez, acabou chegando aos cinemas em 1984, com direção de David Lynch, voltando novamente em 2021, na primeira parte de um franquia desenvolvida por Denis Villeneuve. Veja abaixo o trailer do documentário “Duna de Jodorowsky”, com imagens do caríssimo storyboard.
Ridley Scott confirma série live-action de “Blade Runner”
Ridley Scott revelou em entrevista à BBC que está desenvolvendo uma série live-action de “Blade Runner”, clássico de ficção científica de 1982. De acordo com o cineasta, o piloto já está escrito e a 1ª temporada terá dez episódios. “Já escrevemos o primeiro episódio, e também já finalizamos a bíblia para a temporada completa, as primeiras 10 horas”, afirmou o diretor. Neste caso, a “bíblia” se refere das anotações que detalham o que vai acontecer ao longo dos episódios, elaborada para orientar o trabalho dos roteiristas. Ele não mencionou para qual canal está desenvolvendo a atração, mas uma aposta certa seria a HBO Max, tendo em vista se tratar de uma propriedade intelectual da Warner Bros. e o fato da produtora do cineasta, Scott Free, já ter uma parceria com a plataforma com sua série “Raised by Wolves”. Além do filme clássico dos anos 1980, o universo de “Blade Runner”, inspirado num conto do escritor Philip K. Dick, já rendeu a continuação “Blade Runner 2049” (2017) e a recente série animada “Blade Runner: Black Lotus”, atualmente em exibição nos EUA pelo Adult Swim. Durante a entrevista, Scott também lembrou que já está em andamento uma série inspirada em “Alien”. “‘Alien’ se encontra no mesmo estágio, com o piloto sendo escrito”, ele mencionou. Esta série tem mais detalhes. Noah Hawley, criador de “Fargo” e “Legion”, é o responsável por adaptar a franquia para o canal pago FX e a plataforma Hulu, e a trama da atração será a primeira história de “Alien” ambientada na Terra – isto é, sem contar os dois filmes “Alien vs. Predador”.
Filha de José Mojica Marins denuncia médicos que cuidaram do pai
A curta-metragista Liz Marins, filha de José Mojica Marins (o Zé do Caixão), denunciou dois dos médicos que cuidaram de seu pai, morto em fevereiro de 2020 aos 83 anos por complicações de uma broncopneumonia. Os dois profissionais são da operadora de saúde Prevent Senior. Em entrevista à GloboNews, ela afirmou que um deles tirou Mojica da Unidade de Terapia Semi-Intensiva (semi-UTI) do Hospital Sancta Maggiore enquanto o quadro ainda era grave, e o outro não quis tratar dos sintomas dele, preferindo convencer a família a aceitar que o caso era irreversível. “A minha denúncia é contra dois médicos. Um médico que tirou ele da semi-uti quando ele estava estabilizado, grave, mas estabilizado, e mandou pro quarto e um médico que, vendo o meu pai com a saturação despencando no quarto, não deu o atendimento imediato e ficou tentando nos convencer a deixá-lo morrer”, afirmou Liz Marins. Ela relata, também, que a família tentou argumentar contra a transferência para o quarto dizendo a saturação (nível de oxigênio no sangue) dele deveria ser constantemente monitorada, o que só seria possível na semi-UTI — nos quartos, a equipe de enfermagem passaria só a cada seis horas. Entretanto, não lhe deram atenção. “Enquanto eu falava, já tinha pessoas retirando as coisas”. Em comunicado, a Prevent Senior afirmou que “todos os investimentos possíveis foram realizados”, e que o cineasta tinha “comorbidades que agravaram seu quadro de saúde ao longo dos anos”.
Julia Garner vive golpista no teaser da nova série da criadora de “Grey’s Anatomy”
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Inventando Anna” (Inventing Anna), minissérie estrelada por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A atriz vai continuar a viver uma criminosa na plataforma após o fim previsto de “Ozark” em 2022. Desta vez, interpretará uma socialite golpista da vida real. “Inventando Anna” é uma minissérie criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”). Baseada numa reportagem da revista The Cut, a atração vai girar em torno da jornalista que investiga o caso de Anna Delvey, uma mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Além de Garner, o elenco também destaca Anna Chlumsky (“Veep”), Katie Lowes (“Scandal”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) e Alexis Floyd (“The Bold Type”). Ainda não há previsão de estreia.
Kevin Spacey terá que pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”
O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar à MRC Entertainment, produtora da série “House of Cards”, quase US$ 31 milhões por má conduta sexual nos bastidores da série. O veredito foi proferido por uma corte de arbitragem e nesta segunda (22/11) a MRC deu entrada na Corte Superior de Los Angeles para confirmar a sentença. O intérprete de Frank Underwood foi demitido da produção após denúncias de abuso sexual. As acusações, que incluíam tocar um assistente de produção, fizeram com que o MRC conduzisse uma investigação e, por fim, rescindisse seus contratos de atuação e produção. De acordo com a decisão de 19 de outubro, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da produtora. Além disso, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que Spacey tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continua postando vídeos caracterizado como seu personagem. No ano passado, comparou sua situação à das pessoas que perderam empregos durante a pandemia.
“007 – Sem Tempo para Morrer” vira maior sucesso de Hollywood na pandemia
Uma semana depois de superar a marca de US$ 700 milhões de arrecadação, “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou “Velozes e Furiosos 9” nas bilheterias mundiais para se tornar o maior sucesso de Hollywood na pandemia. O filme da MGM/Universal chegou a US$ 733 milhões neste domingo (21/11), deixando para trás os US$ 721 milhões da franquia estrelada por Vin Diesel, consagrando de vez a despedida do ator Daniel Craig do papel de 007. O mais impressionante no desempenho do longa é que a maior parte de sua arrecadação vem de fora dos EUA. A América do Norte é responsável por “apenas” US$ 154 milhões do faturamento, enquanto o restante, US$ 579 milhões, vem do exterior. Isto também faz de de “007 – Sem Tempo para Morrer” a produção de Hollywood mais bem-sucedida no mercado internacional em toda a pandemia. O maior faturamento externo vem do Reino Unido, onde o filme atingiu a 5ª maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 128 milhões. Na Alemanha (US$ 72 milhões até o momento), “007 – Sem Tempo para Morrer” ocupou o 1º lugar por seis semanas consecutivas, tornando-se o maior sucesso distribuído pela Universal no país. A litas também inclui US$ 60 milhões da China, US$ 32 milhões da França e US$ 22 milhões da Holanda, onde o filme liderou as bilheterias por sete semanas e tornou-se a 4ª maior bilheteria da História do país. Entre outros destaques, a abertura da Austrália no fim de semana passado foi a maior do mercado desde dezembro de 2019 (e atualmente já rende US$ 15 milhões). Michael De Luca e Pamela Abdy, chefões da MGM, emitiram um comunicado para celebrar o sucesso descomunal. “Estamos muito entusiasmados em ver o público retornando aos cinemas em todo o mundo e por seu apoio contínuo à experiência cinematográfica. Depois de um longo atraso, estamos especialmente gratos em saber que ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ entreteve tantos cinéfilos em todo o mundo”, diz o texto assinado em conjunto, antes de entrar nos agradecimentos aos parceiros da produção. “Junto com nossos parceiros da Eon, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, todos nós da MGM somos gratos às equipes da Universal Pictures, United Artists Releasing e em nossos equipes internacionais da MGM por seus enormes esforços para atingir este grande marco com ‘007 – Sem Tempo para Morrer’. Essa conquista é um reconhecimento a Daniel Craig, todo o elenco, bem como a nosso diretor Cary Fukunaga, produtores e equipe por fazer um filme incrível. Estendemos nossos agradecimentos aos nossos exiborer e parceiros promocionais por permanecerem firmes em seu apoio ao filme”, conclui o comunicado.
Vídeo apresenta monstros de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”
A Sony divulgou novos pôsteres europeus e um vídeo de bastidores de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, em que o diretor Johannes Roberts (“Medo Profundo”) apresenta os monstros da produção. A prévia mostra que as criaturas são extraídas dos games originais da Capcom e alguns nunca foram vistos no cinema. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Para completar, Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) vive o vilão da história, o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. A estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Regina Duarte continua bolsonarista com posts polêmicos nas redes sociais
A ex-atriz Regina Duarte demonstrou neste fim de semana nas redes sociais que continua uma bolsonarista convicta, com posts criticando o Dia da Consciência Negra e o “fique em casa maligno”. “Fique em casa” é como Bolsonaro batizou, de forma pejorativa, o isolamento social necessário para evitar a superlotação dos hospitais e o morticínio durante o pico da pandemia de covid-19. No sábado, ela postou um texto no Instagram em que (ainda) reclama do isolamento social e, paradoxalmente, critica o fim dele. “Te proibiram de viver e agora querem festejar o Carnaval?” diz o texto. Na legenda, Regina Duarte reforçou seu posicionamento acusando o “‘fique em casa’ maligno” de ter feito mal ao país, desde prejudicar a saúde (sério!) pela falta de sol até a economia. “E a Economia, agora, quem assume?”, questionou, ironicamente sugerindo que o país não tem governo. Vale lembrar que o tal movimento “fique em casa” chegou a ser defendido até por Gabriela Duarte, filha da atriz – entre outras pessoas sensatas que ajudaram o país a passar pela pior fase da pandemia, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde. Não contente, ela dobrou a aposta neste domingo (21/11) com uma crítica ao Dia da Consciência Negra. Ao lado do vídeo de uma entrevista infeliz do ator Morgan Freeman, da qual ele já se arrependeu, a ex-atriz escreveu: “Ontem foi comemorado o Dia da Consciência Negra. Quando teremos o Dia da Consciência Branca, Amarela, Parda…?”. Sugerindo que não existe racismo a ser enfrentado no Brasil, ela ainda lamentou a vitimização por “culpas antepassadas”, sugerindo que lutar por melhores condições de igualdade é “olhar para trás”. O texto original diz: “Quanto tempo vamos ainda nos vitimizar ao peso de anos, de séculos de dor por culpas antepassadas? Quando vamos parar de olhar pra trás e enfrentar o hoje e nós olharmos com a coragem da cara limpa? Maduros, evoluídos, conscientes de nossa luta, irmanados em nossa capacidade, de sermos… HUMANOS? Simplesmente IRMÃOS?”. Regina Duarte virou ex-atriz ao aceitar o convite de Bolsonaro para encerrar um contrato lucrativo com a rede Globo e assumir a pasta da secretaria de Cultura. Ficou no cargo três meses, sendo demitida num vídeo risível em que Bolsonaro a engabelou com outra de suas muitas lorotas – prometendo lhe dar a presidência da Cinemateca. Durante o período em que esteve à frente da secretaria, ela conseguiu desagradar a maioria da classe artística do país, dar entrevistas constrangedoras, transformar velhos amigos em inimigos e liquidar todo o respeito que tinha conquistado ao longo da carreira. A desmoralização, porém, não parece ter sido suficiente para quebrar seu encantamento com o ideário bolsonarista. Ela continua firme no compartilhamento de memes e mensagens extremistas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte)












