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  • Série

    Criador de “Cara Gente Branca” vai transformar “Flashdance” em série

    1 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount+ fechou com o cineasta Justin Simien, criador de “Cara Gente Branca” (Dear White People), para desenvolver uma série baseada no filme “Flashdance – Em Ritmo de Embalo”, um dos musicais mais bem-sucedidos dos anos 1980. Para quem não lembra, o longa de 1983, escrito por Joe Eszterhas (bem antes de “Instinto Selvagem”), trazia Jennifer Beals como a operária de uma siderúrgica que sonhava se tornar uma bailarina profissional. Em sua nova versão, a trama deve girar em torno de uma jovem negra que sonha em seguir uma carreira no balé, apesar da sua realidade em um clube de striptease. Esta premissa, porém, foi apresentada antes do envolvimento de Simian, quando o projeto estava a cargo da roteirista Tracy McMillan, que trabalhou em “Good Girls Revolt” e “Fugitivos da Marvel” (Runaway). Portanto, a produção pode seguir outro rumo a partir de agora. A estratégia da Paramount+ é explorar ao máximo seu catálogo de filmes para lançar novas séries. Além de “Flashdance”, a plataforma também desenvolve atrações baseadas em “Um Golpe à Italiana” (1969), “Love Story” (1970), “O Poderoso Chefão” (1972), “A Trama” (1974), “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), “Cowboy do Asfalto” (1980) e “Atração Fatal” (1987). Veja abaixo o trailer do filme “Flashdance”.

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  • Série

    Mayor of Kingstown: Série estrelada por Jeremy Renner terá 2ª temporada

    1 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount+ renovou “Mayor of Kingstown”, série criminal criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Gavião Arqueiro”). A renovação para a 2ª temporada não é uma surpresa, uma vez que “Mayor of Kingstown” é a segunda série original mais assistida do streamer, atrás apenas de “1883”, prólogo recém-lançado de “Yellowstone”. Por coincidência, as duas séries tem o mesmo criador: Taylor Sheridan. Cocriada por Sheridan e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), “Mayor of Kingstown” gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Em seus 10 episódios iniciais, a trama enveredou por temas como racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. A 1ª temporada foi encerrada em 9 de janeiro e ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Veja abaixo o trailer da atração.

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  • Série

    Killing Eve: Final da série ganha trailer

    1 de fevereiro de 2022 /

    A BBC America divulgou o trailer da temporada final de “Killing Eve”. A prévia usa a parábola do escorpião e o sapo como metáfora para o destino das protagonistas. Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. A trama acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), uma assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. Os últimos episódios vão estrear quase dois anos após o final da 3ª temporada, no dia 27 de fevereiro. O motivo de tanta demora foi, além da pandemia, a agenda lotada das duas estrelas principais. Neste meio tempo, Sandra Oh estrelou a série “The Chair” na Netflix, dublou a animação “Invencível” na Amazon e o longa “Red: Crescer É uma Fera” e ainda filmou o terror “Umma”, enquanto Jodie Comer fez o blockbuster “Free Guy: Assumindo o Controle”, o teledrama “Help” e o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott. “Killing Eve” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Revival de “Sex and the City” ganha documentário

    1 de fevereiro de 2022 /

    O HBO Max anunciou o lançamento de um documentário sobre “And Just Like That”, o revival da série “Sex and the City” que está chegando ao fim nesta semana. O documentário será disponibilizado em streaming na quinta-feira (3/1) junto do último capítulo da série. Confira o trailer abaixo. O material vai apresentar cenas de bastidores, entrevistas com as protagonistas Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, além da equipe da produção e demais integrantes do elenco. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall foi a única que não participou do retorno. Este foi o primeiro problema da atração, que teve seu lançamento marcado pela polêmica de Chris Noth, o Mr. Big, acusado por assédio e abuso sexual por quatro mulheres, que consideraram “And Just Like That” gatilho de suas lembranças negativas. Durante as filmagens, a produção ainda perdeu Willie Garson, intérprete de Stanford Blatch, o melhor amigo de Carrie (Sarah Jessica Parker), que morreu em meio as gravações. Para completar, a atração não empolgou a crítica, atingindo apenas 60% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, com muitas resenhas lamentando a forma como as personagens foram apresentadas, como se tivessem retrocedido em suas conquistas. “And Just Like That” chega ao fim nesta quinta sem ter virado o fenômeno esperado pela HBO Max, com o interesse pelos episódios diminuindo semana a semana, até a série desaparecer das conversações nas redes sociais. Não há discussões conhecidas sobre uma 2ª temporada.

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  • Filme

    Batman: Charada do filme é inspirado no Assassino do Zodíaco

    1 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Matt Reeves revelou que o Charada interpretado por Paul Dano no filme “Batman” foi inspirado por um serial killer real: o assassino do Zodíaco, que enviava enigmas para a polícia pela imprensa. O Assassino do Zodíaco alegava ter matado 37 vítimas em cartas que enviou à imprensa até 1974. As cartas incluíam quatro criptogramas, dos quais um levou 51 anos para ser decifrado e dois ainda permanecem insolúveis. “No início, essa ideia de fazer uma história de serial killer surgiu na minha cabeça, e eu comecei a pensar em super-heróis; a ideia de usar fantasias”, disse Reeves em entrevista ao TotalFilms sobre sua inspiração para o filme. “Eu li ‘Mindhunter’ e isso me fez pensar no Assassino do Zodíaco, em como ele realmente usava uma fantasia primitiva… uma fantasia de supervilão. E eu disse: ‘Isso é realmente assustador, a ideia de vilões realmente escondendo suas identidades e aterrorizando as pessoas, como isso era assustador’. E então eu comecei a pensar: ‘Bem, isso poderia ser a história de origem do Charada, e poderia ser uma história de origem para alguns desses outros personagens'”. Vale lembrar que a história do Assassino do Zodíaco já virou filme: “Zodíaco” (2007), de David Fincher, que anos depois criou a série “Mindhunter” na Netflix, baseada no livro lido por Reeves. Além do Charada vivido por Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), o novo Batman vivido por Robert Pattinson (“Tenet”) vai encontrar a Mulher-Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”) e o Pinguim de Colin Farrell (“Dumbo”). A estreia vai acontecer em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Rachel Zegler revela ter sentido ódio quando foi anunciada como Branca de Neve

    1 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Rachel Zegler disse que sentiu muito ódio quando foi anunciada oficialmente como a nova Branca de Neve da Disney. Em uma conversa com o colega Andrew Garfield, publicada pela revista Variety, a estrela de “Amor, Sublime Amor” desabafou sobre as mensagens desrespeitosas que recebeu quando seu nome foi vinculado ao papel. “Quando veio o anúncio foi algo imenso, ficou nos mais comentados do Twitter durante dias, principalmente porque as pessoas ficaram com raiva”, disse ela, a respeito da sua confirmação no longa, por ser uma latina interpretando uma personagem chamada Branca de Neve. Garfield comentou: “Ah, essas pessoas. As pessoas que precisamos educar. Precisamos amá-las em busca de maior consciência”. E Zegler concordou: “Precisamos amá-las para colocá-las no caminho correto”. A atriz então refletiu sobre a representatividade latina: “Nunca em um milhão de anos eu poderia imaginar que isso seria uma possibilidade para mim. Você não costuma ver uma Branca de Neve com origem latina. Mesmo que a Branca de Neve seja conhecida em países que falam espanhol”. Portanto, como descendente de colombiana, Zegler preferiu ter mais motivos para comemorar do que lamentar. “Ela é um ícone enorme, seja pelo desenho da Disney ou pelas várias adaptações do conto dos Irmãos Grimm. Mas você não costuma ver pessoas parecidas comigo com esse papel. Mas no fim das contas, o trabalho será meu e estou muito empolgada. Serei uma princesa latina”, concluiu.

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  • Série

    Astro de “The Originals” será novo vilão de “Titãs”

    1 de fevereiro de 2022 /

    A 4ª temporada de “Titãs” terá três vilões clássicos dos quadrinhos da DC Comics. O principal deles é Sebastian Blood, o Irmão Sangue, líder carismático de uma seita que deu muito trabalho para os “Novos Titãs” nos anos 1980. O personagem será vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”. “Estou honrado por estar entrando no Universo DC e interpretando um papel tão complexo, implacável e vulnerável. Isso vai ser emocionante”, escreveu o ator em seu Instagram. Além dele, Franka Potente (“Identidade Bourne”) foi escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue, enquanto Lisa Ambalavanar (“The A List”) será Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A adaptação do arco do Irmão Sangue mostra que a série vai retomar a inspiração original dos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez, que ancoraram a 1ª temporada da série. A história do vilão, porém, tem muitas reviravoltas que precisarão ser condensadas na série. A estreia dos novos episódios ainda não foi marcada. All rise for the Church of Blood. Introducing Joseph Morgan as Sebastian Blood, Franka Potente as Mother Mayhem and Lisa Ambalavanar as Jinx. #DCTitans pic.twitter.com/qNeInp4I6w — DC Titans on Max (@DCTitans) February 1, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joseph Morgan (@therealjosephmorgan)

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  • Filme,  Música

    Carleton Carpenter (1926-2022)

    31 de janeiro de 2022 /

    O ator Carleton Carpenter, que estrelou musicais da MGM ao lado de estrelas como Debbie Reynolds e Judy Garland, morreu nesta segunda-feira (31/1) em Warwick, Nova York, aos 95 anos. Carpenter era um artista multitalentoso cuja carreira durou oito décadas. Ele começou sua carreira como palhaço e mágico em espetáculos circenses, antes de se mudar para Nova York em 1944, quando, em 24 horas, conseguir seu primeiro papel numa peça da Broadway. Repercutindo seu sucesso no palco, onde emendou vários musicais, passou a cantar em programas de rádio e TV, até estrear no cinema em 1949, no polêmico “Fronteiras Perdidas”, em que interpretou um médico negro que se passava por branco. Só depois disso ele assinou com a MGM e vieram as comédias e musicais. Foram quatro só em 1950: “O Papai da Noiva” com Elizabeth Taylor, “Três Palavrinhas” com Debbie Reynolds, “Casa, Comida e Carinho” com Judy Garland e “Quando Canta o Coração”, novamente com Reynolds. Neste último filme, Reynolds e Carpenter fizeram história ao compartilhar um dueto de uma velha música de vaudeville, “Aba Daba Honeymoon”. A música foi o primeiro single extraído de uma trilha sonora e disparou para o topo das paradas de sucesso, vendendo mais de 1 milhão de cópias. Graças ao estouro da música e do filme, os dois atores organizaram um espetáculo teatral de vaudeville e percorreram os EUA fazendo apresentações ao longo de um ano. As apresentações foram interrompidas para Carpenter aparecer no western “O Vale da Vingança” (1951) e no drama “O Direito de Viver” (1951). Depois disso, ele ainda protagonizou a comédia western “Céu de Prata” (1952) e coadjuvou o drama de guerra “Dá-me Tua Mão” (1953) e o filme de ação “Periscópio a Vista” (1959). Mas sua popularidade não continuou nos anos 1960. De repente, ele se viu relegado à televisão, participando de inúmeras séries da era de ouro da TV americana, de “Papai Sabe Tudo” a “Perry Manson”, até os trabalhos começaram a minguar na década seguinte. Ele acabou voltando ao cinema nos anos 1980, despedindo-se das telas com o cultuado terror “Quem Matou Rosemary?” (The Prowler, 1981) e a sátira “The American Snitch” (1983). Além de atuar e cantar, Carpenter também foi compositor, com créditos como “Christmas Eve”, gravada por Billy Eckstine, e “Cabin in the Woods” e “Ev’ry Other Day”, que ele gravou para a MGM Records. O artista também escreveu vários livros de mistério, uma biografia e o musical “Northern Boulevard”, que foi encenado em Nova York. Lembre abaixo a performance de “Aba Daba Honeymoon” de “Quando Canta o Coração”.

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  • Etc,  Série

    Donald May (1929–2022)

    31 de janeiro de 2022 /

    O ator Donald May, que marcou época nas novelas dos EUA entre as décadas de 1960 e 1980, morreu na sexta-feira (28/1) aos 92 anos em sua casa em Kent, Nova York. Sua morte foi anunciada por sua família em uma página do Facebook dedicada à novela “The Edge of Night”. May teve uma carreira estável na TV, que começou em 1956 com um papel de protagonista na série dramática “West Point”. Ele também substituiu o protagonista do western “Colt .45” na 3ª e última temporada da atração em 1959, e participou de episódios de “Hawaiian Eye”, “77 Sunset Strip”, “Surfside 6”, “Cheyenne”, “Combate”, “FBI” e outras. Sua projeção como astro de novelas aconteceu ao ser escalado como o advogado Adam Drake na produção de temática jurídica “The Edge of Night”. May estrelou quase 3 mil episódios da novela, exibidos ao longo de uma década, de 1967 a 1977. E acabou fazendo história na TV ao dizer 22 minutos de diálogos num episódio de 1968. Ele foi o único integrante do elenco a falar no capítulo inteiro, durante uma argumentação diante de um tribunal, defendendo a inocência de uma cantora acusada de assassinato. Apesar do longo discurso, o júri considerou a cliente culpada e a sentenciou a ser enforcada, mas Adam Drake (May) virou detetive para encontrar o verdadeiro assassino, salvando a cantora no último minuto. O ator também estrelou mais de 1,6 mil episódios da novela “Texas”, contracenando com a esposa Carla Borelli durante os anos 1980. Mas a maior parte de sua carreira foi preenchida com participações episódicas em séries do período, como “Ilha da Fantasia”, “Barnaby Jones”, “Vivendo e Aprendendo”, “Os Gatões” e “Falcon Crest”, onde também atuou ao lado da esposa. Além de outras aparições em novelas (“As the World Turns”, “All My Children” e “One Life to Live”), May participou de várias produções teatrais em Nova York e Los Angeles ao longo dos anos. Ele teve dois filhos que seguiram a profissão da família e um deles, Christopher May, pode ser visto atualmente na série “Depois da Festa” (The Afterparty), lançamento da semana passada na Apple TV+.

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  • Série

    Diretor de “Alerta Vermelho” vai comandar série de “Dungens & Dragons”

    31 de janeiro de 2022 /

    O roteirista e diretor de “Alerta Vermelho”, Rawson Marshall Thurber, assinou contrato para comandar a adaptação do popular jogo de RPG “Dungeons & Dragons” numa série produzida pela eOne e a Paramount Pictures. Thurber escreverá e dirigirá o piloto, além de servir como produtor executivo do projeto. A adaptação de “Dungeons & Dragons” tem sido “um grande foco” para a eOne após a aquisição do estúdio pela fabricante de brinquedos Hasbro. “Não queremos que seja apenas um programa. Estamos construindo uma abordagem multifacetada com vários títulos e esperamos levar isso ao mercado no início de 2022″, disse o presidente de televisão global da eOne, Michael Lombardo, em novembro passado. Além da série, o estúdio desenvolve um filme passado no mesmo universo. Previsto para 2023, o longa está atualmente em produção com um elenco impressionante: Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”) e Hugh Grant (“The Undoing”). Originalmente lançado em 1974, “Dungeons & Dragons” é um jogo de tabuleiro passada num mundo de magos, dragões e guerreiros – como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”. O brinquedo gerou uma subcultura ao render campeonatos e sair do tabuleiro para originar os LARPer – pessoas que se fantasiam para viver os personagens em encenações coletivas no mundo real. O culto ao jogo já rendeu um punhado de adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line, mesmo estúdio de “O Senhor dos Anéis”) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica. Apesar disso, o filme teve duas sequências lançadas direto em vídeo.

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  • Etc

    Música de “Encanto” vira a mais tocada e vendida dos EUA

    31 de janeiro de 2022 /

    A música “We Don’t Talk About Bruno”, da animação “Encanto”, assumiu o 1º lugar na parada de sucessos da revista Billboard, liderando a famosa lista “Hot 100” desta semana. O bolero entoado coletivamente pelo elenco de “Encanto” é apenas o terceiro hit extraído de um filme de animação a liderar o ranking das faixas mais tocadas e vendidas dos EUA, após “A Whole New World (Aladdin’s Theme)”, de “Aladdin” em 1992, e “Happy”, de Pharrell Williams, criado para “Minions” em 2015. Vale lembrar que “Let It Go”, de “Frozen” (2013), não passou do 5º lugar, uma posição abaixo de “Can You Feel the Love Tonight”, música de Elton John da trilha de “O Rei Leão” (1994). “Bruno” também marcou a primeira liderança do Hot 100 para o compositor da música, o dramaturgo Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”). Atualmente, o Hot 100 combina resultados de vendas físicas e digitais, streamings de áudio e vídeo oficiais, além de execuções de rádio. O novo ranking semanal da Billboard, com a liderança da música de “Encanto”, será apresentado no site oficial e nas redes sociais da revista na terça-feira (1/2). Veja abaixo a cena de “Encanto” que apresenta “We Don’t Talk About Bruno”.

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  • Série

    Compositores de “Frozen” criam série musical

    31 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Hulu encomendou uma nova série de comédia romântica musical que reúne uma equipe impressionante em seus bastidores. Intitulada “Up Here”, a atração foi desenvolvida pelo casal Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, os compositores de “Frozen”, “Frozen 2” e “WandaVision”, junto com Steven Levenson, criador de “Fosse/Verdon” e roteirista de “tick, tick… BOOM!”, e a veterana escritora de TV Danielle Sanchez-Witzel (“New Girl”, “My Name Is Earl”). O projeto é baseado num espetáculo teatral criado pelo casal Lopez em 2015. Mas os roteiros estarão a cargo principalmente de Levenson, que também atuará como showrunner, enquanto os Lopez criarão as músicas originais da série. Vale lembrar que a parceria dos Lopez já conquistou dois Oscars de Melhor Canção Original – um por “Let It Go” de “Frozen” e outro por “Remember Me” de “Viva – A Vida É uma Festa”. Eles também ganharam recentemente o Emmy de Melhor Música Original por “Agatha All Along” da série “WandaVision”. Além deles, Thomas Kail, diretor dos espetáculos da Broadway de Lin-Manuel Miranda, como “Hamilton” e “In the Heights” (Um Bairro em Nova York), vai comandar as gravações e atuar como coprodutor para o estúdio 20th Television. Com oito episódios, “Up Here” vai se passar na cidade de Nova York nos últimos dias de 1999, seguindo a extraordinária história de um casal comum, no momento em que eles se apaixonam e descobrem que o maior obstáculo para encontrarem a felicidade juntos é apenas eles mesmos. O elenco está atualmente em formação com as gravações marcadas para começar no verão (nosso inverno) em Nova York. Ainda não há previsão de estreia, mas a produção deverá chegar ao Brasil pela plataforma Star+.

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  • TV

    Suspeito de ataques racistas ao “BBB 21” tem celulares e computador apreendidos

    31 de janeiro de 2022 /

    O suspeito de fazer ataques racistas, transfóbicos e misóginos contra Douglas Silva, Linn da Quebrada, Natália Deodato e outros participantes do “BBB 22”, teve celulares e computadores apreendidos pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, na última sexta-feira (28/1). Ele já era investigado em outro inquérito policial, por suspeita de fomentar ódio e integrar um grupo extremista que faz ameaças a negros, judeus e homossexuais na internet. A defesa de Aristides sustenta que ele teve o computador invadido e que não foi o responsável pela criação do blog ou pelas ofensas e ameaças. É a mesma alegação feita durante o inquérito anterior, no qual ele ainda não foi punido, apesar da existência de vídeos do suspeito imitando macacos para atacar negros. De acordo com a delegada Andréa Mattos, titular da Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância, Aristides Braga deve ser ouvido sobre o caso do “BBB 22” ainda nesta semana. “Eu já fiz o interrogatório dele [nesta outra investigação]. Ele diz que roubaram o perfil, que não é ele que faz os posts. O que eu quero agora é analisar o material que eu apreendi. Aí, depois eu vou interrogá-lo novamente”, disse para a imprensa. A página ofensiva foi invadida pelo grupo de hackers Anonymous na quarta (26/1) e atualmente encontra-se deletada. Um aviso da plataforma WordPress, onde estava hospedada, avisa que os autores retiraram o conteúdo do ar.

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