Disney+ italiana sugere presença de Capitã Carter no filme do Doutor Estranho
A Disney+ italiana reforçou nas redes sociais a impressão do público de que o novo pôster de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” indica uma participação da Capitã Carter. “Parece que esse escudo recentemente reapareceu em algum lugar… isso não parece ‘loucura’ para você? Capitã Carter e todos os episódios de ‘What If…?’ estão te esperando na Disney+”, diz a mensagem da plataforma, ao lado de uma imagem da heroína. A Capitã é uma versão superpoderosa da Agente Carter, que foi introduzida na recente série animada “What If…?”. A série explora o multiverso e apresenta versões alternativas dos personagens dos filmes da Marvel. Um de seus maiores destaques foi justamente a Capitã Carter, que no desenho recebeu o soro do supersoldado no lugar de Steve Rogers, o Capitão América. Assim como nos filmes e na série “Agente Carter”, ela contou com interpretação (vocal) de Hayley Atwell. Embora a atriz não tenha aparecido nos trailers revelados, uma segunda versão do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), que lembra o personagem Doutor Estranho Supremo dos desenhos animados, teve destaque nos vídeos. O filme também terá participações de Wong (Benedict Wong), Mordo (Chiwetel Ejiofor), Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), Dra. Christine Palmer (Rachel McAdams) e America Chavez, nova heroína de outro universo vivida por Xochitl Gomez (“O Clube das Babás”) – nos quadrinhos, ela integra a equipe dos Jovens Vingadores. E muito mais – como, possivelmente, o Professor Charles Xavier (Patrick Stewart). A produção marca a volta do diretor Sam Raimi aos personagens da Marvel, após comandar a trilogia original do Homem-Aranha. O roteiro é de Michael Waldron (criador de “Loki”). E a estreia está marcada para 5 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Cris D’Amato vai filmar mais dois livros de Thalita Rebouças
A Warner vai lançar duas novas adaptações de best-sellers da escritora Thalita Rebouças: “Era uma Vez Minha Primeira Vez” e “Por que só as Princesas se Dão Bem”. Uma das escritoras mais populares do Brasil, Thalita Rebouças já teve cinco livros transformados em longas-metragens desde que Cris D’Amato adaptou “É Fada!” em 2016. Além disso, fechou contrato com a Netflix para desenvolver novas obras, que renderam os roteiros originais de “Pai em Dobro” e “Lulli”, que viraram filmes lançados no ano passado. Os novos filmes reforçarão a parceria da escritora com a diretora Cris D’Amato, que, além de “É Fada!”, também dirigiu o recente “Pai em Dobro”. Ela filmará as duas novas produções. Em seu Instagram, Thalita Rebouças chamou a diretora de “parceiraça” e avisou: “Tem mais filmes, além desses, vindo aí!”. Voltado ao público adolescente, “Era uma Vez Minha Primeira Vez” chegou às livrarias em 2011 e aborda as expectativas criadas em torna da primeira experiência sexual das meninas. Na linguagem típica das adolescentes, a trama acompanha seis amigas inseparáveis, entre 15 e 19 anos, que enfrentam o antes, o durante e o depois de um dos momentos mais importantes de suas vidas. Já “Por que só as Princesas se Dão Bem” visa leitores mirins. Primeiro livro infantil de Rebouças, lançado em 2013, o conto de fadas às avessas conta a história de Bia, uma garota apaixonada por princesas… até decidir questionar o tradicional “e viveram felizes para sempre”. Enchendo a mãe de perguntas sobre por que só as princesas se dão bem nas histórias, ela acaba pegando no sono e ao acordar se vê dentro de um conto de fadas, como uma princesa de verdade. E descobre que a tão sonhada vida de princesa é na verdade um verdadeiro pesadelo. Regras, regras e mais regras. Do cabelo aos sapatos, Bia descobre que não pode escolher o que usar, comer ou fazer. Escola, amigos, brincadeiras? Nada disso, princesas estudam em casa e cumprem uma exaustiva agenda de eventos (chatos). E o pior de tudo: nada de perguntas. “Princesas não fazem mil perguntas. Princesas cumprem seu papel e olhe lá”, explica a assistente número 3 da princesa Bia. E diante desta descoberta chocante, tudo o que com que ela sonha agora é voltar a ser uma menina comum. Veja abaixo as capas dos dois livros, publicados pela editora Rocco.
Teaser mostra Adam Sandler em drama esportivo
A Netflix divulgou o teaser de seu próximo filme estrelado por Adam Sandler. Só que “Arremessando Alto” (Hustle) não é o típico filme do comediante. A prévia revela que se trata de um drama esportivo, com tom bem diferente do que se espera das produções do ator para a plataforma de streaming. “Arremessando Alto” é resultado de uma parceria de Sandler com o jogador de basquete LeBron James (de “Space Jam: Um Novo Legado”) e traz o ator como um “olheiro” que tenta ajudar um jogador de basquete estrangeiro a fazer sucesso na NBA. O elenco ainda inclui Ben Foster (“A Qualquer Custo”), Queen Latifah (“The Equalizer”), Robert Duvall (“O Juiz”) e o jogador Juancho Hernangómez, do Utah Jazz, que interpreta o protagonista em sua estreia na atuação. O filme tem roteiro de Will Fetters (“Nasce uma Estrela”) e Taylor Materne (“Uma Semana a Três”) e direção de Jeremiah Zagar (“We the Animals”). A estreia está marcada para 10 de junho.
Dave Grohl mata músicos do Foo Fighters em trailer de terror
A banda Foo Fighters divulgou no YouTube um novo trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. A nova prévia é a mais sangrenta de todas (red band) e mostra o cantor Dave Grohl matando os demais integrantes da banda de forma brutal. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após se mudarem para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para a próxima sexta (25/2) nos EUA, exatamente um ano após o lançamento de “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Elliot Page lançará livro sobre sua transição de gênero
A história de transição de gênero de Elliot Page será contada em detalhes num livro. Popularizada como atriz em filmes como “Menina Má.com”, “Juno”, “A Origem” e a franquia “X-Men”, o artista se redescobriu como ator em 2020, entre as gravações da 2ª e 3ª temporadas de “The Umbrella Academy”. Ele agora vai aprofundar como isso aconteceu e qual foi seu processo de transição num livro de memórias, intitulado “Pageboy”, que será lançado em 2023 pela editora americana Flatiron Books. “O livro de memórias aprofundará a relação de Page com o seu corpo, a sua experiência enquanto uma das pessoas trans mais famosas do mundo e abordará ainda temas como a saúde mental, agressão, amor, relações, sexo e o esgoto que Hollywood pode ser”, descreveu a editora norte-americana em comunicado sobre o lançamento. A data exata do lançamento ainda não foi anunciada.
Amazon renova “Harlem” para 2ª temporada
A Amazon Prime Video anunciou a renovação da série de comédia “Harlem” para sua 2ª temporada. Desde o lançamento em 3 de dezembro, a atração recebeu uma indicação ao GLADD Awards por seu enredo LGBTQIAP+ inclusivo, que traz uma personagem queer em um dos papéis principais, bem como uma indicação ao prêmio NAACP por sua representação autêntica da cultura negra. Comparada a um “Sex and the City” com atrizes negras, a série segue quatro melhores amigas do Harlem, tradicional bairro negro nova-iorquino, que lutam para equilibrar carreiras e vidas românticas. A 2ª temporada retornará com seu grupo principal – Meagan Good (“Shazam!”) como Camille, Grace Byers (“Empire”) como Quinn, Shoniqua Shandai (“I Am the Night”) como Angie e Jerrie Johnson (“Good Trouble”) como Tye – que continuará a subir de nível, fazendo jus a suas ambições. Quem concebeu a série foi a roteirista Tracy Oliver, que escreveu as comédias “Um Salão do Barulho 3” (2016), “A Viagem das Garotas” (2017) e “A Chefinha” (2019). E sua atualização inclusiva da premissa tradicional não muda apenas o perfil racial das produções ao estilo de “Sex and the City”. Uma das amigas é lésbica. “Quando entrei em um bar no bairro do Harlem e ouvi pessoas discutindo animadamente sobre a série, eu sabia que tínhamos um sucesso”, disse Oliver, no comunicado da renovação. “Acima de tudo, estou animada para me reunir com este belo elenco”. “Culturalmente relevante, aclamada pela crítica e hilária, ‘Harlem’ e Tracy Oliver realizaram algo muito especial com a 1ª temporada desta série. Enfrentando conflitos da vida real com leveza e risadas, o programa significa muito para nossos clientes globais do Prime Video e se encaixa perfeitamente nos tipos de histórias que pretendemos contar”, disse Vernon Sanders, Co-Head de televisão do Amazon Studios. “Estamos ansiosos para seguir a jornada da 2ª temporada de Camille, Quinn, Angie e Tye, e dar aos fãs mais motivos para rir alto enquanto torcem por essas quatro mulheres negras dinâmicas fazendo do seu jeito.” Vale destacar ainda que a produção é assinada pela atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e o músico Pharrell Williams, e que Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) integra o elenco coadjuvante.
Arthur Aguiar lança música nova durante “BBB 21”
O ator e cantor Arthur Aguiar recuperou a alegria e até cantou no “BBB 21”, após virar VIP na seleção do líder da semana, Lucas Bissoli. O que ele não imagina, enquanto está confinado no “BBB 22”, é que a sua carreira musical também foi retomada aqui fora. A nova música “Casa Revirada”, que ele cantarolou para os brothers durante a madrugada, acaba de ser lançada com parceria da dupla sertaneja Matheus & Kauan. Por coincidência, a canção, produzida por WR no Beat, tinha ganho horas antes, na noite de quinta (17/2), um lyric vídeo no canal do YouTube do cantor. Segundo o comunicado enviado à imprensa, Arthur não tem sequer conhecimento de que a colaboração se consolidou, uma vez que não conseguiu fazer o convite a tempo, antes de entrar em confinamento. Mas seu empresário tomou a frente e, sabendo do desejo de Arthur, convidou a dupla para colocar seus vocais na gravação, o que foi prontamente aceito pelos sertanejos. Enquanto isso, ele já segue mostrando músicas inéditas. Arthur revelou na Globo uma canção que escreveu para Tiago Abravanel. E ainda sugeriu, durante a conversa no “BBB 22”, que o amigo gravasse a canção com Ivete Sangalo em seu próximo disco. “Falei que dá para fazer sozinho, mas se ele quiser fazer um feat com a Ivete, vai ficar f*oda. É a cara dele a música”, declarou Arthur, antes de fazer um dueto vocal com Tiago e mostrar ao vivo, em primeira mão, o refrão da nova canção. Veja abaixo o lyric video e um trecho da versão a cappella da música cantada por Arthur no “BBB 22”, acompanhada apenas pela marcação das palmas dos VIPs da semana. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arthur Aguiar (@arthuraguiar)
Amanda Seyfried vai coestrelar série da Apple TV+ com Tom Holland
A atriz Amanda Seyfried (“Mank”) entrou no elenco da série “The Crowded Room”, da Apple TV+, onde viverá a psicóloga de Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta para a Casa”). A nova série criada por Akiva Goldsman (roteirista vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”) tem formato de antologia e irá explorar histórias verdadeiras e inspiradoras de pessoas que enfrentam doenças mentais. Na 1ª temporada, Holland vai viver Billy Millilgan, que foi a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa do Transtorno de Personalidades Múltiplas (atualmente chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade). Já Seyfried interpretará Rya, uma psicóloga clínica diante do caso mais desafiador de sua carreira. Além de estrelar, Holland será um dos produtores, por meio de sua empresa EMJAG Productions, junto com Goldsman, a produtora New Regency e o recém-lançado estúdio da Apple – que, assim como seus concorrentes, decidiu ter uma participação acionária em seu conteúdo original. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Diretores de “Cavaleiro da Lua” farão 2ª temporada de “Loki”
A Marvel estendeu seu contrato com Justin Benson e Aaron Moorhead, diretores de sua vindoura série “Cavaleiro da Lua”. Após agradarem ao estúdio pelo tom sombrio conferido à produção estrelada por Oscar Isaac, eles foram escolhidos para comandar as gravações da 2ª temporada de “Loki”. A seleção de Benson e Moorhead pode significar que o enredo do novo ano de “Loki” vai seguir o mesmo caminho. Os dois são especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017). Eles vão substituir a diretora Kate Herron, força criativa dos bastidores de “Loki”, que anunciou que não participará da 2ª temporada da série. Já os roteiros continuam a cargo do criador e showrunner Michael Waldron. Todo o elenco original, encabeçado por Tom Hiddleston no papel-título, também vai retornar nos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia. Enquanto isso, os fãs da Marvel terão uma prévia do trabalho dos diretores com a estreia de “Cavaleiro da Lua”, prevista para acontecer em 30 de março na plataforma Disney+.
House of the Dragon: Prólogo de “Game of Thrones” encerra gravações
As gravações da 1ª temporada de “House of the Dragon”, série derivada de “Game of Thrones”, foram oficialmente encerradas. A informação foi divulgada nas redes sociais do escritor George R. R. Martin, autor do universo literário em que a trama se baseia. Em sua conta oficial do Twitter, ele escreveu: “Notícias emocionantes de Londres. Fui informado de que as gravações terminaram para a 1ª temporada de ‘House of the Dragon'”, ele escreveu, anexando na mensagem um pôster não oficial. Centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a série se passará 200 anos antes da série original, e traz Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente, Matt Smith (“Doctor Who”) como o príncipe príncipe Daemon Targaryen, Emma D’Arcy (“Truth Seekers”) como a princesa Rhaenyra Targaryen, Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A história gira em torno de uma crise de sucessão. O bondoso rei Viserys I passou a vida treinando sua filha Rhaenyra para assumir o seu lugar no Trono de Ferro. Porém, após a morte de Viserys, um conflito se instala, dividindo a família e dando início a uma guerra civil. O evento ficou conhecido nos livros de George R.R. Martin como “Dança dos Dragões”. A trama foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o próprio Martin, e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A produção ainda conta com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirige o piloto e capítulos adicionais da nova atração. #TargaryenThrusday BONUS Exciting news out of London — I am informed that shooting has WRAPPED for the first season of HOUSE OF THE DRAGON. https://t.co/DZ2uMICFck pic.twitter.com/05tEfHWFqj — George RR Martin (@GRRMspeaking) February 18, 2022
As 10 melhores séries da semana
As voltas de “The Walking Dead”, em sua reta final, e “Maravilhosa Sra. Maisel”, em sua penúltima temporada, são as séries mais esperadas da semana, que também oferece algumas novidades com potencial para se tornarem novas favoritas. Vejam “Ruptura” para confirmar. A lista das 10 melhores estreias pode ser conferida abaixo, com mais detalhes e seus respectivos trailers. THE WALKING DEAD | STAR+ A 11ª temporada, que vai encerrar a série, chega ao segundo de seus três blocos de oito capítulos centrada no encontro entre os sobreviventes de Alexandria e as tropas da nova comunidade da trama, o Império (Commonwealth, no original). Os novos episódios também apresentam uma nova personagem importante: a Governadora Pamela Milton, interpretada por Laila Robins (“The Blacklist”). Apesar do nome Governador trazer lembranças sombrias, ela não é uma vilã típica da série. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, Pamela e Rick até tentam se entender, como líderes de suas comunidades, apesar de pensarem diferente sobre como sobreviver ao apocalipse zumbi. Claro, Rick não está mais na série televisiva, o que pode gerar mudanças no relacionamento entre os grupos. Os novos episódios começam a ser exibidos no domingo (20/2), simultaneamente à estreia na TV dos EUA e exclusivamente em streaming. MARAVILHOSA SRA. MAISEL | AMAZON PRIME VIDEO Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York do final dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Na 4ª temporada, ela decide não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Antes do estouro da atração, a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. RUPTURA | APPLE TV+ Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série é uma comédia de ambiente de trabalho com um perturbador ingrediente sci-fi, digno de “Black Mirror”. A trama se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível, graças a um procedimento que permite literalmente separar suas vidas pessoais e profissionais. Uma vez submetidos ao experimento, quando estiverem em casa os funcionários não lembrarão nada do trabalho, e o inverso vale para quando estiverem em seus empregos. Isto também evita que comentem sobre o que realmente fazem para as Indústrias Lumen. O elenco destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). O JOVEM WALLANDER: A SOMBRA DO ASSASSINO | NETFLIX A 2ª temporada de “O Jovem Wallander” ganhou subtítulo e um novo enredo, que acompanha o personagem dos best-sellers de Henning Mankell de volta ao trabalho de detetive na polícia sueca. Ao ser encarregado da investigação de um atropelamento banal, ele acaba encontrando uma ligação com um assassinato famoso. Logo, percebe que há mais coisas no caso do que a situação demonstra e precisa decidir se segue sua determinação de buscar a verdade, mesmo correndo o risco de a investigação conduzi-lo a pessoas que podem matar sua carreira em um instante. Vale lembrar que a primeira adaptação de “Wallander” estreou em 2005 na Suécia e sua versão mais famosa foi estrelada por Kenneth Brannagh (“Morte no Nilo”) de 2008 a 2016 na rede britânica BBC. A nova versão foi desenvolvida por Ben Harris (“Devils”) e reimagina o experiente detetive literário como um jovem no início da carreira, com interpretação de Adam Pålsson. O detalhe é que a produção não é um prólogo, mas um reboot passado na Suécia contemporânea. UM DE NÓS ESTÁ MENTINDO | NETFLIX A primeira produção em inglês do criador de “Elite”, Darío Madrona, adapta o best-seller homônimo de Karen M. McManus sobre um grupo de estudantes suspeitos de homicídio. O suspense começa com cinco estudantes passando juntos uma tarde de detenção em sua escola – como no clássico “O Clube dos Cinco” (1985). No entanto, no fim do dia, um deles está morto e os investigadores policiais acreditam que a morte não foi acidental. Além do elenco de jovens atores americanos, a produção ainda inclui a atriz Jennifer Morrison (“Once Upon A Time”) como diretora de episódios e já se encontra renovada para a 2ª temporada – baseada no segundo livro da franquia, “Um de Nós É o Próximo”. SPACE FORCE | NETFLIX Concebida pelo ator Steve Carell e Greg Daniels, que trabalharam juntos em “The Office”, a série foi inspirada num projeto alucinado de Donald Trump, que resolveu criar a Força Espacial dos EUA – uma nova força armada, ao lado do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na trama, Carell vive o general encarregado de formar a tal Força Espacial, que não sabe por onde começar. Por isso se une – muito a contragosto – a um excêntrico cientista e uma equipe sem noção. Só que seu humor não decolou, implodindo com apenas 39% de aprovação. Razão pela qual a 2ª temporada é encarada como um reboot, sob supervisão de um novo showrunner, Norm Hiscock (de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”). O grande elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”), Lisa Kudrow (“Friends”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Jane Lynch (“Glee”). LOV3 | AMAZON PRIME VIDEO Voltada ao público adulto, a nova série criada por Felipe Braga (criador “Samantha!”) acompanha três irmãos, que moram em São Paulo e se recusam a experimentar amor e sexo da mesma maneira que seus pais. Ana, a mais velha, tem 33 anos e resolve reatar com o ex-marido, sem, contudo, abrir mão de ficar com quem quiser. Sofia tem 24 anos, acabou de ser demitida do milésimo emprego e precisa dividir o teto com um trisal que não a reconhece como parte da relação. E Beto é um jovem gay que só sente atração por homens heteros que o dispensam, o que afeta sua autoestima. O elenco destaca Bella Camero (“Marighella”), Elen Clarice (“Sob Pressão”) e João Oliveira (“Deus Salve o Rei”) como os irmãos protagonistas. Produzidos pela LB Entertainment, os episódios tem direção de Mariana Youssef (“As Seguidoras”) e Gustavo Bonafé (“Insânia”). CUPHEAD – A SÉRIE | NETFLIX A adaptação do game “Cuphead”, notoriamente difícil, acompanha dois copos antropomorfizados (Cuphead e Mugman) que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O visual da série, assim como o jogo, é inspirado em animações dos anos 1930, principalmente desenhos clássicos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e musicais às histórias. A 1ª temporada de 11 episódios tem produção do Studio MDHR, responsável pelo game, e os desenvolvedores da atração são os irmãos Chad e Jared Moldenhauer, os criadores do jogo. BLEACH | HBO MAX Um dos animes mais bem-sucedidos e cultuados deste século no Japão, “Bleach” acompanha Ichigo Kurosaki, um estudante de 15 anos que desde criança se sentia amaldiçoado por poder ver fantasmas. Graças a essa capacidade, ele descobre a existência de uma ceifadora de almas chamada Rukia Kuchiki, que integra uma complexa sociedade de shinigamis (guardiões de almas) responsável por impedir o ataque de criaturas das trevas à Terra. Entretanto, numa luta mortal com um desses seres (hollows), a ceifadora acaba ferida e precisa deixar o único garoto capaz de vê-la como responsável pelas almas humanas. E este é só começo da história, que leva Ichigo a descobrir um complexo mundo sobrenatural que sequer imaginava existir. A série é baseada num mangá escrito e desenhado por Tite Kubo, que é publicado no Japão desde 2001. Assim como os quadrinhos, a adaptação se tornou bastante ambiciosa com o passar do tempo, expandindo seu universo para outros planos de existência e incluindo centenas de personagens, entre eles mais de uma dezena de ceifadores da Sociedade das Almas – os mocinhos da trama, que surgem inicialmente como antagonistas. A HBO Max disponibilizou as duas primeiras temporadas, produzidas em 2004 e 2005, mas a série dura ao todo 16 temporadas (a última é de 2012) e vai ser retomada em 2022 com um especial. Apesar de longa, é completamente viciante. JEEN-YUHS: A KANYE TRILOGY | NETFLIX A chamada “trilogia de Kanye” é, na verdade, uma minissérie de três capítulos, que terá uma estratégia de divulgação diferenciada (para a Netflix, mas não para qualquer outro canal), com o lançamento de um episódio por semana durante três quartas consecutivas – o primeiro foi disponibilizado no dia 16. O documentário em três partes narra a trajetória de Kanye West desde antes da fama. A produção condensa mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas, cobrindo a carreira do rapper desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian, que acabou recentemente em divórcio. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. E sem maiores planejamentos, vinha filmando bastidores de shows e gravações, e momentos íntimos de Kanye há mais de 20 anos. No entanto, o controle criativo do projeto está totalmente nas mãos do rapper, famoso por centralizar as decisões de sua carreira e também por ser uma das pessoas mais difíceis de lidar na indústria musical americana, graças a surtos causados por transtorno bipolar e a convicção inabalável de que é mesmo o maior gênio da raça (ou “jeen-yuhs”).
As 10 principais estreias de filmes em streaming
A programação das plataformas digitais traz filmes premiados e até um título que disputa o Oscar, além de obras que rendem discussões. Mas quem quiser apenas um bom susto, tem nada menos que quatro opções de temática de terror, que abrangem desde uma belíssima produção “de arte” até o trash mais alucinado. Desta vez, nem todos os filmes selecionados se encaixam no critério da qualidade. São opções que, apesar de terem seu público cativo (crianças e fãs de terror), entraram no Top 10 semanal mais por serem inevitáveis, no sentido de que despertariam a curiosidade do público de qualquer forma. Por outro lado, a inclusão também serve para alertar o leitor a respeito do que pode encontrar. Confira abaixo as sugestões com mais detalhes e os respectivos trailers. MÃES PARALELAS | NETFLIX Indicado a dois Oscars, o novo filme de Pedro Almodóvar reforça a mudança temática de sua filmografia, que há tempos trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de mães e filhos. A trama gira em torno de duas mulheres, vividas pela novata Milena Smit (“No Matarás”) e Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. A trama acompanha o encontro das duas grávidas em uma maternidade, sem saber que essa circunstância as unirá de maneiras que nunca poderiam imaginar. Ao mesmo tempo, a personagem de Cruz ainda lida com o legado da guerra civil espanhola, que marcou sua família e a de muitos de seus compatriotas. Por seu desempenho, ela está indicada ao Oscar de Melhor Atriz e conquistou o prêmio no Festival de Veneza. O elenco também marca o reencontro de Almodóvar com outras duas colaboradoras de longa data, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol a concorrer ao prêmio da Academia. NOITE PASSADA EM SOHO | NOW, VIVO PLAY, VOD* Lindamente estiloso, o terror do diretor Edgar Wright (de “Em Ritmo de Fuga”) destaca Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”) como uma estudante de moda obcecada pelos anos 1960, que ao chegar a Londres para começar a faculdade, passa a sonhar com aquela época. Encantada com o realismo de suas visões noturnas, que destacam o visual e o glamour do período, a protagonista se vê assumindo a personalidade da mulher com quem sonha (vivida por Anya Taylor-Joy, de “O Gambito da Rainha”), até tudo virar pesadelo e ela ser perseguida por horrores antigos. Ainda mais depois de descobrir que tudo que sonha nos dias atuais realmente aconteceu no passado. Teve duas indicações ao BAFTA (o Oscar britânico) e ainda traz no elenco Matt Smith (“The Crown”) e astros britânicos que viveram de verdade – intensamente – os anos 1960, incluindo Diana Rigg (“Game of Thrones”) em seu último papel, filmado antes de seu falecimento em 2020. BENEDETTA | NOW A nova provocação de Paul Verhoeven (“Instinto Selvagem”) é das mais polêmicas de sua trajetória, ao trazer cenas de sexo lésbico e blasfêmias variadas em um convento do século 15. O roteiro de David Birke, que volta a trabalhar com o cineasta após a parceria em “Elle” (2016), é supostamente inspirado na história real de Benedetta Carlini, uma noviça que desde muito cedo foi considerada milagrosa. Seu impacto na vida da comunidade de Toscana é imediato e chama atenção do Vaticano. Mas logo sua pureza é confrontada pela chegada de uma jovem tentadora ao convento, que decide seduzi-la. Segunda produção consecutiva em francês do cineasta holandês, “Benedetta” é estrelada por Virginie Efira (“Elle”) e Daphné Patakia (“Versailles”), e também destaca Charlotte Rampling (“45 Anos”), Lambert Wilson (“Homens e Deuses”) e Olivier Rabourdin (“Busca Implacável”). FASSBINDER – ASCENSÃO E QUEDA DE UM GÊNIO | NOW O filme é uma cinebiografia de Rainer Werner Fassbinder, um dos maiores diretores alemães, responsável por revolucionar o cinema de seu país com obras de temática LGBTQIA+, e que infelizmente morreu cedo, graças a uma overdose em 1982, com apenas 37 anos. Sua obra impressiona ainda mais por sua pouca idade, considerando que inclui clássicos absolutos como “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant” (1972), “Lili Marlene” (1981), “Lola” (1981), “O Desespero de Veronika Voss” (1982) e “Querelle” (1982). Mas a dramatização não oferece insights sobre a genialidade do cineasta, roteirista, dramaturgo, editor, cinematógrafo e ator, preferindo se concentrar no lado selvagem de sua vida. Pelo menos, a produção emana uma aura convincentemente fassbinderiana em seu tom geral de decadência como modo de vida, com um visual apropriadamente artificial e estilizado. Oliver Masucci (da série “Dark”), o Fassbinder do filme de Oskar Roehler (“Partículas Elementares”), venceu dois prêmios de Melhor Ator na Alemanha pela interpretação. FORTALEZA HOTEL | NOW, VIVO PLAY Segundo longa de Armando Praça (“Greta”), o drama reflete o encontro casual de Pilar, uma jovem empregada de hotel com planos de sair do Brasil, e Shin, um hóspede sul-coreana de meia-idade, que está no país para levar o corpo de seu falecido marido de volta à Seul. Quando os planos de ambas começam a dar errado, as duas mulheres acabam estabelecendo uma intensa relação de solidariedade. O elenco destaca Clebia Sousa (“Bacurau”), premiada como Melhor Atriz pelo desempenho no Festival Cine Ceará 2021, Vanderlei Bernardino (“Sintonia”), o Melhor Ator no mesmo evento, e a veterana sul-coreana Lee Yeong-ran (“A Irmandade da Guerra”). A MALDIÇÃO DO TEATRO | NOW, VIVO PLAY, VOD* Este terrir equilibra elementos sobrenaturais sombrios com comédia e ainda brinca com metalinguagem, ao acompanhar uma trupe de atores ansiosos em realizar sua primeira produção: uma montagem de “Macbeth” de Shakespeare. Mas quando um substituto levianamente desconsidera a famosa superstição ligada à peça, ele libera uma maldição. Bastante peculiar por não ser assustador ou sangrento, muito menos de rolar de rir, o quinto longa de temática de horror do diretor John Stimpson (“Respostas do Além”) presta uma homenagem afetuosa ao teatro com alguns atores conhecidos de séries – como Roger Bart (“Desperate Housewives”), Shannyn Sossamon (“Wayward Pines”), Danielle Campbell (“The Originals”) e Tom Riley (“The Nevers”). O resultado se diferencia dos terrores baratos e mal avaliados do cineasta e se tornou seu primeiro filme com críticas positivas, atingindo 75% no Rotten Tomatoes. GHOSTLAND: TERRA SEM LEI | Paramount+ Imagine um filme com o ator mais alucinado dirigido pelo cineasta mais louco. “Ghostland” reúne o astro americano Nicolas Cage (“Pig”) com o diretor japonês Sion Sono (“Por Que Você Não Vai Brincar no Inferno?”), e o resultado é pura maluquice. Trash de primeira grandeza, combina o futuro pós-apocalíptico de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), sagas de samurais e a missão de “Fuga de Nova York” (1981). Na trama, o criminoso vivido por Cage se vê obrigado a resgatar uma jovem (a “Múmia” Sofia Boutella) supostamente raptada e levada para terras ainda mais devastadas, das quais ninguém costuma retornar. O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA: O RETORNO DE LEATHERFACE | NETFLIX Continuação direta do longa original dirigido por Tobe Hooper, o filme tem até o retorno da “final girl” de 1974, Sally Hardesty, vivida pela mesma atriz: Marilyn Burns – uma ideia que lembra o reboot recente de “Halloween”. O 9º filme da franquia – e o primeiro desde o prólogo “Leatherface”, de 2017 – também evoca a trama clássica ao girar em torno de um grupo de jovens amigos idealistas que acidentalmente adentra uma região remota do Texas, onde Leatherface se achava esquecido e protegido, fazendo-o voltar a aterrorizar após mais de 50 anos. Quem assina roteiro e produção são o cineasta uruguaio Fede Alvarez e seu parceiro Rodo Sayagues, ambos responsáveis por “O Homem nas Trevas” (2021). Já o trabalho de direção sofreu uma mudança em meio às filmagens. Insatisfeito com o resultado, o estúdio Legendary demitiu os diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam à frente das filmagens, devido a “diferenças criativas”, promovendo o cinematógrafo David Blue Garcia (“Blood Fest”) à direção. Ela já tinha experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. Vale avisar que a crítica continuou insatisfeita mesmo assim, resultando numa aprovação de apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. A LIGA DE MONSTROS | NOW, VIVO PLAY, VOD* A animação de lutas de monstros pulou os cinemas e chega em streaming na data em que entraria no circuito exibidor, apesar de ter ganhado uma dublagem de famosos em português. A história acompanha a jovem Winnie, que decide seguir os passos de seu pai e se tornar uma treinadora profissional de criaturas para vencer o campeonato dos monstros. Mas para isso precisa transformar Steve, um monstro sonhador e inseguro, num grande lutador. O desenho americano ganhou as vozes em português de Carla Diaz (“A Menina que Matou os Pais”) como a protagonista Winnie e Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”) como Steve, além de David Junior (“Sessão de Terapia”), que interpreta o grande antagonista, o monstro campeão Tentacular, disposto a fazer de tudo para atrapalhar os planos da dupla. Já em inglês, os personagens são dublados por Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Will Arnett (a voz de “Bojack Horseman”) e Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), respectivamente. A equipe de criação, bastante experiente, reúne os roteiristas Etan Cohen (“Homens de Preto 3”) e Matt Lieberman (“A Família Addams”), e o diretor Hamish Grieve (“Shrek 2”). Mas a crítica não se empolgou, rendendo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, o que pode explicar a mudança de planos em relação à distribuição cinematográfica. FINAL ACCOUNT | VIVO PLAY Numa época em que o nazismo é discutido como pauta de “liberdade de expressão” no Brasil, o último documentário de Luke Holland (1948–2020) ajuda a lembrar do que realmente se trata esta ideologia nefasta, resgatando imagens chocantes do Holocausto e dos seguidores de Hitler para ilustrar os relatos dos últimos sobreviventes do Terceiro Reich, em entrevistas nunca antes vistas de ex-nazistas que levantam questões sobre autoridade, identidade nacional e seus próprios papéis nos maiores crimes humanitários da História. Uma paulada. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Seleção Brasileira de 2002 vai ganhar documentário
Os ex-jogadores Roberto Carlos e Juliano Belletti vão produzir um documentário sobre a trajetória da seleção brasileira durante a Copa do Mundo de 2002, quando o Brasil foi pentacampeão. O projeto, intitulado “Brazil 2002: The Real Story”, tem produção internacional dos canais pagos Sky, do Reino Unido, e Univision, voltado ao público latino dos EUA. Não há informações sobre a exibição do filme no Brasil. O documentário contará com muitas imagens inéditas, gravadas em vídeo por Belletti durante a Copa, quando foi reserva de Cafu, capturando momentos nunca antes vistos do clima nos vestiários e alojamentos, além dos treinamentos. Entrevistas com vários integrantes da seleção de 2002 complementarão o material, que irá comemorar os 20 anos da conquista do mundial.












