Paramount anuncia data de “Sonic 3: O Filme”
A Paramount anunciou uma data natalina para a estreia do novo filme da franquia “Sonic”. “Sonic 3: O Filme” será lançado em 20 de dezembro de 2024 nos EUA. A data estava originalmente reservada para um musical animado dos Smurfs, que o estúdio adiou para 14 de fevereiro de 2025. Quem ainda continua com estreia marcada para 20 de dezembro de 2024 é “Avatar 3”, de James Cameron. A Paramount pode estar apostando no fato de que este filme já trocou de data várias vezes. “Sonic 3” deverá ser dirigido pelo mesmo diretor dos filmes anteriores, Jeff Fowler, e trazer de volta James Marsden, Jim Carrey e Ben Schwartz. Além do terceiro filme, a Paramount também está desenvolvendo uma série de streaming focada em Knuckles, personagem introduzido em “Sonic 2”. O ator Idris Elba, que dublou Knuckles no cinema, voltará a dar voz ao personagem na atração da Paramount+.
Dueto de Britney Spears e Elton John é oficializado
A primeira música de Britney Spears após seis anos sem gravar foi oficializada nesta segunda-feira (8/8). Duas semanas após relatos da imprensa, a gravadora Interscope Records, do grupo Universal Music, anunciou a gravação de “Hold Me Closer”, um dueto com Elton John que recria “Tiny Dancer”, hit de 1971 do músico britânico. Elton John repercutiu a confirmação em seu Instagram, postando o título da música e dois emojis: um foguete (que o representa) e uma rosa (representando Britney). Mas não há outros detalhes oficiais confirmados. De acordo com o Page Six, que deu o furo há duas semanas, a gravação foi produzida pelo vencedor do Grammy Andrew Watt, que já trabalhou com artistas tão diferentes quanto Miley Cyrus, Justin Bieber, Pearl Jam e Ozzy Osbourne. Ao que tudo indica, Elton John decidiu repetir o sucesso de “Cold, Cold Heart”, um mashup dos hits “Rocket Man” e “Sacrifice”, que ele regravou num dueto com Dua Lipa no ano passado. Esta nova versão virou uma das mais tocadas das pistas de dança nos últimos meses. “Tiny Dancer” fazia parte do álbum “Madman Across the Water” (1971) e seu lançamento como single em 1972 alcançou a posição 41 na parada Billboard Hot 100. A música cresceu em estatura ao longo dos anos e hoje é considerada um dos principais clássicos do cantor. A colaboração é o primeiro indício de que Spears pretende retornar à música sem a tutela do pai, que foi encerrada em novembro de 2021. Desde sua recém-conquistada liberdade, os fãs têm se perguntado se Britney retomaria a carreira, já que ela deu depoimentos indicando que pretendia ficar longe da música, após se sentir uma escrava, obrigada pelo pai a gravar e fazer shows. Até esta gravação seu maior maior ato após o fim da tutela tinha sido se casar com o namorado Sam Asghari, com quem expressa o desejo de ter filhos. Ainda não há data de lançamento prevista para “Hold Me Closer”.
Ezra Miller é acusado de roubo pela polícia dos EUA
Ezra Miller está de volta ao noticiário policial. O intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” voltou a cometer um crime na vida real. Ele foi acusado de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. Ele foi “finalmente localizado” às 23h23 de domingo (7/8) e recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência de acusação em 26 de setembro. Não está claro se Miller conhece os moradores da casa que foi assaltada. O B.O. cita um local de residência de Miller na mesma região – Stamford, Vermont. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. “Estamos muito animados com eles. Nós os vimos”, disse o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, em referência a “The Flash”, “Adão Negro” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. “Achamos que eles são incríveis e achamos que podemos torná-los ainda melhores”, afirmou, durante uma teleconferência com representantes do mercado na quinta passada (4/8). A declaração mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.
Joe Keery vai estrelar 5ª temporada de “Fargo”
O ator Joe Keery vai trocar provisoriamente Hawkins, Indiana, por Fargo, na Dakota do Norte. O intérprete de Steve em “Stranger Things” foi confirmado no elenco da 5ª temporada da série “Fargo”, do canal pago FX. Ele interpretará um personagem chamado Gator Tillman, mas as informações são escassas no momento. Com um formato de antologia, “Fargo” traz uma nova história criminal e um elenco diferente a cada temporada. E a principal pista sobre os novos episódios foi revelado em fevereiro passado, quando a produção foi confirmada com uma descrição em forma de perguntas: “Quando é que um rapto não é um rapto, e se a sua mulher não fosse a sua mulher?”. Keery se junta a um elenco grandioso, que já tinha confirmado as participações de Jon Hamm (“Mad Men”), Juno Temple (“Ted Lasso”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), e agora anunciou também Lamorne Morris (“New Girl”) e Richa Moorjani (“Eu Nunca…”). As gravações devem começar em poucas semanas e ainda não há previsão de estreia dos novos episódios.
Zazie Beetz sugere volta de Domino em “Deadpool 3”
A atriz Zazie Beetz, atualmente em cartaz no filme “Trem Bala”, foi questionada pelo site The Hollywood Reporter sobre sua participação nas sequências de duas franquias da qual faz parte: “Coringa” e “Deadpool”. E ela foi bastante sugestiva sobre “Deadpool 3”. “Bem, obviamente não posso dizer nada, mas me sinto com sorte. Eu simplesmente não posso divulgar ou dizer nada, então vamos ver, eu suponho”, disse Beetz com uma risada. Vale lembrar que ela interpretou Domino em “Deadpool 2”, uma mutante que tem a mais curiosa das habilidades: sorte. Muita sorte. Se algo tem uma chance em mil de acontecer, acontece para ela. Como Beetz voltar em “Deadpool 3”. Na mesma entrevista, ela elogiou a decisão de Todd Phillips e da Warner de transformar a sequência de “Coringa”, filme em que viveu o suposto interesse amoroso de Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), em um musical. “Todd sempre teve uma abordagem criativa em relação ao personagem. Amo musicais e os vejo como se os personagens estivessem sentindo e vivendo tantas coisas que só conseguem se expressar com música e dança… Consigo imaginar Arthur, que passa por tantas coisas, cantando e sobre sua vida. Ele é o Coringa. Faz sentido”, comentou. Zazie Beetz estará de volta às telas em poucas semanas, na 4ª e última temporada de “Atlanta”, que estreia em 15 de setembro. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Giancarlo Esposito revela reunião com a Marvel
O ator Giancarlo Esposito (de “Better Call Saul” e “The Boys”) revelou no fim de semana, numa Comic Con do Texas, que esteve conversando com executivos do Marvel Studios. Esposito não disse se fechou acordo para qualquer projeto do estúdio, mas citou alguns personagens que os fãs têm mencionado em relação a ele. “Ainda não trabalhei para a Marvel. Me reuni e conversei com eles”, disse Esposito, destacando o encontro de forma oficial. “Tem se falado sobre Magneto, Senhor Frio [da DC], Victor von Doom [o Dr. Destino] e também o Professor X”. Após a revelação, o público do evento pediu para o ator escolher um desses personagens e ele disse que preferia algo “um pouquinho diferente, o Professor X”. A única certeza, além da reunião revelada, é que o ator já trabalha com a Disney em “The Mandalorian”, o que facilitaria sua inclusão nas fases 5 ou 6 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas vale lembrar que a citação de Esposito a um personagem dos X-Men acontece logo após Taron Egerton também confirmar reunião com a Marvel. O astro de “Rocketman” foi ainda mais explícito no teor dessas conversas, revelando que seria para assumir o papel de Wolverine.
“Minions 2” segue líder das bilheterias no Brasil
“Minions 2: A Origem de Gru” continua como filme mais visto nos cinemas brasileiros pelo terceiro fim de semana consecutivo. A produção da Universal atraiu quase 220 mil pessoas e arrecadou R$ 4,29 milhões entre quinta-feira e domingo (7/8), segundo levantamento da Comscore. Com isso, superou os R$ 100 milhões de arrecadação no Brasil. Desde que estreou no final de junho, a continuação animada foi ultrapassada apenas em duas ocasiões, na época do lançamento de “Thor: Amor e Trovão”. A produção da Marvel, por sinal, também manteve seu 2º lugar pela terceira semana, faturando mais R$ 3,8 milhões com 185 mil espectadores. Em 3º lugar ficou a estreia de “Trem-Bala”, thriller de ação estrelado por Brad Pitt, que arrecadou R$ 3,78 milhões com um público de 168 mil pessoas. A outra produção estreante da semana, a comédia nacional “O Palestrante”, com Fábo Porchat e Dani Calabresa, entrou apenas em 7º lugar. Ao todo, os 10 filmes mais assistidos do fim de semana faturaram R$ 20,6 milhões e levaram 979 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Confira abaixo a lista dos títulos mais vistos. 1. “Minions 2: A Origem de Gru” 2. “Thor: Amor e Trovão” 3. “Trem-Bala” 4. “DC Liga dos SuperPets” 5. “O Telefone Preto” 6. “Elvis” 7. “O Palestrante” 8. “Top Gun Maverick” 9. “Boa Sorte, Leo Grande” 10. “Pluft o Fantasminha”
Roger E. Mosley: Ator da série “Magnum” morre aos 83 anos
O ator Roger E. Mosley, que viveu o piloto de helicóptero Theodore “TC” Calvin na série de televisão clássica “Magnum”, morreu na manhã deste domingo (7/8) aos 83 anos. A causa da morte não foi revelada. Mosley participou de todos os 158 episódios, da estreia ao capítulo final das oito temporadas de “Magnum”, entre 1980 e 1988. Sua forte ligação com a atração clássica lhe rendeu um convite para aparecer na 1ª temporada do reboot atual, numa participação especial de 2019 como um personagem diferente. Fez tanto sucesso que ainda voltou mais uma vez em 2021, numa nova participação que acabou se tornando sua última aparição nas telas. Depois da “Magnum” original, Mosley foi escalado como protagonista da sitcom “You Take the Kids”, que só durou uma temporada em 1990. Ele também teve papéis recorrentes em “Hangin’ with Mr. Cooper” e “Rude Awakening” durante os anos 1990. Mas com uma carreira iniciada duas décadas antes, sua lista de aparições em episódios eventuais é enorme e variada, incluindo “Barco do Amor”, “Galeria do Terror”, “Kung Fu”, “Kojak”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “Justiça em Dobro” e “Las Vegas”, entre outras atrações. Já seus créditos cinematográficos datam da era da Blaxploitation – filmes de ação dos anos 1970 estrelados por atores negros e acompanhados por trilha funk – e destacam o cultuadíssimo “The Mack” (1973), além dos dramas biográficos “Leadbelly” (1976), em que viveu o lendário cantor de blues/folk Huddie Ledbetter, e “O Maior de Todos” (1977), cinebiografia de Muhammad Ali, na qual interpretou o pugilista Sonny Liston. Sua filmografia ainda conta com policiais clássicos como “Os Novos Centuriões” (1972) e “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), e as comédias “O Guarda-Costas” (1976), do recém-falecido Bob Rafelson, “A Disputa dos Sexos” (1977), com Burt Reynolds, e “Entre Tapas e Beijos” (1996), com Martin Lawrence.
Escolha de James Franco como Fidel Castro rende polêmica politicamente equivocada
Uma crítica politicamente correta de um colega contra a escalação de James Franco no papel de Fidel Castro, anunciada na semana passada, deixou claro como equívocos e desinformação norteiam os impulsos justiceiros nas redes sociais. John Leguizamo criticou o fato de James Franco interpretar o ex-ditador no filme “Alina of Cuba”, reclamando contra a discriminação enfrentada pelos atores latinos, que têm dificuldades em encontrar trabalho e são substituídos por americanos em produções de Hollywood. “Não tenho nenhum problema com Franco, mas ele não é latino”, escreveu Leguizamo na sexta-feira (5/8) em suas redes sociais. O protesto reforça que Leguizamo não vê problema na volta de Franco à atuação, após ter sido denunciado por abuso e processado em 2019, sob a acusação de explorar sexualmente jovens mulheres que frequentavam suas aulas de atuação. O processo foi resolvido no ano passado e aos poucos ele começa a retomar sua carreira. Só que James Franco tem, sim, sangue latino e uma genealogia mais próxima a de Fidel Castro que o próprio John Leguizamo, que nasceu na Colômbia. O bisavô de Franco veio da Ilha da Madeira, colônia portuguesa na costa da África, para os EUA, e falava português. Só que tem mais. O pai de Fidel Castro nasceu na Espanha e a mãe nas Ilhas Canárias, que é o pais mais próximo – e a um passeio de barco – da Madeira. Se dependesse de um boletim genético para interpretar o ex-ditador de Cuba, Franco seria contratado de imediato. Afinal, suas famílias se originaram na mesma região, a uma distância de apenas 498 km. Apesar disso, Leguizamo chegou a pedir boicote ao longa, por Franco não ser latino o suficiente. “Como isso ainda está acontecendo? Como Hollywood segue não só nos excluindo, mas também roubando nossas narrativas? Chega de apropriação de Hollywood e dos streamers! Boicote! Isso acabou! Além disso, trata-se de uma história seriamente difícil de contar sem engrandecimento, o que seria errado! Eu não tenho problemas com Franco, mas ele não é latino!”, escreveu o ator em seu Instagram. O produtor de “Alina of Cuba”, John Martinez O’Felan, rebatou o ataque sem mencionar a origem de Franco, reclamando contra o que chamou de “ataque cego”. “Um cara como John Leguizamo tem sido historicamente considerado pelos hispânicos como um dos principais atores de ascendência latina da América desde os anos 1990 e eu sempre o admirei. Mas seus comentários são culturalmente ignorantes e um ataque cego com zero substância relacionado a este projeto”, disse O’Felan ao site The Hollywood Reporter. A própria filha de Fidel Castro, Alina Fernández, entrou em cena em seguida para defender Franco. Além de se orgulhar de que “o projeto é quase inteiramente latino, tanto na frente quanto atrás das câmeras”, ela disse ao site Deadline: “James Franco tem uma semelhança física óbvia com Fidel Castro, além de suas habilidades e carisma”. “Acho todo a escalação do elenco incrível”, acrescentou, citando a atriz Mia Maestro (“The Strain”) no papel de sua mãe, Natalia “Naty” Revuelta, e Ana Villafañe (“New Amsterdam”) como a personagem-título – que é ela mesma “Alina of Cuba” tem direção do espanhol Miguel Bardem (“Incautos”) e um roteiro escrito pelo porto-riquenho José Rivera (“Dários de Motocicleta”) e o cubano Nilo Cruz, primeiro latino vencedor do prêmio Pulitzer – pela peça “Anna in the Tropic” (2002). A trama é baseada no livro de memórias de Alina e conta a história mirabolante da filha de Fidel Castro e de uma socialite cubana, que nasceu em segredo em Cuba três anos antes de seu pai tomar o poder no país. Ela só descobriu de quem era filha aos 10 de idade e fugiu do país como dissidente em 1993, disfarçada de turista espanhola. Diante da repercussão de seu protesto, Leguizamo voltou a se manifestar. Ele gravou vídeos insistindo que não tem “nenhum problema com James Franco”, especialmente após descobrir o passado colonial português da família do ator, e buscou justificar seu desabafo. “Eu cresci em uma época em que os latinos não podiam interpretar latinos nos filmes. Em que Charlton Heston interpretou mexicano, Eli Wallach interpretou mexicano, Al Pacino interpretou cubano e porto-riquenho, até Ben Affleck interpretou latino em ‘Argo’ e Marisa Tomei interpretou mulheres latinas”, comentou. Leguizamo ainda listou papéis históricos de latinos interpretados por americanos e ingleses. O detalhe é que ele não comentou a prática mais recente de Hollywood de escalar o casal espanhol (ou seja, europeu) Javier Barden e Penélope Cruz como latino-americanos. Barden, inclusive, acaba de viver um cubano ilustre: o músico e humorista Desi Arnaz em “Apresentando os Ricardos”. Isto não é uma lembrança da época de Charlton Heston e Eli Wallach. Barden foi indicado ao Oscar 2022 por seu desempenho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo)
“Top Gun: Maverick” supera “Titanic” nas bilheterias dos EUA
“Top Gun: Maverick” se tornou a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos neste fim de semana, ao superar o blockbuster “Titanic”. Em sua 11ª semana em cartaz, a produção da Paramount se mantém entre os filmes mais vistos dos EUA e Canadá e adicionou mais US$ 7 milhões desde sexta (5/8), aparecendo em 6º lugar no ranking doméstico. Com isso, chegou a US$ 662 milhões em vendas de ingressos, deixando para trás os US$ 659,3 milhões de “Titanic”. Se não diminuir o ritmo, o filme estrelado por Tom Cruise ainda deve ultrapassar a 6ª maior bilheteria da América do Norte, “Vingadores: Guerra Infinita”, que soma US$ 678,8 milhões – mas dificilmente entrará no Top 5, que tem na entrada “Pantera Negra” com US$ 700 milhões. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” já faturou US$ 1,35 bilhão, o que representa a 13ª maior bilheteria mundial da História. Como Tom Cruise também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos. Por conta disso, o astro anda conversando sobre uma continuação com a Paramount e com o elenco do filme, como revelou o coadjuvante Miles Teller no mês passado.
“Trem Bala” estreia em 1º lugar, mas não dispara nos EUA
O thriller de ação “Trem Bala”, que transforma Brad Pitt numa espécie de John Wick, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 30,1 milhões. Mas a Sony não está comemorando a vitória, porque o filme custou US$ 90 milhões e teve uma largada de locomotiva a vapor. A performance foi praticamente idêntica no mercado internacional, com US$ 32,4 milhões, que se somou à arrecadação doméstica para atingir US$ 62,5 milhões em todo o mundo. A expectativa era atingir pelo menos o dobro e agora a torcida é não perder impulso nas próximas semanas para evitar prejuízo. O problema é que a crítica não entrou nesse trem, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Trem Bala” foi dirigido por David Leitch, que já atuou como dublê de Pitt antes de passar a comandar filmes como, justamente, o primeiro John Wick e outras produções marcadas por cenas de ação, o que também é o forte da atual produção. O fim de semana trouxe apenas mais uma estreia ampla na América do Norte: “Easter Sunday”, um filme de Páscoa fora de época, que abriu em 8º lugar com US$ 5,3 milhões – mas custou só US$ 17 milhões para a Universal. “DC Liga dos Superpets” ficou em 2º lugar com US$ 11,2 milhões, chegando a US$ 45,1 milhões domésticos e US$ 83,4 milhões mundiais depois de duas semanas – mais um resultado decepcionante diante de um orçamento de produção de US$ 90 milhões. Ainda inédito nos cinemas brasileiros, “Não! Não Olhe!” ficou em 3º com US$ 8,5 milhões. Em seu terceiro fim de semana, o suspense de disco voador de Jordan Peele já tem US$ 97,9 milhões nas bilheterias domésticas, o que é impressionante para um filme 100% original, sem nenhuma ligação com franquia preexistente. Seu lançamento internacional começa nesta semana e a estreia no Brasil está marcada para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” e “Minions 2: A Origem de Gru” completam o Top 5, com US$ 7,6 milhões e US$ 7,1 milhões, respectivamente. Isso leva a produção da Marvel a US$ 316,1 milhões nos Estados Unidos, enquanto o spin-off de “Meu Malvado Favorito” chega a US$ 334,6 milhões no mercado interno. No mercado internacional, porém, “Minions 2” abriu uma distância muito grande sobre “Thor 4”. A animação acaba de ultrapassar US$ 900 milhões de faturamento, enquanto o super-herói ainda avança para os US$ 700 milhões. Por falar em marcas, “Top Gun: Maverick” superou “Titanic” neste fim de semana como a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos, atingindo US$ 662 milhões em vendas de ingressos. Em todo o mundo, já são US$ 1,35 bilhão. Em sua 11ª semana em cartaz, o filme está em 6º lugar e adicionou mais US$ 7 milhões em sua conta, ampliando seu recorde como maior sucesso da carreira de Tom Cruise. E como o astro também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos.
Mike Tyson detona minissérie sobre sua vida e diz que foi roubado
Mike Tyson usou seu perfil no Instagram para criticar “Mike: Além de Tyson”, minissérie biográfica sobre sua vida. O ex-campeão dos pesos-pesados disse que não foi consultado e nem foi compensado financeiramente pelo projeto, e acusou a plataforma de streaming Hulu de “roubar sua história de vida”. Numa postagem feita no sábado (6/8), Tyson comparou a produção a atitude dos escravagistas no passado. “Não seja enganado pelo Hulu. Não aprovo a história deles sobre a minha vida. Não estamos em 1822, é 2022. Eles roubaram a minha história de vida e não me pagaram. Para os executivos do Hulu, eu sou só um negão (ele usa propositalmente uma expressão racista) que eles podem vender num leilão de escravos”. A postagem recebeu o apoio de personalidades como o ator Jamie Foxx, o rapper B-Real, líder do Cypress Hill, e o lutador de MMA Francis Ngannou. Quando a série foi anunciada, em fevereiro de 2021, o ex-boxeador já havia chamado o projeto de “apropriação cultural indébita”. Um dos motivos da raiva de Tyson é que ele queria fazer uma minissérie chapa-branca sobre sua vida, que seria estrelada por Jamie Foxx. Por conta disso, tentou impedir a produção rival. Quando não conseguiu, passou a atacar a série com muitos xingamentos nas redes sociais. “Mike: Além de Tyson” foi escrita por Steven Rogers, dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie – que são, respectivamente, o roteirista, o diretor e a protagonista-produtora de “Eu, Tonya”, filme premiado sobre outra estrela violenta dos esportes norte-americanos, Tonya Harding. Além deles, Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”) integra a equipe como showrunner. O elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”) como a versão adulta do esportista e também inclui o veterano Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) na pele do técnico de boxe Cus D’Amato, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a atriz Robin Givens, que foi a primeira mulher do boxeador, e Li Eubanks (“All Rise”) como Desiree Washington, a modelo que acusou Tyson de estupro. A produção chega ao Brasil pela plataforma Star+ em 25 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mike Tyson (@miketyson)
Anne Heche está intubada com queimaduras graves após acidente
A atriz Anne Heche, que sofreu um grave acidente de carro e queimaduras no corpo na sexta-feira (6/8) em Los Angeles, nos Estados Unidos, está intubada e apresenta condição de saúde estável, segundo informou um de seus representantes. Ela colidiu em alta velocidade contra uma casa no bairro Mar Vista, causando um incêndio. “Anne está em condição estável no momento”, afirma nota divulgada por sua assessoria. “A família dela pede suas orações e pensamentos positivos. Também pedimos para respeitarem a privacidade dela neste momento difícil” Segundo apurou a CNN, a atriz está na UTI, tem queimaduras graves e uma longa recuperação pela frente. “Ela tem sorte em estar viva”, teria dito uma fonte do canal. Sua equipe e sua família ainda estão tentando entender o que levou ao acidente. O site TMZ traçou a rota da atriz e pode ter encontrado a origem de tudo. Testemunhas relataram que Heche se envolveu em um acidente na garagem de um prédio pouco antes de colidir com a casa. Ela bateu em uma garagem e, quando pessoas se aproximaram, a atriz acelerou e fugiu do local. Imagens de câmeras de segurança mostram o veículo que Heche dirigia trafegando em alta velocidade no bairro Mar Vista, e só parou ao colidir de frente com um casa, pegando fogo imediantamente. A mulher que vivia na casa atingida sobreviveu por pouco. A rede americana CBS mostrou que o veículo atravessou a sala em que a mulher estava sentada. Os Bombeiros de Los Angeles informaram que levaram mais de uma hora para “acessar, confinar e extinguir totalmente as chamas dentro da estrutura fortemente danificada”. Outro vídeo mostra o veículo completamente destruído sendo rebocado do local. Vidros e portas estão quebrados e uma das rodas se perdeu, tamanho foi o impacto da colisão. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com a Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflix. Na TV, ela também fez “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações. Here’s the now mangled vehicle owned by actress Anne Heche being towed away after speeding and crashing into a Mar Vista home and sparking a fire. @CBSLA pic.twitter.com/rRSqnM1YDt — Rachel Kim (@CBSLARachel) August 6, 2022












