Linn da Quebrada mostra resultado da cirurgia de feminização facial
A cantora e atriz Linn da Quebrada publicou neste sábado (6/8) fotos de seu momento pós-cirúrgico, mostrando a diferença de seu rosto após a cirurgia de feminização facial feita no mês passado. Ainda com o nariz enfaixado e os olhos um pouco roxos por causa do procedimento, a ex-BBB escreveu ao lado das fotos que continua “biologicamente travesti”. “18 dias desde a cirurgia”, acrescentou nos Stories, dando mais informações sobre o progresso. O procedimento ao qual Linn se submeteu é de afirmação de gênero, realizado em homens e mulheres transgêneros para alterar os traços do rosto, reforçando sua identidade sexual. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Linn da Quebrada (@linndaquebrada)
Revelações da íntegra de processo fazem Johnny Depp ser “descurtido” por famosos
A revelação de fatos que a equipe de Johnny Depp conseguiu evitar que fossem trazidos à tona durante seu processo por difamação contra Amber Heard está causando uma reviravolta na imagem pública do ator. Desde segunda-feira (1/8), quando o conteúdo das mais de 6 mil páginas do processo começou a ser publicado na imprensa americana, várias celebridades tiraram likes da publicação em que o ator celebrou sua vitória no julgamento. A “debandada” de curtidas inclui joinhas de Orlando Bloom, Rita Ora, Elle Fanning, Natalie Imbruglia, Robert Downey Jr., Bella Hadid, Zoey Deutch, Sophie Turner e Joey King, entre outras personalidades que teriam “descurtido” Depp nesta semana. O “êxodo” do apoio foi notado por usuários da plataforma Reddit, que haviam compilado todas as contas que curtiram e/ou comentaram na publicação. O texto descurtido diz: “A todos os meus apoiadores mais preciosos, leais e inabaláveis. Estivemos juntos em todos os lugares, vimos tudo juntos. Percorremos o mesmo caminho juntos. Fizemos a coisa certa juntos, tudo porque você se importava. E agora, vamos todos avançar juntos. Vocês são, como sempre, meus patrões e, mais uma vez, não tenho como dizer obrigado, a não ser apenas dizer obrigado. Então, obrigado. Meu amor e respeito, JD”. Nenhuma das celebridades mencionadas se manifestou publicamente sobre o motivo para a retirada de suas curtidas no post de Depp. Mesmo assim, a revista Newsweek apontou três descobertas que desagradaram de forma ampla os fãs do ator: o comportamento de Depp no set do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe” (que, segundo os documentos, teria incomodado inclusive executivos da Disney), mensagens do ator para Marilyn Manson contra mulheres em geral e a tentativa de revelar que Heard foi stripper, para atacá-la no tribunal. No início de junho, Amber foi considerada culpada por escrever um artigo no The Washington Post em que se declarava sobrevivente de abuso doméstico. Na decisão, o júri determinou que a atriz teria que indenizar o ex-marido em US$ 10,35 milhões (US$ 10 milhões em danos compensatórios e US$ 350 mil em danos punitivos), mas considerou que o ator também difamou sua ex-esposa ao lutar contra suas acusações, concedendo a Heard US$ 2 milhões em danos compensatórios – na prática, apenas diminuiu um pouco o débito da atriz, que caiu para US$ 8,35 milhões. Heard entrou com um recurso de apelação da sentença em julho.
Clu Gulager, de “A Volta dos Mortos Vivos”, morre aos 93 anos
O ator Clu Gulager, que estrelou a série clássica “O Homem de Virgínia” e o terrir cult “A Volta dos Mortos Vivos”, morreu na sexta-feira (5/8) em sua casa em Los Angeles, de causas naturais aos 93 anos. William Martin Gulager nasceu em 16 de novembro de 1928, em Holdenville, uma cidade arborizada a cerca de 120 quilômetros de Oklahoma City, e era descendente de indígenas da nação Cherokee. Seu pai, John, era um ator da Broadway que se tornou juiz do condado, e seu primo em segundo grau era ninguém menos que o cowboy cantor Will Rogers. O nome artístico “Clu” foi um apelido carinhoso de seu pai, imitando o piado de pássaros que faziam ninhos ao redor da casa da família. Após o ensino médio e serviço no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Gulager recebeu uma bolsa para estudar em Paris com o famoso ator e mímico Jean Louis Barrault. E ao voltar começou a trabalhar em teleteatros transmitidos ao vivo de Nova York, antes de se mudar para Los Angeles em 1959. Ele pegou o começo da febre dos westerns televisivos, trabalhando em atrações que marcaram época, como “Procurado Vivo ou Morto”, “Paladino do Oeste”, “Caravana” e “Laramie”, até ser contratado para seu primeiro papel fixo, passando a viver o famoso pistoleiro Billy the Kid em “The Tall Man”. “Eu era um cowboy de Oklahoma. Eu andava pelas cercas [ao redor do gado] no inverno e, no verão, adentrava o campo atrás de cascavéis”, disse Gulager em uma entrevista de 2019. “Um dia imaginei que poderia interpretar um cowboy, e vi que era fácil pra mim montar a cavalo e usar um chapéu.” “The Tall Man” durou duas temporadas muito longas – de 75 episódios – exibidas entre 1960 e 1962. E só foi cancelada porque o Congresso dos EUA se opôs à forma como o fora-da-lei Billy the Kid era “incorretamente” retratado como um herói para os jovens telespectadores do programa. Mas o cancelamento acabou sendo a melhor providência do destino para a vida de Gulager. “Eu estava falido quando entrei [naquela série]”, disse ele em 2014. Por isso, com o fim dos trabalhos, procurou o produtor da atração, Frank Price (futuro presidente da Universal e da Columbia Pictures), para pedir um novo emprego. “Ele demitiu um ator em pleno set e me contratou”, contou. Gulager foi encaixado num episódio da 1ª temporada de “O Homem de Virgínia” (The Virginian), em 1963, e depois voltou em outro capítulo do segundo ano como um personagem diferente. Nesse meio tempo, fez outras séries e estreou no cinema, chamando atenção como um gângster raivoso no clássico neo-noir “Os Assassinos” (1964), de Don Siegel. Embalado pelo filme, recebeu o convite para voltar a “O Homem de Virgínia” na 3ª temporada, agora como integrante do elenco, no papel do pistoleiro Emmett Ryker, que, numa reviravolta, vira um homem da lei na cidadezinha de Medicine Bow. Ele apareceu em mais de 100 episódios até 1968. Uma das séries de maior audiência dos anos 1960, “O Homem de Virgínia” tornou Gulager bastante popular. E ele aproveitou para se lançar de vez ao cinema, coadjuvando em “500 Milhas” (1969), como o mecânico do piloto vivido por Paul Newman, e em “A Última Sessão de Cinema” (1971), na pele do capataz do campo petrolífero que se envolve com Ellen Burstyn e seduz a adolescente Cybill Shepherd em um salão de bilhar. Ele também atuou ao lado de John Wayne no policial “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), de John Sturges, e juntou-se a Chuck Norris em “Força Destruidora” (1979). Mas sua carreira de tipos viris deu uma reviravolta após ser assassinado no slasher “Iniciação” (1984). De repente, Gulager enveredou pelo terror e encontrou novo público com alguns clássicos do gênero, especialmente “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), a primeira comédia de zumbis, onde viveu o dono do armazém em que os mortos-vivos “reais” estavam guardados desde a contaminação original dos anos 1960 – aquela registrada no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), que supostamente seria um documentário e não uma ficção. Com cenas antológicas de punks num cemitério, o longa de Dan O’Bannon (criador da franquia “Alien”) marcou época, ganhou continuações e popularizou o subgênero terrir. “Eu particularmente não queria fazer aquele filme”, ele lembrou em 2017. “Eu pensei que estava um pouco acima daquilo. E acabou que, se eu for lembrado, se é que serei lembrado… será por este filme!” Depois disso, ele se tornou figurinha fácil em produções fantásticas. Entre outras produções do gênero, apareceu em “A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy” (1985), contracenou com Vincent Price em “Do Sussurro ao Grito” (1987) e entrou em outro cult, vivendo um oficial da lei na sci-fi “O Escondido” (1987), de Jack Sholder. Ele ainda voltou a se destacar em 2005 em “Banquete do Inferno”, trabalho especial em sua filmografia porque marcou a estreia de seu filho, John Gulager, como diretor de cinema. Com produção de Wes Craven (diretor de “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”) e dos astros Matt Damon e Ben Affleck, o filme foi outro que virou culto e ganhou sequências (lançadas direto em vídeo). Nas duas continuações, ele ainda contracenou com seu outro filho, o caçula Tom Gulager. O filho cineasta comandou o pai mais uma vez em “Piranha 2”, de 2012, mesmo ano em que o veterano lançou sua única incursão como diretor de longa-metragem, “Memories”, exibido apenas em festivais. Clu Galager ainda colheu elogios por sua performance em “Tangerina” (2015), filme de estreia de Sean Baker (“Projeto Flórida”), antes de se despedir das telas em 2019, com uma pequena participação em “Era uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino.
Novo trailer da “Mulher-Hulk” destaca o Demolidor
A Marvel divulgou um novo trailer de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, que traz o primeiro close do Demolidor em sua estreia na Disney+. No vídeo, o ator Charlie Cox pode ser visto com um uniforme diferente do herói, que inclui uma máscara-capacete dourada. A série traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada de pessoas superpoderosas, que acaba se tornando a super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Embora a prévia não mostre exatamente como ela herda os poderes do Hulk, a trama manteve seu parentesco com Bruce Banner (Mark Ruffalo), que aparece como seu alter-ego esverdeado para ensinar a prima a controlar seus novos poderes. O produção também contará com vários outros personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como o Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), além de introduzir a vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. A estreia vai acontecer em 18 de agosto.
Asa Butterfield anuncia começo das gravações de “Sex Education 4”
O ator Asa Butterfield anunciou o início das gravações da 4ª temporada de “Sex Education” no Twitter. “Adivinha quem voltou?”, ele escreveu, compartilhando uma foto em que toma café na entrada de seu trailer de produção. As gravações acontecem após quatro atrizes anunciarem sua saída da série. Simone Ashley (Olivia), Rakhee Thakrar (professora Sands), Patricia Allison (Ola) e Tanya Reynolds (Lily) não vão aparecer nos novos episódios e suas ausências serão explicadas no contexto da nova trama, que vai se passar após o fechamento da escola dos personagens. Após o fim de Moordale High, eles serão relocados para outra instituição, onde se integrarão com novos personagens. Mas nem todos continuarão juntos na mesma escola. A criadora, roteirista e produtora executiva de “Sex Education”, Laurie Nunn, segue à frente da série, que ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios. Guess who’s back pic.twitter.com/IBQBPCOs11 — Asa (@asabfb) August 5, 2022
Novo “Predator” supera clássico de Schwarzenegger no Rotten Tomatoes
O novo filme da longeva franquia sci-fi “Predador”, que chegou na sexta-feira (5/8) na plataforma Star+, conquistou as críticas mais positivas entre todos os títulos da saga produzida desde os anos 1980. Com 93% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes, “O Predador: A Caçada” (Prey) superou com folga os 80% do primeiro longa, estrelado por Arnold Schwarzenegger em 1987. Para se ter ideia, o terceiro melhor filme, segundo a crítica dos EUA, é “Predadores”, de 2010, que soma 65%. A opção da Disney por lançar o filme em streaming reflete, inclusive, o modo como a franquia foi desvalorizada por lançamentos fracos. O mais recente é “O Predador”, de 2018, que teve apenas 33% de aprovação e deu prejuízo com uma arrecadação nas bilheterias de US$ 168 milhões em todo o mundo. O quinto “Predador” se diferencia por uma abordagem inédita na franquia, apresentando um combate entre o caçador alienígena e uma tribo Comanche. A trama se passa 300 anos atrás e destaca uma protagonista feminina, uma guerreira menosprezada por sua tribo por ser mulher, mas que caça leões da montanha e acredita ser especialista em sobrevivência. A personagem tem o melhor desenvolvimento de todos os que já enfrentaram o Predador. Além disso, a interpretação de Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”) também se destaca no elenco, composto majoritariamente por atores nativo-americanos e das nações originárias. Por sinal, a escalação faz da sci-fi um trabalho mais representativo que muitos westerns convencionais. O roteiro foi escrito por Patrick Aison, mais conhecido por séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”), e a produção foi rodado totalmente sem alarde em Calgari, no Canadá, com direção de Dan Trachtenberg. “O Predador: A Caçada” é apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há seis anos. Desde então, ele filmou quatro episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” e os pilotos da já cancelada “The Lost Symbol” e da vindoura “Waterworld” (baseada no filme homônimo). Mas seu talento foi novamente confirmado com os muitos elogios recebidos pela nova produção. “O diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano”, escreveu o jornal irlandês Irish Times. “A ação é propulsiva, encharcada de sangue, mas inventiva”, elogiou o jornal inglês Times. Chamando de “grande melhoria” na franquia, a revista americana Variety ainda destacou que “a jornada de Naru (Midthunder) confere uma coerência emocional que a maioria dos filmes ‘Predador’ nunca teve”. Confira o trailer abaixo.
Débora Nascimento e Fabrício Boliveira gravam série da Paramount+
Os atores Débora Nascimento (“Êta Mundo Bom!”) e Fabrício Boliveira (“Simonal”) começaram as gravações de “Cenas de um Crime”, série da Paramount+, em que interpretam os protagonistas. A trama gira em torno da investigação policial de um assassinato brutal, que acaba trazendo à tona segredos de uma das mais poderosas sociedades ocultas do Brasil. A equipe envolvida trabalhou em “Bom Dia, Verônica”, incluindo a diretora Izabel Jaguaribe e os produtores, o cineasta José Henrique Fonseca e Eduardo Pop. Também estão no elenco Bruna Mascarenhas (“Sintonia”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Daniel Dantas (“O Amor no Divã”), Pierre Baitelli (“Passaporte para Liberdade”), Enzo Romani (“Maldivas”) e Leticia Isnard (“Desjuntados”).
Diretor de “Tim Maia” vai filmar vida de Zeca Pagodinho
O filme sobre a vida e a carreira de Zeca Pagodinho definiu seu diretor. A direção ficou a cargo de Mauro Lima, que está se tornando especialista em cinebiografias. Ele já assinou “João, o Maestro” (2017), “Tim Maia” (2014) e “Meu Nome Não é Johnny” (2008), e ainda vai dirigir “Não Aprendi Dizer Adeus”, o filme de Leandro e Leonardo. A produção é inspirada no livro “Deixa o Samba Me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. No final de agosto serão escolhidos os três atores para representar a infância, a juventude e a fase atual do sambista. A produção é de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e a distribuição nos cinemas será realizada pela Paris Filmes.
Rosanna Arquette entra na série “Big Sky”
A atriz Rosanna Arquette (“O Clube dos Meninos Bilionários”) se juntou ao elenco da 3ª temporada de “Big Sky” em um papel importante. Ela interpretará Virginia “Gigi” Cessna, a mãe carismática e muito falante de Jenny (Katheryn Winnick). O detalhe é que Gigi é uma trapaceira que usou Jenny em seus golpes quando a filha era criança, e Jenny nunca a perdoou. Gigi tem uma habilidade incrível de entrar na vida das pessoas e depois desaparecer sem deixar rastros, e quando retorna para aplicar seu último golpe é pega por Jenny. Com o subtítulo de “Deadly Trails”, a 3ª temporada vai seguir a detetive particular Cassie Dewell (Kylie Bunbury), a subxerife Jenny Hoyt (Winnick) e o recém-nomeado xerife Beau Arlen (papel de Jensen Ackles, de “Supernatural”) mantendo a ordem em Helena, Montana. A produção também contará com participação de Reba McEntire (“Reba”) no papel de Sunny Barnes, que lidera uma excursão no campo responsável pelo principal caso da temporada, que transforma campistas em suspeitos de um crime. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. A 3ª temporada tem estreia marcada para 21 de setembro na rede americana ABC. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Dave Bautista negocia estrelar comédia policial na Netflix
A Netflix negocia com Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar “Unleashed”, comédia sobre um policial e seu parceiro canino. O ator interpretará o policial, que é o melhor amigo de um parceiro canino que pode farejar qualquer crime. Mas quando o animal morre durante o trabalho, o policial decide nunca mais fazer parceria com outro cachorro. Mas então a divisão o junta a Zeus. O roteiro é dos irmãos Jim e Brian Kehoe (“Não Vai Dar”) e a direção está a cargo de Jeff Tomsic (“Te Peguei!”). Bautista será visto a seguir na própria Netflix, no elenco grandioso da continuação de “Entre Facas e Segredos”, e está filmando “Duna: Parte 2” para a Warner Bros.
Autora dos livros de “Outlander” diz não ter sido procurada pela produção do spin-off
A escritora Diana Gabaldon, autora dos livros que inspiraram a série “Outlander”, revelou que não foi procurada para conversar sobre o spin-off recém-anunciado da atração. Chamada de “Outlander: Blood of My Blood”, a nova série será um prólogo focado no romance entre Ellen MacKenzie e Brian Fraser, que são os pais do personagem Jamie Fraser (Sam Heughan). O anúncio do canal pago Starz indica que o prólogo será escrito por Matthew B. Roberts, que também vai atuar como produtor e showrunner da atração, repetindo assim a sua função na série principal. O time de produtores ainda conta com Maril Davis e Ronald D. Moore, criador da adaptação de “Outlander”. E Gabaldon é, supostamente, consultora criativa da produção. “Bem… isso é interessante… Note que eu não tenho ideia do que é um ‘Produtor Consultor’, e ninguém falou comigo sobre ser um”, escreveu Gabaldon em sua conta oficial no Facebook na sexta-feira (5/8). “Isso não significa que não estarei envolvido com a série, mas não tenho detalhes no momento.” Curiosamente, ela está escrevendo um prólogo de “Outlander” com a mesma premissa da série anunciada. “Sim, estou escrevendo a história de Brian e Ellen. Eu não tenho ideia de qual será o momento da série, ou até que ponto os showrunners planejam usar o livro (na medida em que existe até esse ponto). ‘Em desenvolvimento’ não é a mesma coisa que ter sinal verde, significa apenas que eles estão começando a juntar peças. Estou apenas mencionando aqui porque a Starz anunciou hoje no Twitter e no Facebook, então imaginei que todos gostariam de saber sobre isso.” A ideia de explorar o universo de “Outlander” não é nenhuma surpresa, visto que a série é um dos maiores sucessos do canal pago americano Starz, mas sua história já se aproxima do fim. A 6ª temporada foi exibida no início do ano e a 7ª já está sendo produzida, restando apenas a 8ª ainda não confirmada oficialmente, que deverá encerrar a trama com a adaptação do último livro remanescente da coleção literária “A Viajante do Tempo”, de Diana Gabaldon. A série “Outlander” é disponibilizada em streaming no Brasil pela plataforma Star+.
Peter Jackson revela porque não participa da série de “O Senhor dos Anéis”
O cineasta Peter Jackson, responsável pelas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” nos cinemas, revelou porque não está envolvido com a série “Os Anéis do Poder”, da Amazon. Em conversa com o podcast Awards Chatter, da revista e site The Hollywood Reporter, o vencedor de três Oscars contou que chegou a ser sondado pela empresa sobre seu interesse em participar do projeto juntamente com a mulher, Fran Walsh, que produziu os filmes da franquia. “Eu disse que era uma pergunta impossível de ser respondida até que eu lesse um roteiro”, lembrou. “Aí eles disseram: ‘Assim que tivermos os primeiros roteiros, vamos mandá-los para você’. Mas os roteiros nunca chegaram. Essa foi a última vez que eles falaram comigo. E está tudo bem, não tenho do que reclamar”, minimizou o diretor. Mesmo ser estar envolvido, o ator disse que está empolgado para acompanhar a série. “Eu vou assistir. Não sou o tipo de cara que deseja o mal para os outros. Fazer filmes já é difícil o suficiente. Se alguém faz um filme ou uma série boa, é algo a ser celebrado. Agora eu estou ansioso para ver tudo como um espectador neutro”, ressaltou. Questionada sobre o que aconteceu, a Amazon explicou que teve que se distanciar de Jackson para diferenciar a série dos longas. “Quando compramos os direitos dos livros, fomos obrigados a manter a série distinta e separada dos filmes. Temos o maior respeito por Peter Jackson e os filmes de ‘O Senhor dos Anéis’ e estamos felizes que ele está ansioso para ver ‘Os Anéis do Poder’”, disse a empresa em comunicado. Segundo apurou o THR, os showrunners JD Payne e Patrick McKay queriam a participação do cineasta. Entretanto, uma preocupação do departamento legal da Amazon forçou o distanciamento para manter a série separada dos filmes, porque os longas são propriedade da Warner Bros. Além disso, fontes do site dizem que o espólio do autor JRR Tolkien foi contra incluir Jackson na produção. O espólio não teve envolvimento com seus filmes e Christopher Tolkien chegou a criticar a trilogia na imprensa por estar “eviscerando” os livros de seu pai para criar filmes de ação para jovens sem a “beleza e seriedade” dos livros originais. O espólio está envolvidíssimo com a série, e chegou a receber surpreendentes US$ 250 milhões pelos direitos de fazer o programa. A 1ª temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” tem estreia marcada para 2 de setembro no Prime Video.
Marvel queria matar mais heróis em “Vingadores: Ultimato”
Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, revelaram em um podcast que Kevin Feige, chefão da Marvel, queria todos os Vingadores originais morressem no filme de 2019. Além do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e Viúva Negra (Scarlett Johansson), o ele também desejava ver o fim de Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Capitão América (Chris Evans) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) para usar o filme como um recomeço do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas os irmãos Russo acharam a ideia agressiva demais e a rejeitaram, optando por matar apenas dois personagens. “Rolaram muitos rumores sobre quem iria morrer. Kevin sugeriu, em determinado momento, matar todos os Vingadores originais. Nós achamos muito agressivo, achamos que o público não conseguiria digerir isso. E que, de fato, escolher um ou dois personagens para fazer sacrifícios durante o filme poderia produzir momentos em que a ação pararia e poderia haver uma catarse emocional e, então, continuar com a narrativa”, afirmou Joe Russo ao podcast Happy Sad Confused. No entanto, a ideia de matar o Homem de Ferro também não foi tão bem recebida por um dos atores da franquia. Jon Favreau, que interpreta Happy Hogan, o assistente de Tony Stark, e dirigiu os dois primeiros filmes solo do herói, entrou em contato com os diretores para tentar convencê-los a não matá-lo. “Parte da pressão para não matar Tony Stark veio de Jon Favreau, que nos ligou após ler o script e disse: ‘Vocês realmente vão matar o Homem de Ferro’?”, contou Anthony Russo à revista Vanity Fair. “É verdade”, acrescentou Joe. “Eu me lembro de ficar andando para lá e para cá no canto de um cenário no telefone com Favreau, tentando convencê-lo. Ele estava tipo: ‘Você não pode fazer isso. Isso vai deixar as pessoas arrasadas e você não quer que elas saiam do cinema e se joguem no meio dos carros’. Mas nós o matamos mesmo assim”.












