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  • Série

    Pôster da segunda metade de Fear the Walking Dead já registra baixas da temporada

    5 de julho de 2018 /

    A rede AMC divulgou o pôster da segunda metade de “Fear the Walking Dead”, que mostra os sobreviventes do elenco principal fortemente armados, em meio a zumbis, sob uma frase sinistra: “Não há calma depois da tempestade”. A primeira metade da 4ª temporada gerou controvérsia entre os fãs por resultar na morte de dois personagens centrais, que estavam na série desde o começo. Um ator pediu para sair e uma atriz foi surpreendida pela decisão dos novos showrunners, Andrew Chambliss e Ian Goldberg, que assumiram “Fear the Walking Dead” após a saída do co-criador e showrunner original Dave Erickson no final da 3ª temporada. O novo pôster já registra a ausência dos protagonistas. Mas eles ainda poderem aparecer em flashbacks, já que a estrutura da temporada vem dividindo a trama em dois tempos distintos, antes e depois do encontro com os novos personagens. Os novos episódios começarão a ser exibidos em 12 de agosto, após uma pausa de dois meses, e retomarão a história do ponto onde a 4ª temporada foi interrompida.

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  • Série

    Freud vai caçar serial killer na primeira série austríaca da Netflix

    5 de julho de 2018 /

    A Netflix está preparando uma série que vai mostrar o pai da psicanálise, Sigmund Freud, como detetive. Intitulada “Freud”, a atração acompanhará um Freud jovem, aplicando suas habilidades na investigação de um serial killer. Produção da Áustria, terra natal do Dr. Freud, a série ainda coloca o improvável investigador em boa companhia: ele recebe a ajuda de uma jovem médium e de um policial para perseguir o assassino em série que atormenta Viena no final do século 19. A história encontra Sigmund Freud em Viena em 1886, no momento em que suas teorias revolucionárias enfrentam forte oposição de colegas e da sociedade austríaca. É neste momento que ele conhece o veterano de guerra e policial Alfred Kiss e a notória médium Fleur Salomé, tornando-se involuntariamente parte da caçada a um serial killer. Nascido em 1856 e morto em 1939, Freud nunca aplicou, na vida real, seus conhecimentos em uma investigação policial. Mas se essa história parece realmente conhecida, é porque lembra “The Alienist”, série da TNT em que um psicanalista se alia a um policial durão e uma jovem não convencional para investigar um serial killer na Nova York do final do século 19! Pois é. “Freud” será a primeira produção austríaca da Netflix, que já conseguiu sucesso internacional com séries de outros países europeus, como a Alemanha (“Dark”), a Espanha (“La Casa de Papel”) e a Dinamarca (“The Rain”). A série foi desenvolvida pelo cineasta Marvin Kren em parceria com o roteirista Benjamin Hessler. A dupla ficou conhecida pelos filmes de terror “Rammbock” (2010), sobre zumbis em Berlim, e “Geleira Sangrenta” (2013), sobre contaminação nos alpes, e também trabalhou junta na criação da série “4 Blocks”, sobre gangues árabes na capital alemã. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc,  Filme

    Claude Lanzmann (1925 – 2018)

    5 de julho de 2018 /

    Morreu o cineasta e escritor francês Claude Lanzmann, diretor do famoso documentário “Shoah” (1985), com mais de nove horas de duração sobre o Holocausto. Ele faleceu nesta quinta-feira (5/7) em Paris, aos 92 anos, após ficar em estado “frágil por vários dias”, de acordo com comunicado da editora Gallimard. Nascido em Paris em 1925, ele chegou a lutar na resistência francesa contra os nazistas e dedicou sua vida à questão judaica e a expor as atrocidades do nazismo. Lanzmann também teve grande relação com os líderes do movimento existencialista. Foi o secretário do filósofo Jean-Paul Sartre e, durante sete anos, entre 1952 e 1959, viveu com a escritora Simone de Beauvoir, de quem recebeu 112 cartas de amor – vendidas em leilão à Universidade de Yale em janeiro deste ano, por valor não revelado. Seu primeiro filme foi “Por Que Israel?” (1973), em que entrevistou os imigrantes que se estabeleceram, lutaram e ajudaram a fundar o país, na época com 25 anos de existência, buscando demonstrar o que tinham em comum estudantes marxistas da Rússia e intelectuais burgueses dos Estados Unidos, reunidos em torno da mesma causa. Mas foi com “Shoah” que se tornou o maior documentarista da história judaica. “Shoah” (em hebraico, catástrofe ou calamidade) era a palavra que Lanzmann usava, em vez de holocausto (oferenda queimada) para definir o genocídio causado pelo nazismo. Em sua autobiografia, “A Lebre da Patagônia”, Lanzmann escreveu: “Como poderia haver um nome para algo que não tivesse precedentes na história da humanidade? Se tivesse sido possível não dar um título ao filme, eu teria feito isso”. Para seu documentário épico, em escopo e duração, Lanzmann localizou e entrevistou diversas testemunhas vivas do extermínio: oficiais e burocratas que administravam os campos; sobreviventes judeus, incluindo veteranos do levante de 1943 no gueto de Varsóvia; e pessoas da cidade polonesa em Treblinka, onde ficava o pior dos campos de concentração: Auschwitz. Com o objetivo de registrar depoimentos de ex-nazistas, chegou a se passar por um historiador francês que pretendia “endireitar as coisas”, mostrando o lado dos alemães. E assim conseguiu acesso a pessoas como Franz Suchomel, ex-funcionário da SS em Treblinka, condenado a seis anos de prisão por crimes de guerra. Premiado em diversos festivais – como Berlim e Roterdã – e pelas Academias Francesa e Britânica, “Shoah” é considerado o filme definitivo sobre o Holocausto. Mas Lanzmann o chamava de “uma ficção do real”. Foi conscientemente artístico, disse ele certa vez, de modo a “tornar o insuportável suportável”. Israel e o holocausto continuaram a ser temas dominantes em sua filmografia, que também destaca “Tsahal” (1994), sobre as forças de defesa de Israel, “Un Vivant qui Passe” (1999), sobre como a Cruz Vermelha elogiou os campos de concentração nazistas, “Sobibór, 14 Octobre 1943, 16 Heures”, sobre um levante de prisioneiros contra nazistas, e “O Último dos Injustos” (2013), sobre o gueto-modelo de Theresienstadt. Seu último filme, “Napalm”, foi também o único em que mudou de assunto. Exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, revisitava casos amorosos em uma de suas viagens quando era jovem. Poucos anos antes, Lanzmann veio ao Brasil lançar sua autobiografia “A Lebre da Patagônia” e participar da Festa Literária de Paraty (Flip). Mas o debate de que participou, com o tema “A ética da representação”, desandou sob mediação do professor da Unicamp Márcio Seligmann-Silva. Ao fim do festival, o curador da edição de 2011, Manuel da Costa Pinto, atacou Lanzmann afirmando que ele havia feito “uma coisa nazista” ao adotar uma postura “contra o debate intelectual”. Lanzmann ficou indignado. “Esse sujeito (Costa Pinto) é um estúpido. É uma vergonha ele dizer isso. Logo eu, um inimigo dos nazistas. Eu dediquei a minha vida a revelar os abusos do Holocausto. Ele deveria ser demitido. Já o mediador queria demonstrar erudição às minhas custas. Ele queria mostrar o quanto era inteligente, mas eu estava ali para conversar com o público e falar do meu livro”, reagiu o francês. Seu projeto final, “The Four Sisters” – uma minissérie documental de quatro capítulos – foi lançado na França na véspera sua morte. Composta de filmagens feitas para “Shoah” mas não usadas no filme final, “The Four Sisters” traz entrevistas com quatro mulheres que sobreviveram ao Holocausto. No ano passado, ele ficou profundamente abalado pela morte de seu filho Félix, de 23 anos, vítima de um câncer. Amigos dizem que ele nunca se recuperou e foi morrendo aos poucos.

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  • Filme

    Homem-Formiga e a Vespa é a maior estreia em semana de bons filmes nos cinemas

    5 de julho de 2018 /

    A nova produção de super-heróis da Marvel, “Homem-Formiga e a Vespa”, é a maior estreia desta quinta (5/7), em que poucos filmes chegam aos cinemas – mas, diferente de semanas passadas, desta vez todos têm qualidades. Melhor que o primeiro “Homem-Formiga” estrelado por Paul Rudd, graças à inclusão da Vespa (Evangeline Lilly), uma heroína “badass”, como sua parceira, a continuação é bastante leve e ligeira. Um passatempo para rir, que oferece um refresco para os fãs de quadrinhos após o trágico “Vingadores: Guerra Infinita”. Aliás, quem viu aquele filme terá bastante o que pensar após a cena pós-créditos da nova produção, que também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O segundo maior lançamento da semana é outra adaptação divertida de quadrinhos. A comédia nacional “Mulheres Alteradas” leva às telas as tiras homônimas da cartunista argentina Maitena Burundarena, que retrata questões femininas com humor ácido. E foi escrita por outra fera das tiras de quadrinhos, o brasileiro Caco Galhardo (autor de “Os Pescoçudos”), em sua estreia como roteirista de longa-metragens. O filme também marca a estreia no cinema do diretor Luis Pinheiro, que dirigiu, entre outras, a série “Lili, a Ex”, inspirada em tiras de Galhardo. Ou seja, gente que conhece o gênero. O longa conta as lutas de quatro mulheres adultas no mundo moderno, às voltas com angústias de relacionamento, casamento, filhos, trabalho, idade e vida social. Enfim, crises existenciais reais. E com um elenco realmente ótimo, liderado pelo quarteto fantástico Deborah Secco (“Bruna Surfistinha”), Alessandra Negrini (“O Gorila”), Monica Iozzi (“A Comédia Divina”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”). Um dia, as amigas em crise com seus cotidianos resolvem trocar de papel e o resultado faz rir sem perder de vista o realismo – ao contrário das fábulas moralistas de trocas sobrenaturais de corpos, que volta e meia aparecem nas comédias brasileiras. O circuito alternativo traz ainda três filmes franceses e um chileno. Na lista francesa, chama atenção a inclusão de um terror, “A Noite Devorou o Mundo”, filme de apocalipse de zumbis que se distingue no gênero pela abordagem intimista – é praticamente todo passado num pequeno prédio. Comparado a “Eu Sou a Lenda”, tem 67% de aprovação no RT. Filme mais inventivo e artístico da programação, “Nos Vemos no Paraíso” combina surrealismo e aventura trágica à la Victor Hugo numa história passada em meio à 1ª Guerra Mundial. Adaptada do livro de Pierre Lemaitre, dirigida e estrelada por Albert Dupontel (“Uma Juíza Sem Juízo”), surpreende o tempo inteiro pela imaginação com que conta a história de dois homens sem nada em comum, que se conhecem nas trincheiras e se veem ligados após um salvar o outro, embora o que sobreviveu preferisse a morte, após perder parte do rosto numa explosão. Para lidar com o horror de ver a si mesmo, ele cria máscaras, enquanto os dois resolvem tirar proveito da desgraça, com um golpe para enriquecer com os cadáveres da guerra. O humor é negríssimo e a encenação evoca as melhores obras de Jean-Pierre Jeunet (especialmente “Eterno Amor”). Venceu cinco Césars (o Oscar francês), inclusive Direção e Roteiro, e tem 89% de críticas positivas no RT. “Custódia” também traz cenas de impacto, ao lidar com a separação de um casal que luta pelo direito de ficar com os filhos. O homem é demonizado e os filhos acreditam. Mas o longa tenta demonstrar todos os lados da questão, que é das mais complexas do cotidiano humano. A contundência da realização rendeu ao ator Xavier Legrand, em sua estreia atrás das câmeras, o prêmio de Melhor Direção no Festival de Veneza do ano passado, além de elogios rasgados da crítica. 94% no RT – a maior nota da semana. O chileno “Cachorros” completa a lista de ficções flertando com o romance e o drama político. A trama acompanha uma mulher (Antonia Zegers) que se vê atraída por seu professor equitação. Mas o ex-militar tem passado sombrio. Quando recebe advertências para se afastar, ela descobre que sua própria família esteve envolvida com os desaparecimentos de militantes de esquerda durante a ditadura de Pinochet. Premiado no circuito dos festivais – San Sebastian, Munique, Cairo, etc – , o trabalho da diretora Marcela Said tem 67% no RT. Dois documentários nacionais, de estilo TVE, preenchem as salas que faltaram. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses oficiais e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas. Homem-Formiga e a Vespa | EUA | Super-Heróis Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. Mulheres Alteradas | Brasil | Comédia O cotidiano de quatro mulheres, cada uma enfrentando problemas bem particulares: Keka (Deborah Secco) enfrenta uma crise no casamento com Dudu (Sérgio Guizé), Marinati (Alessandra Negrini) é uma workaholic que repentinamente se apaixona por Christian (Daniel Boaventura), Leandra (Maria Casadevall) sente-se bastante insegura pelo fato de ainda não ter constituído família e Sônia (Monica Iozzi) está cansada da rotina doméstica e sonha com a época em que era solteira. A Noite Devorou o Mundo | França | Terror Após um noite de festa com muita bebida, Sam (Anders Danielsen Lie) acorda completamente sozinho em seu apartamento. Ainda confuso ele descobre um terrível acontecimento: a cidade de Paris está tomada por zumbis famintos. Rapidamente ele começa a proteger o prédio em que vive e elabora estratégias para conseguir manter-se vivo em meio a catástrofe. No entanto, ele ainda não tem certeza se é o único sobrevivente neste cenário hostil. Nos Vemos no Paraíso | França | Drama Em novembro de 1918, alguns dias antes do Armistício de Compiègne, Édouard Péricourt (Nahuel Pérez Biscayart) salva a vida de Albert Maillard (Albert Dupontel). Os soldados franceses não têm nada em comum, a não ser a guerra e o ódio pelo vil Tenente Preadelle (Laurent Lafitte), e são obrigados a se unir para sobreviver – uma firme parceria marcada por farsas e lealdade. Custódia | França | Drama O casal Miriam (Léa Drucker) e Antoine Besson (Denis Ménochet) acaba de se divorciar. E para garantir a proteção de seu filho do pai, que ela acusa de ser violento, Miriam pede a custódia exclusiva. O juiz, no entanto, acaba concedendo custódia compartilhada aos dois. Tomado quase como um refém entre seus pais, Julien (Thomas Gioria) fará tudo para evitar o pior. Cachorros | Chile | Drama Mariana (Antonia Zegers) faz parte de uma importante família chilena, mas, apesar dos privilégios, encontra-se inteiramente infeliz em sua própria casa. Sentindo-se desprezada pelo pai e pelo marido, ela encontra refúgio nos braços do seu professor de equitação Juan (Alfredo Castro), acusado de diversos crimes durante a ditadura. A partir deste caso amoroso, Mariana contempla o passado de sua família vir à tona. O Desmonte do Monte | Brasil | Documentário A Colina Sagrada, que depois recebeu o nome de Morro do Castelo, foi o local escolhido pelos portugueses para a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Sua estrutura representa uma importante referência histórica e arquitetônica do passado da cidade carioca e, segundo uma lenda urbana, as entranhas do morro guardam um tesouro nunca encontrado. Apesar de toda relevância, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas que visavam promover uma especulação imobiliária na região, acabando com um dos maiores pilares da história guanabara. Estrada de Sonhos | Brasil | Documentário O documentário traz à tona a história ferroviária do Brasil. Pensando além dos trilhos e das locomotivas, discorre sobre momentos, lembranças e registros de pessoas que vivenciaram e ainda vivem esse símbolo da modernidade e progresso no passado, revisitando não apenas a primeira ferrovia do Brasil, a Barão de Mauá, como outras abandonadas.

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  • Filme

    Ethan Hawke vive roqueiro aposentado em trailer de comédia romântica

    4 de julho de 2018 /

    A Roadside Attractions divulgou o pôster e o trailer de “Juliet, Naked”, comédia romântica que adapta o livro homônimo de Nick Hornby. Como na adaptação de “Alta Fidelidade” (2000), a história também envolve um fã obcecado de rock. Mas há uma reviravolta. A idolatria de um homem de meia-idade por um cantor americano obscuro chamado Tucker Crowe, há muito aposentado, leva sua mulher jornalista a escrever uma crítica corrosiva do disco em que o roqueiro tenta voltar à ativa. Para surpresa dela, o próprio Crowe lhe contata por email para parabenizá-la pelo texto. Os dois ficam amigos, mais que amigos, e logo a mulher troca o marido pelo antigo ídolo de quem ele não parava de falar. The end, e tudo está no trailer. Que, sim, é destes que conta toda a história. O triângulo é vivido por Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”) como o marido, Rose Byrne (“Vizinhos”) como a mulher e Ethan Hawke (“Boyhood”) como o roqueiro. Escrita e dirigida por Jesse Peretz (“O Ex-Namorado da Minha Mulher”), a comédia estreia em 17 de agosto nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Burden of Truth: Série canadense com Kristin Kreuk é renovada e ganha trailer para estreia nos EUA

    4 de julho de 2018 /

    O canal canadense CBC renovou a série “Burden of Truth” para sua 2ª temporada, no momento em que a rede CW começa a divulgar sua exibição nos Estados Unidos. A estreia americana vai marcar a volta de Kristin Kreuk ao CW, onde se destacou nos elencos de “Smallville” e “Beauty and the Beast”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue” e “King”), a série traz Kreuk no papel da advogada corporativa Joanna Hanley, que retorna à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que caíram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e seu advogado de cidade pequena – seu ex-colega de escola Billy Crawford (Peter Mooney, de “Rookie Blue”). Mas depois de ganhar seu caso, ela descobre que as meninas estão mais doentes do que se pensava, e embora seu cliente não seja culpado, há algo sério por trás dessa história. Ela precisa então decidir se ajuda as meninas e o advogado do interior em nova luta ou se volta para a cidade grande e sua carreira de sucesso. O elenco também inclui Alex Carter (“CSI”), Nicola Correia-Damude (“Shadowhunters”), Star Slade (“Frontier”), Jessica Matten (também de “Frontier”), Meegwun Fairbrother (“Helix”) e Benjamin Ayres (“Saving Hope”). A 1ª temporada já foi inteiramente exibida no Canadá, entre janeiro e maio, e chega em 25 de julho na CW. Veja o comercial americano e a apresentação canadense original abaixo.

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  • Série

    Série Jack Ryan ganha trailer patriótico com discursos de presidentes americanos

    4 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou um trailer patriótico da série de ação e espionagem “Jack Ryan”, que mostra imagens da produção acompanhadas por discurso de três presidentes americanos bem diferentes – Bill Clinton, Donald Trump e John F. Kennedy – , para marcar o Dia da Independência dos Estados Unidos. A série traz o ator John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) no papel do famoso espião do título, já vivido no cinema por quatro atores diferentes (Alec Baldwin, Harrison Ford, Ben Affleck e Chris Pine). Mas apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não será uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. A história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A trama acompanhará o começo da carreira de Ryan na CIA e já tem 2ª temporada garantida. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Já a direção do piloto foi realizada pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), e os trailers exibidos confirmam que se trata de uma produção de visual cinematográfico. Além disso, a diretora mexicana Patricia Riggen (“Os 33”) assina mais três episódios. A 1ª temporada terá ao todo oito episódios com estreia prevista para 31 de agosto.

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  • Série

    The Outpost: Série de fantasia medieval ganha novo teaser

    4 de julho de 2018 /

    A rede CW divulgou um novo teaser de “The Outpost”, série de fantasia que será exibida durante o verão norte-americano. A série marca a primeira produção compartilhada por Dean Devlin, criador do filme “Stargate”, com Jonathan Glassner, criador da série derivada daquele filme, “Stargate SG-1”. Mas a prévia não empolga, ao deixar claro o baixo orçamento da produção. Espécie de fantasia medieval, passada numa civilização desconhecida, a atração conta a história da última sobrevivente de uma tribo. “The Outpost” vai acompanhar a vingança de Talon, que viaja ao limite da civilização para rastrear os assassinos de sua família, ao mesmo tempo em que descobre possuir um misterioso poder sobrenatural que precisa aprender a controlar. A trama foi desenvolvida pelos roteiristas Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia que rendeu quatro filmes de baixo orçamento lançados direto em DVD. A modelo australiana Jessica Green (que fez uma figuração em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) tem o papel principal e o elenco também inclui Jake Stormoen (de “Mythica”), Imogen Waterhouse (“Animais Noturnos”) e o norte-irlandês Kristian Nairn (que viveu Hodor em “Game of Thrones”). “The Outpost” estreia na próxima terça, dia 10 de julho, nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Vilão de Jurassic World entra no spin-off de Homens de Preto

    4 de julho de 2018 /

    O ator Rafe Spall, que viveu o vilão de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, entrou para o spin-off da franquia “MIB: Homens de Preto”, junto de Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”). Seus personagens não foram revelados, mas eles vão se juntar aos protagonistas Chris Hemsworth e Tessa Thompson (que trabalharam juntos em “Thor: Ragnarok”), que formam uma nova dupla de Homens de Preto. Além deles, o ator Liam Neeson (“Busca Implacável”) também está confirmado na produção da Sony, que será dirigida por F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”). O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, focando-se em outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). Apesar de ainda não ter título oficial, o spin-off de “Homens de Preto” já tem data de estreia: 14 de junho de 2019.

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  • Série

    Netflix resgata Mixtape, série musical que teve piloto rejeitado pela Fox

    4 de julho de 2018 /

    A Netflix decidiu resgatar “Mixtape”, série musical que foi originalmente encomendada pela Fox, mas acabou sem aprovação para ganhar temporada, após seu piloto ser rejeitado. A foto acima já é da produção. A série terá 10 episódios estrelados por Callie Hernandez (“Alien: Covenant”), Jenna Dewan (série “Supergirl”) e Madeleine Stowe (série “Revenge”), mas o piloto será regravado para mudar o protagonista masculino, que seria vivido por Raul Castillo (série “Seven Seconds”). Com a recusa da Fox, ele acertou uma participação recorrente na 3ª temporada de “One Day at a Time” na própria Netflix. “Mixtape” é uma criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”) e vai acompanhar um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles. A trama mostrará também suas relações com o romance, explorando se o tempo pode curar um coração partido e se o amor pode resistir às tragédias da vida. Essa é a segunda série rejeitada pela Fox que a Netflix “salva” nos últimos dois meses. A primeira foi a cancelada “Lucifer”, que terá uma 4ª temporada no serviço de streaming.

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    Tom Cruise briga com Henry Cavill e arrisca a vida em novos vídeos legendados de Missão Impossível

    4 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou um novo comercial legendado, que destaca a rivalidade entre os personagens de Tom Cruise e Henry Cavill, e outro vídeo legendado, repleto de entrevistas e cenas de bastidores da produção, com ênfase nas situações de risco de vida de Cruise, que continua a dispensar dublês para fazer as sequências perigosas de seus filmes. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Robby Müller (1940 – 2018)

    4 de julho de 2018 /

    Morreu Robby Müller, um dos diretores de fotografia mais influentes dos últimos anos, com uma filmografia repleta de trabalhos cultuadíssimos. Ele faleceu nessa quarta (4/7) aos 78 anos de idade. O holandês ficou conhecido por suas colaborações com os cineastas Wim Wenders, Jim Jarmusch e Lars Von Trier, que lhe rendeu uma reputação de “mestre da luz”, por conta de sua ênfase em iluminação e cores no cinema. Müller começou sua parceria com Wenders em “Summer in the City” (1970) e ela rendeu diversos clássicos, como “O Medo do Goleiro Diante do Pênalti” (1972), “Alice nas Cidades” (1974), “Movimento em Falso” (1975), “O Amigo Americano” (1977), até culminar em “Paris, Texas” (1984), a obra-prima do diretor alemão. A repercussão deste filme o colocou em contato com diretores “malditos” do cinema americano, como Alex Cox, para quem fotografou o cultuado “Repo Man: A Onda Punk” (1986), William Friedkin, com quem trabalhou em outro cult, “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), e principalmente Jim Jarmusch, que se tornou seu segundo grande parceiro, estendendo as colaborações para todos os filmes do diretor, de “Daunbailó” (1986) até “Sobre Café e Cigarros” (2003), último longa-metragem do diretor de fotografia. Entre os filmes de Jarmusch, Müller ainda registrou as imagens de dois filmes de Lars Von Trier: “Ondas do Destino” (1996) e “Dançando no Escuro” (2000), este último com a cantora Björk no elenco. Ele também assinou o visual de um cult britânico: “A Festa Nunca Termina” (2002), do inglês Michael Winterbottom. Três vezes vencedor da premiação da Academia Alemã, o Oscar do cinema alemão, Müller nunca foi indicado ao Oscar, fato amplamente criticado na comunidade de cinematógrafos em Hollywood. Já o sindicato americano da categoria lhe rendeu um tributo pela carreira em 2013.

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  • Filme

    Scarlett Johansson irrita militantes das redes sociais ao decidir viver transexual no cinema

    3 de julho de 2018 /

    A notícia de que Scarlett Johansson viveria um gângster transexual no vindouro filme “Rub & Tug” colocou os militantes das redes sociais em pé de guerra contra a atriz. Diversos usuários do Twitter consideraram uma ofensa a escolha de uma intérprete hetero para um papel de trans. Especialmente Johansson, que já tinha sido alvo de reclamações ao interpretar uma “japonesa” em “Ghost in the Shell”. Para piorar, o diretor é o mesmo nos dois filmes, Rupert Sanders. A controvérsia foi alimentada pelo site Bustle, que questionou os representantes da atriz sobre a decisão de viver um trans. A resposta foi a seguinte declaração: “Diga para direcionar a pergunta aos representantes de Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman para comentarem”, citando atores heterossexuais que já interpretaram trans no cinema. April Reign, que ficou conhecida por lançar a campanha #OscarsSoWhite, contra a discriminação racial no Oscar, resolveu levar adiante a polêmica, ao questionar a escolha no Twitter. “Scarlett Johansson recebeu uma considerável reação negativa por ‘Ghost in the Shell’, quando interpretou uma personagem asiática embranquecida. O filme fracassou. Implacável, ela se uniu COM O MESMO DIRETOR para interpretar um personagem trans masculino em ‘Rub & Tug’”. Logo em seguida, a caixa de pressão do Twitter deu início a uma campanha de bullying contra a atriz, chamando-a de “transface” e dizendo que o caso se trata de “ciswashing”. “Transface” é uma alusão ao uso de “blackface”, quando brancos se pintavam para imitar/ridicularizar negros, e “ciswashing” faz referência ao “whitewashing”, o costume de dar papéis de outras etnias para atores brancos. No caso, troca-se brancos por héteros e outras etnias por transexuais. Caso a pressão se acentue, o mais provável é que Scarlett desista para não manchar sua reputação.

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