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    Filme de Deadpool para menores ganha trailer divertido com homenagem à Princesa Prometida

    19 de novembro de 2018 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer de “Once Upon a Deadpool”, reedição para menores do filme “Deadpool 2” com cenas inéditas. A prévia, claro, é divertida e confirma a participação do ator Fred Savage numa homenagem – assumida no próprio vídeo – ao clássico “Princesa Prometida” (1987), cujo roteirista original faleceu na semana passada. No filme dos anos 1980, Savage vivia um menino doente, que ouvia um conto de fadas lido por seu avô. No trailer, Deadpool aparece lendo um livro para Savage, que está amarrado em sua cama e só será solto ao final da história. Isso não o impede de participar da brincadeira de metalinguagem, afirmando que prefere os filmes da Marvel. E embora Deadpool garanta que é da Marvel, o ator retruca que ele não é 100% Marvel, já que é licenciado para a Fox, para horror do herói, que precisa se conter para não soltar um palavrão. Afinal, esta é uma versão para menores. A ideia de ler para Savage a história de “Deadpool 2” partiu do próprio intérprete do protagonista, Ryan Reynolds. Essas cenas teriam sido filmadas em um único dia pela dupla de atores, com roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e direção de Dave Leitch – o time de “Deadpool 2”. Mas a prévia revela outras sequências inéditas, que exploram, entre outras peculiaridades, como o casal formado por Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand) e Yukio (Shioli Kutsuna) é fofinho. “Once Upon a Deadpool” vai ficar em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos por um período limitado, entre os dias 12 e 24 de dezembro apenas. E cada ingresso vendido renderá US$ 1 para uma instituição beneficente de luta contra o câncer, chamada F*ck Cancer, que momentaneamente será rebatizada como Fudge Cancer para ganhar divulgação junto do lançamento para menores. Não há previsão para sua exibição no Brasil.

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  • Série

    Netflix renova Big Mouth para a 3ª temporada

    18 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série animada “Big Mouth” para a 3ª temporada. A encomenda de novos episódios foi anunciada com um vídeo disponibilizado no canal oficial da série no Twitter. Veja abaixo. E aconteceu pouco mais de um mês após a estreia do segundo ano da animação no serviço de streaming. Criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) “Big Mouth” é uma série protagonizada por monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, já que a trama acompanha pré-adolescentes passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. Os monstros se manifestam como vozes da consciência dos personagens. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 3ª temporada deve estrear no final de 2019. Puberty gets even messier.#BigMouth Season 3 is coming to @netflix in 2019. pic.twitter.com/vd1CpHg9L6 — Big Mouth (@bigmouth) November 17, 2018

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  • Filme

    YouTube começa a oferecer filmes de graça com comerciais

    18 de novembro de 2018 /

    O Youtube começou a exibir filmes de forma gratuita e sem alarde. Desde a semana passada, a plataforma vem disponibilizando cerca de 100 clássicos, como “O Exterminador do Futuro”, “Legalmente Loira” e títulos da franquia “Rocky”, sem cobrar por suas visualizações. Os filmes vêm acompanhados de anúncios e fazem parte de uma experiência para verificar a viabilidade desse tipo de exibição. “Nós vimos essa oportunidade baseada na demanda do nosso usuário, além de oferecer filmes pagos. Podemos ter filmes apoiados por anúncios, de graça para o usuário? Também apresenta uma oportunidade legal para os anunciantes”, afirmou o executivo Rohit Dhawan, em entrevista para o site AdAge. A ideia é expandir esse catálogo inicial. Por enquanto, porém, a iniciativa está restrita ao mercado americano.

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  • Série

    Steve Carell é pressionado a voltar a fazer The Office pelo elenco da série clássica

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Steve Carell foi o convidado especial do programa “Saturday Night Live” exibido no último sábado (17/11) nos Estados Unidos. E durante seus primeiros minutos no palco, ele se viu numa saia justa, como alvo de uma grande pressão de outros convidados, seus antigos colegas na série “The Office”, para aceitar participar de um revival da atração. Os ex-“The Office” Ellie Kemper, Ed Helms e Jenna Fischer, além da esposa do ator, Nancy Carell (que participou da série clássica), e até seus filhos se juntaram para tentar convencê-lo a estrelar uma nova versão da comédia, já que haveria muito dinheiro envolvido. Veja abaixo. Claro que tudo estava previamente combinado. Mas há um fundo de verdade nessa brincadeira. Existe realmente interesse da rede NBC em resgatar “The Office”. O canal original da série clássica é o mesmo que exibe “Saturday Night Live” nos Estados Unidos. Um mês antes do relançamento bem-sucedido de “Will & Grace”, o presidente da rede, Bob Greenblatt, revelou a jornalistas que sua lista de desejos de revivals dos anos 2000 incluía ainda “The Office” e “30 Rock”. “Muitas vezes falamos sobre ‘The Office'”, afirmou o executivo ao site Deadline. “Eu conversei com Greg [Daniels] quatro vezes nos últimos anos. É sempre ‘talvez um dia, mas não agora’. Certamente, há um convite aberto. Se ele quiser fazer isso, eu faria isso”. A versão americana de “The Office” teve 9 temporadas e o último episódio foi ao ar em 2013. Além dos atores presentes no “Saturday Night Live”, a série contava com John Krasinski, Rainn Wilson, Mindy Kaling, B.J. Novak e Craig Robinson, entre outros. No ano passado, Carell chegou a brincar com a possibilidade da volta da série. Ele fez uma pegadinha com seus seguidores do Twitter, anunciando a volta de “The Office”. E a internet veio abaixo, com reproduções do tuíte por inúmeros fãs, que comemoraram o retorno. Mas pouco depois, o próprio Carell corrigiu a informação: “Espera, desculpa. Eu quis dizer Will & Grace! (erro de digitação)”. All in favor of a reboot? @theofficenbc #SNL pic.twitter.com/JwckHypkYC — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) November 18, 2018

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  • Etc,  Série

    Titans: Intérprete de Jason Todd encontra a estátua póstuma de Robin do filme Batman vs Superman

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) causou sensação nesta semana ao aparecer na série “Titans” no papel de Jason Todd, o segundo e trágico Robin. Primeiro intérprete do personagem em live action, ele foi entrevistado pelo programa “DC Daily” para marcar a ocasião, e o cenário incluiu a célebre estátua póstuma de Robin pichada pelo Coringa, vista no filme “Batman vs. Superman”. Walters aproveitou para tirar uma foto ao lado da imagem e postá-la nas redes sociais. Veja abaixo. A estátua, claro, tem significado sombrio, já que o Coringa matou Jason Todd brutalmente nos quadrinhos. Mas morte é um conceito relativo na DC e Jason Todd não demorou a melhorar sua saúde e voltar a aparecer nas publicações da editora como o Capuz Vermelho, personagem que Walters adoraria interpretar na série dos “Titãs”, como confidenciou. Ele deu a entender que sua participação na série não vai se resumir apenas a um episódio. E em outra entrevista, ao site Comic Book Movie, praticamente anunciou que estará na 2ª temporada – já confirmada – da atração. “Titans” estreou em 12 de outubro na plataforma de streaming DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. E vai aparecer no Brasil por outro serviço de streaming, a Netflix, assim que terminar sua 1ª temporada. A série está atualmente na metade de seus 12 episódios inaugurais.

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  • Filme

    Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia com pior bilheteria da franquia Harry Potter

    18 de novembro de 2018 /

    “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Entretanto, a arrecadação de US$ 62 milhões ficou abaixo das expectativas ambiciosas da Warner e representa a menor abertura registrada por um título da franquia “Harry Potter”. Para completar, o filme também vem acumulando as piores críticas desse universo criado pela escritora J.K. Rowling e a cada dia vê sua aprovação desabar mais no ranking do Rotten Tomatoes. Se até a estreia era considerado medíocre, com pouco mais de 50% de aprovação, a nota desabou de vez nesse domingo (18/11), registrando no momento apenas 40%, o que lhe rende a condição de “podre” pelos critérios do site. Em compensação, tem conseguido bom desempenho no mercado internacional, onde está sendo visto por mais público que o filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Isto, claro, deve-se à estratégia de distribuição, que alinhou a estreia simultânea em 79 países. Assim, a produção gerou mais US$ 191 milhões – com destaque para os países da Europa – totalizando US$ 253,2 milhões em sua estreia mundial. Vale lembrar que “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi filmado com um mega-orçamento de US$ 200 milhões e ainda gastou outra fortuna em marketing para sua divulgação, de modo que a expectativa do estúdio mirava uma bilheteria de no mínimo US$ 800 milhões ao todo, como o filme anterior. O detalhe é que apenas quatro lançamentos superaram esse montante em 2018. A estreia de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ficou abaixo até do desempenho da animação “O Grinch” na semana passada. O desenho da Illumination/Universal, que agora caiu para o 2º lugar, começou sua trajetória com US$ 66 milhões e manteve o sucesso na segunda semana, com mais US$ 38,1 milhões. Em dez dias, a animação já soma US$ 126,5 milhões nos Estados Unidos e no Canadá. Porém, não tem o mesmo desempenho no resto do mundo. Isto se deve às criações de Dr. Seuss não serem tão conhecidas fora da América do Norte, mas principalmente por o lançamento internacional ter sido muito pulverizado. A maioria dos países só vai receber sua estreia entre o final de novembro e o Natal, devido à temática natalina – mas já está nos cinemas brasileiros. “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, também segue impressionante no 3º lugar em sua terceira semana de exibição. A bilheteria atingiu US$ 384,3 milhões em todo o mundo, superando o outro musical em cartaz, “Nasce uma Estrela” (US$ 340,7 milhões após sete semanas). O Top 5 se completa com duas estreias. A comédia “De Repente uma Família” fez só US$ 15,7 milhões e abriu em 4º lugar, também abaixo das expectativas da Paramount, que imaginava algo em torno das bilheterias da franquia “Pai em Dose Dupla”, com o mesmo ator (Mark Wahlberg) e temática similar – o primeiro “Pai em Dose Dupla” estreou com US$ 38,7 milhões e o segundo com US$ 29,6 milhões. A crítica, no entanto, gostou bem mais da nova comédia que das anteriores (“podres”), com 81% de aprovação. Já “As Viúvas” iniciou com US$ 12,3 milhões. Pode parecer pouco, mas é o melhor desempenho inicial de uma obra do diretor Steve McQueen, que antes de vencer o Oscar com “12 Anos de Escravidão” (2013) só fazia dramas indies pouco convencionais. O novo trabalho representa sua primeira incursão ao cinema de ação e o resultado foi aplaudidíssimo pela crítica, com 91% no Rotten Tomatoes. É também o filme mais caro do cineasta inglês. Custou US$ 42 milhões, pouco mais que o dobro de “12 Anos de Escravidão”, e teria como meta faturar US$ 150 milhões no mínimo. Isto lhe obriga a ter um desempenho internacional bem melhor. O problema é que o público não se empolgou tanto quanto a crítica, como atesta a nota B no CinemaScore, pesquisa feita com quem pagou ingresso nos Estados Unidos. Dos três filmes lançados, “As Viúvas” teve a pior avaliação do público americano, que, em franco contraste com a crítica, deu B+ para “Animais Fantásticos” e adorou “De Repente uma Família”, único a receber nota A. Tanto “As Viúvas” quanto “De Repente uma Família” estreiam no Brasil em duas semanas, no dia 29 de novembro. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” já está em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 62,2 Total EUA e Canadá: 62,2 Total Mundo: US$ 253,2m 2. O Grinch Fim de semana: US$ 38,1m Total EUA e Canadá: US$ 126,5m Total Mundo: US$ 151,7m 3. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 15,7m Total EUA e Canadá: US$ 127,8m Total Mundo: US$ 384,3m 4. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 14,7m Total EUA e Canadá: US$ 14,7m Total Mundo: US$ 14,7m 5. As Viúvas Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 19,6m 6. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 4,6m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 116,2m 7. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 4,3m Total EUA e Canadá: US$ 185,8m Total Mundo: US$ 340,7m 8. Operação Overlord Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 17,7m Total Mundo: US$ 32,7m 9. Millennium: A Garota na Teia de Aranha Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 26,5m 10. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 29,1m

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  • Série

    Episódio de Legacies faz “crossover” com séries da DC e o filme Pânico

    18 de novembro de 2018 /

    A rede CW surpreendeu seus telespectadores com o episódio de “Legacies” exibido nessa semana nos Estados Unidos. Intitulado “Hope Is Not the Goal”, o episódio começou com o pesadelo de um dos personagens, MG (Quincy Fouse), que se vê caçado pelo Gorila Grodd, vilão da série “The Flash”, criando uma espécie de crossover entre o Arrowverse e o universo de “The Vampire Diaries”. A cena revela que ele estava lendo os quadrinhos de “The Flash” antes de dormir. Mas esse não foi o fim do pesadelo, pois logo em seguida o assassino mascarado Ghostface, da franquia de terror “Pânico”, irrompe da escuridão para atacá-lo, o que finalmente acorda MG para valer. A criadora de “Legacies”, Julie Plec, confirmou que o encontro com o Gorila Grodd foi “oficial”. “Nós queríamos que MG tivesse um pesadelo com algum monstro dos quadrinhos que ele estava lendo, então pedimos para Greg Berlanti e para DC se poderíamos pegar emprestado o Grodd. Eles foram muito gentis. O primeiro crossover de TVD e da DC”, escreveu a criadora da série no Twitter. Ela também compartilhou a razão a homenagem à “Pânico” na série. “Quando contei como seria a participação para Sarah Schechter (produtora de ‘The Flash’), ela disse: ‘Espero que você esteja fazendo um pesadelo dentro de um pesadelo’. E assim fizemos. Com Ghostface de ‘Pânico’. Obrigado ao Fun World por nos deixar usá-lo”. “Como muitos de vocês sabem, eu era o assistente do diretor Wes Craven em ‘Pânico’. Lembro-me do dia em que um produtor encontrou a máscara de Ghostface no quarto de uma casa que eles estavam sondando como set”. “O estúdio tentou ter uma versão diferente da máscara, com o objetivo de explorá-la como merchandising. Mas todas as versões diferentes ficaram uma droga. Wes preferiu ficar com a máscara vendidas das lojas e a Fun World manteve a posse de seus direitos”. “Fazer ‘Pânico’ foi um dos destaques da minha vida. Foi o primeiro filme em que trabalhei e foi onde me apaixonei por Kevin williamson (roteirista de ‘Pânico’ e cocriador de ‘The Vampire Diaries’ com Plec). E, anos mais tarde, Brett Matthews (roteirista de ‘The Vampire Diaries’ e autor do episódio de ‘Legacies’ com o crossover) foi contratado para ser o showrunner da 3ª temporada da série baseada no filme. Nós dois estávamos empolgados para fazer uma homenagem ao Ghostface”. Com média de 1,1 milhão de telespectadores ao vivo, “Legacies” vem mantando maior audiência que a temporada final de “The Originals” (833 mil telespectadores), da qual é derivada. A série combina personagens introduzidos ainda bebês em “The Vampire Diaries” e “The Originais”, além de personagens adultos da primeira série, para acompanhar a nova geração sobrenatural desse universo compartilhado. A trama se passa numa escola para adolescentes amaldiçoados, que tenta ensinar a jovens vampiros, lobisomens e bruxas como se defender sem que precisem virar predadores da humanidade. “Legacies” estreou em 25 de outubro nos Estados Unidos e “Hope Is Not the Goal” foi seu quarto episódio. Ainda não há previsão para o lançamento da série no Brasil. Some morning after #Legacies comments: 1) We wanted MG to have a nightmare about a monster from the comic books he was reading, so we asked @GBerlanti and @TheDCUniverse if we could 'borrow' Grodd. They were VERY gracious. The first TVDU-DCU crossover! — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 When I pitched it to @SarahSoWitty, she said "I hope you're doing a nightmare within a nightmare." — and so we did. Enter, Ghostface from SCREAM. Thanks to Fun World for letting us use him. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 As many of you know, I was Wes Craven's assistant on SCREAM. I remember the day that his producer found the mask in the kid's bedroom of a house they were scouting. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 The studio tried to have a different version of the mask designed so that they could own it for merchandising. Alas, every different version sucked. Wes stuck with the store-bought mask and Fun World held on to ownership. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018 Making SCREAM was one of the highlights of my life. It was the very first movie I worked on and it's where @kevwilliamson and I fell in love. And years later, @brettwmatthews was hired to be the show-runner of Scream Season 3. We were both excited to give Ghostface a shout-out. — Julie Plec (@julieplec) November 16, 2018

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  • Filme

    Homem-Aranha no Aranhaverso ganha novo trailer com legendas, dublagem e até versão estendida

    18 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou um novo trailer da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” em três versões diferentes: dublada em português, legendada e estendida. A última traz diversas cenas a mais e não tem legenda nem dublagem nacional. A divertida produção marca o primeiro encontro no cinema dos diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha que existem nos quadrinhos. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Alexander Skarsgard e Eiza Gonzalez aparecem nas primeiras fotos das filmagens de Godzilla vs Kong

    18 de novembro de 2018 /

    Paparazzi conseguiram flagrar as filmagens de ”Godzilla vs Kong”, revelando as primeiras imagens da produção. Nelas, é possível ver os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”) em uniformes da organização Monarch (o logo é visível nos ombros). Outro detalhe é que o personagem de Skarsgard já surge brigando em cena. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. Além dos dois atores citados, o elenco inclui Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além do trio remanescente Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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    Diretor informa que Godzilla II: O Rei dos Monstros já está pronto para ser exibido

    18 de novembro de 2018 /

    O diretor Mike Dougherty anunciou que ”Godzilla II: O Rei dos Monstros” foi concluído. A pós-produção estava em andamento há alguns meses. Mas, apesar das comemorações, agora começa a fase decisiva, com sessões de testes que, caso haja rejeição, podem enviar o filme de volta para a mesa de edição. Curiosamente, a finalização aconteceu quatro meses após a divulgação do primeiro trailer – que pode ser visto legendado aqui. A primeira prévia escondia as cenas sob fumaça, sem revelar muito da trama, mas trazia narração de Vera Farmiga (“Bates Motel”) avisando que a Terra está à beira de um colapso e a única salvação reside em se encontrar seus “governantes originais”. Chamados de Titãs pela protagonista, tratam-se na verdade de monstros gigantes, escondidos por milhares de anos, que precisam ser tirados de seus esconderijos naturais para impedir o apocalipse. Entretanto, a chegada das criaturas acaba causando tanta ou até mais destruição, o que faz a filha da personagem considere que sua mãe também é um monstro. A filha é vivida por Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”) e o elenco também inclui Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Segundo a sinopse oficial, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam um levante de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Godzilla já os combateu individualmente e também a todos ao mesmo tempo em vários clássicos japoneses – em particular no famoso “O Despertar dos Monstros’ (1968). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. It is done. With love and gratitude to the thousands of talented people all around the world who helped make this lifelong dream a reality. In Godzilla we trust. @GodzillaMovie pic.twitter.com/JnPoqFoXHY — Mike Dougherty ? (@Mike_Dougherty) November 16, 2018

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    Mickey Mouse completa 90 anos de influência na cultura pop

    18 de novembro de 2018 /

    Neste domingo, completam-se 90 anos da primeira exibição de Mickey Mouse. Ele foi visto pelo público pela primeira vez num curta animado em preto-e-branco, “O Vapor de Willie”, que foi projetado num cinema de Nova York em 18 de novembro de 1928. O desenho de oito minutos trazia Mickey pilotando um barco a vapor e divertindo a passageira Minnie Mouse ao tornar os animais a bordo instrumentos musicais. Foi um enorme sucesso, porque também foi um dos primeiros desenhos animados sonoros. O som tinha chegado aos cinemas apenas 11 meses antes. E o rato ria, com a voz do próprio Walt Disney, e fazia música. Não era a primeira tentativa de Disney de emplacar um personagem animado. Seu predecessor tinha sido o coelho Oswald. Mas o ratinho, com seus traços simples – um grande círculo e dois círculos menores representavam sua cabeça – acabou caindo no gosto popular. O detalhe é que esses traços tão famosos não foram criados por quem você pensa e sim por Ub Iwerks. Foi o famoso animador quem criou o visual que hoje é símbolo do nome Disney, além de ter codirigido “O Vapor de Willie” com Disney, que o incentivou, batizou o personagem, dublou-o, ajudou a animá-lo e o produziu. O lançamento do Mickey foi uma vingança contra a Universal e o produtor Charles Mintz, com quem Disney tinha começado sua carreira em Hollywood. Mintz dizia que Oswald pertencia à Universal e que Disney estava sob contrato para realizar mais desenhos. Ele comprou a briga, mas perdeu a maioria de seus animadores originais, que também assinaram contrato com a Universal. Apenas Iwerks e os assistentes Les Clark e Wilfred Jackson permaneceram leais. Assim, ao se ver traído, Disney resolveu juntar os três para lançar seu próprio estúdio e ter os direitos sobre tudo o que lançasse. Por isso, com Mickey também nasceu o estúdio Disney. Embora tenha sido o primeiro desenho do Mickey exibido nos cinemas, “O Vapor de Willie” foi na verdade o terceiro curta animado desenvolvido com o personagem. Os dois anteriores simplesmente não conseguiram distribuição, porque o estúdio de Disney era independente – quem diria… Mas o desenho do ratinho no barco encontrou interessados porque era uma paródia de um filme muito bem-sucedido, “Marinheiro de Encomenda” (1928), estrelado por Buster Keaton, que tinha sido lançado seis meses antes. Como a maioria dos estúdios ainda estavam produzindo desenhos mudos, “O Vapor de Willie” logo se destacou, levando à produção de novos curtas com o ratinho orelhudo. Disney dublou todos eles, até os anos 1940. Cada novo desenho refletia a evolução do personagem. Só em 1929 ele ganhou suas luvas. Em 1931, Pluto virou seu cachorro. Em 1932, Pateta virou seu melhor amigo. Em 1935, Mickey finalmente ganhou cores e conheceu o Pato Donald. E em 1940 apareceu em seu primeiro longa, “Fantasia”, como um aprendiz de feiticeiro. A primeira grande reforma visual do personagem veio em 1939, quando o animador Fred Moore mudou os olhos do ratinho, incluindo pupilas – até então, seus olhos eram apenas dois pontos pretos – , que aumentaram sua expressividade. As mudanças continuaram nos anos 1940, com o sumiço de seu rabo, um novo guarda-roupas – ele só usava shorts vermelhos no começo – e orelhas menos estáticas. Mas o que manteve Mickey popular por tantos anos foi a exibição de seus desenhos na TV, a partir dos anos 1950, e à ideia de Disney de explorá-lo em outros meios, como quadrinhos, brinquedos, camisetas, lancheiras, etc. O personagem se tornou maior que o cinema. Logo, passou a ser visto ao vivo pelas crianças, em parques temáticos com o nome de Disney. Um império surgiu em torno de suas orelhas redondas. Não foi à toa que Walt Disney passou a chamar o Mickey de seu embaixador global. Mickey lançou não apenas a Walt Disney Pictures, mas o conceito do império Disney.

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    Morbius: Jared Leto posta vídeo de sua “transformação” em seu próximo vilão dos quadrinhos no cinema

    18 de novembro de 2018 /

    O ator Jared Leto (o Coringa do “Esquadrão Suicida”) postou no Twitter um vídeo em que mostra sua “transformação” em novo vilão dos quadrinhos. Acompanhado da legenda “E assim começa” e a hashtag #Morbius, o vídeo tem até música dramática, mas a preparação do ator é anticlimática, já que consiste apenas de fazer a barba. Afinal, o cabelo comprido e a pele pálida de Mórbius já fazem parte de sua persona. Morbius deve ser o próximo filme do universo estendido do Homem-Aranha, que virou prioridade da Sony após o sucesso de “Venom” nas bilheterias mundiais. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”) e a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Mas apesar da antecipação de Jared Leto para, digamos, assumir logo o visual do personagem, a produção ainda não anunciou nenhum outro integrante do elenco. O que significa que as gravações não vão começar em seguida, à toque de caixa. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom. O filme da Sony não é a primeira tentativa de transformar Morbius em filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos. Felizmente, a negociação não foi concluída. Na Sony, “Morbius” se juntará a “Venom” e a outros projetos focados em coadjuvantes do Aranha, como os filmes de “Kraven, o Caçador”, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), Nightwatch e Silk. Mas “Silver & Black”, parceria entre as heroínas/vilãs Sabre de Prata e Gata Negra, que seria dirigida por cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), foi cancelado. O longa estrelado por Jared Leto ainda não tem previsão de estreia. And so it begins…#MORBIUS ✂️✂️?? pic.twitter.com/79mzOGEdOZ — JARED LETO (@JaredLeto) November 15, 2018

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  • Série

    J.K. Simmons entra no revival da série Veronica Mars

    18 de novembro de 2018 /

    O ator J.K. Simmons, vencedor do Oscar por “Whiplash” (2014) e astro da série “Counterpart”, juntou-se ao elenco do revival de ”Veronica Mars”. Ele interpretará Clyde Prickett, um ex-presidiário que chega em Neptune para trabalhar com Dick Casablancas (Ryan Hansen), após passar dez anos na cadeia por extorsão. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming Hulu, novamente escrita por seu criador Rob Thomas e estrelada por Kristen Bell no papel-título. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo, que na época bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. As gravações começam nas próximas semanas, e além de Kristen Bell e Ryan Hansen, também estão confirmados os retornos de Enrico Colantoni, Jason Dohring, Percy Daggs III, Max Greenfield e David Starzyk a seus personagens da série clássica. Já as novidades incluem ainda Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Izabela Vidovic (“iZombie”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). Ainda não há previsão de estreia, mas é possível supor que os novos episódios sejam disponibilizados em 2019.

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