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  • Série

    John Cusack vai estrelar sua primeira série, juntando-se ao elenco de Utopia

    19 de abril de 2019 /

    O ator John Cusack (“Alta Fidelidade”) entrou no elenco de “Utopia”, nova série distópica da Amazon, fazendo sua estreia no gênero. Com longa carreira cinematográfica, iniciada nos anos 1980, ele viverá um cientista em seu primeiro papel fixo numa série. A atração é remake da produção britânica de mesmo nome, e está sendo adaptada pela romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à série “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). A trama gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração nas páginas de uma continuação perdida de “Utopia”, sua graphic novel favorita. A história jamais tinha sido publicada porque seu autor e artista foi internado num hospício. Mas, ao descobrirem o manuscrito original, os fanboys se tornam alvo de uma organização sinistra e precisam desvendar seu mistério. E a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que há anos foge dos assassinos em seu encalço. Cusack vai interpretar o Dr. Kevin Christie, um gênio carismático da biotecnologia, que quer mudar o mundo por meio da ciência. O personagem não existe na série original, mas a descrição sugere um dos principais vilões da história. Seu filho na história será vivido por Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). O resto do elenco destaca Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“O Método Kominsky”), Desmin Borges (“You’re the Worst”) e o menino Javon “Wanna” Walton como os fanboys, Sasha Lane (“Hellboy”) como Jessica Hyde, a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys, Christopher Denham (“Billions”) como Arby, o assassino no encalço dos fugitivos, e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Originalmente desenvolvida para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série acabou na Amazon com produção de Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Morreu a investigadora paranormal que inspirou a franquia Invocação do Mal

    19 de abril de 2019 /

    Lorraine Warren, a investigadora paranormal americana que inspirou a popular franquia de terror “Invocação do Mal”, morreu aos 92 anos. Segundo o neto de Lorraine, Chris McKinnell, ela morreu sem sofrer durante o sono, na noite de quinta-feira (18/4). “Ontem à noite minha avó, Lorraine Warren, calma e pacificamente nos deixou para se juntar ao seu amado Ed. Ela estava feliz e rindo até o fim”, publicou McKinnell nas redes sociais. O casal Lorraine e Ed Warren se tornaram conhecidos mundialmente por seu trabalho como investigadores de atividade paranormal. Ele morreu em 2006. A dupla, que se autointitulava clarividente, atuou em alguns dos casos mais famosos da história, incluindo as assombrações da mansão de Amityville, o poltergeist de Enfield e o caso da boneca Annabelle, todos retratados em filmes da franquia dirigida e produzida por James Wan. Em 1952, eles criaram a Sociedade para Pesquisa Psíquica de New England, grupo de caçadores de fantasmas mais antigo da região, e também administraram um museu ocultista em que exibia os artefatos usados em investigações, entre eles a boneca Annabelle. No cinema, Lorraine foi interpretada pela atriz Vera Farmiga, que homenageou a investigadora em sua conta do Twitter. “De um profundo sentimento de tristeza, surge um profundo sentimento de gratidão. Eu fui tão abençoado por tê-la conhecido e tenho a honra de retratá-la. Ela viveu sua vida em graça e alegria”, escreveu a atriz. Farmiga voltará a interpretar Lorraine Warren em “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, que estreia em 23 de junho. Já o mais recente filme do universo “Invocação do Mal”, “A Maldição da Chorona”, estreou nos cinemas brasileiros neste fim de semana.

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  • Série

    The Magicians surpreende com morte de protagonista no final da 4ª temporada

    19 de abril de 2019 /

    Corre pra baixo da cama que lá vem um spoiler monstruoso. “The Magicians” encerrou sua 4ª temporada na quarta-feira (17/4) nos Estados Unidos chocando os fãs com a morte de um de seus protagonistas. Ou melhor, do Protagonista com P maiúsculo, o personagem Quentin Coldwater (vivido por Jason Ralph), que foi o fio condutor da série do canal pago SyFy em suas primeiras temporadas. Se a trilogia literária de “Os Magos”, de Lev Grossman, em que a série se baseia, costuma ser considerada uma versão adulta de “Harry Potter”, a morte de Quentin seria o equivalente a matar Harry Potter e continuar a saga com Ron e Hermione. “The Magicians” acompanhava o jovem Quentin em sua jornada, ao entrar numa escola secreta de magia, onde passou a conhecer outros estudantes com poderes fantásticos, que se tornaram seus aliados valorosos em aventuras apocalípticas. Assim como Harry Potter, Quentin carregava a fama de ser “o escolhido”, sendo até chamado dessa forma algumas vezes. Além disso, era o personagem que sempre mantinha o grupo unido. Em procissão pela imprensa, os criadores da série, Sera Gamble (ex-produtora e roteirista de “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”), contaram que conversaram com o ator Jason Ralph e o escritor Lev Grossman sobre a hipótese de matar Quentin. E só após receber aprovação dos dois foram em frente com sua história, registrando um fim heroico para o personagem, que se sacrifica para salvar seus amigos – e o mundo – num momento de decisão impossível. O impacto da morte de Quentin foi tão grande que o fim da temporada funciona quase como um fim da série. Mas “The Magicians” foi renovada para seu quinto ano. Os produtores confirmaram que a 5ª temporada contará com um arco de luto para o grupo formado por Alice (Olivia Taylor Dudley), Julia (Stella Maeve) e Elliot (Hale Appleman), os personagens com quem Quentin tinha maior intimidade. Eles terão que aprender a viver sem o melhor amigo e amor de suas vidas. Mas a história vai continuar, avançando a trama para além dos livros originais, onde Quentin não morreu. A 5ª temporada vai estrear apenas em 2020. A série também faz parte da programação do canal pago Syfy no Brasil.

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  • Filme

    Trailer de Nada a Perder 2 continua história de Edir Macedo

    19 de abril de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia tem cenas de protestos, polícia, documentos queimados, o infame chute na santa e viagem a Israel, além de mostrar o crescimento do negócio religioso. Acusado de ser exibida para salas vazias de cinema – enquanto a Igreja Universal negou ter comprado e distribuído tíquetes entre fiéis, exibidoras confirmaram ter vendido pacotes para pastores – , o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw tem ação, humor e supervilão

    19 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou o segundo trailer legendado de “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, título oficial do spin-off da franquia “Velozes e Furiosos” centrado nos personagens de Dwayne Johnson (Hobbs) e Jason Statham (Shaw). A prévia tem muito mais humor que os filmes da franquia principal, mas mantém as cenas de ação insanas com veículos “voadores” que deram fama a “Velozes e Furiosos”. A principal diferença é que “Hobbs & Shaw” parece filme de super-herói. Só não assume inspiração na fórmula da Marvel porque o supervilão de Idris Elba é fã da DC, apresentando-se como “o Superman negro”, devido à superforça adquirida em experiência genética. Dirigido por David Leitch (“Deadpool 2”) e escrito por Chris Morgan, roteirista veterano de “Velozes & Furiosos”, o longa completa seu elenco com participações de Vanessa Kirby (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Helen Mirren (repetindo seu papel de “Velozes e Furiosos 8”), Eiza Gonzalez (de “Em Ritmo de Fuga”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), John Tui (“Battleship”), o jogador de futebol americano Josh Mauga e o lutador Roman Reigns, primo de Dwayne “The Rock” Johnson. A estreia está marcada para 1 de agosto no Brasil – nove meses antes do aguardado “Velozes & Furiosos 9”.

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  • Série

    Seita sexual da atriz Allison Mack vai virar série documental da HBO

    19 de abril de 2019 /

    A HBO fará uma série documental sobre a seita NXIVM, que é acusada de promover escravidão sexual e uma rede de tráfico de mulheres, e tem entre seus integrantes a ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Ainda sem título definido, a série terá direção de Jehane Noujaim e Karim Amer, responsáveis por “The Great Hack”, documentário sobre o escândalo da Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade do Facebook. Noujaim chegou, inclusive, a participar de um workshop do NXIVM em 2010, o que lhe permite trazer uma perspectiva única para a produção. De acordo com a HBO, a série trará uma visão profunda e diferenciada das experiências dos integrantes da seita. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, denunciou a escravidão sexual promovida pela seita e apontou a atriz Allison Mack como braço-direito do falso guru Keith Rainiere. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais do “mestre” marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. No início do mês, Allison se declarou culpada por extorsão e conspiração criminosa. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse no tribunal. Ela é acusada de recrutar várias mulheres para a seita, prometendo que se tratava de um programa de aperfeiçoamento pessoal onde elas seriam ajudadas por outras mulheres a alcançarem os seus objetivos. A atriz chegou a ser presa em conexão com o caso, assim como o próprio Raniere, mas pagou fiança de US$ 5 milhões e espera julgamento em prisão domiciliar na casa dos pais, em Los Alamitos, na Califórnia (EUA). Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família é dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”).

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  • Filme

    Novos pôster e teaser de Toy Story 4 destacam a volta de Betty

    19 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster internacional e mais um teaser de “Toy Story 4”, que destaca novos personagens e a volta de Betty. Na trama, Woody (Tom Hanks) parte em missão de resgate de Garfinho (Forky, dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foge ao ter uma crise existencial, e acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (Bo Beep no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. O reencontro faz Woody se ver dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, vivendo sua própria crise existencial, enquanto Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos em outra missão para encontrá-lo. A prévia também apresenta outros dois personagens novos, que ainda não tiveram as traduções de seus nomes reveladas: Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), que aparecem numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Há ainda Duke Caboom, um dublê motociclista que tem a voz de Keanu Reeves (“John Wick”), a Policial Giggle McDimples (dublada pela atriz Ally Maki, de “Wrecked”), que é a nova melhor amiga de Betty, e a vilã da história, Gabby Gabby (voz de Christina Hendricks, de “Good Girls”), uma boneca dos anos 1950 que vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. Ela comanda um exército maligno de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Etc

    Criadores de Stranger Things vão a julgamento em processo por plágio

    18 de abril de 2019 /

    Os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, vão a julgamento após o Tribunal Superior de Los Angeles aceitar uma acusação de plágio movida por Charlie Kessler, diretor do curta-metragem “Montauk” (2011), sobre um caso de desaparecimento em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix. Segundo a acusação, a trama foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão. Na sua argumentação, Kessler afirma que, quando foi vendida para a Netflix, “Stranger Things” tinha como título provisório “The Montauk Project”. Ele exige uma indenização financeira. Para o juiz Michael Stern, responsável por dar prosseguimento ao processo, faltam maiores evidências para comprovar o caso. Mas, em vez de arquivá-lo, decidiu convocar Kessler a comprovar sua causa diante de um juri. “Sem essas evidências admissíveis, ficamos com o problema de determinar a credibilidade, que deve ser decidida pelo juri”, escreveu na decisão. Os irmãos Duffer negam a acusação, afirmando que o interesse por lendas urbanas e teorias de conspiração é antigo e que o projeto de “Stranger Things” nasceu em 2010 – quatro anos antes do encontro. “Aquela conversa casual – durante a qual os Duffers supostamente disseram que todos deveriam trabalhar juntos e perguntaram no que [Charlie Kessler] estava trabalhando – é a única base para o suposto contrato implícito em questão neste processo e para a teoria sem mérito de Kessler”, rebateram os advogados da defesa. A Netflix também mostrou apoio aos criadores. “Os irmãos Duffer têm nosso total apoio. Esse caso não tem mérito, o que esperamos que seja confirmado com uma averiguação dos fatos no tribunal”, disse a porta-voz da empresa. Vale observar que as obras são bastante diferentes entre si. “Montauk” falava de criaturas que apareceram na praia do título e era todo registrado ao estilo dos filmes de terror de “found footage”, com trechos de reportagem e outra fontes de vídeo compiladas para contar sua história. O curta podia ser assistido na íntegra no portal Vimeo até o ano passado, mas após a notícia do processo se tornar pública, ele se tornou “indisponível”. Veja um trecho abaixo.

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  • Filme

    Chucky vira boneco tecnológico no trailer do remake de Brinquedo Assassino

    18 de abril de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou novo pôster e o segundo trailer do remake de “Brinquedo Assassino”. E este realmente não é o Chucky dos anos 1980. O vídeo mostra que o boneco tem tecnologia de ponta, como parte de um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”, que controla toda a casa de suas vítimas principais. Também há cenas no que parece ser uma loja. E muita matança. Uma chacina como não se viu no filme original. Chucky também emerge das sombras pela primeira vez, mostrando seu novo visual e sua nova voz, agora feita por Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”). O elenco também destaca Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E Brian Tyree Henry (“Atlanta”), que vive um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento norte-americano.

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  • Etc,  Série

    Mya-Lecia Naylor (2002 – 2019)

    18 de abril de 2019 /

    A atriz britânica Mya-Lecia Naylor, de apenas 16 anos de idade, morreu no último dia 7 de abril. Segundo a agência da atriz, ela teria falecido após sofrer um colapso súbito, mas a causa da morte não foi especificada. Ela fez sua estreia na TV britânica em 2004, aos dois anos de idade, na série clássica “Absolutely Fabulous”, onde viveu Jane, a neta da protagonista Jennifer Saunders. E aos oito anos virou protagonista de sua primeira série, a infantil “Tati’s Hotel” (2011), em que interpretou a Tati do título. Naylor ainda estrelou as séries teen britânicas “Millie Inbetween” (2014-2018) e “Almost Never” (2019), além de ter participado do longa “A Viagem” (2012) ao lado de Tom Hanks e Halle Berry. A jovem havia recentemente gravado uma participação na ainda inédita série “The Witcher”, da Netflix. Além de atriz, Mya também era cantora e dançarina, e mantinha um canal no YouTube. Alice Webb, diretora da BBC Children, canal da televisão britânica onde a artista atuava, afirmou que a morte deixou a equipe da BBC abalada e muito triste. “Ela brilhava muito em nossas telas, e é difícil pensar que ela não será parte da nossa jornada futuramente”, disse Webb. “Ela era muito popular com nossa audiência, uma atriz, dançarina e cantora muito talentosa, e um verdadeiro ícone para seus fãs mais jovens”. Segundo o roteirista da BBC Simon Underwood, ele havia cotado Mya-Lecia para ser uma das protagonistas em uma nova série, que está escrevendo atualmente.

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  • Filme

    Festival de Cannes barra Netflix e fica com poucos filmes americanos

    18 de abril de 2019 /

    O Festival de Cannes 2019 vai começar em 14 de maio com a exibição do novo longa de Jim Jarmusch, “The Dead Don’t Die”. Mas sua seleção de títulos, anunciada nesta quinta (18/4), aponta uma das edições do festival com menos filmes americanos em todos os tempos – apenas três obras dos Estados Unidos disputam a Palma de Ouro. Também terá a abertura mais trash de todas, com os zumbis de Jarmusch. O diretor do festival, Thierry Frémaux, descreveu a seleção como uma mistura “romântica e política” que enfatiza uma gama colorida de personagens, de mortos-vivos a pintores e imigrantes. Não deixa de ser sintomático que um dos nomes mais famosos da lista de cineastas concorrentes à Palma de Ouro seja Pedro Almodóvar, que presidiu o júri do festival há dois anos, ocasião em que fez muitas críticas à participação da Netflix. Os filmes da plataforma de streaming foram barrados no evento. Frémaux dobrou sua aposta contra a Netflix, após impedir “Roma” de disputar a Palma de Ouro no ano passado. Mas “Roma” acabou vencendo o Festival de Veneza e três Oscars. Neste ano, Cannes poderia lançar “The Irishman”, o novo filme de Martin Scorsese, além de “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, e “The King”, de Noah Baumbach, todos estrelados por grandes astros de Hollywood. Mas prefere ver esses filmes brilharem no festival italiano. O caso de “Parasite”, novo filme do sul-coreano Bong Joon-ho, chama atenção porque seu filme anterior, “Okja”, lançado pela Netflix, foi responsável por gerar a polêmica da participação de produções de streaming em Cannes. Depois de toda a controvérsia, o cineasta volta ao festival com um filme sem a chancela da Netflix. E é um dos poucos nomes conhecidos da seleção oficial. Além de “Parasite”, de Joon-ho, e “Dor e Glória”, o novo Almodóvar, outras obras de diretores renomados no evento são “Sorry We Missed You”, do britânico Ken Loach, de 82 anos (que ganhou a Palma de Ouro em 2016 com “Eu, Daniel Blake”), “A Hidden Life”, do americano Terrence Malick, “Frankie”, do também americano Ira Sachs, “Le Jeune Ahmed”, dos belgas irmãos Dardenne, “Matthias and Maxime”, do canadense Xavier Dolan, “Oh Mercy”, do francês Arnaud Desplechin e “O Traidor”, coprodução brasileira dirigida pelo italiano Marco Bellocchio. Saiba mais sobre os longas brasileiros da competição aqui. Muitos esperavam que Quentin Tarantino aproveitasse o festival para lançar o aguardado “Era uma Vez em Hollywood”, mas ele ainda não terminou a edição do filme. Caso consiga finalizá-la a tempo, tem vaga reservada. O Festival de Cannes 2019 acontece de 14 a 25 de maio. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados. Competição da Palma de Ouro “Dor e Glória”, de Pedro Almodovar “O Traidor”, de Marco Bellocchio “Wild Goose Lake”, de Yinan Diao “Parasite”, de Bong Joon-ho “Le Jeune Ahmed”, de The Dardenne Brothers “Oh Mercy!”, de Arnaud Desplechin “Atlantique”, de Mati Diop “Matthias and Maxime”, de Xavier Dolan “Little Joe”, de Jessica Hausner “Sorry We Missed You”, de Ken Loach “Les Miserables”, de Ladj Ly “A Hidden Life”, de Terrence Malik “Bacurau”, de Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles “The Whistlers”, de Corneliu Porumboiu “Frankie”, de Ira Sachs “The Dead Don’t Die”, de Jim Jarmusch “Portrait of a Lady on Fire”, de Celine Sciamma “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman “Sybil”, de Justine Triet Fora de Competição “Rocketman”, de Dexter Fletcher “The Best Years of Life”, de Claude Lelouch “Maradona”, de Asif Kapadia “La Belle Epoque”, de Nicolas Bedos “Too Old to Die Young”, de Nicolas Winding Refn (dois episódios da série) Exibições Especiais “Share”, de Pippa Bianco “Family Romance LLC”, de Werner Herzog “Tommaso”, de Abel Ferrara “To Be Alive and Know It”, de Alain Cavalier “For Sama”, de Waad Al Kateab e Edward Watts Sessão da Meia-Noite “The Gangster, The Cop, The Devil”, de Lee Won-Tae Mostra Um Certo Olhar “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz “Beanpole”, de Kantemir Balagov “The Swallows of Kabul”, de Zabou Breitman e Eléa Gobé Mévellec “A Brother’s Love”, de Monia Chokri “The Climb”, de Michael Covino “Joan of Arc”, de Bruno Dumont “A Sun That Never Sets”, de Olivier Laxe “Chambre 212”, de Christophe Honoré “Port Authority”, de Danielle Lessovitz “Papicha”, de Mounia Meddour “Adam”, de Maryam Touzani “Zhuo Ren Mi Mi”, de Midi Z “Liberte”, de Albert Serra “Bull”, de Annie Silverstein “Summer of Changsha”, de Zu Feng “EVGE”, de Nariman Aliev

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  • Filme

    Selecionado para Cannes, Kleber Mendonça Filho é processado pelo governo

    18 de abril de 2019 /

    No dia em que seu segundo filme consecutivo foi selecionado para o Festival de Cannes, o diretor Kleber Mendonça Filho recebeu um desincentivo para sua carreira da Secretaria Especial da Cultura. O cineasta vai disputar a Palma de Ouro com “Bacurau”, seu terceiro longa, após participar do festival com o segundo, “Aquarius” (2016). Entretanto, ainda está sendo cobrado pelo governo pelas prestações de contas do primeiro, “O Som ao Redor”, de 2012. A Secretaria negou o último dos três recursos do cineasta referentes a irregularidades na captação de incentivos do longa lançado há seis anos. A produtora do diretor, Cinemascópio, terá 30 dias após a notificação para devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos. Mendonça Filho ainda pode recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU). Caso também perca nesta esfera e não pague o valor solicitado, a produtora vai ficar impossibilitada de participar de editais e programas de incentivos ligados ao Ministério da Cidadania, que absorveu as funções do finado Ministério da Cultura no governo Bolsonaro. A primeira notificação desse caso foi entregue à Cinemascópio em março de 2018 ainda pelo Ministério da Cultura (MinC). A ação afirma que “O Som ao Redor” excedeu o limite de R$ 1,3 milhão de um edital destinado a produções de baixo orçamento. “O Som ao Redor” acabou captando, no total, R$ 1,7 milhão, com R$ 410 mil provenientes de um edital do Governo de Pernambuco. O valor que precisa ser devolvido saltou para R$ 2,2 milhões por causa de juros e atualização monetária. Na ocasião da notificação, Mendonça Filho defendeu-se afirmando que “o projeto não ultrapassou o valor de R$ 1,3 milhão de recursos federais” — R$ 1 milhão vindos do ministério e R$ 300 mil da Petrobras. Segundo ele, os R$ 410 mil que foram captados além do teto estabelecido no edital do MinC vieram de outro edital, do governo de Pernambuco. O cineasta também afirma que esse acúmulo de fontes foi aprovado pela Ancine. O edital do MinC, no entanto, não faz distinção entre verbas federais e de outras fontes, determinando que o custo total não poderia ultrapassar R$ 1,3 milhão. Não há manifestação da Ancine sobre o caso. Considerado pela crítica um dos melhores longas brasileiros desta década, “O Som ao Redor” venceu o Festival do Rio, a Mostra de São Paulo, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, levou vários prêmios também em Gramado e no exterior – nos festivais de Roterdã, Toronto, Oslo, Lleida, Lima, CPH Pix, CinePort, Cinemanila, etc. Ironicamente, ao ter seu novo filme selecionado para o mais prestigioso dos festivais internacionais, Kleber Mendonça Filho teria direito a verba da Ancine de apoio à viagem e divulgação da obra. Mas o TCU paralisou os investimentos da agência. A política do governo Bolsonaro tem sido de desmonte cultural, com cortes de patrocínios de estatais e projeto de revisão da Lei Rouanet, numa visão de que o Estado tem incentivado o “marxismo cultural”. O Festival de Cannes acontece de 14 a 25 de maio.

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  • Série

    The Gifted: Série derivada dos filmes dos X-Men é cancelada pela Fox

    18 de abril de 2019 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”, após duas temporadas. A atração perdeu muito muito público após a 1ª temporada, vista por 3,31 milhões de espectadores ao vivo nos EUA, apesar de melhorar em qualidade durante seu segundo ano – subiu de 74% para 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já a média de público caiu para 1,95 milhão – e foi de 1 para 0,59 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Apesar disso, a série contava com uma arma “secreta”: a internet. Quando somadas as exibições em plataformas online e gravação digital, sua audiência atingia 8,3 milhões de espectadores. Isto pode ser um fator a ser considerado pela Disney, que, de uma hora para outra, viu diminuir drasticamente as produções realizadas pela Marvel Television – além de “The Gifted”, foram canceladas todas as cinco séries da produtora na Netflix. Atualmente, o estúdio produz apenas três séries live-action: “Fugitivos” (Runaways) na plataforma Hulu, “Manto e Adaga” (Cloak & Dagger) no canal pago Freeform e “Legion”, que vai acabar em sua 3ª temporada no FX. Com o cancelamento de “The Gifted” e o anunciado encerramento de “Legion”, a Marvel não ficará com nenhuma herança televisiva da Fox, podendo optar por um reboot completo, assim como o estúdio de cinema planeja fazer com os “X-Men” na tela grande. Apesar disso, há fãs fazendo campanha para que a Disney salve “The Gifted” num de seus canais ou plataformas. Os número de internet da série podem fazer diferença nessa decisão. Assim como a recém-cancelada série “Rel”, “The Gifted” também era coproduzido pela 20th Century Fox Television, que agora é da Disney. Com os dois cancelamentos, a rede Fox, que se tornou independente do estúdio, mostra-se inclinada a cortar as séries de sua antiga produtora, que não deverão fazer mais parte de sua nova programação. “The Gifted” tinha personagens dos quadrinhos dos “X-Men”, mas o centro da trama de Matt Nix (criador também da série “Burn Notice”) eram personagens inéditos. A atração se passava numa realidade distópica, onde mutantes são caçados pelo governo americano, e girava em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com um grupo de mutantes rebeldes. A família era formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). Já os mutantes rebeldes incluíam os X-Men Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”) e as infames irmãs gêmeas Cuckoo (Skyler Samuels, de “Scream Queens”, em três papéis), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), concebido especialmente para a série.

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