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  • Ghost Rider - Agents of SHIELD
    Série

    Marvel anuncia séries do Motoqueiro Fantasma e do Filho de Satã

    1 de maio de 2019 /

    O serviço de streaming Hulu prepara uma série do Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider). E o papel principal ficará com Gabriel Luna, que interpretou o personagem em “Agents of SHIELD”. A revelação foi feita pela Marvel nas redes sociais e confirmada pelo ator. Mas o site da revista Variety acrescentou que, apesar da escalação de Luna, a série não será um spin-off, pois não se passará na mesma continuidade de “Agents of SHIELD”. A plataforma também vai lançar uma série do Filho de Satã (Helstrom), sugerindo que prepara um universo compartilhado para os personagens de terror da Marvel. Afinal, Damien Helstrom surgiu nas páginas da primeira edição em quadrinhos do Motoqueiro, em 1973. A Marvel planeja uma série do Motoqueiro Fantasma desde 2016, após o sucesso da aparição de Gabriel Luna em “Agents of SHIELD”. Na época, ainda se falava em Netflix. Mas a Disney foi em outra direção e pausou o projeto até comprar a Fox e se consolidar no comando da Hulu. O desenvolvimento da série está a cargo de Ingrid Escajeda, roteirista-produtora de “Justified”, “Empire” e “Sneaky Pete”. Um fato incontornável em relação à atração é que esse “Motoqueiro” não dirige moto, mas um Dodge Charger infernal de 1969. O nome original do personagem, “Ghost Rider”, quer dizer “Motorista Fantasma” em inglês – o “Motoqueiro” ficou por conta dos editores de quadrinhos brasileiros dos anos 1970, que viram Johnny Blaze numa moto e optaram pela solução visual imediata. O detalhe é que, enquanto Nicolas Cage deu vida a Johnny Blaze no cinema – o personagem original dos anos 1970, que era mesmo um motoqueiro – , Gabriel Luna interpreta outra encarnação do Espírito da Vingança dos quadrinhos, Robbie Reyes. E ele é um mecânico que prefere apavorar com seu carrão que cospe fogo. Por conta disso, a melhor sugestão para quem disponibilizar essa série no Brasil é não “traduzir” o título, mantendo o nome original de “Ghost Rider”. A segunda produção anunciada também tem grande potencial. O “Filho de Satã” da Marvel é Daimon Helstrom, que, como os tradutores nacionais deixaram claro, é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. De acordo com o site Deadline, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos tem um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O desenvolvimento está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”. Resta saber se a Hulu pretende mesmo criar uma versão em streaming do universo sombrio da Marvel. Caso vá em frente, Blade é outro forte candidato a ganhar série, caso a opção não seja pela adaptação direta de “A Tumba de Drácula” (The Tomb of Dracula). Vale lembrar que o “Motoqueiro”, Helstrom e Blade já compartilharam uma mesma publicação da Marvel, intitulada “Espíritos da Vingança” (Spirits of Vengeance). E os dois últimos se juntaram a vários outros personagens, incluindo o Lobisomem (Werewolf by Night), Morbius (que vai ganhar um filme da Sony) e até o Doutor Estranho em “Filhos da Meia-Noite” (Midnight Sons). A Hulu pode estar planejando uma espécie de “Os Defensores” de terror.

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de The Handmaid’s Tale anuncia revolução das mulheres

    1 de maio de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que revela a data de estreia dos novos episódios. A prévia também mostra a determinação de June/Offred (Elizabeth Moss) para liderar uma revolução e surpreende com uma aliança entre a aia e sua patroa, Serena (Yvonne Strahovski). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A 3ª temporada vai explorar a revolta das mulheres contra o regime de Gilead, o país fictício da trama – cujo nome vem da Bíblia. A estreia vai acontecer em 5 de junho nos Estados Unidos. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.

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  • Série

    Diretor de Fotografia de Game of Thrones culpa público e HBO por imagens ruins

    1 de maio de 2019 /

    Diretores de fotografia de séries não costumam ser assediados para entrevistas. Mas foi o que aconteceu com Fabian Wagner, após o episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”. Ele se viu pressionado a defender o seu trabalho, após a avalanche de críticas negativas sobre a qualidade das imagens – resultando na segunda pior nota da série no Rotten Tomatoes. Primeiro, ele tentou culpar o público. Em entrevista para o site da revista Wired, ele disse que o problema das “imagens muito escuras” poderia ser resolvido com simples ajuste na televisão. “Grande parte do problema é que muitas pessoas não sabem ajustar suas TVs adequadamente”, ele apontou. “Muitas pessoas também, infelizmente, assistem em dispositivos móveis pequenos, o que, de certa forma, dificulta a experiência de assistir ao episódio”. Ele ainda defendeu o visual adotado para retratar a grande batalha: “Tudo o que queríamos que as pessoas vissem está lá”. Wagner explicou que a escuridão do episódio era deliberada, para as cenas de batalha parecerem claustrofóbicas e desorientadoras, mas não escuras a ponto de ninguém ver nada. “Nós tentamos dar aos espectadores e fãs um episódio legal para assistir”, afirmou. “Eu sei que não estava muito escuro porque eu filmei.” É curioso que, no documentário divulgado pela HBO sobre os bastidores das gravações, Wagner tenha mencionado a iluminação. Na sua descrição, o episódio começa com uma noite muito escura, porque o Rei da Noite leva consigo tempestade e nuvens densas. Mas aos poucos surgem fogos, que representariam o inferno pessoal dos personagens. No final, o fogo já é apagado e a luz do luar passa a banhar as cenas. O problema é que a maioria das pessoas não viu nada disso. Nem com TV 4k de 50 polegadas. Confrontado sobre esse fato, Wagner encontrou outro culpado. Em nova entrevista, desta vez para o site TMZ, ele disse que os problemas de qualidade podem ter sido ocasionados pela própria HBO. Segundo ele, a técnica de compressão do episódio para a plataforma pode ter deixado as imagens pixeladas, empobrecendo a qualidade das filmagens. Pode, não. Não é uma questão de possibilidade. Foi exatamente o que aconteceu. O cinematógrafo afirmou que “Game of Thrones” “sempre foi uma série escura e muito cinematográfica”. Entretanto, a produção nunca tinha lançado um episódio inteiramente rodado no escuro. Nem um episódio tão longo. Para não ficar com um arquivo muito grande, que deixaria a transmissão muito lenta, a HBO provavelmente abusou na compressão. E, mesmo assim, o serviço HBO Go caiu em vários países – inclusive no Brasil. Para complicar ainda mais, os provedores de TV paga praticam uma alta definição de mostruário – 720p ou 1080i – deixando as cenas noturnas totalmente pixeladas e com baixa qualidade. Mesmo que a fotografia seja de cinema, ninguém da produção levou em consideração a forma como as imagens seriam transmitidas e em quais aparelhos. A Netflix aprendeu essa lição com a 1ª temporada de “Demolidor” – também muito escura. Investiu em tecnologia e nunca mais teve problema – reveja os episódios da série do super-herói em 4k para ver a diferença. A HBO não transmite em 4k. As telas de TV, por maiores e mais modernas que sejam, não vão mostrar cenas cinematográficas se o que é exibido tem baixa definição, devido à compressão excessiva. “The Long Night” só vai poder ser apreciado da forma como Wagner garante ter filmado quando sair em Blu-ray. Será um verdadeiro tira-teima. Mas “Game of Thrones” não é uma produção feita para colecionadores de Blu-ray. Seu público original são os assinantes de TV paga e plataforma de streaming. Eis a questão.

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  • Filme

    Gênio explica como funcionam os desejos em novo comercial de Aladdin

    1 de maio de 2019 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, repleto de cenas inéditas. Desta vez, o foco é no Gênio da Lâmpada vivido por Will Smith (“Esquadrão Suicida”), que explica para o personagem-título as regras dos três desejos. Mas Aladdin não parece ser muito inteligente nesta versão. O elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) como protagonista, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a Princesa Jasmim e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.

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    Noah Centineo confirma que virará He-Man no cinema

    30 de abril de 2019 /

    O ator Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), queridinho das comédias românticas da Netflix, confirmou que vai interpretar He-Man numa nova versão de cinema de “Mestres do Universo”. “É verdade”, disse Centineo, no programa “The Tonight Show”. “Acho que eu tenho uma tendência estranha de ficar de cueca”, brincou, referindo-se também a uma sessão de fotos para a Calvin Klein, em que ele posou apenas de cueca. “Eu estou muito animado. É uma oportunidade e tanto”, completou o ator. Veja o vídeo da entrevista completa abaixo. A escolha mostra que os produtores querem um intérprete bem diferente do primeiro He-Man do cinema, ninguém menos que o fortão Dolph Lundgren (“Creed II”). Escrito por Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019), o filme terá direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, conhecidos pelo thriller independente “Band of Robbers”. A produção vai começar nos próximos meses, exatamente uma década após a encomenda do primeiro roteiro para a adaptação do brinquedo/desenho animado dos anos 1980. O projeto é tão antigo que a pilha das páginas descartadas inclui textos completos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que também tinha a pretensão de dirigir o longa. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel também se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987, em que Dolph Lundgren viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Como She-Ra acaba de ganhar uma nova série na Netflix, chegou a hora de He-Man passar por uma recauchutagem completa. Uma versão com Centineo tende a ser bem diferente do que a maioria lembra do personagem. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Chucky mata Woody, de Toy Story, em novo pôster de Brinquedo Assassino

    30 de abril de 2019 /

    A Orion Pictures foi pra cima da Disney em seu novo pôster do remake de “Brinquedo Assassino”. A arte mostra Chucky se afastando do cadáver de outro boneco famoso: o Woody, de “Toy Story”. Mais que um crossover não autorizado, o cartaz é uma provação. “Brinquedo Assassino” e “Toy Story 4” vão estrear no mesmo dia nos cinemas dos Estados Unidos. O mesmo ia acontecer no Brasil. Mas, por aqui, foi Woody quem assustou Chucky, que fugiu da disputa direta com um adiamento providencial. Apesar de ser considerado um remake, o novo “Brinquedo Assassino” é bem diferente do filme dos anos 1980, já que Chucky volta com tecnologia de ponta, como parte de um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”, que controla toda a casa de suas vítimas principais. Além disso, sua voz tem novo dono, dublada por Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”). O elenco também destaca Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E Brian Tyree Henry (“Atlanta”), que vive um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano – de “Toy Story 4”.

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    Atriz portuguesa viverá vilã no novo Esquadrão Suicida

    30 de abril de 2019 /

    Mais um vilão de quinta categoria foi confirmado no novo “O Esquadrão Suicida”, escrito e dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). Segundo a revista Variety, a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) vai interpretar a Caça-Ratos (Ratcatcher), que é homem nos quadrinhos da DC Comics. Criado em 1988 como vilão de Batman, o personagem era um exterminador de ratos chamado Otis Flannegan, que adquire a habilidade de se comunicar e treinar ratos para seguir suas ordens. Para se diferenciar do personagem-título do terror “Calafrio” (Willard, 1971), Flannegan era desenhado com um disfarce de máscara de gás. A transformação do vilão em mulher não muda o fato de que se trata de um personagem obscuro, de pouca projeção. Isto tanto pode sugerir uma reinvenção completa, uma avacalhação assumida ou uma chacina brutal – já que matar personagens terciários não afetaria os planos da DC no cinema. Daniela Melchior vai se juntar a David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), que viverá outro vilão inexpressivo, o Bolinha (Polka-Dot Man). Não é só o nome que é ridículo. Abner Krill é um criminoso que tenta ganhar notoriedade com um traje cheio de bolinhas que se transformam em armas sob o seu comando. Os outros atores confirmados são Idris Elba (“Thor: Ragnarok”) e John Cena (“Bumblebee”), que não tiveram seus papéis revelados. Boatos que adiantaram com exatidão a participação dos dois personagens já confirmados incluem o Tubarão-Rei (mutante que pode ser visto na série “The Flash”) e o Pacificador (um extremista) no time. Além destes, estão garantidos os retornos de Margot Robbie, que retoma o papel de Arlequina, e Jai Courtney, que viveu o Capitão Bumerangue no primeiro filme. Mas também são esperadas as voltas de Viola Davis como Amanda Waller, responsável pelo projeto do Esquadrão, e provavelmente Joel Kinnaman como Rick Flag. A continuação chegará aos cinemas em 2021.

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    The Chi: Série estrelada por revelação de Moonlight é renovada para a 3ª temporada

    30 de abril de 2019 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”. A renovação para o terceiro ano foi oficializada no momento em que a 2ª temporada do programa alcançou a metade de seus episódios produzidos. A data de retorno e contagem de episódios da 3ª temporada ainda não foram definidas. “‘The Chi’ vem se revelando o coração pulsante do lado sul de Chicago”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine, em comunicado. “Nós, como nossos espectadores, nos apaixonamos por esses personagens e continuamos ansiosos para ver onde Lena e seus colegas artistas os levarão na 3ª temporada.” Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jacob Latimore (“Sleight”), Ntare Guma Mbaho Mwine (“Rainha de Katwe”), Yolonda Ross (série “The Get Down”), Armando Riesco (série “Bull”) e Tiffany Boone (série “The Following”).

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    Empire é renovada para 6ª temporada sem Jussie Smollett

    30 de abril de 2019 /

    A rede americana Fox renovou “Empire” para sua 6ª temporada, mas sem um de seus principais integrantes. O ator Jussie Smollett, intérprete de Jamal Lyon, não tem retorno previsto para os próximos episódios da atração. Smollett se envolveu num escândalo e chegou a ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mas embora mantenha sua versão e jure ser inocente, a polêmica foi grande o suficiente para inspirar dúvidas nos mais crentes. Assim, seu personagem em “Empire” ganhou um final feliz antecipado, via casamento com Kai (Toby Onwumere) e viagem de lua de mel, com possível mudança para Londres. A Fox revelou que fechou um acordo com o ator para estender seu contrato para a 6ª temporada, reservando o direito de incluí-lo novamente na série caso seja necessário ou possível, mas, no momento, não há planos para exercer essa prioridade. O acordo foi feito após os colegas de Smollett assinarem uma carta aberta pedindo aos executivos do estúdio e da rede que mantivessem o ator no programa. “Temos que nos unir como família. Uma família existe nos bons e maus momentos. Ela pode filtrar o barulho e a confusão para entender que há uma pessoa no centro de tudo isso que não merece mais do que seguir em frente com sua vida”, diz o texto com assinatura coletiva. “Entendemos que esta série é um negócio. E esse negócio também é importante para nós. Estamos confiantes de que nossos fãs receberão nosso ‘Jamal’ de volta à família ‘Empire’ com tanto entusiasmo quanto nós.” Apesar da confusão do ator, a produção nunca correu risco de ser cancelada. “Empire” é atualmente a segunda série mais vista da Fox, atrás apenas de “9-1-1”, com média de 2,1 pontos entre adultos de 18 a 49 anos e cerca de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo.

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    Vingadores: Ultimato já é a 10ª maior bilheteria mundial de todos os tempos

    30 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” continua faturando alto, tendo chegado a US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais, após a soma dos ingressos de segunda-feira (29/4). Com isso, a superprodução da Marvel já tem a 10ª maior bilheteria mundial de todos os tempos, façanha atingida em menos de uma semana de exibição – os primeiros países começaram a projetar o filme na quarta (24/4). Deste total, quase US$ 950 milhões vem do mercado internacional. O sucesso de “Vingadores: Ultimato” rendeu outros marcos nesta segunda-feira para seus produtores. O estúdio Marvel atingiu US$ 20 bilhões nas bilheterias mundiais, com a soma de todos os seus 22 lançamentos. E o conglomerado Disney ultrapassou os US$ 3 bilhões de faturamento anual em tempo recorde, apenas nos quatro primeiros meses de 2019 – divididos entre US$ 1 bilhão doméstico e US$ 2 bilhões internacionais. O detalhe é que quarta-feira (1/5) é feriado em vários mercados importantes. E isso tem inspirado projeções de novos recordes antes do próximo fim de semana. Entre outras façanhas, a produção da Marvel deve superar “Velozes e Furiosos 8” como filme americano de maior bilheteria total na China nas próximas horas.

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    Ophelia: Trailer traz Daisy Ridley em visão feminina da tragédia de Hamlet

    30 de abril de 2019 /

    O estúdio americano IFC divulgou 10 fotos e o primeiro trailer do drama medieval “Ophelia”, que traz Daisy Ridley (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) no papel-título. Ofélia, como é conhecida em português, era a namorada do jovem príncipe dinamarquês Hamlet e, por meio da personagem, a produção oferece um ponto de vista feminino para a conhecida tragédia shakespeariana. O filme da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”) é baseado em um livro de Lisa Klein, que reimagina a obra clássica de Shakespeare sob o ponto de vista da jovem ingênua e apaixonada, que se suicida por amor ao príncipe que se finge de louco. Outro detalhe é que, apesar de se passar no século 14, a trama não utiliza o vocabulário da peça original, mas linguagem contemporânea. O elenco também inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Clive Owen (série “The Knick”) e George MacKay (“Capitão Fantástico”) respectivamente como a rainha Gertrude (mãe de Hamlet), o rei Claudius (o tio-padrasto) e o príncipe Hamlet. Esta será a segunda versão alternativa de “Hamlet” a chegar às telas. Em 1990, o dramaturgo Tom Stoppard adaptou sua obra “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos” para o cinema, contando a história de dois personagens secundários da peça de Shakespeare. Exibido no Festival de Sundance há mais de um ano, “Ophelia” finalmente vai estrear em 28 de junho nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Episódio escuro de Game of Thrones recebeu a segunda pior avaliação de toda a série

    30 de abril de 2019 /

    Exaltado como um feito histórico pelos envolvidos na produção, que trabalharam por 55 noites consecutivas para gravar as cenas, em meio ao frio, à neve, à lama e às chamas, no ar livre invernal da Irlanda do Norte, a Batalha de Winterfell não empolgou a crítica internacional. O episódio de “Game of Thrones” do último domingo (28/4), intitulado “The Long Night”, marcou a segunda pior avaliação da série no site Rotten Tomatoes. “The Long Night” obteve 75% de aprovação, numa grande queda em relação à média da série – agora em 93%. Em relação aos demais episódios, só foi considerado melhor que o sexto da 5ª temporada, que agradou apenas 54% dos críticos – o único capítulo medíocre da série. O consenso geral das críticas é que, apesar de conter momentos épicos, a iluminação e outros aspectos técnicos deixaram a desejar. Afinal, muitas das cenas mal puderam ser percebidas, transformando-se num emaranhado de pixels e sombras na tela. Em resposta, o diretor de fotografia Fabian Wagner culpou o público pelos problemas, dizendo, em entrevista para a revista Wired, que as pessoas não sabem sintonizar suas TVs. Milhões teriam errado, mas não ele, os produtores e a HBO – que, por sinal, não conseguiu enviar nem screencaps decentes do episódio para a imprensa.

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    Filme do videogame Sonic ganha primeiro trailer legendado

    30 de abril de 2019 /

    A Paramount divulgou novos pôsteres e o primeiro trailer legendado de “Sonic – O Filme”, versão live action do famoso ouriço azul dos videogames. E os alertas já ligaram. Nas redes sociais, a versão do personagem exibida na prévia já está sendo comparada à Carreta Furacão. Definitivamente, o Sonic de “O Filme” não é o Pikachu de “Pokémon: Detetive Pikachu”. Ambos foram representados com pelos coloridos de bichos de pelúcia, mas enquanto o amarelinho manteve as características do game original, o azulzinho ganhou pernas compridas e tamanho que não combinam com algumas piadas sobre ele ser criança. A prévia também mostra que Jim Carrey (“Sim Senhor”) interpreta o Sargento Pincel, dos Trapalhões. Não só pelo bigodinho claramente falso. Os mais velhos vão lembrar especialmente das piadas de “calabouca” em sua introdução. Na verdade, o veterano comediante interpreta o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. Ele é recrutado pelo governo para investigar o misterioso surto de energia que acompanha a chegada de Sonic. Já o ouriço, pelos diálogos com o policial vivido por James Marsden (“Westworld”), vem de outro planeta com a missão de salvar a Terra. Sua voz em inglês pertence ao ator Ben Schwartz (da série “House of Lies”). O elenco também inclui Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) e Adam Pally (“The Mindy Project”). A história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto), com ajuda de Oren Uziel (responsável pelo péssimo “O Paradoxo Cloverfield”). A direção está a cargo de Jeff Fowler, que faz sua estreia em longas após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). E, além desta turma, o filme conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. “Sonic – O Filme” tem estreia marcada para 14 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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