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  • Série

    Escuridão de Game of Thrones escancara baixa qualidade de imagem da HBO

    29 de abril de 2019 /

    O trono de ferro do canal pago HBO ganhou uma coroa de espinhos com a exibição do episódio “The Long Night”, da série “Game of Thrones”, no último domingo (29/4). Além da exibição da luta pela sobrevivência na Batalha de Winterfell, vários telespectadores relataram uma batalha paralela, para enxergar alguma coisa na tela. Exaltado como um feito histórico pelos envolvidos na produção, que trabalharam por 55 noites consecutivas para gravar as cenas, em meio ao frio, à neve, à lama e às chamas, no ar livre invernal da Irlanda do Norte, as imagens da Batalha de Winterfell mal puderam ser percebidas, transformando-se num emaranhado de pixels e sombras na tela. A opção por gravação noturna contou com um balé de fogos que deveria ser imponente, mas virou uma coleção de pontinhos num borrão marrom escuro. Quem morreu, quem viveu, como eram os mortos-vivos tornaram-se dúvidas para quem via com seus próprios olhos. Até o impacto do terror que saltava da escuridão se perdeu por mergulhar suas garras num pixelado que igualava carne e lama, vivo e morto-vivo. O episódio bateu recorde de comentários no Twitter. Entretanto, boa parte deles foram reclamações sobre a baixa qualidade da imagem da HBO – que é exibida por diversas operadoras em 720p ou 1080i como HD, e não 1080p, como full HD. Graças a isso, muita gente tentou migrar da TV para o streaming, o que congestionou a HBO Go e travou o sistema, derrubando a conexão e deixando os fãs sem ter onde assistir a série. Apenas com a imagem de 1080p, exibida para os mais pacientes, que esperaram o carregamento da plataforma, foi possível identificar rostos e gestos em meio à luta da ficção, que simplesmente não apareceram na imagem televisiva. Mesmo assim, a compressão das imagens foi alta demais (para ser exibida mais rapidamente), impedindo que o alardeado marco das produções televisivas pudesse ser exibido conforme anunciado. O episódio continuou muito escuro e pixelado. Vale observar que algumas imagens adiantadas pelo canal, em particular os screencaps do trailer, tinham esse mesmo problema. Sem reparar na evidente falta de definição, o padrão de baixa qualidade foi mantido para a exibição. Fica a dúvida se a captação de imagens da cinegrafia original foi amadora ou se os responsáveis pela transmissão é que foram. O diretor de fotografia do episódio se chama Fabian Wagner e ele disputou o Emmy de Melhor Fotografia pelo episódio “Hardhome”, outra batalha grandiosa da série. Ele recebeu orientação para usar pouca iluminação, em busca de maior realismo. Mas os produtores não levaram em conta a compressão do sinal e a definição da maioria das TVs. No momento em que o mercado busca popularizar TVs de 4k, com imagens muito superiores ao 1080p, um tropeço como o da HBO coloca os serviços de streaming rivais em posição de vantagem na disputa pelo público que quer ver com qualidade aquilo pelo que está pagando. Também criticada pela escuridão da 1ª temporada de “Demolidor”, em 2015, a Netflix investiu em tecnologia de compressão e processamento e nunca mais enfrentou reclamações sobre problemas em suas imagens. Veja abaixo alguns comentários das redes sociais do público brasileiro da série – as mesmas queixas foram repetidas em todo o mundo. Imagem péssima, digitalizando em #got HD @NETatende @HBO_Brasil .Sacanagem !? pic.twitter.com/1Vr2CkTpRr — Christina Gratz (@chrissgratz) April 29, 2019 Imagem da HBO ta péssima — Tami Duckworth (@badgaltami) April 29, 2019 Você aguarda 2 anos para ver o capítulo final de uma série considerada a melhor série do mundo aí a decepção total a imagem uma merda foi de envergonhar a HBO — Mauro r da conceição (@Maurordaconcei2) April 29, 2019 Esperar uma semana pra ver uma imagem dessas pic.twitter.com/CQ7JadnCou — Silvania Gomes (@Silvani67237555) April 29, 2019 Aí essa qualidade de imagem péssima da @HBO_Brasil tá me deixando nos nervos, e queria ver melhor o que tá acontecendo em #GOT — OfJohn (@JoohnAllen) April 29, 2019 HBO na Sky, imagem lixo. — Bruno Rueda (@tiko_rueda) April 29, 2019 Maravilha de imagem @HBO_Brasil pic.twitter.com/PpN8ilMbvx — André Kassu (@andrekassu) April 29, 2019 "Nunca se viu batalha tão grande na tv" E vamo continuar sem ver pq essa bosta tá com imagem de v3 rosa. #GameofThrones #got @HBO_Brasil — marlon 100% cansada do Brasil pobre demais p vaza (@marromluna) April 29, 2019 Eu tentando enxergar quem tá morrendo na batalha com a imagem tão escura#BattleOfWinterfell pic.twitter.com/MwguUvL4Ii — Bia (@KingBz_98) April 29, 2019 Não, eu não aceito isso! @HBO_Brasil #HBOGO #hbogolixo pic.twitter.com/hPLiQuKfiO — Fernanda (@fuckfernandaa) April 29, 2019 @HBOGOsuporte Vão embora do Brasil. Sumam daqui. #HBOGOLIXO pic.twitter.com/IeQfihN9sL — Julio Moreira (@bomdiameuamigo) April 29, 2019 Tô conseguindo enxergar nada, se morrer alguém eu só vou saber no Twitter #Battleofwinterfell — Juliana (@JSDsana) April 29, 2019 Mas a imagem que é bom não né… Tá tão ruim que aqui a gente ouve e tem uma ideia do que acontece, vergonhoso #hbo — Leticia Tricarico (@liatricarico) April 29, 2019 #BattleOfWinterfell Imagem da HBO já está pior que a de Bolsonaro — Sensacionalista (@sensacionalista) April 29, 2019

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  • Série

    The Society: Série sci-fi do diretor de O Espetacular Homem-Aranha ganha novo trailer legendado

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou 10 fotos novas, o pôster e o segundo trailer legendado de “The Society”, nova série criada por Christopher Keyser (da clássica “Party of Five”) e dirigida pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). Na história, um grupo de adolescentes se descobre sozinho no mundo, após o desaparecimento de todos os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças se quiserem sobreviver. Mas a prévia mostra que alguns vão preferir dominar os outros pela violência, em vez de trabalharem juntos pelo bem comum. A premissa é uma versão sci-fi de “O Senhor das Moscas”, a célebre obra sobre crianças que criam uma sociedade distópica ao ficarem sozinhas numa ilha. Mas a verdade é que a tática de transpor a história de William Golding para um contexto sci-fi já foi bastante explorada na televisão, tendo surgido pela primeira vez num episódio da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1966. A obra também inspirou a 1ª temporada de “The 100” (em 2014) e, mais recentemente, a premissa da série canadense “Between” (2015-2016), que durou duas temporadas com distribuição na própria Netflix e era extremamente parecida com o que os trailers de “The Society” exibem. O elenco de “The Society” inclui Kathryn Newton (“Supernatural”), Rachel Keller (“Legion”), Gideon Adlon (“Não Vai Dar”), Jacques Colimon (“Pretty Little Liars: The Perfectionists”), Olivia DeJonge (“Will”), Alex Fitzalan (“Slenderman”), Kristine Froseth (“Sierra Burgess É uma Loser”), Jose Julian (“Shameless”), Grace Victoria Cox (“Under The Dome”), Natasha Liu Bordizzo (“O Rei do Show”), Sean Berdy (“Switched at Birth”), Alex MacNicoll (“Transparent”) e outros atores jovens. Os 10 episódios da 1ª temporada chegam em streaming em 10 de maio.

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  • Série

    On My Block é renovada para a 3ª temporada pela Netflix

    29 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 3ª temporada. A novidade foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo a versão em português do anúncio. A confirmação da continuidade veio um mês após a estreia da 2ª temporada, disponibilizada em 29 de março. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles aumentou sua aprovação entre a crítica com os episódios mais recentes, atingindo 100% no Rotten Tomatoes – após uma estreia com 95% de aprovação. A série é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (já cancelada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Eu tô só o Jamal com essa notícia \o/ \o/ \o/ pic.twitter.com/zrvOXci3Nu — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 29, 2019

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  • Série

    Black Monday: Série de Don Cheadle é renovada para a 2ª temporada

    29 de abril de 2019 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Black Monday”, série de comédia estrelada por Don Cheadle (de “Vingadores: Ultimato”) para sua 2ª temporada. Criada pelos roteiristas-produtores Jordan Cahan (criador de “Champaign ILL”) e David Caspe (criador de “Happy Endings” e “Marry Me”), a série deve seu título ao dia 19 de outubro de 1987, que ficou conhecido como Black Monday (a segunda-feira negra) por registrar o pior crash da história da bolsa de valores de Nova York. Passada nesse período, a produção conta “como um grupo de forasteiros se infiltrou no clube dos colarinhos branco bem nascidos de Wall Street e acabou quebrando o maior sistema financeiro do mundo”. Ao lado do ator dos “Vingadores”, que volta a estrelar uma série de comédia após cinco temporadas de “House of Lies” (2012–2016) no mesmo canal, o elenco destaca Andrew Rannells (da série “Girls”) e Regina Hall (“Viagem das Garotas”). Para completar a equipe, a produção também inclui a dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, responsáveis por séries de tom insano, como “Preacher”, “Future Man” e a vindoura “The Boys”. “‘Black Monday’ virou a grande comédia da ganância, do estilo, da música e do excesso dos anos 1980, mas também é um inteligente comentário social sobre essa época – e indiretamente, nossa era atual também”, disse Gary Levine, presidente da Showtime Entertainment, em comunicado. “Mal podemos esperar para ver o que a inspiração depravada de David e Jordan vão preparar na 2ª temporada”. Composta por 10 episódios, a 1ª temporada se encerrou há quase um mês, no dia 31 de março.

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  • Etc,  Filme

    John Singleton (1968 – 2019)

    29 de abril de 2019 /

    O cineasta John Singleton, conhecido por seu trabalho em filmes como “Os Donos da Rua” e “+Velozes +Furiosos”, morreu nesta segunda (29/4) aos 51 anos. Um representante da família informou que o diretor morreu tranquilamente cercado de familiares e amigos no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles. A família de Singleton optou por desligar os aparelhos que mantinham o diretor vivo desde que ele sofreu um derrame, há quase duas semanas. Singleton fez história em Hollywood ao se tornar, em 1992, o primeiro cineasta negro indicado ao Oscar de Melhor Direção, por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood). Com 23 anos na época, ele também se tornou o cineasta mais jovem nomeado na categoria. E ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme, que lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator, mas acabou perdendo as duas estatuetas. Após a aclamação da estreia, Singleton não repetiu o sucesso em seus novos dramas. Ele chegou a transformar a cantora Janet Jackson e o rapper Tupac Shakur em par romântico em “Sem Medo no Coração” (1993), tratou de racismo na universidade em “Duro Aprendizado” (1995) e retratou um histórico ataque racista no drama de época “O Massacre de Rosewood” (1997). Tudo mudou quando assinou o remake de “Shaft” (2000), estrelado por Samuel L. Jackson, fazendo sua transição para o cinema de ação. O filme estourou nas bilheterias. Ele também lançou a carreira do ator Tyrese Gibson no cinema, com o drama “Baby Boy – O Rei da Rua” (2001), e o levou ao estrelado em “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, que ainda introduziu o rapper Lucadris na franquia. Com “Shaft” e “+Velozes +Furiosos” (2003), Singleton demonstrou que podia fazer grandes filmes de Hollywood. E seu próximo lançamento foi a comprovação de seu talento para thrillers de ação. Estrelado por Mark Wahlberg, além de Tyrese Gibson, “Quatro Irmãos” (2005) acompanhava os irmãos do título, dois brancos e dois negros, que resolvem se vingar após sua mãe adotiva ser assassinada num roubo. A crítica ficou dividida, mas o filme se tornou cultuadíssimo em DVD. O diretor seguiu no gênero com o lançamento de “Sem Saída” (2011), uma aposta para transformar o ator Taylor Lautner (de “Crepúsculo”) em astro de ação. Entretanto, o fracasso da produção comprometeu a carreira de ambos, ator e diretor. John Singleton nunca mais dirigiu outro filme, mas trabalhou bastante na TV nos últimos anos de sua carreira, assinando episódios de “Empire”, “American Crime Story”, “Rebel” e “Billions”. O cineasta também criou, produziu e dirigiu vários capítulos de “Snowfall”, série da FX que exibe sua 3ª temporada ainda este ano. Em comunicado oficial sobre a morte, a família de Singleton, que teve sete filhos, lamentou que sua carreira tenha sido interrompida pela tragédia. “John foi uma estrela tão brilhante na juventude que é fácil se esquecer que ele estava apenas começando”, escreveram. “Nós sempre vamos celebrar o legado de seu trabalho, mas estávamos também ansiosos para ver os filmes que John teria feito nos próximos anos”, concluíram.

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  • Série

    Nova versão de Além da Imaginação é renovada para a 2ª temporada

    29 de abril de 2019 /

    A plataforma de streaming CBS All Access renovou a nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone) para a 2ª temporada. A renovação foi anunciada após o lançamento de cinco episódios, todos bastante elogiados pela crítica norte-americana. Produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”) e Simon Kinberg (diretor de “X-Men: Fênix Negra”), a série se tornou um dos maiores sucessos do serviço de streaming, por enquanto disponível apenas nos EUA. O episódio inicial, intitulado “The Comedian”, registrou o maior número de espectadores para uma produção original da CBS All Access até hoje. Mas, como a Netflix e a Amazon, a plataforma da CBS não divulga os números. Apenas elogios. “A re-imaginação de Jordan Peele e Simon Kinberg de ‘Além da Imaginação’ teve um começo incrível na CBS All Access, atingindo a maior quantidade de telespectadores no dia de estréia de uma série original até hoje”, disse Julie McNamara, executiva do serviço digital, em comunicado. “Jordan, Simon, a equipe criativa e o elenco fizeram um trabalho fenomenal traduzindo o legado da série de contar histórias socialmente conscientes para o público moderno. Eles são mestres contadores de histórias e estamos ansiosos para levar mais fãs para ‘Além da Imaginação’ com uma 2ª temporada.” Além de trabalhar nos bastidores da série, Jordan Peele também aparece na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, assumindo a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios do programa clássico, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, a estrutura de um história completa por episódio da “Além da Imaginação” original inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. Em seu relançamento, a franquia clássica vem apresentando um elenco estelar, com participações de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Ginnifer Goodwin (“Once Upon a Time”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jacob Tremblay (“O Predador”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre muitos outros. A 1ª temporada vai exibir episódios inéditos até 30 de maio e ainda não há previsão para a estreia do segundo ano da produção.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato pulveriza recordes no Brasil com R$ 100 milhões em bilheteria

    29 de abril de 2019 /

    Com exibição em 80% dos cinemas do país, “Vingadores: Ultimato” pulverizou os recordes em sua estreia no mercado nacional. O filme de maior distribuição fez a maior bilheteria de todos os tempos em seu primeiro fim de semana em cartaz: mais de R$ 100 milhões, segundo a ComScore. Foram vários recordes batidos. Melhor dia de estreia com 1,6 milhões de espectadores, melhor final de semana de estreia com público de 5,4 milhões e a bilheteria mencionada. Entre quinta-feira (25/4) e domingo (28/4) a renda acumulada foi de exatamente R$ 101.395.612 só para o filme líder de bilheteria, disparado à frente do vice-líder “De Pernas Pro Ar 3”. O filme bateu recordes de arrecadação em vários outros países, inclusive na China, nos Estados Unidos e Canadá. E também estabeleceu um novo recorde mundial, ao somar, ao todo, US$ 1,2 bilhão em bilheterias em todos os mercados.

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  • Filme

    Novo filme de Pedro Almodóvar ganha trailer legendado

    28 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou o trailer legendado de “Dor e Gloria” (Dolor y Gloria), novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que reúne dois atores que marcaram a carreira do diretor: Antonio Banderas e Penélope Cruz. À exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram figurações, os dois ainda não tinham contracenado nos filmes do diretor. E parece que vão continuar assim, já que eles vivem fases diferentes da história. A descrição oficial do projeto tem tom autobiográfico. O filme segue um famoso cineasta numa “série de encontros”, até seu declínio. Alguns dos temas abordados serão “primeiros amores, segundos amores, mortalidade, os anos 1960, os anos 1980 e o presente”. Antonio Banderas vive o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997). Aparentemente, ela vive a mãe do personagem de Banderas. Além dos dois, a produção também marcará um reencontro de Almodóvar com outra colaboradora histórica: Julieta Serrano, que começou a filmar com o cineasta em “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980) e interrompeu a parceria após “Ata-me” (1989). O elenco ainda inclui Raúl Arévalo (“Os Amantes Passageiros”), Asier Etxeandía (“A Porta Aberta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”). O filme já estreou na Espanha, terá première internacional em maio no Festival de Cannes e chega em 13 de junho no Brasil.

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  • Filme

    “Anunciada”, atriz de 13 Reasons Why não aparece no filme dos Vingadores

    28 de abril de 2019 /

    A atriz Katherine Langford (“13 Reasons Why”) teria sido escalada para “Vingadores: Ultimato”, garantiram alguns veículos da imprensa americana em outubro do ano passado. Sites como The Wrap e Entertainment Weekly chegaram até a afirmar que ela já havia filmado sua participação à época da “reportagem”. Como tudo sobre o filme era mantido em segredo, o papel que a atriz estaria interpretando não havia sido divulgado. Nem ela confirmou sua participação. Mas, como os fãs que assistiram ao longa da Marvel puderam notar, Katherine Langford não aparece em “Vingadores: Ultimato” – e seu nome não está nos créditos do filme! Há quem especule que sua participação possa ter sido cortada, talvez guardada para outra produção – como a série do Gavião Arqueiro. Procurada, ela apenas desconversou, sem negar nem confirmar nada.

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  • Série

    Netflix salvou terceira série de menor audiência dos Estados Unidos

    28 de abril de 2019 /

    A Netflix ajudou a salvar a série “All American” do cancelamento. A atração foi muito mal de audiência em sua 1ª temporada e sua renovação foi considerada uma surpresa, já que, com apenas 670 mil telespectadores por episódio, era a terceira série menos vista na TV aberta dos Estados Unidos. O motivo para sua continuação agora veio à tona. A rede The CW tem um acordo com a Netflix para disponibilizar suas séries na plataforma, após a finalização das temporadas. E “All American” bombou em streaming. O produtor Greg Berlanti confirmou para o site Deadline que o drama esportivo virou um sucesso enorme na plataforma. “A Netflix nos informou que ‘All American’ chegou a ser a terceira série mais vista em toda a plataforma durante uma semana inteira. Entre os adolescentes, foi a segunda colocada”, revelou. Berlanti comparou o alcance de “All American” com “Riverdale”, outra série que ele também produz e que virou hit ao entrar na Netflix, dobrando sua audiência no retorno à TV aberta. Mas nem sempre esse fenômeno acontece. Apesar de ser exibida na Netflix, “Dynasty” não rendeu público extra para a rede CW. De fato, a série novelesca tem menos audiência que “All American”. É a segunda série menos vista na TV aberta americana – a atração que lidera o ranking negativo, “Crazy Ex-Girlfriend”, também da CW, foi cancelada nesta temporada. A 1ª temporada de “All American” foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. A série é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Não é difícil entender a razão do sucesso na Netflix, já que a premissa sugere um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”).

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    Vingadores: Ultimato faz História com estreia mundial de US$ 1,2 bilhão

    28 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” virou a maior estreia de cinema de todos os tempos. Como num estalar de dedos de Thanos, sua chegada nas telas reduziu todos os recordes possíveis a pó, arrecadando em seu primeiro fim de semana 1,2 bilhão em todo o mundo. Nenhuma projeção foi tão otimista quanto a realidade. Estimava-se como possibilidade a meta de US$ 1 bilhão, mas o quarto “Vingadores” foi além. Com o sucesso mundial, “Vingadores: Ultimato” se tornou o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em apenas um fim de semana. O novo recorde foi atingido em cinco dias, considerando o lançamento na quarta-feira (24/4) nos primeiros mercados internacionais. Os recordes começaram a cair já no primeiro dia de exibição, como a maior bilheteria de 24 horas de vários países, incluindo China, Brasil, Estados Unidos e Canadá. A expectativa do mercado apontava que “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro filme a atingir US$ 300 milhões em sua estreia na América do Norte. E o lançamento acabou rendendo US$ 350M. O valor é quase US$ 100M maior que o recorde anterior, que pertencia justamente ao filme que o antecedeu na franquia – “Vingadores: Guerra Infinita” faturou “só” US$ 257,6M em sua abertura norte-americana. O mercado norte-americano foi responsável pelo principal faturamento, mas o chinês não ficou muito distante, com arrecadação de US$ 330,5M – que é outro recorde, como maior estreia na China. O valor total é tão elevado que já superara 17 das 21 produções da Marvel, incluindo “Capitã Marvel”. E ainda rendeu um efeito colateral inusitado. O interesse no filme fez com que o público voltasse ao cinema para rever “Capitã Marvel”, que reassumiu lugar de destaque no ranking, ocupando o 2º lugar neste fim de semana na América do Norte. O empurrão até ajudou o longa estrelado por Brie Larson a chegar a US$ 1,1 bilhão em sua bilheteria mundial e a superar “Mulher-Maravilha” no mercado doméstico – por US$ 1M de diferença. A estratégia da Disney para atingir esses resultados foi a mesma em todos os países, estabelecendo recordes de ocupação de salas. Isto aconteceu até na América do Norte, onde o longa chegou a 4,6 mil telas – a maior distribuição de todos os tempos. A diferença – em relação ao Brasil, por exemplo – é que o mercado norte-americano tem leis regulatórias que impedem multiplexes de exibirem apenas um filme. Com isso, a ocupação do filme no parque exibidor doméstico foi de “apenas” 10% (contra 80% neste país desgovernado). A saída para enfrentar a demanda foi exibir a produção de três horas de duração em horários alternativos, madrugada à dentro. A Disney comemorou o resultado com um comunicado elogiando o presidente da Marvel Studios. “Kevin Feige e a equipe da Marvel Studios continuam desafiando as noções sobre o que é possível no cinema, tanto em termos de narrativa quanto nas bilheterias”, diz o texto, assinado pelo presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn. “Embora o ‘Ultimato’ esteja longe de ser um fim para o Universo Cinematográfico da Marvel, esses primeiros 22 filmes constituem uma grande conquista, e o sucesso monumental deste final de semana é um testemunho da riqueza do mundo que eles imaginaram, do talento envolvido e de sua paixão coletiva, igualada apenas pelo entusiasmo irreprimível dos fãs de todo o mundo”. Dá para apostar que, diante desse fenômeno, a Disney vai querer mais filmes dos Vingadores. Especialmente se “Ultimato” seguir nesse ritmo e superar os US$ 2,7 bilhões de “Avatar”, consagrando-se como a maior bilheteria de todos os tempos. Projeções sugerem que é possível. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 350M Total EUA e Canadá: US$ 350M Total Mundo: US$ 1,2B 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 413,5M Total Mundo: US$ US$ 1,1B 3. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 41,2M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 26,1M Total Mundo: US$ 33,7M 5. Shazam! Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 131,1M Total Mundo: US$ 346,3M 6. A Chefinha Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,8M Total Mundo: US$ 42,4M 7. Dumbo Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 107M Total Mundo: US$ 327,6M 8. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 102,3M 9. Nós Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 172,8M Total Mundo: US$ 249,4M 10. Pinguins Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 5,7M Total Mundo: US$ US$ 5,7M

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  • Série

    Globoplay anuncia mais de 20 séries, de American Horror Story à inédita Manifest

    28 de abril de 2019 /

    A plataforma Globoplay anunciou a aquisição de mais de duas dezenas de séries novas para seu catálogo, entre atrações recentes, sucessos consagrados e produções clássicas da TV americana. Os títulos foram revelados durante o Rio2C, evento do audiovisual nacional. A relação inclui “The Path”, “Manifest”, “The Village”, “American Horror Story”, “The Gifted”, “Modern Family”, “Will & Grace”, “The Night Shift”, “Halt and Catch Fire”, “Patrick Melrose”, “Picnic at Hanging Rock”, “Angel”, “Bull”, “The First”, “Homeland”, “The Vampire Diaries”, “Waco”, “Arquivo-X”, “M: A City Hunts a Murderer”, “Smallville” e “The Magicians”. Além dos títulos internacionais, a Globoplay reforçou o lançamento das produções nacionais exclusivas “Divisão”, “Eu, a Vó e a Boi”, “Aruanas”, “Shippados” e “Sessão de Terapia”, sendo as três últimas ainda para o segundo semestre de 2019. “O fato de sermos uma plataforma de streaming nos permite ir além, trabalhando e experimentando vários segmentos. Podemos ter conteúdos mais ousados, modernos e diversos”, disse João Mesquita, CEO do Globoplay.

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    Vingadores: Ultimato tem maior público de estreia no Brasil em todos os tempos

    28 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” quebrou o recorde de 24 horas de uma estreia no Brasil, sendo visto por mais de 1,5 milhão de espectadores na última quinta-feira (25/4). O antigo recordista era o filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que levou 953,3 mil espectadores aos cinemas em seu primeiro dia, no ano passado. A diferença é que a produção prévia foi lançada em “mais de mil salas”, enquanto “Vingadores: Ultimato” ocupou 2,7 mil telas, cerca de 80% de todos os espaços cinematográficos disponíveis no país. A distribuição predatória da Disney garante muitos recordes. Mas também inspira protestos no mercado nacional. Sem se preocupar com o debate, o estúdio comemora R$ 28,1 milhões em apenas 24 horas no país.

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