Empire é renovada para 6ª temporada sem Jussie Smollett



A rede americana Fox renovou “Empire” para sua 6ª temporada, mas sem um de seus principais integrantes. O ator Jussie Smollett, intérprete de Jamal Lyon, não tem retorno previsto para os próximos episódios da atração.

Smollett se envolveu num escândalo e chegou a ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento.

Mas embora mantenha sua versão e jure ser inocente, a polêmica foi grande o suficiente para inspirar dúvidas nos mais crentes.

Assim, seu personagem em “Empire” ganhou um final feliz antecipado, via casamento com Kai (Toby Onwumere) e viagem de lua de mel, com possível mudança para Londres.



A Fox revelou que fechou um acordo com o ator para estender seu contrato para a 6ª temporada, reservando o direito de incluí-lo novamente na série caso seja necessário ou possível, mas, no momento, não há planos para exercer essa prioridade.

O acordo foi feito após os colegas de Smollett assinarem uma carta aberta pedindo aos executivos do estúdio e da rede que mantivessem o ator no programa. “Temos que nos unir como família. Uma família existe nos bons e maus momentos. Ela pode filtrar o barulho e a confusão para entender que há uma pessoa no centro de tudo isso que não merece mais do que seguir em frente com sua vida”, diz o texto com assinatura coletiva. “Entendemos que esta série é um negócio. E esse negócio também é importante para nós. Estamos confiantes de que nossos fãs receberão nosso ‘Jamal’ de volta à família ‘Empire’ com tanto entusiasmo quanto nós.”

Apesar da confusão do ator, a produção nunca correu risco de ser cancelada. “Empire” é atualmente a segunda série mais vista da Fox, atrás apenas de “9-1-1”, com média de 2,1 pontos entre adultos de 18 a 49 anos e cerca de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo.


Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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